Arquivos notícias corporativas - Finance News https://financenews.com.br/tag/noticias-corporativas/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Thu, 02 Jul 2026 10:49:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos notícias corporativas - Finance News https://financenews.com.br/tag/noticias-corporativas/ 32 32
Mercados nesta quinta, notícia da Itaúsa, Itaú, Rumo, Méliuz, Enjoei e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/07/mercados-nesta-quinta-noticia-da-itausa-itau-rumo-meliuz-enjoei-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/07/mercados-nesta-quinta-noticia-da-itausa-itau-rumo-meliuz-enjoei-e-de-outras-companhias/#respond Thu, 02 Jul 2026 10:49:37 +0000 https://financenews.com.br/?p=209859 Publicado às 7h50 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49) Alemanha (DAX): +0,72%  Londres (FTSE 100): +0,46% […]

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Publicado às 7h50

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)

Alemanha (DAX): +0,72% 

Londres (FTSE 100): +0,46%

Japão (Nikkei 225): -2,33% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -2,03% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,76% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,27% (US$ 70,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,97% (US$ 61.475)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,12% (US$ 4.077)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,48% aos 740 iuanes (US$ 108,91). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h48 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,13% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,03%. Nasdaq futuro caía 0,39%.

Notícias corporativas

Itaúsa estima impacto líquido positivo de R$ 0,9 bi no resultado no 2T26 após receber provento da Itautec

A Itaúsa (ITSA4) recebeu de sua subsidiária integral não operacional Itautec dividendos e juros sobre capital próprio extraordinários no montante líquido total de R$ 0,9 bilhão, decorrentes do recebimento, pela Itautec, de valores relacionados ao êxito em determinados processos judiciais e administrativos.

A Itaúsa estima que esse recebimento gerará impacto líquido positivo, não recorrente, de aproximadamente R$ 0,9 bilhão em seu resultado no 2º trimestre de 2026 (2T26). A previsão é que a holding divulgue os resultados do 2T26 em 10 de agosto.

Itaú vence licitação promovida por Minas Gerais para a gestão de folha de pagamentos

O Itaú (ITUB4) venceu a nova licitação promovida pelo governo do Estado de Minas Gerais, ao apresentar proposta financeira para a prestação de serviços de pagamento a, aproximadamente, 670 mil servidores estaduais (ativos, aposentados e pensionistas) e fornecedores pessoas jurídicas do Estado de Minas Gerais.

Atualmente, o Itaú Unibanco já presta estes serviços para o governo do Estado de Minas Gerais, conforme divulgado em 16 de julho de 2021.

O contrato firmado naquela ocasião tem sua vigência estabelecida até o final deste ano. Em decorrência da nova licitação, foi celebrado, nesta data, o respectivo contrato da operação, com vigência de cinco anos, a partir de 22 de dezembro de 2026, que prevê o pagamento, pelo Itaú Unibanco S.A., subsidiária da companhia, do montante total de R$ 2,188 bilhões pela gestão da folha de pagamentos. Esse valor será registrado como ativo intangível e seu reconhecimento no resultado será diferido, explicou o Itaú.

Ferbasa (FESA4) se manifesta sobre notícias de captação de recursos junto ao BNDES

A Ferbasa (FESA4) se manifestou sobre notícias veiculadas na imprensa a respeito da captação de recursos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A Ferbasa declarou que “tais matérias jornalísticas versam apenas sobre a aprovação do recurso pelo BNDES através da sua linha de financiamento denominada de Fundo Clima”, mas que a efetiva captação está vinculada à conclusão dos trâmites burocráticos habituais.

Segundo a companhia, assim que estes trâmites estejam concluídos, a comunicação será feita de maneira “tempestiva”.

Enjoei (ENJU3): Marcos Leite será o novo CEO

O Enjoei (ENJU3) divulgou que seu conselho de administração, assessorado por um comitê de sucessão, aprovou o início do processo de transição de sua liderança, com a sucessão do cargo de diretor-presidente da companhia e da presidência de seu conselho de administração a partir de setembro de 2026.

Neste processo de sucessão, Tiê Lima, cofundador, conselheiro de administração e atual diretor-presidente do Enjoei, passará a se dedicar integralmente à agenda estratégica, à visão de longo prazo e à governança da companhia no conselho de administração, sendo oportunamente indicado ao cargo de presidente do colegiado, com eleição a ser deliberada pelos acionistas na próxima assembleia geral.

A atual presidente do conselho, Ana Luiza McLaren, permanecerá como conselheira de administração e como diretora vice-presidente executiva, mantendo contribuição direta para a agenda estratégica e executiva do Enjoei.

Para ocupar o cargo de diretor-presidente (CEO), com posse prevista para 9 de setembro de 2026, o conselho de administração elegeu Marcos Leite, executivo com ampla experiência em tecnologia, marketplaces e no mercado brasileiro de bens usados, que assumirá a condução executiva do Enjoei e contará, ao longo de sua preparação e transição, com o suporte de toda a administração da companhia.

Marcos Leite possui extensa experiência executiva no mercado brasileiro de usados. Iniciou sua trajetória profissional na Europa, com passagens importantes por empresas de tecnologia como eBuddy e Spil Games. Em 2012, voltou ao Brasil para liderar a operação inicial do Grupo OLX, onde ficou por 14 anos. Liderou frentes disruptivas no mercado de classificados brasileiro, como a consolidação do setor, incluindo a fusão com o Bomnegocio.com e a integração estratégica decorrente da aquisição do Grupo ZAP. Como membro sénior do Comitê Executivo, foi diretamente responsável por frentes-chave da operação, gerindo diretamente estruturas de grande relevância. Mais recentemente, foi Chief Revenue Officer (CRO) do Grupo OLX, responsável pela estratégia das principais verticais e da condução das linhas de negócio da companhia.

“Com a chegada de Marcos Leite como CEO, a indicação de Tiê à presidência do conselho de administração e a permanência de Ana Luiza McLaren no conselho de administração e na diretoria executiva, o Enjoei combina continuidade estratégica, visão de longo prazo e fortalecimento da execução para sua próxima fase de crescimento”, afirmou a companhia em um fato relevante.

Méliuz anuncia alteração relevante na participação do bloco de referência 

O Méliuz (CASH3) divulgou na quarta-feira, 1, que foi informado por Israel Fernandes Salmen à respeito da cessão parcial das ações da companhia anteriormente detidas por ele para o veículo TZUR Fundo de Investimento Financeiro em Ações, do qual Israel é o único cotista e beneficiário. Com a alteração mencionada acima, o veículo TZUR Fundo de Investimento Financeiro em Ações passa a ser titular de 15 milhões de ações ordinárias de emissão do Méliuz e Israel Salmen permanece titular de 1.808.410 ações em sua pessoa física, sem alteração na posição total do beneficiário final.

A companhia foi informada que tal movimentação não é destinada a afetar a composição de controle ou a estrutura administrativa da Sociedade e Israel Salmen não possui a intenção de alienar quaisquer ações do Méliuz detidas em seu nome ou por meio de seu veículo.

Rumo (RAIL3) celebra aditivo para manter operação mínima da Malha Oeste

A Rumo (RAIL3), em conjunto com a sua controlada Rumo Malha Oeste, anunciaram a celebração do 5º termo aditivo ao contrato de concessão da Malha Oeste.

O 5º aditivo estabelece um regime excepcional e transitório de continuidade operacional mínima da Malha Oeste, com vigência de até 180 dias, explicou a Rumo.

Durante o período de extensão, a Malha Oeste não prestará serviços de transporte ferroviário e assumirá apenas um escopo mínimo de atividades, voltado à guarda, vigilância, manutenção essencial e monitoramento dos ativos, detalhou a companhia.

O período de extensão não envolve pagamento de outorga, arrendamento ou qualquer contrapartida financeira da Malha Oeste ao Poder Concedente.

“Os custos efetivamente incorridos pela Malha Oeste na execução do escopo mínimo constituem encargos novos e autônomos, não contemplados na equação econômico-financeira do contrato original, portanto configuram crédito da Malha Oeste perante o Poder Concedente”, afirmou a Rumo.

Ainda segundo a companhia, será instaurado processo formal de apuração dos créditos e débitos recíprocos entre as partes (encontro de contas). Sua composição abrange, substancialmente: os créditos discutidos nas ações de reequilíbrio econômico-financeiro movidas pela Malha Oeste contra a União; eventuais passivos regulatórios da Malha Oeste apurados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT; os créditos decorrentes de investimentos realizados e ainda não amortizados; e os créditos por conta de dispêndios da Malha Oeste na execução do escopo mínimo.

A instauração deste “encontro de contas” é obrigação da União e o processo deverá ser concluído até o término do período de extensão, explicou a Rumo.

A eficácia e a contagem do prazo do 5º aditivo dependem da publicação de seu extrato no Diário Oficial da União e no Portal Nacional de Contratações Públicas e do implemento das condições nele previstas.

A Rumo destacou que não espera efeitos relevantes sobre seus resultados consolidados em decorrência da assinatura do 5º ditivo.

Simpar (SIMH3) conclui venda de participação na Ciclus Amazônia 

A Simpar (SIMH3) anunciou que foram atendidas as condições precedentes para a conclusão da alienação de toda a sua participação na Ciclus Amazônia, correspondente a 45% do total, para a Alvor, subsidiária da Sustentare Saneamento.

O valor total ajustado da transação foi de R$ 276,6 milhões (Equity Value), considerando a correção de 75% do CDI a partir de 01 de abril de 2026, sendo que a participação de 45% na Ciclus Amazônia representa R$ 124,5 milhões.

“A transação evidencia a disciplina na execução do planejamento estratégico e o compromisso com a alocação de capital com o objetivo de gerar valor de forma consistente e sustentável”, afirmou a Simpar.

Agenda de proventos desta quinta, 2:

Allos (ALOS3) 

A Allos paga nesta quinta-feira, 2, a primeira parcela do dividendo anunciado em 17 de junho no valor de R$ 0,29 por ação. A data de corte foi em 22/06/2026. Vale lembrar que a 2ª tranche tem data de corte em 23/07/2026 e pagamento em 04/08/2026. E a 3ª tranche tem data de corte em 21/08/2026 e pagamento em 02/09/2026.

Plano&Plano (PLPL3) 

A Plano&Plano (PLPL3) paga nesta quinta, 2, dividendos intercalares aprovados em 22 de dezembro/25. O valor é de R$ 0,49 por ação ordinária. Tem direito ao recebimento titulares de ações ordinárias na data base de 29 de dezembro de 2025.

CSU Digital (CSUD3)

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da CSU, anunciados em 29 de junho, é nesta quinta-feira, 2. A partir de 3 de julho as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto por ação é de R$ 0,17. O início do pagamento será a partir de 14 de julho de 2026.

Banestes (BEES3, BEES4)

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital do Banestes, anunciados em 29 de junho, é nesta quinta-feira, 2. A partir de 3 de julho as ações serão negociadas ex-provento. O valor líquido a ser pago, já considerando a retenção de 17,5% de Imposto de Renda na fonte, será de R$ 0,060 por ação. O pagamento será realizado no dia 20.07.2026.

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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da Suzano, Axia, Petrobras, provento da RD Saúde e outros destaques https://financenews.com.br/2026/07/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-suzano-axia-petrobras-provento-da-rd-saude-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/07/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-suzano-axia-petrobras-provento-da-rd-saude-e-outros-destaques/#respond Wed, 01 Jul 2026 11:00:26 +0000 https://financenews.com.br/?p=209789 Publicado às 8h Bolsas, petróleo e bitcoin (7h59) Alemanha (DAX): +0,34%  Londres (FTSE 100): -0,41% […]

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Publicado às 8h

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h59)

Alemanha (DAX): +0,34% 

Londres (FTSE 100): -0,41%

Japão (Nikkei 225): +0,60% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,44% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): feriado

Petróleo Brent: -0,97% (US$ 72,2). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,08% (US$ 58.775)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,90% (US$ 4.002)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,68% aos 733 iuanes (US$ 107,89). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h58 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,24% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,19%. Nasdaq futuro caía 0,45%.

Notícias corporativas

Suzano anuncia conclusão da aquisição de 51% do capital social da FamPro Tissue Holdings

A Suzano (B3: SUZB3 | NYSE: SUZ) informou nesta quarta-feira, 1° de julho, a conclusão da aquisição pela companhia, por meio de sua subsidiária Suzano International Holding B.V., de 51% do capital social da FamPro Tissue Holdings (sociedade alvo, futuramente denominada Arbex), da Kimberly-Clark Corporation, após o cumprimento de todas as condições precedentes e a realização dos atos de fechamento previstos no contrato de compra e venda de participação societária e ativos celebrado em 4 de junho de 2025. 

A operação foi liquidada mediante o pagamento, pela Suzano, do montante total de 1,3 bilhão de dólares, equivalentes a R$ 6,7 bilhões, considerando a estrutura de capital inicial da joint venture, a qual, apresenta dívida líquida total de aproximadamente USD 1 bilhão, decorrente da captação de financiamento realizada no contexto da transação. 

Como consequência da consumação, as partes celebraram contrato de joint venture estabelecendo os direitos e obrigações relativos à governança, gestão, controle e operação da sociedade alvo, bem como outros assuntos a ela relacionados, refletindo a participação da Suzano como sócia controladora. 

Foram celebrados, ainda, contratos acessórios, incluindo, dentre outros: contratos de serviços de transição, nos termos dos quais a Kimberly-Clark prestará determinados serviços à sociedade alvo por período limitado, de modo a assegurar a continuidade operacional dos negócios; contratos de licença e uso de propriedade intelectual; e outros instrumentos comerciais e operacionais usuais em operações dessa natureza. 

Foram definidos os membros da governança da Arbex, incluindo seu conselho de administração e estrutura do C-level. Walter Schalka, ex-diretor presidente da Suzano S.A. e atual membro de seu conselho de administração, foi escolhido como presidente do conselho de administração da Arbex.

Ehab Abou-Oaf, atual presidente das unidades International Family Care e professional da Kimberly-Clark, com mais de 30 anos de experiência internacional em posições de liderança no setor de bens de consumo, foi escolhido como diretor presidente da Arbex.

Axia realizada nesta quarta, 1º, conversão de 347.865 ações PN classe ‘C’ em ações ON 

A Axia Energia (AXIA3), em complemento ao fato relevante divulgado em 6 de maio de 2026 e ao comunicado ao mercado divulgado em 9 de junho de 2026, informou que nesta quarta-feira, 1º de julho, será realizada a conversão de 347.865 ações preferenciais classe “C” (PNC) em ações ordinárias de emissão da companhia, na proporção de 1:1.

A Axia informou ainda que efetuará, em 7 de julho de 2026, o resgate e o cancelamento de 216.957 ações PNC, com liquidação financeira na mesma data.

Os detentores de ADR receberão o valor do resgate em até 7 dias úteis após o dia 7 de julho de 2026.

Petrobras recebe pagamento de nova parcela do programa de subvenção econômica do diesel 

A Petrobras (PETR3, PETR4) recebeu o pagamento de nova parcela do Programa de Subvenção Econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 1,1 bilhão, correspondente ao período de 7 a 19 de abril de 2026 (Medida Provisória nº 1.340). O total acumulado recebido pela Petrobras até o momento soma cerca de R$ 2 bilhões.

A Petrobras informou também que vai passar a utilizar novo mecanismo de cálculo para definir o preço do gás natural vendido às distribuidoras. A nova fórmula foi criada de forma a mitigar “aumentos bruscos” de preços do mercado internacional. Com isso, o próximo reajuste, em 1º de agosto, deve ser de 6% em vez de 22%. A estatal faz a ressalva de que a variação de 6% em agosto é uma “estimativa”.

O novo método de cálculo foi aprovado na quarta-feira, 24, e divulgado somente nesta terça-feira, 30.

Por contrato, o preço do gás natural é reajustado pela Petrobras a cada três meses. O último reajuste foi em 1º de maio, em 19,2%, em média.

De acordo com a companhia, a nova fórmula consiste em um mecanismo de proteção à volatilidade dos preços e cria bandas, uma espécie de piso e teto, do valor do barril Brent, referência internacional do petróleo.

Apesar de o Brasil ser produtor de petróleo, o produto, por ser uma commodity – matéria-prima negociada em grandes quantidades -, tem seu preço definido no mercado internacional. No entanto, com a criação da faixa máxima e mínima de preço, a companhia espera suavizar altas bruscas de preços ao repassar o produto para as distribuidoras no país.

“A medida reduz temporariamente o impacto da alta dos preços, trazendo mais previsibilidade e evitando aumentos bruscos”, explica a estatal em comunicado à imprensa.

RD Saúde (RADL3) aprova distribuição de dividendo intermediário e JCP

O conselho de administração da RD Saúde (RADL3) a distribuição de dividendo intermediário e juros sobre o capital (JCP). Os juros sobre o capital próprio são no montante total bruto de R$ 154,5 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,088359621 e não sofrerá atualização monetária. Tem direito quem detiver ações da RD Saúde no dia 03/07/2026, sendo que, a partir de 06/07/2026, as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O pagamento será até o dia 01/12/2026, em data a ser oportunamente fixada pela administração da companhia.

A distribuição de dividendos intermediários é no montante total de R$ 47,6 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,02722277. Tem direito quem detiver ações da RD Saúde no dia 03/07/2026, sendo que, a partir de 06/07/2026, as ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos”. O pagamento também será realizado até o dia 01/12/2026.

Moody’s Local Brasil afirma ratings do Grupo Fleury (FLRY3)

A agência de classificação de risco Moody’s Local BR afirmou o rating corporativo (CFR) ‘AAA.br’ do Fleury (FLRY3). Ao mesmo tempo, a agência afirmou os ratings ‘AAA.br’ da 5ª, 6ª, 9ª e 10ª emissões de debêntures, sem garantia real, da companhia. A perspectiva é “estável”.

Em relatório a agência explica que a afirmação do rating corporativo reflete o sólido e resiliente perfil de negócios do Fleury, apoiado pela contínua expansão de sua elevada escala, por sua posição competitiva de destaque como uma das líderes do setor de medicina diagnóstica no Brasil e por sua forte diversificação.

Ainda segundo a Moody’s, a companhia também se beneficia dos fundamentos positivos e estruturais do setor de saúde no país.

“Esses fatores, aliados à gestão adequada de suas operações e aquisições, resultam em níveis de rentabilidade acima da média do setor, com baixa volatilidade e alta resiliência”, escreve a equipe da agência, destacando que, ao mesmo tempo, reconhece o histórico de elevada flexibilidade financeira da empresa – respaldada por seu comprovado acesso ao mercado de capitais, forte posição de liquidez e robusta geração de caixa operacional –, além da sua política financeira e estrutura de capital conservadoras, o que assegura espaço para distribuição de dividendos e processos de fusões e aquisições disciplinados sem impactar significativamente suas métricas financeiras.

Como resultado, o Fleury tem apresentado fortes métricas de crédito, que se mostraram em linha ou ligeiramente melhor do que o esperado pela agência.

T.Rowe Price compra ações da Gerdau

A T. Rowe Price Associates, em nome de suas afiliadas consultoras, adquiriu em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de gestores de investimentos, ações ordinárias da Gerdau (GGBR3). A gestora americana informou também que detém um total de 65.420.012 ações preferenciais da Gerdau. “O objetivo das participações acionárias acima mencionadas é estritamente de investimento e não visa uma mudança no controle ou na estrutura administrativa da Gerdau”, afirmou a T. Rowe Price.

Trisul (TRIS3) poderá recomprar até 8,9 milhões de ações ordinárias

O conselho de administração da Trisul (TRIS3) aprovou o cancelamento de 9.100.552 ações ordinárias mantidas em tesouraria. O conselho também aprovou a criação de um novo programa de recompra de ações. As informações constam em um fato relevante divulgado após o fechamento do mercado.

Poderão ser adquiridas até 8,9 milhões de ações ordinárias que representam aproximadamente 9,89% das ações em circulação no mercado.O programa encerra em 1 de janeiro de 2028.

Membro do conselho de administração Engie Brasil Energia renuncia

Pierre Jean Bernard Guiollot renunciou ao cargo de membro titular do conselho de administração da Engie Brasil Energia (EGIE3). A informação foi divulgada nesta terça-feira, 30, após o fechamento do mercado.

Segundo um comunicado da companhia, a renúncia foi em decorrência da “assunção de novos desafios profissionais e responsabilidades no Grupo Engie”.

O conselho de administração aprovou a convocação de uma assembleia geral extraordinária que deliberará, entre outras matérias, acerca da eleição de um novo membro titular do colegiado.

Agenda de proventos desta quarta, 1°:

Itaú (ITUB4)

O Itaú paga nesta quarta, 1° de julho, JCP mensal no valor de R$ 0,01765 por ação. A data-base foi em 29 de maio.

Banestes (BEES3, BEES4)

O Banestes paga nesta quarta, 1° de julho, JCP mensal no valor de R$ 0,02446013983 por ação ordinária e preferencial. A data-base foi em 1 de junho.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta quarta, 1° de julho, JCP mensal no valor de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi em 1 de junho.

Itaúsa (ITSA4) 

A Itaúsa paga nesta quarta, 1° de julho, JCP trimestral no valor bruto de R$ 0,0242425 (líquido de R$ 0,02) por ação. A data-base foi em 29 de maio.

Log (LOGG3)

A Log paga nesta quarta-feira R$ 250 milhões em dividendos intermediários aprovados em 1 de junho. Esse valor corresponde ao total de R$ 2,85 por ação ordinária. As ações são negociadas na condição “ex” provento desde 12 de junho.

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Mercados nesta sexta, notícia da Eneva, Azzas, JCP da Bradsaúde, Multiplan, Celesc, Riachuelo e outros destaques https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-sexta-noticia-da-eneva-azzas-jcp-da-bradsaude-multiplan-celesc-riachuelo-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-sexta-noticia-da-eneva-azzas-jcp-da-bradsaude-multiplan-celesc-riachuelo-e-outros-destaques/#respond Fri, 26 Jun 2026 10:56:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=209576 Publicado às 7h55 – atualizado às 9h12 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54) As Bolsas na […]

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Publicado às 7h55 – atualizado às 9h12

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54)

As Bolsas na Ásia fecharam em queda e na Europa os principais índices de ações têm baixa nesta sexta-feira. Crescentes preocupações com o aumento do custo da infraestrutura para a inteligência artificial provocam uma nova onda global de vendas de ações do setor de tecnologia. Os índices futuros de ações em Nova York operam no negativo. 

Alemanha (DAX): -1,31% 

Londres (FTSE 100): -0,75%

Japão (Nikkei 225): -4,09% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -2,26% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,76% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -3,68% (US$ 72,4). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,37% (US$ 59.700)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,43% (US$ 4.064)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,81% aos 748 iuanes (US$ 109,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h52 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,09% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,52%. Nasdaq futuro caía 1,26%.

Notícias corporativas

Viveo (VVEO3) aprova aumento do capital

O conselho de administração da CM Hospitalar – Viveo (VVEO3), por unanimidade de votos dos conselheiros independentes, sem a participação dos conselheiros indicados pelo acionista controlador, aprovou o aumento do capital social da companhia. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 26.

Foi aprovada, ainda, a possibilidade de integralização à vista, em moeda corrente nacional, ou mediante a capitalização de créditos decorrentes da titularidade das debêntures da 4ª, 5ª, 6ª e 7ª emissões da companhia atualmente em circulação, respectivamente sob os códigos B3 CMPH14, VVEO15, VVEO16 e VVEO17 (respectivamente, “Debêntures CMPH14”, “Debêntures VVEO15”, “Debêntures VVEO16” e “Debêntures VVEO17”.

O aumento de capital prevê o montante de até R$ 869.761.072,80, com a subscrição particular de até 966.401.192 novas ações ordinárias, pelo preço de emissão de R$ 0,90 por ação, sendo admitida a homologação parcial, desde que subscritas pelo menos 474.444.722 novas ações, correspondendo a um aumento mínimo de R$ 427.000.249,80.

A Viveo explicou que o aumento de capital tem por principais finalidades reduzir o endividamento líquido da companhia, assegurar maior equilíbrio financeiro e aprimorar a estrutura de capital.

O Banco J.P. Morgan S.A. atuou como assessor financeiro exclusivo da Companhia e o Stocche Forbes Advogados como assessor jurídico.

Eneva anuncia programa de recompra de ações 

O conselho de administração da Eneva (ENEV3) aprovou um novo programa de recompra de ações. A informação foi divulgada na noite de quinta-feira, 25.

Poderão ser adquiridas até 23.073.188 ações ordinárias, equivalentes a 1,19% das ações totais emitidas pela Eneva e a aproximadamente 1,21% do total de ações em circulação. O programa encerrará em 24 de dezembro de 2027.

“O programa de recompra 2026 tem como objetivo a aquisição de ações ordinárias de emissão da própria companhia para manutenção em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, visando maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da sua alocação de capital, considerando o potencial de rentabilidade de suas ações, de forma a proporcionar maiores retornos futuros para seus acionistas”, afirmou a Eneva em um comunicado.

Azzas afirma que, neste momento, a marca Hering ‘não está à venda’

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu esclarecimentos à Azzas (AZZA3) após uma matéria veiculada pelo Pipeline, site do Valor Econômico, em 23 de junho de 2026, sob o título “Família Hering quer a marca de volta e contrata BR Partners para negociar com Azzas”.

A Azzas afirmou que, neste momento, a marca Hering “não está à venda, e que não há, no âmbito da companhia, quaisquer tratativas nem negociações em curso envolvendo a marca Hering ou os ativos e negócios a ela relacionados”.

O Pipeline apurou que “um grupo de acionistas da Azzas, que representa cerca de 11% do capital da companhia e é capitaneado pela família Hering, quer tornar a marca de moda básica independente de novo”.

Ainda segundo o site, a família contratou o banco BR Partners (BRBI11) para a interlocução com a Azzas e o banco já teria feito uma primeira abordagem ao conselho e assessores financeiros da companhia.

Moura Dubeux (MDNE3) arrematou em leilão imóvel em Salvador por R$ 97 milhões

A Moura Dubeux (MDNE3) arrematou em leilão realizado na quinta-feira, 25, o imóvel localizado no bairro da Pituba, em Salvador, Bahia, correspondente à antiga sede dos Correios e com área aproximada de 35 mil m², pelo valor de aproximadamente R$ 97 milhões. O potencial de desenvolvimento do terreno é de aproximadamente 140 mil m² de área privativa (entendida como a área das unidades autônomas destinada ao uso exclusivo dos respectivos adquirentes, sem considerar as áreas comuns do empreendimento) e a Moura Dubeux pretende desenvolver no local um empreendimento com vocação predominantemente residencial.

A companhia destacou que Salvador é uma praça importante, e a aquisição está alinhada ao seu plano de negócios e à atuação no desenvolvimento de empreendimentos residenciais no Nordeste.

A formalização da aquisição e o futuro desenvolvimento do empreendimento permanecem sujeitos aos trâmites aplicáveis, incluindo registro imobiliário, aprovações municipais, licenciamento, conclusão dos estudos técnicos, definição final do produto e demais providências necessárias.

Riachuelo (RIAA3) anuncia o pagamento de R$ 50 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Riachuelo (RIAA3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital. O valor bruto soma R$ 50 milhões, equivalente a R$ 0,09958908766 por ação. Tem direito a esses JCP acionistas da companhia em 30 de junho de 2026. Dessa forma, a partir de 1 de julho de 2026 (inclusive), as ações ordinárias de emissão da companhia serão negociadas “ex-JCP”. A data do pagamento será deliberada na assembleia geral ordinária a ser realizada em 2027.

Multiplan (MULT3) anuncia R$ 140 milhões em JCP e recompra de ações

O conselho de administração da Multiplan (MULT3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante bruto de R$ 140 milhões, correspondente a R$ 0,28510533098 por ação. Terão direito ao recebimento dos juros sobre o capital próprio os acionistas inscritos nos registros da companhia em 30 de junho de 2026, sendo que as ações serão negociadas “ex juros” a partir de 1 de julho de 2026. O pagamento será realizado até 30 de junho de 2027.

O conselho de administração da Multiplan também aprovou nesta quinta-feira um novo programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 5 milhões de ações ordinárias. O prazo máximo para a negociação das operações autorizadas será de 12 meses, encerrando em 26 de junho de 2027.

Celesc (CLSC4, CLSC3) anuncia R$ 157,7 milhões em JCP

O conselho de administração da Celesc (CLSC4, CLSC3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP), referentes ao 2º trimestre de 2026. O montante aprovado é de R$ 157.783.857,13 à razão de R$ 3,860057653 por ação ordinária e R$ 4,246063418 por ação preferencial. Terão direito aos JCP detentores de ações de emissão da companhia em 30 de junho de 2026, sendo as ações negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 1 de julho de 2026. Os valores dos juros serão distribuídos sem atualização monetária e estarão sujeitos à incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte.

A data e a forma de pagamento dos JCP serão deliberadas oportunamente pelo conselho de administração e/ou pela assembleia geral de acionistas. O pagamento será realizado em duas parcelas. A primeira parcela (50%), no valor de R$ 78.891.928,56, correspondente a R$ 1,9300288265 por ação ordinária e R$ 2,1230317090 por ação preferencial, a ser paga até 30 de junho de 2027. A segunda parcela (50%), no valor de R$ 78.891.928,56, correspondente a R$ 1,9300288265 por ação ordinária e R$ 2,1230317090 por ação preferencial, a ser paga até 30 de dezembro de 2027.

Bradsaúde (SAUD3) anuncia pagamento de R$ 230 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Bradsaúde (SAUD3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O valor bruto soma R$ 230 milhões e corresponde a R$ 0,0786736950 por ação. O valor líquido soma R$ 189,75 milhões e corresponde a R$ 0,0649057980 por ação. Terão direito detentores de ações de emissão da companhia em 30 de junho de 2026. As ações da companhia serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de julho de 2026, inclusive. O pagamento será em 30 de novembro de 2026.

Jogo do Brasil na segunda-feira, 29: confira o funcionamento da B3

A B3, a bolsa brasileira, informou na quinta-feira, 25, que, manterá o funcionamento regular dos seus mercados na próxima segunda-feira, 29, quando a seleção brasileira disputará, às 14h, partida eliminatória da Copa do Mundo.

Não haverá alterações nos horários de negociação. Os mercados de renda variável, que incluem ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, assim como os mercados de derivativos e de renda fixa privada, funcionarão normalmente, sem alterações.

Também não haverá mudanças no registro de operações, compensação, liquidação, movimentação de garantias e nas atividades da Central Depositária para os segmentos listados e de balcão organizado.

Blau Farmacêutica: conselho aprova emissão de notas comerciais no valor total de R$ 250 milhões

A Blau Farmacêutica (BLAU3) informou que seu conselho de administração aprovou a 2ª emissão de notas comerciais escriturais, em série única, para distribuição pública, sob o rito de registro automático, no valor total de R$ 250 milhões, com valor nominal unitário de R$ 1 mil. As Notas Comerciais Escriturais serão objeto de distribuição pública exclusivamente para investidores profissionais e terão prazo de vencimento de 24 meses contados da data de emissão

Os recursos líquidos captados pela Blau serão destinados ao reforço de caixa para atendimento a projetos estratégicos, destacou a companhia.

Pagam provento ou tem ‘data de corte’ nesta sexta, 26:

Assaí (ASAI3) 

O Assaí paga nesta sexta-feira, 26, os juros sobre capital próprio anunciados em dezembro de 2025. O montante bruto é de R$ 140 milhões, correspondente a R$ 0,10 por ação ordinária. O pagamento será realizado com base na posição acionária do dia 6 de janeiro de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

Sanepar (SAPR11, SAPR4)

A Sanepar paga nesta sexta, 26, juros sobre o capital próprio relativos ao 1º e ao 2º semestre de 2025. Em 18 de junho de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 420,3 milhões, valor que corresponde a R$ 0,26 por ação ordinária, R$ 0,28 por ação preferencial, e a R$ 1,40 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de junho de 2025 (data de corte). Desde 1 de julho de 2025 as ações são negociadas ex-juros. Em 18 de dezembro de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 164,9 milhões, que corresponde a R$ 0,10 por ação ordinária, R$ 0,11 por ação preferencial, e a R$ 0,55 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026, as ações são negociadas ex-JCP.

Banrisul (BRSR6) 

O Banrisul paga nesta sexta-feira, 26, os JCP anunciados em 9 de junho. Será distribuído o valor total de R$ 90 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB havendo incidência de Imposto de Renda conforme legislação vigente. As ações passaram a serem negociadas “ex-direito” aos juros intermediários desde 15 de junho de 2026.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil, anunciados em 15 de junho, é na sexta, 26 de junho. A partir de 29 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027. O valor líquido por ação é de R$ 0,05.

Localiza (RENT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Localiza, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação a ser pago é equivalente a R$ 0,53. O pagamento ocorrerá no dia 20/08/2026 com retenção do Imposto de Renda na fonte.

Panvel (PNVL3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Panvel, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado em quatro parcelas no valor por ação de R$ 0,02 cada parcela. A 1ª parcela será paga em 31/03/2027. A 2ª parcela será paga em 30/04/2027. A 3ª parcela será paga em 31/05/2027. A 4ª parcela será paga em 31/08/2027.

Hypera (HYPE3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Hypera, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,26304 por ação ordinária. O pagamento será realizado até o final do exercício social de 2027, em data a ser oportunamente definida pela companhia.

Track&Field (TFCO4) 

A data de corte para ter direito aos JCP da Track&Field, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação dos JCP é de R$ 0,00852202560 por ação ordinária, R$ 0,08522025597 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 31/05/2027.

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Publicado às 7h50 – atualizado às 8h54

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)

Os índices futuros de ações nos Estados Unidos têm alta nesta quinta-feira após o resultado trimestral da Micron Technology (MUTC34) superar as altas expectativas de Wall Street e reafirmar a tese otimista para o setor de inteligência artificial. O preço do barril de petróleo cai e retorna aos níveis pré-conflito no Oriente Médio. 

Alemanha (DAX): +0,82% 

Londres (FTSE 100): +0,30%

Japão (Nikkei 225): +4,69% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,23% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,43% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,79% (US$ 73,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +2,68% (US$ 61.702)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,16% (US$ 4.002)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,08% aos 735 iuanes (US$ 108,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h49 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,24% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,76%. Nasdaq futuro subia 2,19%.

Notícias corporativas

Braskem: certas controladas pedem medida cautelar protetiva contra a cobrança de credores

A Braskem (BRKM5) divulgou nesta quinta-feira, 25, que certas controladas iniciaram processo de mediação perante a Câmara Wind de Mediação e protocolaram pedido de Tutela de Urgência Cautelar perante a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital do Estado de São Paulo (PTU), conforme aprovado pelo conselho de administração.

As medidas envolvem apenas os credores financeiros da Braskem e foram ajuizadas com o objetivo de preservar um ambiente estável para a continuidade das negociações em andamento exclusivamente com os referidos credores em busca de uma solução consensual, estruturante e ordenada para sua estrutura de capital, alinhada com a posição de liquidez da Braskem, e as condições da indústria petroquímica global, afirmou a companhia em um fato relevante enviado ao mercado.

O conselho aprovou também, caso seja necessário e em momento oportuno, a adoção e/ou validação de eventuais medidas protetivas no exterior.

A Braskem esclareceu e reforçou que a Mediação e o PTU possuem “escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange quaisquer obrigações da companhia com seus fornecedores, clientes e demais stakeholders, as quais permanecem vigentes e seguem sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos”.

Bradesco BBI faz nova oferta para aquisição da participação da Mover na Motiva (MOTV3) 

A Motiva (MOTV3) recebeu, em 24 de junho, após o fechamento do mercado, carta enviada pelas acionistas Sucea Participações e Sincro Participações (em conjunto Grupo Mover). 

Na carta o Grupo Mover comunicou o recebimento de nova oferta vinculante apresentada pelo Banco Bradesco BBI para aquisição da totalidade das ações ordinárias de emissão da companhia de sua titularidade, representativas de 14,86% do capital social da Motiva, em substituição à oferta anteriormente recebida, cujo prazo de validade foi encerrado. 

A Motiva informa que os termos e condições da nova oferta serão submetidos pelo Grupo Mover aos demais acionistas signatários do acordo de acionistas da Motiva, para fins de eventual exercício do direito de preferência, nos termos previstos no referido acordo. 

Polícia Federal deflagra operação contra suposta fraude contábil de R$ 54 bi na Americanas

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira, 25, em conjunto com o Ministério Público Federal, a segunda fase da Operação Disclosure, que busca aprofundar as investigações sobre supostas fraudes contábeis relativas ao escândalo da Americanas (AMER3), estimadas em, aproximadamente, R$ 54 bilhões.

Na ação, policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão, incluindo buscas pessoais, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Segundo o blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, a operação tem como alvo controlador e ex-conselheiros da Americanas, e executivos de bancos.

A 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro também determinou o sequestro de bens e valores em nome dos investigados até o limite de R$ 54 bilhões.

Segundo as investigações, os suspeitos teriam conhecimento de supostas fraudes contábeis praticadas ao longo de anos, relacionadas a operações de risco sacado e a contratos de verba de propaganda cooperada (VPC) supostamente contabilizados sem lastro econômico.

As apurações apontam indícios, em tese, dos crimes de manipulação de mercado e de associação criminosa, informa a Polícia Federal em seu site.

Superintendência-Geral do Cade recomenda condenação da B3 por supostas práticas anticoncorrenciais

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) emitiu na quarta-feira, 24, Nota Técnica (NT) recomendando ao Tribunal Administrativo de Defesa Econômica do Cade a condenação da B3 (B3SA3) por supostas práticas anticoncorrenciais em processo relacionado aos mercados de registro e depósito de ativos financeiros e valores mobiliários e ao mercado de registro de seguros e operações supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A manifestação da SG/Cade não possui efeitos imediatos e será submetida ao Tribunal do Cade, órgão responsável pelo julgamento e pela decisão final da matéria.

A NT recomenda a aplicação de multa de cerca de R$ 100 milhões e algumas medidas restritivas, como vedação de práticas de bundling exclusionário, vedação de cláusulas de exclusividade e mecanismos de retaliação, atuação de forma colaborativa, não discriminatória e tempestiva nas negociações e implementações de interoperabilidade envolvendo sistemas de registro e depósito, além de manter política comercial formalizada contendo critérios objetivos para concessão de descontos, incentivos e condições comerciais diferenciadas.

Em um comunicado divulgado na noite de quarta-feira a B3 ressaltou que ao longo de todo o processo, apresentou informações, estudos, documentos e esclarecimentos técnicos que demonstram a “conformidade de sua atuação com a legislação concorrencial e com os marcos regulatórios aplicáveis aos mercados em que opera, sempre observando requisitos relacionados à segurança, integridade e estabilidade da infraestrutura do mercado financeiro e de capitais”.

A companhia entende que a NT não reflete adequadamente o conjunto de evidências e argumentos técnicos apresentados.

“De fato, a B3 demonstrou que divulga, nos termos da regulamentação aplicável, suas políticas tarifárias, as quais foram estruturadas seguindo racionalidade econômica e levam em consideração eficiências operacionais e repasse das economias de escala”, afirmou a B3, destacando que demonstrou, ainda, que já participa de diversas interoperabilidades entre registradoras e depositárias centrais, sempre atuando de forma colaborativa e para o melhor desenvolvimento do mercado.

“As discussões são pautadas por requisitos legítimos de segurança, gestão de riscos e integridade operacional. Trata-se do funcionamento de infraestruturas críticas de mercado, matéria que exige elevado rigor técnico e observância regulatória, para garantir a proteção dos participantes e estabilidade dos mercados”, afirmou a companhia.

A B3 ressaltou ainda que permanece confiante de que a análise integral dos fatos, evidências e elementos técnicos produzidos ao longo do processo permitirá o adequado entendimento de sua atuação, e observará os ritos e prazos aplicáveis no âmbito do Tribunal do Cade.

BTG Pactual diz estar ‘acompanhando as recentes notícias envolvendo o Digimais’

O BTG Pactual (BPAC11) prestou esclarecimentos na quarta-feira, 24, após a notícia veiculada pelo O Estado de São Paulo sob o título: “BTG deve desistir da compra do Digimais após operação da PF”.

No dia 8 de abril de 2026 o BTG Pactual divulgou comunicado ao mercado informando a celebração de documentos que estabeleceram um valor de referência e determinadas condições para a aquisição, pelo BTG Pactual, da totalidade das ações do Banco Digimais em um processo competitivo que seria oportunamente aprovado e acompanhado pelo Fundo Garantidor de Crédito, e que deveria considerar, ainda, regras de suporte financeiro ao Digimais.

O comunicado ao mercado explicitava ainda que a conclusão da transação dependia, dentre outras condições, do lançamento do processo competitivo, e que, uma vez ocorrido esse processo, da declaração da proposta do BTG Pactual como vencedora.

Nenhuma destas condições foi verificada até o presente momento, afirmou o BTG.

“O BTG Pactual está acompanhando as recentes notícias envolvendo o Digimais, e, quando do eventual lançamento de processo competitivo aprovado e acompanhado pelo FGC para alienação da totalidade das ações do Digimais, avaliará, diante das informações disponíveis, a oportunidade de participar no referido processo competitivo”, ressaltou o BTG.

Vale esclarece sobre notícias na imprensa 

A Vale (VALE3) emitiu um comunicado na noite de quarta-feira, 24, após notícias divulgadas na imprensa brasileira. No comunicado a mineradora reiterou “seu compromisso com a transparência e a conformidade legal”. Também afirmou que as decisões são tomadas de forma “técnica, independente e pautadas no melhor interesse da Vale, em cumprimento às políticas e regras de governança”.

A mineradora prestou esclarecimentos sobre avaliações de investimento na Bahia Mineração e também sobre a otimização dos contratos de concessão ferroviária.

Avaliações de investimento na Bahia Mineração

A companhia destacou que avalia oportunidades de investimento no curso regular de suas atividades, em especial aquelas sobre ativos com potencial contribuição às prioridades estratégicas. Também ressaltou que decisões quanto à alocação de capital seguem “rigoroso processo de avaliação, incluindo aspectos técnicos, econômicos e financeiros, e são tomadas em conformidade com as políticas e regras de governança”. Nesse sentido, a companhia avaliou a oportunidade e não aprovou qualquer investimento relacionado à empresa Bahia Mineração – Bamin.

Otimização dos Contratos de Concessão Ferroviária

A Vale também reiterou que as negociações relativas à otimização dos Contratos de Concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), continuam, junto ao Ministério dos Transportes (MT), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Infra (INFRA), no âmbito de suas respectivas competências legais.

“A Vale reafirma seu compromisso com as diretrizes e bases gerais para a otimização dos contratos de concessão ferroviária, estabelecidas no acordo celebrado em 30 de dezembro de 2024, notadamente quanto a base de ativos e as obras de infraestrutura”, ressaltou.

A mineradora salientou ainda que encontra-se adimplente e continuará cumprindo integralmente todas as obrigações previstas nos Contratos de Concessão.

“Espera-se que a conclusão da otimização dos Contratos de Concessão, quando aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), conferirá maior previsibilidade, segurança jurídica e definitividade às obrigações e aos investimentos associados às duas concessões ferroviárias da Vale, assegurando o adequado equilíbrio entre seus direitos e responsabilidades e contribuindo para a eficiência operacional de longo prazo da companhia, com a perenidade do sistema logístico integrado”, completou.

Programa Mini-Minas

A Vale também esclareceu que adota, há alguns anos, o conceito de parcerias de negócio no Brasil com empresas mineradoras de menor porte, também referenciadas como “mini-minas”. Por meio dessas parcerias, que visam principalmente a aquisição de produtos destinados à venda final ou à concentração/blendagem para composição de mix de produtos, a Vale informou que traz maior flexibilidade para seu portfólio e maior eficiência em custos, com melhor utilização de sua capacidade logística.

A companhia reforçou que as decisões com relação a tais parcerias são tomadas de forma técnica e pautadas no melhor interesse da Vale, após avaliação por comitê multidisciplinar constituído pela gestão.

“As decisões são tomadas conforme os ritos de governança aplicáveis e toda relação comercial com parceiros e fornecedores é estabelecida em linha com o Código de Conduta da Vale, demais políticas da Companhia e em linha com as melhores práticas de governança no mercado global”.

Banco ABC Brasil (ABCB4) anuncia pagamento de JCP no valor de  R$ 1,16 por ação

O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou a distribuição de R$ 300.993.353,55 na forma de juros sobre o capital próprio (JCP). Essa quantia representa um valor bruto de R$ 1,1680 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. Esse JCP é relativo ao primeiro e segundo trimestres de 2026. A posição acionária a ser considerada para o pagamento do JCP será a dos acionistas inscritos nos registros de acionistas da companhia na data de 29 de junho de 2026. O pagamento do JCP deliberado nesta reunião ocorrerá no dia 12 de agosto de 2026.

O conselho de administração também aprovou o aumento de capital social da companhia mediante subscrição particular, no montante de até R$169.119.516,00 mediante emissão de até 8.663.730 novas ações nominativas, sendo 4.407.200 ações ordinárias e 4.256.530 ações preferenciais. O preço de emissão por ação (ordinária e preferencial) é de R$ 19,520403851.

BB Seguridade anuncia R$ 3,85 bi em dividendos intercalares

A BB Seguridade (BBSE3) divulgou após o fechamento do mercado, que seu conselho de administração aprovou a distribuição do montante de R$ 3,850 bilhões a título de dividendos intercalares referentes ao resultado do primeiro semestre de 2026. O valor dos dividendos por ação, bem como as datas de pagamento e de início de negociação das ações ex-dividendos, será oportunamente divulgado após a publicação dos resultados do segundo trimestre de 2026, prevista para o dia 3 de agosto de 2026, afirmou a seguradora em um fato relevante enviado ao mercado.

Klabin poderá recomprar até 31,2 milhões de ações

O conselho de administração da Klabin (KLBN11) aprovou na quarta-feira, 24, um programa de recompra de ações. O anúncio foi feito após o fechamento do mercado.

A companhia poderá adquirir até 31.250.000 Units, as quais representam 31.250.000 ações ordinárias e 125.000.000 ações preferenciais. O total de ações abrangido no programa representa, aproximadamente, 3% do total de ações ordinárias e 3,3% do total de ações preferenciais em circulação na presente data.

As ações adquiridas no âmbito do programa de recompra serão posteriormente canceladas, sem possibilidade de retorno ao free float.

A Klabin destacou que o programa poderá gerar aos acionistas retorno eventualmente maior em dividendos e/ou juros sobre capital próprio, uma vez que as ações adquiridas pela companhia não fazem jus ao recebimento de proventos, de modo que dividendos e/ou juros sobre o capital próprio serão pagos para quantidade menor de ações; e aumento do percentual de participação dos acionistas na companhia após o cancelamento das ações mantidas em tesouraria.

O programa de recompra encerrará em 24 de dezembro de 2027.

Agenda de provento desta quinta, 25:

Comgás (CGAS3; CGAS5) 

A Comgás paga nesta quinta, 25, JCP e dividendo. O valor do dividendo é de R$ 2,28 por ação ON e de R$ 2,51 por ação PN. O valor dos JCP é de R$ 1,69 por ação ON e de R$ 1,86 por ação PN. A data de corte foi em 25 de junho.

Rede D’or (RDOR3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Rede D’or anunciados em 22 de junho, é nesta quinta, 25. A partir de sexta-feira, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,18 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em 8 de julho de 2026.

Blau Farmacêutica (BLAU3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Blau, anunciados em 23 de junho, é nesta quinta, 25. A partir de sexta-feira, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado em 7 de julho de 2026 no valor de R$ 0,07 por ação.

Schulz (SHUL4) 

A data de corte para ter direito aos JCP da Schulz, anunciados em 22 de junho, é nesta quinta, 25. A partir de sexta-feira, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento dos JCP ocorrerá em 28 de outubro de 2026 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,06 por ação por ação preferencial e R$ 0,05.

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Publicado às 7h51 – atualizado às 8h44

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)

Os principais índices acionários na Ásia fecharam em queda e na Europa operavam em baixa nesta terça-feira, 23. Os índices futuros em Nova York têm queda nesta sessão pressionados por uma onda de vendas de ações do setor de tecnologia, principalmente de papéis de companhias fabricantes de chips.

Alemanha (DAX): -1,17% 

Londres (FTSE 100): -0,33%

Japão (Nikkei 225): -3,46% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,37% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,82% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,39% (US$ 77,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -3,48% (US$ 62.157)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,41% (US$ 4.143)

Minério de ferro em Dalian (7h49 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,54% aos 738,5 iuanes (US$ 109,01). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,53% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 1,42%. Nasdaq futuro caía 2,80%.

Notícias corporativas

Leilão reverso: Brisanet (BRST3) vence em 56 localidades

A Brisanet (BRST3) divulgou nesta terça-feira, 23, o resultado de sua participação no 4º leilão reverso realizado pela Entidade Administradora da Digitalização de Canais de TV e RTV (EAD) e pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (GIRED). 

O certame tem como objetivo a implementação e operação de serviço móvel com tecnologia 4G, já preparado para a transição para o 5G. 

A Brisanet foi a vencedora do certame em 56 localidades, assegurando um repasse no montante total de R$ 11,2 milhões. Este valor será recebido mediante a respectiva conclusão e entrega da infraestrutura exigida. As localidades e os trechos estão situados nos estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Paraíba e Sergipe. O prazo máximo estipulado para a implementação da infraestrutura é 31 de dezembro de 2026, havendo a possibilidade de prorrogação por até 30 (trinta) dias. 

3tentos avança em plano de expansão nacional 

A 3tentos (TTEN3) avança em seu plano de expansão nacional com a abertura de oito lojas.

As unidades já estão em operação, Rio Verde (GO), Goiatuba (GO), Jataí (GO), Santana do Araguaia (PA), Redenção (PA), Palmas (TO), Uberlândia (MG) e Uberaba (MG).

Para o segundo semestre, estão previstas novas aberturas de lojas.

No total, a 3tentos conta com 81 lojas, distribuídas entre os estados do Rio Grande do Sul (59), Mato Grosso (14), Goiás (3), Pará (2), Minas Gerais (2) e Tocantins (1).

As operações fazem parte do plano da companhia de ampliar sua atuação em importantes fronteiras agrícolas do país, replicando em novos mercados o modelo já consolidado no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso.

Nestas unidades, a companhia realiza atendimento técnico aos produtores rurais, comercialização de sementes, fertilizantes e defensivos agrícolas, além da originação de grãos.

Cada unidade conta com uma estrutura composta por centro comercial e administrativo integrado a um centro de distribuição de insumos agrícolas com investimento de cerca de R$ 2,2 milhões em média.

“Mais do que abrir novas lojas, estamos levando para essas regiões um ecossistema completo de soluções para o produtor rural, com proximidade, assistência técnica qualificada e relacionamento de longo prazo. Nosso objetivo é replicar nessas novas regiões o modelo que consolidou a companhia em seus últimos 31 anos”, explicou o CEO da 3tentos, João Marcelo Dumoncel.

Taesa: eleito presidente interino do conselho de administração

A Taesa (TAEE4, TAEE11) informou que seu conselho de administração elegeu José Reinaldo Magalhães como presidente interino do colegiado. José Reinaldo Magalhães é membro do conselho de administração da Taesa desde abril de 2021, e foi membro do conselho de administração da Cemig (CMIG4) de abril de 2019 a abril de 2026.

MRV anuncia venda de empreendimento no Texas

A MRV (MRVE3) anunciou a venda dos empreendimentos legados Ten Oaks e Rayzor Ranch, ambos localizados no Texas, Estados Unidos, pelo valor total de US$ 139 milhões (R$ 716 milhões).

A liquidação da transação ocorrerá em julho de 2026, e essas vendas estão garantidas por um depósito não recuperável de US$ 12 milhões.

Essa transação representa uma redução de 7,5% no endividamento líquido consolidado da MRV&CO, de US$ 87 milhões (R$ 448 milhões), bem como uma diminuição de US$ 46 milhões (R$ 237 milhões) em minority interest, afirmou a companhia.

A alienação destes empreendimentos ocorre em um momento de cenário de juros elevados nos Estados Unidos e com expectativa de alta.

Dos projetos legados da Resia, resta apenas o empreendimento Memorial, com valor patrimonial de US$ 109 milhões, que a companhia pretende realizar a alienação ainda em 2026.

Já para os empreendimentos Golden Glades, com valor patrimonial de US$ 133 milhões, e North City, com a construção quase finalizada e que não é consolidado no balanço, a MRV projeta lucro contábil na sua alienação.

Desde anúncio do plano de desalavancagem, em dezembro de 2024, a companhia totalizou US$ 380 milhões (R$ 2 bilhões) em ativos vendidos.

A companhia destacou que está comprometida com a conclusão do plano de desinvestimento da Resia, conforme reafirmado no MRV Day, que trará benefícios claros na simplificação operacional, redução do risco e maior previsibilidade de resultados e geração de caixa da MRV&CO.

Rede D’or (RDOR3) anuncia o pagamento de R$ 400 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Rede D’or (RDOR3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18320141504 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em 8 de julho de 2026 e tomará como base a posição acionária final do dia 25 de junho de 2026 (data de corte), sendo que, a partir do dia 26 de junho as ações ordinárias passarão a ser negociadas ex-juros sobre o capital próprio. O pagamento será feito pelo valor líquido, após deduzido o imposto de renda retido na fonte de acordo com a legislação vigente.

Schulz (SHUL4) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

A Schulz (SHUL4) informou que, em reunião realizada na segunda-feira, 22, deliberou sobre o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 26,5 milhões, o que corresponde a R$ 0,077333123 (valor bruto) por ação preferencial; e a R$ 0,070302839 (valor bruto) por ação ordinária. Tem direito quem os titulares de ações escriturais em 25 de junho de 2026. A partir de 26 de junho em diante as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento dos JCP ocorrerá em 28 de outubro de 2026 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,063799827 por ação por ação preferencial e R$ 0,057999843.

Azevedo & Travassos (AZEV3): conselho aprova implementação do grupamento das ações

O conselho de administração da Azevedo & Travassos (AZEV3; AZEV4), em reunião realizada na segunda-feira, 22, aprovou a implementação do grupamento da totalidade das ações ordinárias e preferenciais na proporção de 20 ações para 1 ação da respectiva espécie.

Com a consumação do grupamento, o capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1.508.986.271,45, sem alteração de sua cifra.

A posição acionária a ser considerada para fins do grupamento terá como data-base a posição de fechamento do pregão de 25 de junho de 2026. A partir de 26 de junho de 2026, inclusive, as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas na B3 exclusivamente na forma grupada, sob os códigos AZEV3 (ações ordinárias) e AZEV4 (ações preferenciais).

Cogna (COGN3) contrata BTG Pactual corretora como formador de mercado de suas ações

A Cogna (COGN3) encerrou o contrato de prestação de serviços de formador de mercado celebrado com o Itaú. A companhia celebrou contrato com o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias negociadas na B3.

A contratação do novo formador de mercado tem por objetivo fomentar a liquidez das ações, explicou a educacional.

Yduqs anuncia o lançamento de unidade do Ibmec em Fortaleza

A Yduqs (YDUQ3) informou o lançamento, programado para o 1º trimestre de 2027, de um novo campus do Ibmec, na cidade de Fortaleza, no Ceará, o primeiro na região Nordeste do país.

Com aporte estimado em R$ 10 milhões, a nova unidade se juntará à operação atual do Ibmec, que conta com seis unidades – duas delas ainda em maturação (Faria Lima e Brasília) – e cuja marca já representa 11% do Ebitda consolidado da companhia.

O campus será inaugurado com um portfólio acadêmico que abrange as formações voltadas para negócios, Direito e cursos ligados à tecnologia.

Ainda segundo a Yduqs, a nova unidade oferecerá a possibilidade de realização de um intercâmbio de, no mínimo, seis meses na unidade de São Paulo, aproveitando a sinergia da rede nacional do Ibmec.

“O projeto do novo campus do Ibmec, alinhado à estratégia de alocação de capital da Yduqs, contribui com o crescimento do segmento premium e com a contínua geração de valor para o acionista”, afirmou a companhia em um comunicado.

Axia Energia: conselho aprova 9ª emissão de debêntures 

A Axia Energia (AXIA3) informou nesta segunda-feira, 22, que seu conselho de administração aprovou a captação de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, no montante de R$ 800 milhões, com possibilidade de lote adicional de até 25% do volume da emissão, conforme o resultado do Procedimento de Bookbuilding, podendo o volume total da operação chegar a R$ 1 bilhão, por meio da sua 9ª emissão. A remuneração é limitada à maior taxa entre NTN-B 2035 ou IPCA + 7,66% a.a. O prazo total é de 10 anos, com vencimento em 15.06.2036.

Agenda de proventos desta terça, 23:

Embraer (EMBJ3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,28 por ação ordinária. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027.

Copasa (CSMG3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Copasa, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor por ação é R$ 0,37. O pagamento será em 17 de agosto de 2026.

Cemig (CMIG4)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Cemig, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,22. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Têm direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Lojas Renner (LREN3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Lojas Renner anunciado em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,22 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026.

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Mercados nesta sexta, minério, petróleo, notícia da Sanepar, Aura Minerals, JCP Lojas Renner, Cemig, B3 e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-sexta-minerio-petroleo-noticia-da-sanepar-aura-minerals-jcp-lojas-renner-cemig-b3-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-sexta-minerio-petroleo-noticia-da-sanepar-aura-minerals-jcp-lojas-renner-cemig-b3-e-de-outras-companhias/#respond Fri, 19 Jun 2026 10:55:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=209229 Publicado às 7h55 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54) Hoje, 19 de junho, é feriado nacional […]

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Publicado às 7h55

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54)

Hoje, 19 de junho, é feriado nacional nos Estados Unidos. O país celebra o Juneteenth. Com isso a liquidez poderá ser menor nos mercados. Também é feriado na China.

Alemanha (DAX): +0,13% 

Londres (FTSE 100): -0,18%

Japão (Nikkei 225): +0,52% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): feriado

Hong Kong (Hang Seng): feriado

Petróleo Brent: -0,04% (US$ 79,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,99% (US$ 62.460)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,76% (US$ 4.171)

Minério de ferro em Dalian 

Com o feriado na China não houve negociação na bolsa de Dalian.

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,32% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,42%. Nasdaq futuro caía 0,54%.

Notícias corporativas

Sanepar: conselho elege novo diretor de RI e autoriza projeto no norte do Paraná

A Sanepar (SAPR4, SAPR11) divulgou que seu conselho de administração da aprovou a recondução de Wilson Bley Lipski, para exercer o cargo de diretor presidente; Sergio Wippel, para exercer o cargo de diretor de operações; Fernando Mauro Nascimento Guedes, para exercer o cargo de diretor de meio ambiente e ação social; Marcos Domakoski para exercer o cargo de diretor administrativo; Anatalício Risden Junior, para exercer o cargo de diretor de inovação e novos negócios; Flavio Luis Coutinho Slivinski, para exercer o cargo de diretor jurídico; Leura Lucia Conte de Oliveira, para exercer o cargo de diretora de investimentos; de Robson Augusto Pascoalini, para exercer o cargo de diretor adjunto de governança, riscos e compliance; e de Melissa Ferreira para exercer o cargo de diretora adjunta de comunicação e marketing.

A companhia anunciou ainda a eleição de Ozires Kloster para exercer o cargo de diretor financeiro e de relações com investidores. Os diretores cumprirão mandato unificado até 18 de junho de 2028.

A Sanepar informou também que seu conselho de administração autorizou a execução do projeto do Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (SAINP) sob a modalidade de locação de ativos (built to suit), fundamentada em pareceres econômico-financeiros, regulatório e na certificação emitida pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia – FUNDACE e autorizou, ainda, o Pedido de Licitação nº 34.766/2026, referente à implantação de infraestrutura do SAINP, em regime de locação de ativos, para atendimento dos municípios de Apucarana, Rolândia e Arapongas.

Aura Minerals anuncia recompra de ações e BDRs

A Aura Minerals (B3: AURA33, Nasda: AUGO) informou que seu conselho de administração aprovou programas de recompra pelos quais a companhia está autorizada a recomprar suas ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

No âmbito dos programas de recompra, a Aura está autorizada a recomprar até US$ 200 milhões em ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts em circulação, no mercado aberto, com base nos preços de mercado vigentes, ou em operações negociadas de forma privada, durante o período com início em 18 de junho de 2026 e término na data que ocorrer primeiro entre a conclusão das recompras ou 18 de junho de 2027, a depender das condições de mercado.

O conselho da Aura revisará os programas periodicamente e poderá autorizar ajustes em seus termos e volume, bem como suspendê-los ou encerrá-los.

A Aura pretende utilizar seu caixa existente para financiar as recompras.

“Esta nova iniciativa de recompra reflete a confiança que temos em nosso momentum operacional e na forte geração de caixa proveniente de nossa base de produção em expansão, enquanto nossa estratégia permanece inalterada: continuamos a impulsionar o crescimento sustentável por meio do desenvolvimento de projetos greenfield, extensões de vida útil das minas (LOM), expansão de recursos e reservas e aquisições seletivas — tudo isso enquanto entregamos retornos significativos aos acionistas via dividendos, agora potencializados por este programa de recompra de ações”, afirmou Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da companhia.

B3: conselho aprova pagamento de juros sobre o capital. Veja os detalhes:

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou na quinta-feira, 18, o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor total de R$ 356 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,07109696 por ação, cujo pagamento será em 07/07/2026 pelo valor líquido estimado de R$ 0,05865499 por ação.

O conselho aprovou também juros sobre capital próprio extraordinários referentes aos saldos não utilizados em exercícios anteriores, no valor total de R$ 750 milhões, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,14978292 por ação, cujo pagamento também será em 07/07/2026, pelo valor líquido estimado de R$ 0,12357091 por ação.

As ações da companhia serão negociadas na condição “com” até o dia 24 de junho de 2026 (data de corte), inclusive, e na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 25 de junho de 2026.

Embraer (EMBJ3) anuncia pagamento de R$ 200 milhões em JCP

O conselho de administração da Embraer (EMBJ3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio referentes ao 2º trimestre (JCP). O montante total é de R$ 200 milhões, equivalentes a R$ 0,28096472120 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento dos JCP as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data de 23 de junho de 2026 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data.

As ações de emissão da Embraer e os American Depositary Shares (ADSs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) serão negociadas ex-JCP do 2° trimestre na B3 a partir de 24 de junho de 2026, e na NYSE a partir de 2 de julho de 2026.

O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027, não havendo qualquer tipo de correção ou remuneração adicional em relação ao montante aprovado.

Com relação aos ADSs, o pagamento do JCP será efetuado conforme procedimentos aplicáveis pelo banco depositário JPMorgan Chase.

Copasa anuncia o pagamento de R$ 142,5 milhões em juros sobre o capital

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) informou que seu conselho de administração deliberou a distribuição de proventos referentes ao 2º trimestre de 2026 (2T26). A companhia vai pagar juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 142,5 milhões. O valor por ação é R$ 0,3758735617. Será deduzido o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme legislação em vigor. A data de corte será em 23.06.2026. A partir de 24 de junho as ações serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será em 17 de agosto de 2026.

Cemig anuncia pagamento de R$ 630,5 milhões em juros sobre o capital

A diretoria executiva da Cemig (CMIG4) deliberou pela declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor é de R$ 630.509.000. O valor bruto por ação é de R$ 0,22040514318. A data de corte (data com) será em 23 de junho de 2026. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Tem direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Eternit (ETER3) pagara 50% dos dividendos relativos a 2025 em 22/06

A Eternit (ETER3) divulgou que o pagamento de 50% dos dividendos relativos ao exercício social de 2025, no valor bruto de R$ 0,08535843599 por ação, será realizado em 22 de junho de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 31 de março de 2026.

Lojas Renner (LREN3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da Lojas Renner (LREN3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,229299 por ação. Terão direito acionistas da companhia detentores de ações em 23.06.2026. Dessa forma, a partir de 24.06.2026 (inclusive), as ações da varejista serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026.

JBS (JBSS32) pagará dividendo em 22/06 no valor de R$ 4,27 por BDR

A JBS (JBSS32) divulgou os detalhes do pagamento do dividendo anunciado em 25 de março. Os detentores de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da companhia receberão o pagamento em 22 de junho de 2026.

O dividendo corresponde a US$ 1,00 por ação, sendo que cada BDR da JBS representa uma ação da companhia.

Após a retenção de 15% de imposto na fonte e o desconto de 0,38% de IOF incidente sobre a operação de câmbio realizada pelo depositário, o valor líquido a ser recebido pelos investidores será de R$ 4,27635785 por BDR. Para a conversão dos valores, foi utilizada a taxa de câmbio efetiva de R$ 5,0502 por dólar.

WEG (WEGE3): data de corte para JCP é nesta sexta, 19

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP da WEG anunciado em 16 de junho, é nesta sexta, 19. De 22 de junho de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,08 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%. 

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Publicado às 7h56

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,02% 

Londres (FTSE 100): -1,05%

Japão (Nikkei 225): +1,75% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,43% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,59% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,22% (US$ 78,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,52% (US$ 64.052)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -2,31% (US$ 4.281)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,13% aos 747 iuanes (US$ 110,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h53 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,42% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,83%. Nasdaq futuro subia 1,49%.

Mercado repercute Copom

Analistas e investidores repercutem nesta quinta a decisão do Comitê de Política Monetária de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano. Segundo o Comitê, a magnitude de ajustes da Selic será calibrada com novas informações. 

Notícias corporativas

Cade aprova aquisição do controle da Brava pela Ecopetrol

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição do controle da Brava Energia (BRAV3) pela Ecopetrol. A informação foi divulgada pela Brava no fim da noite de quarta-feira.

Nesta semana a Ecopetrol Investimentos do Brasil recebeu ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por meio do qual a autarquia ratificou seu entendimento acerca da necessidade de realização de ajustes ao edital da Oferta Pública de Aquisição de ações para aquisição de controle da Brava. 

A Ecopetrol manifestou que apresentará recurso ao colegiado da CVM com “a máxima celeridade, bem como que envidará todos os esforços para retomar a Oferta com a maior brevidade possível”, informa o documento. 

Em razão da decisão de apresentar o recurso mencionado, a Oferta estará suspensa até decisão final a ser proferida pelo colegiado da CVM. 

Petrobras recebe pagamento da primeira parcela do Programa de subvenção econômica do diesel 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite de quarta-feira, 17, que recebeu o pagamento da primeira parcela do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 752 milhões, correspondente ao período de 12 a 31 de março de 2026.

Presidente do conselho de administração da Taesa renuncia ao cargo

O presidente e membro efetivo do conselho de administração da Taesa (TAEE4, TAEE11), Reynaldo Passanezi Filho, apresentou renúncia ao seu cargo. A companhia destacou que está seguindo com os trâmites para a respectiva indicação e manterá o mercado informado sobre os seus desdobramentos.

A Taesa agradeceu a Reynaldo pelos anos de dedicação e ressaltou que “sua liderança e contribuições foram fundamentais para o crescimento alcançado” pela companhia.

Ultrapar (UGPA3) poderá recomprar até 18 milhões de ações

O conselho de administração da Ultrapar (UGPA3) aprovou um programa de recompra de ações. O programa está limitado ao máximo de 18 milhões de ações ordinárias e terá a duração de até 12 meses, contados a partir de 18 de junho de 2026. As ações recompradas poderão ser utilizadas no plano de incentivo baseado em ações da companhia, mantidas em tesouraria e/ou posteriormente canceladas ou alienadas.

Valid (VLID3) anuncia recompra de ações 

A Valid Soluções (VLID3) informou que seu conselho de administração aprovou abertura de um novo programa de recompra de ações ordinárias.

Poderão ser adquiridas até 2 milhões de ações ordinárias, correspondentes a aproximadamente 2,51% das ações em circulação. O programa encerra em 17 de dezembro de 2027.

O conselho também deliberou o cancelamento de dois milhões de ações ordinárias adquiridas e equivalentes a 53,62% das ações então mantidas em tesouraria, sem alteração do valor do capital.

TIM (TIMS3) anuncia o pagamento de  R$ 400 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da TIM (TIMS3) aprovou a distribuição de R$ 400 milhões a título de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto por ação é R$ 0,1674573219. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho de 2026, sendo a data de 22 de junho de 2026 como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber tais valores. Desta forma, as ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de JCP.

Porto (PSSA3) anuncia o pagamento de R$ 328,7 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Porto (PSSA3) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026, no montante total bruto de R$ 328.703.200,00. Essa quantia equivalente ao valor líquido de R$ 271.447.218,54. O valor líquido dos JCP corresponde a R$ 0,42347967175 por ação. Tem direito ao recebimento os acionistas inscritos nos registros da companhia no fechamento de 22 de junho de 2026. A partir de 23 de junho de 2026, inclusive, as ações da companhia serão negociadas sem direito aos referidos JCP. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027, em data a ser definida pela administração e aprovada na Assembleia Geral Ordinária da companhia de 2027.

Allos (ALOS3) anuncia o pagamento de R$ 438 milhões em dividendo

A Allos (ALOS3) divulgou que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em dividendo intermediário. O pagamento será em três tranches de R$ 146 milhões cada, correspondentes a 0,291937564 por ação por tranche.

A 1ª tranche tem data de corte em 22/06/2026 e pagamento em 02/07/2026.

A 2ª tranche tem data de corte em 23/07/2026 e pagamento em 04/08/2026.

A 3ª tranche tem data de corte em 21/08/2026 e pagamento em 02/09/2026.

Unipar Carbocloro anuncia recompra de ações 

O conselho de administração da Unipar Carbocloro (UNIP3, UNIP5, UNIP6) aprovou o sexto programa de recompra de ações.

O programa tem por finalidade a aquisição de ações ordinárias e de ações preferenciais classes “A” e “B”, no limite de até 929.873 ações ordinárias, até 129.873 ações preferenciais classe “A” e até 3.627.601 ações preferenciais classe “B”, representativas de, respectivamente, até 2,4%, 5,6% e 5,1% do total de ações ordinárias, de ações preferenciais classe “A” e de ações preferenciais classe “B”, respectivamente.

Segundo a companhia, as ações serão mantidas em tesouraria, canceladas, alienadas ou destinadas ao eventual exercício de opções de compra de ações ou entrega de ações restritas para gerar alinhamento de médio e longo prazo com seus administradores.

O programa encerra em 17 de dezembro de 2027.

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Publicado às 7h51

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)

Alemanha (DAX): +0,64% 

Londres (FTSE 100): +0,60%

Japão (Nikkei 225): +0,21% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,11% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,40% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,60% (US$ 81). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,06% (US$ 66.627)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,37% (US$ 4.367)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,85% aos 762 iuanes (US$ 112,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,09% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,01%. Nasdaq futuro subia 0,20%.

Notícias corporativas

Sanepar pagará em 26 de junho JCP referente a 2025

A Sanepar (SAPR11, SAPR4) informou nesta terça-feira, 16, que, conforme deliberado na 62ª Assembleia Geral Ordinária realizada em 29 de abril de 2026, realizará o pagamento dos juros sobre o capital próprio (JCP) imputados aos dividendos obrigatórios, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Os acionistas terão seus créditos disponíveis no dia 26 de junho de 2026.

Em 18 de junho de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 420,3 milhões, valor que corresponde a R$ 0,26 por ação ordinária, R$ 0,28 por ação preferencial, e a R$ 1,40 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de junho de 2025 (data de corte). Desde 1 de julho de 2025 as ações são negociadas ex-juros.

Em 18 de dezembro de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 164,9 milhões, que corresponde a R$ 0,10 por ação ordinária, R$ 0,11 por ação preferencial, e a R$ 0,55 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026, as ações são negociadas ex-JCP.

Brava Energia: OPA da Ecopetrol está temporariamente suspensa

A Ecopetrol Investimentos do Brasil recebeu ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por meio do qual a autarquia ratificou seu entendimento acerca da necessidade de realização de ajustes ao edital da Oferta Pública de Aquisição de ações para aquisição de controle da Brava Energia (BRAV3). A informação consta em um fato relevante da Brava divulgado no fim da noite de segunda-feira, 15.

A Ecopetrol manifestou que apresentará recurso ao colegiado da CVM com “a máxima celeridade, bem como que envidará todos os esforços para retomar a Oferta com a maior brevidade possível”, informa o documento.

Em razão da decisão de apresentar o recurso mencionado, a Oferta estará suspensa até decisão final a ser proferida pelo Colegiado da CVM.

Copel anuncia venda de participação na DFESA para a Gerdau

A Copel (CPLE3) aceitou a proposta vinculante e celebrou contrato com a Gerdau (GGBR4), tendo por objeto a alienação de sua participação societária na Dona Francisca Energética (DFESA), acionista do consórcio responsável pela operação da UHE Dona Francisca.

A DFESA é uma sociedade anônima de capital fechado dedicada à geração de energia elétrica por meio da operação, mediante cota de 85% no consórcio da concessão da Usina Hidrelétrica Dona Francisca, localizada no rio Jacuí, no estado do Rio Grande do Sul, entre os municípios de Agudo e Nova Palma.

A participação alienada corresponde a 23,03% do capital social da DFESA, considerando um enterprise value de R$ 150 milhões, sendo o valor total pago em uma única parcela, na data de fechamento da operação, condicionado ao cumprimento de condições precedentes usuais para este tipo de operação, incluindo a obtenção das aprovações societárias e regulatórias aplicáveis.

“Este movimento faz parte da estratégia da Copel de continuamente otimizar o seu portfólio, alinhada à estratégia de simplificação da estrutura societária e de concentração do portfólio em ativos de maior porte, nos quais a Copel detenha controle ou influência relevante, e gerar valor aos seus acionistas”, afirmou a companhia.

Já a Gerdau destacou que passará a deter 100% do capital social da DFESA aumentando sua autoprodução de energia em 30,4 MW médios. Como resultado, a Gerdau passará a utilizar a totalidade dos 65,94 MW médios de energia assegurada disponíveis na DFESA para fins de autoprodução.

“A aquisição está alinhada à disciplina de alocação de capital da Gerdau, gerando maior competitividade no custo dos seus negócios, aumentando a autoprodução de energia para mais de 50% do seu consumo, com foco em energia renovável e em linha com o processo de descarbonização já divulgado pela companhia”, afirmou a siderúrgica.

S&P reafirma ratings da Axia; perspectiva permanece ‘estável’

A agência de classificação de risco S&P reafirmou seus ratings de crédito de emissor de longo e curto prazo ‘brAAA/brA-1+’ da Axia (AXIA3), bem como os ratings de emissão ‘brAAA’ da instituição. Além disso, alterou a avaliação de administração e governança da companhia de “negativa” para “neutra”.

Para a agência, a Axia Energia fortaleceu seu perfil de governança e mitigou riscos institucionais ao firmar um acordo com o governo e simplificar sua estrutura societária.

A S&P também reafirmou os ratings de emissão ‘brAAA’ de suas subsidiárias Axia Energia Sul (antiga Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Sul do Brasil – CGT Eletrosul), Axia Energia Norte (antiga Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. – Eletronorte), Axia Energia Nordeste (antiga Companhia Hidroelétrica do São Francisco – Chesf) e da Furnas.

A perspectiva de emissor permanece “estável”, refletindo a expectativa da S&P de que a Axia concluirá seu investimento de R$ 13 bilhões-R$ 14 bilhões neste ano, apesar da volatilidade dos preços de energia. Ao mesmo tempo, a agência espera que a companhia reduza seu índice de dívida líquida sobre Ebitda a um patamar próximo de 4,0x em 2027, ante 4,7x em 2025 e mantenha geração interna de caixa (FFO – funds from operations) sobre dívida entre 15%- 18% nos próximos dois anos.

Compass Gás e Energia (PASS3) pagará em 29 de junho dividendo aprovado em abril

A Compass Gás e Energia (PASS3) pagará em 29 de junho de 2026 o dividendo aprovado pela assembleia geral ordinária realizada em 29 de abril de 2026. O montante é de R$ 405.542.965,07. O valor por ação é R$ 0,56783616562. Terão direito ao recebimento acionistas titulares de ações registrados como tal ao final do dia 4 de maio de 2026. As ações da Compass são consideradas ex-dividendos desde 5 de maio de 2026, inclusive.

Vibra Energia (VBBR3) anuncia pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da Vibra Energia (VBBR3) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 558.180.232,04 correspondendo a R$ 0,46662319252 por ação. A companhia destacou que o valor por ação é estimado e poderá ser modificado em razão da eventual negociação de ações em tesouraria. Terão direito a esses JCP acionistas da Vibra assim registrados no fechamento do pregão da B3 do dia 22 de junho de 2026, considerando os negócios realizados em tal data. A partir de 23 de junho as ações passarão a ser negociadas ex-JCP. O pagamento será efetuado em uma única parcela em 15/10/2027.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia pagamento de R$ 230 milhões em JCP

A Telefônica Brasil (VIVT3) informou que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 230 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 189,7 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,05937840244. A data de corte será ao final do dia 26 de junho de 2026. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.

Itaúsa anuncia pagamento de R$ 1,54 bilhão em juros sobre o capital

A Itaúsa (ITSA3, ITSA4) informou que seu conselho de administração, reunido nesta data, deliberou declarar juros sobre capital próprio no montante bruto de R$ 1,547 bilhão (R$ 0,138 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 1,276 bilhão (R$ 0,11385 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte. Esses juros, relativos ao exercício de 2026, terão como base de cálculo a posição acionária final do dia 18 de junho de 2026 e serão pagos até 31 de agosto de 2026.

Sabesp anuncia nome de executivo para a diretoria de experiência do cliente

A Sabesp (SBSP3) divulgou que Claudio Kawa Hermolin assumiu a liderança da recém-criada diretoria de experiência do cliente. O executivo ocupou posições de liderança em companhias como Equatorial, Even Construtora e PDG, entre outras, acumulando experiência em gestão de operações, governança corporativa e desenvolvimento de projetos de grande porte.

Na Sabesp, exerceu recentemente o cargo de diretor de operações da regional leste e, adicionalmente, atuou como presidente do Sinduscon-Rio.

Débora Pierini Longo deixa o cargo de diretora de operação e manutenção para liderar o projeto de implantação do Centro de Operações Integradas (COI) da companhia.

Roberval Tavares passa a acumular interinamente os cargos de diretor de engenharia e operação.

“As mudanças na estrutura organizacional estão alinhadas ao momento estratégico da Companhia, com foco no aprimoramento contínuo da experiência de seus clientes e na eficiência operacional”, afirmou a Sabesp em um comunicado.

Trisul (TRIS3) elege novo CEO

O conselho de administração da Trisul (TRIS3) aprovou alterações na estrutura de liderança da companhia. Foi nomeado João Eduardo de Azevedo Silva como diretor presidente da Trisul. Além disso, foi eleito Jorge Cury Neto para a presidência do conselho de administração. Também foi eleito Michel Esper Saad Junior para a vice presidência do colegiado.

João Eduardo de Azevedo Silva ingressou na Trisul em abril de 2024, tendo desempenhado papel central na condução operacional e estratégica da companhia. Tem mais de 25 anos de experiência no setor de incorporação residencial e comercial. Antes de ingressar na Trisul, atuou na Gafisa e na Even Construtora, onde exerceu os cargos de diretor executivo de incorporações, vice-presidente de incorporações, Co-CEO e COO.

Jorge Cury Neto exerceu o cargo de diretor-presidente desde a fundação da companhia, em abril de 2007, tendo sido protagonista da estruturação e consolidação da Trisul como uma das principais incorporadoras residenciais do mercado brasileiro, afirmou a construtora em um comunicado. Ao seu lado, desde o primeiro dia, Michel Esper Saad Junior conduziu a presidência do conselho de administração, desempenhando papel central no fortalecimento da governança corporativa e na condução estratégica dos negócios ao longo de quase duas décadas.

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Publicado às 7h47 – atualizado às 9h15

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h46)

Alemanha (DAX): +0,24% 

Londres (FTSE 100): +0,91%

Japão (Nikkei 225): +0,11% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,16% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,65% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,26% (US$ 91,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,9% (US$ 63.015)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,53% (US$ 4.111)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,46% aos 764 iuanes (US$ 112,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,70% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,76%. Nasdaq futuro subia 1,24%.

Notícias corporativas

Lupatech (LUPA3): conselho aprova convocar assembleia para decidir sobre grupamento das ações

O conselho de administração da Lupatech (LUPA3) aprovou a convocação de assembleia geral extraordinária para deliberar sobre o grupamento da totalidade das ações ordinárias de emissão da companhia, na proporção de 10:1, de forma que cada lote de 10 (dez) ações ordinárias seja grupado em uma única ação ordinária, e para atendimento dos artigos 46 a 50 do capítulo 6 do Regulamento de Emissores emitido pela B3. A exigência regulamentar visa conduzir o preço de negociação das ações a patamar superior a R$ 1,00 (um real). A proposta depende da aprovação em assembleia geral extraordinária.

A aprovação do grupamento não resultará na modificação do montante total do capital social ou nos direitos conferidos pelas ações ordinárias de emissão da companhia a seus titulares. Uma vez aprovado o grupamento, será concedido prazo de 30 dias, contados da publicação de aviso aos acionistas, a ser publicado após a realização da referida assembleia, para que os acionistas detentores de ações ordinárias que desejarem possam ajustar suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 (dez) ações, mediante negociação na B3.

Isa Energia anuncia início da operação comercial do bloco 3 do projeto Piraquê 

A Isa Energia (ISAE3, ISAE4) divulgou nesta quinta-feira, 11, que obteve do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Termo de Liberação Definitivo (TLD) para o bloco 3 do projeto Piraquê. Com a liberação concedida pelo ONS, o bloco remanescente iniciou sua operação comercial com 16 meses de antecipação em relação ao prazo limite estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a companhia passou a operar e a ser remunerada integralmente pelo lote 3 vencido no leilão de transmissão 01/2022.

O empreendimento, um dos maiores projetos greenfield no setor de transmissão brasileiro, envolveu a implantação de oito linhas de transmissão (sete de 500 kv e uma de 345 kv), que totalizaram cerca de 1.000 km de extensão nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

O bloco 3 contempla a construção de 2 linhas de transmissão no Espírito Santo e a ampliação das subestações a elas associadas.

A Isa Energia explicou que o empreendimento possui relevante função sistêmica ao reduzir significativamente o risco de sobrecargas no sistema elétrico em cenários de elevadas trocas de energia entre as regiões Nordeste e Sudeste e reforçar a estabilidade da rede de transmissão no Estado do Espírito Santo, ampliando a capacidade de escoamento de energia e reduzindo o risco de falhas operacionais.

Com a energização do bloco 3, a companhia passa a receber a totalidade da Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 343,1 milhões (ciclo tarifário 2025/2026) do projeto que possui margem Ebitda estimada em cerca de 95% e regime de tributação por lucro real.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

O investimento total do projeto é de cerca de R$ 3,85 bilhões e foi integralmente financiado por debêntures verdes de infraestrutura.

Equatorial sobre investimento na Copasa: “passo relevante na consolidação da presença na região Sudeste”

A Copasa (CSMG3) informou na noite de quarta-feira, 10, que a Gerais Saneamento foi escolhida pelo governo de Minas Gerais como investidora de referência da oferta pública secundária de ações. A Gerais Saneamento é a subsidiária criada pela Equatorial para disputar a privatização da Copasa. A Equatorial terá prioridade na aquisição de 114.075.921 ações.

Também na noite de quarta-feira, a Gerais Saneamento anunciou o início da distribuição pública de 7,5 milhões de notas comerciais escriturais, em série única, todas com valor nominal unitário de R$ 1.000,00, perfazendo o montante de até R$ 7,5 bilhões.

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quinta-feira, 11, a Equatorial afirma que, com a realização do investimento na Copasa, “avança em sua estratégia de crescimento com geração de valor e expansão no segmento de saneamento, reforçando seu posicionamento como uma das principais plataformas de utilities do Brasil”.

A Equatorial destacou ainda que a operação está alinhada ao seu “DNA”, refletindo disciplina na alocação de capital, combinada com a busca contínua por oportunidades capazes de capturar eficiência operacional e retornos atrativos.

“Este movimento também representa mais um passo relevante na consolidação da presença da companhia na região Sudeste (Estado de Minas Gerais), ampliando sua diversificação geográfica e fortalecendo sua plataforma de crescimento sustentável no longo prazo”, afirmou a Equatorial.

Rede D’or (RDOR3) anuncia recompra de ações

O conselho de administração da Rede D’or (RDOR3) aprovou o cancelamento de 49 milhões de ações ordinárias mantidas em tesouraria, adquiridas no âmbito dos programas de recompra de ações da companhia, sem alteração do valor do capital social.

O conselho também aprovou um novo programa de recompra de ações. A quantidade de ações a ser adquirida estará limitada a 30 milhões de ações ordinárias, que, em conjunto com as ações já mantidas em tesouraria, correspondem a menos de 10% do total de ações em circulação no mercado em 10 de junho de 2026, após o cancelamento de 49 milhões de ações ordinárias.

A administração limitará o valor total a ser objeto do programa a até R$ 1 bilhão de reais.

O programa encerra em 10 de junho de 2027.

Axia: concluída cessão da totalidade dos créditos que possuía contra a distribuidora Amazonas Energia

A Axia Energia (AXIA3), em conjunto com sua subsidiária integral Axia Energia Norte, informou na quarta-feira, 10, que, após atendidas as condições precedentes acordadas, concluiu a cessão da totalidade dos créditos que possuíam contra a distribuidora Amazonas Energia. Em contrapartida, a Axia Energia e a Axia Energia Norte receberão um total de R$ 554,1 milhões, sujeito a correção até a data do efetivo pagamento, relacionados a quitação dos créditos contra a Amazonas Energia; e uma opção de compra na distribuidora para uma participação minoritária, que poderá ser exercida ou cedida a terceiros.

“A transação conclui a estruturação de alternativa financeiramente benéfica para as partes, acordada em 2024, ao dar suporte à viabilização da atual concessão da Amazonas Energia e possibilitar à Axia Energia a captura do benefício econômico decorrente de uma potencial recuperação operacional e financeira da distribuidora”, afirmou a Axia Energia, destacando que a operação reforça seu compromisso com a disciplina de alocação de capital e com a mitigação de riscos operacionais e financeiros.

Conselho da Engie Brasil aprova oferta de ações que prevê incorporar fatia da Jirau Energia

O conselho de administração da Engie Brasil Energia (EGIE3) aprovou a realização de oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias, a serem emitidas pela companhia. A informação consta em um fato relevante.

A oferta prevê que a Engie Brasil Participações (EBP), controladora da Engie Brasil Energia, poderá integralizar sua parcela na oferta mediante contribuição de bens, por meio da transferência da totalidade de sua participação de 40% na Jirau Energia para a Engie Brasil Energia. Com isso, a companhia passará a deter diretamente essa participação societária na concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau, enquanto a controladora receberá ações de emissão da própria Engie Brasil Energia.

De acordo com o fato relevante, a realização da oferta está condicionada à aprovação, por assembleia geral extraordinária da Engie Brasil Energia, da ratificação da nomeação e contratação da Apsis Consultoria Empresarial para elaboração do laudo de avaliação das ações de emissão da Jirau detidas pela EBP; e do Laudo de Avaliação e da proposta de valor das ações de emissão de Jirau detidas pela EBP, para fins de sua contribuição em integralização de ações no âmbito da oferta.

O laudo de avaliação elaborado pela Apsis atribuiu à fatia da Jirau um valor justo entre R$ 5,39 bilhões e R$ 5,93 bilhões, com valor intermediário de R$ 5,66 bilhões.

Os documentos de convocação da assembleia, a ser realizada em 2 de julho de 2026, serão disponibilizados para consulta nos websites da CVM (www.gov.br/cvm), da B3 (www.b3.com.br) e da Engie Brasil (www.engie.com.br/investidores/).

Comgás (CGAS3; CGAS5) anuncia pagamento de dividendo e JCP

O conselho de administração da Companhia de Gás de São Paulo – Comgás (CGAS3; CGAS5) aprovou a proposta de distribuição de dividendos intermediários totalizando R$ 310 milhões.

O valor de R$ 237.819.053,29 será pago às ações ordinárias, o que corresponde a R$ 2,289743070286 por ação. A quantia de R$ 72.180.946,71 será paga às ações preferenciais, no valor de R$ 2,518717377315 por ação.

Terão direito acionistas constantes da posição acionária da companhia verificada em 15 de junho de 2026, inclusive, sendo que as ações serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 16 de junho. O pagamento ocorrerá em 25 de junho de 2026.

Os conselheiros aprovaram também o pagamento aos acionistas de juros sobre capital próprio (JCP) no montante total de R$ 230 milhões, sendo R$ 176.446.394,38 pagos às ações ordinárias, no valor de R$ 1,69 por ação; e R$ 53.553.605,62 pagos às ações preferenciais, no valor de R$ 1,86 por ação.

O pagamento dos juros sobre capital próprio estará sujeito à incidência de 17,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Esses JCP serão pagos com base na composição acionária de 15 de junho, inclusive, sendo que as ações da companhia serão negociadas “ex” dividendos a partir de 16 de junho. O pagamento dos juros sobre capital próprio também será realizado em 25 de junho de 2026.

Cemig (CMIG4) divulga data de pagamento da 1ª parcela dos proventos referentes ao exercício 2025

A Cemig (CMIG4) divulgou nesta quarta-feira, 10, que efetuará, no próximo dia 30 de junho, o pagamento da primeira parcela dos proventos referentes ao exercício 2025. O valor total soma R$ 0,541139687 por ação. Serão pagos os dividendos aprovados em 30/04/2026 e os JCP aprovados em 18/12/2025; 23/09/2025; 17/06/2025; e 20/03/2025. Acesse aqui a tabela com os detalhes.

Atenção investidor: data de corte para ter direito a dividendo de R$ 2,85 por ação da Log é nesta quinta, 11 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log (LOGG3) é nesta quinta, 11. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O valor total do pagamento soma R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 2,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Banco do Brasil (BBAS3) paga juros sobre o capital nesta quinta, 11

O Banco do Brasil (BBAS3) paga nesta quinta-feira, 11, os JCP anunciados em 13 de maio no valor por ação de R$ 0,08. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP. Também nesta quinta-feira, 11, o Banco do Brasil paga o valor por ação de R$ 0,05  em juros sobre o capital anunciados em 20 de maio. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP.

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Mercados nesta segunda, minério, petróleo, notícia da Cyrela e de várias outras empresas https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-segunda-minerio-petroleo-noticia-da-cyrela-e-de-varias-outras-empresas/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-segunda-minerio-petroleo-noticia-da-cyrela-e-de-varias-outras-empresas/#respond Mon, 08 Jun 2026 10:39:55 +0000 https://financenews.com.br/?p=208640 Publicado às 7h40 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h39) Alemanha (DAX): -0,71%  Londres (FTSE 100): +0,10% […]

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Publicado às 7h40

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h39)

Alemanha (DAX): -0,71% 

Londres (FTSE 100): +0,10%

Japão (Nikkei 225): -3,74% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,70% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,22% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +4,17% (US$ 96,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +4,57% (US$ 63.232)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,38% (US$ 4.348)

Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,78% aos 759 iuanes (US$ 112,18). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h38 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,24%. Nasdaq futuro subia 0,53%.

Notícias corporativas

Cyrela (CYRE3) poderá recomprar até 9,68 milhões de ações

O conselho de administração da Cyrela (CYRE3) aprovou o cancelamento de 3.353.550 ações preferenciais atualmente mantidas em tesouraria; e a criação de novo programa de recompra, tendo por objeto a aquisição de até 9.680.000 ações ordinárias de emissão da companhia e até 4.800.000 ações preferenciais. As informações constam em um fato relevante enviado ao mercado na noite de domingo, 7.

A companhia destacou que o cancelamento de ações aprovado será efetivado sem a redução da cifra do capital social.

O programa de recompra encerra em 8 de dezembro de 2027. Atualmente estão em circulação 273.767.156 ações ordinárias.

A Cyrela destacou que o principal objetivo é permitir a aplicação de recursos disponíveis na aquisição das ações em bolsa, a preços de mercado, visando a fomentar a geração de valor para seus acionistas.

A aquisição das ações no âmbito do programa poderá se destinar à manutenção em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado ou mesmo sua eventual destinação a participantes no âmbito de planos de incentivos baseados em ações da companhia que eventualmente venham a ser aprovados.

Braskem se manifesta sobre matéria de jornal de que ‘deve dar calote em juros de bonds’

A Braskem (BRKM5) se manifestou sobre as informações veiculadas no jornal Valor Econômico  sob o título: “Braskem deve dar calote em juros de bonds”.

Na matéria consta a informação que, avaliando entrar em processo de recuperação extrajudicial, a Braskem não deve quitar a dívida de US$ 150 milhões referente ao pagamento de juros de títulos emitidos no exterior que vence em julho e nem os vencimentos de agosto. Diante dos vencimentos relevantes que a empresa terá a partir de julho, com o pagamento de juros dos bonds de 2028, 2030, 2031, 2041 e 2050 já no mês que vem, a companhia tenta uma negociação para obter o apoio de um terço dos credores para conseguir protocolar o processo extrajudicial antes disso, reporta o Valor. Se não tiver esse apoio, uma recuperação judicial não está descartada, disseram as fontes do jornal.

A Braskem esclareceu que em 26 de setembro de 2025 contratou assessores financeiros e jurídicos especializados para auxiliar na elaboração de um diagnóstico abrangente de alternativas econômico financeiras para otimização da sua estrutura de capital.

Segundo a companhia, as análises decorrentes do referido diagnóstico ainda estão em curso, sendo que a companhia e seus assessores vêm avançando de forma estruturada nas tratativas junto aos assessores dos credores.

“No curso dos referidos trabalhos, a companhia e seus assessores consideram diferentes alternativas, incluindo eventuais medidas de reprogramação de suas obrigações financeiras e proteção contra credores”, afirmou a Braskem, destacando que até 5 de junho não havia qualquer decisão formal acerca da alternativa (ou conjunto de alternativas) a ser(em) implementadas.

Morgan Stanley redução participação na Totvs

O Morgan Stanley reduziu participação na Totvs (TOTS3) conforme informado pela companhia brasileira na noite de sexta-feira, 5. O Morgan Stanley, de forma agregada e por meio de suas subsidiárias, atingiu posição / exposição equivalente a 2.6% do número total de ações ordinárias da Totvs. O Morgan Stanley informou que a alienação da participação acionária não visa alterar o controle acionário ou a estrutura administrativa da companhia.

Raízen (RAIZ4) protocola plano de recuperação extrajudicial junto à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de SP

A Raízen (RAIZ4) protocolou seu Plano de Recuperação Extrajudicial junto à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A informação consta em fato relevante arquivado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na madrugada de sábado, 6.

No documento a Raízen informa que o Plano conta com a adesão relevante de todos os grupos de credores (detentores de títulos internacionais, títulos locais e bancos) totalizando um apoio de 75,45% dos créditos financeiros e quirografários abrangidos pela Recuperação Extrajudicial e pelo Plano, cujo valor total é de R$ 64,7 bilhões, excluídos os créditos intercompany.

Ainda segundo a companhia, o Plano estabelece os meios e opções de pagamento dos Créditos Reestruturados, a serem escolhidas pelo respectivo credor, incluindo a substituição dos Créditos Reestruturados por novos instrumentos de dívida e a conversão de parcela dos referidos créditos em participação acionária na companhia.

Dentre as principais medidas contempladas no Plano, destacam-se:

(i) o aumento de capital no montante de R$ 3,5 bilhões pela Shell, a ser integralizado em dinheiro na data de fechamento e, caso venha a aderir, de R$ 500 milhões pela Aguassanta Participações, da família de Rubens Ometto Silveira Mello, acionista controlador da Cosan, ambos recebendo ações ordinárias;

(ii) a conversão de 45% dos Créditos Reestruturados em participação acionária, por meio de Units que serão compostas por uma ação ordinária e uma ação preferencial de emissão da Raízen, ao preço de emissão de R$ 0,50 por Unit, o que implica um valor de referência de R$ 0,25 por ação; (iii) a substituição, refinanciamento ou aditamento dos 55% remanescentes dos Créditos Reestruturados por novos títulos de dívida (Novas Notas RSA e Novas Notas RESA); e

(iv) a implementação de medidas estruturais adicionais, incluindo segregação de ativos, avanço na agenda de desinvestimentos e reorganizações societárias.

O Plano contempla, ainda, uma opção de pagamento com deságio significativo sobre o valor dos Créditos Reestruturados, bem como uma opção com mecanismo de pagamento antecipado em dinheiro e com desconto para credores com créditos de menor valor, sujeito ao limite global agregado previsto no Plano, de aproximadamente R$ 150 milhões.

“O Plano representa uma solução abrangente para a reestruturação do endividamento financeiro do Grupo Raízen, tendo como objetivo equacionar as necessidades de liquidez de curto e médio prazo e estabelecer uma estrutura de capital sustentável no longo prazo”, afirma a companhia no fato relevante, destacando que, com a sua implementação, espera reduzir significativamente sua alavancagem, preservar a continuidade operacional e assegurar tratamento equitativo aos credores.

A Raízen ressalta também que o Plano deverá gerar liquidez relevante e reduzir os desembolsos nos próximos anos, aliviando o fluxo de caixa e posicionando a companhia para retomada de sua trajetória de geração de valor.

O Plano seguirá para oportuna homologação pelo Juízo da Recuperação Extrajudicial, observado o período de 30 dias para eventuais objeções dos credores, de forma a vincular a companhia, seus credores (apoiadores, ausentes ou dissidentes) e respectivos Créditos Reestruturados aos termos, condições e opções de pagamento estabelecidos pelo Plano.

A Raízen reafirmou que a Recuperação Extrajudicial possui escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange as obrigações do Grupo Raízen com seus clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de negócios, as quais permanecem vigentes e continuarão sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos.

Banco Inter obtém licença para lançar sua filial nos EUA

A Inter & Co (B3: INBR32; Nasdaq: INTR) divulgou que o Banco Inter recebeu a licença do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para lançar e operar sua filial na Flórida, Estados Unidos (US Branch).

Em janeiro de 2026 a companhia informou que o Banco Inter havia recebido as aprovações do Federal Reserve e do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para estabelecer a US Branch. Com a obtenção da licença emitida pelo OFR, o Banco Inter está autorizado a iniciar as operações da filial.

A US Branch vai emitir diretamente seus próprios cartões de débito e crédito e oferecer produtos bancários e de crédito regulamentados sem depender de bancos parceiros terceirizados.

“A companhia pretende migrar seus atuais 5,5 milhões de clientes de conta global para esta nova estrutura, um movimento estratégico projetado para otimizar o mix de captação (funding), reduzir custos operacionais e apoiar sua próxima fase de crescimento internacional”, afirmou a Inter & Co em um comunicado.

Azevedo & Travassos (AZEV4) vende participação de 10% na Rota Verde Goiás

A Azevedo & Travassos (AZEV4) informou que, por meio da Azevedo & Travassos Investimentos (AT Investimentos), negociou a alienação de 10% das ações da sua subsidiária Rota Verde Goiás (RVG) com a Jive Investimentos pelo valor de R$ 34 milhões de reais.

“A operação reforça a estratégia de atuação da AT Investimentos como plataforma de investimentos em infraestrutura, baseada na originação, desenvolvimento e desinvestimento disciplinado de ativos”, afirmou a companhia em um fato relevante.

Os recursos provenientes da operação serão direcionados conforme as diretrizes de alocação de capital da companhia, incluindo o suporte a novos investimentos e o cumprimento de compromissos estratégicos já assumidos.

A companhia ressaltou que a AT Investimentos permanece ativa na gestão de seu portfólio, avaliando continuamente oportunidades de investimento e desinvestimento, em linha com sua estratégia de otimização de capital e geração de valor no longo prazo.

União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial  publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Consultada pela reportagem da Agência Brasil, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Suzb3, Klbn11, Csna3 e de outros ativos. Acesse o vídeo aqui.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Terça, 9

Gerdau (GGBR4) 

A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação na terça-feira, 9. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.

Camil (CAML3) 

A Camil paga na terça-feira, 9, a segunda parcela de dividendo anunciado em dezembro de 2025. O valor da parcela é de R$ 0,07 por ação. A data-base foi 29 de maio de 2026.

JHSF (JHSF3) 

A JHSF paga na terça-feira, 9, dividendo mensal no valor de R$ 0,06. A data-base foi em 28 de maio.

Quarta, 10

Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 

A Metalúrgica Gerdau paga dividendo no valor de R$ 0,08 por ação na quarta-feira, 10. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.

Grendene (GRND3) 

A Grendene para na quarta-feira, 10, dividendo no valor de R$ 0,22 aprovado em 02/12/2025. Também paga dividendo no valor de R$ 0,02 aprovado em 7 de maio de 2026. A companhia paga ainda o valor bruto de R$ 0,03 na forma de JCP aprovado em 7 de maio de 2026.

Alupar (ALUP11) 

A Alupar paga na quarta-feira, 10, o dividendo aprovado na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 16 de abril de 2026. O montante é de R$ 9,88 milhões e corresponde a R$ 0,01 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,01 por ação preferencial (ALUP4); e a R$ 0,03 por unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 16 de abril de 2026. Desde 17 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos.

Quinta, 11

Banco do Brasil (BBAS3) 

O Banco do Brasil paga na quinta-feira, 11, os JCP anunciados em 13 de maio no valor por ação de R$ 0,08. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP. Também na quarta-feira, 11, o Banco do Brasil paga o valor por ação de R$ 0,05  em juros sobre o capital anunciados em 20 de maio. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP.

Log (LOGG3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é na quinta, 11. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O valor total do pagamento soma R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 2,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Sexta, 12

Ferbasa (FESA4) 

A Ferbasa paga na sexta, 12, a segunda parte dos JCP anunciados em 29 de outubro/25. O valor líquido é de R$ 0,32 para cada ação ordinária e de R$ 0,36 para cada ação preferencial. A data de corte foi em 05/11/2025. As ações da companhia são negociadas “ex-direitos” aos JCP no dia 06/11/2025 em diante.

Ecorodovias (ECOR3) 

A Ecorodovias paga a partir de sexta-feira, 12, dividendo referente ao exercício social de 2025, no montante de R$ 210,3 milhões, correspondentes a R$ 0,30 por ação ordinária. Tem direito acionistas detentores de ações ao final do dia 12 de maio de 2026, sendo que, a partir de 13 de maio de 2026, as ações são negociadas “ex-dividendos”.

Mitre (MTRE3) 

A Mitre paga na sexta-feira, 12, a segunda parcela do dividendo anunciado em 12 de maio no valor de R$ 0,04 por ação. Essa segunda parcela teve data de corte em 01/06/2026.

Even (EVEN3) 

A Even paga na sexta, 12, dividendos intercalares no valor de R$ 0,15 por ação. As ações da companhia são negociadas ex-dividendo desde 2 de junho.

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Mercados nesta terça, minério, petróleo, dividendo da Log, notícia da Minerva, MRV, Simpar e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-terca-minerio-petroleo-dividendo-da-log-noticia-da-minerva-mrv-simpar-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-terca-minerio-petroleo-dividendo-da-log-noticia-da-minerva-mrv-simpar-e-de-outras-companhias/#respond Tue, 02 Jun 2026 10:37:00 +0000 https://financenews.com.br/?p=208447   Publicado às 7h36 – atualizado às 9h18 com notícia da Petrobras Bolsas, petróleo e […]

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Publicado às 7h36 – atualizado às 9h18 com notícia da Petrobras

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h35)

Alemanha (DAX): +1,04% 

Londres (FTSE 100): +0,37%

Japão (Nikkei 225): -0,49% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,43% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +2,52% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,04% (US$ 93,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,86% (US$ 69.685)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,14% (US$ 4.557)

Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,77% aos 786,5 iuanes (US$ 116,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h33 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,14%. Nasdaq futuro caía 0,02%.

Notícias corporativas

Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta terça-feira, 2, que seu conselho de administração aprovou na segunda-feira, 1°, a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.363, de 30 de maio de 2026, com o objetivo de estabilizar preço e oferta, de modo a garantir o abastecimento nacional do combustível, em decorrência do choque de oferta derivado do conflito no Oriente Médio.

A petroleira estatal afirmou em um fato relevante enviado ao mercado que, diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende que essa adesão é compatível com o interesse da companhia.

“Cumpre informar também que, nos termos da referida MP, a adesão a esta nova subvenção exige a interrupção, das habilitações às subvenções econômicas ao óleo diesel rodoviário instituídas pelas Medidas Provisórias nº 1.340/2026 e nº 1.349/2026. A adesão, no entanto, não afasta o direito ao recebimento das subvenções econômicas já devidas ao produtor ou ao importador, nos termos do disposto na MP nº 1.340/2026 ou na MP nº 1.349/2026”, explicou a Petrobras no fato relevante.

A companhia ressaltou também que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“A adesão, portanto, preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, afirmou a Petrobras.

Log (LOGG3) anuncia pagamento de R$ 250 milhões em dividendo

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou na segunda-feira, 1º de junho, o pagamento de R$ 250 milhões em dividendos intermediários. Esse valor corresponde ao total de R$ 2,85 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 11 de junho de 2026.  As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O pagamento desses dividendos será realizado em 1º de julho de 2026.

Minerva (BEE3) diz que não há definição sobre fechamento de capital

A Minerva (BEEF3) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre informações veiculadas na imprensa com relação a uma eventual oferta pública de aquisição de ações (OPA) para fechamento de capital da companhia.

A Minerva esclareceu que “não houve e não há, neste momento, qualquer definição ou deliberação societária, seja pela companhia, seja pelos seus acionistas controladores, acerca de possível operação que poderia contemplar o fechamento de capital da companhia, e, por conseguinte, sobre sua estrutura, prazos ou quaisquer termos e condições relacionados à sua eventual realização”.

A companhia afirmou ainda que, no curso normal de seu planejamento e gestão de capital, avalia continuamente alternativas estratégicas voltadas à otimização de sua estrutura societária e de capital, à geração de valor para seus acionistas e ao melhor posicionamento nos mercados em que atua.

MRV divulga a prévia operacional de maio

A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) divulgou dados preliminares e não auditados de unidades repassadas e produzidas de maio de 2026.

A companhia produziu 3.665 unidades no mês de maio, considerando a atividade da MRV Incorporação, alta de 12,8% em relação à média mensal do primeiro trimestre e acima das 3.563 unidades produzidas em abril.

Fitch afirma ratings da Simpar; perspectiva ‘estável’ 

A agência de classificação de risco Fitch afirmou Ratings de Inadimplência do Emissor de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA(bra)’ da Simpar (SIMH3) nesta segunda-feira, 1º.

Além disso, a agência afirmou o rating ‘BB-’ das emissões de notas seniores sem garantias reais e dos veículos financeiros da Simpar.

A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”.

Segundo a agência, os ratings da Simpar refletem sua elevada escala, seu robusto perfil de negócios e sua forte posição competitiva no setor de locação de veículos e logística do Brasil. O grupo se beneficia de uma carteira de serviços diversificada e de contratos de longo prazo que sustentam uma parcela significativa das receitas, refletindo um desempenho operacional sólido e resiliente, afirma a Fitch.

Seus analistas destacam que a alavancagem consolidada da Simpar continua excedendo os limites da categoria de rating ‘BB’, e as classificações incorporam a expectativa da Fitch de que o crescimento do Ebitda e o menor volume de investimentos levarão à redução gradual da alavancagem, o que será fundamental para mitigar o alto consumo de caixa resultante das taxas de juros ainda elevadas no Brasil.

A Simpar possui liquidez adequada e forte flexibilidade financeira, sustentadas por ativos desonerados, embora o perfil de vencimento de sua dívida consolidada permaneça concentrado. A margem para elevação do rating (rating headroom) da Simpar é baixa, e o fluxo de caixa mais fraco do que o esperado, investimentos superiores aos previstos e/ou crescimento inorgânico poderão pressionar as classificações, explica a agência.

Tecnisa (TCSA3) conclui venda de participação na Windsor para o BTG

A Tecnisa (TCSA3) informou que foi consumada a venda de quotas de titularidade da companhia, correspondentes à participação de 26,09% do capital social da Windsor Investimentos Imobiliários, para o BTGI Quartzo Participações, empresa pertencente ao Grupo BTG Pactual.

A companhia explicou que, após a concretização da operação, passou a ser titular de quotas representativas de 26,41% do capital social da Windsor, sociedade que desenvolve o empreendimento imobiliário Jardim das Perdizes.

“A operação representa um movimento estratégico para a redução da alavancagem financeira da companhia, particularmente em um cenário econômico desafiador”, afirmou a Tecnisa.

Hospital Mater Dei (MATD3) anuncia novo programa de recompra de ações

O conselho de administração do Hospital Mater Dei (MATD3) aprovou o quarto programa de recompra de ações de emissão da companhia.

A quantidade de ações a ser adquirida no programa estará limitada a 9.307.045 ações ordinárias, que representam 2,79% das ações totais emitidas pela companhia e 16,11% das ações em circulação no mercado.

O programa será encerrado em 1º de dezembro de 2027.

Aura Minerals (AURA33) pagará dividendo aos detentores de BDR em 5 de junho

A Aura Minerals (AURA33) confirmou na véspera que pagará no próximo dia 5 de junho aos detentores de certificados de Depósito de Ações Patrocinados Nível III (BDR) o dividendo anunciado em 6 de maio de 2026. O valor é de US$ 0,26 por BDR. A Aura informou que o câmbio efetivo para conversão de dólar americano a reais brasileiros é R$ 5,0188 por USD. O IOF aplicado é 0,38%. O dividendo a pagar aos detentores de BDRs da mineradora será no valor de R$ 1,299929426 por BDR.

Paga provento nesta terça, 2: Allos (ALOS3)

A Allos paga nesta terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.

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Publicado às 7h46 – atualizado às 8h23 com notícia do IRB

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45)

Alemanha (DAX): +0,33% 

Londres (FTSE 100): -0,14%

Japão (Nikkei 225): +0,90% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,27% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +3,19% (US$ 94,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -1,47% (US$ 72.780)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,24% (US$ 4.535)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,19% aos 781 iuanes (US$ 115,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h43 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,27%. Nasdaq futuro subia 0,31%.

Notícias corporativas

IRB anuncia conclusão das obrigações com o DoJ nos EUA

O IRB (IRBR3) anunciou nesta segunda-feira, 1°, a conclusão das obrigações com o Department of Justice (DoJ) nos Estados Unidos. 

A atual administração do IRB-Brasil Resseguros (IRBR3), ao assumir a gestão da companhia, deu início a reestruturação financeira e organizacional. Nesse contexto, em abril de 2023, o IRB  firmou com a autoridade americana Department of Justice um acordo denominado Non Prosecution Agreement (NPA), tendo por objeto principal as informações inverídicas sobre a base acionária da companhia, propagadas, em território americano, entre fevereiro e março de 2020. Nos termos pactuados no NPA, o IRB disponibilizou o montante de US$ 5 milhões a título de compensação e se comprometeu a cooperar com as autoridades americanas para aprimorar suas práticas de controles internos, governança e conformidade, pelo período de até 3 anos. 

“Durante esse período acima, o IRB cumpriu integralmente com todas as obrigações assumidas no NPA – incluindo a execução de programa de aprimoramento de práticas de controles internos, governança e conformidade –, bem como cooperou de forma diligente e contínua com as autoridades americanas, tendo realizado todos os acompanhamentos e reportes periódicos previstos no acordo”, afirmou a resseguradora em um comunicado, destacando que, com o término da vigência do acordo, o IRB considera encerradas as suas obrigações assumidas no NPA perante as autoridades americanas.  

Paulo Kakinoff renuncia ao cargo de conselheiro da MRV 

A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) informou nesta segunda-feira, 1°, que Paulo Sergio Kakinoff renunciou ao cargo de conselheiro de administração, para o qual havia sido eleito na assembleia geral ordinária, realizada em 28 de abril de 2025, e cujo mandato teria prazo de dois anos.

Paulo é o diretor presidente da Porto (PSSA3).

Petrobras implementa desconto no diesel a partir de segunda-feira

A Petrobras (PETR3, PETR4) informa neste domingo, 31, que implementará a partir desta segunda-feira, 1º de junho, um desconto de R$ 0,3515 por litro nos seus preços de venda de óleo diesel A, de uso rodoviário, no âmbito da subvenção econômica instituída pelo governo federal nos termos da Medida Provisória nº 1.358, de 13 de maio de 2026, do Decreto nº 12.984 e da Portaria MF nº 1.584, de 29 de maio de 2026, equivalente ao valor fixado pelo Ministério da Fazenda.

Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro. Este valor é 37,4% menor do que o preço praticado em 31 de dezembro de 2022, considerando a inflação no período.

Para o consumidor final, o desconto em valor equivalente ao da subvenção econômica concedida através da referida MP, neutralizará a reoneração de PIS e Cofins que também ocorrerá a partir de 1º de junho.

Cosan nega venda de participação de controle na Rumo

A Cosan (CSAN3) se manifestou no domingo, 31, sobre a informação publicada no blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo. O blog reportou que a Cosan colocou a Rumo (RAIL3) à venda. Ainda de acordo com o colunista, estariam competindo pela operadora ferroviária a Ultra, Grupo México, Inpasa, Bunge, Opportunity, GIC, Voto, Itaúsa, Suzano/Feffer.

Em nota, a Cosan afirmou que “não há, neste momento, qualquer decisão sobre a venda do controle das companhias do grupo”.

Ainda segundo a nota, a “Cosan segue empenhada em sua estratégia de desalavancagem e simplificação do portfólio, e eventuais vendas de ativos estão sob constante avaliação. No entanto, a companhia reforça que neste momento as discussões estão em torno de venda de participações sem transferência de controle”.

Sabesp passa a deter 100% do capital social da Águas de Castilho  

A Sabesp (SBSP3) informou no sábado, 30, que foram cumpridas todas as condições precedentes previstas no contrato para a aquisição da participação detida pela Iguá na Águas de Castilho, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em decorrência da conclusão da operação, a Sabesp Participações passa a deter 100% do capital social da Castilho.

Para essa aquisição, o preço de aquisição pago pela Sabesp à Iguá foi de R$ 30,7 milhões.

A Castilho atua na prestação de serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no munícipio de Castilho, no estado de São Paulo, por meio de contrato de concessão em estágio maduro com prazo de duração até 2041 e serviços já universalizados, atendendo uma população de aproximadamente 21 mil habitantes.

A receita operacional líquida da Castilho no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 foi de R$ 10.254 mil.

Em relação à aquisição de participação societária detida pela Iguá na Andradina, a Sabesp informou que o Cade aprovou a operação, a qual permanece sujeita ao cumprimento das demais condições precedentes previstas no contrato.

JHSF Participações (JHSF3) inaugura shopping CJ Boa Vista Village

A JHSF Participações (JHSF3) anunciou a inauguração do shopping CJ Boa Vista Village, novo centro comercial dentro do Boa Vista Village, no Complexo Boa Vista, a cerca de 1 hora da cidade de São Paulo.

O novo shopping consolida uma importante etapa do Boa Vista Village, projeto que já reúne residências, Surf Club, Golf Club, Racquet Club, Spa, Boa Vista Surf Lodge hotel e restaurante operados pelo Fasano, centro equestre, Colégio Visconde de Porto Seguro e Clínica Einstein, destaca a JHSF em um comunicado.

Com cerca de 15 mil m² de área bruta locável (ABL) e aproximadamente 100 operações, o shopping traz marcas inéditas, gastronomia, lazer, serviços, incluindo marcas nacionais e internacionais renomadas.

Entre as marcas internacionais presentes estão Louis Vuitton, que abre pela primeira vez uma loja dedicada à sua coleção resort, Chloé, Pucci, Celine, Dolce & Gabbana, Rolex, Brunello Cucinelli, Aquazzura, Gianvito Rossi e grifes com a curadoria da CJ Mares, como Zimmermann, Stella McCartney, La Double J e Etro. Além disso, a inauguração marca a estreia na América Latina da grife californiana de moda e lifestyle James Perse e do ícone do esqui alpino francês Fusalp. Em gastronomia, os destaques são o Carbone, Forneria Bernacca, Geiko San e o Pobre Juan.

Log (LOGG3) aprova novo programa de recompra de ações

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou um novo programa de recompra de ações  para permanência em tesouraria, cancelamento e/ou alienação, bem como para serem utilizadas no âmbito dos planos de outorga de opções de compra de ações. A informação foi divulgada na noite de sexta-feira, 29. O prazo máximo para realização do programa é de até 18 meses. Poderão ser adquiridas até 5.058.069 ações ordinárias de emissão da companhia.

Por que a ação da Usiminas não para de subir? Analista explica

A ação da Usiminas (USIM5) fechou em alta de 4,04% na sexta-feira, 29, a R$ 11,08. Dessa forma acumula alta de 85% no ano e de 111% nos últimos 12 meses. Em relatório, a Genial Investimentos destaca que diferentemente de outros ralis do setor, essa valorização não se apoia em apenas um fator isolado, mas na convergência simultânea de múltiplos catalisadores que raramente se alinham desta forma.

O analista Luca Vello ressalta que o mais estrutural deles é o antidumping. O governo federal vem implementando, de forma sequencial, um conjunto de medidas de defesa comercial que está gradualmente transformando a dinâmica competitiva do aço plano no Brasil, comenta Luca.

Segundo o analista, com 75% do portfólio da companhia já protegido ou sob investigação, a Usiminas é a principal beneficiária desse processo.

Luca salienta ainda que o capítulo mais importante ainda está por vir com a decisão sobre o HRC (hot-rolled coil), esperada para o segundo semestre deste ano, segue praticamente ausente do consenso e pode elevar o Ebitda de 2027.

Na avaliação do analista, além dos fundamentos, dois catalisadores seguem pouco precificados pelo mercado. O primeiro é a tese tributária do JCP retroativo, cujo benefício potencial — conforme divulgado pela própria companhia em fato relevante — é de R$ 1,7 bilhão a 3,6 bilhões, equivalente a 16% – 34% do market cap atual.

O segundo é o portfólio de R$ 3,5 bilhões em Capex de eficiência, com projetos escalonados de 2026/29.

Luca Vello observa, no entanto, que há razões para cautela no curto prazo. O segundo trimestre (2T26) pode ser mais difícil se comparado à presunção de estabilidade indicada pelo management no resultado do 1T26. Além disso, ele cita o indicador técnico IFR (Índice de Força Relativa) em 80 pontos indica “sobrecompra” técnica após a forte valorização recente.

O IFR varia de 0 a 100 e ajuda a identificar se um ativo está sobrecomprado, sobrevendido ou se há divergências que sinalizam reversões de tendência.

“Dessa forma, embora mais construtivos na tese, reconhecemos que o próximo trimestre funcionará como um teste importante para um possível re-rating da companhia”, afirma Luca.

Por enquanto, a Genial Investimentos tem a recomendação de “manter” para o ativo.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Usim5, Ggbr4, Goau4, Brbi11, Cple3, Prio3 e de Roxo34. Acesse aqui o vídeo.

Calendário de dividendo de junho

Acesse aqui o calendário de dividendo do mês de junho.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 1°

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 1°, juros sobre o capital mensal no valor líquidos de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 30 de abril.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta segunda-feira, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial. A data-base foi em 4 de maio.

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 1°, JCP no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi em 4 de maio.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A data de corte para ter direito aos JCP da Petrobras, anunciados em 11 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,70 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo que a primeira parcela, no valor de R$ 0,35 por ação ordinária e preferencial será paga em 20 de agosto de 2026. A segunda parcela, no valor de R$ 0,35048636 por ação ordinária e preferencial, será paga em 21 de setembro de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte para ter direito a segunda parcela dos JCP da Mitre, anunciados em 12 de maio, é nesta segunda-feira, 1° de junho. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor dessa segunda parcela é R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento será em 12/06/2026.

Banco do Brasil (BBAS3) 

A data de corte para ter direito aos JCP do Banco do Brasil anunciados em 13 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação de R$ 0,08 será pago em 11 de junho. Também nesta segunda-feira, 1°, é a data de corte dos JCP anunciados em 20 de maio. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação de R$ 0,05 também será pago em 11 de junho.

Even (EVEN3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Even anunciado em 14 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor de R$ 0,15 por ação será pago em 12 de junho de 2026.

Terça, 2

Allos (ALOS3)

A Allos paga na terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.

Quarta, 3

Smartfit (SMFT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Smartfit, anunciado em 28 de maio, é na quarta, 3. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto é de R$ 0,06 por ação. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Simpar (SIMH3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Simpar, declarado em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026, é na quarta, 3. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,17 por ação. O pagamento será em 15 de junho.

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Publicado às 7h48

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h46)

Alemanha (DAX): +0,13% 

Londres (FTSE 100): +0,27%

Japão (Nikkei 225): +2,53% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,73% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,70% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,25% (US$ 92,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,06% (US$ 73.815)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,78% (US$ 4.567)

Minério de ferro em Dalian (7h40 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,45% aos 783,5 iuanes (US$ 115,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,14% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,09%. Nasdaq futuro subia 0,08%.

Notícias corporativas

Itaú anuncia o pagamento de R$ 3,99 bilhões em juros sobre o capital

O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou na quinta-feira, 28, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 3,99 bilhões, relativos ao exercício de 2026. O valor bruto por ação é de R$ 0,36188. O valor líquido por ação é de R$ 0,298551. Terão direito ao recebimento da remuneração acionistas detentores de posição acionária registrada em 18.06.2026, com suas ações negociadas “ex-direito” a partir do dia 19.06.2026. O pagamento será realizado até 31 de agosto de 2026.

Smartfit (SMFT3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). A informação foi divulgada na noite de quinta-feira, 28. O montante total bruto é de R$ 40 milhões, correspondente a R$ 0,06516384886 por ação, sujeito à retenção de Imposto de Renda Retido na Fonte. A data base para o direito ao recebimento do JCP será 3 de junho de 2026. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Ferbasa (FESA4): conselho autoriza renovação do programa de recompra de ações

O conselho de administração da Ferbasa (FESA4) autorizou a renovação do programa de recompra de ações para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento, alienação ou plano de remuneração.

A renovação mantém o limite de aquisição em 3,2 milhões de ações preferenciais como limite para aquisição. Desde 1º de junho de 2025, data de início deste programa, até esta quinta-feira, 28, foram adquiridas 1.519.200 ações preferenciais FESA4.

O programa encerrará em 28 de maio de 2027.

Rumo (RAIL3) vai inaugurar trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso em 19 de junho

A Rumo (RAIL3) anunciou que a inauguração do novo terminal da BR-070 e do trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso será no dia 19 de junho de 2026.

A Ferrovia do Mato Grosso é o principal projeto de investimento da Rumo e a maior obra ferroviária em execução no Brasil. A conclusão da primeira fase do projeto, com o início de comissionamento operacional dos novos ativos, representa um marco na história da companhia. Com capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, a Ferrovia do Mato Grosso reforça o posicionamento da Rumo no Estado, ampliando a eficiência logística e contribuindo para o fortalecimento do principal corredor de exportação do agronegócio brasileiro.

Santander Brasil (SANB11) vai incorporar a Esfera

O Santander Brasil (SANB11) vai incorporar a Esfera. O banco é o controlador direto de 100% do capital social da Esfera, que tem como atividade principal o desenvolvimento e gerenciamento de programa de fidelização de clientes.

“Como parte do processo de reestruturação e simplificação societária de certas empresas integrantes do conglomerado econômico-financeiro do Santander Brasil, é objetivo das administrações das partes unificar certas operações realizadas pela Esfera em um único veículo societário, com o consequente fortalecimento das estruturas operacional, organizacional e administrativa”, destacou o Santander em um comunicado.

A incorporação não resultará em aumento de capital do Santander Brasil, tendo em vista que a Esfera é sua subsidiária integral, havendo a substituição do investimento na Esfera pelos seus ativos e passivos incorporados pelo Santander Brasil e não haverá qualquer alteração na composição do capital social do banco ou emissão de novas ações, explicou a instituição financeira.

Simpar (SIMH3) pagará em 15 de junho dividendo aprovado em abril

A Simpar (SIMH3) anunciou que pagará em 15 de junho os dividendos declarados em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,171303483 por ação. Terão direito os detentores de ações de emissão da companhia em 3 de junho de 2026. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive.

Brava (BRAV3): debenturistas da 4ª quarta emissão aprovam consentimento prévio para  aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol

Os titulares de debêntures da 4ª quarta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 2 séries, da Enauta Participações, sucedida pela Brava Energia (BRAV3), aprovaram em assembleia geral de debenturistas, o consentimento prévio para a aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição de Ações para Aquisição de Controle da Brava lançada em 25 de maio de 2026, de forma a não caracterizar hipótese de vencimento antecipado não automático das debêntures, desde que observadas as condições e contrapartidas estabelecidas na deliberação da Assembleia Geral de Debenturistas, sujeitas à consumação da aquisição de controle. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 28.

A Brava informou ainda que permanece pendente a obtenção da anuência prévia com relação ao vencimento antecipado das seguintes emissões de debêntures, cujas assembleias gerais de debenturistas não foram instaladas em razão do não atingimento do quórum de instalação: da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em Série Única, para distribuição pública, da 3R Petroleum Óleo e Gás (3ª emissão 3R); e da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 3 séries, com garantia fidejussória, para distribuição pública, em rito de registro automático, da Enauta Participações, sucedida pela Brava Energia.

O pedido de anuência prévia será submetido à apreciação dos titulares em assembleia geral de debenturistas a ser convocada.

Infracommerce (IFCM3): acionistas aprovam redução de capital e grupamento das ações

Em assembleia geral extraordinária realizada na véspera acionistas da Infracommerce CxaaS (IFCM3) aprovaram a redução de capital e o grupamento de ações.

A redução do capital social da companhia é no montante total de R$ 667,6 milhões, exclusivamente para absorção da totalidade dos prejuízos acumulados. A redução foi realizada sem cancelamento de ações e sem restituição de valores aos acionistas.

Já o grupamento é da totalidade das ações ordinárias na proporção de 5 (cinco) ações para 1 (uma) ação da mesma espécie, sem alteração do valor do capital social. O grupamento tem como principal objetivo o enquadramento da cotação das ações em patamar superior a R$ 1,00 (um real) por ação, conforme previsto no regulamento de emissores da B3.

No primeiro pregão após o encerramento do período para livre ajuste, ou seja, em 30 de junho de 2026, a totalidade das ações passará a ser negociada exclusivamente sob a forma grupada.

Agenda de provento desta sexta, 29:

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é nesta sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4)

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Grazziotin aprovados em 26 de maio, é nesta sexta-feira, 29. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de junho. A distribuição é de R$ 30 milhões. O valor líquido é de R$ 24,7 milhões. O valor líquido por ação ordinária e preferencial é de R$ 1,047977. O pagamento será realizado sem correção e a data do pagamento será fixada pela Assembleia Geral de acionistas, que será convocada para aprovar as demonstrações financeiras e a proposta da destinação do resultado do exercício de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga nesta sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga nesta sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga nesta sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga nesta sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga nesta sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga nesta sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga nesta sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga nesta sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga nesta sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga nesta sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga nesta sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Publicado às 7h53 – atualizado às 8h53

Feriado nos EUA e conflito no Oriente Médio

O mercado monitora as negociações entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, indicou que as negociações com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz estão avançando. Com isso, o preço do barril de petróleo Brent tem forte queda nesta sessão.

Vale lembrar que nesta segunda-feira, 25, as Bolsas estarão fechadas nos Estados Unidos devido ao feriado do Memorial Day. A liquidez poderá ser reduzida principalmente em mercados emergentes como o Brasil.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)

Alemanha (DAX): +1,35% 

Londres (FTSE 100): +0,22%

Japão (Nikkei 225): +3,04% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,96% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -5,60% (US$ 97,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,06% (US$ 77.920)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,05% (US$ 4.604)

Minério de ferro em Dalian (7h49 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06% aos 793 iuanes (US$ 116,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Embora seja feriado nos Estados Unidos, os futuros mantêm as negociações. Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,84% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,93%. Nasdaq futuro subia 1,36%.

Notícias corporativas desta manhã:

Francesa Loxam compra 50,3% do capital social da Mills (MILS3) 

Os acionistas controladores da companhia de locação, serviços e logística Mills (MILS3) celebraram um contrato obrigando-se a alienar a totalidade da sua participação na companhia, correspondente a 50,3% do capital social, à Loxam SAS, sociedade francesa que atua no segmento de locação de máquinas e equipamentos. A informação foi divulgada por meio de um fato relevante na manhã desta segunda-feira, 25.

Fundada em 1967, a Loxam é a maior empresa de locação de equipamentos da Europa, com receita líquida de 2,5 bilhões de euros em 2025, cerca de 11.600 colaboradores e uma rede de aproximadamente 1.130 filiais em mais de 28 países, distribuídos por 4 continentes.

Com atuação primordialmente voltada aos setores de construção civil, infraestrutura, indústria, energia, eventos e serviços, a Loxam está presente no Brasil desde 2015, através da Loxam do Brasil e A Geradora.

Nos termos do referido contrato, a Loxam se obrigou a adquirir as ações que compõem o bloco de controle da Mills pelo preço de R$ 16,00 por ação – um prêmio de 22% sobre o preço de fechamento das ações da Mills em 22/05/2026 -, a ser corrigido, a partir do 31º (trigésimo primeiro) dia contado da presente data e até o efetivo fechamento da operação, por 70% (setenta por cento) do CDI. O preço integral será pago à vista no fechamento.

“A família fundadora da Mills sempre sonhou em perpetuar o seu legado na companhia aproximando-a de players relevantes globais. Essa visão encontrou no Grupo Loxam um forte alinhamento de valores com a Mills, somado ao interesse em crescer no Brasil, tornando esta oportunidade um próximo passo complementar, empolgante e com grande potencial de geração de valor para todos os stakeholders das companhias”, destaca o fato relevante.

Nos termos do contrato, o fechamento da compra e venda está sujeito ao cumprimento de condições suspensivas usuais para operações dessa natureza, incluindo a obtenção da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Uma vez implementada a operação, a Loxam estará obrigada, nos termos do art. 254-A da Lei nº 6.404/76, da Resolução CVM nº 215/24, do Regulamento do Novo Mercado, do estatuto social da Mills e do contrato a realizar oferta pública de aquisição da totalidade das demais ações de emissão da companhia, pelo mesmo preço por ação pago aos acionistas controladores, atualizado pela taxa Selic a partir da data de fechamento da alienação de controle até a data de liquidação da oferta, nos termos da Resolução CVM nº 215/24, assegurando tratamento equitativo a todos os demais acionistas.

Smartfit (SMFT3) anuncia recompra de até 13,6 milhões de ações

O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou nesta segunda-feira, 25, o programa de recompra de ações de emissão da companhia.

O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 13.642.846, representativas de até 2,5% das 556.690.345 ações em circulação nesta data.

A Smartfit, nesta data, possui 2.292.560 ações em tesouraria.

Segundo a companhia, o objetivo é a aquisição de ações para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento ou alienação no mercado, a fim de maximizar a geração de valor para os acionistas, mantendo a disciplina da alocação.

Além disso, as ações recompradas e mantidas em tesouraria podem, a critério da administração, ser usadas para cumprir obrigações decorrentes de programas de incentivo de longo prazo com ações restritas ou não, referentes à retenção de executivos.

O programa de recompra vai até 25 de novembro de 2027.

Notícias do fim de semana:

Eduardo Oliveira será o novo CEO da Qualicorp (QUAL3)

O conselho de administração da Qualicorp (QUAL3) aprovou o início de um processo estruturado de sucessão de sua presidência executiva.

Como parte desse processo, Maurício Lopes, atual diretor presidente (CEO) da companhia, passará a ocupar o cargo de presidente do conselho de administração a partir de 31 de agosto de 2026, sendo sucedido como CEO por Eduardo Oliveira, atual vice-presidente da companhia.

Até a data da efetivação da sucessão, Eduardo Oliveira passará a exercer a função de vice-presidente executivo, atuando lado a lado com o atual CEO.

“Sob a liderança de Maurício Lopes, a Qualicorp consolidou nos últimos três anos um ciclo consistente de turnaround, marcado pela execução incansável de uma estratégia ancorada em maior eficiência operacional, no realinhamento das frentes comerciais e no crescimento do portfólio de produtos, eixos que se traduziram na construção de um flywheel de geração de valor que se tornou o centro da gestão da companhia”, afirmou a Qualicorp em um fato relevante.

A transição anunciada tem como propósito preservar, aprofundar e dar continuidade a esse movimento, afirmou a companhia.

Ainda segundo a Qualicorp, Eduardo Oliveira vivenciou diferentes ciclos da companhia ao longo de seus seis anos de casa e, como vice-presidente nos últimos três, teve papel relevante na concepção e na execução do plano de turnaround em curso, participando diretamente das principais frentes que compõem a atual agenda estratégica.

Durante o período que antecede 31 de agosto de 2026, Eduardo Oliveira, na qualidade de vice-presidente executivo, passará a concentrar parte relevante das atribuições operacionais da companhia, atuando em estreita parceria com Maurício Lopes, que manterá funções executivas até a efetivação da sucessão.

Murilo Ramos Neto, atual chairman e que liderou o processo de turnaround da Qualicorp no conselho de administração, passará a ocupar o cargo de vice-presidente do conselho.

Oncoclínicas (ONCO3) contrata BTG como formador de mercado

A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou o encerramento do contrato com o Citigroup para a prestação de serviços de formador de mercado.

A Oncoclínicas divulgou que contratou a BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias no âmbito da B3.

O contrato tem como objetivo fomentar a liquidez das ações ordinárias de emissão da companhia. O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de 25 de maio de 2026.

Sabesp: Cade aprova aquisição de participação de 90% da Sanessol 

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Sabesp (SBSP3) de ações ordinárias representativas de 90% do capital social da Saneamento de Mirassol (Sanessol).

Em janeiro deste ano a Iguá Saneamento acertou a venda da Sanessol para a Sabesp.

A Sanessol é titular de contrato de concessão, pelo prazo de 30 anos, para exploração dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município de Mirassol, no Estado de São Paulo, desde 2008, atendendo uma população de aproximadamente 65 mil habitantes.

A conclusão da operação permanece sujeita à aprovação do município de Mirassol, na qualidade de poder concedente. No fechamento da operação, a ser realizado logo após a aprovação do poder concedente, a Sabesp pagará à Iguá, em parcela única, o preço de compra equivalente a R$ 125 milhões.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de expansão de sua atuação e consolidação no setor de saneamento no Brasil”, afirmou a Sabesp.

Fundamentos:

Queda das ações dos bancões: oportunidade?

As ações dos grandes bancos brasileiros perderam força nas últimas semanas. Após meses de alta os papéis passaram ao negativo. Considerando os últimos 30 dias até o fechamento do mercado na sexta-feira, 22 de maio, as ações do Itaú (ITUB4) acumulam queda de 10,7%; as PN do Bradesco (BBDC4) -11,7%; as do Banco do Brasil (BBAS3) -8,96%; e as units do Santander Brasil -9,24%.

Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o momento exige cautela e análise individualizada, e não pânico.

“Tem muito investidor preocupado com a queda dessas ações, mas é preciso ter calma. É importante a gente analisar para entender se é algo momentâneo ou estrutural”, afirma Mendlowicz, apontando que o cenário atual é reflexo direto de uma conjuntura macroeconômica severa.

O peso do crédito caro e do calote

A desaceleração econômica, somada à manutenção da taxa Selic em patamares elevados pelo Banco Central e ao endividamento das famílias, criou a tempestade perfeita para a alta da inadimplência. Segundo o economista, os efeitos colaterais já impactam o dia a dia das operações.

“O brasileiro está sem dinheiro, então é óbvio que ele acaba não pagando as suas dívidas. A inadimplência está altíssima e os bancos estão sentindo isso”, pontua Mendlowicz.

Para se protegerem de eventuais calotes, as cinco principais instituições financeiras do país (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) acumularam um montante impressionante de R$ 51,3 bilhões em provisões entre janeiro e março de 2026. “O risco de calote entrou no radar de todos os bancos. Se o banco está com medo de tomar um calote, ‘puxa’ o tapete do cliente”, explica o Economista Sincero, justificando a postura mais conservadora na liberação de crédito.

Desempenhos assimétricos: quem sobe e quem desce

Apesar do “cenário de caos” generalizado, Mendlowicz enfatiza que os resultados recentes mostram uma forte assimetria entre os bancos, o que exige que o investidor avalie caso a caso.

  • Itaú e Bradesco: foram os destaques positivos. O Itaú registrou lucro líquido de R$ 12,33 bilhões no primeiro trimestre (alta de 10,4% no comparativo com o mesmo período em 2025), impulsionado por anos de investimentos em tecnologia. Já o Bradesco, após um período de estagnação, colheu os frutos de uma nova gestão focada em crescimento, com lucro de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre e salto de 16% em um ano.
  • Santander: apresentou estabilidade, com leve recuo de 1,9% no lucro no primeiro trimestre (R$ 3,79 bilhões).
  • Banco do Brasil: foi a grande “bomba” do trimestre, com queda de 53,5% no lucro líquido (em relação ao primeiro trimestre de 2025), atingindo R$ 3,4 bilhões. “O lucro líquido vem caindo trimestre a trimestre. Tem sido um triturador de rentabilidade do banco”, avalia Charles.

Em contrapartida, fora dos “bancões” tradicionais, BTG Pactual apresentou salto de 42,3% no lucro no primeiro trimestre. No mesmo período, o Nubank teve lucro de US$ 871,4 milhões, considerado abaixo do esperado (analistas previam US$ 980 milhões).

O fim da era dos “bancões”?

Mendlowicz reitera que o mercado de grandes bancos não está perto do fim, e que as quedas recentes de preços podem, inclusive, abrir janelas de oportunidade para o longo prazo com foco em dividendos. “Sigo otimista com o mercado de ‘bancões’. Não acho que vá acabar. Mas acredito sim que o Banco do Brasil é que está ‘puxando’ o resultado das demais instituições”, conclui o economista.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Petr4, Vale3, Bbas3, Wege3, Kepl3, Soja3 e de Mutc34. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Quarta, 27

Taesa (TAEE11, TAEE4)

A Taesa paga na quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga na quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3) 

A Bemobi paga na quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é na quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Quinta, 28

Mitre (MTRE3)

A Mitre paga na quinta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo aprovado em 12 de maio. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. A data-base dessa 1ª parcela foi em 18 de maio de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026 e o pagamento será em 12/06/2026.

Cury (CURY3) 

A Cury paga na quinta-feira, 28, dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,51 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3) 

A PetroReconcavo paga na quinta, 28, juros sobre o capital anunciados em 7 de maio no valor de R$ 0,34 por ação. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 19 de maio.

Sexta, 29

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é na sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga na sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga na sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga na sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga na sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga na sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga na sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga na sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga na sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga na sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/05/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-168/ https://financenews.com.br/2026/05/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-168/#respond Mon, 25 May 2026 00:09:48 +0000 https://financenews.com.br/?p=208037   Publicado às 21h09 Eventos no radar do mercado nesta semana: Petróleo em queda em […]

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Publicado às 21h09

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Petróleo em queda em meio a negociações EUA – Irã

O mercado monitora as negociações entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, indicou que as negociações com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz estão avançando. 

Com isso, o preço do barril de petróleo Brent caía mais de 4% às 21h deste domingo, cotado a 98,6 dólares. 

Em uma publicação nas redes sociais neste domingo, Trump afirmou que “as negociações estão prosseguindo de forma ordenada e construtiva”. Além disso, destacou que informou a seus representantes para não se “precipitarem” em um acordo enquanto o tempo estiver a “favor dos Estados Unidos”. Os principais índices futuros de ações em Nova York tinham alta na noite deste domingo.

Feriado nos EUA e dados de inflação 

Vale lembrar que nesta segunda-feira, 25, as Bolsas estarão fechadas nos Estados Unidos devido ao feriado do Memorial Day. A liquidez poderá ser reduzida principalmente em mercados emergentes como o Brasil.

Já na quinta-feira será divulgada às 9h30 a segunda leitura do PIB do primeiro trimestre dos Estados Unidos. No mesmo horário será revelado também o índice de inflação PCE, referência para o Banco Central norte-americano. 

PIB do Brasil 

Um dos principais eventos no radar dos investidores nesta semana é a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Será na sexta-feira, 29, às 9h. O dado será referente ao primeiro trimestre de 2026 e deve trazer sinais mais claros sobre o ritmo da atividade econômica em meio aos juros altos. 

Prévia da inflação oficial 

Na quarta-feira, às 9h, o IBGE divulga o IPCA-15 de maio, conhecido como a prévia da inflação oficial. Um dado muito acima ou abaixo do esperado pode mexer com ações de empresas sensíveis a juros altos como as do setor de varejo e construção.

Notícias corporativas

Eduardo Oliveira será o novo CEO da Qualicorp (QUAL3)

O conselho de administração da Qualicorp (QUAL3) aprovou o início de um processo estruturado de sucessão de sua presidência executiva.

Como parte desse processo, Maurício Lopes, atual diretor presidente (CEO) da companhia, passará a ocupar o cargo de presidente do conselho de administração a partir de 31 de agosto de 2026, sendo sucedido como CEO por Eduardo Oliveira, atual vice-presidente da companhia.

Até a data da efetivação da sucessão, Eduardo Oliveira passará a exercer a função de vice-presidente executivo, atuando lado a lado com o atual CEO.

“Sob a liderança de Maurício Lopes, a Qualicorp consolidou nos últimos três anos um ciclo consistente de turnaround, marcado pela execução incansável de uma estratégia ancorada em maior eficiência operacional, no realinhamento das frentes comerciais e no crescimento do portfólio de produtos, eixos que se traduziram na construção de um flywheel de geração de valor que se tornou o centro da gestão da companhia”, afirmou a Qualicorp em um fato relevante.

A transição anunciada tem como propósito preservar, aprofundar e dar continuidade a esse movimento, afirmou a companhia.

Ainda segundo a Qualicorp, Eduardo Oliveira vivenciou diferentes ciclos da companhia ao longo de seus seis anos de casa e, como vice-presidente nos últimos três, teve papel relevante na concepção e na execução do plano de turnaround em curso, participando diretamente das principais frentes que compõem a atual agenda estratégica.

Durante o período que antecede 31 de agosto de 2026, Eduardo Oliveira, na qualidade de vice-presidente executivo, passará a concentrar parte relevante das atribuições operacionais da companhia, atuando em estreita parceria com Maurício Lopes, que manterá funções executivas até a efetivação da sucessão.

Murilo Ramos Neto, atual chairman e que liderou o processo de turnaround da Qualicorp no conselho de administração, passará a ocupar o cargo de vice-presidente do conselho.

Oncoclínicas (ONCO3) contrata BTG como formador de mercado

A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou o encerramento do contrato com o Citigroup para a prestação de serviços de formador de mercado.

A Oncoclínicas divulgou que contratou a BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias no âmbito da B3.

O contrato tem como objetivo fomentar a liquidez das ações ordinárias de emissão da companhia. O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de 25 de maio de 2026.

Sabesp: Cade aprova aquisição de participação de 90% da Sanessol 

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Sabesp (SBSP3) de ações ordinárias representativas de 90% do capital social da Saneamento de Mirassol (Sanessol).

Em janeiro deste ano a Iguá Saneamento acertou a venda da Sanessol para a Sabesp.

A Sanessol é titular de contrato de concessão, pelo prazo de 30 anos, para exploração dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município de Mirassol, no Estado de São Paulo, desde 2008, atendendo uma população de aproximadamente 65 mil habitantes.

A conclusão da operação permanece sujeita à aprovação do município de Mirassol, na qualidade de poder concedente. No fechamento da operação, a ser realizado logo após a aprovação do poder concedente, a Sabesp pagará à Iguá, em parcela única, o preço de compra equivalente a R$ 125 milhões.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de expansão de sua atuação e consolidação no setor de saneamento no Brasil”, afirmou a Sabesp.

Fundamentos:

Queda das ações dos bancões: oportunidade?

As ações dos grandes bancos brasileiros perderam força nas últimas semanas. Após meses de alta os papéis passaram ao negativo. Considerando os últimos 30 dias até o fechamento do mercado na sexta-feira, 22 de maio, as ações do Itaú (ITUB4) acumulam queda de 10,7%; as PN do Bradesco (BBDC4) -11,7%; as do Banco do Brasil (BBAS3) -8,96%; e as units do Santander Brasil -9,24%.

Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o momento exige cautela e análise individualizada, e não pânico.

“Tem muito investidor preocupado com a queda dessas ações, mas é preciso ter calma. É importante a gente analisar para entender se é algo momentâneo ou estrutural”, afirma Mendlowicz, apontando que o cenário atual é reflexo direto de uma conjuntura macroeconômica severa.

O peso do crédito caro e do calote

A desaceleração econômica, somada à manutenção da taxa Selic em patamares elevados pelo Banco Central e ao endividamento das famílias, criou a tempestade perfeita para a alta da inadimplência. Segundo o economista, os efeitos colaterais já impactam o dia a dia das operações.

“O brasileiro está sem dinheiro, então é óbvio que ele acaba não pagando as suas dívidas. A inadimplência está altíssima e os bancos estão sentindo isso”, pontua Mendlowicz.

Para se protegerem de eventuais calotes, as cinco principais instituições financeiras do país (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) acumularam um montante impressionante de R$ 51,3 bilhões em provisões entre janeiro e março de 2026. “O risco de calote entrou no radar de todos os bancos. Se o banco está com medo de tomar um calote, ‘puxa’ o tapete do cliente”, explica o Economista Sincero, justificando a postura mais conservadora na liberação de crédito.

Desempenhos assimétricos: quem sobe e quem desce

Apesar do “cenário de caos” generalizado, Mendlowicz enfatiza que os resultados recentes mostram uma forte assimetria entre os bancos, o que exige que o investidor avalie caso a caso.

  • Itaú e Bradesco: foram os destaques positivos. O Itaú registrou lucro líquido de R$ 12,33 bilhões no primeiro trimestre (alta de 10,4% no comparativo com o mesmo período em 2025), impulsionado por anos de investimentos em tecnologia. Já o Bradesco, após um período de estagnação, colheu os frutos de uma nova gestão focada em crescimento, com lucro de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre e salto de 16% em um ano.
  • Santander: apresentou estabilidade, com leve recuo de 1,9% no lucro no primeiro trimestre (R$ 3,79 bilhões).
  • Banco do Brasil: foi a grande “bomba” do trimestre, com queda de 53,5% no lucro líquido (em relação ao primeiro trimestre de 2025), atingindo R$ 3,4 bilhões. “O lucro líquido vem caindo trimestre a trimestre. Tem sido um triturador de rentabilidade do banco”, avalia Charles.

Em contrapartida, fora dos “bancões” tradicionais, BTG Pactual apresentou salto de 42,3% no lucro no primeiro trimestre. No mesmo período, o Nubank teve lucro de US$ 871,4 milhões, considerado abaixo do esperado (analistas previam US$ 980 milhões).

O fim da era dos “bancões”?

Mendlowicz reitera que o mercado de grandes bancos não está perto do fim, e que as quedas recentes de preços podem, inclusive, abrir janelas de oportunidade para o longo prazo com foco em dividendos. “Sigo otimista com o mercado de ‘bancões’. Não acho que vá acabar. Mas acredito sim que o Banco do Brasil é que está ‘puxando’ o resultado das demais instituições”, conclui o economista.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Petr4, Vale3, Bbas3, Wege3, Kepl3, Soja3 e de Mutc34. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Quarta, 27

Taesa (TAEE11, TAEE4)

A Taesa paga na quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga na quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3) 

A Bemobi paga na quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é na quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Quinta, 28

Mitre (MTRE3)

A Mitre paga na quinta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo aprovado em 12 de maio. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. A data-base dessa 1ª parcela foi em 18 de maio de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026 e o pagamento será em 12/06/2026.

Cury (CURY3) 

A Cury paga na quinta-feira, 28, dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,51 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3) 

A PetroReconcavo paga na quinta, 28, juros sobre o capital anunciados em 7 de maio no valor de R$ 0,34 por ação. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 19 de maio.

Sexta, 29

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é na sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga na sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga na sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga na sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga na sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga na sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga na sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga na sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga na sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga na sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Publicado às 7h52

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h51)

Alemanha (DAX): +0,51% 

Londres (FTSE 100): +0,37%

Japão (Nikkei 225): +2,74% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,87% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,77% (US$ 105,4). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.295)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,95% (US$ 4.514)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,13% aos 792 iuanes (US$ 116,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,08%. Nasdaq futuro caía 0,01%.

Notícias corporativas

Copel anuncia aditamento e renovação do programa de recompra de ações 

A Copel (CPLE3) informou que seu conselho de administração aprovou o aditamento e a renovação do programa de recompra de ações atual, originalmente aprovado em 25.11.2024.

Em um fato relevante a companhia explicou que o programa mantém o objetivo de adquirir ações da Copel para manutenção em tesouraria, cancelamento ou alienação, sem redução da cifra do capital social, bem como para atender a planos de incentivo baseados em ações.

A Copel poderá adquirir até 285.506.846 ações ordinárias, que, somadas às ações atualmente mantidas em tesouraria pela companhia, alcançarão o limite de 10% da quantidade total de ações em circulação. Para referência, atualmente 2.982.301.396 ações ordinárias estão em circulação no mercado; e 12.723.294 ações ordinárias são mantidas em tesouraria pela Copel (já considerando as aquisições realizadas, até esta data, no âmbito do programa, e a conversão das ações preferenciais em ações ordinárias ocorrida em 2025).

O prazo para as aquisições de ações no âmbito do programa foi renovado por mais 18 meses e encerrará em 21 de novembro de 2027.

BNDES Participações eleva participação na JSL (JSLG3)

A BNDES Participações ampliou a participação na empresa de logística JSL (JSLG3). A Simpar (SIMH3) vendeu à BNDES Participações 14.268.446 ações ordinárias de emissão da JSL (JSLG3), que representam uma participação de 5% do capital social, pelo preço de R$ 6,22 por ação, totalizando R$ 88.749.734,12.

A operação ocorreu após o braço de participações do BNDES exercer uma opção de compra.

A Simpar e a BNDES Participações celebraram o acordo de acionistas da JSL, que disciplina direitos e prerrogativas da BNDES Participações enquanto acionista minoritária da JSL, dentre os quais, o direito de indicar 1 membro do conselho de administração, 1 membro do comitê de auditoria estatutário e 1 membro do comitê financeiro.

O acordo de acionistas não atribui à BNDES Participações o controle (nem sequer compartilhado) da JSL e tem por finalidade a proteção do investimento realizado pela BNDESPAR na JSL, de caráter minoritário, transitório e não executivo.

S&P atualiza análise sobre o rating corporativo da Randoncorp 

A agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor’s Global Ratings (S&P) atualizou sua análise sobre o rating corporativo da Randoncorp (RAPT3, RAPT4), que permanece em ‘brAAA’, na escala nacional Brasil, com perspectiva ‘negativa’.

Segundo o relatório da S&P, a manutenção do rating da companhia é sustentada pela expectativa de expansão de suas margens, impulsionada principalmente por iniciativas de redução de custos e ajustes de capacidade produtiva, além da gestão prudente de capital de giro, que devem permitir desalavancagem gradual nos próximos trimestres.

Além disso, a agência acredita na recuperação do volume de peças de reposição, após atualização de sistema ERP, das receitas pelos novos contratos de fornecimento de vagões no Brasil e de semirreboques no mercado norte-americano, pelo incremento de vendas por meio da nova unidade Suspensys Mogi Guaçu e pela potencial retomada de volumes de semirreboques e de autopeças a partir de programas como o Move Brasil.

A perspectiva negativa foi mantida, indicando que o rating poderá ser revisado caso as medidas de eficiência operacional e os novos contratos não sejam suficientes para melhorar a rentabilidade da companhia, diante do atual patamar de volumes do mercado automotivo doméstico.

Valid (VLID3) anuncia novo CFO

A Valid Soluções (VLID3) divulgou que, em comum acordo entre as partes, Olavo Vaz encerrará suas funções como diretor financeiro (CFO), operacional (COO) e diretor de relações com investidores (DRI) da companhia em 29 de maio de 2026.

“Sob sua liderança, a Valid executou um consistente processo de desalavancagem financeira, promoveu o equilíbrio e fortalecimento do balanço patrimonial e conduziu com disciplina o desinvestimento de ativos não estratégicos, pavimentando as condições para o atual ciclo de crescimento e transformação digital da companhia”, destacou a Valid em um comunicado.

A partir de 1° de junho de 2026 Walter Silva passará a exercer a função de diretor financeiro (CFO), de operações (COO) e de relação com investidores (DRI).

Há 13 anos na Valid, previamente, como Global Head of Finance e SVP of Finance da divisão de mobile, Walter liderou iniciativas de integração e transformação digital em mobile, assim como os desinvestimentos na Cubic e nos EUA, áreas centrais para a execução do plano estratégico.

Sua nomeação assegura continuidade à agenda financeira e operacional da companhia, afirmou a Valid.

GQG Partners eleva participação na Petrobras

A GQG Partners elevou participação na Petrobras, conforme divulgado pela petroleira estatal na véspera.

A GQG Partners passou a ter exposição total de sua carteira de clientes a 187.199.112 ações ordinárias e American Depositary Receipts (ADRs), representando aproximadamente 5,03% das ações ordinárias emitidas pela Petrobras.

“Este é um investimento minoritário que não tem como objetivo alterar o controle ou a estrutura administrativa da empresa”, afirmou a gestora.

A GQG Partners é uma gestora global de investimentos sediada em Fort Lauderdale, Flórida.

GQG Partners eleva participação na Axia 

A GQG Partners elevou participação na Axia Energia (AXIA3), conforme informado pela companhia brasileira,

A GQG Partners, em decorrência de operações realizadas no mercado acionário, passou a deter de forma agregada 101.904.924 ações ordinárias e American Depositary Receipts da Axia, representando 5,02% das ações ordinárias de emissão da companhia.

A GQG declarou que esse é um investimento minoritário que não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia.

Iochpe-Maxion (MYPK3): órgão de defesa da concorrência da Argentina aprova aquisição de 50,1% do capital da Polimetal

A Iochpe-Maxion (MYPK3) anunciou que o órgão de defesa da concorrência da Argentina aprovou a aquisição de 50,1% do capital social da Polimetal por sua controlada Iochpe-Maxion Austria GmbH (IMA).

Essa aquisição foi anunciada em 3 de novembro de 2025. Em decorrência dessa aprovação, a companhia, por meio de sua controlada IMA, passa a exercer o controle da Polimetal, que será consolidada em suas demonstrações financeiras consolidadas a partir desta data.

Espaçolaser (ESPA3) pagará em 29 de maio dividendo aprovado em 28 de abril

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) informou que o pagamento dos dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária, será realizado no dia 29 de maio de 2026. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

Eve conclui etapa estratégica de ensaios e avança eVTOL rumo aos voos de transição

A Eve Air Mobility (NYSE: EVEX, EVEXW; B3: EVEB31), subsidiária da Embraer, anunciou a conclusão bem-sucedida da etapa de voos pairados (hover flight) e de baixa velocidade da sua campanha de ensaios em voo de seu protótipo de engenharia.

A fase concluída gerou dados de alta fidelidade, contribuindo para a maturidade do programa à medida que a Eve avança rumo aos testes de transição de voo, afirmou a Embraer.

“A conclusão desta etapa reflete a disciplina por trás da nossa estratégia de ensaios em voo”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve. “Ao longo de 59 voos, confirmamos um desempenho estável e comportamento previsível dos sistemas de controle dentro do envelope avaliado, ao mesmo tempo em que ampliamos nosso entendimento sobre cargas estruturais, aerodinâmica, propulsão e gerenciamento de energia, elementos fundamentais para a fase de transição e para o caminho rumo à certificação com os protótipos conformes”.

Nesta fase, a aeronave demonstrou desempenho estável em voo pairado e durante manobras progressivamente mais complexas.

Nas próximas semanas, o protótipo de engenharia da Eve realizará ensaios planejados em solo em preparação para a etapa de voos de transição, prevista para começar no segundo semestre de 2026.

Essa fase foi desenvolvida para fortalecer ainda mais o desenvolvimento da aeronave final por meio da expansão do envelope de voo e da validação de desempenho, à medida que o programa avança em direção ao voo sustentado pelas asas (wingborne flight).

Paga provento nesta sexta: Localiza (RENT3) 

A Localiza paga nesta sexta-feira, 22, os JCP anunciados em 24 de março. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março, sendo que as ações, desde 30 de março são negociadas “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é R$ 0,52.

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Publicado às 8h20

Bolsas, petróleo e bitcoin (8h19)

Alemanha (DAX): -0,53% 

Londres (FTSE 100): -0,40%

Japão (Nikkei 225): +3,10% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -2,04% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,03% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,02% (US$ 107,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.305)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,87% (US$ 4.518)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,07% aos 789,5 iuanes (US$ 116,08). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 8h18 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,29% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,33%. Nasdaq futuro caía 0,50%.

Notícias corporativas

Copasa protocola na CVM pedido de registro automático de oferta pública secundária de ações 

A Copasa (CSMG3) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro automático para uma oferta pública secundária de ações ordinárias de sua emissão, atualmente pertencentes ao Estado de Minas Gerais.

Em um fato relevante a companhia informou que a operação prevê inicialmente a distribuição de 171,1 milhões de ações e faz parte do processo de desinvestimento do Estado mineiro.

A oferta será direcionada ao público investidor em geral no Brasil e contará também com esforços de colocação no exterior, incluindo investidores institucionais qualificados nos Estados Unidos e investidores internacionais em outros mercados, em conformidade com as normas regulatórias brasileiras e norte-americanas.

A oferta será realizada sob a coordenação do Banco BTG Pactual (coordenador líder), Itaú BBA, Bank of America, Citigroup Global Markets Brasil e UBS BB.

O volume inicialmente ofertado poderá ser ampliado em até 11,2%, com a inclusão de até 19,1 milhões de ações adicionais de titularidade do Estado de Minas Gerais. Mas, no âmbito da oferta, não haverá distribuição do lote suplementar.

O percentual de ações a ser inicialmente ofertado pelo acionista vendedor no âmbito da oferta  será de 45,00% do capital social da companhia, o que corresponde a 89,94% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor (governo mineiro) na companhia, podendo chegar a até 50,03% do capital social, o que corresponde a 100,00% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor na Companhia, considerando a eventual colocação integral das ações adicionais.

Taesa celebra contrato para comprar cinco transmissoras da Energisa

A Taesa (TAEE11, TAEE4) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que celebrou contrato com a Energisa Transmissão de Energia e a Energisa para aquisição de 100% do capital social das seguintes sociedades: Energisa Goiás Transmissora de Energia I (EGO I), Energisa Pará Transmissora de Energia I (EPA I), Energisa Pará Transmissora de Energia II (EPA II), Energisa Tocantins Transmissora de Energia (ETT), e Energisa Tocantins Transmissora de Energia II (ETT II).

A transação contempla cinco concessões de transmissão 100% em operação comercial localizadas nos estados de Goiás, Bahia, Pará e Tocantins, regiões onde a Taesa já opera.

Os ativos adicionam receita anual permitida (RAP) de aproximadamente R$ 291 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, com prazo médio de concessão remanescente de cerca de 22 anos, 1.305 km de linhas de transmissão, 12 subestações e 4.494 MVA de potência de transformação.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Com esta aquisição, a capacidade de transformação da Taesa aumenta em aproximadamente 33%, atingindo cerca de 18 mil MVA após a conclusão da operação. A proximidade dos ativos com concessões existentes da Taesa possibilita a captura de sinergias, reforçando a presença da companhia em áreas estratégicas do setor de transmissão no Brasil, afirma a transmissora.

O preço da operação considera um enterprise value de R$ 2,293 bilhões, valor da dívida líquida de R$ 748 milhões, resultando em um equity value de R$ 1,545 bilhão, com data-base de 31 de dezembro de 2025, sujeito à correção pelo CDI até o fechamento e aos ajustes usuais neste tipo de transação.

A conclusão da operação está sujeita à implementação ou renúncia, conforme o caso, de condições precedentes usuais para esse tipo de negócio, incluindo, entre outras, a aprovação definitiva da operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), credores dos ativos e aprovação em Assembleia Geral Extraordinária da Taesa, a ser convocada oportunamente.

“A operação reflete a estratégia da Taesa de crescimento com disciplina financeira, expectativa de manutenção do perfil de crédito, eficiência operacional e alocação de capital em ativos de transmissão de alta qualidade”, afirmou a companhia, destacando que, com a aquisição reforça sua posição como plataforma consolidadora do setor, agregando ativos operacionais com vencimento de longo prazo, sinergias e possibilidade de expansão futura por meio de reforços e melhorias, preservando sua estrutura de capital, e manutenção da prática de distribuição de proventos.

Banco do Brasil anuncia o pagamento de R$ 340,7 milhões em juros sobre o capital

O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou na quarta-feira, 20, após o fechamento do mercado, que aprovou a distribuição de R$ 340.717.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,05968401166. O valor será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Vale lembrar que o Banco do Brasil anunciou no último dia 13 de maio a distribuição de R$ 465,7 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08 e será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Vamos (VAMO3) anuncia recompra de ações de até 36,8 milhões de ações

O conselho de administração da Vamos (VAMO3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da própria companhia.

A companhia poderá adquirir até 36.890.567 ações ordinárias, representativas de 7% do total de ações em circulação no mercado.

O programa terminará em 22 de novembro de 2027.

Segundo a Vamos, o programa tem por objetivo a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender as obrigações assumidas pela companhia perante os beneficiários dos planos de remuneração baseados em ações.

B3 aprova pedido da Axia para migração ao Novo Mercado

A B3 aprovou o pedido da Axia para migração ao Novo Mercado, segmento que representa o mais elevado padrão de governança corporativa do mercado brasileiro.

Dessa forma, a Axia passará a ter exclusivamente ações ordinárias (ON), negociadas sob o código AXIA3, e ações preferenciais classe “C” (PNC), negociadas sob o código AXIA7 e, conversíveis ou resgatáveis em sua totalidade até 2031.

As ações preferenciais classe “A1” (PNA1) e de classe “B1” (PNB1) serão convertidas em ações ON, na proporção de 1,1 ação ON para cada 1 ação PNA1 ou PNB1.

Os ADRs lastreados em ações PNB1 (ADR PNB1) serão convertidos em ADRs lastreados em ações ON (ADR ON), na proporção de 1,1 ADR ON para cada 1 ADR PNB1.

A Axia informou o cronograma de migração para o Novo Mercado.

Em 5 de junho ocorrerá a conversão das ações PNA1 e PNB1 (último dia de negociação das ações PNA1 e PNB1).

Em 8 de junho será o início da negociação das ações ON decorrentes da conversão.

Em 10 de junho ocorrerá o crédito das ações ON aos antigos titulares de PNA1 e PNB1

A companhia explicou que as eventuais frações de ações ON decorrentes do resultado da conversão serão agrupadas e alienadas por meio de leilão em bolsa, sendo que o resultado líquido das vendas nesse leilão será distribuído proporcionalmente aos acionistas titulares das frações. Os procedimentos e prazos aplicáveis serão oportunamente divulgados por meio de aviso aos acionistas.

A Axia destacou ainda que a migração para o Novo Mercado representa uma etapa relevante na simplificação da estrutura de capital, resultando no aumento de liquidez de suas ações e na evolução contínua de suas práticas de governança corporativa.

Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta quarta-feira, 20, que seu conselho de administração aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.358, de 13 de maio de 2026. O objetivo dessa MP é mitigar os impactos econômicos e a alta nos preços dos combustíveis no Brasil, causados pelos choques no mercado internacional de energia em decorrência do conflito no Oriente Médio.

A subvenção econômica prevista nesta MP trata de valores sobre a produção e a importação de gasolinas e de óleo diesel de uso rodoviário, nos termos da legislação vigente.

“Diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia”, afirmou a petroleira estatal em um fato relevante.

Esta nova adesão se soma aos Programas de Subvenção relacionados à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário no território nacional já instituídos pelo Governo Federal.

A efetiva assinatura do novo termo de adesão ficará condicionada à publicação e análise de Ato do Ministro de Estado da Fazenda e do regulamento, necessários para a implementação da subvenção econômica, conforme previsto na MP, explicou a petroleira estatal.

A Petrobras destacou que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“A adesão preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, ressaltou a companhia no fato relevante.

Petrobras consolida parceria com a Lightsource bp em energia renovável no Brasil 

A Petrobras concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, estabelecendo uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore no país, incluindo armazenamento de energia.

A parceria foi estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada, incluindo conselho de administração composto em partes iguais por representantes de ambas as companhias, conforme previamente divulgado ao mercado.

A conclusão da transação ocorreu após a obtenção das aprovações regulatórias pertinentes.

A Lightsource bp contribuirá com ativos e projetos no Brasil, incluindo a usina solar fotovoltaica de Milagres (212 MWp), atualmente em operação, além de projetos em estágio avançado de desenvolvimento.

A Petrobras contribuirá com sua experiência em engenharia, licenciamento e regulamentação, bem como com seu direcionamento estratégico para atuação em energias renováveis.

“Com essa iniciativa, a Petrobras expande sua atuação em geração de energia solar e em fontes renováveis no Brasil, em alinhamento ao seu Plano de Negócios 2026–2030”, afirmou a petroleira estatal.

A Lightsource bp é uma produtora independente de energia global, que oferece soluções integradas de energia renovável onshore e armazenamento de energia. Presente em mais de 15 países, divididos em três regiões globais, possui 14,2 GW desenvolvidos e projetos no pipeline com potencial superior a 52 GW. A Lightsource bp é uma empresa da bp.

Alupar obtém licença para ampliar três subestações  

A Alupar Investimento (ALUP11) divulgou que sua controlada TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana obteve Licença de Instalação (LI), emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), referente à ampliação das subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto e respectivas estruturas de apoio e instalação de canteiros de obras e alojamentos.

A licença tem validade de 1 (um) ano a partir de sua data de emissão e autoriza o início das obras de implantação das subestações e canteiros de obras do empreendimento, condicionado ao cumprimento das condicionantes ambientais estabelecidas pelo Ibama.

As subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto eram inicialmente parte do projeto da controlada TAP – Transmissora do Alto Paranaíba, a qual deixou de existir em abril de 2025, sendo incorporada pela TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana.

“A obtenção da LI representa uma etapa regulatória essencial para o avanço das obras de ampliação dos ativos de transmissão da companhia, reafirmando a estratégia da Alupar de expansão de seu portfólio com disciplina ambiental e financeira”, afirmou a companhia em um comunicado.

Bradsaúde (SAUD3) obtém autorização da B3 para manter free float abaixo do percentual mínimo previsto 

A Bradsaúde (SAUD3) informou que foi concedida pela B3, em caráter extraordinário, autorização para a manutenção temporária de seu free float abaixo do percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado.

Nos termos da referida autorização, a companhia deverá manter, em livre circulação, ações representativas de no mínimo 8,609% de seu capital social até 30 de outubro de 2027, quando o free float deverá ter sido reenquadrado para 15% do capital social, desde que atendido o critério de liquidez — Average Daily Trading Volume (ADTV), ou para 20% do capital social, caso não atendido o ADTV.

Caso a quantidade de ações em circulação supere o patamar de 8,609% em qualquer momento antes do termo final do prazo concedido pela B3, e até que seja atingido o percentual mínimo aplicável, não será permitida a sua redução.

Como contrapartida para a concessão da referida autorização extraordinária, a Bradsaúde deverá alterar, até 30 de abril de 2027, seu estatuto social a fim de prever a redução da participação acionária para o exercício dos seguintes direitos, enquanto o free float não atingir o percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado:

-para eleição, em votação em separado, de membro do conselho de administração, participação de 6% do capital social; e

-para requerimento de nova avaliação no âmbito de oferta pública de aquisição de ações (OPA) para cancelamento de registro, participação de 5% das ações em circulação no mercado.

Caso seja necessária a realização de assembleia geral para eleição de membro do conselho de administração antes da implementação da alteração estatutária prevista acima, a companhia submeterá, na mesma assembleia e como item de ordem do dia anterior à eleição, a redução do referido quórum, de modo que os acionistas minoritários possam exercer tal direito desde logo.

GPA (PCAR3) vende para a RD Saúde (RADL3) participação na Stix Fidelidade

O GPA (PCAR3) celebrou contrato para vender para a RD Saúde (RADL3) a totalidade de sua participação societária na Stix Fidelidade e Inteligência Stix, correspondente a 66,7% do seu capital social.

Dessa forma, o GPA encerra a joint venture societária formada com a RD Saúde na Stix.

A alienação da participação prevê um pagamento total de R$ 23 milhões. A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de certas condições precedentes, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Caso a operação seja concluída, a companhia, a Stix e a RD celebrarão instrumento particular para estabelecer um período de transição, com o objetivo de preservar a experiência dos clientes em nossas lojas”, explicou o GPA.

Durante esse período, o GPA e a RD manterão o programa em condições operacionais equivalentes às praticadas atualmente, incluindo a possibilidade de acúmulo e resgate de pontos Stix pelos clientes do GPA.

“O encerramento da joint venture permitirá ao GPA concentrar esforços e recursos em suas atividades principais, preservando, durante o período de transição, os benefícios do programa Stix para seus clientes”, afirmou a companhia.

Nvidia anuncia aumento do dividendo, recompra de ações e resultados acima da expectativa

A Nvidia (Nasdaq: NVDA; B3: NVDC34) reportou receita de US$ 81,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 85% na comparação anual e acima das projeções do mercado, que giravam em torno de US$ 79 bilhões.

O principal destaque continuou sendo o segmento de Data Center, cuja receita atingiu US$ 75,2 bilhões, avanço anual de 92%.

O lucro líquido da gigante americana foi de US$ 58,32 bilhões, crescimento anual de 211%, frente ao lucro de US$ 18,77 bilhões reportado há um ano. O lucro por ação ajustado foi de US$ 1,87, aumento de 140% na base de comparação anual.

A fabricante de chips para IA anunciou também uma nova autorização de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões.

Além disso, o dividendo trimestral de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, que será pago em 26 de junho de 2026 a acionistas registrados em 4 de junho de 2026.

Agenda de provento desta quinta, 21:

Banco Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg paga nesta quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.

Grendene (GRND3)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é nesta quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.

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Publicado às 7h54

Petróleo e impasse na guerra

Os investidores continuam monitorando os preços do petróleo em meio ao impasse entre Irã e Estados Unidos no conflito no Oriente Médio. Na manhã desta segunda-feira, 18, o preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, subia mais de 1% a 110 dólares. O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a ameaçar no domingo o Irã. Em sua rede social Truth Social, afirmou que “para o Irã, o relógio está correndo, e é melhor eles se mexerem, rápido, ou não sobrará nada deles”.

Prévia do PIB

O Banco Central do Brasil divulga às 9h desta segunda-feira, 18, seu Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br. Será referente a março. Esse indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto e mostra o quanto a atividade econômica está aquecida em um contexto de juros altos. Vale lembrar que o resultado do PIB do Brasil no primeiro trimestre de 2026 será divulgado no dia 29 de maio.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h53)

Alemanha (DAX): +0,28% 

Londres (FTSE 100): +0,25%

Japão (Nikkei 225): -1,08% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,09% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,11% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +1,01% (US$ 110,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -3,01% (US$ 76.825)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,34% (US$ 4.546)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,11% aos 803 iuanes (US$ 117,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h52 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,69% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,45%. Nasdaq futuro caía 0,41%.

Notícias corporativas

Hapvida acelera venda de ativos no Sul, diz jornal

O blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, reportou nesta segunda-feira, 18, que a Hapvida (HAPV3)  intensificou o processo de venda de suas operações na região Sul do país. De acordo com o blog, a companhia disse que “não comenta rumores de mercado”. Lauro Jardim informou que as negociações no Paraná avançaram e que a Hapvida quer vender algumas de suas unidades e fechar outras no país para simplificar a estrutura e reduzir a dívida.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia o pagamento de R$ 600 milhões em JCP

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou na sexta-feira, 15, o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 600 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 495 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. Tem direito quem tiver ações da companhia ao final do dia 27 de maio de 2026. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Marisa reverte lucro e registra prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões no 1º trimestre

A Marisa (AMAR3) que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões. Dessa forma reverte o lucro de R$ 2,36 milhões registrado no primeiro trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda somou R$ 28,5 milhões, queda de 66,9% em relação ao 1T25.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 286,5 milhões, queda de 3,8% na base anual de comparação.

Taurus (TASA4) tem prejuízo de R$ 36,6 milhões no 1T26

A Taurus Armas (TASA3, TASA4) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo de R$ 36,6 milhões. Dessa forma reverte o lucro líquido de R$ 18,6 milhões do primeiro trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ficou negativo em R$ 20,1 milhões. No 1T25 a Taurus reportou Ebitda positivo de R$ 7 milhões.

A companhia destacou que seus resultados no primeiro trimestre foram atingidos pela tarifa de importação de 50% ​imposta pelo governo dos Estados Unidos, seu principal mercado. Em fevereiro a Suprema ​Corte dos EUA considerou ilegal essa estrutura tarifária.

“Essa mudança representa um avanço importante para a competitividade da Taurus e cria condições muito mais positivas para fortalecimento gradual da competitividade e ampliação do potencial de geração de valor da companhia nos próximos períodos”, afirmou Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus na mensagem da administração.

No 1T26 a companhia teve receita líquida de R$ 354,9 milhões, expansão de ​1,7% na base anual de comparação.

Biomm (BIOM3) reverte prejuízo e tem lucro no 1T26

A Biomm (BIOM3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) ⁠lucro líquido de R$ 9,7 milhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 11,7 milhões registrado no mesmo período de 2025.

No 1T26 o Ebitda consolidado atingiu R$ 12,4 milhões, ante Ebitda negativo de ​R$ 10,7 milhões no 1T25.

A receita líquida da companhia somou R$ 92,5 milhões, expansão de 134% na base anual de comparação.

Estudo de ações

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Beef3, Prio3, Axia3, Flry3, Azza3 e de Brkm5. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 18

CPFL Energia (CPFE3) 

A CPFL Energia realiza nesta segunda-feira, 18, o pagamento da primeira parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária (AGO) de 29 de abril de 2026. Será efetuado o primeiro pagamento no montante de R$ 1,3 bilhão. O valor por ação da parcela é R$ 1,12. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Segundo a companhia, o valor remanescente de R$ 2,99 bilhões será pago até 31 de dezembro de 2026.

Banrisul (BRSR6)

O Banrisul paga nesta segunda-feira, 18, dividendos complementares do exercício de 2025, no valor total de R$ 28,9 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,07 por ação ON, R$ 0,08 por ação PNA e R$ 0,07 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 4 de maio de 2026 (data da declaração). As ações passaram a serem negociadas “ex-direito” aos dividendos desde 5 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da PetroReconcavo, anunciados em 7 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,34 por ação ordinária. O pagamento será realizado no dia 28 de maio de 2026.

BR Partners (BRBI11)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo BR Partners, anunciado em 7 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 18,8 milhões, que corresponde a R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia. Os acionistas detentores de UNITs (BRBI11), formadas por 1 (uma) ação ordinária e 2 (duas) ações preferenciais, receberão, portanto, o correspondente a R$ 0,18 (dezoito centavos) por UNIT.  O pagamento será realizado em uma única parcela no dia 29 de maio de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte (data com) para ter direito a primeira parcela do dividendo da Mitre, anunciado em 12 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. A data de pagamento da 1ª parcela será em 28 de maio de 2026. O valor é R$ 0,04 por ação.

Terça, 19

Allos (ALOS3) 

A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos anunciado em 24 de março, é na terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026.

Quarta, 20

Petrobras (PETR3, PETR4)  

A Petrobras paga na quarta-feira, 20, a primeira parcela dos juros sobre o capital (JCP) no valor de R$ 0,32960457 por ação. Esse JCP foi anunciado em 5 de março e teve como data base (data de corte) a posição acionária de 22 de abril de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela será paga em 22 de junho de 2026, também integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Embraer (EMBJ3) 

A Embraer paga na quarta-feira, 20, JCP no valor de R$ 0,19 por ação, deliberado em 29/04/2025, cuja data-base foi em 15/12/2025.

Também paga  JCP no valor de R$ 0,09 por ação, deliberado em 07/08/2025, cuja data base foi em 15/12/2025.

A companhia também pagará JCP no valor de R$ 0,20 por ação, deliberado em 06/11/2025, cuja data base foi em 15/12/2025 .

A Embraer paga ainda o dividendo no valor de R$ 0,01 por ação, deliberado em 29/04/2026, cuja data base foi em 11/05/2026.

Klabin (KLBN11) 

A Klabin paga na quarta-feira, 20, a segunda parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e units passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 16 de dezembro de 2025.

Irani (RANI3) 

A Irani paga na quarta-feira, 20, o dividendo aprovado em 4 de maio no valor de R$ 5.170.387,00. Essa quantia equivale a R$ 0,02 por ação ordinária. Tem direito quem detinha ações da Irani em 7 de maio de 2026. As ações de emissão da companhia são negociadas ex-provento desde 8 de maio.

Quinta, 21

Banco Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg paga na quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.

Grendene (GRND3)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é na quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.

Sexta, 22

Localiza (RENT3) 

A Localiza paga na sexta-feira, 22, os JCP anunciados em 24 de março. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março, sendo que as ações, desde 30 de março são negociadas “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é R$ 0,52.

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Publicado às 7h58

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,03% 

Londres (FTSE 100): +0,08%

Japão (Nikkei 225): -0,49% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +1,08% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,05% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,52% (US$ 103,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,95% (US$ 81.185)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,21% (US$ 4.673)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,73% a 822,5 iuanes (US$ 120,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,05% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,10%. Nasdaq futuro caía 0,14%.

Notícias corporativas

Telefônica Brasil reporta lucro de R$ 1,26 bi, alta anual de 19,2%

A Telefônica Brasil (VIVT3, NYSE: VIV) divulgou nesta segunda-feira, 11, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 1,26 bilhão, alta de 19,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda registrou um aumento de 8,9% na base anual no 1T26, totalizando R$ 6,209 bilhões, com margem de 40,2%, crescimento de 0,5 p.p no ano.

A receita líquida totalizou R$ 15,4 bilhões, expansão de 7,4% em relação ao 1T25.

BTG Pactual (BPAC11) reporta lucro ajustado de R$ 4,80 bilhões no 1T26, alta anual de 42,3%

O BTG Pactual (BPAC11) divulgou nesta segunda-feira, 11, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 4,80 bilhões, alta de 42,3% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25)

Já o lucro líquido contábil totalizou R$ 4,570 bilhões no 1T26, alta de 4,1% na comparação trimestral e de 42,4% na comparação anual.

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) ficou em 26,6% no ano, queda em relação ao quarto trimestre de 2025, quando ficou em 27,6%, e alta em relação ao 1T25, quando foi de 23,2%.

A receita total foi recorde e atingiu R$ 9,96 bilhões, expansão trimestral de 0,8% e anual de 34,3%, considerando a consolidação do Banco Pan.

O Investment Banking registrou receitas de R$ 627,9 milhões no trimestre.

Corporate Lending entregou mais um trimestre de receitas recordes, totalizando R$ 2,332 bilhões, crescimento de 4,2% em relação ao 4T25 e de 20,7% na comparação anual.

A carteira de crédito expandiu 22% no ano.

Sales & Trading apresentou resultados sólidos e consistentes no trimestre, com receitas de R$ 1,877 bilhão.

Asset Management registrou receitas de R$ 783,4 milhões no trimestre, apoiadas pela contínua expansão das taxas de administração.

Wealth Management mais uma vez alcançou receitas recordes, totalizando R$ 1,516 bilhão, alta de 10,7% no trimestre e 44,6% na comparação anual, impulsionada pelo crescimento contínuo dos ativos e maior atividade de clientes, com captação líquida de R$34,9 bilhões.

O patrimônio líquido encerrou o período em R$74,5 bilhões, crescimento de 6,5% no trimestre.

Copasa (CSMG3) reporta lucro líquido de R$ 368,1 milhões no 1T26, queda de 14,1% no ano

A Copasa (CSMG3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 368,1 milhões, queda de 14,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda somou R$ 787,4 milhões, queda de 3,2% na base anual de comparação.

A receita líquida atingiu R$ 1,91 bilhão, leve alta de 2,5% em relação ao 1T25.

Riachuelo (RIAA3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em JCP

A Riachuelo (RIAA3) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 40 milhões de reais, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,07967127013 por ação.

A companhia explicou que o pagamento desse provento será realizado com recursos provenientes da venda de terrenos remanescentes da antiga unidade fabril localizada em Fortaleza.

“Esse movimento está alinhado à estratégia de melhoria da estrutura de capital da companhia”, afirmou a varejista.

O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026, após o recebimento da última parcela decorrente da transação.

Terão direito ao pagamento dos JCP acionistas da companhia em 13 de maio de 2026. Dessa forma, a partir de 14 de maio de 2026 (inclusive), as ações ordinárias de emissão da Riachuelo serão negociadas “ex-JCP” na B3.

Grupo SBF (SBFG3): conselho aprova cancelamento de 13,8 milhões de ações

O conselho de administração do Grupo SBF (SBFG3) aprovou o cancelamento de 13.891.336 ações ordinárias adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração em 13 de dezembro de 2024. Em decorrência do cancelamento, permanecem em tesouraria 398.281 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Considerando que a totalidade das ações objeto do programa de recompra Grupo SBF foi adquirida, o conselho de administração determinou o encerramento do programa. O capital social da companhia de R$ 1.939.821.719,89, passa a ser dividido em 230.663.994 ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.

O Grupo SBF informou, ainda, que será oportunamente convocada Assembleia Geral Extraordinária para ajustar o número de ações em que se divide o capital social.

Grupo Energisa (ENGI11) renova concessões em quatro estados

O Grupo Energisa (ENGI11) assinou na sexta-feira, 8, com o Ministério de Minas e Energia, contratos que renovam, por mais 30 anos, as concessões para o serviço de distribuição de energia elétrica nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe.

A companhia também anunciou previsão de investimentos de cerca de R$ 18 bilhões para os próximos cinco anos nos quatro estados, que, se somados, atendem 5,7 milhões de clientes.

“Ao viabilizar a assinatura antecipada dos contratos, o governo federal, poder concedente, por meio do Ministério de Minas e Energia, e a Aneel, órgão regulador, definiram e regulamentaram as condições essenciais para elevar o padrão de desempenho do setor, fortalecer a segurança jurídica e ampliar a capacidade de planejamento e de investimento de longo prazo das distribuidoras”, declara Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa. Exemplo disso é o incremento expressivo do valor de investimento previsto para o ciclo de 2026 a 2030 nos quatro estados em comparação ao período anterior: 41% na Paraíba, 38% em Mato Grosso, 32% em Sergipe e 18% em Mato Grosso do Sul.

Os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica, proporcionando maior qualidade, segurança e capacidade de atendimento à população, e criando as bases energéticas para o desenvolvimento regional, preservando a modicidade tarifária e o equilíbrio econômico-financeiro das concessões.

Light (LIGT3) tem concessão renovada até 2056

A Light (LIGT3) divulgou na noite de sexta-feira, 8, que foi assinado junto ao Ministério de Minas e Energia (Poder Concedente) o 8º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, prorrogando sua vigência pelo período de 30 anos, com vigência de 4 de junho de 2026 até 4 de junho de 2056 (renovação da concessão).

A renovação da concessão marca o início de um novo ciclo operacional para a Light Sesa, no qual a companhia reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos padrões de qualidade do serviço e atendimento prestado à sociedade dos 31 municípios em que atua no Estado do Rio de Janeiro, afirmou a companhia.

A renovação da concessão é também etapa relevante prevista no plano de recuperação judicial da Light, a partir da qual irão ocorrer outros eventos subsequentes entre eles as medidas relacionadas ao processo de capitalização das companhias, afirmou a empresa em um comunicado ao mercado.

CPFL conclui renovação de concessões por 30 anos

A CPFL Energia (CPFE3) informou na noite de sexta-feira, 8, que a CPFL Piratininga, a CPFL RGE e a CPFL Paulista (em conjunto, as concessionárias) concluíram o processo de assinatura dos Termos Aditivos aos respectivos Contratos de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, com efeitos imediatos das cláusulas contratuais e efetivação da prorrogação da concessão por mais 30 anos a partir de 23 de outubro de 2028 para a CPFL Piratininga, 6 de novembro de 2027 para a CPFL RGE e 20 de novembro de 2027 para a CPFL Paulista, de acordo com os despachos do Ministro de Estado de Minas e Energia.

As concessionárias distribuem energia elétrica para uma área de concessão que abrange 280.343 quilômetros quadrados, com uma população de aproximadamente 21,8 milhões de habitantes, atendendo aproximadamente 10,3 milhões de consumidores. Suas áreas de concessão cobrem 642 municípios, sendo 261 municípios do Estado de São Paulo e 381 municípios do Estado do Rio Grande do Sul.

Equatorial (EQTL3) assina termos de aditivo que estende o prazo de concessão de concessionárias 

A Equatorial (EQTL3) assinou o Sétimo Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica e o Quinto Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, que estende o prazo de concessão das concessionárias controladas Equatorial Pará Distribuidora de Energia (Equatorial Pará) e Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia (Equatorial Maranhão), para 28 de julho de 2058 e 11 de agosto de 2060, respectivamente.

A informação foi divulgada na sexta-feira, 8, após o fechamento do mercado.

A Equatorial Maranhão atende uma população de 7 milhões nos 217 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 7,4 bilhões.

A Equatorial Pará atende 8,7 milhões de habitantes nos 144 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 8,5 bilhões (base última revisão tarifária), ambas concessões apresentam indicadores de qualidade de serviço e de solidez financeira compatíveis com os critérios exigidos pelo Poder Concedente, afirmou a companhia.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Ggbr4, Bbas3, Itsa4, Itub4 e de Natu3. Acesse aqui o vídeo.

Divulgam resultado do 1T26 nesta segunda, 11:

Após o fechamento do mercado: Petrobras, Itaúsa, Energisa, Natura, Direcional, Hapvida, MRV, Grupo SBF, Track & Field, Dexxos, Terra Santa, Ferbasa.

Agenda de proventos desta semana:

Segunda, 11

JHSF (JHSF3) 

A JHSF paga nesta segunda-feira, 11, dividendo mensal no valor de R$ 0,06 por ação. A data base foi 29 de abril.

Copasa (CSMG3)

A Copasa paga nesta segunda-feira, 11, JCP anunciados em 12 de março. O valor por ação é R$ 0,46. A data de corte foi em 23 de março de 2026.

Banco Bmg (BMGB4)

A data de corte para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciados em 28 de abril, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 21 de maio de 2026 no valor de R$ 0,10 por ação.

Taesa (TAEE4, TAEE11)

A data de corte para ter direito aos JCP da Taesa, anunciado em 6 de maio, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55. O pagamento será em 26 de agosto de 2026.

Embraer (EMBJ3) 

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer deliberados em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 11. As ações e ADSs serão negociadas ex-dividendos na B3 e na NYSE a partir de 12 de maio de 2026. O valor equivale a R$ 0,01 por ação. O pagamento do dividendo será realizado à vista em 20 de maio de 2026.

Terça, 12

Brisanet (BRST3) 

A Brisanet paga na terça-feira, 12, os JCP anunciados em dezembro de 2025 no valor líquido de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2025, passando as ações a serem negociadas “ex-JCP” a partir de 22 de dezembro de 2025.

Whirlpool (WHRL4) 

A Whirlpool paga na terça, 12, dividendos intermediários no valor de R$ 0,03 por ação ordinária e R$ 0,04 por ação preferencial. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da companhia na segunda, 27 de abril. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 28 de abril.

Ecorodovias (ECOR3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Ecorodovias anunciado em 7 de maio, é na terça, 12. A partir de quarta, 13, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento será realizado a partir de 12 de junho de 2026 no valor de R$ 0,30 por ação.

Quarta, 13

Banco do Brasil (BBAS3) 

Segundo o calendário de proventos do Banco do Brasil divulgado em janeiro de 2026, o banco estatal deve anunciar na quarta, 13, o pagamento de provento complementar. 

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga na quarta-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,001248637 por ação e JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. As ações são negociadas ex-direito a esses proventos desde 24 de abril.

Minerva (BEEF3) 

A Minerva paga na quarta, 13, dividendo aprovado por em 28 de abril no montante total de R$ 30,7 milhões. O valor a ser pago é de R$ 0,03 por ação. Tem direito acionistas da companhia na data-base de 28 de abril de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 29 de abril de 2026.

Gerdau e da Metalúrgica

A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação no dia 10 de junho. A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação no dia 9 de junho.

Log (LOGG3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,36 por ação ordinária será realizado em 30 de junho de 2026.

Riachuelo (RIAA3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Riachuelo anunciados em 8 de maio, é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor bruto estimado é de R$ 0,07 por ação. O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026.

Quinta, 14

União Pet (AUAU3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da União Pet anunciado em 26 de janeiro, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 25,9 milhões. Essa quantia corresponde à R$ 0,03 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 29 de maio de 2026.

Eztec (EZTC3)

A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da Eztec anunciado em 7 de maio, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,10 por ação ordinária será pago aos acionistas até 29 de maio de 2026.

Alupar (ALUP11) 

A data de corte para ter direito ao dividendo intercalar da Alupar anunciado em 7 de maio, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor soma R$ 69,2 milhões e corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento ocorrerá em até 60 dias contados da aprovação, que foi em 7 de maio.

Sexta, 15

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A Caixa Seguridade paga na sexta-feira, 15, os dividendos intermediários no montante de R$ 990 milhões anunciados em 30 de janeiro. O valor por ação é de R$ 0,33. O pagamento tem como base a posição acionária de 30 de abril de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos desde 4 de maio de 2026.

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Publicado às 8h01 – atualizado às 9h com resultado do Banco ABC

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h59)

Alemanha (DAX): -0,31% 

Londres (FTSE 100): -0,68%

Japão (Nikkei 225): +5,80% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,48% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +1,57% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,28% (US$ 98,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,83% (US$ 81.067)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,11% (US$ 4.746)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,62% a 817 iuanes (US$ 119,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h58 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,04% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,10%. Nasdaq futuro subia 0,07%.

Notícias corporativas

Banco ABC Brasil (ABCB4) tem lucro de R$ 230,2 milhões no 1T26, alta de  2,1% no ano

O Banco ABC Brasil (ABCB4) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 230,2 milhões, crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25).

O Retorno sobre Patrimônio Anualizado (ROAE) foi de 13,5%, redução de 54 pontos base no comparativo anual, principalmente influenciado pelo aumento do custo de crédito e por uma menor atividade de Banco de Investimentos.

A Margem Financeira atingiu R$647,8 milhões no 1T26, apresentando um crescimento de 14,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior – e com expansão em todos os seus três componentes.

Já a NIM (taxa anualizada da Margem Financeira Gerencial) foi de 4,1% a.a. no trimestre, uma expansão de 34 pontos-base em relação ao 1T25.

A Carteira de Crédito Expandida encerrou o trimestre em R$54,4 bilhões, apresentando um crescimento de 6,3% nos últimos 12 meses.

Destaque para o segmento Middle que apresentou uma expansão de 24,5% na comparação anual.

As Operações com Atraso +90 Dias apresentaram uma estabilidade no comparativo trimestral, encerrando o 1T26 em 0,5% da Carteira de Crédito Expandida – patamar abaixo da média histórica.

Os Índices de Cobertura medidos como Saldo de Provisão/Atraso +90 Dias e Saldo de Provisão/Estágio 3 encerraram o trimestre em 447% e 82%, respectivamente.

A Despesa de Provisão Ampliada/Carteira Expandida encerrou o trimestre em 0,8% (em bases anualizadas), redução de 8 pontos-base em relação ao 4T25 e aumento de 34 pontos-base em relação ao 1T25.

Brava (BRAV3) tem prejuízo no 1T26

A Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$ 350 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26). Dessa forma, reverte o lucro de R$ 829 milhões do mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado foi de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.

A receita líquida cresceu 9% no período, para R$ 3,13 bilhões.

Lucro da Cogna (COGN3) cresce no 1T26

A Cogna (COGN3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 141,4 milhões, alta de 48,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Já o lucro líquido ajustado cresceu 30% no ano, para R$ 200,8 milhões.

O Ebitda recorrente consolidado da companhia foi de R$ 679,6 milhões, crescimento de 22,2% na base anual de comparação. A margem Ebitda recuou 2,5 pontos percentuais.

A receita líquida atingiu R$ 2,14 bilhões, expansão de 31,9% na comparação anual.

Minerva (BEEF3): Lucro recua no 1T26

A Minerva (BEEF3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 87,3 milhões, queda de 52,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda no 1T26 somou R$ 1,1 bilhão, crescimento de 16,2% na base anual de comparação.

A receita líquida consolidada da Minerva atingiu R$ 13,4 bilhões, aumento de 19,8% na base anual.

Vibra Energia (VBBR3) reporta lucra R$ 1,61 bi no 1T26

A Vibra Energia (VVBR3) teve lucro líquido de R$ 1,61 bilhão no primeiro trimestre de 2026. Esse valor corresponde à alta de 168% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ajustado da distribuidora foi R$ 3,2 bilhões, alta de 58% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Excluindo efeitos não recorrentes, o Ebitda ajustado recorrente foi de R$ 2,26 bilhões, crescimento de 63%.

A receita líquida ajustada atingiu R$ 48,3 bilhões, expansão de 7% em relação ao 1T25.

Lucro da Porto (PSSA3) cresce no 1T26 

A Porto (PSSA3) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente (que exclui fatores não recorrentes, como um efeito contábil positivo de R$ 185 milhões ligado à incorporação de uma subsidiária) de R$ 958 milhões, crescimento de 15,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Já o lucro líquido somou R$ 1,13 bilhão, alta de 36,3% na base anual de comparação.

Na vertical de seguros, a companhia teve expansão de 49% no resultado, com retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 34%. As demais verticais, de Saúde, Banco e Serviços, representaram 51% do resultado total, todas com ROAE acima de 22%.

O grupo teve receitas totais em R$ 11 bilhões, com avanço de 10% quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado. O resultado financeiro, por sua vez, foi de R$ 307 milhões no trimestre, com queda de 20%.

A Porto decidiu manter as projeções para o resultado financeiro em 2026 dentro do intervalo de R$ 1,4 bilhão a R$ 1,8 bilhão.

Taesa reporta lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões no 1T26

A Taesa (TAEE4, TAEE11) divulgou na quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões, aumento de 2,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda regulatório do 1T26 atingiu R$ 562,1 milhões, 10,3% maior que o registrado no 1T25, e a margem Ebitda atingiu 85,8% (+0,5pp versus 1T25). Segundo a companhia, o desempenho do Ebitda e margem Ebitda é explicado pela entrada em operação de Pitiguari e entrada parcial de Tangará e Saíra (2ª fase) e energizações dos reforços na TSN e São Pedro, reajuste inflacionário da RAP, menor Parcela Variável, e crescimento dos custos e despesas operacionais levemente acima da inflação. 

A receita líquida regulatória no 1T26 alcançou R$ 655,5 milhões, 9,6% maior que o registrado no 1T25.

Taesa anuncia pagamento de R$ 192,5 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11), em reunião realizada nesta quarta-feira, 6, aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 192.574.249,62, a título de juros sobre capital próprio (JCP), com base no lucro distribuível apurado em 31 de março de 2026.

O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18633271466. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55899814398.

O pagamento do JCP ocorrerá no dia 26 de agosto de 2026, com base na posição acionária do dia 11 de maio de 2026. A partir do dia 12 de maio de 2026, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-JCP” na B3 S.A. – Brasil, Bolsa e Balcão. Do valor a ser pago a título de JCP será deduzido o Imposto de Renda na Fonte, conforme legislação em vigor, exceto para os acionistas que sejam imunes ou isentos.

Aura Minerals (AURA33) anuncia dividendo 

A Aura Minerals (B3: AURA33; Nasdaq: AUGO) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendo de US$ 0,78 por ação ordinária. O dividendo será pago em dólares americanos no dia 26 de maio de 2026.

Os detentores dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da companhia receberão US$ 0,26 por BDR (uma vez que 1 ação da Aura equivale a 3 BDRs) e devem receber o pagamento até 5 de junho de 2026. A data com (data de corte) é 19 de maio. Eles receberão o valor em Reais com base na taxa de câmbio de mercado, que será divulgada em um comunicado ao mercado antes da data de pagamento. Como exemplo, caso fosse utilizada a taxa de câmbio do fechamento de 5 de maio de 2026 (BRL 4,9236 por USD) o valor seria de R$ 1,280136 por BDR. Este valor será revisto conforme a taxa de câmbio do fechamento na data prévia ao pagamento.

A Aura também divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26). O lucro líquido foi de US$ 95,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 73,2 milhões no mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado somou R$ 109,4 milhões, alta de 307% na base anual de comparação, impulsionado pela melhora nos resultados das operações e menores despesas financeiras frente ao 4T25 e ao 1T25, além de menores impostos correntes em Borborema e Almas, em função de benefícios fiscais no Brasil (Sudene e Sudam).

O Ebitda ajustado foi recorde impulsionado por maior produção/vendas e preços dos metais, e no 1T26 atingiu US$ 243,8 milhões, alta de 17% frente ao 4T25 e 199% em relação ao 1T25.

A Receita Líquida também foi recorde e no 1T26 atingiu US$ 382,6 milhões, alta de 19% frente ao 4T25 e 136% em relação ao 1T25, impulsionada pelos preços mais elevados do ouro e pela produção.

Auren reverte lucro e tem prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26

A Auren Energia (AURE3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 601,6 milhões. Dessa forma reverte o resultado positivo de R$ 54 milhões registrado no mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado atingiu R$ 925,9 milhões, queda de 23,2% na base anual de comparação. Segundo a companhia, o resultado é reflexo de um resultado menor da comercializadora, do menor recurso eólico e solar e da menor geração hidrelétrica das usinas do MRE.

A receita líquida somou R$ 3,074 bilhões, alta de 4,1% no ano.

Axia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,63 bi no 1T26

A Axia (AXIA3, AXIA6) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 2,63 bilhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 354 milhões do primeiro trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado foi de R$ 3,7 bilhões, contra prejuízo de R$ 80 milhões no 1T25.

O Ebitda Regulatório Ajustado atingiu R$ 8,6 bilhões no 1T26, aumento de 60% frente ao 1T25,

No 1T26 a Receita Operacional Líquida somou R$ 12,7 bilhões, crescimento de 22,1% na base anual de comparação.

Axia inicia processo de sucessão do CEO 

A Axia (AXIA3) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração deliberou pelo início do processo de sucessão na companhia envolvendo um conjunto estruturado de iniciativas e evolução de seu modelo organizacional, considerando o término do mandato do atual presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro, em 30 de abril de 2027. O colegiado aprovou, com efeitos a partir de 1º de junho de 2026, a criação de uma vice-presidência executiva, com caráter transitório até abril de 2027 e vinculada diretamente ao presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro. Essa posição será ocupada por Élio Wolff, atual vice-presidente de estratégia e de desenvolvimento de negócios.

As vice-presidências de engenharia e projetos, de comercialização e soluções em energia, de tecnologia e inovação, de operações e segurança, de aprendizado, gente e serviços, e de regulação, institucional e mercado passarão a se reportar, durante o período de transição, à nova vice-presidência executiva.

As vice-presidências de governança e sustentabilidade, finanças e relações com investidores, e jurídica continuam se reportando ao presidente da Axia.

Todas as vice-presidências voltam a se reportar diretamente ao presidente da companhia em 1° de maio de 2027, mês em que ocorrerá o fim do período de transição; e a vice-presidência de estratégia e desenvolvimento de negócios será extinta em 1º de junho de 2026 e suas atribuições atuais serão divididas entre as vice-presidências de finanças e relações com investidores e aprendizado, gente e serviços.

As iniciativas aprovadas pelo conselho de administração inserem-se em um processo estruturado de sucessão e desenvolvimento de lideranças, conduzido com o apoio de assessoria especializada, explicou a Axia.

“Além de garantir uma transição organizada, previsível e responsável, este processo amplia a prontidão sucessória, fortalece o pipeline de lideranças e preserva capacidades críticas da companhia”, destacou a companhia.

O conselho de administração também aprovou a alocação do montante de até R$ 4 bilhões, para fins de resgate de ações preferenciais de classe “C” (PNC) ao longo do exercício social de 2026. A Axia esclareceu que referido montante aprovado constitui previsão orçamentária, e não representa obrigação, compromisso ou garantia de que os resgates de ações PNC venham a ser realizados ou que o montante aprovado venha a ser integralmente utilizado ao longo do exercício social de 2026.

Assim, não foram aprovados os montantes e o cronograma de resgate ao longo do exercício de 2026, ou seja, a deliberação aprovada não constitui a efetiva declaração de aprovação de resgate das ações PNC, o que ainda estará sujeito à aprovação específica do conselho de administração, nos termos do estatuto social da companhia e da regulamentação aplicável.

A companhia informou, também, que vem mantendo contato junto à B3 para a definição de procedimentos operacionais e prazos adequados para implementação do resgate e/ou conversão das ações PNC.

Uma vez definidos esses procedimentos e prazos, a Axia pretende submeter, em momento oportuno, as matérias pertinentes à deliberação de seu conselho de administração, quando divulgará comunicações específicas ao mercado acerca do início do processo de resgate e/ou da conversão das ações PNC.

Bradesco reporta lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões, alta anual de 16,1%

O Bradesco (BBDC4) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões no período, alta de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado (1T25) e crescimento de 4,5% frente ao trimestre anterior (4T25). É o nono trimestre seguido de aumento do lucro líquido.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) do Bradesco ficou em 15,8% no primeiro trimestre, alta de 0,6 ponto percentual na comparação trimestral e alta de 1,4 p.p em relação ao mesmo período de 2025.

As Receitas cresceram 14% ano/ano, sendo o principal driver de melhora da rentabilidade.

A margem financeira bruta com clientes cresceu 2% no trimestre e 16,3% em 12 meses, impulsionada pelo aumento do volume médio das operações, margem de passivos e spreads com demais operações com clientes.

A carteira de crédito expandida atingiu R$ 1,1 trilhão no período, enquanto a provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 9,7 bilhões.

A inadimplência acima de 90 dias apresentou leve aumento no trimestre, alcançando 4,2%, influenciado pelas operações de capital de giro com garantias, que possuem dinâmica específica de recuperação, impactando o indicador de MPME em 0,2 p.p. O indicador de atraso para Pessoas Físicas apresentou estabilidade no período.

Vivara anuncia recompra de ações

O conselho de administração da Vivara (VIVA3) aprovou a criação de um novo programa de recompra de ações ordinárias de sua emissão. A informação foi divulgada na noite de quarta-feira, 6. A companhia poderá adquirir até 10% das ações ordinárias em circulação, o que, nesta data, representa até 12.369.833 ações. O programa encerra em 6 de maio de 2027.  

Divulgam resultado do 1T26 nesta quinta, 7:

Antes da abertura do mercado: Porto.

Após o fechamento do mercado: B3, Caixa Seguridade, Localiza, Engie Brasil, Cemig, Rumo, Allos, Taesa, Lojas Renner, Alupar, Fleury, JHSF, Mdias Branco, Alpargatas, Magazine Luiza, Ecorodovias, Vivara, Banco ABC, Simpar, Azzas, Grendene, Eztec, PetroReconcavo, União Pet, Yduqs, Camil, LWSA, Plano&Plano, BR Partners, Brasil Agro, Randoncorp, Ouro Fino, Wiz, Allied, Mitre, HBR, Lojas Quero Quero.

Paga provento nesta quinta, 7: Santander Brasil (SANB11) 

O Banco Santander Brasil paga a partir de quinta-feira, 7, os juros sobre o capital próprio anunciados em 10 de abril. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,44. O valor por ação PN é R$ 0,23; e por ação ON é R$ 0,21. Tem direito as pessoas inscritas nos registros da companhia no final do dia 20 de abril de 2026 (inclusive). Dessa forma, desde 22 de abril (inclusive), as ações são negociadas “ex-JCP”.

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