Mercados nesta segunda, minério, petróleo, notícia da Cyrela e de várias outras empresas

Publicado às 7h40
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h39)
Alemanha (DAX): -0,71%
Londres (FTSE 100): +0,10%
Japão (Nikkei 225): -3,74% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -1,70% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -1,22% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +4,17% (US$ 96,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: +4,57% (US$ 63.232)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,90% (US$ 4.4325)
Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,78% aos 759 iuanes (US$ 112,18). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h38 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,24%. Nasdaq futuro subia 0,53%.
Notícias corporativas
Cyrela (CYRE3) poderá recomprar até 9,68 milhões de ações
O conselho de administração da Cyrela (CYRE3) aprovou o cancelamento de 3.353.550 ações preferenciais atualmente mantidas em tesouraria; e a criação de novo programa de recompra, tendo por objeto a aquisição de até 9.680.000 ações ordinárias de emissão da companhia e até 4.800.000 ações preferenciais. As informações constam em um fato relevante enviado ao mercado na noite de domingo, 7.
A companhia destacou que o cancelamento de ações aprovado será efetivado sem a redução da cifra do capital social.
O programa de recompra encerra em 8 de dezembro de 2027. Atualmente estão em circulação 273.767.156 ações ordinárias.
A Cyrela destacou que o principal objetivo é permitir a aplicação de recursos disponíveis na aquisição das ações em bolsa, a preços de mercado, visando a fomentar a geração de valor para seus acionistas.
A aquisição das ações no âmbito do programa poderá se destinar à manutenção em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado ou mesmo sua eventual destinação a participantes no âmbito de planos de incentivos baseados em ações da companhia que eventualmente venham a ser aprovados.
Braskem se manifesta sobre matéria de jornal de que ‘deve dar calote em juros de bonds’
A Braskem (BRKM5) se manifestou sobre as informações veiculadas no jornal Valor Econômico sob o título: “Braskem deve dar calote em juros de bonds”.
Na matéria consta a informação que, avaliando entrar em processo de recuperação extrajudicial, a Braskem não deve quitar a dívida de US$ 150 milhões referente ao pagamento de juros de títulos emitidos no exterior que vence em julho e nem os vencimentos de agosto. Diante dos vencimentos relevantes que a empresa terá a partir de julho, com o pagamento de juros dos bonds de 2028, 2030, 2031, 2041 e 2050 já no mês que vem, a companhia tenta uma negociação para obter o apoio de um terço dos credores para conseguir protocolar o processo extrajudicial antes disso, reporta o Valor. Se não tiver esse apoio, uma recuperação judicial não está descartada, disseram as fontes do jornal.
A Braskem esclareceu que em 26 de setembro de 2025 contratou assessores financeiros e jurídicos especializados para auxiliar na elaboração de um diagnóstico abrangente de alternativas econômico financeiras para otimização da sua estrutura de capital.
Segundo a companhia, as análises decorrentes do referido diagnóstico ainda estão em curso, sendo que a companhia e seus assessores vêm avançando de forma estruturada nas tratativas junto aos assessores dos credores.
“No curso dos referidos trabalhos, a companhia e seus assessores consideram diferentes alternativas, incluindo eventuais medidas de reprogramação de suas obrigações financeiras e proteção contra credores”, afirmou a Braskem, destacando que até 5 de junho não havia qualquer decisão formal acerca da alternativa (ou conjunto de alternativas) a ser(em) implementadas.
Morgan Stanley redução participação na Totvs
O Morgan Stanley reduziu participação na Totvs (TOTS3) conforme informado pela companhia brasileira na noite de sexta-feira, 5. O Morgan Stanley, de forma agregada e por meio de suas subsidiárias, atingiu posição / exposição equivalente a 2.6% do número total de ações ordinárias da Totvs. O Morgan Stanley informou que a alienação da participação acionária não visa alterar o controle acionário ou a estrutura administrativa da companhia.
Raízen (RAIZ4) protocola plano de recuperação extrajudicial junto à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de SP
A Raízen (RAIZ4) protocolou seu Plano de Recuperação Extrajudicial junto à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A informação consta em fato relevante arquivado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na madrugada de sábado, 6.
No documento a Raízen informa que o Plano conta com a adesão relevante de todos os grupos de credores (detentores de títulos internacionais, títulos locais e bancos) totalizando um apoio de 75,45% dos créditos financeiros e quirografários abrangidos pela Recuperação Extrajudicial e pelo Plano, cujo valor total é de R$ 64,7 bilhões, excluídos os créditos intercompany.
Ainda segundo a companhia, o Plano estabelece os meios e opções de pagamento dos Créditos Reestruturados, a serem escolhidas pelo respectivo credor, incluindo a substituição dos Créditos Reestruturados por novos instrumentos de dívida e a conversão de parcela dos referidos créditos em participação acionária na companhia.
Dentre as principais medidas contempladas no Plano, destacam-se:
(i) o aumento de capital no montante de R$ 3,5 bilhões pela Shell, a ser integralizado em dinheiro na data de fechamento e, caso venha a aderir, de R$ 500 milhões pela Aguassanta Participações, da família de Rubens Ometto Silveira Mello, acionista controlador da Cosan, ambos recebendo ações ordinárias;
(ii) a conversão de 45% dos Créditos Reestruturados em participação acionária, por meio de Units que serão compostas por uma ação ordinária e uma ação preferencial de emissão da Raízen, ao preço de emissão de R$ 0,50 por Unit, o que implica um valor de referência de R$ 0,25 por ação; (iii) a substituição, refinanciamento ou aditamento dos 55% remanescentes dos Créditos Reestruturados por novos títulos de dívida (Novas Notas RSA e Novas Notas RESA); e
(iv) a implementação de medidas estruturais adicionais, incluindo segregação de ativos, avanço na agenda de desinvestimentos e reorganizações societárias.
O Plano contempla, ainda, uma opção de pagamento com deságio significativo sobre o valor dos Créditos Reestruturados, bem como uma opção com mecanismo de pagamento antecipado em dinheiro e com desconto para credores com créditos de menor valor, sujeito ao limite global agregado previsto no Plano, de aproximadamente R$ 150 milhões.
“O Plano representa uma solução abrangente para a reestruturação do endividamento financeiro do Grupo Raízen, tendo como objetivo equacionar as necessidades de liquidez de curto e médio prazo e estabelecer uma estrutura de capital sustentável no longo prazo”, afirma a companhia no fato relevante, destacando que, com a sua implementação, espera reduzir significativamente sua alavancagem, preservar a continuidade operacional e assegurar tratamento equitativo aos credores.
A Raízen ressalta também que o Plano deverá gerar liquidez relevante e reduzir os desembolsos nos próximos anos, aliviando o fluxo de caixa e posicionando a companhia para retomada de sua trajetória de geração de valor.
O Plano seguirá para oportuna homologação pelo Juízo da Recuperação Extrajudicial, observado o período de 30 dias para eventuais objeções dos credores, de forma a vincular a companhia, seus credores (apoiadores, ausentes ou dissidentes) e respectivos Créditos Reestruturados aos termos, condições e opções de pagamento estabelecidos pelo Plano.
A Raízen reafirmou que a Recuperação Extrajudicial possui escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange as obrigações do Grupo Raízen com seus clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de negócios, as quais permanecem vigentes e continuarão sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos.
Banco Inter obtém licença para lançar sua filial nos EUA
A Inter & Co (B3: INBR32; Nasdaq: INTR) divulgou que o Banco Inter recebeu a licença do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para lançar e operar sua filial na Flórida, Estados Unidos (US Branch).
Em janeiro de 2026 a companhia informou que o Banco Inter havia recebido as aprovações do Federal Reserve e do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para estabelecer a US Branch. Com a obtenção da licença emitida pelo OFR, o Banco Inter está autorizado a iniciar as operações da filial.
A US Branch vai emitir diretamente seus próprios cartões de débito e crédito e oferecer produtos bancários e de crédito regulamentados sem depender de bancos parceiros terceirizados.
“A companhia pretende migrar seus atuais 5,5 milhões de clientes de conta global para esta nova estrutura, um movimento estratégico projetado para otimizar o mix de captação (funding), reduzir custos operacionais e apoiar sua próxima fase de crescimento internacional”, afirmou a Inter & Co em um comunicado.
Azevedo & Travassos (AZEV4) vende participação de 10% na Rota Verde Goiás
A Azevedo & Travassos (AZEV4) informou que, por meio da Azevedo & Travassos Investimentos (AT Investimentos), negociou a alienação de 10% das ações da sua subsidiária Rota Verde Goiás (RVG) com a Jive Investimentos pelo valor de R$ 34 milhões de reais.
“A operação reforça a estratégia de atuação da AT Investimentos como plataforma de investimentos em infraestrutura, baseada na originação, desenvolvimento e desinvestimento disciplinado de ativos”, afirmou a companhia em um fato relevante.
Os recursos provenientes da operação serão direcionados conforme as diretrizes de alocação de capital da companhia, incluindo o suporte a novos investimentos e o cumprimento de compromissos estratégicos já assumidos.
A companhia ressaltou que a AT Investimentos permanece ativa na gestão de seu portfólio, avaliando continuamente oportunidades de investimento e desinvestimento, em linha com sua estratégia de otimização de capital e geração de valor no longo prazo.
União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro
A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).
Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.
Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.
As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.
A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.
A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.
Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.
A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.
Consultada pela reportagem da Agência Brasil, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.
Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.
Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.
Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.
A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.
Estudo de ações da Bolsa
Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Suzb3, Klbn11, Csna3 e de outros ativos. Acesse o vídeo aqui.
Agenda de proventos da semana:
Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.
Terça, 9
Gerdau (GGBR4)
A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação na terça-feira, 9. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.
Camil (CAML3)
A Camil paga na terça-feira, 9, a segunda parcela de dividendo anunciado em dezembro de 2025. O valor da parcela é de R$ 0,07 por ação. A data-base foi 29 de maio de 2026.
JHSF (JHSF3)
A JHSF paga na terça-feira, 9, dividendo mensal no valor de R$ 0,06. A data-base foi em 28 de maio.
Quarta, 10
Metalúrgica Gerdau (GOAU4)
A Metalúrgica Gerdau paga dividendo no valor de R$ 0,08 por ação na quarta-feira, 10. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.
Grendene (GRND3)
A Grendene para na quarta-feira, 10, dividendo no valor de R$ 0,22 aprovado em 02/12/2025. Também paga dividendo no valor de R$ 0,02 aprovado em 7 de maio de 2026. A companhia paga ainda o valor bruto de R$ 0,03 na forma de JCP aprovado em 7 de maio de 2026.
Alupar (ALUP11)
A Alupar paga na quarta-feira, 10, o dividendo aprovado na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 16 de abril de 2026. O montante é de R$ 9,88 milhões e corresponde a R$ 0,01 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,01 por ação preferencial (ALUP4); e a R$ 0,03 por unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 16 de abril de 2026. Desde 17 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos.
Quinta, 11
Banco do Brasil (BBAS3)
O Banco do Brasil paga na quinta-feira, 11, os JCP anunciados em 13 de maio no valor por ação de R$ 0,08. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP. Também na quarta-feira, 11, o Banco do Brasil paga o valor por ação de R$ 0,05 em juros sobre o capital anunciados em 20 de maio. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP.
Log (LOGG3)
A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é na quinta, 11. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O valor total do pagamento soma R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 2,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.
Sexta, 12
Ferbasa (FESA4)
A Ferbasa paga na sexta, 12, a segunda parte dos JCP anunciados em 29 de outubro/25. O valor líquido é de R$ 0,32 para cada ação ordinária e de R$ 0,36 para cada ação preferencial. A data de corte foi em 05/11/2025. As ações da companhia são negociadas “ex-direitos” aos JCP no dia 06/11/2025 em diante.
Ecorodovias (ECOR3)
A Ecorodovias paga a partir de sexta-feira, 12, dividendo referente ao exercício social de 2025, no montante de R$ 210,3 milhões, correspondentes a R$ 0,30 por ação ordinária. Tem direito acionistas detentores de ações ao final do dia 12 de maio de 2026, sendo que, a partir de 13 de maio de 2026, as ações são negociadas “ex-dividendos”.
Mitre (MTRE3)
A Mitre paga na sexta-feira, 12, a segunda parcela do dividendo anunciado em 12 de maio no valor de R$ 0,04 por ação. Essa segunda parcela teve data de corte em 01/06/2026.
Even (EVEN3)
A Even paga na sexta, 12, dividendos intercalares no valor de R$ 0,15 por ação. As ações da companhia são negociadas ex-dividendo desde 2 de junho.







