BTG Pactual: a avaliação do J.P. Morgan

Publicado às 13h51
O time de analistas do J.P. Morgan elevou a recomendação do BTG Pactual (BPAC11) de “neutra” para “overweight” (equivalente à compra). O preço-alvo foi elevado de R$ 61 para R$ 66 por unit (fim de 2027).
Em relatório, a equipe do J.P. Morgan destaca o BTG como nome preferido entre as instituições de mercado de capitais, e cita o que considera a resiliência do banco em diferentes cenários e uma história de crescimento consistente.
A avaliação é que o BTG negocia a 8,3 vezes o lucro estimado para 2027, para um crescimento anual composto de aproximadamente 20% do lucro por ação entre 2025 e 2027, e a 2,3 vezes o valor patrimonial projetado para 2026, com um ROE (retorno sobre o patrimônio) de cerca de 25% a 26%.
O banco americano observa que o BTG é um vencedor em participação de mercado, com crescimento consistente acima dos pares em diferentes produtos.
O time do J.P. Morgan vê os ganhos de participação continuando nos próximos anos, apoiados por uma equipe de gestão que tem “sinalizado repetidamente confiança em entregar mais uma década de crescimento”
O banco americano avalia também que juros mais altos podem pressionar algumas linhas mais dependentes de taxas e comissões, principalmente banco de investimento, que representa cerca de 7% da receita, mas vê a gestão de ativos e patrimônio e crédito corporativo como segmentos capazes de sustentar o crescimento e proteger o lucro por ação em um cenário mais desafiador.
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Importante:
O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Quem fiscaliza, normatiza e disciplina o mercado de valores mobiliários é a Comissão de Valores Mobiliários.







