B3, Ecorodovias, Pine, Riachuelo, RD Saúde e outros destaques corporativos 

31 de março de 2026 Por Redação

 

Publicado às 21h49

Notícias corporativas 

IRB (IRBR3): assembleia aprova pagamento de dividendo

O IRB (IRBR3) divulgou na noite desta terça-feira, 31, que a assembleia geral ordinária e extraordinária realizada nesta data aprovou o pagamento de dividendo. O montante é de R$ 48.557.777,44. O valor por ação é R$ 0,594903944527226. O pagamento será em 17 de abril de 2026, com base na posição acionária ao final do pregão do dia 6 de abril de 2026. A partir do pregão de 7 de abril as ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos na B3.

Ecorodovias vence leilão da Rota das Gerais em Minas Gerais

Após leilão realizado na B3, nesta terça-feira, 31, a Ecorodovias (ECOR3) ficou com o contrato de concessão de 30 anos da Rota das Gerais.

A Rota das Gerais interliga os municípios de Divisa Alegre/MG, localizado próximo à divisa entre os estados de Minas Gerais e Bahia, a Governador Valadares/MG, por meio da BR-116/MG, e a Montes Claros/MG, pela BR251/MG.

As rodovias atravessam 26 municípios e constituem importantes corredores logísticos de longa distância que conectam as regiões Nordeste e Sudeste.

A continuidade desses corredores ocorre a partir de Governador Valadares/MG, com a Ecovias Rio Minas, e de Montes Claros/MG, com a Ecovias Norte Minas, permitindo a captura de sinergias operacionais entre a nova concessão e o grupo Ecorodovias.

O projeto prevê obras de ampliação da capacidade e melhorias, principalmente, 187 km de duplicações e 160 km de faixas adicionais, com o principal ciclo de investimentos entre o terceiro e o décimo ano de concessão.

A concessionária deverá implantar 9 pontos de cobrança, originalmente previstos no contrato de concessão como praças de pedágio, que poderão ser implementados no modelo de pedágio eletrônico (free flow), mediante autorização da (Agência Nacional de Transportes Terrestres) ANTT, com o início da arrecadação após o atendimento das condicionantes previstas.

“A conquista da Rota das Gerais está alinhada à estratégia seletiva de crescimento da Ecorodovias, por meio de ativos com taxas de retorno atrativas e disciplina na alocação de capital, visando à maximização da geração de valor aos acionistas”, afirmou a companhia, destacando que, com esse ativo, passará a contar com 12 concessões rodoviárias, totalizando mais de 5.000 km de rodovias sob administração.

B3 (B3SA3) ajusta valor por ação de juros sobre o capital

A B3 (B3SA3) informou nesta terça-feira, 31, que ajustou o valor por ação dos juros sobre o capital aprovados em reunião do conselho de administração em 26 de março de 2026. O valor bruto passou de R$ 0,07434043351 para 0,07433972992. O valor líquido passou de R$ 0,06133085764 para R$ 0,06133027718.

O valor líquido já deduz o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito foi nesta terça-feira, 31 de março. As ações da companhia passam a ser negociadas na condição “ex” proventos a partir de quarta-feira, 1° de abril. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado em 13 de abril de 2026, com base na posição acionária de 31 de março de 2026.

Wellington Management eleva participação na Sabesp

A Wellington Management elevou sua participação na Sabesp (SBSP3), conforme informado ao mercado pela companhia de saneamento nesta terça-feira, 31.

A gestora, na qualidade de administradora de recursos de terceiros, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Sabesp, sendo que suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 35.897.672 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,09% do total de ações ordinárias de emissão da companhia.

A Wellington Management é uma das maiores empresas independentes de gestão de investimentos do mundo, com mais de US$ 1 trilhão em ativos sob gestão (AUM) para clientes em 60 países.

Moody’s Local Brasil eleva ratings do Pine (PINE4)

A agência de classificação de risco, Moody’s Local Brasil, elevou os ratings de emissor e depósito de longo prazo para ‘A+.br’ (de A.br) e afirmou o rating de depósito de curto prazo em ML A-1.br do Banco Pine (PINE4). A perspectiva é “positiva”.

A agência explicou que a elevação dos ratings do Pine reflete o fortalecimento recente de sua posição de capital após follow-on realizado em março de 2026, acompanhado pelo resultado fortalecido de 2025, que apresentou uma rentabilidade robusta e um perfil de risco de ativos controlados.

Com a oferta pública subsequente de ações, o Pine levantou R$ 245,9 milhões, o que elevou o capital social para R$ 1,27 bilhões. O patrimônio fortalecido gera uma maior robustez da posição de capital regulatório do banco, que foi mantido por anos em patamares modestos e próximos ao mínimo regulatório, destaca a Moody’s Local Brasil.

Em relatório seus analistas explicam que a perspectiva positiva incorpora a expectativa de que o banco continuará fortalecendo a sua rentabilidade com maior robustez e gradual diversificação das suas operações, enquanto eleva a diversificação de sua estrutura de funding, com uma menor dependência de depósitos a prazo, nos próximos 12 meses.

B3 lançará contratos de eventos de Ibovespa B3, dólar e bitcoin em abril

A B3 (B3SA3) divulgou nesta terça-feira, 31, que lançará no dia 27 de abril seis novos contratos de eventos. Os produtos ampliam a oferta de derivativos listados oferecendo uma mecânica mais simplificada de negociação. Os seis contratos serão referenciados no Ibovespa B3, dólar e bitcoin. São eles:

  • Contrato de Evento sobre Futuro Míni de Ibovespa B3 (ticker: BWI);
  • Contrato de Evento sobre Índice Bovespa B3 (ticker: BBV);
  • Contrato de Evento sobre Futuro Mini de Dólar (ticker: BWD);
  • Contrato de Evento sobre Dólar à Vista (ticker: BDO);
  • Contrato de Evento sobre Futuro de Bitcoin (ticker: BBI);
  • Contrato de Evento sobre Bitcoin à Vista (ticker: BBC).

Os contratos de eventos são instrumentos derivativos vinculados a eventos com resultado objetivo e, no caso dos seis novos produtos, definidos a partir do comportamento de variáveis do mercado – por exemplo, o fechamento do dólar no dia.

Nesses contratos, o investidor negocia a probabilidade de ocorrência do evento por meio do preço do contrato, que varia de R$ 0 a R$ 100.

Embora sejam semelhantes às Opções tradicionais, os contratos de eventos se diferenciam pelo pagamento fixo, potencial de ganho conhecido no início da operação e risco limitado para compradores e vendedores, o que torna seu funcionamento mais simples.

Os novos produtos foram autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) inicialmente para negociação exclusiva por investidores profissionais (com mais de R$ 10 milhões alocados em ativos financeiros ou certificação técnica emitida pela autarquia).

A estrutura dos contratos seguirá regras comuns aos derivativos já negociados no ambiente regulado da B3, incluindo liquidação exclusivamente financeira, formação transparente de preço em tela, livro multilateral onde todos os investidores interagem entre si, garantia de contraparte para liquidação e parâmetros objetivos para verificação de resultados nos vencimentos.

“A B3 já oferece Opções de Copom e das decisões de política monetária dos Estados Unidos, Europa e México , e temos acompanhado a evolução dos mercados preditivos no exterior para trazer novos Contratos de Eventos para o Brasil, em diálogo com a CVM e o mercado. Esses lançamentos têm como principal característica uma experiência de operação simplificada, preservando os elevados padrões de segurança, monitoramento de mercado, robustez operacional e governança que caracterizam o ambiente listado e regulado da B3”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.

RD Saúde (RADL3) anuncia pagamento de R$ 150,4 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da RD Saúde (RADL3) aprovou nesta terça-feira, 31, a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante total bruto de R$ 150,4 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,08601480302. Tem direito quem tiver ações em 3 de abril de 2026. A partir de 6 de abril as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O pagamento será até o dia 1° de dezembro de 2026, em data a ser fixada pela administração.

Riachuelo (RIAA3): conselho aprova pagamento de R$ 50 milhões em JCP

A Riachuelo (RIAA3), antiga Guararapes, informou nesta terça-feira, 31, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 50 milhões. Esse montante corresponde a R$ 0,0997 por ação ordinária. Terão direito a esses JCP acionistas da Riachuelo em 6 de abril de 2026. Dessa forma, a partir de 7 de abril (inclusive), as ações ordinárias de emissão da companhia serão negociadas “ex-JCP”.

A Riachuelo informou ainda que a data de início do pagamento desses JCP serão divulgadas imediatamente após a assembleia geral ordinária, a ser realizada em 2027.

Blau (BLAU3) divulgada data de pagamento de frações de ações decorrente da bonificação 

A Blau (BLAU3) anunciou que as frações de ações resultantes da bonificação em ações foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 em leilão realizado em 10 de março. Nesse leilão foram alienadas 4.586,1 ações no valor de R$ 10,5 por ação. O valor das frações será disponibilizado aos acionistas que fizerem jus ao seu recebimento em 8 de abril de 2026.

Pagam provento nesta quarta-feira, 1° de abril

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 27 de fevereiro.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$  R$ 0,02 por ação. A data-base foi 2 de março.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi 2 de março.

Itaúsa (ITSA4) 

A Itaúsa paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP trimestral no valor líquido de R$ 0,02 por ação A data-base foi 27 de fevereiro.

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