Arquivos B3 - Finance News https://financenews.com.br/tag/b3/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Sat, 20 Jun 2026 22:50:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos B3 - Finance News https://financenews.com.br/tag/b3/ 32 32
Ofertas subsequentes na B3 captaram R$ 22 bilhões no primeiro semestre https://financenews.com.br/2026/06/ofertas-subsequentes-na-b3-captaram-r-22-bilhoes-no-primeiro-semestre/ https://financenews.com.br/2026/06/ofertas-subsequentes-na-b3-captaram-r-22-bilhoes-no-primeiro-semestre/#respond Sat, 20 Jun 2026 22:50:48 +0000 https://financenews.com.br/?p=209274   Publicado às 19h49 Entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas oito ofertas subsequentes […]

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Publicado às 19h49

Entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas oito ofertas subsequentes de ações na B3, a bolsa do Brasil, que captaram aproximadamente R$ 22 bilhões. O volume representa um crescimento de 436% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram captados R$ 4 bilhões, em cinco ofertas.

As ofertas subsequentes, também conhecidas como follow-ons, são novas ofertas públicas de ações realizadas por empresas que já realizaram seu IPO (Oferta Pública Inicial) na bolsa. As empresas podem voltar ao mercado para realizar novas ofertas de ações sempre que desejarem e as operações precisam ser aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

“Os follow-ons são uma alternativa para o financiamento das empresas já listadas, utilizando as ferramentas do mercado de capitais. Os motivos para a realização de uma oferta subsequente variam, a companhia pode colocar à venda uma parte de suas ações com o intuito de levantar recursos para determinado projeto ou algum sócio pode optar por vender sua parte das ações”, comenta Leonardo Resende, superintendente de Relacionamento com Empresas e Estruturadores de Ofertas da B3.

Algumas das vantagens da realização de um follow-on para as empresas listadas são:

  • Aumento da visibilidade no mercado devido à nova oferta de ações;
  • Possibilidade de captar recursos para o financiamento de projetos;
  • Aumento de liquidez, já que a oferta subsequente disponibiliza novas ações da companhia no mercado, fazendo com que o volume de negociação cresça.

As ofertas subsequentes de ações podem ser classificadas como primária ou secundária. Na oferta primária, é a própria empresa que emite novas ações para o mercado, ampliando o capital social e a base de acionistas. Nesse modelo, os recursos captados vão para o caixa da companhia.

Já na oferta secundária, as ações disponibilizadas são de titularidade de acionistas que colocam seus papéis à venda com a finalidade de reduzir ou finalizar a participação no negócio. Nesse caso, o valor captado vai para esses acionistas.

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B3: conselho aprova pagamento de juros sobre o capital. Veja os detalhes:  https://financenews.com.br/2026/06/b3-conselho-aprova-pagamento-de-juros-sobre-o-capital-veja-os-detalhes/ https://financenews.com.br/2026/06/b3-conselho-aprova-pagamento-de-juros-sobre-o-capital-veja-os-detalhes/#respond Thu, 18 Jun 2026 23:59:53 +0000 https://financenews.com.br/?p=209219 Publicado às 20h58 O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou nesta quinta-feira, 18, o […]

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Publicado às 20h58

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou nesta quinta-feira, 18, o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor total de R$ 356 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,07109696 por ação, cujo pagamento será em 07/07/2026 pelo valor líquido estimado de R$ 0,05865499 por ação.

O conselho aprovou também juros sobre capital próprio extraordinários referentes aos saldos não utilizados em exercícios anteriores, no valor total de R$ 750 milhões, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,14978292 por ação, cujo pagamento também será em 07/07/2026, pelo valor líquido estimado de R$ 0,12357091 por ação. 

As ações da companhia serão negociadas na condição “com” até o dia 24 de junho de 2026 (data de corte), inclusive, e na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 25 de junho de 2026.

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B3 (B3SA3) divulga dados operacionais de maio  https://financenews.com.br/2026/06/b3-b3sa3-divulga-dados-operacionais-de-maio-2/ https://financenews.com.br/2026/06/b3-b3sa3-divulga-dados-operacionais-de-maio-2/#respond Wed, 17 Jun 2026 00:31:07 +0000 https://financenews.com.br/?p=209101 Publicado às 21h29 A B3 (B3SA3) divulgou na noite desta terça-feira os dados operacionais de […]

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Publicado às 21h29

A B3 (B3SA3) divulgou na noite desta terça-feira os dados operacionais de maio de 2026. 

No segmento de renda variável, o volume financeiro médio diário negociado em ações foi de R$ 31,6 bilhões em maio, alta de 16,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. O mercado à vista movimentou R$ 30,38 bilhões por dia, avanço de 16,3%.

Ainda de acordo com dados da B3, no segmento de derivativos o volume médio diário total caiu 13,6% em relação a maio de 2025, para 10,33 milhões de contratos.

O número de pessoas físicas com investimentos na bolsa chegou a 5,66 milhões, crescimento de 6,1% em relação a maio do ano passado.

Veja mais detalhes na tabela abaixo:

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B3 fecha no feriado de Corpus Christi e volta a funcionar na sexta, 5 https://financenews.com.br/2026/06/b3-fecha-no-feriado-de-corpus-christi-e-volta-a-funcionar-na-sexta-5/ https://financenews.com.br/2026/06/b3-fecha-no-feriado-de-corpus-christi-e-volta-a-funcionar-na-sexta-5/#respond Wed, 03 Jun 2026 16:29:58 +0000 https://financenews.com.br/?p=208536   Publicado às 13h24 Devido ao feriado de Corpus Christi nesta quinta-feira, 4 de junho, […]

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Publicado às 13h24

Devido ao feriado de Corpus Christi nesta quinta-feira, 4 de junho, não haverá negociação na B3, a Bolsa brasileira, para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa.

Também não haverá registro de operações, compensação, liquidação, movimentação de garantias e atividades da Central Depositária para os segmentos listados e de balcão organizado. Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

Na capital São Paulo, onde fica a sede da B3, Corpus Christi é considerado feriado municipal.

No dia seguinte ao feriado, sexta-feira, 5, as atividades da B3, incluindo as negociações no pregão, vão ocorrer normalmente.

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Feriado de Corpus Christi: confira o funcionamento da B3 https://financenews.com.br/2026/05/feriado-de-corpus-christi-confira-o-funcionamento-da-b3/ https://financenews.com.br/2026/05/feriado-de-corpus-christi-confira-o-funcionamento-da-b3/#respond Sun, 31 May 2026 10:58:33 +0000 https://financenews.com.br/?p=208351   Publicado às 9h57 A B3, a Bolsa brasileira, informou que na próxima quinta-feira, 4 […]

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Publicado às 9h57

A B3, a Bolsa brasileira, informou que na próxima quinta-feira, 4 de junho, em razão do feriado de Corpus Christi, não haverá negociação para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa.

Também não haverá registro de operações, compensação, liquidação, movimentação de garantias e atividades da Central Depositária para os segmentos listados e de balcão organizado. Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

No dia seguinte ao feriado, sexta-feira, 5, as atividades da B3, incluindo as negociações no pregão, vão ocorrer normalmente.

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Petróleo, mineração e bancos lideram ranking das ações mais negociadas em abril, segundo Datawise+ https://financenews.com.br/2026/05/petroleo-mineracao-e-bancos-lideram-ranking-das-acoes-mais-negociadas-em-abril-segundo-datawise/ https://financenews.com.br/2026/05/petroleo-mineracao-e-bancos-lideram-ranking-das-acoes-mais-negociadas-em-abril-segundo-datawise/#respond Tue, 26 May 2026 11:57:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=208121   Publicado às 8h53 As ações de petróleo, mineração e bancos concentraram as negociações na […]

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Publicado às 8h53

As ações de petróleo, mineração e bancos concentraram as negociações na B3. Levantamento da plataforma Datawise+, uma solução B3, mostra que papéis de grandes empresas desses setores, como Petrobras, Vale e Itaú, lideraram o ranking das ações mais negociadas em abril na B3. O dado considera o volume financeiro total movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de ações compradas no período.

Petrobras, Vale e Itaú puxam o ranking

A Petrobras (PETR4) liderou o ranking das ações mais negociadas no mês, seguida de perto pela Vale (VALE3) e pelo Itaú (ITUB4). O top 10 ainda é dominado por nomes conhecidos do mercado e com forte peso no índice.

Em momentos de maior incerteza no cenário global, investidores tendem a concentrar operações em empresas mais líquidas e diretamente expostas a fatores macroeconômicos, como commodities e juros.

Vale, Petrobras e Itaú Unibanco lideraram o volume financeiro negociado na B3 em abril, em um mês de concentração do fluxo em ações de maior liquidez e mais sensíveis a variáveis macroeconômicas, segundo levantamento do Datawise+, solução da B3 para análise de dados de mercado.

A Vale encerrou o mês na primeira posição entre os papéis mais negociados, seguida por Petrobras PN e Itaú Unibanco. O ranking é composto majoritariamente por ações de companhias ligadas a commodities e ao setor financeiro, perfil que costuma ganhar participação em momentos de maior cautela dos investidores e de recomposição de carteira.

Além dos três primeiros colocados, a lista das ações mais negociadas em abril inclui Prio, Banco do Brasil, Bradesco, B3, Petrobras ON e BTG Pactual. O levantamento considera o volume financeiro total movimentado em cada ativo no mercado à vista.

Os dados também indicam diferenças relevantes entre os perfis de investidor. Entre pessoas físicas, houve maior presença de papéis ligados a petróleo, mineração e bancos. Já entre investidores não residentes, o fluxo permaneceu concentrado em nomes de grande liquidez, como Petrobras, Vale e Itaú. No caso das instituições financeiras, a cesta aparece mais distribuída entre setores, com presença de ações como Rumo, Cemig, CPFL e Rede D’Or.

A leitura dos dados sugere que, embora o fluxo tenha permanecido concentrado em blue chips, a composição das negociações variou de acordo com o perfil do investidor, refletindo estratégias distintas em um ambiente de maior atenção ao cenário externo.

Top 10 ações mais negociadas em abril

O Datawise+ também mostra que o comportamento muda bastante dependendo do tipo de investidor. Pessoas físicas, fundos e investidores estrangeiros, por exemplo, concentram suas negociações em papéis diferentes, mesmo dentro do mesmo contexto.

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Rápidas: Petrobras, Prio, Brava, Vale, BB, Mills, Automob, Gafisa, B3, Smartfit https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-petrobras-prio-brava-vale-bb-mills-automob-gafisa-b3-smartfit/ https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-petrobras-prio-brava-vale-bb-mills-automob-gafisa-b3-smartfit/#respond Mon, 25 May 2026 14:25:49 +0000 https://financenews.com.br/?p=208063 Publicado às 11h26 Ibovespa Às 11h20 o Ibovespa tinha alta de 0,29% aos 176.728 pontos. […]

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Publicado às 11h26

Ibovespa

Às 11h20 o Ibovespa tinha alta de 0,29% aos 176.728 pontos. Às 11h21 o dólar comercial caía 0,32% cotado a R$ 5,012 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Com o preço do barril de petróleo Brent em baixa nesta sessão, as ações ON e PN da Petrobras operavam em queda nesta manhã. Às 11h23 os papéis PN caíam 1,62% a R$ 43,76.

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3)

Às 11h23 as ações da Prio caíam 2,73% e os da Brava desvalorizavam 0,51%. Já os papéis da PetroReconcavo operavam em alta. No horário subiam 1,72%.    

Vale (VALE3)

Às 11h22 as ações da Vale tinham baixa de 0,29% cotadas a R$ 82,86. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06%. Mas nas negociações noturnas caía 1%.

BB (BBAS3), Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4)

Entre as maiores altas da carteira do Ibovespa nesta manhã estavam as ações do Banco do Brasil, Itaú e Bradesco. Os papéis do BB subiam 1,81% às 11h22.

Mills (MILS3) 

Às 11h21 as ações da companhia saltavam 16,11%. Os acionistas controladores da Mills (MILS3) celebraram um contrato obrigando-se a alienar a totalidade da sua participação na companhia, correspondente a 50,3% do capital social, à Loxam. A Loxam se obrigou a adquirir as ações que compõem o bloco de controle da Mills pelo preço de R$ 16 por ação.  

Automob (AMOB3)

A Automob vendeu para a CBR 247, sociedade de propósito específico controlada pela Cyrela (CYRE3), um terreno com área de 22.778 m² localizado no bairro Vila Leopoldina, no município de São Paulo. O valor será definido com base no desenvolvimento do empreendimento e situado entre o mínimo de R$ 85 milhões e o máximo de R$ 93 milhões. Automob receberá uma unidade comercial construída de aproximadamente 2.055 m² para implantar uma nova concessionária no local onde fica o terreno. 

Gafisa (GFSA3) 

A Gafisa divulgou que recebeu pedido de convocação de assembleia geral encaminhado por um grupo de acionistas titulares de ações representativas de mais de 3% de seu capital social. A companhia informou que o conselho de administração se reunirá dentro do prazo legal para analisar o pedido e adotar as providências cabíveis. 

B3 (B3SA3)

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a reprovação da compra da CRDC pela B3 e o acordo de parceria delas com ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Smartfit (SMFT3) 

O conselho de administração da Smartfit aprovou nesta segunda-feira, 25, o programa de recompra de ações de emissão da companhia. O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 13.642.846, representativas de até 2,5% das 556.690.345 ações em circulação nesta data. O programa de recompra vai até 25 de novembro de 2027. 

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Cade recomenda reprovação da compra da CRDC pela B3 e o acordo de parceria delas com ACSP https://financenews.com.br/2026/05/cade-recomenda-reprovacao-da-compra-da-crdc-pela-b3-e-o-acordo-de-parceria-delas-com-acsp/ https://financenews.com.br/2026/05/cade-recomenda-reprovacao-da-compra-da-crdc-pela-b3-e-o-acordo-de-parceria-delas-com-acsp/#respond Mon, 25 May 2026 14:04:21 +0000 https://financenews.com.br/?p=208060   Publicado às 11h A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) remeteu para […]

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Publicado às 11h

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) remeteu para análise do Tribunal Administrativo da autarquia a operação referente à aquisição, por parte da B3 (B3SA3), de 60% das ações da CRDC, empresa essa que atualmente é detida em sua integralidade pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Além da parte acionária, a operação também se constitui de um Acordo de Parceria firmado entre a B3, ACSP e CRDC. 

A CRDC é uma Instituição Operadora de Sistema do Mercado Financeiro (IOSMF) autorizada pelo Banco Central do Brasil (BCB) a operar sistema de registro de ativos financeiros, com o objetivo de facilitar a relação entre agentes financeiros como bancos, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – FIDCs, factoring, fintechs, securitizadoras, Empresas Simples de Crédito – ESCs e empresários que buscam crédito com base em seus recebíveis. Atualmente, a CRDC presta serviços de registro de: Cédula de Crédito Bancário – CCB; Contrato ESC; Contrato Mercantil; Cédula de Produtor Rural – CPR; Duplicata e Nota Promissória. A CRDC também oferece soluções de emissão/formalização eletrônica de documentos.

O Cade afirma que, com relação ao acordo de parceria, foi verificada a existência de dois vetores de problemas concorrenciais: vantagens competitivas inorgânicas que podem ser geradas e que tem condão para aprofundar assimetrias e promover concentração no mercado insurgente de duplicatas escriturais e incentivos à adoção de práticas anticompetitivas reforçados pelo acordo de parceria, como bundling, tying e execução de subsídios cruzados para alavancagem de mercado.

A instrução processual concluiu que a operação seria problemática em termos concorrenciais pela soma dos seguintes fatores. Primeiro, pela eliminação de um concorrente em mercados concentrados e difícil entrada e baixa rivalidade. Também pela criação de vantagens competitivas inorgânicas em um mercado insurgente, além da geração de incentivos a prática de condutas anticompetitivas, além do amplo portfólio detido pela B3 e seu elevado poder em diversos segmentos do mercado financeiro que pode ser potencializado pelo Acordo de Parceria que se pretende celebrar

“Ainda, não houve a apresentação de eficiências e/ou remédios, nos termos definidos pela Lei nº 12.529/2011, por parte das requerentes, ainda que facultado por esta SG/Cade, inviabilizando que se atenue um cenário que se demonstrou preocupante ao longo da instrução dos atos de concentração ora em análise”, destaca o Cade.

Considerando esses fatos, a SG/Cade concluiu pela impugnação, com recomendação de rejeição. Com a remessa do ato de concentração para o Tribunal Administrativo do Cade, o processo será distribuído a um(a) conselheiro(a)-relator(a), que ficará responsável pela condução do caso e, posteriormente, o levará para julgamento pelo colegiado.

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Índices ligados ao agro e estatais lideram ganhos em 2026; Ibovespa B3 está entre destaques até maio https://financenews.com.br/2026/05/indices-ligados-ao-agro-e-estatais-lideram-ganhos-em-2026-ibovespa-b3-esta-entre-destaques-ate-maio/ https://financenews.com.br/2026/05/indices-ligados-ao-agro-e-estatais-lideram-ganhos-em-2026-ibovespa-b3-esta-entre-destaques-ate-maio/#respond Sat, 23 May 2026 14:49:11 +0000 https://financenews.com.br/?p=208019   Publicado às 11h46 Índices ligados ao agronegócio e a empresas estatais lideram os ganhos […]

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Publicado às 11h46

Índices ligados ao agronegócio e a empresas estatais lideram os ganhos do mercado brasileiro em 2026 até 21 de maio. Levantamento da B3 mostra que o IFBOI, que acompanha contratos futuros de boi gordo, acumula alta de 17,41% no período, seguido pelo índice IBOV B3 Estatais, com valorização de 14,32%.

O Ibovespa B3, principal referência do mercado, também aparece entre os dez maiores desempenhos do ano até o momento. O ranking reúne indicadores de diferentes perfis, de commodities a ações e governança, e aponta para um movimento de valorização, com destaque para ativos ligados ao ciclo de commodities e para empresas com forte participação estatal.

Na sequência do ranking aparecem os índices MidLarge Cap, com alta de 11,46%, IBRX 50, com valorização de 11,40%, e IBRX Brasil, que sobe 10,38% no acumulado do ano até 15 de maio. Esses indicadores acompanham o desempenho de ações de maior liquidez e representatividade da bolsa brasileira.

O Ibovespa B3 acumula alta de 10,26% no período e ocupa a sexta posição no ranking, reforçando o movimento positivo mais amplo no mercado de ações em 2026. Entre os destaques do levantamento também estão índices ligados a práticas de governança corporativa, como IGC Trade, ITAG Along e IGovernança, que figuram entre os maiores desempenhos do ano.

A presença desses indicadores indica valorização de empresas listadas em segmentos com regras mais rigorosas de transparência e proteção a acionistas. Confira os dez índices que mais valorizaram em 2026 até 21 de maio:

Os índices da B3 funcionam como carteiras teóricas que representam o comportamento médio de diferentes segmentos do mercado. Além de servirem como referência para investidores e gestores, esses indicadores são utilizados como base para produtos financeiros, como ETFs, derivativos e fundos de investimento.

Veja mais detalhes na tabela abaixo:

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Rápidas: Petrobras, Vale, B3, XP, CSN, Usiminas, JSL, Allos  https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-petrobras-vale-b3-xp-csn-usiminas-jsl-allos/ https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-petrobras-vale-b3-xp-csn-usiminas-jsl-allos/#respond Tue, 19 May 2026 14:26:24 +0000 https://financenews.com.br/?p=207794 Publicado às 11h26 Ibovespa Às 11h25 o Ibovespa tinha queda 1,05% aos 175.119 pontos. No […]

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Publicado às 11h26

Ibovespa

Às 11h25 o Ibovespa tinha queda 1,05% aos 175.119 pontos. No mesmo horário o dólar comercial subia 0,81% a R$ 5,039 na venda. No ambiente doméstico, o mercado repercute a pesquisa AtlasIntel Bloomberg . É a primeira após a revelação das ligações entre Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Os números mostram que Lula aparece com 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio. Em abril os dois estavam tecnicamente empatados. Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Nos Estados Unidos os principais índices de ações têm queda nesta manhã. Os rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americano) atingem máximas desde 2007 e atraem investidores, o que tira a atratividade da renda variável. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações ON e PN da Petrobras tinham queda nesta manhã. Às 11h24 os papéis preferenciais tinham baixa de 0,78% cotados a R$ 46,08.

Vale (VALE3)

Às 11h24 as ações da Vale tinham queda de 1,93% a R$ 80,25. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,87% aos 798,5 iuanes (US$ 117,4). 

B3 (B3SA3)

A B3 informou por meio de um fato relevante na manhã desta terça-feira, 19, que seu conselho de administração aprovou a eleição de Christian Egan para o cargo de diretor-presidente (CEO) da companhia. O mercado acreditava que Luiz Masagão, atual vice-presidente de produtos e clientes da B3, seria a opção natural para suceder Gilson Finkelsztain no comando da bolsa brasileira. Às 11h23 as ações da companhia caíam 4,43%.

XP (XPBR31)

O time de analistas do BTG comenta em relatório que a XP reportou um primeiro trimestre (1T26) abaixo das expectativas, com receita líquida, EBT e lucro líquido aproximadamente 3% inferiores ao consenso, impactados pela abertura dos spreads de crédito sobre posições de estoque. Para o banco, apesar do valuation atrativo e da manutenção de sua recomendação de “compra”, a desaceleração do momento operacional e o ambiente macroeconômico mais desafiador seguem limitando uma valorização mais relevante das ações. Os BDRs XPBR31 caíam 1,5% às 11h23 na B3.

CSN (CSNA3)

A agência de classificação de risco Moody’s cortou a nota de crédito da CSN de “B2” para “Caa1” e manteve a perspectiva “negativa”. A perspectiva negativa reflete a expectativa de que os indicadores de crédito da CSN permanecerão fracos e os riscos de liquidez elevados até que a empresa consiga implementar iniciativas de desalavancagem.

Usiminas (USIM5)

Na avaliação do Safra, a Usiminas já reflete melhora, mas o potencial de alta é limitado. A equipe de analistas elevou o preço-alvo da Usiminas para R$ 9,70 por ação ao fim de 2026, ante R$ 7,70 antes. Mas reiterou a recomendação de “venda”. Desde de abril, a ação USIM5 teve desempenho superior ao de Gerdau (GGBR4) e ao do Ibovespa, movimento  impulsionado por resultados do primeiro trimestre de 2026 acima das estimativas do mercado, pela recuperação dos preços do aço no mercado doméstico e pelo aumento da confiança em novas medidas de defesa comercial. Mas o Safra ressalta que boa parte dessa melhora já está no preço.

JSL (JSLG3)

Às 11h22 as ações da companhia subiam 3,40%. O conselho de administração da companhia aprovou um programa de recompra de ações. A JSL poderá adquirir até 13 milhões de ações ordinárias, aproximadamente, 18,4% do total de ações da companhia em circulação no mercado. O programa encerra em 18 de novembro de 2027. 

Allos (ALOS3)

A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos (ALOS3) anunciado em 24 de março, é nesta terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026. 

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B3: conselho de administração elege Christian Egan para o cargo de CEO https://financenews.com.br/2026/05/b3-conselho-de-administracao-elege-christian-egan-para-o-cargo-de-ceo/ https://financenews.com.br/2026/05/b3-conselho-de-administracao-elege-christian-egan-para-o-cargo-de-ceo/#respond Tue, 19 May 2026 12:37:36 +0000 https://financenews.com.br/?p=207790   Publicado às 9h35 A B3 (B3SA3) informou por meio de um fato relevante na […]

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Publicado às 9h35

A B3 (B3SA3) informou por meio de um fato relevante na manhã desta terça-feira, 19, que seu conselho de administração aprovou a eleição de Christian George Egan para o cargo de diretor-presidente (CEO) da companhia. 

“A eleição é resultado do processo de sucessão conduzido pelo conselho de administração, em linha com as práticas de governança da companhia e com sua estratégia de longo prazo”, afirmou a B3. 

Chris Egan possui sólida experiência no mercado financeiro, com atuação em corporate e investment banking, mercados globais, tesouraria, gestão de ativos e relacionamento com investidores institucionais. Sua trajetória inclui passagens por instituições como Credit Suisse, Itaú, Tivio Capital e, mais recentemente, no Santander Brasil (SANB11). A data de posse será informada oportunamente, afirmou a B3.

Na segunda-feira, 18, o Valor Econômico divulgou que a ​B3 deveria ​anunciar nos próximos dias que Christian Egan ​seria eleito ​como novo presidente da ​companhia. 

A B3 anunciou em março que Gilson Finkelsztain deixará o cargo de CEO para assumir a ‌mesma função no banco Santander Brasil.

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B3 (B3SA3): diretora executiva jurídica deixará o cargo https://financenews.com.br/2026/05/b3-b3sa3-diretora-executiva-juridica-deixara-o-cargo/ https://financenews.com.br/2026/05/b3-b3sa3-diretora-executiva-juridica-deixara-o-cargo/#respond Tue, 19 May 2026 00:06:15 +0000 https://financenews.com.br/?p=207767   Publicado às 21h05 A B3 (B3SA3) anunciou que Silvia Maria de Almeida Bugelli Valença, […]

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Publicado às 21h05

A B3 (B3SA3) anunciou que Silvia Maria de Almeida Bugelli Valença, diretora executiva jurídica, deixará suas funções na companhia a partir de 1º de junho. Em um B3 agradece a Silvia pela “dedicação, profissionalismo e contribuições ao longo de sua gestão”. A companhia informou que oportunamente comunicará ao mercado a indicação e eleição de seu substituto. 

Já o Valor Econômico divulgou nesta segunda-feira, 18, que a ​B3 deve ​anunciar nos próximos dias que Christian Egan ​será ⁠eleito ​como novo ⁠presidente da ​companhia. A informação é atribuída a fontes. A B3 anunciou em março que Gilson Finkelsztain deixará o cargo de CEO para assumir a ‌mesma função no banco Santander Brasil (SANB11). Egan é ​atualmente diretor vice-presidente executivo do Santander Brasil.

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B3 (B3SA3): como o mercado avaliou o resultado do 1T26 https://financenews.com.br/2026/05/b3-b3sa3-como-o-mercado-avaliou-o-resultado-do-1t26/ https://financenews.com.br/2026/05/b3-b3sa3-como-o-mercado-avaliou-o-resultado-do-1t26/#respond Fri, 08 May 2026 16:38:08 +0000 https://financenews.com.br/?p=207253   Publicado às 13h37 Para a Genial Investimentos o primeiro trimestre de 2026 foi muito […]

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Publicado às 13h37

Para a Genial Investimentos o primeiro trimestre de 2026 foi muito positivo para a B3 (B3SA3), com crescimento generalizado de receita impulsionado tanto pela forte contribuição de renda fixa, em um ambiente macro ainda favorável à emissão e ao estoque de instrumentos de crédito, quanto pela renda variável, beneficiada pelo expressivo fluxo estrangeiro no período e a expectativa da queda da taxa Selic. 

Já o time de analistas do BTG comenta em relatório que a B3 reportou lucro líquido de R$ 1,48 bilhão no 1T26, crescimento de 63% na base trimestral e 33,5% na anual, impulsionado pela melhora nas condições de mercado e maior volatilidade. 

A receita líquida atingiu R$ 2,9 bilhões, alta de 20% ano/ano e recorde para um trimestre, sustentado pelo crescimento das receitas pró-cíclicas e recorrentes. 

As receitas ligadas a derivativos e ações avançaram 23,7% na base anual, enquanto as receitas recorrentes cresceram 17% no ano, com destaque para Data Analytics Solutions (+23%), renda fixa e crédito (+15%) e soluções de mercado de capitais (+29%), ressalta o banco. 

O lucro antes dos impostos totalizou R$ 2,1 bilhões, alta de 31% ano/ano, reforçando a combinação de receitas previsíveis e alavancagem operacional.  

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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Rápidas: Vale, Petrobras, Caixa Seguridade, B3, Magazine Luiza, Allos, Engie, Eztec, Alupar   https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-vale-petrobras-caixa-seguridade-b3-magazine-luiza-allos-engie-eztec-alupar/ https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-vale-petrobras-caixa-seguridade-b3-magazine-luiza-allos-engie-eztec-alupar/#respond Fri, 08 May 2026 14:24:29 +0000 https://financenews.com.br/?p=207244 Publicado às 11h24 Ibovespa Às 11h24 o Ibovespa subia 0,85% aos 184.771 pontos. No mesmo […]

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Publicado às 11h24

Ibovespa

Às 11h24 o Ibovespa subia 0,85% aos 184.771 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,52% a R$ 4,898

Vale (VALE3)

Às 11h22 as ações da Vale tinham alta de 0,95% a R$ 80,83.  

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às 11h22 os papéis ON e PN da Petrobras operavam em leve queda. No horário, as ações preferenciais caíam 0,19% a R$ 46,13.

Caixa Seguridade (CXSE3)

Às 11h22 as ações da companhia tinham alta de 1,08%. A Caixa Seguridade reportou lucro líquido de R$ 1,14 bilhão no 1T26, crescimento de 2% na base trimestral e de 13% na anual, com ROE de 38%, destaca o BTG em relatório. Para o banco, o desempenho operacional manteve perfil resiliente, sustentado pela forte integração com a rede de distribuição da Caixa. A Caixa Seguridade anunciou R$ 1,050 bilhão em dividendo intercalar antecipado.

B3 (B3SA3)

Para a Genial Investimentos o primeiro trimestre (1T26) foi um trimestre muito positivo para a B3, com crescimento generalizado de receita impulsionado tanto pela forte contribuição de renda fixa, em um ambiente macro ainda favorável à emissão e ao estoque de instrumentos de crédito, quanto pela renda variável, beneficiada pelo expressivo fluxo estrangeiro no período e a expectativa da queda da taxa Selic. 

Magazine Luiza (MGLU3)

O Magazine Luiza reportou resultados fracos no 1T26, com vendas pressionadas em meio a um macro desafiador e queima de Fluxo de Caixa Livre por sazonalidade e preparação para a Copa do Mundo, comenta o time de analistas da XP, destacando que, no geral, o trimestre continua refletindo um ambiente macro e competitivo difícil para a Magalu, enquanto vendas relacionadas à Copa do Mundo podem trazer algum alívio para a receita. 

Allos (ALOS3)

A Allos reportou receita líquida de R$ 659 milhões no 1T26, crescimento de 7% ano/ano, em linha com as expectativas, mesmo com os impactos do incêndio no Shopping Tijuca, comenta o BTG em relatório. Para a XP, a Allos apresentou resultados sólidos e resilientes, em linha com as tendências operacionais recentes. 

Engie Brasil (EGIE3)

Em relatório, a equipe do BTG destaca que a Engie Brasil reportou Ebitda ajustado de R$ 1,96 bilhão no 1T26, crescimento de 19% na base anual e 8% acima das estimativas, impulsionado pela entrada em operação de Serra do Assuruá, Assu Sol e pela consolidação de ativos hídricos adquiridos.  

Eztec (EZTC3)

Na avaliação do time de analistas da XP, a Eztec apresentou resultados mistos no 1T26, com lucro líquido acima das expectativas. A casa destaca o crescimento da receita de 4% na base anual, explicado pelo reconhecimento de receitas de projetos em estágio inicial; margens brutas acima do esperado; e Ebitda com alta anual de 28%, beneficiado por despesas comerciais inferiores ao esperado. A Eztec anunciou o pagamento de dividendos intermediários.

Alupar (ALUP11)

Para o BTG a Alupar reportou Ebitda regulatório de R$ 800 milhões no 1T26, em linha com as estimativas e com crescimento de 17% ano/ano, sustentado pelo melhor desempenho da divisão de geração. Para o time da Genial Investimentos, a Alupar apresentou um resultado regulatório em linha com o consenso e com suas estimativas. O conselho de administração da Alupar aprovou o pagamento de dividendo intercalar. 

Marcopolo (POMO4) 

A Marcopolo paga a partir desta sexta-feira, 8, juros sobre o capital próprio. O valor é de R$ 0,085 por ação. Os juros sobre o capital próprio serão pagos com base nas posições dos acionistas no dia 24 de abril de 2026. Desde 27 de abril as ações da companhia são negociadas ex-juros.

Magazine Luiza (MGLU3) 

O Magazine Luiza paga nesta sexta-feira, 8, dividendos aprovados em assembleia no dia 23 de abril. O valor total soma R$ 63 milhões, o que corresponde a R$ 0,08 por ação ordinária. Desse valor R$ 3.021.053,04 são a título de dividendos mínimos obrigatórios; R$ 17.119.300,54 são a título de dividendos adicionais; e R$ 42.859.646,42 são a título de dividendos intermediários. Tem direito ao recebimento desses dividendos os titulares de ações ordinárias de emissão do Magazine Luiza na sexta-feira, 24 de abril. As ações passaram a ser negociadas “ex dividendos” desde 27 de abril.

Grazziotin (CGRA4) 

A Grazziotin paga nesta sexta-feira, 8, juros sobre o capital próprio (JCP) relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Os valores a serem pagos referem-se a dois proventos. O primeiro, aprovado em reunião realizada em 30/05/2025, corresponde ao montante bruto de R$ 36,9 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,79 e o valor líquido será de R$ 1,52. A data “ex” para esses JCP foi 05/06/2025. O segundo evento foi declarado em reunião do conselho de administração realizada em 11/12/2025, no valor bruto de R$ 23 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,13 e o valor líquido será de R$ 0,96. A data “ex” desses JCP foi 17/12/2025.

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Resultado da B3, Azzas, Magazine Luiza, Allos, Sabesp, Engie Brasil https://financenews.com.br/2026/05/resultado-da-b3-azzas-magazine-luiza-allos-sabesp-engie-brasil/ https://financenews.com.br/2026/05/resultado-da-b3-azzas-magazine-luiza-allos-sabesp-engie-brasil/#respond Fri, 08 May 2026 01:35:27 +0000 https://financenews.com.br/?p=207215 Publicado às 22h33 B3 (B3SA3): lucro cresce no 1T26 A B3 (B3SA3) divulgou nesta quinta-feira, […]

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Publicado às 22h33

B3 (B3SA3): lucro cresce no 1T26

A B3 (B3SA3) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 1,5 bilhão, alta de 33,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Ebitda recorrente ficou em R$ 2,05 bilhões, alta anual de 23,9%. 

A B3 teve recorde de receita no 1T26 de R$ 3,2 bilhões, com alta de 20,5% quando comparada ao mesmo trimestre de 2025.

Segundo a B3, o resultado foi impulsionado pela combinação da maior atividade de mercado e expansão consistente das receitas recorrentes. 

Em Derivativos, o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 13,2 milhões de contratos, alta de 16,4% em relação ao 1T25, com destaque para Juros em R$, cujo ADV atingiu recorde histórico em mar/26 e cresceu 47,4% по 1T26, refletindo maior volatilidade impulsionada pelos eventos geopolíticos observados no trimestre. 

Em Renda Variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$34,8 bilhões, um crescimento de 46,0% e 32,9% em relação ao 1T25 e 4T25, respectivamente, reflexo principalmente da entrada líquida de R$53,8 bilhões de capital estrangeiro na B3 durante o primeiro trimestre, 100,3% acima do observado ao longo de todo o ano de 2025. Além do crescimento do volume em ações, vale destacar o aumento de 57,5% no ADTV de ETFs, BDRs e Fundos Listados, que totalizou R$5,4 bilhões e que representou 15,5% do volume negociado no período.

No segmento de Renda Fixa e Crédito, as emissões e estoque cresceram 9,1% e 18,5% em relação ao 1T25, respectivamente, ainda refletindo um ambiente favorável ao segmento. 

Prejuízo do Magazine Luiza MGLU3)

O Magazine Luiza (MGLU3) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido ajustado de R$ 33,9 milhões. Dessa forma, reverte o lucro de R$ 11,2 milhões registrado no mesmo período em 2025. 

Em termos contábeis, em que são inclusos os resultados não recorrentes, o prejuízo somou R$ 55,2 milhões. 

O Ebitda ajustado da varejista teve redução de 5,4% na base anual de comparação, chegando a R$ 717,6 milhões no período de janeiro a março deste ano. 

As vendas totais do Magalu, incluindo marketplace, caíram 5,6% na comparação anual, para R$ 15,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026. 

Lucro da Allos (ALOS3)

A Allos (ALOS3) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 248,3 milhões, redução de 2,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 502,2 milhões no 1T26, crescimento de 10,2% na comparação anual.

A receita líquida teve crescimento anual de 9,8%, totalizando R$ 692,4 milhões.

Azzas (AZZA3): lucro cai no 1T26

A Azzas (AZZA3) teve lucro líquido recorrente de R$ 63,9 milhões no primeiro trimestre de 2026. Esse valor corresponde à queda de 45,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025. 

O Ebitda recorrente teve baixa de 23,2% na base anual, para R$ 328,5 milhões. A margem Ebitda recuou 2,7 pontos percentuais, para 13,2%. 

A receita líquida da companhia atingiu R$ 2,47 bilhões na base anual, redução de 8%. 

Lucro da Engie Brasil (EGIE3) recua no 1T26

A Engie Brasil (EGIE3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 789 milhões no primeiro trimestre (1T26). Esse valor corresponde a queda de 4,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda atingiu R$ 2,24 bilhões no 1T26, crescimento de 10% na base anual de comparação. 

A Receita Operacional Líquida somou R$ 3,4 bilhões, expansão de 13,1% na base anual. 

Sabesp (SBSP3): lucro cresce no 1T26

A ⁠Sabesp (SBSP3) reportou lucro líquido ajustado ‌de R$ 1,55 bilhão no primeiro trimestre desde ano (1T26). Esse valor corresponde a crescimento de ‌32,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado foi de R$ 0,44 por ação no 1T26, comparado a R$ 0,34 por ação no mesmo período do ano anterior. 

O Ebitda cresceu 26% na base anual, para R$ 3,8 bilhões. 

A receita ⁠líquida ajustada somou de ​R$ 6,021 bilhões, expansão anual de 10,9%.

Alupar (ALUP11): lucro regulatório cresce

O conselho de administração da Alupar (ALUP11) aprovou nesta quinta-feira, 7, o pagamento de dividendos intercalares relativos ao 1T26. O valor soma R$ 69.221.642,07 e corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento ocorrerá em até 60 dias contados da aprovação. Tem direito aos dividendos aprovados acionistas registrados como tal em 14 de maio de 2026, sendo que, a partir de 15 de maio de 2026 (inclusive), as Units da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos.

A Alupar divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido regulatório consolidado de R$ 148,9 milhões, alta de 6,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebtida regulatório somou R$ 794,7 milhões, alta de 15,9% na base anual de comparação. A receita líquida regulatória teve expansão de 16,3% no ano, para R$ 996,8 milhões.

Leia também:

Cemig (CMIG4) elege novo CEO

Caixa Seguridade anuncia R$ 1,050 bilhão em dividendo intercalar antecipado

Ecorodovias (ECOR3) anuncia pagamento de R$ 210,3 milhões em dividendos 

PetroReconcavo (RECV3) anuncia pagamento de JCP; lucro soma R$ 123,7 milhões no 1T26

Grendene (GRND3) anuncia 1ª distribuição antecipada de dividendos de 2026 

Eztec (EZTC3) anuncia pagamento de dividendos intermediários

BR Partners (BRBI11) anuncia o pagamento de dividendo intercalar

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B3 inicia negociação de Contratos de Eventos para Ibovespa, dólar e Bitcoin https://financenews.com.br/2026/04/b3-inicia-negociacao-de-contratos-de-eventos-para-ibovespa-dolar-e-bitcoin/ https://financenews.com.br/2026/04/b3-inicia-negociacao-de-contratos-de-eventos-para-ibovespa-dolar-e-bitcoin/#respond Tue, 28 Apr 2026 11:32:04 +0000 https://financenews.com.br/?p=206653   Publicado às 8h29 A B3, a bolsa do Brasil, deu início na segunda-feira, 28, […]

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Publicado às 8h29

A B3, a bolsa do Brasil, deu início na segunda-feira, 28, às negociações de seis novos Contratos de Eventos. Os produtos ampliam a oferta de derivativos listados oferecendo uma mecânica mais simplificada de negociação. Os seis primeiros contratos são referenciados no Ibovespa B3, Dólar e Bitcoin. São eles:

  • Contrato de Evento sobre Futuro Míni de Ibovespa B3 (ticker: BWI);
  • Contrato de Evento sobre Índice Bovespa B3 (ticker: BBV);
  • Contrato de Evento sobre Futuro Mini de Dólar (ticker: BWD);
  • Contrato de Evento sobre Dólar à Vista (ticker: BDO);
  • Contrato de Evento sobre Futuro de Bitcoin (ticker: BBI);
  • Contrato de Evento sobre Bitcoin à Vista (ticker: BBC).

Os Contratos de Eventos são instrumentos derivativos vinculados a eventos com resultado objetivo e, no caso dos seis novos produtos, definidos a partir do comportamento de variáveis do mercado – por exemplo, o fechamento do dólar no dia. Nesses contratos, o investidor negocia a probabilidade de ocorrência do evento por meio do preço do contrato, que varia de R$ 0 a R$ 100.

Embora sejam semelhantes às Opções tradicionais, os Contratos de Eventos se diferenciam pelo pagamento fixo, potencial de ganho conhecido no início da operação e risco limitado para compradores e vendedores, o que torna seu funcionamento mais simples.

Os novos produtos foram autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) inicialmente para negociação exclusiva por investidores profissionais (com mais de R$ 10 milhões alocados em ativos financeiros ou certificação técnica emitida pela autarquia). A estrutura dos contratos seguirá regras comuns aos derivativos já negociados no ambiente regulado da B3, incluindo liquidação exclusivamente financeira, formação transparente de preço em tela, livro multilateral onde todos os investidores interagem entre si, garantia de contraparte para liquidação e parâmetros objetivos para verificação de resultados nos vencimentos.

“O lançamento desses novos Contratos de Eventos acompanha a evolução dos mercados preditivos, com uma experiência simplificada e preservando os parâmetros de segurança que caracterizam a atuação da B3, com a infraestrutura da bolsa, regras claras e a proteção que os investidores encontram ao operar em um ambiente regulado e supervisionado”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.

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Estoque de produtos de dívida corporativa na B3 cresceu 17% no primeiro trimestre https://financenews.com.br/2026/04/estoque-de-produtos-de-divida-corporativa-na-b3-cresceu-17-no-primeiro-trimestre/ https://financenews.com.br/2026/04/estoque-de-produtos-de-divida-corporativa-na-b3-cresceu-17-no-primeiro-trimestre/#respond Thu, 23 Apr 2026 12:07:11 +0000 https://financenews.com.br/?p=206408   Publicado às 9h06 A B3, bolsa do Brasil, encerrou o primeiro trimestre de 2026 […]

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Publicado às 9h06

A B3, bolsa do Brasil, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com alta de 17% no estoque de títulos de renda fixa corporativos em comparação ao mesmo período de 2025. O saldo, que considera as ofertas públicas, alcançou R$ 2 trilhões em março, impulsionado pelo crescimento de todos os produtos.

Os produtos de dívida corporativa são títulos emitidos por empresas que utilizam o mercado de capitais para captar recursos e financiar seus projetos. O volume inclui Debêntures, Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Notas Comerciais (NC).

“A renda fixa consolidou-se como o principal canal de financiamento das companhias brasileiras nos últimos anos. O avanço em todos os produtos reflete tanto o interesse das empresas de captar recursos via mercado de capitais quanto o interesse dos investidores em instrumentos”, explica Leonardo Betanho, superintendente de produtos de Balcão da B3.

As debêntures, títulos emitidos pelas empresas que geram direito de crédito ao investidor, seguem como os títulos mais populares. O estoque de debêntures na B3 alcançou R$ 1,52 trilhão em março de 2026, o que representa aumento de 19% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o estoque era de R$ 1,27 trilhão.

As notas comerciais, títulos emitidos pelas empresas que representam promessa de pagamento pelo emissor, registraram aumento de 15% no período. O estoque saltou de R$ 71 bilhões, em março de 2025, para R$ 82 bilhões, em março de 2026.

O estoque de CRIs, instrumento de captação destinado a financiar projetos do mercado imobiliário, alcançou R$ 261 bilhões, o que significa aumento de 13% em comparação com março de 2025, quando o estoque era de R$ 230 bilhões.

Já o estoque de CRAs, títulos voltados para financiar operações da cadeia do agronegócio, alcançou R$ 176 bilhões, o que representa crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2025, quando o estoque era de R$ 153 bilhões.

Produtos de captação bancária

Em produtos de captação bancária, que são títulos emitidos por instituições financeiras, a B3 registrou crescimento de 16% no estoque. O montante registrado no final de março foi de R$ 6,5 trilhões, contra R$ 5,6 trilhões em março de 2025.

Os números englobam os estoques de Certificado de Depósito Bancário (CDB), Recibo de Depósito Bancário (RDB), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letra de crédito de Desenvolvimento (LCD), Letra Financeira (LF) e Depósito Interfinanceiro (DI).

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um dos instrumentos financeiros mais tradicionais do mercado brasileiro e o título de renda fixa mais adquirido pelo investidor pessoa física. O estoque de CDB na B3 teve crescimento de 11% no período, com R$ 2,8 trilhões em março de 2026 contra R$ 2,5 trilhões no mesmo período do ano passado. Já os RDBs registraram crescimento de 25% no estoque, que saltou de R$ 500 bilhões, em março do ano passado, para 625 bilhões.

As Letras de Crédito, títulos emitidos por instituições financeiras direcionados para o financiamento de projetos em determinados setores como agronegócio (LCA), mercado imobiliário (LCI) ou infraestrutura e inovação (LCD), também seguem entre os produtos mais populares entre os investidores. As LCIs somaram R$ 533 bilhões de estoque em março, alta de 24% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando o estoque era de R$ 430 bilhões. As LCDs registraram crescimento de 21%, com R$ 18 bilhões em estoque, enquanto o estoque de LCA teve aumento de 6% e alcançou R$ 583 bilhões.

“O crescimento dos produtos de captação bancária confirma a tendência de que a renda fixa vem ganhando cada vez mais espaço no portfólio dos investidores brasileiros. Em um ambiente de juros em patamar elevado e de maior seletividade ao risco, esses títulos se tornam especialmente atrativos por combinarem previsibilidade, segurança e acesso facilitado”, comenta Bernardo Mello, superintendente de produtos de captação e crédito na B3.

A Letra Financeira (LF), título que capta recursos de longo prazo e mais direcionado a investidores institucionais, contabilizou aumento de 23% no estoque com R$ 1 trilhão. Já o Depósito Interfinanceiro (DI) registrou crescimento de 23% no estoque, com R$ 852 bilhões.

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Publicado às 11h26

Ibovespa

Às 11h25 o Ibovespa tinha queda de 0,31% aos 196.709 pontos. No mesmo horário, o dólar subia 0,46% cotado a R$ 5,035 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Com a alta do preço do barril de petróleo Brent, as ações da Petrobras operavam no positivo. Às 11h24 os papéis PN subiam 1,45% a R$ 49,74. A Petrobras anunciou nesta segunda-feira nova descoberta de hidrocarbonetos em águas profundas no pré-sal da Bacia de Campos. 

Vale (VALE3)

Às 11h23 as ações da Vale tinham alta de 1,20% cotadas a R$ 86,63. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,26% a 763,5 iuanes (US$ 111,8).

Eztec (EZTC3)

A Eztec reportou vendas líquidas de R$ 697 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), com crescimento de +85% ano/ano e velocidade de vendas de 18%, destaca o BTG. As vendas brutas totalizaram R$ 760 milhões, com cancelamentos de R$ 63 milhões, resultando em desempenho acima das estimativas, comenta a equipe em relatório. Já o time de analistas da XP, avalia os resultados operacionais do 1T26 da companhia como positivos, sustentados pela forte aceitação dos projetos recém‑lançados, que impulsionou níveis sólidos de absorção no trimestre. Às 11h23 as ações subiam 2,93%.

Simpar (SIMH3)

A Simpar conseguiu as aprovações necessárias do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para o aumento de capital de até R$ 2 bilhões. Dessa forma seguirá com o processo. O aumento de capital, ancorado pelo BNDESPar, envolverá um montante mínimo de R$ 1,4 bilhão e no máximo de R$ 2 bilhões, com preço de emissão fixado em em R$ 11,24 por ação.

Celesc (CLSC3) 

A Celesc (CLSC3) recebeu ofício de seu acionista controlador, o governo do estado de Santa Catarina. No ofício o governo estadual indica Edson Moritz Martins da Silva para o cargo de diretor presidente da companhia e de suas subsidiárias integrais, Celesc Distribuição e Celesc Geração. 

WEG (WEGE3)

A WEG anunciou nesta segunda-feira, 13, a agenda para a divulgação dos resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). A divulgação dos dados financeiros ocorrerá no dia 29 de abril (quarta-feira), antes da abertura do mercado. A teleconferência de resultados será em 30 de abril, às 11h. 

GPA (PCAR3)

O Tribunal Arbitral indeferiu o pedido de tutela cautelar apresentado pelo GPA, que buscava o bloqueio das ações detidas pelo acionista Casino Guichard-Perrachon e veículos de investimento a este vinculados e/ou dos recursos provenientes de eventual venda. A companhia esclareceu que a decisão não afeta o mérito da arbitragem. O GPA informou ainda está avaliando, em conjunto com seus assessores jurídicos, as medidas cabíveis para a proteção de seus direitos e interesses.

Oncoclínicas (ONCO3)

A Oncoclínicas ajuizará, em conjunto com suas afiliadas, nesta segunda-feira, 13, ação de Tutela Cautelar perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. A Tutela Cautelar terá pedidos formulados para, dentre outras providências, determinar a suspensão liminar dos efeitos de toda e qualquer cláusula contratual que imponha o vencimento antecipado das dívidas indicadas pela companhia, bem como da exigibilidade de todas as obrigações relativas aos instrumentos financeiros e as instituições ali relacionadas.

MBRF (MBRF)

Às 11h22 as ações da companhia subiam 1,87%. A MBRF e a saudita Salic ampliaram o acordo de segurança alimentar. Por meio do aditivo, os volumes máximos de fornecimento contratados foram duplicados e incluídos os produtos de carne bovina. Os volumes do contrato de fornecimento, em relação a produtos de aves, passam de 300 mil para até 600 mil toneladas anuais e, em relação a produtos de carne bovina, passam a ser de até 270 mil toneladas anuais.

B3 (B3SA3)

A B3 paga nesta segunda-feira, 13, a segunda parcela dos juros sobre capital próprio extraordinários aprovados em dezembro de 2025. O valor é de R$ 0,07 por ação. Os papéis são negociados ex-provento desde 2 de janeiro de 2026. A B3 também paga nesta segunda-feira, 13, os juros sobre o capital aprovados em 26 de março de 2026. O valor líquido é de R$ 0,06 por ação, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. As ações da companhia serão negociadas na condição “ex” juros sobre capital próprio desde 1º de abril de 2026.

Banestes (BEES4)

O Banestes paga nesta segunda-feira, 13, juros sobre o capital (JCP) anunciados em 23 de março no valor líquido de R$ 0,06 por ação. Tem direito acionistas posicionados na base acionária ao final do pregão de 26.03.2025.  partir de 27.03.2026, as ações passaram a ser negociadas “ex-direitos”.

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B3 (B3SA3) paga nesta segunda-feira, 13, juros sobre o capital. Veja os detalhes: https://financenews.com.br/2026/04/b3-b3sa3-paga-nesta-segunda-feira-13-juros-sobre-o-capital-veja-os-detalhes/ https://financenews.com.br/2026/04/b3-b3sa3-paga-nesta-segunda-feira-13-juros-sobre-o-capital-veja-os-detalhes/#respond Mon, 13 Apr 2026 12:11:28 +0000 https://financenews.com.br/?p=205883 Publicado às 9h10 A B3 (B3SA3) paga nesta segunda-feira, 13, a segunda parcela dos juros […]

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Publicado às 9h10

A B3 (B3SA3) paga nesta segunda-feira, 13, a segunda parcela dos juros sobre capital próprio extraordinários aprovados em dezembro de 2025. O valor é de R$ 0,07 por ação. Os papéis são negociados ex-provento desde 2 de janeiro de 2026.

B3 também paga nesta segunda-feira, 13, os juros sobre o capital aprovados em 26 de março de 2026. O valor líquido é de R$ 0,06 por ação, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. As ações da companhia serão negociadas na condição “ex” juros sobre capital próprio desde 1º de abril de 2026.

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B3, Ecorodovias, Pine, Riachuelo, RD Saúde e outros destaques corporativos  https://financenews.com.br/2026/03/b3-ecorodovias-pine-riachuelo-rd-saude-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2026/03/b3-ecorodovias-pine-riachuelo-rd-saude-e-outros-destaques-corporativos/#respond Wed, 01 Apr 2026 00:52:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=205300   Publicado às 21h49 Notícias corporativas  IRB (IRBR3): assembleia aprova pagamento de dividendo O IRB […]

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Publicado às 21h49

Notícias corporativas 

IRB (IRBR3): assembleia aprova pagamento de dividendo

O IRB (IRBR3) divulgou na noite desta terça-feira, 31, que a assembleia geral ordinária e extraordinária realizada nesta data aprovou o pagamento de dividendo. O montante é de R$ 48.557.777,44. O valor por ação é R$ 0,594903944527226. O pagamento será em 17 de abril de 2026, com base na posição acionária ao final do pregão do dia 6 de abril de 2026. A partir do pregão de 7 de abril as ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos na B3.

Ecorodovias vence leilão da Rota das Gerais em Minas Gerais

Após leilão realizado na B3, nesta terça-feira, 31, a Ecorodovias (ECOR3) ficou com o contrato de concessão de 30 anos da Rota das Gerais.

A Rota das Gerais interliga os municípios de Divisa Alegre/MG, localizado próximo à divisa entre os estados de Minas Gerais e Bahia, a Governador Valadares/MG, por meio da BR-116/MG, e a Montes Claros/MG, pela BR251/MG.

As rodovias atravessam 26 municípios e constituem importantes corredores logísticos de longa distância que conectam as regiões Nordeste e Sudeste.

A continuidade desses corredores ocorre a partir de Governador Valadares/MG, com a Ecovias Rio Minas, e de Montes Claros/MG, com a Ecovias Norte Minas, permitindo a captura de sinergias operacionais entre a nova concessão e o grupo Ecorodovias.

O projeto prevê obras de ampliação da capacidade e melhorias, principalmente, 187 km de duplicações e 160 km de faixas adicionais, com o principal ciclo de investimentos entre o terceiro e o décimo ano de concessão.

A concessionária deverá implantar 9 pontos de cobrança, originalmente previstos no contrato de concessão como praças de pedágio, que poderão ser implementados no modelo de pedágio eletrônico (free flow), mediante autorização da (Agência Nacional de Transportes Terrestres) ANTT, com o início da arrecadação após o atendimento das condicionantes previstas.

“A conquista da Rota das Gerais está alinhada à estratégia seletiva de crescimento da Ecorodovias, por meio de ativos com taxas de retorno atrativas e disciplina na alocação de capital, visando à maximização da geração de valor aos acionistas”, afirmou a companhia, destacando que, com esse ativo, passará a contar com 12 concessões rodoviárias, totalizando mais de 5.000 km de rodovias sob administração.

B3 (B3SA3) ajusta valor por ação de juros sobre o capital

A B3 (B3SA3) informou nesta terça-feira, 31, que ajustou o valor por ação dos juros sobre o capital aprovados em reunião do conselho de administração em 26 de março de 2026. O valor bruto passou de R$ 0,07434043351 para 0,07433972992. O valor líquido passou de R$ 0,06133085764 para R$ 0,06133027718.

O valor líquido já deduz o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito foi nesta terça-feira, 31 de março. As ações da companhia passam a ser negociadas na condição “ex” proventos a partir de quarta-feira, 1° de abril. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado em 13 de abril de 2026, com base na posição acionária de 31 de março de 2026.

Wellington Management eleva participação na Sabesp

A Wellington Management elevou sua participação na Sabesp (SBSP3), conforme informado ao mercado pela companhia de saneamento nesta terça-feira, 31.

A gestora, na qualidade de administradora de recursos de terceiros, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Sabesp, sendo que suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 35.897.672 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,09% do total de ações ordinárias de emissão da companhia.

A Wellington Management é uma das maiores empresas independentes de gestão de investimentos do mundo, com mais de US$ 1 trilhão em ativos sob gestão (AUM) para clientes em 60 países.

Moody’s Local Brasil eleva ratings do Pine (PINE4)

A agência de classificação de risco, Moody’s Local Brasil, elevou os ratings de emissor e depósito de longo prazo para ‘A+.br’ (de A.br) e afirmou o rating de depósito de curto prazo em ML A-1.br do Banco Pine (PINE4). A perspectiva é “positiva”.

A agência explicou que a elevação dos ratings do Pine reflete o fortalecimento recente de sua posição de capital após follow-on realizado em março de 2026, acompanhado pelo resultado fortalecido de 2025, que apresentou uma rentabilidade robusta e um perfil de risco de ativos controlados.

Com a oferta pública subsequente de ações, o Pine levantou R$ 245,9 milhões, o que elevou o capital social para R$ 1,27 bilhões. O patrimônio fortalecido gera uma maior robustez da posição de capital regulatório do banco, que foi mantido por anos em patamares modestos e próximos ao mínimo regulatório, destaca a Moody’s Local Brasil.

Em relatório seus analistas explicam que a perspectiva positiva incorpora a expectativa de que o banco continuará fortalecendo a sua rentabilidade com maior robustez e gradual diversificação das suas operações, enquanto eleva a diversificação de sua estrutura de funding, com uma menor dependência de depósitos a prazo, nos próximos 12 meses.

B3 lançará contratos de eventos de Ibovespa B3, dólar e bitcoin em abril

A B3 (B3SA3) divulgou nesta terça-feira, 31, que lançará no dia 27 de abril seis novos contratos de eventos. Os produtos ampliam a oferta de derivativos listados oferecendo uma mecânica mais simplificada de negociação. Os seis contratos serão referenciados no Ibovespa B3, dólar e bitcoin. São eles:

  • Contrato de Evento sobre Futuro Míni de Ibovespa B3 (ticker: BWI);
  • Contrato de Evento sobre Índice Bovespa B3 (ticker: BBV);
  • Contrato de Evento sobre Futuro Mini de Dólar (ticker: BWD);
  • Contrato de Evento sobre Dólar à Vista (ticker: BDO);
  • Contrato de Evento sobre Futuro de Bitcoin (ticker: BBI);
  • Contrato de Evento sobre Bitcoin à Vista (ticker: BBC).

Os contratos de eventos são instrumentos derivativos vinculados a eventos com resultado objetivo e, no caso dos seis novos produtos, definidos a partir do comportamento de variáveis do mercado – por exemplo, o fechamento do dólar no dia.

Nesses contratos, o investidor negocia a probabilidade de ocorrência do evento por meio do preço do contrato, que varia de R$ 0 a R$ 100.

Embora sejam semelhantes às Opções tradicionais, os contratos de eventos se diferenciam pelo pagamento fixo, potencial de ganho conhecido no início da operação e risco limitado para compradores e vendedores, o que torna seu funcionamento mais simples.

Os novos produtos foram autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) inicialmente para negociação exclusiva por investidores profissionais (com mais de R$ 10 milhões alocados em ativos financeiros ou certificação técnica emitida pela autarquia).

A estrutura dos contratos seguirá regras comuns aos derivativos já negociados no ambiente regulado da B3, incluindo liquidação exclusivamente financeira, formação transparente de preço em tela, livro multilateral onde todos os investidores interagem entre si, garantia de contraparte para liquidação e parâmetros objetivos para verificação de resultados nos vencimentos.

“A B3 já oferece Opções de Copom e das decisões de política monetária dos Estados Unidos, Europa e México , e temos acompanhado a evolução dos mercados preditivos no exterior para trazer novos Contratos de Eventos para o Brasil, em diálogo com a CVM e o mercado. Esses lançamentos têm como principal característica uma experiência de operação simplificada, preservando os elevados padrões de segurança, monitoramento de mercado, robustez operacional e governança que caracterizam o ambiente listado e regulado da B3”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.

RD Saúde (RADL3) anuncia pagamento de R$ 150,4 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da RD Saúde (RADL3) aprovou nesta terça-feira, 31, a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante total bruto de R$ 150,4 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,08601480302. Tem direito quem tiver ações em 3 de abril de 2026. A partir de 6 de abril as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O pagamento será até o dia 1° de dezembro de 2026, em data a ser fixada pela administração.

Riachuelo (RIAA3): conselho aprova pagamento de R$ 50 milhões em JCP

A Riachuelo (RIAA3), antiga Guararapes, informou nesta terça-feira, 31, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 50 milhões. Esse montante corresponde a R$ 0,0997 por ação ordinária. Terão direito a esses JCP acionistas da Riachuelo em 6 de abril de 2026. Dessa forma, a partir de 7 de abril (inclusive), as ações ordinárias de emissão da companhia serão negociadas “ex-JCP”.

A Riachuelo informou ainda que a data de início do pagamento desses JCP serão divulgadas imediatamente após a assembleia geral ordinária, a ser realizada em 2027.

Blau (BLAU3) divulgada data de pagamento de frações de ações decorrente da bonificação 

A Blau (BLAU3) anunciou que as frações de ações resultantes da bonificação em ações foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 em leilão realizado em 10 de março. Nesse leilão foram alienadas 4.586,1 ações no valor de R$ 10,5 por ação. O valor das frações será disponibilizado aos acionistas que fizerem jus ao seu recebimento em 8 de abril de 2026.

Pagam provento nesta quarta-feira, 1° de abril

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 27 de fevereiro.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$  R$ 0,02 por ação. A data-base foi 2 de março.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi 2 de março.

Itaúsa (ITSA4) 

A Itaúsa paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP trimestral no valor líquido de R$ 0,02 por ação A data-base foi 27 de fevereiro.

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