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BTG Pactual: a avaliação do J.P. Morgan https://financenews.com.br/2026/06/btg-pactual-a-avaliacao-do-j-p-morgan/ https://financenews.com.br/2026/06/btg-pactual-a-avaliacao-do-j-p-morgan/#respond Mon, 22 Jun 2026 16:52:36 +0000 https://financenews.com.br/?p=209333   Publicado às 13h51 O time de analistas do J.P. Morgan elevou a recomendação do […]

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Publicado às 13h51

O time de analistas do J.P. Morgan elevou a recomendação do BTG Pactual (BPAC11) de “neutra” para “overweight” (equivalente à compra). O preço-alvo foi elevado de R$ 61 para R$ 66 por unit (fim de 2027). 

Em relatório, a equipe do J.P. Morgan destaca o BTG como nome preferido entre as instituições de mercado de capitais, e cita o que considera a resiliência do banco em diferentes cenários e uma história de crescimento consistente. 

A avaliação é que o BTG negocia a 8,3 vezes o lucro estimado para 2027, para um crescimento anual composto de aproximadamente 20% do lucro por ação entre 2025 e 2027, e a 2,3 vezes o valor patrimonial projetado para 2026, com um ROE (retorno sobre o patrimônio) de cerca de 25% a 26%.

O banco americano observa que o BTG é um vencedor em participação de mercado, com crescimento consistente acima dos pares em diferentes produtos.

O time do J.P. Morgan vê os ganhos de participação continuando nos próximos anos, apoiados por uma equipe de gestão que tem “sinalizado repetidamente confiança em entregar mais uma década de crescimento” 

O banco americano avalia também que juros mais altos podem pressionar algumas linhas mais dependentes de taxas e comissões, principalmente banco de investimento, que representa cerca de 7% da receita, mas vê a gestão de ativos e patrimônio e crédito corporativo como segmentos capazes de sustentar o crescimento e proteger o lucro por ação em um cenário mais desafiador.

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O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Quem fiscaliza, normatiza e disciplina o mercado de valores mobiliários é a Comissão de Valores Mobiliários.

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Gerdau: a avaliação do Safra para a siderúrgica https://financenews.com.br/2026/06/gerdau-a-avaliacao-do-safra-para-a-siderurgica/ https://financenews.com.br/2026/06/gerdau-a-avaliacao-do-safra-para-a-siderurgica/#respond Fri, 19 Jun 2026 16:47:26 +0000 https://financenews.com.br/?p=209241 Publicado às 9h51 O time de analistas do Safra reiterou a recomendação de “compra” para […]

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Publicado às 9h51

O time de analistas do Safra reiterou a recomendação de “compra” para a Gerdau (GGBR4) e elevou o preço-alvo de R$ 25,5 para R$ 30 por ação (para o fim de 2026), incorporando recentes aumentos de preços do aço nos Estados Unidos e uma visão mais construtiva sobre a dinâmica do acordo comercial da América do Norte.

A projeção do banco é um Ebitda de R$ 12,6 bilhões em 2026 e de R$ 14,5 bilhões em 2027. Para 2026, o potencial de alta em relação ao consenso é marginal, em torno de 1%. Já em 2027, o desvio positivo chega a 14%, impulsionado principalmente pela operação norte-americana.

A Gerdau negocia a 4,1 vezes o valor da firma sobre o Ebitda estimado para 2026 e a 3,3 vezes em 2027. Na avaliação do Safra esses múltiplos seguem atrativos quando comparados à média histórica de cinco anos e aos pares do setor de aço norte-americano. 

A estimativa de fluxo de caixa livre médio gira em torno de 11% entre 2026 e 2028, acima do consenso de aproximadamente 9%.

Para a equipe de analistas do banco, a normalização das margens de aço nos Estados Unidos pode estar sendo precificada de forma excessivamente conservadora. As negociações em torno do acordo comercial da região indicam um cenário mais fragmentado, com acordos bilaterais e tarifas estruturalmente mais elevadas substituindo um arranjo trilateral completo.

O risco de queda ponderado do Ebitda da Gerdau North America é estimado entre 7% e 9%, bem abaixo da retração próxima de 19% implícita nas projeções do consenso até 2029. 

A avaliação do banco é de que o mercado superestima a chance de uma normalização total das tarifas e subestima a probabilidade de margens estruturalmente mais altas por mais tempo.

Já para a operação brasileira, a visão permanece mais cautelosa. A expectativa é de margem Ebitda de 9,5% em 2026 e de aproximadamente 15,5% no longo prazo. O projeto Miguel Burnier deve contribuir para uma expansão incremental do Ebtida, mas novos aumentos de preços no curto prazo seguem limitados.

O time do Safra destaca que a demanda doméstica ainda fraca e os estoques elevados ao longo da cadeia continuam dificultando o repasse de preços. Cenário que pode melhorar caso medidas de defesa comercial avancem, especialmente nas investigações antidumping envolvendo bobinas laminadas a quente e fio-máquina. Esse movimento pode reduzir importações asiáticas, elevar a utilização de capacidade e favorecer os preços.

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SLC (SLCE3): BTG comenta o investor day da companhia  https://financenews.com.br/2026/06/slc-slce3-btg-comenta-o-investor-day-da-companhia/ https://financenews.com.br/2026/06/slc-slce3-btg-comenta-o-investor-day-da-companhia/#respond Thu, 18 Jun 2026 16:44:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=209196 Publicado às 13h38 Em relatório o time de analistas do BTG comenta que a SLC […]

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Publicado às 13h38

Em relatório o time de analistas do BTG comenta que a SLC Agrícola (SLCE3) reforçou durante o Investor Day sua estratégia resiliente a ciclos do agronegócio, destacando que o ambiente segue desafiador, com custos de insumos mais elevados, margens pressionadas e incertezas para a safra 2026/27, mas também cria oportunidades para empresas com balanço robusto. 

O banco salienta que a companhia vê fundamentos construtivos para soja e algodão no longo prazo, diante de uma oferta global mais restrita e da manutenção do crescimento da demanda, embora os fertilizantes continuem pressionando a rentabilidade no curto prazo. 

A administração destacou que o setor pode estar migrando de uma crise de balanço patrimonial para uma crise de rentabilidade, cenário no qual a SLC pretende continuar expandindo e capturando oportunidades, ressalta a equipe de analistas. 

Entre os destaques operacionais estão os avanços em irrigação, que aumentam a produtividade e reduzem riscos climáticos, e o forte crescimento da SLC Sementes, que vem ganhando participação de mercado em soja e algodão. 

Ainda de acordo com o relatório, a reforma tributária foi apontada como positiva para o setor, apesar da maior necessidade de capital de giro, enquanto o portfólio de terras foi reavaliado em R$ 13,5 bilhões, com valorização de 1% ano/ano. 

As estimativas foram revisadas para refletir custos mais elevados e margens menores nos próximos anos, mantendo um cenário de curto e médio prazo pressionado. O time do BTG observa que, ainda assim, a combinação de escala, produtividade acima da média, qualidade dos ativos e potencial de valorização das commodities sustenta a recomendação de “compra” para a SLC, com preço-alvo de R$ 20 por ação. 

SLC avalia se vai exercer preferência na compra de terras da Radar

A SLC Agrícola divulgou nesta quinta-feira, 18, que recebeu a notificação acerca da operação de alienação de propriedades integrantes do portfólio do Grupo Radar, na qual a SLC Agrícola possui um contrato de arrendamento vigente que corresponde a aproximadamente 17,6 mil hectares para exploração agrícola.

A SLC explicou que está avaliando as condições comerciais da oferta e se manifestará oportunamente, dentro do prazo aplicável, acerca do eventual exercício de seu direito de preferência, nos termos dos instrumentos contratuais vigentes.

Na quarta-feira, 17, a Cosan informou que o Grupo Radar celebrou por meio de algumas de suas subsidiárias, detentoras de propriedades agrícolas que contam com investimentos por parte da Cosan, compromisso para alienação de parte das propriedades do seu portfólio.

Os imóveis correspondem a 12% do portfólio total de propriedades agrícolas detido pela Radar, estão localizados no estado do Mato Grosso, compreendem uma área total de 41.214 hectares e são destinados ao cultivo de soja, milho e algodão.

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Aura Minerals: a avaliação do Safra  https://financenews.com.br/2026/06/queda-das-acoes-da-aura-minerals-a-avaliacao-do-safra/ https://financenews.com.br/2026/06/queda-das-acoes-da-aura-minerals-a-avaliacao-do-safra/#respond Tue, 09 Jun 2026 17:10:36 +0000 https://financenews.com.br/?p=208713   Publicado às 14h10 O time de analistas do Banco Safra elevou a recomendação da […]

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Publicado às 14h10

O time de analistas do Banco Safra elevou a recomendação da Aura Minerals (B3: AURA33; Nasdaq: AUGO) para “compra” depois da forte correção recente das ações. Desde o rebaixamento no fim de abril, os papéis acumulam queda em torno de 40%.

O Safra incorporou os resultados do primeiro trimestre e revisou o cenário de preços das commodities. O novo preço alvo para o fim de 2026 ficou em 105 dólares para a ação AUGO (negociada em Nova York), ante 110 dólares anteriormente. Mesmo com o ajuste, o Safra avalia que o perfil risco retorno da companhia se tornou “atrativo”.

Em relatório, a equipe do banco comenta que o momento do setor de ouro se deteriorou de forma geral. Ainda assim, a Aura sofreu mais do que seus pares, em parte devido à valorização mais intensa antes da correção e de um momentum operacional mais fraco após o primeiro trimestre.

O Safra destaca que as mineradoras de ouro já precificam um cenário bastante conservador. No caso da Aura Minerals, a ação embute preços do ouro em torno de 3.400 dólares por onça, nível considerado excessivamente pessimista.

A avaliação é que, historicamente, os preços do ouro costumam encontrar um piso no início de julho e apresentar recuperação consistente nos meses seguintes. Essa sazonalidade reforça a leitura de valuations descontados no momento atual.

A equipe do banco destaca que o ouro já passou por uma correção relevante, próxima de 20% desde os picos recentes. Tensões geopolíticas elevaram a aversão ao risco e a volatilidade, o que pressionou os preços. Ao mesmo tempo, juros reais globais mais altos, venda de reservas por alguns países e forte alocação em setores ligados à inteligência artificial contribuíram para o movimento. 

Apesar da visão mais construtiva, o Safra ressalta riscos importantes para a tese de investimento. Além da volatilidade dos preços das commodities, pesam riscos de execução em aquisições e disciplina na alocação de capital.

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Itaú BBA: a avaliação do Banco do Brasil https://financenews.com.br/2026/06/itau-bba-a-avaliacao-do-banco-do-brasil/ https://financenews.com.br/2026/06/itau-bba-a-avaliacao-do-banco-do-brasil/#respond Mon, 08 Jun 2026 16:56:27 +0000 https://financenews.com.br/?p=208661   Publicado às 13h52 O time de analistas do Itaú BBA reduziu o preço-alvo das […]

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Publicado às 13h52

O time de analistas do Itaú BBA reduziu o preço-alvo das ações do Banco do Brasil (BBAS3). Passou de R$ 22 para R$ 21. 

Em meio a deterioração da carteira de crédito do agronegócio, a equipe do BBA reiterou a recomendação ’market perform’ (equivalente a neutra) para o banco estatal. 

O time da casa mantém a visão conservadora citando que permanece uma incerteza significativa sobre como a inadimplência do agronegócio irá evoluir.

Em relatório, a equipe da casa cita que um “componente de risco moral” também pode estar reduzindo a disposição dos produtores rurais em honrar pagamentos, o que é difícil de estimar, comentam os analistas.

Foi cortada a previsão para o lucro líquido do Banco do Brasil em 2026 para R$ 18,4 bilhões, de R$ 21,2 bilhões anteriormente.  

A projeção é de retorno sobre o patrimônio (ROE) em 9,3% para 2026. A projeção anterior era de 10,6%.

O time de analistas elevou a previsão para o custo de crédito do Banco do Brasil de R$ 61,1 bilhões para R$ 73,6 bilhões, acima do topo do intervalo estimado pelo BB (de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões).

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Fitch afirma ratings da Simpar; perspectiva ‘estável’  https://financenews.com.br/2026/06/fitch-afirma-ratings-da-simpar-perspectiva-estavel/ https://financenews.com.br/2026/06/fitch-afirma-ratings-da-simpar-perspectiva-estavel/#respond Tue, 02 Jun 2026 00:38:39 +0000 https://financenews.com.br/?p=208443   Publicado às 21h30 A agência de classificação de risco Fitch afirmou Ratings de Inadimplência […]

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Publicado às 21h30

A agência de classificação de risco Fitch afirmou Ratings de Inadimplência do Emissor de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA(bra)’ da Simpar (SIMH3) nesta segunda-feira, 1º. 

Além disso, a agência afirmou o rating ‘BB-’ das emissões de notas seniores sem garantias reais e dos veículos financeiros da Simpar. 

A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”. 

Segundo a agência, os ratings da Simpar refletem sua elevada escala, seu robusto perfil de negócios e sua forte posição competitiva no setor de locação de veículos e logística do Brasil. O grupo se beneficia de uma carteira de serviços diversificada e de contratos de longo prazo que sustentam uma parcela significativa das receitas, refletindo um desempenho operacional sólido e resiliente, afirma a Fitch.

Seus analistas destacam que a alavancagem consolidada da Simpar continua excedendo os limites da categoria de rating ‘BB’, e as classificações incorporam a expectativa da Fitch de que o crescimento do Ebitda e o menor volume de investimentos levarão à redução gradual da alavancagem, o que será fundamental para mitigar o alto consumo de caixa resultante das taxas de juros ainda elevadas no Brasil. 

A Simpar possui liquidez adequada e forte flexibilidade financeira, sustentadas por ativos desonerados, embora o perfil de vencimento de sua dívida consolidada permaneça concentrado. A margem para elevação do rating (rating headroom) da Simpar é baixa, e o fluxo de caixa mais fraco do que o esperado, investimentos superiores aos previstos e/ou crescimento inorgânico poderão pressionar as classificações, explica a agência.

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Vale (VALE3): a avaliação do J.P. Morgan  https://financenews.com.br/2026/05/vale-vale3-a-avaliacao-do-j-p-morgan/ https://financenews.com.br/2026/05/vale-vale3-a-avaliacao-do-j-p-morgan/#respond Sat, 23 May 2026 16:38:20 +0000 https://financenews.com.br/?p=208022   Publicado às 13h36 O time de analistas do J.P. Morgan reiterou a recomendação “overweight” […]

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Publicado às 13h36

O time de analistas do J.P. Morgan reiterou a recomendação “overweight” (equivalente à compra) para a mineradora Vale (VALE3) e elevou o preço-alvo das ações de R$ 99 para R$ 104. O preço-alvo dos ADRs (American Depositary Receipts) negociados na Bolsa de Nova York também foi elevado de US$ 18,50 para US$ 19,50. 

O banco americano comenta que a Vale “continua se destacando” como a ação mais descontada entre as grandes mineradoras globais e afirma que a companhia é uma oportunidade de investimento altamente atrativa no atual cenário de volatilidade no minério de ferro. 

A avaliação é que a mineradora negocia atualmente a 4,9 vezes EV/Ebitda, abaixo da média de 6,9 vezes observada entre as concorrentes globais no cenário-base traçado pelos analistas. 

Para seus analistas, a Vale é sólida demais para negociar com esse desconto. 

O EV/Ebitda (valor da firma sobre geração operacional de caixa) é um dos indicadores de valuation mais utilizados no mercado financeiro. 

Em relatório a equipe de analistas do J.P. Morgan comenta que a mineradora oferece os maiores rendimentos de fluxo de caixa livre e de dividendos do setor em 7% e 6,2%, respectivamente, superando a média de 4,4% e 4,1% de mineradoras globais.

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Embraer: a avaliação do BTG  https://financenews.com.br/2026/05/embraer-a-avaliacao-do-btg/ https://financenews.com.br/2026/05/embraer-a-avaliacao-do-btg/#respond Thu, 21 May 2026 17:35:03 +0000 https://financenews.com.br/?p=207923   Publicado às 13h Em um relatório o BTG avalia que os resultados do primeiro […]

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Publicado às 13h

Em um relatório o BTG avalia que os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) da Embraer (EMBJ3) frustraram parte do mercado devido às margens abaixo das expectativas nas divisões de aviação comercial e executiva, impactadas por tarifas, mix de clientes e produtos e maiores custos logísticos, levando as ações a acumularem queda de aproximadamente 25% após a divulgação. Apesar disso, comenta o time de analistas do banco, a companhia mantém uma carteira de pedidos robusta, capaz de sustentar forte desempenho operacional ao longo do ano, em um cenário de melhora gradual do momento de resultados e normalização da cadeia de suprimentos. 

A equipe destaca que as estimativas foram revisadas incorporando entregas maiores de aeronaves, crescimento de receita e margens operacionais ligeiramente superiores para 2026 e 2027, mantendo o preço-alvo inalterado R$ 126 por ação. 

A expectativa é de melhora sequencial das margens ao longo do ano, apoiada por ambiente tarifário mais favorável, melhor mix de clientes, normalização de custos logísticos e diluição operacional decorrente de volumes maiores. 

Ainda de acordo com o time de analistas, a fabricante brasileira também segue observando demanda forte em todos os segmentos, elevada carteira de pedidos e menor impacto das guerras sobre as operações dos clientes. 

Mesmo após a desvalorização recente das ações e do setor aeronáutico global, a Embraer continua negociando com desconto relevante frente aos pares globais, sustentada por uma carteira de pedidos de US$ 32 bilhões e perspectivas positivas para geração de resultados e novos pedidos, avalia o BTG. 

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Analista calcula o potencial de distribuição de dividendos da Prio https://financenews.com.br/2026/05/analista-calcula-o-potencial-de-distribuicao-de-dividendos-da-prio/ https://financenews.com.br/2026/05/analista-calcula-o-potencial-de-distribuicao-de-dividendos-da-prio/#respond Thu, 21 May 2026 15:51:47 +0000 https://financenews.com.br/?p=207921   Publicado às 12h50 Em em um relatório intitulado “Qual potencial de distribuição de dividendos […]

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Publicado às 12h50

Em em um relatório intitulado “Qual potencial de distribuição de dividendos da Prio?” o analista da Genial Investimentos, Vitor Sousa, destaca que “tem uma nova vaca leiteira chegando”. A expressão “vaca leiteira”, derivada do inglês “cash cow”, é o apelido dado a empresas consolidadas, maduras e lucrativas que pagam dividendos constantes a seus acionistas.   

O analista afirma que, embora a política formal de dividendos da Prio (PRIO3) ainda dependa de aprovação e deva ser anunciada apenas no 2º semestre de 2026, os comentários da administração na teleconferência do primeiro trimestre (1T26) reforçam a ideia da empresa passar a destinar o seu excesso e caixa no formato de dividendos, especialmente a partir de 2027. 

A avaliação é que a petroleira teria potencial para distribuir retornos entre 20% e 30% ao ano em dividendos até o fim de 2027.  

“Usando a métrica anunciada de endividamento 1x Dívida Lìquida/Ebitda para final de 2027 e nossas premissas de produção (com e sem crescimento vs 2026) e brent (US$65-85/barril), vemos a empresa podendo entregar c. 20-30% em rendimentos para o final de 2027 de acordo com os preços atuais e sob premissas muito razoáveis”, explica Vitor Sousa, destacando que a sustentabilidade desses valores dependem da sustentação da produção em pelo menos 190-200k bpde mais preço do barril de Brent na casa dos US$ 70-80/barril. 

Em um cenário mais otimista, o rendimento do dividendo poderia chegar a 51%, ou seja, um retorno equivalente a mais da metade do valor investido em ações apenas com a distribuição de provento. 

O analista também ressalta que a remuneração aos detentores de papéis da Prio já começou com a companhia remunerando o acionista via recompra de ações.

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MBRF (MBRF3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26) https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/ https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/#respond Sat, 16 May 2026 21:27:19 +0000 https://financenews.com.br/?p=207700   Publicado às 18h26 O time de analistas da XP comenta em relatório que a […]

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Publicado às 18h26

O time de analistas da XP comenta em relatório que a MBRF (MBRF3) reportou um sólido resultado acima do esperado no primeiro trimestre (1T26), embora provavelmente não totalmente recorrente. Para seus analistas, a queima de caixa de R$ 1,262 bilhão foi o ponto negativo, embora a variação cambial tenha ajudado no trimestre, levando a alavancagem a permanecer estável na base trimestral, ainda em um nível desconfortável. 

A equipe do banco Safra destaca que a companhia entregou um resultado melhor do que o projetado pelo mercado no primeiro trimestre de 2026. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado ficou 8% acima da estimativa do Safra e 6% acima do consenso.

Na avaliação do banco, o trimestre foi positivo e refletiu, sobretudo, a força da operação de carne bovina na América do Sul. A divisão conseguiu ampliar margens mesmo diante da alta no preço do gado, o que reforçou a percepção de boa execução operacional.

Ao mesmo tempo, a BRF apresentou desempenho robusto nos mercados internacionais. A avaliação é que esse movimento compensou, em parte, a fraqueza do mercado doméstico. Por isso, apesar de um ambiente ainda pressionado em algumas frentes, o resultado consolidado surpreendeu positivamente, ressalta o Safra.

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Nubank (ROXO34): como o mercado avaliou o resultado do primeiro trimestre https://financenews.com.br/2026/05/nubank-roxo34-como-o-mercado-avaliou-o-resultado-do-primeiro-trimestre/ https://financenews.com.br/2026/05/nubank-roxo34-como-o-mercado-avaliou-o-resultado-do-primeiro-trimestre/#respond Sat, 16 May 2026 21:26:08 +0000 https://financenews.com.br/?p=207703   Publicado às 18h23 Para o Safra, o Nubank (B3: ROXO34; Nasdaq: NU) divulgou resultados […]

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Publicado às 18h23

Para o Safra, o Nubank (B3: ROXO34; Nasdaq: NU) divulgou resultados mistos no primeiro trimestre de 2026 (1T26). Seus analistas avaliam que o balanço trouxe um viés levemente mais negativo, principalmente por causa da evolução dos indicadores de crédito. 

O ponto central do trimestre esteve no avanço relevante das operações classificadas em estágio intermediário de risco, que cresceram muito acima da sazonalidade histórica. 

Esse movimento importa porque a migração inicial de uma carteira saudável para um estágio de maior risco já exige uma parcela relevante das provisões esperadas ao longo da vida do crédito, comenta a equipe do Safra.

Na avaliação do banco, o dado mais relevante do trimestre foi o forte crescimento das operações classificadas em estágio intermediário e avançado de risco. Só as novas provisões ligadas ao estágio intermediário somaram US$ 535 milhões, muito acima dos US$ 183 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. 

Para a equipe de analistas, a trajetória do segundo trimestre dependerá do comportamento dessas carteiras que migraram recentemente para uma faixa de risco maior. Se elas permanecerem nesse estágio, a pressão pode ser mais limitada. Por outro lado, se avançarem para um nível mais crítico, novas provisões devem voltar a pesar sobre o resultado. 

A receita total do Nubank somou US$ 4,968 bilhões, em linha com a estimativa do Safra. O desempenho refletiu receitas com tarifas ligeiramente maiores e receitas de juros um pouco menores.

O lucro líquido reportado ficou em US$ 872 milhões, 6% abaixo da projeção do Safra. Parte desse número foi favorecida por uma alíquota efetiva de imposto de 8,7%, abaixo do patamar que a própria companhia espera para os próximos trimestres.

Já a XP comentou em relatório que, apesar de uma leitura negativa de qualidade de crédito no 1T26, marcada por um aumento de 89 bps na base trimestral na inadimplência curta, provisões acima do esperado e pressão na margem financeira ajustada ao risco, observa a dinâmica subjacente como amplamente explicada por fatores identificáveis, e não como indicativa de deterioração estrutural. A XP destacou que não vê o trimestre como um ponto de inflexão negativa. Em vez disso, enxerga uma assimetria ainda atrativa, sustentada por avenidas de crescimento, métricas operacionais resilientes e um valuation que já incorpora espaço para revisões de curto prazo, reforçando a convicção de seus analistas na tese.

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Cyrela (CYRE3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26) https://financenews.com.br/2026/05/cyrela-cyre3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/ https://financenews.com.br/2026/05/cyrela-cyre3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/#respond Sat, 16 May 2026 21:25:46 +0000 https://financenews.com.br/?p=207702 Publicado às 18h23 Na avaliação do time de analistas do BTG a Cyrela (CYRE3) apresentou […]

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Publicado às 18h23

Na avaliação do time de analistas do BTG a Cyrela (CYRE3) apresentou resultados mais fracos no primeiro trimestre (1T26), com receita líquida de R$ 2 bilhões, crescimento de 4% ano/ano, mas abaixo das estimativas. O lucro líquido somou R$ 297 milhões, queda de 9% na base anual de comparação e abaixo das projeções devido a receita líquida mais fraca e maiores despesas comerciais. 

Para o Safra, a companhia divulgou um resultado abaixo das estimativas no primeiro trimestre de 2026. O principal fator de pressão veio da receita mais fraca, em um período marcado pelo reconhecimento integral de vendas fora do balanço no trimestre anterior e por um volume menor de lançamentos. 

Se o lucro veio abaixo do esperado, a geração de caixa foi um dos pontos fortes do trimestre. A Cyrela gerou R$ 134 milhões em caixa, bem acima da estimativa de R$ 56 milhões do Safra.

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3tentos (TTEN3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26) https://financenews.com.br/2026/05/3tentos-tten3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/ https://financenews.com.br/2026/05/3tentos-tten3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/#respond Sat, 16 May 2026 21:24:43 +0000 https://financenews.com.br/?p=207701   Publicado às 18h23 O BTG destaca em relatório que a 3tentos (TTEN3) apresentou resultados […]

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Publicado às 18h23

O BTG destaca em relatório que a 3tentos (TTEN3) apresentou resultados fortes no primeiro trimestre (1T26), com receita líquida crescendo 20% na base anual de comparação para R$ 4,2 bilhões e Ebitda ajustado dobrando em relação ao ano anterior para R$ 394 milhões, acima das estimativas. A expansão de margens foi impulsionada principalmente pelos segmentos de Varejo e Grãos, enquanto a divisão Industrial manteve margens estáveis ajustadas pelos efeitos de hedge, ressalta o banco. 

Para o time de analistas do Safra, a 3tentos abriu 2026 com um trimestre forte. A companhia entregou crescimento de 20% na receita líquida e desempenho acima das estimativas do banco, sustentada principalmente pelas operações de insumos agrícolas e comercialização de grãos.

A receita líquida somou R$ 4,2 bilhões no primeiro trimestre, número 6% superior à projeção do Safra. A avaliação é que o resultado refletiu volumes elevados em fertilizantes, milho e soja, além de uma composição mais favorável das operações.

O destaque veio do maior peso do Mato Grosso nas vendas. Segundo a equipe de analistas, essa mudança melhorou de forma relevante a rentabilidade do trimestre e explica parte importante da surpresa positiva em margem.

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Vale (VALE3): como o mercado avaliou o resultado do 1T26 ? https://financenews.com.br/2026/04/vale-vale3-como-o-mercado-avaliou-o-resultado-do-1t26/ https://financenews.com.br/2026/04/vale-vale3-como-o-mercado-avaliou-o-resultado-do-1t26/#respond Wed, 29 Apr 2026 15:15:44 +0000 https://financenews.com.br/?p=206740   Publicado 12h O mercado repercute nesta quarta-feira, 29, o resultado trimestral da Vale (VALE3). […]

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Publicado 12h

O mercado repercute nesta quarta-feira, 29, o resultado trimestral da Vale (VALE3). Para a XP a mineradora reportou resultados do primeiro trimestre (1T26) marginalmente abaixo do esperado. Em relatório o time de analistas comenta que, apesar das implicações positivas na receita, vê o desempenho de custos impactado por alguns vetores negativos, que foram os principais responsáveis pelo Ebitda abaixo da estimativa da casa e do consenso. 

Mas a equipe de analistas destaca que os preços de minério de ferro/cobre/níquel seguem em patamares mais elevados; a estratégia de volumes de minério de ferro continua sustentando prêmios resilientes, e as operações de metais básicos seguem melhorando. 

A Genial Investimentos destaca que o Ebitda Proforma atingiu US$ 3,9 bilhões, vindo abaixo da projeção de seus analistas e do consenso, à medida que os custos mais elevados do que o modelado em finos de minério de ferro (principalmente despesas de distribuição e compras de terceiros) somados à já esperada queda sazonal nos embarques mais do que neutralizaram uma sólida contribuição da VBM.  

O lucro líquido também veio abaixo da projeção da Genial, explicado por um resultado financeiro mais fraco do que o esperado. 

Para o BTG Pactual, a Vale reportou resultados mais fracos no 1T26, com Ebitda 2% abaixo das estimativas, ainda impactado por fatores sazonais como chuvas, menores volumes e menor diluição de custos fixos. 

O time de analistas ressalta que a geração de fluxo de caixa foi de US$ 813 milhões, equivalente a um yield anualizado inferior a 5%, pressionada pelo consumo de capital de giro de US$ 863 milhões. A dívida líquida expandida subiu para US$ 17,8 bilhões, principalmente em função de pagamentos de dividendos e juros sobre o capital próprio. 

No segmento de Minério de Ferro, o Ebitda ficou em US$ 2,9 bilhões, com vendas de finos e pelotas totalizando 67,1 milhões de toneladas, enquanto pelotas surpreenderam positivamente em volume e preço, avalia o banco. 

Em metais básicos, o Ebitda ficou em US$ 1,2 bilhão, impactado por ajustes provisórios de preços, embora cobre e níquel tenham mostrado forte evolução operacional, comenta a equipe em relatório, destacando que a companhia segue apresentando boa execução operacional, sustentada por preços resilientes de minério de ferro e crescimento da divisão de metais básicos. 

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Prio: a avaliação do J.P. Morgan https://financenews.com.br/2026/04/entenda-a-alta-das-acoes-da-prio-nesta-segunda-27/ https://financenews.com.br/2026/04/entenda-a-alta-das-acoes-da-prio-nesta-segunda-27/#respond Mon, 27 Apr 2026 17:26:09 +0000 https://financenews.com.br/?p=206591   Publicado às 14h25 As ações da Prio (PRIO3) tinham alta de mais de 2% […]

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Publicado às 14h25

As ações da Prio (PRIO3) tinham alta de mais de 2% na tarde desta segunda-feira, 27. O motivo não é apenas o preço do barril de petróleo, que subia 3%.

O time de analistas do J.P. Morgan revisou a recomendação para as chamadas petroleiras juniores no Brasil. Foi mantida a recomendação “overweight” (equivalente à compra) apenas para Prio (PRIO3). O preço-alvo foi elevado de R$ 55 para R$ 73 por ação. 

Para o time de analistas do banco americano, a entrada em operação do campo de Wahoo em 2026, e a consolidação de Peregrino, deve impulsionar a produção da Prio. A avaliação é que, sem hedge relevante, a petroleira está bem posicionada para capturar a alta do petróleo e pode atingir cerca de 200 mil barris por dia até o fim de 2026.

Além disso, observa que, em um ambiente de maior volatilidade, a Prio tem melhor relação risco-retorno, sustentada por crescimento e forte geração de caixa.

A equipe do banco rebaixou a PetroReconcavo (RECV3) e a Brava Energia (BRAV3) para “neutro”.

A Brava e PetroReconcavo têm estratégias de hedge que limitam o ganho com a valorização do petróleo, comenta a equipe de analistas em relatório.

O preço-alvo para a Brava foi reduzido para R$ 20. O preço-alvo para a PetroReconcavo é R$ 14 por ação.

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Entenda por que o J.P. Morgan rebaixou a recomendação da Klabin  https://financenews.com.br/2026/04/entenda-por-que-o-j-p-morgan-rebaixou-a-recomendacao-da-klabin/ https://financenews.com.br/2026/04/entenda-por-que-o-j-p-morgan-rebaixou-a-recomendacao-da-klabin/#respond Thu, 23 Apr 2026 17:03:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=206424 Publicado às 13h55 O time de analistas do J.P. Morgan rebaixou a recomendação da Klabin […]

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Publicado às 13h55

O time de analistas do J.P. Morgan rebaixou a recomendação da Klabin para “neutra” após uma revisão das estimativas para o setor de papel e celulose. O preço-alvo das units foi cortado de R$ 26 para R$ 22 por unit. Às 13h50 as units da companhia tinham queda de 2,30% a R$ 18,27.

A equipe do banco norte-americano espera um desempenho operacional sólido e equilibrado, mas avalia que esse cenário já está refletido no preço atual das ações da companhia, sem gatilhos  para uma performance superior.

O time considera um cenário mais fraco para a celulose de fibra longa, e os preços da celulose de fibra curta estão se aproximando de um pico cíclico. 

A equipe de analistas espera que os preços de fibra curta permaneçam sustentados no curto prazo, mas a demanda mais fraca por papel e spreads comprimidos da fibra longa devem limitar o potencial de alta.

A avaliação é que, embora a disciplina na oferta e a inflação de custos tenham sustentado os preços, riscos geopolíticos (principalmente o conflito no Oriente Médio) trouxeram cautela ao mercado, limitando a disposição dos compradores em aceitar novos aumentos.

No setor, a Suzano segue como principal escolha do J.P. Morgan, com o banco ressaltando que é a única fabricante latino-americana que oferece um perfil de risco-retorno diante o cenário atual. A visão positiva também é sustentada pelo valuation ‘atrativo’.

O preço-alvo da ação SUZB3 foi reduzido de R$ 81 para R$ 74 refletindo revisões cambiais.

A Klabin divulgará os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 6 de maio antes da abertura do mercado. A Suzano divulgará os resultados do 1T26 em 29 de abril, após o fechamento do mercado.

Veja abaixo as recomendações das instituições financeiras que cobrem a Klabin:

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Fitch afirma ratings da Dasa (DASA3); perspectiva “estável” https://financenews.com.br/2026/03/fitch-afirma-ratings-da-dasa-dasa3-perspectiva-estavel/ https://financenews.com.br/2026/03/fitch-afirma-ratings-da-dasa-dasa3-perspectiva-estavel/#respond Tue, 31 Mar 2026 15:59:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=205259   Publicado às 12h58 A agência de classificação de risco Fitch afirmou na segunda-feira, 30, […]

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Publicado às 12h58

A agência de classificação de risco Fitch afirmou na segunda-feira, 30, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA(bra)’ da Diagnósticos da América – Dasa (DASA3) e de suas 14ª, 15ª e 22ª emissões de debentures quirografárias. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

O rating da Dasa reflete a sua ampla escala de operações e a forte posição competitiva no fragmentado setor de medicina diagnóstica do Brasil, destaca a agência. 

A análise incorpora o fortalecimento esperado da geração operacional de caixa da empresa e de suas margens após o retorno para um modelo mais asset-light, com foco em diagnósticos.

A perspectiva estável incorpora a estimativa de que a empresa volte a gerar fluxos de caixa livre (FCFs) positivos a partir de 2026, bem como de que retorne a patamares de alavancagem bruta e líquida abaixo de 4,0 vezes e 3,5 vezes nos próximos 12 a 18 meses, comenta a Fitch.

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S&P reafirma rating da Sabesp apesar dos maiores investimentos; perspectiva ‘estável’ https://financenews.com.br/2026/03/s-perspectiva-estavel-8/ https://financenews.com.br/2026/03/s-perspectiva-estavel-8/#respond Tue, 24 Mar 2026 17:22:01 +0000 https://financenews.com.br/?p=204849 Publicado às 14h20 A Sabesp (SBSP3) atualizou seu plano de investimentos (capex) para aproximadamente R$ […]

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Publicado às 14h20

A Sabesp (SBSP3) atualizou seu plano de investimentos (capex) para aproximadamente R$ 70 bilhões em 2024-2029, com um adicional de R$ 8 bilhões referentes à inflação, segundo as estimativas da agência de classificação de risco S&P, ante a projeção anterior de cerca de R$ 60 bilhões. 

Em relatório de 23 março, a agência comenta que isso resultará em um déficit de fluxo de caixa operacional livre (FOCF – free operating cash flow) maior do que o previsto anteriormente, financiado principalmente por dívida adicional. 

Por outro lado, os mecanismos tarifários permitem a incorporação anual de investimentos de anos anteriores, amparando a geração de receitas. 

Como resultado, a S&P não espera um impacto significativo nas métricas de crédito. 

Em 23 de março de 2026, a agência reafirmou o rating de crédito de emissor ‘BB’ da Sabesp. A perspectiva “estável” reflete a expectativa de que os indicadores de dívida sobre Ebitda  aumentará para cerca de 2,8x-3,0x em 2026, ante 2,3x em 2025, enquanto o de geração interna de caixa (FFO – funds from operations) sobre dívida atingirá cerca de 17%- 18%, ante 28%, impulsionados pela dívida adicional para financiar o plano de capex anual de R$ 16 bilhões em 2026-2029.

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Moody’s Local Brasil atribui rating ‘AAA.br’ à Allos https://financenews.com.br/2026/03/moodys-local-brasil-atribui-rating-aaa-br-a-allos/ https://financenews.com.br/2026/03/moodys-local-brasil-atribui-rating-aaa-br-a-allos/#respond Thu, 19 Mar 2026 13:24:07 +0000 https://financenews.com.br/?p=204558   Publicado às 10h23 A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil, atribuiu, pela […]

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Publicado às 10h23

A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil, atribuiu, pela primeira vez, o rating de emissor ‘AAA.br’ à Allos (ALOS3). A perspectiva é “estável”.

Em relatório a agência destaca que o rating de emissor AAA.br atribuído à Allos reflete sua posição competitiva como a maior operadora de shopping centers do Brasil em Área Bruta Locável (ABL), com extenso histórico de atuação, ampla abrangência geográfica no território nacional, base de locatários pulverizada e uma das mais baixas taxas de vacância. 

Para a Moody’s Local Brasil, a companhia mantém uma política financeira previsível, com robusta geração de caixa, alavancagem em níveis adequados, baixo Loan to Value (LTV; dívida bruta / valor dos ativos) e um sólido perfil de liquidez – sustentado por um cronograma de amortização longo e equilibrado, elevada posição de caixa e liquidez adicional proveniente da capacidade de alienar ativos desonerados. 

“Por outro lado, a métrica de cobertura de fluxo de caixa retido (RCF; FFO após pagamento de dividendos) por dívida bruta se mantém pressionada ao longo dos anos pelos robustos pagamentos de dividendo”, escreve o time de analistas da agência, destacando que, no entanto, entende que a forte e recorrente geração de caixa e o perfil de liquidez permitem os pagamentos sem pressão no perfil de crédito.

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Moody’s Local Brasil afirma ratings da Klabin https://financenews.com.br/2026/03/moodys-local-brasil-afirma-ratings-da-klabin/ https://financenews.com.br/2026/03/moodys-local-brasil-afirma-ratings-da-klabin/#respond Tue, 17 Mar 2026 23:39:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=204431   Publicado às 20h37 A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil afirmou nesta […]

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Publicado às 20h37

A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil afirmou nesta terça-feira, 17, o rating corporativo AAA.br da Klabin (KLBN11). 

A perspectiva foi mantida em “estável”. 

A agência destaca que a afirmação dos ratings associados à Klabin reflete seu sólido perfil de negócios, que é sustentado pela robusta escala, posição de liderança no mercado brasileiro de papéis e embalagens, e diversificação muito forte, com destaque para a destinação equilibrada de portfólio de produtos e vendas. 

“Historicamente, a companhia tem apresentado forte rentabilidade, apoiada por um modelo de negócios verticalmente integrado, estrutura de custos competitiva e flexibilidade para ajustar seu mix de produção de acordo com as condições de mercado”, afirma a Moody’s Local Brasil.

Por outro lado, a Klabin está exposta à volatilidade inerente do setor de celulose, o qual representou 36% do seu Ebitda durante o ano de 2025, explica a agência. 

Seus analistas também ponderam que suas métricas de crédito permanecem pressionadas para a atual classificação, em função do elevado nível de endividamento resultante de um ciclo relevante de investimentos, aliado a uma política historicamente elevada de distribuição de dividendos. 

“Consideramos que a adoção de uma postura mais cautelosa por parte da companhia, juntamente com sua posição de liquidez extremamente forte, que inclui sua ampla base de ativos, constitui importante fator mitigador para o perfil de crédito, em um contexto de desalavancagem esperada”, destaca a equipe da Moody’s Local em relatório. 

 

 

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