Axia inicia processo de sucessão do CEO 

6 de maio de 2026 Por Redação

 

Publicado às 20h05

A Axia (AXIA3) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração deliberou pelo início do processo de sucessão na companhia envolvendo um conjunto estruturado de iniciativas e evolução de seu modelo organizacional, considerando o término do mandato do atual presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro, em 30 de abril de 2027. O colegiado aprovou, com efeitos a partir de 1º de junho de 2026, a criação de uma vice-presidência executiva, com caráter transitório até abril de 2027 e vinculada diretamente ao presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro. Essa posição será ocupada por Élio Wolff, atual vice-presidente de estratégia e de desenvolvimento de negócios.

As vice-presidências de engenharia e projetos, de comercialização e soluções em energia, de tecnologia e inovação, de operações e segurança, de aprendizado, gente e serviços, e de regulação, institucional e mercado passarão a se reportar, durante o período de transição, à nova vice-presidência executiva. 

As vice-presidências de governança e sustentabilidade, finanças e relações com investidores, e jurídica continuam se reportando ao presidente da Axia. 

Todas as vice-presidências voltam a se reportar diretamente ao presidente da companhia em 1° de maio de 2027, mês em que ocorrerá o fim do período de transição; e a vice-presidência de estratégia e desenvolvimento de negócios será extinta em 1º de junho de 2026 e suas atribuições atuais serão divididas entre as vice-presidências de finanças e relações com investidores e aprendizado, gente e serviços. 

As iniciativas aprovadas pelo conselho de administração inserem-se em um processo estruturado de sucessão e desenvolvimento de lideranças, conduzido com o apoio de assessoria especializada, explicou a Axia. 

“Além de garantir uma transição organizada, previsível e responsável, este processo amplia a prontidão sucessória, fortalece o pipeline de lideranças e preserva capacidades críticas da companhia”, destacou a companhia. 

Ações classe “C”

O conselho de administração também aprovou a alocação do montante de até R$ 4 bilhões, para fins de resgate de ações preferenciais de classe “C” (PNC) ao longo do exercício social de 2026. A Axia esclareceu que referido montante aprovado constitui previsão orçamentária, e não representa obrigação, compromisso ou garantia de que os resgates de ações PNC venham a ser realizados ou que o montante aprovado venha a ser integralmente utilizado ao longo do exercício social de 2026. 

Assim, não foram aprovados os montantes e o cronograma de resgate ao longo do exercício de 2026, ou seja, a deliberação aprovada não constitui a efetiva declaração de aprovação de resgate das ações PNC, o que ainda estará sujeito à aprovação específica do conselho de administração, nos termos do estatuto social da companhia e da regulamentação aplicável. 

A companhia informou, também, que vem mantendo contato junto à B3 para a definição de procedimentos operacionais e prazos adequados para implementação do resgate e/ou conversão das ações PNC. 

Uma vez definidos esses procedimentos e prazos, a Axia pretende submeter, em momento oportuno, as matérias pertinentes à deliberação de seu conselho de administração, quando divulgará comunicações específicas ao mercado acerca do início do processo de resgate e/ou da conversão das ações PNC. 

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