Arquivos Bolsa - Finance News https://financenews.com.br/tag/bolsa/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Sun, 31 May 2026 13:13:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos Bolsa - Finance News https://financenews.com.br/tag/bolsa/ 32 32
Feriado de Corpus Christi: confira o funcionamento da B3 https://financenews.com.br/2026/05/feriado-de-corpus-christi-confira-o-funcionamento-da-b3/ https://financenews.com.br/2026/05/feriado-de-corpus-christi-confira-o-funcionamento-da-b3/#respond Sun, 31 May 2026 10:58:33 +0000 https://financenews.com.br/?p=208351   Publicado às 9h57 A B3, a Bolsa brasileira, informou que na próxima quinta-feira, 4 […]

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Publicado às 9h57

A B3, a Bolsa brasileira, informou que na próxima quinta-feira, 4 de junho, em razão do feriado de Corpus Christi, não haverá negociação para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa.

Também não haverá registro de operações, compensação, liquidação, movimentação de garantias e atividades da Central Depositária para os segmentos listados e de balcão organizado. Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

No dia seguinte ao feriado, sexta-feira, 5, as atividades da B3, incluindo as negociações no pregão, vão ocorrer normalmente.

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Petróleo, mineração e bancos lideram ranking das ações mais negociadas em abril, segundo Datawise+ https://financenews.com.br/2026/05/petroleo-mineracao-e-bancos-lideram-ranking-das-acoes-mais-negociadas-em-abril-segundo-datawise/ https://financenews.com.br/2026/05/petroleo-mineracao-e-bancos-lideram-ranking-das-acoes-mais-negociadas-em-abril-segundo-datawise/#respond Tue, 26 May 2026 11:57:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=208121   Publicado às 8h53 As ações de petróleo, mineração e bancos concentraram as negociações na […]

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Publicado às 8h53

As ações de petróleo, mineração e bancos concentraram as negociações na B3. Levantamento da plataforma Datawise+, uma solução B3, mostra que papéis de grandes empresas desses setores, como Petrobras, Vale e Itaú, lideraram o ranking das ações mais negociadas em abril na B3. O dado considera o volume financeiro total movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de ações compradas no período.

Petrobras, Vale e Itaú puxam o ranking

A Petrobras (PETR4) liderou o ranking das ações mais negociadas no mês, seguida de perto pela Vale (VALE3) e pelo Itaú (ITUB4). O top 10 ainda é dominado por nomes conhecidos do mercado e com forte peso no índice.

Em momentos de maior incerteza no cenário global, investidores tendem a concentrar operações em empresas mais líquidas e diretamente expostas a fatores macroeconômicos, como commodities e juros.

Vale, Petrobras e Itaú Unibanco lideraram o volume financeiro negociado na B3 em abril, em um mês de concentração do fluxo em ações de maior liquidez e mais sensíveis a variáveis macroeconômicas, segundo levantamento do Datawise+, solução da B3 para análise de dados de mercado.

A Vale encerrou o mês na primeira posição entre os papéis mais negociados, seguida por Petrobras PN e Itaú Unibanco. O ranking é composto majoritariamente por ações de companhias ligadas a commodities e ao setor financeiro, perfil que costuma ganhar participação em momentos de maior cautela dos investidores e de recomposição de carteira.

Além dos três primeiros colocados, a lista das ações mais negociadas em abril inclui Prio, Banco do Brasil, Bradesco, B3, Petrobras ON e BTG Pactual. O levantamento considera o volume financeiro total movimentado em cada ativo no mercado à vista.

Os dados também indicam diferenças relevantes entre os perfis de investidor. Entre pessoas físicas, houve maior presença de papéis ligados a petróleo, mineração e bancos. Já entre investidores não residentes, o fluxo permaneceu concentrado em nomes de grande liquidez, como Petrobras, Vale e Itaú. No caso das instituições financeiras, a cesta aparece mais distribuída entre setores, com presença de ações como Rumo, Cemig, CPFL e Rede D’Or.

A leitura dos dados sugere que, embora o fluxo tenha permanecido concentrado em blue chips, a composição das negociações variou de acordo com o perfil do investidor, refletindo estratégias distintas em um ambiente de maior atenção ao cenário externo.

Top 10 ações mais negociadas em abril

O Datawise+ também mostra que o comportamento muda bastante dependendo do tipo de investidor. Pessoas físicas, fundos e investidores estrangeiros, por exemplo, concentram suas negociações em papéis diferentes, mesmo dentro do mesmo contexto.

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/04/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-163/ https://financenews.com.br/2026/04/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-163/#respond Mon, 20 Apr 2026 00:19:43 +0000 https://financenews.com.br/?p=206237   Publicado às 21h16 Eventos no radar do mercado nesta semana: Feriado e liquidez Na […]

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Publicado às 21h16

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Feriado e liquidez

Na terça-feira, 21 de abril, em razão do feriado de Tiradentes, não haverá negociação na B3 para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa. Nesta segunda-feira, 20, véspera do feriado, as atividades da B3, incluindo as negociações no pregão, acontecem normalmente. No entanto, a liquidez poderá ser reduzida. 

Tensão no Oriente Médio

As atenções de investidores e agentes econômicos se voltam novamente para o Oriente Médio, a três dias do fim do prazo do cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos. A agência estatal Irna informou neste domingo que o Irã rejeitou participar de uma segunda rodada de negociações com os Estados Unidos. O motivo é que a Casa Branca estaria fazendo “exigências excessivas”. 

Já o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que uma delegação dos EUA deve desembarcar nesta segunda-feira no Paquistão para a nova rodada de negociações com o Irã. O republicano também fez novas ameaças ao país. Trump informou ainda que os Estados Unidos interceptaram e atacaram um navio cargueiro iraniano neste domingo. O Irã afirmou que o ataque é uma violação do cessar-fogo.

Preço do petróleo e futuros em NY

O preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, abriu na noite deste domingo em alta. Às 21h subia 7,1% cotado a 96,8 dólares. Já os futuros de ações em Nova York tinham queda. O Dow Jones futuro operava em queda de 0,98% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,81%. Nasdaq futuro caía 0,76%.

China 

A China ⁠divulga às 22h deste domingo as taxas de juros ⁠de referência. Pesquisa da agência Reuters aponta que analistas projetam que as taxas serão mantidas inalteradas pelo 11º mês consecutivo em abril, ‌já que o crescimento robusto do primeiro trimestre e o aumento da ‌inflação enfraqueceram os argumentos a favor de estímulos monetários adicionais.

Temporada de resultados do 1T26

Nesta semana a Usiminas (USIM5) divulga o resultado do primeiro trimestre de 2026 (1T26). Será na sexta-feira, 24, antes da abertura do mercado. Nos Estados Unidos Tesla, IBM e Boeing reportam seus resultados na quarta-feira.

Notícias corporativas

Sanepar entra com mandado de segurança contra atos da Agepar relativos ao precatório

A Companhia de Saneamento do Paraná – Sanepar (SAPR11, SAPR4) anunciou nesta sexta-feira, 17, após o fechamento do mercado, que entrou com um mandado de segurança para suspender medida da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) que propôs destinar R$ 3,9 bilhões em precatórios para os usuários.

Em um fato relevante enviado ao mercado, a companhia informou que ingressou junto ao Juízo de Direito da Vara da Fazenda Pública de Curitiba, com mandado de segurança, requerendo a concessão de medida liminar para determinar a imediata suspensão dos efeitos jurídicos e procedimentais, consistente na instauração da Consulta Pública nº 1/2026 e da audiência pública nº 1/2026, ambas da Agepar, bem como para determinar que a mesma se abstenha de implementar o entendimento consubstanciado na Nota Técnica nº 01/2026-GTI até o julgamento final da presente impetração.

Na hipótese de não acolhimento do pedido anterior, a Sanepar pede a suspensão imediata de todos os atos subsequentes de natureza processual e/ou decisória advindos das referidas consulta e audiência públicas.

A companhia pede ainda a concessão da segurança, para declarar a nulidade do ato impugnado, preservando-se o regime jurídico aplicável à destinação dos valores nos termos vigentes à época de sua incorporação patrimonial.

Em março a Agepar propôs que os R$ 3,94 bilhões recebidos pela Sanepar via precatório fossem integralmente destinados aos usuários. Esse precatório refere-se a uma vitória judicial da Sanepar contra a União, finalizada em setembro do ano passado, envolvendo imunidade tributária.

A previsão era que a proposta da Agepar seria submetida a um processo de consulta pública em fins de abril.

Alpargatas pagará em 15 de maio JCP anunciado em dezembro/25

A Alpargatas (ALPA3, ALPA4) definiu nesta sexta-feira, 17, a data de pagamento dos juros sobre o capital anunciados (JCP) anunciados em 11 de dezembro de 2025. No próximo dia 15 de maio a companhia pagará, em parcela única, o montante bruto de R$ 106 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,148942 por ação ordinária (ALPA3) e R$ 0,163836 por ação preferencial (ALPA4). Tem direito a esses JCP titulares de ações de emissão da companhia ao final do pregão do dia 16 de dezembro de 2025.

Brisanet (BRST3) divulga dados operacionais de março/26

A Brisanet Serviços de Telecomunicações (BRST3) divulgou na sexta-feira, 17, os dados operacionais correspondentes ao mês de março de 2026.

Ao final de março de 2026, a companhia consolidou sua base de clientes em 1.567.284, com 1.529.614 deles conectados por FTTH (Fiber to the Home).

A presença da Brisanet abrange os nove estados do Nordeste do Brasil, com cobertura em 159 municípios e potencial para atender 7,2 milhões de lares.

Em março a companhia alcançou crescimento orgânico de 4,2 mil HCs.

A Agility Telecom, franqueadora da Brisanet, conta com 56 franqueados que atendem principalmente cidades menores e áreas rurais, totalizou ao fim do período 127.733 clientes. Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste.

Com quase 40 mil novos clientes em março, a base móvel da companhia chegou a 953.547 chips ativos.

Embraer destaca a inovação no Hannover Messe 2026

A Embraer (NYSE: EMBJ/ B3: EMBJ3) participará do Hannover Messe 2026, o maior evento de tecnologia industrial do mundo, que acontece de 20 a 24 de abril em Hannover, Alemanha. O objetivo é apresentar as inovações da empresa, iniciativas relacionadas à sustentabilidade e novas tecnologias, além de fortalecer parcerias estratégicas.

Também estará presente no espaço de exposições da empresa a Eve Air Mobility, uma subsidiária da Embraer responsável pelo design de uma inovadora aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL), além do desenvolvimento de seu portfólio abrangente de serviços e soluções operacionais para o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana.

No evento, a Embraer organizará uma Maratona de Startups baseada em desafios tecnológicos, reunindo empreendedores interessados em apresentar e acelerar ideias nas áreas de inteligência artificial, robótica e automação com potenciais aplicações no setor aeroespacial.

“Estamos entusiasmados com a oportunidade de discutir o desenvolvimento de novas tecnologias, avaliar parcerias e colaborar rumo a uma maior integração entre o Brasil e um ecossistema global de inovação”, afirma Leonardo Garnica, líder de inovação corporativa da Embraer.

A Embraer liderou diversas iniciativas sobre transição energética, manufatura avançada e digitalização na indústria aeronáutica, além de promover o ecossistema de inovação por meio de parcerias globais que contribuem para o desenvolvimento do futuro da aviação sustentável.

Neste ano, o Brasil é o país parceiro da Hannover Messe 2026 e a Embraer realizará sua exposição na área da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos (ApexBrasil), com uma área de 2.000 m² em pavilhões temáticos dedicados às áreas de automação, máquinas e equipamentos, indústria digital, robótica, energia e sustentabilidade. O evento reúne mais de 130.000 visitantes e 4.000 expositores de mais de 60 países.

Vitru Educação realiza oferta subsequente de ações na B3

A Vitru Educação (VTRU3), controladora das marcas UNIASSELVI e UniCesumar, realizou uma oferta subsequente de ações na B3, a bolsa do Brasil, para a captação de recursos no mercado de capitais. A oferta consistiu na distribuição primária de 13.614.704 ações ordinárias de emissão da companhia, destinada exclusivamente a investidores profissionais. A coordenação da oferta foi realizada pelo BTG Pactual (coordenador líder), Itaú BBA e Bradesco BBI.

“Do ponto de vista estratégico, o follow-on reforçará a estrutura de capital da Vitru, contribuindo ainda mais para o seu crescimento orgânico, como a abertura das novas faculdades presenciais — relacionadas a área da saúde, capturando as oportunidades abertas pelo novo marco regulatório”, afirma Aroldo Alves, CEO da Vitru Educação.

A Vitru fez seu IPO em 2020, na bolsa americana Nasdaq e, em junho de 2024, realizou a migração de suas ações para a B3. Esta foi a primeira oferta de ações da companhia realizada no Brasil.

“É uma grande satisfação acompanhar o crescimento de uma empresa do setor de educação, que tem um papel tão fundamental para a economia e para a sociedade. Essa oferta mostra, na prática, a força do mercado de capitais como fonte de financiamento para empresas que geram impacto positivo no Brasil”, disse Flavia Mouta, diretora de Listagem e Relacionamento na B3.

Gabriel Lobo, CFO da Vitru, acrescenta que trata-se do primeiro movimento de mercado da empresa desde a migração para a B3. “O mercado de equities continua sendo uma importante ferramenta estratégica para as companhias. Essa operação é um marco na nossa trajetória, qualifica ainda mais nossa base acionária e reforça a percepção positiva do mercado em relação à companhia e a nossa capacidade em transformar a educação no Brasil”, finaliza.

As ofertas subsequentes, também conhecidas como follow-on, são novas ofertas públicas de ações realizadas por empresas que já realizaram seu IPO (Oferta Pública Inicial) na bolsa. As empresas podem voltar ao mercado para realizar novas ofertas de ações sempre que desejarem e as operações precisam ser aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Brav3, Prio3, Recv3, Pine4, Abcb4, Brsr6 e de outros ativos. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 20

Santander Brasil (SANB11)

A data com (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Santander Brasil, anunciados em 10 de abril, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-provento. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,44. O valor por ação PN é R$ 0,23; e por ação ON é R$ 0,21. O pagamento será a partir do dia 7 de maio de 2026.

Mills (MILS3)

A data com (data de corte) para ter direito aos dividendos extraordinários da Mills, anunciados em 23 de dezembro de 2025, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,66 por ação. O pagamento ocorrerá em 30 de abril de 2026.

Banco Pine (PINE4)

A data com (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine, anunciados em 14 de abril, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,22 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos JCP ocorrerá em 30 de abril de 2026.

Motiva (MOTV3)

A data com (data de corte) para ter direito ao dividendo da Motiva, anunciado em 15 de abril, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 124.082.805,49. O valor por ação é R$ 0,06. O pagamento será em 30 de abril de 2026.

Quarta, 22

Petrobras (PETR3, PETR4) 

A data de corte para ter direito aos JCP da Petrobras anunciados em março é na quarta-feira, 22. A partir de quinta-feira, 23, os papéis passam a ser negociados ex-JCP. O valor total bruto por ação atualizado é de R$ 0,65. A primeira parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de maio de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. A segunda parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 22 de junho de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Allos (ALOS3) 

A data com para ter direito à primeira parcela do dividendo da Allos, anunciado em 24 de março, é na quarta, 22. A partir de quinta-feira, 23, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 e será pago em 5 de maio. Vale lembrar que a segunda parcela do dividendo  também é de R$ 0,29 e será paga em 2 de junho de 2026. A data de corte da segunda parcela será em 19 de maio de 2026.

Tim (TIMS3) paga JCP

A Tim paga em 22 de abril os juros sobre capital próprio no valor de R$ 490 milhões, deliberados em 24 de março de 2025; e os JCP no valor de R$ 390 milhões, deliberados em 18 de março de 2026. Esses pagamentos estavam inicialmente previstos para ser realizados até dia 30 de abril de 2026. A ‘data com’ para ter direito o valor de R$ 490 milhões foi 31/03/2025; e a ‘data com’ para ter direito o valor de R$ 390 milhões foi 23/03/2026. As ações adquiridas após estas datas estão ex-direito de distribuição de JCP.

Quinta, 23

Grendene (GRND3)

A data com para ter direito ao provento da Grendene anunciado em 5 de março, é na quinta-feira, 23. A partir de sexta, 24, as ações da companhia serão negociadas ex-provento. O montante bruto é de R$ 83,1 milhões, que serão pagos aos acionistas a partir de 13 de maio de 2026. A quantia será distribuída na forma de JCP e dividendo. Em forma de juros sobre capital próprio será o montante bruto de R$ 82 milhões, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,09. Em forma de dividendo o valor bruto é de R$ 1,12 milhão, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,001248637 por ação.

Sexta, 24

Magazine Luiza (MGLU3) 

O conselho de administração do Magazine Luiza (MGLU3) aprovou em 24 de março submeter à assembleia convocada para o dia 23 de abril de 2026, a proposta de pagamento de R$ 42,8 milhões em dividendos intermediários. Esse valor corresponde a R$ 0,05533121616 por ação ordinária. Caso a declaração de dividendos intermediários proposta seja aprovada pelos acionistas, os dividendos serão pagos com base na posição acionária do dia 24 de abril, sexta-feira. As ações de emissão do Magazine Luiza passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 27 de abril de 2026.

Marcopolo (POMO4) 

A data de corte para ter direito aos JCP da Marcopolo, anunciado em 15 de abril, é na sexta-feira, 24. A partir de 27 de abril as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,085 por ação. O pagamento será a partir do dia 8 de maio de 2026.

Economia:

Dólar abaixo de R$ 5: oportunidade histórica ou calmaria antes da tempestade?

O dólar à vista fechou na sexta-feira, 19, em queda de 0,2% cotado a R$ 4,983. Na semana a moeda acumulou baixa de 0,53%. O movimento, impulsionado por um misto de otimismo externo e atratividade dos juros locais, levanta a questão: até onde vai essa queda? Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o momento é de aproveitar a “maré baixa”, mas com os pés no chão e foco na estratégia de longo prazo.

Efeito Trump e o cenário global

Segundo Mendlowicz, a perda de fôlego da moeda americana não é um fenômeno isolado do real. Ele aponta o chamado Efeito Trump e as tensões geopolíticas como motores desse enfraquecimento global do dólar.

“As tensões geopolíticas reduzem a confiança no dólar. O investidor está buscando ativos fora dos Estados Unidos e o mundo começou a testar uma proteção longe da moeda americana, principalmente no ouro”, analisa o economista.

Charles destaca que o próprio cenário político americano influencia o câmbio: “O Trump tem interesse no dólar mais fraco. Com a moeda menos valorizada, o consumo de produtos e serviços americanos tende a aumentar”.

O Brasil como ímã de capital

Internamente, a combinação de juros elevados (Selic) e recordes no Ibovespa tem atraído capital estrangeiro. Charles explica que, embora haja pressão política para a queda dos juros, o diferencial em relação aos Estados Unidos ainda é muito atraente. “O pessoal no exterior olha o quanto o Brasil está pagando de juro e traz o dólar para cá. Se o juro diminuir no Brasil, diminuirá a atratividade”, acredita o Economista Sincero.

Os três cenários para o dólar

Mendlowicz traça três caminhos possíveis para o dólar nos próximos meses:

  1. Otimista (R$ 4,00 a R$ 4,50): depende de queda de juros nos EUA, fim de conflitos globais e manutenção da atratividade brasileira;
  2. Base/realista (R$ 5,00): manutenção da estabilidade do Federal Reserve e Brasil seguindo como porto atrativo para emergentes;
  3. Pessimista (R$ 5,50 ou mais): causado por estresse global, escalada de guerras ou piora acentuada na economia doméstica.

DCA e diversificação: as estratégias do investidor

Apesar da queda recente, Charles Mendlowicz alerta contra a tentativa de prever o futuro exato da cotação. Para ele, o investidor inteligente utiliza o DCA (Dollar Cost Averaging), comprando aos poucos para formar um preço médio.

“Não interessa para onde vai o dólar. Você tem que montar uma carteira equilibrada com ativos aqui, no exterior, cripto e fundos imobiliários. O dólar abaixo de R$ 5 abre uma janela para investir lá fora”, orienta o Economista Sincero.

Mendlowicz finaliza reforçando que o que o país realmente precisa não é de um dólar barato ou caro, mas de previsibilidade. “O melhor para o Brasil não é o dólar ser cotado a R$ 4 ou R$ 7, é ter estabilidade. Volatilidade no câmbio impede o planejamento de quem produz e de quem exporta”, conclui o sócio da Ticker Wealth.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. Os textos acima têm por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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Bolsa brasileira volta a funcionar nesta quarta, às 13h; pré-abertura será às 12h45 https://financenews.com.br/2026/02/bolsa-brasileira-volta-a-funcionar-nesta-quarta-as-13h-pre-abertura-sera-as-12h45/ https://financenews.com.br/2026/02/bolsa-brasileira-volta-a-funcionar-nesta-quarta-as-13h-pre-abertura-sera-as-12h45/#respond Wed, 18 Feb 2026 12:36:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=202752   Publicado às 8h A B3, a Bolsa brasileira, volta a funcionar após o feriadão […]

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Publicado às 8h

A B3, a Bolsa brasileira, volta a funcionar após o feriadão de Carnaval nesta quarta-feira, 18 de fevereiro, mas o horário será reduzido. A B3 terá sessão contínua de negociação dos ativos de renda variável das 13h às 17h55, com pré-abertura das 12h45 às 13h e call de fechamento para todos os ativos das 17h55 às 18h.

Ata do BC dos EUA é destaque nesta quarta, 18:

Um dos eventos mais importantes da semana ocorre nesta quarta-feira, 18. Às 16h será divulgada a ata da última reunião do comitê do Banco Central norte-americano que decide sobre os juros. A ata pode trazer sinalizações sobre o ritmo de cortes de juros na maior economia do mundo. Após três reduções seguidas, o BC dos EUA manteve na última reunião a taxa de juros de referência da economia americana na faixa entre 3,5% e 3,75% ao ano.

Notícias corporativas

BlackRock eleva participação na Marcopolo (POMO4)

A gestora americana, BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Marcopolo (POMO4), conforme anunciado pela companhia brasileira na terça-feira, 17.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Marcopolo, sendo que, em 12 de fevereiro de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 40.244.548 ações preferenciais representando aproximadamente 5,037% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 10.794.659 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 1,351% do total de ações preferenciais; e 3.669.251 ações ordinárias representando aproximadamente 0,814% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Usiminas (USIM5): a avaliação do resultado do 4T25 da companhia

A Usiminas (USIM5) apresentou resultados ligeiramente melhores do que o esperado no quarto trimestre de 2025 (4T25), avalia a XP, com Ebitda ajustado de R$ 417 milhões, apoiado por desempenho aprimorado na divisão de Mineração.

No setor de Aço, o Ebitda atingiu R$ 227 milhões, já que preços realizados mais baixos foram parcialmente compensados por reduções de custos, avalia a equipe de analistas.

Ainda de acordo o time, o Ebitda de mineração totalizou R$ 185 milhões, com volume de vendas de 2,5 milhões, enquanto os preços realizados aumentaram 7% na base trimestral.

Além disso, o Fluxo de Caixa foi sólido em R$1 bilhão, impulsionado pelo release do capital de giro e maiores fluxos de dividendos, comenta a equipe da XP em relatório, destacando que a siderúrgica também anunciou seu guidance de capex para 2026 de R$ 1,4 bi a R$ 1,6 bilhão, ligeiramente acima da estimativa da casa de R$ 1,3 bilhão.

O relatório salienta que para o primeiro trimestre de 2026 (1T26), a administração da companhia espera preços e custos realizados mais altos, sugerindo um Ebitda sequencial e uma melhora na lucratividade da divisão de Aço. Mas para a XP a atenção do mercado recairá sobre os possíveis impactos futuros nos preços decorrentes das medidas antidumping, especialmente considerando o potencial para aumento de preços após sua recente implementação.

O ⁠Comitê Executivo de Gestão ‌da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) divulgou na última quinta-feira, 12, que aprovou a aplicação de medida antidumping sobre laminados planos ⁠a ‌frio e ⁠laminados planos revestidos originários da China.

Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) divulga dados de produção de janeiro

A Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) apresentou na segunda-feira, 16, os dados de produção referentes ao mês de janeiro de 2026. A companhia encerrou janeiro com produção média diária de 76 barris de óleo equivalente por dia (boe/d), redução de 7,3% em relação a dezembro. Segundo a petroleira, janeiro apresentou queda em relação a dezembro em decorrência de atividades de manutenção.

Brisanet (BRST3) divulga os dados operacionais de janeiro de 2026

A Brisanet (BRST3) divulgou os dados operacionais de janeiro de 2026. Com mais de 30 mil novos clientes em janeiro, a base móvel da companhia chegou a 882.993 chips ativos. A companhia reportou que consolidou sua base de clientes em 1.558.912, com 1.521.283 deles conectados por FTTH (Fiber to the Home).

A presença abrange os nove estados do Nordeste, com cobertura em 158 municípios e potencial para atender quase 7,2 milhões de lares. No período, a companhia observou um crescimento orgânico de 4,7 mil HCs.

O crescimento das portas e HPs bem como o decréscimo no take-up é explicado pela retomada de HPs em uma cidade que era de um franqueado, no estado de Pernambuco. Não fossem os quase 33 mil HPs que passaram da Agility para a Brisanet, o take-up ainda estaria em 21,2%.

Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste.

Shell faz sua proposta para Raízen, informa jornal

O site Pipeline, do Valor Econômico, informou neste fim de semana que a Shell, que controla a Raízen (RAIZ4) junto com a Cosan (CSAN3), apresentava resistência nos últimos meses em colocar um cheque maior que a sócia, mas agora já topou fazer um aporte maior para buscar uma solução de reestruturação mais simples de ser executada.

Ainda de acordo com Pipeline, a Cosan e o BTG, por meio de fundos, apresentaram à Shell uma proposta no dia 12 de fevereiro.

O site apurou que a britânica também já apresentou sua proposta para o management da Raízen, desenho que não contempla uma divisão da empresa, como sugerem os sócios, e que agora terá que ser discutido pelo conselho.

A dívida da Raízen chegou a R$ 55,3 bilhões no último trimestre. No terceiro trimestre da safra 2025/26 a companhia teve prejuízo líquido de R$ 15,6 bilhões. Segundo a empresa, o resultado foi pressionado por um impairment contábil de R$ 11,1 bilhões após o rebaixamento de seu rating de crédito. Desconsiderando esse efeito não recorrente e sem impacto de caixa, a Raízen reportou prejuízo de cerca de R$ 4,5 bilhões. O Ebitda ajustado foi de R$ 3,15 bilhões no trimestre, queda de 3,3% na base anual de comparação.

A Raízen divulgou no dia 9 de fevereiro que selecionou a Rothschild & Co como assessora financeira, bem como os escritórios Pinheiro Neto Advogados e Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP como assessores legais. Os assessores, em conjunto com a administração da companhia, iniciaram a avaliação de alternativas econômico-financeiras preliminares, em caráter exploratório.

Itaúsa anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação

A Itaúsa (ITSA4) anunciou na sexta-feira, 13, após o fechamento do mercado, que as frações de ações resultantes da bonificação aprovada em dezembro de 2025, foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 em leilão realizado em 12 de fevereiro.

Nesse leilão, foram alienadas 308.119 ações, sendo 39.229 ordinárias e 268.890 preferenciais, apurando-se os valores líquidos de R$ 14,5675853631 para cada ação ordinária e R$ 14,6575822169 para cada ação preferencial. Esses valores serão creditados aos acionistas em 25.02.2026, na proporção das frações de ações de cada espécie a que fizeram jus na data-base de 18.12.2025.

Para os acionistas registrados nos livros da companhia, o crédito será efetuado diretamente pela Itaú Corretora de Valores, na conta indicada pelo acionista; para os acionistas com cadastro desatualizado, os valores serão mantidos à disposição na companhia. Para os demais acionistas, o pagamento será efetuado diretamente à B3, que repassará os valores aos acionistas cadastrados em seus registros, por intermédio dos seus agentes de custódia.

Acionistas da Simpar (SIMH3) reunidos em assembleia aprovam grupamento de ações

Acionistas da Simpar (SIMH3) reunidos em assembleia realizada em 13 de fevereiro aprovaram o grupamento da totalidade das ações ordinárias na proporção de 2 (duas) ações para 1 (uma) ação da mesma espécie, sem a modificação da cifra do capital social.

Conforme aprovado, após a consumação do grupamento, o capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1,174 bilhão passando a se dividir, contudo, em 436.520.266 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.

Eventuais frações de ações de titularidade de acionistas da companhia como resultado do grupamento serão acrescidas de frações de ações necessárias para completar o próximo número inteiro de ações após a aplicação do fator de grupamento aprovado, o que será feito por meio de doação a ser realizada pelo acionista controlador, JSP Holding. Dessa maneira, o grupamento será operacionalizado e efetivado de modo a não alterar a participação proporcional dos acionistas no capital social da companhia e não afetará os direitos patrimoniais e políticos das ações.

As ações grupadas passarão a ser negociadas em 18 de fevereiro de 2026, de modo que a posição acionária a ser considerada para fins do grupamento terá como data-base a posição do pregão imediatamente anterior.

Klabin anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação

A Klabin (KLBN11) informou que as frações de ações, resultantes da bonificação aprovada em dezembro de 2025, foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3, em leilão realizado em 9 de fevereiro de 2026.

No referido leilão foram vendidas 79.949 ações ordinárias e 156.296 ações preferenciais de emissão da companhia, tendo sido apurados os valores de R$ 3,942352337 por ação ordinária e R$ 3,942611212 por ação preferencial.

Os valores líquidos da venda estarão à disposição dos titulares dessas frações com registros atualizados a partir de 24/02/2026, na proporção detida por cada um.

A Klabin também informou na sexta-feira, 13, após o fechamento do mercado, que resgatará antecipadamente o montante integral em circulação (Make-Whole Call) dos Green Bonds 2027 emitidos originalmente pela Klabin Finance (substituída posteriormente pela Klabin Áustria GmbH como Emissora e Devedora), com a Klabin como garantidora, junto ao The Bank of New York Mellon, cupom de 4,875% ao ano e vencimento original em 19 de setembro de 2027.

O montante principal total em circulação é de US$ 222,2 milhões. A Klabin Áustria GmbH notificou os detentores dos Green Bonds 2027 sobre o resgate antecipado a ser realizado em 19 de março de 2026. “Esta operação está alinhada com a estratégia de gestão de endividamento da companhia”, explicou a Klabin.

A Klabin informou ainda que decidiu descontinuar a divulgação da projeção (guidance) referente ao Ebitda Incremental 2027. “A decisão de descontinuar a projeção decorre do aumento, desde a publicação original do guidance, da volatilidade nos mercados de atuação da companhia e condições macroeconômicas”, afirmou a companhia.

A Klabin reforçou a resiliência de seus resultados, “sustentada por um modelo de negócios integrado, diversificado e flexível, capaz de se adaptar às condições de mercado e gerar valor de forma consistente no longo prazo”.

Moody’s Local rebaixa rating da Cosan 

A agência de classificação de risco Moody’s Local rebaixou na sexta-feira, 13, o rating de emissor da Cosan (CSAN3) para AA.br., de AA+.br.

O rebaixamento do rating de emissor da Cosan para AA.br, de AA+.br, reflete os desenvolvimentos relacionados à deterioração do perfil de crédito de uma de suas principais investidas, a Raízen (RAIZ4), explicou a agência.

Ainda de acordo com a Moody’s Local, esse cenário levou à redução das expectativas de dividendos a serem recebidos por um período mais longo que o esperado anteriormente, além de maior concentração dos dividendos futuros a serem pagos pela Compass, reforçando a pressão sobre as métricas de crédito.

Ao mesmo tempo, a revisão para rebaixamento decorre, principalmente, das incertezas quanto à trajetória de melhora das métricas de crédito da Cosan, diante dos desafios para o reequilíbrio financeiro da Raízen e o riscos de contágio na execução do processo de desinvestimento da holding, em um contexto de forte necessidade de novas alienações para que a companhia continue reduzindo sua alavancagem, explica o time de analistas da agência.

Esses fatores podem impactar negativamente o perfil de negócios e financeiro do grupo, exercendo pressão de crédito adicional ao longo dos próximos meses, afirma a Moody’s Local, embora reconheça que as ações de gestão de passivos implementadas pela companhia ao longo de 2025 e início de 2026, bem como a entrada de recursos advinda do aporte de capital concluído ao final do ano passado, contribuíram para o fortalecimento da estrutura de capital e do perfil de liquidez, representando importantes fatores de mitigação no contexto desta ação de rating.

Estudo de ações da Bolsa

Acesse aqui o video com o estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Aure3, Mglu3, Tots3 e de Qbtc11.

Agenda de proventos desta semana:

Quinta, 19

Allos (ALOS3) tem data com para 3° parte de dividendo 

Iguatemi (IGTI11) tem data com para 1° parcela de dividendo

Data prevista para Banco do Brasil (BBAS3) pagar provento antecipado 

Sexta, 20

Petrobras paga 1° parcela dos dividendos anunciados em novembro/25

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Após semana de Carnaval, temporada de resultados do 4T25 volta com força. Veja a agenda: https://financenews.com.br/2026/02/apos-semana-de-carnaval-temporada-de-resultados-do-4t25-volta-com-forca-veja-a-agenda/ https://financenews.com.br/2026/02/apos-semana-de-carnaval-temporada-de-resultados-do-4t25-volta-com-forca-veja-a-agenda/#respond Mon, 16 Feb 2026 22:38:14 +0000 https://financenews.com.br/?p=202725   Publicado às 19h36 Nesta semana de Carnaval a temporada de resultados do quarto trimestre […]

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Publicado às 19h36

Nesta semana de Carnaval a temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) faz uma pausa. Mas volta com força na semana que vem. Destaque para o resultado da Gerdau, na segunda-feira; Isa Energia, na terça; Weg e Copasa na quarta; e Caixa Seguridade e Marcopolo na quinta-feira.

Segunda-feira, 23 de fevereiro

Irani, Telefônica Brasil – antes da abertura do mercado.

Gerdau, Metalúrgica Gerdau – após o fechamento do mercado. 

Terça-feira, 24 

Isa Energia, Iguatemi, C&A Modas, Pão de Açúcar – após o fechamento do mercado. 

Quarta-feira, 25 

Weg – antes da abertura do mercado.

Engie Brasil, Copasa, Intelbras, Kepler Weber, lochpe-Maxion, Nubank – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 26

Marcopolo – antes da abertura do mercado.

Caixa Seguridade, Copel, Axia, B3, Sanepar, Mdias Branco, Marcopolo, Odontoprev, Banco BMG, Qualicorp, Aura Minerals – após o fechamento do mercado. 

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Eventos que podem impactar os ativos da Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/02/eventos-que-podem-impactar-os-ativos-da-bolsa-nesta-semana/ https://financenews.com.br/2026/02/eventos-que-podem-impactar-os-ativos-da-bolsa-nesta-semana/#respond Sun, 15 Feb 2026 22:57:51 +0000 https://financenews.com.br/?p=202699   Publicado às 20h Eventos no radar do mercado nesta semana: Feriados na B3 e […]

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Publicado às 20h

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Feriados na B3 e o impacto na liquidez

Nos dias 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira de Carnaval, não haverá negociação para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa, entre outros.

No dia 18 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, a B3 terá sessão contínua de negociação dos ativos de renda variável das 13h às 17h55, com pré-abertura das 12h45 às 13h e call de fechamento para todos os ativos das 17h55 às 18h. Com isso a liquidez será reduzida nesta semana a Bolsa brasileira.

Feriado na China

Feriadão também na China. O país comemora o Ano-Novo Lunar. As Bolsas no país asiático ficarão fechadas a semana inteira, incluindo as que negociam commodities como o minério de ferro. Esse período é marcado por menor liquidez nos mercados asiáticos. 

Ata do Banco Central dos EUA

Um dos eventos mais importantes da semana ocorre na quarta-feira, 18. Às 16h será divulgada a ata da última reunião do comitê do Banco Central norte-americano que decide sobre os juros. A ata pode trazer sinalizações sobre o ritmo de cortes de juros na maior economia do mundo. Após três reduções seguidas, o BC dos EUA manteve na última reunião a taxa de juros de referência da economia americana na faixa entre 3,5% e 3,75% ao ano.

Prévia do PIB no Brasil

Na quinta-feira, 19, às 9h, o Banco Central divulga seu IBC-Br referente a dezembro. O indicador de atividade econômica é conhecido por ser uma prévia do Produto Interno Bruto. 

Na sexta-feira, 20, o IBGE apresenta a Pnad Contínua do quarto trimestre, indicador importante para avaliar o desempenho do mercado de trabalho e sua influência sobre consumo e política monetária.

Notícias corporativas

Brisanet (BRST3) divulga os dados operacionais de janeiro de 2026

A Brisanet (BRST3) divulgou os dados operacionais de janeiro de 2026. Com mais de 30 mil novos clientes em janeiro, a base móvel da companhia chegou a 882.993 chips ativos. A companhia reportou que consolidou sua base de clientes em 1.558.912, com 1.521.283 deles conectados por FTTH (Fiber to the Home).

A presença abrange os nove estados do Nordeste, com cobertura em 158 municípios e potencial para atender quase 7,2 milhões de lares. No período, a companhia observou um crescimento orgânico de 4,7 mil HCs.

O crescimento das portas e HPs bem como o decréscimo no take-up é explicado pela retomada de HPs em uma cidade que era de um franqueado, no estado de Pernambuco. Não fossem os quase 33 mil HPs que passaram da Agility para a Brisanet, o take-up ainda estaria em 21,2%.

Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste.

Shell faz sua proposta para Raízen, informa jornal

O site Pipeline, do Valor Econômico, informou neste fim de semana que a Shell, que controla a Raízen (RAIZ4) junto com a Cosan (CSAN3), apresentava resistência nos últimos meses em colocar um cheque maior que a sócia, mas agora já topou fazer um aporte maior para buscar uma solução de reestruturação mais simples de ser executada.

Ainda de acordo com Pipeline, a Cosan e o BTG, por meio de fundos, apresentaram à Shell uma proposta no dia 12 de fevereiro.

O site apurou que a britânica também já apresentou sua proposta para o management da Raízen, desenho que não contempla uma divisão da empresa, como sugerem os sócios, e que agora terá que ser discutido pelo conselho.

A dívida da Raízen chegou a R$ 55,3 bilhões no último trimestre. No terceiro trimestre da safra 2025/26 a companhia teve prejuízo líquido de R$ 15,6 bilhões. Segundo a empresa, o resultado foi pressionado por um impairment contábil de R$ 11,1 bilhões após o rebaixamento de seu rating de crédito. Desconsiderando esse efeito não recorrente e sem impacto de caixa, a Raízen reportou prejuízo de cerca de R$ 4,5 bilhões. O Ebitda ajustado foi de R$ 3,15 bilhões no trimestre, queda de 3,3% na base anual de comparação.

A Raízen divulgou no dia 9 de fevereiro que selecionou a Rothschild & Co como assessora financeira, bem como os escritórios Pinheiro Neto Advogados e Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP como assessores legais. Os assessores, em conjunto com a administração da companhia, iniciaram a avaliação de alternativas econômico-financeiras preliminares, em caráter exploratório.

Itaúsa anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação

A Itaúsa (ITSA4) anunciou na sexta-feira, 13, após o fechamento do mercado, que as frações de ações resultantes da bonificação aprovada em dezembro de 2025, foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 em leilão realizado em 12 de fevereiro.

Nesse leilão, foram alienadas 308.119 ações, sendo 39.229 ordinárias e 268.890 preferenciais, apurando-se os valores líquidos de R$ 14,5675853631 para cada ação ordinária e R$ 14,6575822169 para cada ação preferencial. Esses valores serão creditados aos acionistas em 25.02.2026, na proporção das frações de ações de cada espécie a que fizeram jus na data-base de 18.12.2025.

Para os acionistas registrados nos livros da companhia, o crédito será efetuado diretamente pela Itaú Corretora de Valores, na conta indicada pelo acionista; para os acionistas com cadastro desatualizado, os valores serão mantidos à disposição na companhia. Para os demais acionistas, o pagamento será efetuado diretamente à B3, que repassará os valores aos acionistas cadastrados em seus registros, por intermédio dos seus agentes de custódia.

Acionistas da Simpar (SIMH3) reunidos em assembleia aprovam grupamento de ações

Acionistas da Simpar (SIMH3) reunidos em assembleia realizada em 13 de fevereiro aprovaram o grupamento da totalidade das ações ordinárias na proporção de 2 (duas) ações para 1 (uma) ação da mesma espécie, sem a modificação da cifra do capital social.

Conforme aprovado, após a consumação do grupamento, o capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1,174 bilhão passando a se dividir, contudo, em 436.520.266 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.

Eventuais frações de ações de titularidade de acionistas da companhia como resultado do grupamento serão acrescidas de frações de ações necessárias para completar o próximo número inteiro de ações após a aplicação do fator de grupamento aprovado, o que será feito por meio de doação a ser realizada pelo acionista controlador, JSP Holding. Dessa maneira, o grupamento será operacionalizado e efetivado de modo a não alterar a participação proporcional dos acionistas no capital social da companhia e não afetará os direitos patrimoniais e políticos das ações.

As ações grupadas passarão a ser negociadas em 18 de fevereiro de 2026, de modo que a posição acionária a ser considerada para fins do grupamento terá como data-base a posição do pregão imediatamente anterior.

Klabin anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação

A Klabin (KLBN11) informou que as frações de ações, resultantes da bonificação aprovada em dezembro de 2025, foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3, em leilão realizado em 9 de fevereiro de 2026.

No referido leilão foram vendidas 79.949 ações ordinárias e 156.296 ações preferenciais de emissão da companhia, tendo sido apurados os valores de R$ 3,942352337 por ação ordinária e R$ 3,942611212 por ação preferencial.

Os valores líquidos da venda estarão à disposição dos titulares dessas frações com registros atualizados a partir de 24/02/2026, na proporção detida por cada um.

A Klabin também informou na sexta-feira, 13, após o fechamento do mercado, que resgatará antecipadamente o montante integral em circulação (Make-Whole Call) dos Green Bonds 2027 emitidos originalmente pela Klabin Finance (substituída posteriormente pela Klabin Áustria GmbH como Emissora e Devedora), com a Klabin como garantidora, junto ao The Bank of New York Mellon, cupom de 4,875% ao ano e vencimento original em 19 de setembro de 2027.

O montante principal total em circulação é de US$ 222,2 milhões. A Klabin Áustria GmbH notificou os detentores dos Green Bonds 2027 sobre o resgate antecipado a ser realizado em 19 de março de 2026. “Esta operação está alinhada com a estratégia de gestão de endividamento da companhia”, explicou a Klabin.

A Klabin informou ainda que decidiu descontinuar a divulgação da projeção (guidance) referente ao Ebitda Incremental 2027. “A decisão de descontinuar a projeção decorre do aumento, desde a publicação original do guidance, da volatilidade nos mercados de atuação da companhia e condições macroeconômicas”, afirmou a companhia.

A Klabin reforçou a resiliência de seus resultados, “sustentada por um modelo de negócios integrado, diversificado e flexível, capaz de se adaptar às condições de mercado e gerar valor de forma consistente no longo prazo”.

Moody’s Local rebaixa rating da Cosan 

A agência de classificação de risco Moody’s Local rebaixou na sexta-feira, 13, o rating de emissor da Cosan (CSAN3) para AA.br., de AA+.br.

O rebaixamento do rating de emissor da Cosan para AA.br, de AA+.br, reflete os desenvolvimentos relacionados à deterioração do perfil de crédito de uma de suas principais investidas, a Raízen (RAIZ4), explicou a agência.

Ainda de acordo com a Moody’s Local, esse cenário levou à redução das expectativas de dividendos a serem recebidos por um período mais longo que o esperado anteriormente, além de maior concentração dos dividendos futuros a serem pagos pela Compass, reforçando a pressão sobre as métricas de crédito.

Ao mesmo tempo, a revisão para rebaixamento decorre, principalmente, das incertezas quanto à trajetória de melhora das métricas de crédito da Cosan, diante dos desafios para o reequilíbrio financeiro da Raízen e o riscos de contágio na execução do processo de desinvestimento da holding, em um contexto de forte necessidade de novas alienações para que a companhia continue reduzindo sua alavancagem, explica o time de analistas da agência.

Esses fatores podem impactar negativamente o perfil de negócios e financeiro do grupo, exercendo pressão de crédito adicional ao longo dos próximos meses, afirma a Moody’s Local, embora reconheça que as ações de gestão de passivos implementadas pela companhia ao longo de 2025 e início de 2026, bem como a entrada de recursos advinda do aporte de capital concluído ao final do ano passado, contribuíram para o fortalecimento da estrutura de capital e do perfil de liquidez, representando importantes fatores de mitigação no contexto desta ação de rating.

Estudo de ações da Bolsa

Acesse aqui o video com o estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Aure3, Mglu3, Tots3 e de Qbtc11.

Agenda de proventos desta semana:

Quinta, 19

Allos (ALOS3) tem data com para 3° parte de dividendo 

Iguatemi (IGTI11) tem data com para 1° parcela de dividendo

Data prevista para Banco do Brasil (BBAS3) pagar provento antecipado 

Sexta, 20

Petrobras paga 1° parcela dos dividendos anunciados em novembro/25

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Bolsa só volta a funcionar na quarta-feira, 18, às 13h   https://financenews.com.br/2026/02/bolsa-so-volta-a-funcionar-na-quarta-feira-18-as-13h/ https://financenews.com.br/2026/02/bolsa-so-volta-a-funcionar-na-quarta-feira-18-as-13h/#respond Fri, 13 Feb 2026 22:36:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=202638   Publicado às 19h30 A B3, a bolsa do Brasil, informou que nos dias 16 […]

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Publicado às 19h30

A B3, a bolsa do Brasil, informou que nos dias 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira de Carnaval, não haverá negociação para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa, entre outros. 

No dia 18 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, a B3 terá sessão contínua de negociação dos ativos de renda variável das 13h às 17h55, com pré-abertura das 12h45 às 13h e call de fechamento para todos os ativos das 17h55 às 18h.

Para os derivativos financeiros e de commodities, a sessão de negociação abrirá às 13h (com pré-abertura das 12h55 às 13h). 

Já o mercado de balcão organizado terá pré-abertura das 12h45 às 13hs e funcionará das 13h às 17h55, com call de fechamento para todos os ativos das 17h55 às 18h.

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Mercados nesta sexta, repercussão do resultado da Vale, prejuízo bilionário da Raízen, JCP da Telefônica Brasil e outras notícias https://financenews.com.br/2026/02/mercados-nesta-sexta-repercussao-do-resultado-da-vale-prejuizo-bilionario-da-raizen-jcp-da-telefonica-brasil-e-outras-noticias/ https://financenews.com.br/2026/02/mercados-nesta-sexta-repercussao-do-resultado-da-vale-prejuizo-bilionario-da-raizen-jcp-da-telefonica-brasil-e-outras-noticias/#respond Fri, 13 Feb 2026 10:46:41 +0000 https://financenews.com.br/?p=202605   Publicado às 7h46 – atualizado às 8h06 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45) Alemanha (DAX): […]

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Publicado às 7h46 – atualizado às 8h06

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45)

Alemanha (DAX): +0,14% 

Londres (FTSE 100): +0,17%

Japão (Nikkei 225): -1,24% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,26% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,72% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,52% (US$ 67,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,49% (US$ 63,1)

Bitcoin futuro: +1,95% (US$ 67.125)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,86% (US$ 4.990)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 2,36% a 746 iuanes (US$ 108,11). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h43 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,18% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,03%. Nasdaq futuro subia 0,01%.

Notícias corporativas

Vale reporta prejuízo de US$ 3,84 bilhões no 4T25; Ebitda cresce

Para a XP, a Vale (VALE3) apresentou resultados sólidos no quarto trimestre (4T25), com Ebtida proforma ajustado de US$ 4,8 bilhões, acima do consenso. Embora seus analistas reiterem a classificação “neutra” com base no valuation, reconhecem “um momentum” positivo para as ações.

A equipe da Genial Investimentos também destacou que o Ebitda proforma superou suas estimativas, com a companhia reportando geração robusta de Fluxo de Caixa Livre. Com relação ao prejuízo de US$ 3,8 bilhões, a Genial ressalta que esse movimento é amplamente explicado pelo impairment de US$ 3,5 bilhões nos ativos de níquel da VBM no Canadá, após revisão para baixo das premissas de preço de longo prazo; e impacto adicional de US$ 2,8 bilhões relacionado a write-off de ativos fiscais diferidos acumulados em subsidiárias. “Ressaltamos que esses efeitos são não recorrentes e sem impacto caixa, não devendo gerar repercussões negativas relevantes na percepção dos investidores”, avaliam seus analistas. 

A Vale teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) prejuízo líquido (atribuível aos acionistas) de US$ 3,84 bilhões. No mesmo trimestre de 2024 (4T24) o prejuízo foi de US$ 694 milhões.

O resultado, segundo a companhia, reflete o impairment de US$ 3,5 bilhões nos ativos de níquel da Vale Base Metals no Canadá, decorrente da revisão para baixo das premissas de preço de longo prazo do níquel com base em estimativas de mercado; e a redução de US$ 2,8 bilhões decorrente da baixa de imposto diferido de subsidiárias, registrada em Tributos sobre o lucro.

O lucro proforma (atribuível aos acionistas), que exclui os efeitos relacionados a Brumadinho e à descaracterização de barragens, e itens não recorrentes, foi de US$ 1,46 bilhão, alta de 68% na comparação com o 4T24.

O Ebitda ajustado ‌foi de US$ 4,58 bilhões no 4T24, contra US$ 3,78 bilhões no quarto trimestre de 2024, alta de 21%.

A receita líquida de vendas cresceu 9% na base de comparação anual, para US$ 11 bilhões no 4T25.

Usiminas reverte prejuízo e reporta lucro de R$ 129 milhões no 4T25

A Usiminas divulgou nesta sexta-feira, 13, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 129 milhões, ante prejuízo de R$ 117 milhões no mesmo trimestre de 2024 (4T24).

Em 2025, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 2,9 bilhões, ante lucro líquido de R$ 3 milhões em 2024. A variação decorre, principalmente, do reconhecimento de perda por impairment de ativos no valor de R$ 2,2 bilhões, além do ajuste de R$ 1,4 bilhão relacionado à avaliação de recuperabilidade de impostos diferidos no 3T25, ambos sem efeito caixa. Sem esses efeitos extraordinários, o lucro líquido de 2025 teria sido de R$ 702 milhões.

A Usiminas registrou Ebitda ajustado consolidado de R$ 417 milhões no 4T25, queda de 19% em relação ao 4T24 e redução de 3,9% em relação ao 3T25. A margem Ebitda atingiu 6,8%, ante 6,6% no trimestre anterior.

A receita líquida no 4T25 alcançou R$ 6,2 bilhões, redução de -5% na base anual de comparação. Em relação ao 3T25 houve queda de 6%, refletindo a queda na Unidade de Siderurgia, parcialmente compensado pelo aumento registrado na Unidade de Mineração.

Raízen (RAIZ4) reporta prejuízo de R$ 15,6 bilhões  

A Raízen (RAIZ4) divulgou na noite de quinta-feira, 12, que teve no terceiro trimestre da safra 2025/26 prejuízo líquido de R$ 15,6 bilhões. Segundo a companhia o resultado foi pressionado por um impairment contábil de R$ 11,1 bilhões após o rebaixamento de seu rating de crédito.

Desconsiderando esse efeito não recorrente e sem impacto de caixa, a Raízen reportou prejuízo de cerca de R$ 4,5 bilhões. 

O Ebitda ajustado foi de R$ 3,15 bilhões no trimestre, queda de 3,3% na base anual de comparação.  

A dívida líquida da companhia atingiu R$ 55,3 bilhões, crescimento de 43% na base anual. A alavancagem medida por dívida líquida pelo Ebitda ajustado em 12 meses subiu para 5,3 vezes, contra 3,0 vezes um ano antes.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia distribuição de juros sobre o capital

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 325 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido estimado de R$ 268,12 milhões.

O valor líquido por ação é R$ 0,08390426431.

Tem direito quem tiver ações da Telefônica Brasil ao final do dia 23 de fevereiro. Após esta data as ações serão consideradas “ex -juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

IRB (IRBR3) reporta lucro de R$ 143,3 milhões no 4T25, alta de 27,4% na base anual

O IRB (IRBR3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 143,3 milhões, alta de 27,4% quando comparado ao mesmo período de 2024 (4T24). Segundo a companhia, a cifra deve-se ao resultado de subscrição de R$ 293 milhões, crescimento de 65% comparado a 2024; e ao resultado financeiro e patrimonial de R$ 164 milhões, alta de 51% em relação ao ano anterior.

Em 2025 o lucro líquido somou R$ 505 milhões, alta de 35% em relação a 2024.

Braskem diz estar ‘adimplente’ com Banco do Brasil 

A Braskem (BRKM5) se manifestou na noite de quinta-feira, 12, após notícias veiculadas na mídia a respeito de um suposto inadimplemento, pela companhia, de obrigações junto ao Banco do Brasil ocorrido no último trimestre de 2025.

A Braskem esclareceu que “não possui, ou possuía em 2025, exposição financeira material junto ao Banco do Brasil e que está adimplente com as obrigações financeiras mantidas com tal instituição financeira, não tendo ocorrido qualquer inadimplemento no referido período de 2025”.

O Banco do Brasil revelou em seus resultados do quarto trimestre (4T25) que um “caso específico” inflou o índice de atrasos acima de 90 dias para 5,17%. Sem esse evento pontual, o índice teria ficado em 4,88%.

O Broadcast informou que a companhia em questão seria a Braskem. As ações da companhia fecharam em queda de 11% nesta quinta-feira, 12.

Copasa (CSMG3): presidente do conselho de administração renuncia

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) recebeu de Hamilton Amadeo, presidente de seu conselho de administração,  pedido de renúncia como membro do colegiado. O pedido tem efeito imediato.

Usiminas (USIM5) usará o dólar como moeda funcional 

O conselho de administração da Usiminas (USIM5) aprovou a alteração da moeda funcional utilizada pela companhia do real para o dólar norte-americano, a ser efetivada em suas demonstrações contábeis elaboradas com data-base a partir de 1° de janeiro de 2026.

Segundo a siderúrgica, a alteração “visa a refletir de forma mais fidedigna a substância econômica das atividades da companhia, considerando o ambiente econômico no qual ela está inserida”.

Também na quinta-feira a Usiminas divulgou que Alberto Ono e Tatsuya Miyahara apresentaram suas renúncias aos cargos de membros titular e suplente, respectivamente, do conselho de administração da companhia.

Diante disso, o conselho de administração elegeu Elias de Matos Brito para exercer o cargo de presidente do colegiado, como substituto de Alberto Ono, até a próxima assembleia geral ordinária da Usiminas.

No dia 11 de fevereiro a siderúrgica informou que foi concluída a operação de compra, pela Ternium, da participação da Nippon Steel no grupo controlador da Usiminas. A Ternium adquiriu todas as ações ordinárias de emissão da companhia que eram de propriedade da Nippon Steel Corporation e da Mitsubishi Corporation. Essa operação foi anunciada em novembro do ano passado.

O Grupo Ternium passou a deter 92,9% do grupo controlador (71% das ações ordinárias), enquanto a Previdência Usiminas manteve 7,1%.

Jalles Machado (JALL3) reverte prejuízo no terceiro trimestre da safra 2025/26

A Jalles Machado (JALL3) informou que reverteu prejuízo e teve lucro líquido ‌de R$ 55,4 milhões no terceiro trimestre da safra 2025/26.

O Ebitda ajustado ​somou R$ 346,1 milhões, 10,3% menor na comparação anual. A ​receita líquida totalizou R$ 515,3 milhões no período, queda de 30,4% frente ao mesmo período do ano anterior.

Lucro líquido ajustado da XP (XPBR31) sobe 10% no 4T25, a R$ 1,33 bilhão

A XP (XPBR31) teve alta de 10% de seu lucro líquido ajustado no quarto trimestre de 2025 (4T25) em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24), a R$ 1,33 bilhão.

O EBT ajustado foi de R$ 1,55 bilhão, crescimento de 20% na comparação anual e aumento de 31,3% na margem EBT no período, 252 pontos-base mais altos em 12 meses.

O retorno sobre patrimônio líquido ajustado (ROAE) totalizou  22,8% no quarto trimestre, uma queda de 59 pontos-base frente ao 4T24.

Divulga resultado do 4T25 nesta sexta-feira, 13:

Usiminas – antes da abertura do mercado.

Pagam provento nesta sexta, 13:

BTG (BPAC11) 

O BTG Pactual paga nesta sexta-feira, 13, os juros sobre o capital anunciados em 15 dezembro de 2025 no valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial de R$ 0,14. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,42. Tem direito acionistas com ações no final do dia 18 de dezembro de 2025, sendo as ações da companhia negociadas “ex-direitos” desde 19 de dezembro.

BTG Pactual também paga na sexta-feira, 13, os JCP anunciados em 22 de dezembro de 2025. O valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial é R$ 0,04. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,12. Tem direito quem tinha ações da companhia no final do dia 29 de dezembro de 2025, sendo as ações do BTG negociadas “ex-direitos” a esses JCP desde 30 de dezembro de 2025, inclusive.

Cogna (COGN3)

A Cogna realiza nesta sexta-feira, 13, a primeira distribuição do dividendo anunciado em 18 de dezembro de 2025. O valor por ação é R$ 0,07. Tem direito acionistas registrados no fechamento do pregão da B3 do dia 23 de dezembro de 2025. Desde 26 de dezembro as ações passaram a ser negociadas ex-direito. A 2ª distribuição, no valor de R$ 0,05 por ação, está programada para ser paga no dia 20 de dezembro de 2028, podendo ser total ou parcialmente antecipado mediante deliberação da administração.

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Publicado às 21h23

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Inflação oficial de janeiro

Na terça-feira, 10, o IBGE divulga o IPCA de janeiro. Será às 9h. O IPCA é a inflação oficial no Brasil. Vale destacar que o resultado da inflação oficial é um dos fatores que o Banco Central utiliza para definir a política monetária. O BC prevê um corte da Selic na reunião de março. O tamanho do corte na taxa ainda divide os analistas. Um dado muito acima ou abaixo do esperado também pode mexer com ações sensíveis a juros como as do setor de construção e varejo.

Dados do emprego nos EUA

Na quarta-feira será divulgado o Payroll de janeiro. Os números serão anunciados às 10h30. O Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária. 

Ainda nos Estados Unidos, na terça-feira, serão divulgadas as vendas no varejo de dezembro, números relevantes para medir a força do consumo na maior economia do mundo.

Corporativo

Em âmbito corporativo, o destaque nesta semana é a divulgação do relatório de produção e vendas da Petrobras no dia 10. Os resultado do 4T25 da petroleira só serão divulgados em 5 de março. Também no dia 10 o MSCI anunciará as mudanças em seus índices globais que entrarão em vigor em 2 de março. XP espera a inclusão de Aura Minerals (AURA33) no MSCI Brazil, e não espera exclusões.

Temporada de resultados do 4T25

A temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) ganha força nesta semana. Destaque para o balanço da Vale (VALE3) e da Ambev (ABEV3) na quinta-feira, 12; do Banco Brasil (BBAS3), na quarta-feira, 11; e da BB Seguridade (BBSE3), na segunda-feira. A BB Seguridade deve divulgar os detalhes do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Confira a agenda abaixo:

Segunda-feira, 9

BTG Pactual – antes da abertura do mercado.

BB Seguridade, São Martinho, Motiva – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 10

Suzano, Tim – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 11

Klabin, Banco Inter – antes da abertura do mercado.

Banco do Brasil, Banrisul, Log, Guararapes, Totvs, Assaí, Neoenergia – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 12

Ambev – antes da abertura do mercado.

Vale, Copasa, Raízen, Jalles Machado – após o fechamento do mercado.

Sexta-feira, 13

Usiminas – antes da abertura do mercado.

Notícias corporativas

JBS investe US$ 150 milhões em hub multiproteína no Oriente Médio

A JBS (B3: JBSS32; NY: JBS) celebrou contrato (Share Purchase Agreement – SPA) com a Oman Food Investment Holding Company (OFC) tendo por objeto a constituição de uma Joint Venture por meio de uma sociedade com sede na Holanda (JV), que deterá 100% dos negócios atualmente operados em Omã pelas companhias A’Namaa Poultry, responsável por um projeto integrado de produção e processamento de carne de frango, e Al Bashayer Meat Company, dedicada ao confinamento e processamento de carne bovina e ovina. A informação foi divulgada neste domingo, 8, em um fato relevante.

A JV terá por objetivo estabelecer um hub de produção de proteínas em Omã, que assegure a segurança alimentar da população em conformidade com a Vision 2040 do Sultanato de Omã e posicione o país como centro de produção de produtos halal aptos à exportação para diversos mercados.

A JBS realizará um investimento de 150 milhões de dólares em equity na JV, passando a deter 80% de suas ações, enquanto o OFC deterá os 20% remanescentes.

“Esse investimento implica um valor da firma antes do aporte (Enterprise Value pre-money) de 167,5 milhões de dólares para a JV.

Os recursos aportados serão destinados, principalmente, à finalização da planta integrada de frango da A’Namaa, localizada na região de Ibri, no norte de Omã, distante aproximadamente 380 quilômetros ao oeste de Muscate (capital do país) e 280 quilômetros ao sul de Dubai — Emirados Árabes Unidos; e da planta de processamento de carne bovina e ovina da Al Bashayer, localizada em Thumrait, no sul de Omã.

Com isso, a JBS estima que a operação alcance capacidade industrial estática de produção de aproximadamente 300 mil toneladas por ano. Essa capacidade corresponde ao processamento diário de aproximadamente 1.000 cabeças de gado, 5.000 de cordeiros e 600.000 de frangos. A produção deve começar em até seis meses para carne bovina e ovina e em até 12 meses para aves.

Oncoclínicas (ONCO3) diz que desconhece informações de que IG4 negocia fatia do Goldman Sachs

A Oncoclínicas (ONCO3) divulgou no fim de semana que desconhece as informações divulgadas em uma matéria do site Pipeline, do Valor Econômico, intitulada “IG4 negocia fatia do Goldman Sachs na Oncoclínicas”.

O Pipeline reportou que a gestora IG4 negocia a aquisição da posição do Goldman Sachs na Oncoclínicas. O Goldman tem 21,17% da Oncoclínicas.

“Até a presente data, a companhia não recebeu comunicação formal por parte de quaisquer acionistas a respeito de eventual transação nos termos reportados na notícia, tampouco foi procurada para tratar de quaisquer elementos relacionados ao tema, razão pela qual não possui informações adicionais que permitam confirmar, comentar ou detalhar o conteúdo da notícia”, afirmou a Oncoclínicas em um comunicado onde presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A companhia informou ainda que inquiriu os membros de seu conselho de administração acerca de eventual conhecimento sobre os fatos e tratativas mencionados na matéria do site. Segundo a Oncoclínicas, foi confirmado por esses conselheiros que “não possuem conhecimento a respeito do assunto”.

BlackRock eleva participação na Copel (CPLE3)

A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Copel (CPLE3), conforme informado pela companhia brasileira na sexta-feira, 6.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Copel, sendo que, em 3 de fevereiro de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser 148.301.789 ações ordinárias e 1.458.171 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 5.832.685 ações ordinárias de emissão da companhia, totalizando 154.134.474 ações ordinárias de emissão da Copel, representando 5,167% do total de ações ordinárias; além de 690.443 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,023% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Raízen (RAIZ4): controladores seguem avaliando alternativas para a redução da alavancagem 

A Raízen (RAIZ4) divulgou neste fim de semana que seus controladores seguem avaliando, de forma prioritária, alternativas para a redução da alavancagem e o equacionamento da estrutura de capital.

“Tais avaliações podem abranger a análise preliminar de diferentes transações e estruturas”, afirmou a Raízen em um comunicado, destacando que, até a presente data, não há decisão tomada ou compromisso vinculante celebrado pela companhia ou por seus acionistas controladores em relação a nenhuma dessas alternativas.

A agência Bloomberg reportou na semana passada que investidores se desfizeram de títulos da Raízen em meio à crescente preocupação de que seus dois principais acionistas, Cosan (CSAN3) e Shell, não cobrirão um déficit de quase US$ 4 bilhões.

Ainda de acordo com a agência, em reuniões realizadas para tratar das crescentes pressões financeiras sobre a empresa, a Raízen e seus consultores discutiram possíveis cenários, incluindo um haircut na dívida em uma reestruturação. A cisão de parte dos negócios, uma oferta de ações e uma injeção de capital também foram debatidas, informou a Bloomberg.

Guararapes (RIAA3) avalia realização de oferta pública de distribuição de ações

A Guararapes (RIAA3), dona da Riachuelo, emitiu um fato relevante na noite de sexta-feira, 6, onde informa que estuda alternativas de captação que inclui a realização oferta pública de distribuição de ações.

“Como parte de sua estratégia corporativa, está atenta a oportunidades e avalia, de forma contínua e permanente, potenciais alternativas de captação que possam contribuir para otimização da sua estrutura de capital, bem como para enquadramento do percentual mínimo de ações em circulação, nos termos do regulamento do segmento do Novo Mercado da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, o que inclui a realização de potencial oferta pública de distribuição de ações ordinárias de sua emissão”, afirmou a companhia.

A Guararapes destacou que nenhuma decisão definitiva foi tomada a respeito da realização da potencial oferta pública, tampouco contratados assessores financeiros.

Ibama aplica multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras por vazamento de fluido na Foz do Amazonas

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões devido ao descarte de 18,44 m³ de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. O caso ocorreu em 4 de janeiro.

Em nota divulgada em 6 de janeiro a petroleira estatal afirmou que “foi identificada perda de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho”, na Margem Equatorial Brasileira.

Segundo a companhia, “a perda do fluido de perfuração foi imediatamente contida e isolada”.

A Petrobras assegurou que “adotou todas as medidas de controle e notificou os órgãos competentes. O fluido utilizado atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, portanto não há dano ao meio ambiente ou às pessoas.”

O fluido de perfuração é usado para limpar e lubrificar a broca durante a perfuração de poços de petróleo e gás. A substância mistura água, argila e produtos químicos. O composto ajuda a controlar a pressão do poço e prevenir o colapso das paredes.

Apesar da multa, a atividade foi retomada no local nesta semana após autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O Poço Morpho está localizado em bloco exploratório (FZA-M-059) a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e a 500 km da foz do Rio Amazonas.

Espaçolaser (ESPA3) altera programa de recompra de ações

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a alteração do programa de recompra de ações. A quantidade máxima de ações que podem ser adquiridas no âmbito do referido programa passou a ser de até 10 milhões de ações. O atual programa foi aprovado em dezembro de 2024.

Axia Energia (AXIA3): conselho aprova emissão de debêntures simples

A Axia Energia (AXIA3) informou que seu conselho de administração aprovou a captação de debêntures simples, não conversíveis em ações, em até 3 séries, no montante de R$ 1,6 bilhão, com possibilidade de lote adicional de até 25% do volume da emissão, conforme o resultado do procedimento de bookbuilding, podendo o volume total da operação chegar a R$ 2 bilhões, por meio da sua 8ª emissão.

Brava (BRAV3) informa sobre renúncia no Comitê de Auditoria Estatutário

A Brava Energia (BRAV3) informou que Ricardo Fraga Lima renunciou ao cargo de membro do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. Em decorrência da renúncia mencionada acima, o Comitê passa a ser formado pelos seguintes membros: Mateus Tessler Rocha, Harley Lorentz Scardoelli e André Marcelo da Silva Prado, todos com mandato unificado de dois anos, contados a partir de 1º de agosto de 2024 e coincidentes com os mandatos dos membros do conselho de administração.

A Brava vai divulgar os resultados do quarto trimestre (4T25) em 11 de março.

C&A (CEAB3) contrata KPMG para prestação dos serviços de auditoria independente 

A C&A (CEAB3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a contratação da KPMG Auditores Independentes para a prestação dos serviços de auditoria independente a partir do exercício social de 2026, em substituição ao atual auditor independente da companhia, a Ernst & Young Auditores, que permanecerá responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, tendo manifestado formalmente sua anuência à substituição.

A C&A afirmou que a substituição decorre de procedimentos competitivos, com avaliação de critérios técnicos, de independência e comerciais, observadas as diretrizes da política de contratação de auditor externo.

Os trabalhos da KPMG como novo auditor independente terão início a partir da revisão das informações financeiras trimestrais relativas ao primeiro trimestre de 2026 (ITR 1T26).

Azul anuncia o fechamento da oferta de títulos de dívida 

A Azul (AZUL53) informou na noite de sexta-feira, 6, que sua subsidiária Azul Secured Finance LLP concluiu a oferta privada no exterior de US$ 1,375 bilhão de títulos de dívida seniores com garantia prioritária, com remuneração de 9,875% e vencimento em 2031.

A oferta teve por finalidade proporcionar o financiamento de saída (exit financing) no contexto do plano de reestruturação da companhia aprovado no Chapter 11 do United States Bankruptcy Code (recuperação judicial).

A Azul destacou que segue conduzindo a implementação das etapas previstas no Plano do Chapter 11 com foco, disciplina e alinhamento às diretrizes já estabelecidas, avançando conforme o cronograma previsto e mantendo consistência na execução das iniciativas em curso.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Pomo4, Itub4, Bbas3, Cxse3, Bbse3, Isae4, e de Taee11. Acesse aqui o vídeo.

Pagam provento nesta semana:

Segunda, 9

BB Seguridade (BBSE3)

BB Seguridade deve divulgar nesta segunda-feira, 9, os detalhes do dividendo anunciado em dezembro de 2025. As informações finais sobre o valor por ação, a data de pagamento e o início das negociações das ações na condição “ex-dividendos” serão divulgadas por meio de aviso aos acionistas após o fechamento do mercado nesta segunda-feira, quando a companhia apresenta os resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25).

Neoenergia (NEOE3) 

A Neoenergia paga a partir desta segunda-feira, 9, os dividendos intermediários aprovados na reunião do conselho de administração realizada em 11 de dezembro de 2025. O valor é de R$ 984 milhões, correspondentes ao valor de R$ 0,81 por ação ordinária. Tem direito quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro, inclusive, as ações são negociadas ex-proventos.

Quarta, 11

Banco ABC Brasil (ABCB4)

O Banco ABC Brasil paga na quarta-feira, 11, os juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 369,4 milhões, representando um valor bruto de R$ 1,532 por ação. A data base da posição acionária que será considerada para o pagamento do JCP é 29 de dezembro de 2025.

Quinta, 12

Alupar (ALUP11) 

A Alupar Investimento paga na quinta-feira, 12, os dividendos aprovados em 18 de dezembro de 2025. O montante total é de R$ 108.776.866,11. Esse valor corresponde a R$ 0,11 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,11 por ação preferencial (ALUP4); e R$ 0,33 por Unit (ALUP11), composta por 1 ação ordinária e 2 ações preferenciais. Tem direito ao recebimento desses dividendos os acionistas constantes nos registros da companhia ao final do dia 26 de dezembro de 2025.

Sexta, 13

BTG (BPAC11) 

O BTG Pactual paga na sexta-feira, 13, os juros sobre o capital anunciados em 15 dezembro de 2025 no valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial de R$ 0,14. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,42. Tem direito acionistas com ações no final do dia 18 de dezembro de 2025, sendo as ações da companhia negociadas “ex-direitos” desde 19 de dezembro.

BTG Pactual também paga na sexta-feira, 13, os JCP anunciados em 22 de dezembro de 2025. O valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial é R$ 0,04. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,12. Tem direito quem tinha ações da companhia no final do dia 29 de dezembro de 2025, sendo as ações do BTG negociadas “ex-direitos” a esses JCP desde 30 de dezembro de 2025, inclusive.

Cogna (COGN3)

A Cogna realiza na sexta-feira, 13, a primeira distribuição do dividendo anunciado em 18 de dezembro de 2025. O valor por ação é R$ 0,07. Tem direito acionistas registrados no fechamento do pregão da B3 do dia 23 de dezembro de 2025. Desde 26 de dezembro as ações passaram a ser negociadas ex-direito. A 2ª distribuição, no valor de R$ 0,05 por ação, está programada para ser paga no dia 20 de dezembro de 2028, podendo ser total ou parcialmente antecipado mediante deliberação da administração.

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B3 ampliará horário de negociação para futuros de criptomoedas e de ouro a partir de março https://financenews.com.br/2026/01/b3-ampliara-horario-de-negociacao-para-futuros-de-criptomoedas-e-de-ouro-a-partir-de-marco/ https://financenews.com.br/2026/01/b3-ampliara-horario-de-negociacao-para-futuros-de-criptomoedas-e-de-ouro-a-partir-de-marco/#respond Sat, 10 Jan 2026 19:56:36 +0000 https://financenews.com.br/?p=200859 Publicado às 16h54 O projeto da B3, a bolsa do Brasil, para ampliar os horários […]

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Publicado às 16h54

O projeto da B3, a bolsa do Brasil, para ampliar os horários de negociação para contratos futuros de Bitcoin (BIT), Ethereum (ETR), Solana (SOL) e de ouro (GLD) já tem data marcada para ser implementado. Para garantir a adaptação do ecossistema de mercado, a operacionalização da nova grade horária ocorrerá em duas fases: na primeira, com início programado para o dia 9 de março de 2026, o horário de negociação desses ativos iniciará às 8h, encerrando-se às 18h30. Já a segunda fase começará em 20 de abril de 2026, quando a negociação será estendida até as 20h, consolidando um período de 12 horas diárias de negociação desses produtos, além de suas respectivas rolagens, de segunda a sexta-feira. A partir da segunda fase, a janela de alocação de derivativos financeiros também será atualizada para as 20h30 para todos os contratos derivativos da bolsa.

A B3 seguirá monitorando a liquidez e a adesão dos investidores nessas novas janelas para avaliar futuras expansões para outras classes de ativos.

De acordo com Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3, a decisão de ampliar o horário responde a uma demanda crescente de investidores que buscam a segurança do ambiente regulado, mas necessitam de flexibilidade para negociar fora do horário comercial tradicional. “Ao abrir a janela mais cedo e fechar mais tarde, a B3 permite que os investidores ajustem suas posições em um intervalo maior de tempo ao longo do dia, apoiados pela robustez da nossa infraestrutura, com a segurança regulatória e transparência de preços que o mercado organizado e supervisionado proporciona. Nosso objetivo é democratizar o acesso a esses ativos, garantindo que o investidor conte com a proteção de regras claras, contraparte nas operações e governança de alto nível”, afirma o executivo.

Os contratos futuros de criptoativos e de ouro na B3 são estruturados para serem produtos eficientes e com valor inicial reduzido. Cada contrato representa uma fração do ativo objeto, permitindo exposição às variações de preço sem a necessidade de compra direta ou custódia física e, dada a característica do mercado futuro, ainda oferece ao investidor a oportunidade de potencializar resultados. A liquidação é exclusivamente financeira e baseada em índices globais, o que elimina as complexidades técnicas de armazenamento de chaves privadas, no caso das criptomoedas. O lote padrão reduzido torna esses derivativos acessíveis tanto para investidores institucionais quanto para o varejo, que podem utilizar esses instrumentos para estratégias de proteção (hedge) ou diversificação de portfólio.

Boletins complementares

Para viabilizar essa extensão, a B3 promoveu ajustes em seus processos de reporte de dados. Após o encerramento da sessão estendida às 20h, a bolsa disponibilizará versões complementares dos arquivos de Boletim de Negócios (BVBG.086) e Boletim de Negociação Simplificado para o Mercado de Derivativos (BVBG.187). Esses documentos conterão as estatísticas finais atualizadas especificamente para os futuros de criptomoedas e de ouro, enquanto as estatísticas dos demais produtos serão mantidas conforme as publicações realizadas anteriormente nos horários habituais. O preço de ajuste dos instrumentos continuará sendo determinado na janela atual da sessão regular, garantindo previsibilidade para o cálculo das liquidações.

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Notícias corporativas, expectativa sobre preço do barril de petróleo e outros destaques https://financenews.com.br/2026/01/noticia-corporativas-expectativa-sobre-preco-do-barril-de-petroleo-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/01/noticia-corporativas-expectativa-sobre-preco-do-barril-de-petroleo-e-outros-destaques/#respond Sun, 04 Jan 2026 14:16:59 +0000 https://financenews.com.br/?p=200469 Publicado às 11h Notícias corporativas Mercados aguardam impacto do ‘evento Venezuela’ na cotação do barril […]

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Publicado às 11h

Notícias corporativas

Mercados aguardam impacto do ‘evento Venezuela’ na cotação do barril de petróleo

A prisão do líder venezuelano, Nicolás Maduro, elevou o grau de incerteza no mercado de petróleo e pode pressionar o preço do barril nas próximas sessões. Analistas avaliam que o risco geopolítico tende a pesar mais nas cotações no curto prazo. Na noite deste domingo os contratos futuros da commodity começam a ser negociados e será possível verificar o impacto.

Vale lembrar que o preço do contrato do Brent, referência para a Petrobras, para março/26 fechou na última sexta-feira, 2, cotado a 60,75 dólares.

O presidente norte-americano, Donald Trump, deixou claro em uma entrevista no sábado, que o setor petrolífero venezuelano passará a ser controlado por empresas dos Estados Unidos.

Trump afirmou os Estados Unidos irão levar para a Venezuela suas “grandes empresas petrolíferas” para investir “bilhões de dólares, consertar a infraestrutura gravemente danificada, a infraestrutura de petróleo, e começar a gerar dinheiro para o país”.

Se isso de fato ocorrer, analistas apontam que haverá mais petróleo no mercado, o que tende, no longo prazo, a reduzir os preços. Mas destacam que o preço do petróleo também sofre influência de vários outros fatores, não apenas o da lei da oferta e da procura.

Ações ‘AUAU3’, da União Pet, passam a ser negociadas nesta segunda-feira, 5

A Petz e a União Pet, novo nome da antiga Cobasi, informaram na noite de sexta-feira, 2, o fechamento da operação de combinação de negócios entre as companhias.

Conforme um fato relevante divulgado após o fechamento do mercado, a operação foi realizada por meio de uma reorganização societária que resultou na conversão da Petz em subsidiária integral da União Pet e na unificação das bases acionárias.

A sexta-feira foi o último dia de negociação das ações de emissão da Petz na B3. A partir desta segunda-feira, 5, as ações de emissão da União Pet passarão a ser negociadas na B3 sob o ticker ‘AUAU3’. A companhia passa a se chamar oficialmente União Pet Participações.

As novas ações União Pet serão creditadas aos acionistas da Petz no fechamento em 7 de janeiro de 2026, em suas respectivas contas mantidas nas instituições intermediárias.

Com a conclusão da operação, os acionistas da Petz receberam R$ 320,8 milhões em dinheiro, o que corresponde a R$ 0,7109 por ação, além da troca de uma ação da União Pet para cada ação da Petz. A transação também envolveu um aumento de capital de R$ 1,69 bilhão na União Pet.

O conselho de administração e a diretoria da União Pet passam a ser compostos pelos seguintes membros: Sérgio Zimmerman, presidente do conselho de administração; João Urbano Nassar, membro do conselho; Paulo Urbano Nassar, membro do conselho; Ricardo Urbano Nassar, membro do conselho; Cristiano Gioia Lauretti, membro do conselho; Tania Zimmerman, membro do conselho; German Pasquale Quiroga Vilardo, membro independente; Cláudio Roberto Ely, membro independente do conselho; Eduardo de Almeida Salles Terra, membro independente.

TIM (TIMS3) ajusta valor por ação de JCP

A TIM (B3: TIMS3; NYSE: TIMB) ajustou o valor bruto por ação dos juros sobre o capital (JCP) anunciados em 16 de dezembro de 2025. Passou de R$ 0,1755760439 para R$ 0,1757968072.

Segundo a companhia, o valor bruto por ação foi acrescido em R$ 0,000220763 tendo em vista o aumento na quantidade de ações em tesouraria e, por consequência, a diminuição no número de ações com direito ao recebimento de JCP.

O pagamento ocorrerá até 30 de junho de 2026 no montante de R$ 420 milhões, sem a aplicação de qualquer índice de atualização monetária. A data de corte para ter direito foi 22 de dezembro de 2025. Desde 23 de dezembro os papéis da companhia são negociados ex-JCP.

Caixa Seguridade (CXSE3) atualiza valor por ação de dividendo

A Caixa Seguridade (CXSE3) atualizou o valor por ação do dividendo anunciado no último dia 6 de novembro. O valor por ação passou de R$ 0,35 para R$ 0,352128404. A companhia explicou que os valores serão atualizados pela taxa Selic da data do encerramento do exercício social, 31 de dezembro de 2025, até a data do pagamento, que será no próximo dia 16 de janeiro.

Para ter direito a esse dividendo tinha que ter ações da companhia até o fim do pregão desta sexta-feira, 2 de janeiro. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir da próxima segunda-feira, 5. Vale lembrar que a Caixa Seguridade divulgará em 26 de fevereiro os resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25).

Ibovespa B3 encerra 2025 com 32 recordes históricos

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa do Brasil, encerrou o ano de 2025 consolidando uma trajetória marcada por 32 recordes de fechamento. Com uma valorização acumulada de 34% nos doze meses, o índice registrou seu melhor desempenho anual desde 2016, quando a performance foi de 39%. O atual recorde de fechamento é de 4 de dezembro, quando o índice atingiu 164.455,61 pontos.

“O desempenho do Ibovespa em 2025 é resultado de uma combinação de fatores, incluindo a melhora nas expectativas macroeconômicas e a retomada gradual da confiança de investidores locais e estrangeiros. É importante destacar que o acesso está cada vez mais simples. O investidor pode alocar capital diretamente em ações ou optar por instrumentos como os ETFs, que permitem ‘comprar’ o índice de forma ágil, eficiente e democrática”, destaca Henio Scheidt, gerente de Produtos na B3.

O Ibovespa B3 reúne os ativos com maior volume negociado no pregão da bolsa do Brasil e serve de referência para investimentos como os ETFs (Exchange Traded Fund), fundos de investimentos listados em bolsa que replicam o desempenho de um índice de referência, além dos futuros de Ibovespa e as opções sobre Ibovespa.

A porta de entrada, que vai definir se um papel será incluído ou não no índice, é a liquidez, ou seja, a capacidade que essa ação tem de ser comprada ou vendida rapidamente pelos investidores.

O número de investidores individuais em renda variável na B3 em 2025 atingiu a marca de 5,4 milhões de CPFs, o que representa um crescimento de 28,5% desde 2021. Esse avanço foi acompanhado por um salto no valor sob custódia, que chegou a R$ 601,6 bilhões, um aumento de 20% em relação aos R$ 500,1 bilhões registrados em 2021. O mercado de ações permanece como a principal porta de entrada, contando com 4,1 milhões de investidores — um milhão a mais do que em 2021 — e um valor custodiado de R$ 387,7 bilhões.

Além das ações, outros ativos ganharam protagonismo nas estratégias de diversificação. Os ETFs encerraram o ano com 668,4 mil investidores e R$ 24,1 bilhões investidos, sendo que a pessoa física já responde por 35% do volume total custodiado nesse produto, um avanço significativo frente aos 500 mil investidores e R$ 10,9 bilhões de 2021. No segmento de BDRs, a B3 registrou 980,9 mil investidores, com um valor em custódia de R$ 14,8 bilhões. Esse movimento evidencia que o investidor brasileiro está mais presente e consciente, utilizando ferramentas de exposição nacional e global para fortalecer seu portfólio.

Pagam dividendo ou têm ‘data com’ nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 5

Allos (ALOS3) paga 1° parte de dividendo 

Guararapes (GUAR3) paga JCP

Grupo Multi (MLAS3) tem data com para dividendo

Terça, 6

Alupar (ALUP11) paga dividendo anunciado em novembro

Desktop (DESK3) paga dividendo

Positivo Tecnologia (POSI3) tem data com para dividendo 

Assaí (ASAI3) tem data com para juros sobre o capital

Quarta, 7

Vale (VALE3) paga dividendo

Tenda (TEND3) paga dividendo

Mitre (MTRE3) paga 1° parcela de dividendo

Espaçolaser (ESPA3) paga dividendo intermediário

Quinta, 8

PetroReconcavo (RECV3) tem data com para dividendo

Armac (ARML3) tem data com para dividendo e JCP

Banco Pine (PINE4) tem data com para dividendo e JCP

Vittia (VITT3) tem data com para juros sobre o capital 

Sexta, 9

Banrisul (BRSR6) paga JCP complementar

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale, Petr4, Prio3, Recv3, Brav3, Cxse3, Slce3. Acesse o vídeo aqui.

Proventos

7 companhias anunciaram provento na semana. Confira aqui.

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Ibovespa encerra 2025 com 32 recordes históricos https://financenews.com.br/2026/01/ibovespa-encerra-2025-com-32-recordes-historicos/ https://financenews.com.br/2026/01/ibovespa-encerra-2025-com-32-recordes-historicos/#respond Sun, 04 Jan 2026 13:53:02 +0000 https://financenews.com.br/?p=200464 Publicado às 10h O Ibovespa B3, principal índice de ações da bolsa do Brasil, encerrou […]

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Publicado às 10h

O Ibovespa B3, principal índice de ações da bolsa do Brasil, encerrou o ano de 2025 consolidando uma trajetória marcada por 32 recordes de fechamento. Com uma valorização acumulada de 34% nos doze meses, o índice registrou seu melhor desempenho anual desde 2016, quando a performance foi de 39%. O atual recorde de fechamento é de 4 de dezembro, quando o índice atingiu 164.455,61 pontos.

“O desempenho do Ibovespa em 2025 é resultado de uma combinação de fatores, incluindo a melhora nas expectativas macroeconômicas e a retomada gradual da confiança de investidores locais e estrangeiros. É importante destacar que o acesso está cada vez mais simples. O investidor pode alocar capital diretamente em ações ou optar por instrumentos como os ETFs, que permitem ‘comprar’ o índice de forma ágil, eficiente e democrática”, destaca Henio Scheidt, gerente de Produtos na B3.

A atual carteira do índice, disponível no site da B3, conta com 85 ativos de 79 empresas brasileiras. Há companhias do setor financeiro, de bebidas e alimentos, do varejo, de infraestrutura, de bens de consumo, de minério e de outras commodities.

O Ibovespa B3 reúne os ativos com maior volume negociado no pregão da bolsa do Brasil e serve de referência para investimentos como os ETFs (Exchange Traded Fund), fundos de investimentos listados em bolsa que replicam o desempenho de um índice de referência, além dos futuros de Ibovespa e as opções sobre Ibovespa.

A porta de entrada, que vai definir se um papel será incluído ou não no índice, é a liquidez, ou seja, a capacidade que essa ação tem de ser comprada ou vendida rapidamente pelos investidores.

Com os índices, os investidores conseguem acompanhar o desempenho de carteiras formadas por ações de diferentes segmentos da economia, além de poderem diversificar seus investimentos por meio de produtos financeiros referenciados a esses índices.

Expansão da renda variável e diversificação do investidor

O ano de 2025 foi decisivo para a democratização e sofisticação dos investimentos no Brasil. O número de investidores individuais em renda variável na B3 atingiu a marca de 5,4 milhões de CPFs, o que representa um crescimento de 28,5% desde 2021. Esse avanço foi acompanhado por um salto no valor sob custódia, que chegou a R$ 601,6 bilhões, um aumento de 20% em relação aos R$ 500,1 bilhões registrados em 2021. O mercado de ações permanece como a principal porta de entrada, contando com 4,1 milhões de investidores — um milhão a mais do que em 2021 — e um valor custodiado de R$ 387,7 bilhões.

Além das ações, outros ativos ganharam protagonismo nas estratégias de diversificação. Os ETFs encerraram o ano com 668,4 mil investidores e R$ 24,1 bilhões investidos, sendo que a pessoa física já responde por 35% do volume total custodiado nesse produto, um avanço significativo frente aos 500 mil investidores e R$ 10,9 bilhões de 2021. No segmento de BDRs, a B3 registrou 980,9 mil investidores, com um valor em custódia de R$ 14,8 bilhões. Esse movimento evidencia que o investidor brasileiro está mais presente e consciente, utilizando ferramentas de exposição nacional e global para fortalecer seu portfólio.

Fonte: B3

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Charles Mendlowicz, o ‘Economista Sincero’, analisa o cenário da Bolsa em 2026 https://financenews.com.br/2025/12/charles-mendlowicz-o-economista-sincero-analisa-o-cenario-da-bolsa-em-2026/ https://financenews.com.br/2025/12/charles-mendlowicz-o-economista-sincero-analisa-o-cenario-da-bolsa-em-2026/#respond Sat, 20 Dec 2025 23:09:48 +0000 https://financenews.com.br/?p=199853 Publicado às 19h O mercado financeiro brasileiro projeta um horizonte de transformações significativas para 2026. […]

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Publicado às 19h

O mercado financeiro brasileiro projeta um horizonte de transformações significativas para 2026. Entre as perspectivas de novos cortes na taxa Selic e o debate sobre a reforma do Imposto de Renda, o cenário para a renda variável ganha novos contornos. De acordo com o economista Charles Mendlowicz, fundador do canal Economista Sincero e sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth, o ano de 2026 tem potencial para ser um período de colheita para quem souber diversificar o patrimônio e investir em ativos de setores de valor.

De acordo com o economista, a grande força motriz para as ações no curto e médio prazo é o comportamento dos juros. Com o Boletim Focus, divulgado no último dia 15, sinalizando uma Selic de 12,13% no final de 2026, o mercado antecipa um movimento de migração de capital.

“Quando a Selic cai, o investidor naturalmente começa a tomar mais risco em ações, fundos imobiliários e criptomoedas para manter a rentabilidade”, explica Mendlowicz. Para ele, o investidor que aguarda as notícias otimistas no noticiário para entrar na Bolsa costuma chegar atrasado. “A oportunidade reside em se posicionar enquanto os vencimentos da renda fixa ainda estão ocorrendo”, orienta o Economista Sincero.

A “corrida dos dividendos” e a reforma tributária

Outro fator que tem impulsionado os proventos é a iminente reforma do Imposto de Renda. Segundo Charles Mendlowicz, muitas empresas estão acelerando o repasse de caixa aos acionistas como uma medida preventiva à tributação de lucros. Setores como o agronegócio e o bancário têm se destacado nesse movimento.

“Estamos vendo uma explosão de anúncios. Algumas empresas que historicamente pagavam pouco surpreenderam com retornos de dois dígitos no último ano”, conta o economista, reforçando que o mercado de capitais está vivendo um momento de forte distribuição. Confira aqui 45 companhias que anunciaram provento só nesta semana

Setores estratégicos para 2026

Sem citar ativos específicos, Mendlowicz delineia os setores que devem compor uma carteira resiliente para 2026.

Bancos digitais e crédito: “Empresas que focam em eficiência tecnológica e aprendem a rentabilizar a base de clientes através do crédito tendem a performar bem, especialmente se utilizarem inteligência artificial para controle de inadimplência”, avalia o Economista Sincero.

Commodities (energia e mineração): para Mendlowicz, “Setores vitais para a economia global continuam sendo pilares de dividendos, embora dependam da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e do minério de ferro”.

Saneamento e utilidade pública: vistas como ações de previdência pelo sócio da Ticker Wealth, os papéis desses segmentos oferecem previsibilidade por tratarem de serviços essenciais, como água e esgoto, que acompanham a inflação.

Consumo e ciclo interno: “Com juros menores, empresas sensíveis ao crédito, como as de aluguel de veículos e gestão de frotas, podem ver sua receita líquida subir, embora exijam maior atenção do investidor devido ao endividamento elevado”, acredita Charles Mendlowicz.

Apesar do otimismo, o economista alerta para a volatilidade elevada decorrente do ano eleitoral e recomenda foco no longo prazo. Ele defende a estratégia do Portfólio 3X, que divide o patrimônio entre terra (imóveis), negócios (ações) e reserva de liquidez.

“Não dá para depender apenas da previdência pública. O investidor precisa criar sua própria garantia de futuro”, pontua Charles Mendlowicz. A diversificação, segundo ele, permite montar uma carteira robusta com aportes acessíveis, diluindo os riscos de setores específicos enquanto se aproveita o ciclo de alta da Bolsa.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. 

Leia também:

Totvs anuncia aquisição da TBDC 

CSN Mineração (CMIN3) encerra programa de recompra de ações aprovado em 2024

Fitch eleva rating do Grupo SBF (SBFG3)

Multiplan anuncia a conclusão da venda de 20,0% do ParkShopping São Caetano 

Gerdau encerra programa de recompra anunciado em janeiro/25

Marcopolo (POMO4) aprova aumento de capital social com bonificação de 10%

Sequoia (SEQL3): conselho aprova Leopoldo de Bruggen como CEO

Elektro Redes (EKTR4) anuncia JCP

Coelba (CEEB5) anuncia JCP

Trisul (TRIS3) anuncia o pagamento de dividendo

Porto (PSSA3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

Isa Energia (ISAE4) anuncia o pagamento de R$ 495,2 milhões em JCP

Yduqs (YDUQ3) anuncia R$ 150 milhões em dividendo

Banrisul (BRSR6) anuncia pagamento de R$ 180 milhões em JCP complementar

Assembleia da Axia aprova distribuição de R$ 30 bilhões em reservas por meio de bonificação de ações

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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, dividendo da Ambev e da Syn, notícia da Raízen, Tenda e outros destaques https://financenews.com.br/2025/12/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-dividendo-da-ambev-e-da-syn-noticia-da-raizen-tenda-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2025/12/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-dividendo-da-ambev-e-da-syn-noticia-da-raizen-tenda-e-outros-destaques/#respond Wed, 10 Dec 2025 10:51:09 +0000 https://financenews.com.br/?p=199143   Publicado às 7h50 – atualizado às 8h48 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55) Alemanha (DAX): […]

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Publicado às 7h50 – atualizado às 8h48

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,49% 

Londres (FTSE 100): +0,11%

Japão (Nikkei 225): -0,12% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,23% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,42% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,16% (US$ 62,04). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,25% (US$ 58,3)

Bitcoin futuro: -0,51% (US$ 92.440)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,34% (US$ 4.221)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,85% a 769 iuanes (US$ 108,87). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,14%. Nasdaq futuro caía 0,23%.

Decisão sobre juros no Brasil e nos EUA

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, divulga hoje, após às 18h30, sua decisão sobre a Selic. O mercado espera manutenção dos juros em 15%. A grande expectativa é com relação ao tom do comunicado do Copom. Boa parte dos analistas mantêm a projeção de que o Comitê iniciará um ciclo gradual de cortes na taxa Selic em março. Mas não descarta um início mais cedo, em janeiro.

Também considerado decisivo para os mercados é o anúncio sobre os juros nos Estados Unidos. O Fomc, Comitê que decide sobre os juros na maior economia do mundo, vai revelar a decisão às 16h desta quarta-feira (hora de Brasília). Às 16h30 o presidente do Banco Central americano (Federal Reserve), Jerome Powell, começa a entrevista, que deverá ser o foco de atenção do mercado. O cenário-base é de um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros pelo Fomc. Esse evento pode trazer volatilidade adicional à ativos de risco, como ações.

Notícias corporativas

Cyrela (CYRE3) anuncia proposta de capitalização de reservas com bonificação em ações PN resgatáveis

O conselho de administração da Cyrela (CYRE3) aprovou a convocação de uma assembleia geral extraordinária, a ser realizada, em 1ª convocação, em 31.12.2025, para deliberar sobre a proposta de capitalização de reservas com bonificação em ações PN resgatáveis. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 10.

A assembleia vai deliberar sobre a criação de ações preferenciais, com direito a voto, conversíveis em ações ordinárias e resgatáveis (ações PN Especiais) e também um aumento de capital da companhia, mediante a capitalização de saldos de reservas de lucros, no montante de R$ 2,49 bilhões, com a atribuição de 72.800.000 novas ações PN Especiais aos atuais acionistas da companhia a título de bonificação.

“A companhia esclarece que a estrutura acima proposta está sujeita à prévia aprovação, pela B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3), de dispensa da obrigação prevista no art. 8º do Regulamento do Novo Mercado. A esse respeito, em 09.12.2025 a Companhia submeteu à B3 pedido de dispensa visando a autorização para emitir, de forma excepcional e temporária, as ações PN Especiais, que estariam sujeitas a possibilidade de resgate ou conversão em ações ordinárias até 2028, nos termos da proposta da administração para a AGE. A Companhia vai manter os seus acionistas e o mercado em geral informados acerca da conclusão da análise da B3 e eventuais impactos na AGE ora convocada”, explicou a Cyrela em um fato relevante.

A bonificação proposta contempla a atribuição de ações PN Especiais, de forma gratuita e proporcional às suas participações acionárias, sem diluição, na proporção de 0,18958333333 para cada 1 ação ordinária de titularidade do acionista na data de corte, nos termos da proposta da administração.

Raízen (RAIZ4) avalia alternativas para reenquadrar cotação das ações ao valor mínimo exigido

A B3 notificou a Raízen (RAIZ4) sobre o desenquadramento do valor de cotação mínimo de suas ações preferenciais, que vêm sendo negociadas abaixo de R$ 1,00 desde 6 de outubro de 2025. A B3 solicitou que a companhia divulgue os procedimentos e o cronograma das medidas que serão adotadas para o reenquadramento da cotação ao valor mínimo exigido, cuja regularização deverá ocorrer até 29 de maio de 2026.

A Raízen esclareceu que está avaliando as alternativas e adotará as medidas necessárias para promover o reenquadramento dentro do prazo estipulado, levando em consideração a evolução da execução do seu plano de negócios.

Telefônica Brasil (VIVT3) propõe reduzir capital em R$ 4 bi e devolver recursos a acionistas até julho/26

O conselho de administração a Telefônica Brasil (B3: VIVT3; NYSE: VIV) aprovou, em reunião realizada nesta terça-feira, 9, uma proposta, a ser apreciada e deliberada pelos acionistas em assembleia geral extraordinária, de uma operação de redução de capital social da companhia no valor de R$ 4 bilhões, sem o cancelamento de ações e mediante a restituição de recursos aos acionistas, a serem pagos em uma única parcela até o dia 31 de julho de 2026, em data a ser oportunamente determinada pela diretoria.

A convocação de assembleia geral extraordinária para deliberar acerca da referida proposta de redução de capital e a consequente alteração do Estatuto Social, cujo edital de convocação e demais documentos pertinentes serão divulgados oportunamente, explicou a Telefônica Brasil.

“Esta operação de redução de capital social objetiva aprimorar a estrutura de capital da companhia, o que permitirá a flexibilização da alocação de seu capital, gerando equilíbrio entre sua necessidade de recursos e a geração de valor aos seus acionistas”, afirmou a empresa.

Caso aprovada em assembleia geral extraordinária, a efetivação da redução de capital ora proposta estará sujeita ao decurso do prazo de 60 dias contados a partir da publicação da respectiva ata.

Tenda (TEND3) anuncia programa de recompra de ações

A Tenda (TEND3) anunciou nesta terça-feira, 9, um programa de recompra de ações. Poderão ser recompradas até 2 milhões de ações ordinárias. A aquisição deverá ser liquidada até o dia 30 de junho de 2026 e não resultará em alteração na composição do controle acionário ou da estrutura administrativa da Tenda. Há, atualmente, em circulação, 122.578.152 ações ordinárias de emissão da Tenda.

Trisul (TRIS3) aprova aumento de capital

A Trisul (TRIS3) anunciou um aumento de capital no valor de R$ 476 milhões com a emissão de 56 milhões de novas ações ordinárias. Essas ações serão distribuídas gratuitamente aos acionistas a título de bonificação, na proporção de 0,30007897757 novas ações ordinárias para cada 100 ações de que forem titulares na posição acionária final do dia 12 de dezembro de 2025, incluindo as ações em tesouraria.

A partir de 15 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações de emissão da companhia serão negociadas na B3 “ex-direito” à bonificação.

As ações recebidas em bonificação serão creditadas, proporcionalmente, aos acionistas da companhia no final do dia 16 de dezembro de 2025, sendo, portanto, refletidas na posição dos acionistas no dia 17 de dezembro de 2025.

Syn (SYNE3) anuncia o pagamento de R$ 64 milhões em dividendo 

O conselho de administração da Syn prop e tech (SYNE3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares e intermediários no valor total de R$ 64 milhões, correspondendo a R$ 0,4192750021135720 por ação. Os dividendos serão pagos no dia 19 de dezembro de 2025. A ‘data com’ (data de corte) será 12 de dezembro de 2025, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 13 de dezembro de 2025, inclusive.

Ambev (ABEV3) anuncia o pagamento de dividendo e JCP

O conselho de administração da Ambev (ABEV3) aprovou a distribuição de dividendo e juros sobre o capital.

Os dividendos são no valor de R$ 0,4612 por ação, com base nos saldos disponíveis no balanço extraordinário levantado em 30 de novembro de 2025. O valor de R$ 0,3459 por ação da companhia será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao exercício de 2025 e distribuído com base no lucro do exercício, e o valor de R$ 0,1153 por ação será pago a título de dividendos adicionais e distribuído com base na reserva de lucros. O pagamento será efetuado em 30 de dezembro de 2025. Tem direito que tiver ações da Ambev em 18 de dezembro de 2025 no que se refere à B3, e 22 de dezembro de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE, sem incidência de correção monetária. As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-dividendos a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive).

A Ambev anunciou ainda a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP), com base na reserva de lucros. O valor bruto é de R$ 0,2690 por ação da companhia. A distribuição será tributada na forma da legislação em vigor, o que resultará em uma distribuição líquida de R$ 0,2286 por ação. O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 18 de dezembro de 2025 no que se refere à B3, e 22 de dezembro de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE. As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-JCP a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive). A data exata do pagamento será deliberada em nova reunião do conselho de administração e oportunamente divulgada ao mercado.

Banrisul (BRSR6) anuncia pagamento de R$ 150 milhões em JCP

O Banrisul (BRSR6) anunciou que foi deliberado o pagamento de juros sobre o capital próprio referente ao 4º trimestre de 2025, no valor total de R$ 150 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,36677105 por ação ON, R$ 0,36677105 por ação PNA e R$ 0,36677105 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade na data de 12 de dezembro de 2025 (data da declaração), passando as ações a serem negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 15 de dezembro de 2025. O pagamento ocorrerá em 22 de dezembro de 2025 pelo valor líquido de R$ 0,31175540 por ação ON, R$ 0,31175540 por ação PNA e R$ 0,31175540 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na fonte de 15% (quinze por cento).

Neoenergia (NEOE3) define data de pagamento de dividendo aprovado em abril/25

A Neoenergia (NEOE3) informou que, a partir de 19 de dezembro de 2025, será realizado o pagamento de dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária da companhia realizada em 17/04/2025. O montante é de R$ 424,9 milhões correspondentes a R$ 0,35 por ação ordinária. Tem direito quem estava na base acionária em 17/04/2025. Desde 22/04/2025, inclusive, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Suzano (SUZB3) estima investimento de R$ 10,9 bilhões em 2026 

A Suzano (B3: SUZB3; NYSE: SUZ) informou na véspera que mantém sua estimativa de investimento de capital (Capex) para o exercício social de 2025, no valor de R$ 13,3 bilhões, conforme divulgado em 6 de agosto de 2025. O conselho de administração da companhia, em reunião na terça-feira, 9, aprovou a estimativa de Capex para o exercício de 2026 no valor total de R$ 10,9 bilhões. Desse total, R$ 7,3 bilhões serão desembolsados em manutenção de instalações. A companhia estima investimento de R$ 2,6 bilhões em terras e florestas e R$ 800 milhões em projetos de expansão e modernização.

Agenda de proventos desta quarta, 10:

Odontoprev (ODPV3)

Odontoprev (ODPV3) paga nesta quarta, 10, o JCP anunciado em dezembro/24 no valor líquido de R$ 0,03 por ação; também paga juros sobre o capital anunciados em março/25 no valor de R$ 0,04 por ação; paga ainda o dividendo anunciado em abril no valor de R$ 0,14 por ação; paga também o dividendo anunciado em maio no valor de R$ 0,21 por ação; paga os juros sobre o capital anunciados em junho no valor de R$ 0,04 por ação; paga o dividendo intercalar anunciado em agosto no valor de R$ 0,21 por ação; e paga os juros sobre o capital anunciados em setembro no valor de R$ 0,04 por ação.

Schulz (SHUL4) 

A Schulz paga nesta quarta, 10, juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 28,5 milhões, correspondente a R$ 0,08 (valor bruto) e R$ 0,07 (valor líquido) por ação preferencial; e a R$ 0,07 (valor bruto) e R$ 0,06 (valor líquido) por ação ordinária. O pagamento é com base na posição acionária de 25/09/2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 26/09/2025.

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga nesta quarta, 10, dividendos no valor de R$ 63,8 milhões anunciados em 6 de novembro. O valor de R$ 60 milhões será distribuído na forma de juros sobre o capital, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,06. O valor de R$ 3,89 milhões será distribuído na forma de dividendo, correspondendo a R$ 0,004321324 por ação. Tem direito acionistas titulares de ações ordinárias inscritos nos registros da companhia em 21 de novembro de 2025 (data do corte). As ações passaram a ser negociadas ex-dividendo a partir de 24 de novembro.

Motiva (MOTV3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário da Motiva aprovado em 5 de novembro, é nesta quarta, 10. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 11 de dezembro. O valor por ação é de R$ 0,14. O pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro de 2025.

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Mercados nesta quarta, lucro e dividendo da Taesa, resultado da B3, Cury e de outras 14 companhias https://financenews.com.br/2025/11/mercados-nesta-quarta-lucro-e-dividendo-da-taesa-resultado-da-b3-cury-e-de-outras-14-companhias/ https://financenews.com.br/2025/11/mercados-nesta-quarta-lucro-e-dividendo-da-taesa-resultado-da-b3-cury-e-de-outras-14-companhias/#respond Wed, 12 Nov 2025 10:30:23 +0000 https://financenews.com.br/?p=197580               Publicado às 7h30 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h29) […]

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Publicado às 7h30

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h29)

Alemanha (DAX): +1,23% 

Londres (FTSE 100): -0,12%

Japão (Nikkei 225): +0,49% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,07% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,85% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,87% (US$ 64,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,93% (US$ 60,4)

Bitcoin futuro: +2,15% (US$ 105.070)

Minério de ferro em Dalian (7h24 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,38% a 774 iuanes (US$ 108,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h25 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,15% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,35%. Nasdaq futuro subia 0,66%.

Notícias corporativas

Taesa (TAEE11) anuncia pagamento de R$ 323,2 milhões em dividendo e JCP

O conselho de administração da Taesa (TAEE11) em reunião realizada nesta terça-feira, 11, aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 323.264.148,24, a título de dividendos intercalares e de juros sobre capital próprio (JCP). O total a pagar por Unit TAEE11 é R$ 0,93836044665; por ação TAEE3/TAEE4 é R$  0,31278681555.

O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 28 de janeiro de 2026, com base na posição acionária do dia 14 de novembro de 2025. A partir do dia 17 de novembro de 2025, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3.

Taesa (TAEE11) reporta lucro líquido regulatório de R$ 323 milhões no 3T25

A Taesa (TAEE11) teve lucro líquido regulatório de R$ 323,3 milhões no terceiro trimestre (3T25), alta de 5,2% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (3T24). O Ebitda regulatório somou R$ 548,8 milhões, alta de 12,6% na comparação com o 3T24. A receita operacional líquida da companhia ficou em R$ 650,5 milhões, alta anual de 9,8%.

B3 (B3SA3) reporta lucro R$ 1,2 bilhão no 3T25, alta anual

A B3 (B3SA3) teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 1,2 bilhão, alta de 3,5% na comparação com o mesmo período de 2024 (3T24).

O Ebitda recorrente no 3T25 foi de R$ 1,72 bilhão, alta de 1,2% sobre o 3T24.

A receita total somou R$ 2,76 bilhões no terceiro trimestre, com alta de 2% na base anual de comparação, com crescimento em praticamente todas as linhas que mais do que compensaram a queda nas receitas dos segmentos de Renda Variável e Derivativos, reforçando, por mais um trimestre, a eficiência do modelo de negócios diversificado da companhia, que apresenta resiliência mesmo em cenários desafiadores.

Cury (CURY3) reporta lucro de R$ 255,3 milhões no 3T25, alta anual de 49,6% 

A Cury (CURY3) teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 255,3 milhões, alta de 49,6% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). O Ebitda ajustado foi de R$ 340,3 milhões, crescimento de 53,7% na base anual de comparação. A receita líquida somou R$ 1,41 bilhão no 3T25, expansão de 34,2%.

Lucro líquido da EcoRodovias (ECOR3) cresce no 3T25 na base anual

A EcoRodovias (ECOR3) apresentou lucro líquido atribuído aos acionistas controladores de R$ 430 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), 63,8% maior que o reportado no 3T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 1,50 bilhão, alta de 23,3% na comparação anual. A receita líquida total foi de R$ 2,99 bilhões. A receita líquida ajustada somou R$ 1,972 bilhão, 18,5% acima da registrada no mesmo trimestre de 2024.

Mahle Metal Leve (LEVE3) anuncia o pagamento de R$ 82,5 milhões em JCP

O conselho de administração da Mahle Metal Leve (LEVE3) aprovou nesta terça-feira, 11, a distribuição de juros sobre o capital próprio. O montante bruto é de R$ 82,5 milhões, correspondendo a R$ 0,6089350224 por ação ordinária. Com a retenção de 15% de Imposto de Renda na Fonte, resultando no valor líquido dos juros sobre o capital próprio de R$ 0,5175947690 por ação ordinária. Esses juros sobre o capital próprio serão pagos em 17 de dezembro de 2025, levando em consideração a posição acionária de 14 de novembro de 2025. A partir de 17 de novembro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” juros sobre o capital próprio.

Cosan (CSAN3): conselho aprova aumento de capital assim como a homologação para a realização da 2° oferta de ações

O conselho de administração da Cosan (CSAN3) aprovou na terça-feira, 11, o efetivo aumento de capital social, dentro do autorizado, assim como a homologação, para a realização de sua segunda oferta de ações, por meio da emissão de 287,5 milhões de papéis, o equivalente a R$ 1,437 bilhão. O capital da companhia vai passar a ser de R$ 10,28 bilhões dividido em 3.966.570.932 ações. Dos R$ 5 por ação emitida, R$ 1 será destinado ao capital social da Cosan e R$ 4 serão alocados para reserva de capital. As novas ações passarão a ser negociadas na B3 a partir de quinta-feira, 13 de novembro, com liquidação física em 14 de novembro.

Eneva (ENEV3): lucro líquido salta no 3T25

A Eneva (ENEV3) registrou lucro líquido de R$ 351,7 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 242,6% em relação a igual período de 2024. O Ebitda ficou em R$ 1,822 bilhão, crescimento de 60,7% na comparação anual. A receita líquida do trimestre subiu 71,5% em relação ao 3T24, a R$ 4,428 bilhões.

CVC (CVCB3): lucro líquido sobe no 3T25

A CVC (CVCB3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 62,5 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), 35,6% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. O Ebitda ajustado somou R$ 130,5 milhões, crescimento de 4,7% em relação ao 3T24. A receita líquida totalizou R$ 376,8 milhões, alta de 3,6% na comparação anual.

Frasle (FRAS3): lucro líquido maior no 3T25

A Frasle (FRAS3) registrou lucro líquido de R$ 107,6 milhões no  terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 20,8% em relação ao mesmo período de 2024. O Ebitda foi de R$  271,8 milhões, 42,2% maior em relação ao apurado no 3T24. A receita líquida totalizou R$ 1,414 bilhão, alta de 36,4% na comparação ano a ano.

Jalles Machado (JALL3): lucro líquido menor no 2T26

A Jalles Machado (JALL3) divulgou o resultado do segundo trimestre da safra 2025/26 (2T26). A companhia reportou lucro líquido de R$ 18,9 milhões no período, queda de 44% em relação ao 2T25. O Ebitda ajustado somou R$ 408,0 milhões, 27,2% acima do reportado no ano anterior. A receita líquida foi de R$ 640,7 milhões, 18,1% mais alta na comparação anual.

Melnick (MELK3): lucro líquido cai no 3T25

A Melnick (MELK3) reportou lucro líquido de R$ 25 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 36,1% em relação ao 3T24. O Ebitda somou R$  20,7 milhões, abaixo dos R$ 35,254 milhões apurados no mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida foi de R$ 244 milhões, redução de 27,9% na comparação anual.

Lucro líquido da Vamos (VAMO3) recua no 3T25

A Vamos (VAMO3) apresentou lucro líquido de R$ 50,4 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 72,7% em relação ao 3T24. O Ebitda foi de R$ 895,0 milhões, 3,7% abaixo do reportado no mesmo trimestre de 2024. A receita líquida somou R$ 1,529 bilhão, alta de 25,2% na comparação anual.

Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3): lucro maior no 3T25

A Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 113,3 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), aumento de 78,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Ebitda Ajustado totalizou R$ 278,3 milhões, crescimento de 29,4% frente ao 3T24. A receita líquida consolidada atingiu R$ 694,2 milhões, 11,1% superior ao 3T24.

Mills (MILS3): leve queda no lucro líquido

A Mills (MILS3) registrou lucro líquido de R$ 67,4 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), recuo de 4,9% em relação ao 3T24. O Ebitda Ajustado atingiu R$ 254,6 milhões no 3T25, 27,9% acima do apurado no mesmo período de 2024. A receita líquida foi de R$ 482,7 milhões no 3T25, alta de 15,1% na comparação anual.

Brisanet (BRST3): lucro líquido sobe no 3T25

A Brisanet (BRST3) apresentou lucro líquido de R$ 38,4 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 119,9% frente ao 3T24. O Ebitda somou R$ 225,8 milhões, 50,6% acima do apurado no mesmo trimestre de 2024. A receita líquida foi de R$ 433,6 milhões, alta de 19% na comparação anual.

Boa Safra (SOJA3): lucro líquido sobe no 3T25

O lucro líquido consolidado atingiu R$ 68 milhões no 3T25, crescimento de 25% em relação ao 3T24 com R$ 54 milhões.

O lucro líquido ajustado totalizou R$ 35 milhões no 3T25, permanecendo praticamente em linha com o mesmo trimestre do ano anterior. O desempenho reflete o equilíbrio entre o avanço da receita e os custos e despesas operacionais mais elevados, influenciados pela maior disponibilização de frete na modalidade CIF, pelo aumento de gastos com pessoal. Além disso, o resultado foi parcialmente impactado por um resultado financeiro negativo líquido do período.

O EBITDA Ajustado Consolidado totalizou R$ 114 milhões no 3T25, um crescimento de 53% em relação aos R$ 74 milhões registrados no mesmo trimestre de 2024. O desempenho reflete, principalmente, o avanço da receita operacional líquida, que aumentou 55%, passando de R$ 727 milhões para R$ 1,1 bilhão, impulsionada pelo maior volume de vendas e pela melhor dinâmica comercial observada ao longo do período. A margem EBITDA Ajustada foi de 10% no trimestre, ante 10% no mesmo período do ano anterior. A redução da margem ganha com o Lucro Bruto reflete aumento de despesas operacionais, sobretudo nas linhas de vendas, administrativas.

No 3T25, a receita operacional bruta somou R$ 1,2 bilhão, crescimento de 58% em relação aos R$ 763 milhões registrados no 3T24. No acumulado dos últimos doze meses (LTM 3T25), o valor totalizou R$ 2,6 bilhões, alta de 38% frente aos R$ 1,9 bilhão apurados no mesmo período do ano anterior.

Divulgam resultado nesta quarta-feira, 12:

Banco do Brasil, Equatorial, Copel, Ultrapar, Hapvida,, Allos, Auren, Direcional, MRV, Simpar, Metal Leve, Plano & Plano, Moura Dubeux, Casas Bahia, Randon, OceanPact, Americanas, Vittia, Positivo, Ambipar, Oi – após o fechamento do mercado.

Agenda de proventos desta quarta, 12:

Bradespar (BRAP4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Bradespar anunciado em 31 de outubro, é nesta quarta-feira, 12. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir de 13 de novembro. O montante é de R$ 310 milhões, sendo R$ 0,74 por ação ordinária e R$ 0,81 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 24.11.2025 pelo valor líquido de R$ 0,62 por ação ordinária e R$ 0,69 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Coelba (CEEB5)

A Coelba realiza a partir desta quarta, 12 de novembro, o pagamento de juros sobre o capital (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração de 27 de março de 2025, no valor de R$ 0,39 por ação ordinária, R$ 0,39 por ação preferencial classe A e R$ 0,43 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 1° de abril de 2025. Desde 2 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também serão pagos a partir de 12 de novembro os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,45 por ação ordinária, R$ 0,45 por ação preferencial classe A e R$ 0,50 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. Desde 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Elektro Redes (EKTR4)

A Elektro Redes (EKTR4) realiza a partir desta quarta-feira, 12 de novembro 2025, o pagamento dos juros sobre capital próprio (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração de 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,16 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. A partir de 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também a partir de 12 de novembro serão pagos os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 29 de setembro de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,15 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de outubro de 2025. A partir de 3 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

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Publicado às 8h01

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +1,10% 

Londres (FTSE 100): +0,13%

Japão (Nikkei 225): +2,12% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,55% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,97% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,32% (US$ 64,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,36% (US$ 61,2)

Bitcoin futuro: -2,39% (US$ 107.707)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,82% a 782,5 iuanes (US$ 109,94). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,11% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,36%. Nasdaq futuro subia 0,57%.

Opep+ pausa aumentos de produção no primeiro trimestre de 2026

Os oito países da Opep+, grupo formado por Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã concordaram em aumentar a produção por uma pequena margem em dezembro e pausar planos para mais aumentos no início de 2026. A informação foi divulgada neste domingo, 2.

“Tendo em vista uma perspectiva econômica global estável e os fundamentos saudáveis ​​do mercado atual, refletidos nos baixos estoques de petróleo, os oito países participantes decidiram implementar um ajuste de produção de 137 mil barris por dia, além dos 1,65 milhão de barris por dia de ajustes voluntários adicionais anunciados em abril de 2023. Esse ajuste será implementado em dezembro de 2025. Além de dezembro, devido à sazonalidade, os oito países também decidiram suspender os aumentos de produção em janeiro, fevereiro e março de 2026”, explica o grupo em um comunicado divulgado neste domingo, 2 de novembro.

Notícias corporativas

Embraer (EMBR3) muda o ticker nesta segunda, 3, para ‘EMBJ3’

A partir desta segunda-feira, 3 de novembro, as ações ordinárias da Embraer serão negociadas na B3, a Bolsa brasileira, com o novo código de negociação (ticker) ‘EMBJ3’, em substituição ao código ‘EMBR3’.

A Embraer explicou ainda que as ações (American Depositary Shares), representadas por American Depositary Receipts, e os bonds emitidos nos Estados Unidos e listados na bolsa de valores de Nova York (New York Stock Exchange – NYSE) passarão a ser negociados na NYSE sob o novo código de negociação ‘EMBJ’, em substituição ao código ERJ.

O número CUSIP dos valores mobiliários da companhia emitidos nos Estados Unidos permanecerá inalterado.

Bradespar (BRAP4) propõe pagar R$ 310 milhões em juros sobre o capital

A Bradespar (BRAP4) informou na sexta-feira, 31, após o fechamento do mercado, que sua diretoria decidiu submeter ao conselho de administração, para deliberação em reunião que será realizada no dia 12.11.2025, proposta para pagamento de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 310 milhões, sendo R$ 0,740550903 por ação ordinária e R$ 0,814605993 por ação preferencial. Se aprovada a proposta,  serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 12.11.2025 (data-base de direito), passando as ações a ser negociadas “ex-direito” a partir de 13.11.2025. O pagamento ocorrerá em 24.11.2025 pelo valor líquido de R$ 0,629468267 por ação ordinária e R$ 0,692415094 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Equatorial (EQTL3) anuncia o pagamento de JCP no valor de R$ 1,45 por ação

A Equatorial (EQTL3) informou nesta sexta-feira, 31, após o fechamento do mercado, que foi aprovada, em assembleia geral extraordinária realizada nesta data, a distribuição de juros sobre capital próprio com lastro na reversão da reserva de lucros a realizar da companhia. O montante total é de R$ 1.009.807.111,57 (um bilhão, nove milhões, oitocentos e sete mil, cento e onze reais e cinquenta e sete centavos), correspondente a R$ 0,80480288985 por ação ordinária.

Já o conselho de administração, em reunião também realizada nesta sexta-feira, aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio adicionais, com lastro na Reserva Estatutária de Investimento e Expansão da companhia, no valor total de R$ 809,5 milhões, correspondente a R$ 0,64519711015 por ação ordinária.

Dessa forma, o valor total do JCP, cujas distribuições foram aprovadas nesta sexta-feira, soma R$ 1.819.352.701,45 correspondente a R$ 1,45 por ação ordinária.

Terão direito as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data-base de 5 de novembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP a partir de 6 de novembro de 2025, inclusive.

O pagamento será no dia 17 de novembro de 2025.

Coelba (CEEB5) define data de pagamento de provento

A Coelba (CEEB5) anunciou na sexta-feira, 31, que a partir de 12 de novembro 2025 será realizado o pagamento de juros sobre o capital (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de março de 2025, no valor de R$ 0,39 por ação ordinária, R$ 0,39 por ação preferencial classe A e R$ 0,43 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 1° de abril de 2025. Desde 2 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também serão pagos a partir de 12 de novembro os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,45 por ação ordinária, R$ 0,45 por ação preferencial classe A e R$ 0,50 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. Desde 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Elektro Redes (EKTR4) define data de pagamento de provento

A Elektro Redes (EKTR4) divulgou na sexta-feira, 31, que a partir de 12 de novembro 2025 será realizado o pagamento dos juros sobre capital próprio (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,16 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. A partir de 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também a partir de 12 de novembro serão pagos os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 29 de setembro de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,15 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de outubro de 2025. A partir de 3 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

BB Seguridade (BBSE3) anuncia novo vice-presidente do conselho de administração

O conselho de administração da BB Seguridade (BBSE3) nomeou João Vagnes de Moura Silva para a função de vice-presidente do conselho de administração, para completar o mandato 2025-2027, em posição que estava vaga até então. João atualmente exerce o cargo de diretor de finanças do Banco do Brasil, tendo anteriormente atuado como diretor financeiro na BB Previdência e Economus, diretor de administração de fundos e gestão na BB Asset, CEO na BB Tecnologia e Serviços, e diretor de controladoria no Banco do Brasil.

BlackRock reduz participação na Marcopolo (POMO4)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Marcopolo. A informação consta em um comunicado da Marcopolo (POMO4), divulgado na noite de sexta-feira, 31.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais emitidas pela Marcopolo, sendo que, em 29 de outubro de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 36.179.449 ações preferenciais representando aproximadamente 4,981% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 15.687.370 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 2,159% do total de ações preferenciais; e 2.975.118 ações ordinárias representando aproximadamente 0,725% do total de ações ordinárias. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, explicou a BlackRock.

Unifique (FIQE3) compra a CCS Telecom em Santa Catarina 

A Unifique (FIQE3) divulgou no sábado, 1º de novembro, a aquisição integral da CCS Telecom. Em um fato relevante a companhia informou que a operação foi formalizada por meio da compra da totalidade do capital da Supernova Holding, controladora da CCS Digital e da CCS Camboriú Cable System de Telecomunicações.

A CCS Telecom atua desde 1990 no segmento de provedores de serviços de internet e atende clientes residenciais e corporativos nas cidades de Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Itapema e Ilhota, em Santa Catarina, possuindo aproximadamente 24.968 acessos ativos via fibra óptica.

O valor base da transação foi fixado em R$ 70,6 milhões, com pagamento dividido em parcelas mensais ao longo de 36 meses, além de uma entrada correspondente a 30% do total. Uma fração de 10% do valor será retida pela Unifique por até 60 meses como garantia contratual.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de crescimento e consolidação de sua base de clientes atendidos com tecnologia de fibra óptica no mercado catarinense, bem como de expansão da infraestrutura de transporte via fibra óptica visando à implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para o Serviço Móvel Pessoal (SMP) com tecnologia 5G, além de ampliar a oferta de serviços de TV por assinatura”, afirmou a Unifique.

Bolsa brasileira terá novo horário a partir de segunda, 3 

A B3, a bolsa brasileira, terá novo horário de fechamento a partir desta segunda-feira, dia 3 de novembro. O pregão regular continuará iniciando às 10h, mas o horário de fechamento será às 17h55, e não mais às 17h.

O período de negociação será ajustado para se adequar ao das bolsas americanas, com o fim do horário de verão nos Estados Unidos.

Segundo a B3, “não haverá sessão de after-market para o mercado de ações, exceto na data de vencimento de opções”.

No mercado a termo, as negociações acontecerão das 10 horas às 18h25 e no mercado de opções das 10h05 até 17h55. No mercado futuro de câmbio, o pregão funcionará das 9 horas às 18h30.

Alupar (ALUP11) recebe do ONS termos de liberação definitivos da fase I projeto voltado à modernização da Subestação Centro em SP

A Alupar Investimento (ALUP11) informou na sexta-feira, 31, que sua controlada Transmissora de Energia Central Paulistana (TECP) recebeu do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os Termos de Liberação Definitivos (TLDs) referentes a fase I do projeto, correspondentes, em conjunto, a uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 16.872.340,01 (equivalente a 21,24% da RAP do ciclo tarifário 2025/2026). A TECP é um projeto voltado à modernização da Subestação Centro, localizada em São Paulo, e tem como escopo a substituição do barramento GIS de 230 kV por um novo sistema de 345 kV. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. O empreendimento está estruturado em cinco fases. Com a energização da fase I, a TECP antecipou em 11 meses o prazo previsto no Plano de Negócios (junho de 2026), o que representa uma receita adicional de aproximadamente R$ 15,4 milhões. Vale destacar, também, que a companhia já faz jus ao recebimento de 11,84% da RAP desde abril de 2024 e, com a conclusão da Fase I, a companhia passa a fazer jus a 33,08% da RAP integral do projeto, correspondente ao montante total de R$ 26,3 milhões.

Azul celebra acordo com comitê de credores quirografários

A Azul (AZUL4) anunciou na noite de sábado, 1°, que celebrou um acordo com o Comitê de Credores Quirografários (Official Committee of Unsecured Creditors), nomeado pelo Gabinete do Trustee dos Estados Unidos (Office of the United States Trustee), no âmbito do processo de recuperação judicial Chapter 11.

Segundo a Azul, o acordo assegura o apoio do Comitê ao plano de reorganização da companhia e, entre outros termos, contempla que os credores classificados no plano como credores quirografários recebam, a seu critério, sua participação proporcional de até US$ 20 milhões ou participação em um fundo fiduciário estabelecido sob o Plano em benefício dos credores quirografários (Fundo GUC), para o qual a companhia se comprometeu a contribuir com: bônus de subscrição representando até 5,5% do capital social da Azul ao atingir US$ 3,8 bilhões após a conclusão da reestruturação; direitos para que o Fundo GUC receba três pagamentos anuais de até US$ 6,5 milhões cada, condicionados ao atingimento de determinadas metas de desempenho financeiro pela companhia no final de 2027, 2028 e 2029; e entre US$2,5 milhões e US$5 milhões para o pagamento de certas despesas administrativas e do agente fiduciário, em cada caso, conforme detalhado nos termos do Plano.

A quantidade de bônus de subscrição contribuídos pela companhia para o Fundo GUC será reduzida na medida em que os credores quirografários optarem por receber um pagamento em dinheiro em vez de participações no Fundo GUC.

O acordo também prevê o estabelecimento de uma classe de credores simplificada no âmbito do Plano.

“A companhia considera que a celebração deste acordo representa um avanço significativo rumo à conclusão bem sucedida do processo de reestruturação”, afirmou a Azul em um fato relevante enviado ao mercado, destacando que trata-se de um passo importante para viabilizar uma solução consensual e ordenada, que preserve suas operações, fortaleça sua estrutura de capital e gere valor sustentável para todas as partes interessadas.

Além disso, a companhia protocolou perante o United States Bankruptcy Court of the Southern District of New York (Tribunal) uma versão revisada do plano de reorganização no âmbito do Chapter 11.

Divulgam resultado do 3T25 nesta segunda-feira, 3:

BB Seguridade, TIM, Copasa, Pague Menos, Tegma – após o fechamento do mercado.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Alos3, Igti11, Itub4, Bbse3 e de Cxse3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta segunda:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta segunda-feira, 3. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa. 

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital próprio (JCP) mensal. A data-base foi 1° de outubro. O valor líquido é de R$ 0,014662352 por ação ordinária e R$ 0,016128588 por ação preferencial.

Banestes (BEES3)

O Banestes paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital mensal. A data-base foi 1° de outubro. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital mensal. A data-base foi 30 de setembro. O valor líquido é R$ 0,015 por ação.

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A data com para ter direito ao dividendo da Caixa Seguridade anunciado em agosto, é nesta segunda, 3. A partir de 4 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. Os dividendos serão pagos no dia 17 de novembro de 2025 no valor de R$ 0,32 por ação.

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras (VULC3) paga nesta segunda-feira, 3, a 1° parcela de dividendo intercalar anunciado em 14 de agosto. Essa primeira parcela teve data de corte em 20/10/2025. O valor é R$ 0,125 por ação.

Vittia (VITT3) 

A data com para ter direito ao dividendo da Vittia (VITT3) aprovado 29 de outubro, é nesta segunda, 3. A partir de 4 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de 0,06 por ação. O pagamento será até 31/12/2026.

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Publicado às 21h27

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Decisão sobre juros no Brasil

Um dos principais eventos no radar do mercado nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. Na quarta-feira, 5, após às 18h30, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, divulga sua decisão. O mercado espera a manutenção da taxa Selic em 15%. Mas analistas e investidores destacam que o mais importante é verificar o tom que será adotado no comunicado do Copom. Há uma expectativa que seja mais “conservador”, o que pode impactar açõe sensíveis a juros altos como as de empresas do setor de varejo e construção. 

Dados de atividade econômica nos EUA

Nos Estados Unidos, os investidores acompanham o relatório ADP de criação de vagas no setor privado, já que o relatório de empregos Payroll não será divulgado por causa da paralisação do governo federal. Vale lembrar que o Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. 

Novo horário a partir de segunda, 3 

A B3, a bolsa brasileira, terá uma hora a mais. O novo horário de fechamento é a partir desta segunda-feira, dia 3 de novembro. O pregão regular continuará iniciando às 10h, mas o horário de fechamento será às 17h55, e não mais às 17h. O período de negociação será ajustado para se adequar ao das bolsas americanas, com o fim do horário de verão nos Estados Unidos. Segundo a B3, “não haverá sessão de after-market para o mercado de ações, exceto na data de vencimento de opções”. No mercado a termo, as negociações acontecerão das 10 horas às 18h25 e no mercado de opções das 10h05 até 17h55. No mercado futuro de câmbio, o pregão funcionará das 9 horas às 18h30.

Temporada de resultados no Brasil ganha força

A temporada de resultados do terceiro trimestre (3T25) ganha força nesta semana. Gigantes como Itaú, Petrobras, BB Seguridade e Caixa Seguridade divulgam seus balanços trimestrais. Veja a agenda abaixo:

Segunda-feira, 3

BB Seguridade, TIM, Copasa, Pague Menos, Tegma – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 4

Klabin, Embraer – antes da abertura do mercado.

Itaú Unibanco, Raia Drogasil, CSN, CSN Mineração, Prio, Aura Minerals, Odontoprev, Iguatemi, Blau Farmacêutica, Pão de Açúcar, C&A Modas – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 5

Eletrobras, Engie Brasil, Vibra, Totvs, Vivara, Brava, Minerva, Guararapes, Dexco, Log-In, CBA, Lavvi, Valid, Unifique, Petz, Iochpe-Maxion, Estapar, CSU Digital, Lojas Quero-Quero, Aeris, Neogrid, Desktop – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 6

Petrobras, Caixa Seguridade, Alpargatas, Suzano, Energisa, Smartfit, Lojas Renner, Assaí, Alupar, Sanepar, Fleury, SLC Agrícola, Cogna, Magazine Luiza, Banco ABC Brasil, Grendene, Petrorecôncavo, Tenda, BR Partners, BrasilAgro, Wiz, Ânima, Ouro Fino, Priner, Méliuz, HBR Realty, Espaçolaser, Mitre – após o fechamento do mercado.

Sexta-feira, 7

M.Dias Branco – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Embraer (EMBR3) muda o ticker nesta segunda, 3, para ‘EMBJ3’

A partir desta segunda-feira, 3 de novembro, as ações ordinárias da Embraer serão negociadas na B3, a Bolsa brasileira, com o novo código de negociação (ticker) ‘EMBJ3’, em substituição ao código ‘EMBR3’.

A Embraer explicou ainda que as ações (American Depositary Shares), representadas por American Depositary Receipts, e os bonds emitidos nos Estados Unidos e listados na bolsa de valores de Nova York (New York Stock Exchange – NYSE) passarão a ser negociados na NYSE sob o novo código de negociação ‘EMBJ’, em substituição ao código ERJ.

O número CUSIP dos valores mobiliários da companhia emitidos nos Estados Unidos permanecerá inalterado.

Bradespar (BRAP4) propõe pagar R$ 310 milhões em juros sobre o capital

A Bradespar (BRAP4) informou na sexta-feira, 31, após o fechamento do mercado, que sua diretoria decidiu submeter ao conselho de administração, para deliberação em reunião que será realizada no dia 12.11.2025, proposta para pagamento de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 310 milhões, sendo R$ 0,740550903 por ação ordinária e R$ 0,814605993 por ação preferencial. Se aprovada a proposta,  serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 12.11.2025 (data-base de direito), passando as ações a ser negociadas “ex-direito” a partir de 13.11.2025. O pagamento ocorrerá em 24.11.2025 pelo valor líquido de R$ 0,629468267 por ação ordinária e R$ 0,692415094 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Equatorial (EQTL3) anuncia o pagamento de JCP no valor de R$ 1,45 por ação

A Equatorial (EQTL3) informou nesta sexta-feira, 31, após o fechamento do mercado, que foi aprovada, em assembleia geral extraordinária realizada nesta data, a distribuição de juros sobre capital próprio com lastro na reversão da reserva de lucros a realizar da companhia. O montante total é de R$ 1.009.807.111,57 (um bilhão, nove milhões, oitocentos e sete mil, cento e onze reais e cinquenta e sete centavos), correspondente a R$ 0,80480288985 por ação ordinária.

Já o conselho de administração, em reunião também realizada nesta sexta-feira, aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio adicionais, com lastro na Reserva Estatutária de Investimento e Expansão da companhia, no valor total de R$ 809,5 milhões, correspondente a R$ 0,64519711015 por ação ordinária.

Dessa forma, o valor total do JCP, cujas distribuições foram aprovadas nesta sexta-feira, soma R$ 1.819.352.701,45 correspondente a R$ 1,45 por ação ordinária.

Terão direito as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data-base de 5 de novembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP a partir de 6 de novembro de 2025, inclusive.

O pagamento será no dia 17 de novembro de 2025.

Coelba (CEEB5) define data de pagamento de provento

A Coelba (CEEB5) anunciou na sexta-feira, 31, que a partir de 12 de novembro 2025 será realizado o pagamento de juros sobre o capital (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de março de 2025, no valor de R$ 0,39 por ação ordinária, R$ 0,39 por ação preferencial classe A e R$ 0,43 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 1° de abril de 2025. Desde 2 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também serão pagos a partir de 12 de novembro os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,45 por ação ordinária, R$ 0,45 por ação preferencial classe A e R$ 0,50 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. Desde 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Elektro Redes (EKTR4) define data de pagamento de provento

A Elektro Redes (EKTR4) divulgou na sexta-feira, 31, que a partir de 12 de novembro 2025 será realizado o pagamento dos juros sobre capital próprio (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,16 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. A partir de 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também a partir de 12 de novembro serão pagos os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 29 de setembro de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,15 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de outubro de 2025. A partir de 3 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

BB Seguridade (BBSE3) anuncia novo vice-presidente do conselho de administração

O conselho de administração da BB Seguridade (BBSE3) nomeou João Vagnes de Moura Silva para a função de vice-presidente do conselho de administração, para completar o mandato 2025-2027, em posição que estava vaga até então. João atualmente exerce o cargo de diretor de finanças do Banco do Brasil, tendo anteriormente atuado como diretor financeiro na BB Previdência e Economus, diretor de administração de fundos e gestão na BB Asset, CEO na BB Tecnologia e Serviços, e diretor de controladoria no Banco do Brasil.

BlackRock reduz participação na Marcopolo (POMO4)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Marcopolo. A informação consta em um comunicado da Marcopolo (POMO4), divulgado na noite de sexta-feira, 31.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais emitidas pela Marcopolo, sendo que, em 29 de outubro de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 36.179.449 ações preferenciais representando aproximadamente 4,981% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 15.687.370 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 2,159% do total de ações preferenciais; e 2.975.118 ações ordinárias representando aproximadamente 0,725% do total de ações ordinárias. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, explicou a BlackRock.

Unifique (FIQE3) compra a CCS Telecom em Santa Catarina 

A Unifique (FIQE3) divulgou no sábado, 1º de novembro, a aquisição integral da CCS Telecom. Em um fato relevante a companhia informou que a operação foi formalizada por meio da compra da totalidade do capital da Supernova Holding, controladora da CCS Digital e da CCS Camboriú Cable System de Telecomunicações.

A CCS Telecom atua desde 1990 no segmento de provedores de serviços de internet e atende clientes residenciais e corporativos nas cidades de Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Itapema e Ilhota, em Santa Catarina, possuindo aproximadamente 24.968 acessos ativos via fibra óptica.

O valor base da transação foi fixado em R$ 70,6 milhões, com pagamento dividido em parcelas mensais ao longo de 36 meses, além de uma entrada correspondente a 30% do total. Uma fração de 10% do valor será retida pela Unifique por até 60 meses como garantia contratual.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de crescimento e consolidação de sua base de clientes atendidos com tecnologia de fibra óptica no mercado catarinense, bem como de expansão da infraestrutura de transporte via fibra óptica visando à implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para o Serviço Móvel Pessoal (SMP) com tecnologia 5G, além de ampliar a oferta de serviços de TV por assinatura”, afirmou a Unifique.

Bolsa brasileira terá novo horário a partir de segunda, 3 

A B3, a bolsa brasileira, terá novo horário de fechamento a partir desta segunda-feira, dia 3 de novembro. O pregão regular continuará iniciando às 10h, mas o horário de fechamento será às 17h55, e não mais às 17h.

O período de negociação será ajustado para se adequar ao das bolsas americanas, com o fim do horário de verão nos Estados Unidos.

Segundo a B3, “não haverá sessão de after-market para o mercado de ações, exceto na data de vencimento de opções”.

No mercado a termo, as negociações acontecerão das 10 horas às 18h25 e no mercado de opções das 10h05 até 17h55. No mercado futuro de câmbio, o pregão funcionará das 9 horas às 18h30.

Alupar (ALUP11) recebe do ONS termos de liberação definitivos da fase I projeto voltado à modernização da Subestação Centro em SP

A Alupar Investimento (ALUP11) informou na sexta-feira, 31, que sua controlada Transmissora de Energia Central Paulistana (TECP) recebeu do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os Termos de Liberação Definitivos (TLDs) referentes a fase I do projeto, correspondentes, em conjunto, a uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 16.872.340,01 (equivalente a 21,24% da RAP do ciclo tarifário 2025/2026). A TECP é um projeto voltado à modernização da Subestação Centro, localizada em São Paulo, e tem como escopo a substituição do barramento GIS de 230 kV por um novo sistema de 345 kV. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. O empreendimento está estruturado em cinco fases. Com a energização da fase I, a TECP antecipou em 11 meses o prazo previsto no Plano de Negócios (junho de 2026), o que representa uma receita adicional de aproximadamente R$ 15,4 milhões. Vale destacar, também, que a companhia já faz jus ao recebimento de 11,84% da RAP desde abril de 2024 e, com a conclusão da Fase I, a companhia passa a fazer jus a 33,08% da RAP integral do projeto, correspondente ao montante total de R$ 26,3 milhões.

Azul celebra acordo com comitê de credores quirografários

A Azul (AZUL4) anunciou na noite de sábado, 1°, que celebrou um acordo com o Comitê de Credores Quirografários (Official Committee of Unsecured Creditors), nomeado pelo Gabinete do Trustee dos Estados Unidos (Office of the United States Trustee), no âmbito do processo de recuperação judicial Chapter 11.

Segundo a Azul, o acordo assegura o apoio do Comitê ao plano de reorganização da companhia e, entre outros termos, contempla que os credores classificados no plano como credores quirografários recebam, a seu critério, sua participação proporcional de até US$ 20 milhões ou participação em um fundo fiduciário estabelecido sob o Plano em benefício dos credores quirografários (Fundo GUC), para o qual a companhia se comprometeu a contribuir com: bônus de subscrição representando até 5,5% do capital social da Azul ao atingir US$ 3,8 bilhões após a conclusão da reestruturação; direitos para que o Fundo GUC receba três pagamentos anuais de até US$ 6,5 milhões cada, condicionados ao atingimento de determinadas metas de desempenho financeiro pela companhia no final de 2027, 2028 e 2029; e entre US$2,5 milhões e US$5 milhões para o pagamento de certas despesas administrativas e do agente fiduciário, em cada caso, conforme detalhado nos termos do Plano.

A quantidade de bônus de subscrição contribuídos pela companhia para o Fundo GUC será reduzida na medida em que os credores quirografários optarem por receber um pagamento em dinheiro em vez de participações no Fundo GUC.

O acordo também prevê o estabelecimento de uma classe de credores simplificada no âmbito do Plano.

“A companhia considera que a celebração deste acordo representa um avanço significativo rumo à conclusão bem sucedida do processo de reestruturação”, afirmou a Azul em um fato relevante enviado ao mercado, destacando que trata-se de um passo importante para viabilizar uma solução consensual e ordenada, que preserve suas operações, fortaleça sua estrutura de capital e gere valor sustentável para todas as partes interessadas.

Além disso, a companhia protocolou perante o United States Bankruptcy Court of the Southern District of New York (Tribunal) uma versão revisada do plano de reorganização no âmbito do Chapter 11.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Alos3, Igti11, Itub4, Bbse3 e de Cxse3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa. 

Segunda, 3

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital próprio (JCP) mensal. A data-base foi 1° de outubro. O valor líquido é de R$ 0,014662352 por ação ordinária e R$ 0,016128588 por ação preferencial.

Banestes (BEES3)

O Banestes paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital mensal. A data-base foi 1° de outubro. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital mensal. A data-base foi 30 de setembro. O valor líquido é R$ 0,015 por ação.

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A data com para ter direito ao dividendo da Caixa Seguridade anunciado em agosto, é nesta segunda, 3. A partir de 4 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. Os dividendos serão pagos no dia 17 de novembro de 2025 no valor de R$ 0,32 por ação.

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras (VULC3) paga nesta segunda-feira, 3, a 1° parcela de dividendo intercalar anunciado em 14 de agosto. Essa primeira parcela teve data de corte em 20/10/2025. O valor é R$ 0,125 por ação.

Vittia (VITT3) 

A data com para ter direito ao dividendo da Vittia (VITT3) aprovado 29 de outubro, é nesta segunda, 3. A partir de 4 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de 0,06 por ação. O pagamento será até 31/12/2026.

Terça, 4

Mitre (MTRE3) 

A Mitre paga na terça-feira, 4, a segunda parcela do dividendo intercalar anunciado em 7 de agosto. Essa segunda parcela teve data-base em 20/10/2025. O valor por ação da parcela é R$ 0,03. Vale lembrar que a terceira tem data-base em 17/11/2025 e pagamento em 02/12/2025.

Allos (ALOS3)

A Allos paga na terça-feira, 4, JCP anunciado em 15 de setembro. A data de corte (data com) foi em 21/10/2025. O valor é de R$ 0,10 por ação.

Vulcabras (VULC3)

A data com para ter direito ao dividendo de R$ 2,20 por ação anunciado pela Vulcabras em 30 de outubro é na quarta-feira, 4. A partir de 5 de novembro as ações passam a ser negociadas ex-direito a esse dividendo. O pagamento será em 15/12/2025.

Quarta, 5

Ferbasa (FESA4) 

A data com para ter direito ao dividendo da Ferbasa anunciado em 29 de outubro, é na quarta-feira, 5. As ações da companhia serão negociadas “ex-direitos” aos JCP no dia 6 de novembro em diante. O pagamento será em duas parcelas, a primeira a partir de 05/12/2025, e a segunda a partir de 12/06/2026. A primeira parcela é de R$ 73 milhões, sendo R$ 0,20 para cada ação ordinária e de R$ 0,22 para cada ação preferencial. A segunda parcela é de R$ 140 milhões, sendo R$ 0,38 para cada ação ordinária e de R$ 0,42 para cada ação preferencial. Estes montantes sofrerão a incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte.

Equatorial (EQTL3) 

A data com para ter direito aos JCP da Equatorial anunciado na sexta-feira, 31 de outubro, é na quarta-feira, 5. As ações serão negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP a partir de 6 de novembro. O pagamento será no dia 17 de novembro de 2025. O valor é de R$ 1,45 por ação ordinária.

Sexta, 7

Santander Brasil (SANB11)

O Santander Brasil paga a partir de sexta-feira, 7, juros sobre o capital próprio no montante bruto de R$ 2 bilhões. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,45. Tem direito acionistas inscritos nos registros da companhia no final do dia 21 de outubro de 2025. Desde 22 de outubro (inclusive), as ações são negociadas “ex-juros sobre capital próprio”.

Klabin (KLBN11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo anunciado em 4 de novembro, é nesta sexta-feira, 7. As ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 10 de novembro. O valor por unit corresponde a R$ 0,26. O valor por ações ordinárias e preferenciais é de R$ 0,05. O pagamento dos dividendos será realizado em 19 de novembro de 2025.

CSN Mineração (CMIN3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e JCP anunciados em 4 de novembro, é nesta sexta-feira, 7.  A partir do dia 10 de novembro as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos/ex-direitos sobre juros sobre o capital próprio. São R$ 424,2 milhões a título de dividendos intercalares, correspondendo a R$ 0,07 por ação; e R$ 479 milhões na forma de juros sobre o capital próprio, correspondendo a R$ 0,08 por ação. Considerando a alíquota de 15%, o valor líquido de Imposto de Renda a ser pago será de R$ 0,07 por ação. Os dividendos e os juros sob capital próprio serão pagos a partir do dia 19 de novembro de 2025.

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Publicado às 20h02

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Prévia da inflação oficial no Brasil

Na sexta-feira, 24, vai ser divulgado o IPCA-15, indicador de inflação considerado uma prévia da inflação oficial no Brasil. Um dado muito acima ou abaixo do esperado pode impactar ações de empresas sensíveis a juros altos como construção e varejo. 

EUA x China

O mercado também monitora informações relativas às relações comerciais entre Estados Unidos e China antes do encontro entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e seu colega chinês, Xi Jinping, na reunião da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), que ocorrerá entre 27 de outubro e 1º de novembro. Trump tem reduzido o tom contra a China, o que permitiu uma melhora no humor do mercado na última sexta-feira.

Dados de atividade econômica da China

Na China vão ser divulgados às 23h (hora de Brasília) deste domingo dados importantes de atividade econômica do país asiático. Será anunciado o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, produção industrial e vendas no varejo no mês de setembro. Ainda no domingo, analistas acompanham se o Banco Popular da China vai manter a taxa de juros em 3% ao ano, patamar que estimula o consumo e os investimentos.

Temporada de balanços nos EUA

A temporada de balanços corporativos ganha força nos Estados Unidos. Entre os destaques, na terça-feira, 21, a Netflix divulga seu balanço. Nesse mesmo dia também apresentam seus resultados a Coca-Cola e Lockheed Martin. Quarta-feira, 22, é a vez da Tesla e da IBM. Na sexta-feira, 24, a P&G.

Temporada de balanços corporativos no Brasil

A temporada de balanços do terceiro trimestre de 2025 (3T25) começa nesta semana no Brasil. Na terça-feira, 21, a Romi (ROMI3) divulga o resultado do 3T25 após o fechamento do mercado. Na quarta-feira, 22, a Weg (WEGE3) divulga o resultado antes da abertura do mercado. Na sexta-feira, 24, a Usiminas (USIM5) apresenta seus números do 3T25 antes da abertura do mercado.

Relatórios de produção de Petrobras e Vale

Duas gigantes da Bolsa divulgam relatórios de produção e vendas que podem mexer com os preços de suas ações. No dia 21 de outubro, terça-feira, a Vale (VALE3) divulgará o relatório de produção do 3T25. Será após o fechamento do mercado. Já no dia 24 de outubro, sexta, a Petrobras divulga o relatório de produção.

Notícias corporativas

Ambipar (AMPB3) vai entrar com pedido de recuperação judicial nesta segunda, 20, diz jornal

O blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, divulgou no sábado, 18, que a Ambipar (AMPB3) vai entrar com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira, 20. Ainda segundo o blog, o protocolo do pedido será feito no Judiciário do Rio de Janeiro. A coluna informou que a companhia até obteve apoio dos detentores de bonds no exterior e alguns debenturistas no Brasil para evitar a recuperação judicial, mas esbarrou na resistência dos bancos credores, principalmente o Itaú.

Eztec (EZTC3) reporta alta de 6,2% nas vendas líquidas no 3T25

A Eztec (EZTC3) divulgou na sexta-feira, 17, a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas líquidas da construtora subiram 6,2% no terceiro trimestre, a R$ 531,9 milhões, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Durante o 3T25, a companhia lançou dois empreendimentos, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) %Eztec de R$ 475 milhões, queda anual de 31,6%.

A companhia divulga o resultado do terceiro trimestre em 13 de novembro de 2025, após o fechamento do mercado.

A Eztec também anunciou nesta sexta-feira o Reserva São Caetano Parque, novo lançamento que marca a chegada da companhia a São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo. O valor geral de venda %Eztec é de R$ 387 milhões.

Priner (PRNR3) conclui aquisição da Semep

A Priner (PRNR3) informou no sábado, 18, que concluiu, em 17 de outubro de 2025, a aquisição de 60% do capital social da Semep Logística e Construção, considerando o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis à transação, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e a aprovação da assembleia geral de acionistas, realizada em 11 de outubro de 2025. A aquisição foi anunciada em 19 de setembro.  A Semep inaugura a nova Unidade de Negócio da Priner, Operações Minerárias, que será liderada por seu atual sócio e diretor-presidente.

Norges Bank reduz participação na Hapvida (HAPV3)

O Norges Bank Investment Management reduziu participação na Hapvida (HAPV3). O Norges Bank alienou ações ordinárias emitidas pela companhia, sendo que, em 16 de outubro de 2025, sua participação passou a ser de 25.078.938 ações ordinárias, representando aproximadamente 4,9895% do total de ações ordinárias emitidas pela Hapvida.

Braskem (BRKM5): Camex mantém alíquota de imposto de importação de 20% sobre resinas

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a manutenção, até 16 de outubro de 2026, da alíquota do imposto de importação de 20% para as resinas PE, PP e PVC comercializadas pela Braskem (BRKM5), via inclusão na Lista de Elevações Tarifárias Temporárias por Desequilíbrios Comerciais Conjunturais da Camex. A informação consta em um comunicado divulgado pela Braskem na noite de sexta-feira, 17.

Para analistas de mercado a manutenção da alíquota tende a ser positiva para a companhia, em um momento que a Braskem tenta mitigar os relevantes impactos decorrentes do prolongado ciclo de baixa de toda a indústria. A Braskem divulgou em 26 de setembro que contratou assessores para avaliar alternativas econômico-financeiras para otimizar sua estrutura de capital.

B3 (B3SA3) conclui aquisição de 62% da Shipay 

A B3 (B3SA3) concluiu na sexta-feira, 17, após atendimento de todas as condições precedentes, a aquisição de 62% do capital social da Shipay Tecnologia, empresa de tecnologia especializada na integração de soluções de pagamentos.

“A aquisição da Shipay permitirá à B3 oferecer soluções de infraestrutura na jornada de crédito, com foco em desenvolvimento de produtos e serviços para o novo mercado de registro de duplicatas escriturais”, explicou a companhia em um comunicado.

Suzano (SUZB3) precifica ‘panda bonds’

A Suzano (B3: SUZB3; NYSE: SUZ) informou que foi precificada a emissão e oferta de panda bonds, em duas tranches, para colocação no mercado chinês pela sua subsidiária integral Suzano International Finance no valor principal de um bilhão e quatrocentos milhões de renminbi (aproximadamente US$ 196 milhões). A liquidação da operação está prevista para 21 de outubro de 2025. O custo financeiro da operação considerando o swap para dólar equivale a um yield indicativo de 4,13% ao ano para a tranche 1 e 4,55% ao ano para tranche 2. Os Panda Bonds constituirão obrigações sênior e contarão com garantia integral da companhia. A Suzano pretende utilizar os recursos obtidos para usos gerais fora da China.

Cosan (CSAN3) anuncia pagamento de juros de debêntures (CSAN15)

A Cosan (B3: CSAN3; NYSE: CSAN) informou aos detentores da série da 5ª emissão de debêntures simples não conversíveis em ações, emitida em 20 de abril de 2023 (código: CSAN15), que o pagamento de juros ocorrerá em 20 de outubro de 2025, por meio do Itaú Corretora de Valores, banco escriturador das debêntures. O valor unitário é R$ R$ 84,809340. O valor total bruto a ser pago é de R$ 57.785.098,24. No total são 681.353 debêntures.

Energisa (ENGI11) investe R$ 57,7 milhões em reforço elétrico no Pará 

O Grupo Energisa (ENGI11) concluiu uma obra que reforça o fornecimento de energia no oeste do Pará e garante mais estabilidade e segurança elétrica para a região. O projeto, que recebeu investimento de R$ 57,7 milhões, contemplou a instalação de um novo banco de autotransformadores 500/138kV de grande porte, com potência de 150 MVA, na Subestação Oriximiná. A operação amplia a capacidade de operação do sistema e beneficia cerca de 80 mil consumidores nos municípios de Oriximiná, Óbidos, Curuá, Alenquer e Monte Alegre.

Até agora, esses municípios eram atendidos por um único banco de autotransformadores, o que exigia corte de carga sempre que era preciso realizar manutenção ou reparo. Com o novo equipamento, o sistema elétrico passa a ter redundância de atendimento às cargas da região.

A obra foi concluída dentro do prazo regulatório de 30 meses, cumprindo todas as exigências da Agência Nacional de Energia Elétrica. O projeto foi executado pela Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE), controlada da Energisa, e acrescenta ao portfólio da empresa uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 7,7 milhões. A RAP é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Grupo Mateus (GMAT3) inaugura Hipermercado

O Grupo Mateus (GMAT3) anunciou a inauguração de um hipermercado no estado do Piauí. Localizada em Teresina, capital do estado, a loja representa a 1° operação de hipermercado no estado. Em 2025, o Grupo expandiu sua atuação com a inauguração de 12 novas lojas de varejo alimentar, totalizando 271 unidades em operação no país.

Estudo de ações da Bolsa

Confira o estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Aure3, Bbdc4, Cple6, Wege3, Mdne3 e de Lavv3. Acesse aqui o vídeo.

Pagam provento ou tem ‘data com’ nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 20

Mitre (MTRE3) 

A ‘data com’ para ter direito a 2° parcela do dividendo intercalar da Mitre, anunciado em 7 de agosto, é nesta segunda-feira, 20. A partir do dia 21 de outubro as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,03 por ação. O pagamento dessa parcela será em 04/11/2025. Vale lembrar que a terceira tem data-base em 17/11/2025 e pagamento em 02/12/2025.

Vulcabras (VULC3)

A ‘data com’ para ter direito a 1° parcela do dividendo intercalar da Vulcabras, anunciado em 14 de agosto, é nesta segunda-feira, 20. Após essa data as ações serão negociadas ex-direito. O pagamento dessa parcela será em 03/11/2025. O valor é de R$ 0,12 por ação. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 17/11/2025 e pagamento em 01º/12/2025. E a terceira parcela tem data de corte em 15/12/2025 e pagamento em 29/12/2025.

Banco Pine (PINE4)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine, anunciados em 9 de outubro, é nesta segunda-feira, 20. A partir de 21 de outubro (inclusive), as ações de emissão do Pine serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio. O valor bruto é de R$ 0,10 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 29 de outubro de 2025.

Terça, 21

TIM (TIMS3) 

A TIM paga na terça-feira, 21, R$ 320 milhões em juros sobre capital próprio anunciados em 22 de julho. O valor bruto por ação é R$ 0,13. A ‘data com’ foi de 25 de julho.

A TIM também paga na terça-feira, 21, a terceira parcela dos dividendos complementares anunciados em 27 de março de 2025. O valor soma R$ 684 milhões. O dia 3 de abril de 2025 é a data para identificação dos acionistas com direito a receber os valores. As ações adquiridas após essa são negociadas ex-direito a esses dividendos. O valor por ação é R$ 0,28. A 1ª e 2ª parcelas dos dividendos complementares já foram pagas em 22/04/2025 e 23/07/2025, respectivamente.

Allos (ALOS3)  

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Allos anunciados em 15 de setembro, é na terça-feira, 21. Os papéis serão negociados ex-JCP a partir de 22 de outubro. A data de pagamento é em 4 de novembro e o valor por ação é R$ 0,10.

Santander Brasil (SANB11) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Santander Brasil anunciados em 10 de outubro, é na terça-feira, 21. Dessa forma, a partir de 22 de outubro (inclusive), as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,45. pagamento é a partir do dia 7 de novembro de 2025.

Quinta, 23

Romi (ROMI3) 

A Romi paga na quinta-feira, 23, os juros sobre o capital próprio anunciados em 10 de junho. O valor líquido é R$ 0,15 por ação. O pagamento será feito com base na posição acionária de 16 de junho de 2025. Desde 17 de junho as ações da companhia são negociadas “ex-juros”.

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Publicado às 8h – atualizado às 9h20 com notícias

Aversão ao risco global em alta nesta sexta com alerta de crédito nos EUA

As Bolsas na Ásia fecharam em queda acentuada e as da Europa têm baixa nesta sexta-feira, 17, em uma sessão marcada pela forte aversão ao risco. O motivo vem dos Estados Unidos, com preocupações com a qualidade das carteiras de empréstimos dos bancos. Investidores e analistas estão apreensivos depois da revelação de fraudes em empréstimos de dois bancos regionais norte-americanos a fundos que aplicam em hipotecas comerciais.

Em meio a preocupações com o aumento dos riscos e a qualidade do crédito, as ações de companhias do setor financeiro caíam nesta sexta-feira, após uma forte desvalorização nas ações de bancos regionais dos Estados Unidos. A onda de vendas começou no mercado norte-americano na quinta-feira e ganhou força na Ásia e na Europa nesta sexta. 

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -2,06% 

Londres (FTSE 100): -1,25%

Japão (Nikkei 225): -1,48% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,95% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -2,48% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,56% (US$ 60,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,45% (US$ 57,2)

Bitcoin futuro: -3,24% (US$ 104.545)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,19% a 771 iuanes (US$ 108,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,72% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,98%. Nasdaq futuro caía 1,22%.

Notícias corporativas

Prio (PRIO3) anuncia retomada de produção no campo de Peregrino 

A Prio (PRIO3) informou nesta sexta-feira, 17 que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou na data de hoje o retorno da produção do FPSO (navio-plataforma) Peregrino, operado pela Equinor do Brasil, conforme ofício enviado às companhias consorciadas do ativo por meio da Superintendência de Segurança Operacional. Com isso, o processo de ramp up da produção iniciará de imediato. O campo estava interditado pela ANP desde agosto.

Blau (BLAU3) recebe 52,1 milhões de euros referente ao desinvestimento da Prothya

A Blau Farmacêutica (BLAU3) recebeu o valor referente ao desinvestimento da Prothya, de 52,1 milhões de euros, incluindo juros, correspondendo a aproximadamente R$ 330,6 milhões, considerando o último fechamento do câmbio. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado nesta sexta-feira, 17. A diferença entre o valor recebido e o valor histórico de balanço (R$ 265,2 milhões) será reconhecida nos resultados financeiros da companhia. A companhia explicou que os valores em real (R$) nas demonstrações financeiras podem diferir dos apresentados no fato relevante devido à variação cambial. “O montante deve reforçar o caixa da companhia principalmente para fazer frente aos projetos transformacionais em andamento, como os Anticorpos Monoclonais e aumento de capacidade produtiva, além de poder ser utilizado para remuneração dos investidores e outras frentes estratégicas”, afirmou a Blau.

Vale (VALE3) diz que preço de aquisição de debênture participativa é fixo e não está sujeito a negociação

A Vale (VALE3) afirmou em um comunicado enviado ao mercado que permanecem válidos todos os termos e condições da oferta pública de aquisição facultativa das debêntures participativas da 6ª emissão, conforme estipulado nos documentos da oferta anteriormente divulgados em 6 de outubro de 2025.

A companhia reforçou que o preço de aquisição é de R$ 42 por debênture. “O preço de aquisição é fixo e não está sujeito a negociação, apresentando um prêmio de aproximadamente 15% em relação ao preço de fechamento das debêntures no dia útil anterior ao anúncio da oferta”, afirmou a mineradora no comunicado.

A Vale destacou ainda a “singularidade” da oferta, tratando-se da única oferta de aquisição facultativa das debêntures realizada pela companhia desde sua emissão em 1997. “A manifestação de intenção de adesão à oferta é facultada a todos que desejem alienar seus títulos, sem exigência de quantidade mínima ou máxima de debêntures para participação”, salientou a Vale, ressaltando que se compromete a adquirir todas as debêntures participativas objeto de manifestação de intenção de alienação válida e recebida até o encerramento do prazo, conforme previsto nos documentos da oferta, que permanece inalterado, ou seja, até 31 de outubro de 2025, às 19h20 (horário de Brasília).

A Bloomberg reportou que um grupo de investidores que detêm debêntures perpétuas da Vale tem pressionado por termos mais atrativos. Ainda segundo a Bloomberg, o grupo, que visa reunir detentores de ao menos 38% dos papéis, começou a se organizar depois que a Vale ofereceu recomprá-los a R$ 42 cada.

Cemig (CMIG4) conclui venda de usinas para Âmbar Energia

A Cemig (CMIG4) anunciou a conclusão da transferência onerosa de quatro usinas de pequeno porte para a Âmbar Energia. As usinas Machado Mineiro, Sinceridade, Martins e Marmelos estão localizadas em Minas Gerais. O valor recebido pelo desinvestimento foi de R$ 52,4 milhões. A Cemig ressaltou que a transação visa atender às diretrizes de seu planejamento estratégico que “preconiza uma otimização do portfólio e de eficiência operacional, com uma melhor alocação de capital, por meio do desinvestimento de ativos de pequeno porte”.

Vibra (VBBR3): Comerc reduz projeção de ‘Ebitda @Stake’

Em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quinta-feira, 16, a Vibra Energia (VBBR3) informou que a Comerc Energia (COMR3) comunicou a revisão da projeção de Ebitda @Stake, anteriormente estimada em R$ 1,3 bilhão, para o exercício social a ser encerrado em 31 de dezembro de 2025. A nova projeção é entre R$ 1,05 bilhão e R$ 1,15 bilhão. O Ebitda @Stake corresponde ao Ebitda proforma proporcional à participação da Comerc nos negócios e projetos, excluindo marcação a mercado de contratos de energia de longo prazo e despesas não recorrentes.

“A revisão decorre do aumento expressivo e persistente do curtailment (redução compulsória da geração de energia elétrica em função de limitações na rede de transmissão ou por determinação do operador do sistema, independentemente da vontade ou disponibilidade da unidade geradora) em projetos da Comerc, especialmente observado nos dois últimos trimestres, com cortes de 34% e 20% da geração, respectivamente”, afirmou a Vibra.

Esse efeito não pôde ser integralmente mitigado, apesar das iniciativas de eficiência conduzidas pela Comerc e da antecipação da entrada em operação de novas usinas de geração do grupo, explicou a companhia.

A Vibra ressaltou que “permanece empenhada em mitigar os impactos decorrentes deste cenário e no esforço de manter seus resultados o mais próximo possível da projeção”.

Tecnisa (TCSA3) divulga a prévia do 3T25

A Tecnisa (TCSA3) divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas brutas no 3T25 totalizaram R$ 132 milhões, sendo R$ 83 milhões a parte Tecnisa, redução de 1% comparado ao 2T25, e redução de 48% comparado ao mesmo período do ano anterior.

No 3T25, as vendas líquidas somaram R$ 118 milhões, aumento de 9% sobre o 2T25, e decréscimo de 30% comparado ao mesmo período do ano anterior. Já na parte Tecnisa, as vendas líquidas totalizaram R$ 73 milhões, sendo 15% maior que o 2T25, e 16% menor do que o 3T24. A velocidade de vendas líquidas, medida pelo indicador “VSO”, atingiu 12,2% no trimestre, sendo 2,5 p.p. superior ao 2T25, e 3,4 p.p. maior do que o 3T24.

Vale mencionar que, no 3T24, a companhia realizou o lançamento do empreendimento Reserva Flamboyant, com VGV de R$ 593 milhões (100%), o que afetou a comparabilidade entre os períodos, uma vez que não houve lançamentos no 3T25.

Os dados são preliminares e estão sujeitos a revisões da companhia e dos auditores independentes.

CPFL (CPFE3) anuncia novo presidente do conselho de administração

A CPFL Energia (CPFE3) recebeu carta de renúncia de Daobiao Chen, com efeitos nesta data, ao cargo de membro e presidente do conselho de administração da companhia, para o qual havia sido eleito na assembleia geral ordinária realizada em 29 de abril de 2025 e cujo mandato se estenderia até a assembleia geral ordinária de 2027. O conselho de administração aprovou a eleição de Sun Peng como seu substituto.

CPFL Energia (CPFE3) pagará em 27/10 a 5° parcela do dividendo declarado em abril

A CPFL Energia (CPFE3) anunciou o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado no próximo dia 27 de outubro o quinto pagamento, no montante de R$ 200 milhões equivalente a R$ 0,17 por ação. Tem direito aos dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. A partir de 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Ainda resta um valor remanescente de R$ 999 milhões (R$ 0,86 por ação) que será pago até 31 de dezembro de 2025.

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Publicado às 8h01 – atualizado às 9h45 com notícias

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,12% 

Londres (FTSE 100): -0,59%

Japão (Nikkei 225): +1,78% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +1,22% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +1,84% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,06% (US$ 62,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,09% (US$ 58,7)

Bitcoin futuro: -0,77% (US$ 112.635)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,46% a 776,5 iuanes (US$ 108,77). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,44% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,64%. Nasdaq futuro subia 0,85%.

Notícias corporativas

Eletrobras (ELET3) vende participação na Eletronuclear para J&F por R$ 535 milhões

A Eletrobras (ELET3) efetivou em 14 de outubro de 2025 a assinatura de contrato com a J&F para venda de sua participação integral na coligada Eletronuclear. O preço foi de R$ 535 milhões pela participação societária. A compradora assumirá as garantias prestadas pela Eletrobras em favor da Eletronuclear, adotando as providências necessárias junto aos respectivos credores e parceiros da mesma. Ainda segundo a Eletrobras, a compradora assumirá a responsabilidade pela integralização das debêntures acordadas no Termo de Conciliação firmado com a União, no valor de R$ 2,4 bilhões.

“As condições acima permitirão a plena liberação da Eletrobras das responsabilidades remanescentes com sua coligada, melhorando o perfil de risco e permitindo liberar capital alocável da companhia”, afirmou a Eletrobras em um fato relevante.

A operação foi assessorada pelo banco BTG Pactual e é resultado de um processo competitivo que teve seus esforços iniciados em 2023.

Considerando o valor de investimento registrado na coligada de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), o processo de venda resultou numa provisão de aproximadamente R$ 7 bilhões, contabilizada no terceiro trimestre (3T25).

“A transação representa um marco importante para a Eletrobras e reforça o compromisso assumido com os seus acionistas e o mercado, de otimização de seu portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor e simplificação de sua estrutura conforme previsto em seu Plano Estratégico”, ressaltou a Eletrobras.

Auren (AURE3) obtém decisão favorável para indenização de R$ 498,8 milhões

A Auren Energia (AURE3) divulgou nesta quarta-feira, 15, que obteve decisão favorável para uma indenização de R$ 498,8 milhões de investimentos não amortizados da Cesp.

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira, 15, a Auren Energia e a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) informaram que, no 2º circuito deliberativo público ordinário da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 14/10/2025, foi deliberado em favor da Cesp o processo que estabeleceu a indenização no valor de R$ 498,8 milhões, correspondente à Base de Remuneração Regulatória (BRR) Líquida dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou não depreciados, realizados pela Cesp nas usinas hidrelétricas Jupiá, Ilha Solteira, Paraibuna e Jaguari. “Após a publicação da decisão no Diário Oficial da União, a Aneel enviará os autos do processo ao Ministério de Minas e Energia (MME) para as providências relativas ao reconhecimento da indenização, incluindo a definição do meio de pagamento, o fator de correção monetária aplicável sobre o valor indenizável e o cronograma de pagamento”, explicou a Auren.

BlackRock eleva participação na Marcopolo

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Marcopolo (POMO4). A informação consta em um comunicado da companhia brasileira divulgado nesta quarta-feira, 15. 

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Marcopolo, sendo que, em 10 de outubro de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 36.435.628 ações preferenciais representando aproximadamente 5,016% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 14.289.940 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 1,967% do total de ações preferenciais, e 2.969.306 ações ordinárias representando aproximadamente 0,724% do total de ações ordinárias. 

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.

Hapvida (HAPV3) anuncia programa de recompra de ações

A Hapvida (HAPV3) aprovou um programa de recompra de ações com a finalidade de maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira, 14. A administração da companhia, por meio de sua diretoria estatutária, definirá o momento e a quantidade de ações a serem adquiridas, podendo chegar até 20 milhões de ações pelo período de 18 meses.

B3 (B3SA3) divulga os dados operacionais de setembro de 2025

A B3 (B3SA3) divulgou os dados operacionais de setembro de 2025. A companhia reportou volume financeiro médio diário de R$ 22,9 bilhões em setembro deste ano, queda de 0,4% na comparação com o mesmo mês de 2024. Em relação a agosto, a queda foi de 4,5%.

O número de contas ativas atingiu 6.185.403 em setembro, 2,4% a mais do que no mesmo mês de 2024 e 0,2% maior do que em agosto. A quantidade de investidores pessoa física foi de 5.387.941 milhões, alta anual de 3,3% e mensal de 0,2%.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia R$ 380 milhões em juros sobre o capital

A Telefônica Brasil (VIVT3) informou que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 380 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 15%, resulta no montante líquido de R$ 323 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,10. O crédito dos JCP será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 27 de outubro de 2025. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

Brisanet (BRST3) divulga dados operacionais de setembro/25

A Brisanet (BRST3) divulgou os dados operacionais de setembro de 2025. Em setembro a operadora de internet alcançou a marca de 1.538.952 clientes de banda larga fixa, volume 9,8% maior que o de setembro de 2024.

No mês, o número de casas passadas (quantos clientes em potencial pode alcançar) foi de 7,149 milhões, crescimento de 1,2% na comparação anual.

A presença da companhia abrange os nove estados do Nordeste, com cobertura em 158 municípios.

A Agility Telecom, franqueadora da Brisanet, conta com 59 franqueados que atendem principalmente cidades menores e áreas rurais, totaliza 135.813 clientes. Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste. Com mais de 56 mil novos clientes em setembro, a base móvel da companhia chegou a 700.710 chips ativos.

Banco de Brasília (BSLI3) se manifesta sobre notícia na imprensa

O BRB – Banco de Brasília (BSLI3) recebeu da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de esclarecimento das informações divulgadas em 12 de outubro, no blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo. O blog reportou que o BRB comprou uma carteira de crédito de R$ 1 bilhão do Master.

Em nota divulgada na noite desta terça-feira, 14, o BRB refutou a notícia que “tem feito negócios às margens” do Banco Central do Brasil e informou que mantém “o regulador atualizado tempestivamente de todas as suas operações”.

O BRB também explicou que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras, “em linha com seu planejamento estratégico, que prevê o desenvolvimento dos negócios e a ampliação da atuação da instituição por meio do aproveitamento de oportunidades existentes no mercado”.

“As operações realizadas pelo BRB seguem a dinâmica natural do mercado financeiro, sempre com o objetivo de gerar eficiência, rentabilidade e crescimento sustentável e com volume aderente ao porte da companhia e respeitando os limites da Declaração de Apetite a Riscos – RAS”, afirmou a instituição financeira, ressaltando que essas operações são realizadas com absoluto respeito às normas que regem o Sistema Financeiro Nacional, às orientações dos órgãos reguladores e fiscalizadores, e em consonância com a governança corporativa.

Helbor (HBOR3) divulga a prévia do terceiro trimestre

A Helbor Empreendimentos (HBOR3), incorporadora residencial, divulgou os resultados operacionais preliminares e não auditados relativos ao terceiro trimestre de 2025 (3T25). No 3T25, as vendas brutas totais somaram R$ 478,8 milhões, representando uma queda de 3,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24) e um aumento de 2,5% na comparação com o segundo trimestre de 2025 (2T25). A participação da Helbor foi de 65,8%, crescimento de 14,0 p.p. em relação ao 3T24.

O VSO Total atingiu 16,9% no 3T25, uma redução de 2,1 p.p. frente ao 3T24, enquanto o VSO da parte Helbor foi de 16,3%. A redução no VSO é explicada, principalmente, pelo lançamento do Collage Bela Vista, ocorrido no final de setembro, cujas 461 unidades passaram a compor o cálculo do VSO, mas sem tempo hábil para gerar vendas significativas dentro do trimestre, explicou a companhia.

No 3T25, a Helbor lançou três empreendimentos, sendo dois localizados na cidade de São Paulo — Stay Moema e Collage Bela Vista — e a 3ª fase do Patteo Mogilar, localizado em Mogi das Cruzes. O VGV líquido total dos lançamentos foi de R$ 496,6 milhões, com 95% de participação da Helbor.

No 3T25, também foram entregues três empreendimentos: Reserva Caminhos da Lapa (Fases 2 e 3), New Patteo Osasco e Figueira Leopoldo, somando um VGV total líquido de R$ 730,9 milhões, com 49% de participação Helbor, sendo 69% vendido e 61% repassado até o final de setembro.

Vale (VALE3) paga juros das debêntures incentivadas da 10ª emissão em 15/10

A Vale (VALE3) realizará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures simples, não conversíveis em ações, da 10ª emissão, séries 1ª, 2ª e 3ª (debêntures incentivadas) em 15 de outubro de 2025, no valor total de R$ 199.838.323,19, aos detentores com posição em custódia na B3 e/ou no Banco Itaú Unibanco, banco escriturador e liquidante das debêntures incentivadas, no fechamento do dia 14 de outubro de 2025. Acesse aqui a tabela com os detalhamentos das remunerações por série e por debênture.

Taesa (TAEE11) anuncia pagamento de juros a detentores das debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries da 12ª emissão 

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa (TAEE11) informou aos detentores das debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries da 12ª emissão de debêntures todas nominativas, escriturais, simples, não conversíveis em ações, emitidas em 15 de abril de 2022, que realizará o pagamento de juros no dia 15 de outubro de 2025, no valor total de R$ 40.919.369,02. Acesse aqui a tabela com os detalhes.

A avaliação do Goldman Sachs para o Bradesco, Santander Brasil, BB e Itaú

O time de analistas do Goldman Sachs elevou a recomendação para as ações do Bradesco (BBDC4) de “venda” para “neutro”. O preço-alvo passou de R$ 15 para R$ 17. A avaliação é que o Bradesco registrou geração de capital melhor do que o previsto. A lucratividade permanece em ritmo de recuperação gradual. A expectativa do banco americano é que o Bradesco apresente no terceiro trimestre (3T25) a maior expansão dos lucros trimestrais entre seus pares no setor. O Bradesco divulga o resultado do 3T25 em 29 de outubro.

A equipe de analistas do Goldman Sachs cortou a recomendação para o Santander Brasil (SANB11). Passou de “neutro” para “venda”. O preço-alvo das units foi reduzido de R$ 28 para R$ 26. O Santander Brasil divulga o resultado do 3T25 em 29 de outubro.

O Goldman manteve a  recomendação “neutra” para o Banco do Brasil (BBAS3). No entanto, elevou o preço-alvo de R$ 20 para R$ 21. A avaliação é que os desafios do banco estatal parecem já estar precificados no valuation descontado do papel.

Com relação ao Itaú (ITUB4), a equipe do Goldman Sachs manteve a recomendação de “compra” devido ao que considera a forte rentabilidade do banco. O preço-alvo da ação foi elevado de R$ 42 para R$43.

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