Rápidas: Petrobras, Vale, B3, XP, CSN, Usiminas, JSL, Allos

Publicado às 11h26
Ibovespa
Às 11h25 o Ibovespa tinha queda 1,05% aos 175.119 pontos. No mesmo horário o dólar comercial subia 0,81% a R$ 5,039 na venda. No ambiente doméstico, o mercado repercute a pesquisa AtlasIntel Bloomberg . É a primeira após a revelação das ligações entre Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Os números mostram que Lula aparece com 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio. Em abril os dois estavam tecnicamente empatados. Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Nos Estados Unidos os principais índices de ações têm queda nesta manhã. Os rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americano) atingem máximas desde 2007 e atraem investidores, o que tira a atratividade da renda variável.
Petrobras (PETR3, PETR4)
As ações ON e PN da Petrobras tinham queda nesta manhã. Às 11h24 os papéis preferenciais tinham baixa de 0,78% cotados a R$ 46,08.
Vale (VALE3)
Às 11h24 as ações da Vale tinham queda de 1,93% a R$ 80,25. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,87% aos 798,5 iuanes (US$ 117,4).
B3 (B3SA3)
A B3 informou por meio de um fato relevante na manhã desta terça-feira, 19, que seu conselho de administração aprovou a eleição de Christian Egan para o cargo de diretor-presidente (CEO) da companhia. O mercado acreditava que Luiz Masagão, atual vice-presidente de produtos e clientes da B3, seria a opção natural para suceder Gilson Finkelsztain no comando da bolsa brasileira. Às 11h23 as ações da companhia caíam 4,43%.
XP (XPBR31)
O time de analistas do BTG comenta em relatório que a XP reportou um primeiro trimestre (1T26) abaixo das expectativas, com receita líquida, EBT e lucro líquido aproximadamente 3% inferiores ao consenso, impactados pela abertura dos spreads de crédito sobre posições de estoque. Para o banco, apesar do valuation atrativo e da manutenção de sua recomendação de “compra”, a desaceleração do momento operacional e o ambiente macroeconômico mais desafiador seguem limitando uma valorização mais relevante das ações. Os BDRs XPBR31 caíam 1,5% às 11h23 na B3.
CSN (CSNA3)
A agência de classificação de risco Moody’s cortou a nota de crédito da CSN de “B2” para “Caa1” e manteve a perspectiva “negativa”. A perspectiva negativa reflete a expectativa de que os indicadores de crédito da CSN permanecerão fracos e os riscos de liquidez elevados até que a empresa consiga implementar iniciativas de desalavancagem.
Usiminas (USIM5)
Na avaliação do Safra, a Usiminas já reflete melhora, mas o potencial de alta é limitado. A equipe de analistas elevou o preço-alvo da Usiminas para R$ 9,70 por ação ao fim de 2026, ante R$ 7,70 antes. Mas reiterou a recomendação de “venda”. Desde de abril, a ação USIM5 teve desempenho superior ao de Gerdau (GGBR4) e ao do Ibovespa, movimento impulsionado por resultados do primeiro trimestre de 2026 acima das estimativas do mercado, pela recuperação dos preços do aço no mercado doméstico e pelo aumento da confiança em novas medidas de defesa comercial. Mas o Safra ressalta que boa parte dessa melhora já está no preço.
JSL (JSLG3)
Às 11h22 as ações da companhia subiam 3,40%. O conselho de administração da companhia aprovou um programa de recompra de ações. A JSL poderá adquirir até 13 milhões de ações ordinárias, aproximadamente, 18,4% do total de ações da companhia em circulação no mercado. O programa encerra em 18 de novembro de 2027.
Allos (ALOS3)
A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos (ALOS3) anunciado em 24 de março, é nesta terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026.







