Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

17 de julho de 2026 Por Redação

Publicado às 9h24 – atualizado às 9h57

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) operava entre perdas e ganhos nesta sexta-feira, 17. Às 9h57 subia 0,07% 175.360 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Os principais índices acionários na Ásia fecharam em queda forte nesta sexta-feira, 17. Na Europa, a sessão também é negativa. Os índices futuros de ações em Nova York operam em queda. A pressão sobre as Bolsas vem da onda de vendas de ações de fabricantes de chips e ocorre em meio a dúvidas do mercado sobre o boom da Inteligência Artificial. Além disso, a aversão ao risco também deriva do aumento das tensões geopolíticas, principalmente no Oriente Médio.

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou crescimento de 0,1% em maio na comparação com abril, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira. A projeção da agência Reuters era de estabilidade. Esse indicador é considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB). 

Dólar

Às 9h53 o dólar comercial subia 0,38% cotado a R$ 5,118 na venda.

Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h17)

Petróleo Brent: +2,10% (US$ 85,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -1,46% (US$ 63.300)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,07% (US$ 3.988)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,53% a 762 iuanes (US$ 112,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h17 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,59% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,87%. Nasdaq futuro caía 1,86%.

Notícias corporativas

Aeronaves E2 da Embraer recebem certificação da EASA para a tecnologia de segurança ROAAS

A Embraer (NYSE: EMBJ / B3: EMBJ3) anunciou nesta sexta-feira, 17, que a Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA, na sigla em inglês) certificou a tecnologia de sistema de alerta de excursão de pista, conhecido como Runway Overrun Awareness and Alerting System (ROAAS), para a família de aeronaves E-Jet E2. A certificação foi concedida após a recente aprovação do ROAAS pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), representando mais um importante marco na implementação dessa inovação em segurança.

O ROAAS é uma tecnologia projetada para ajudar a prevenir ultrapassagens dos limites da pista durante operações de pouso. O sistema baseado em energia monitora continuamente as condições da aeronave e calcula o desempenho de pouso em tempo real, tanto durante a aproximação, quanto após o contato com a pista. Quando um risco potencial é identificado, o sistema emite alertas para aumentar a consciência situacional da tripulação e apoiar decisões mais seguras.

Essa inovação utiliza algoritmos desenvolvidos pela própria Embraer, capazes de calcular o desempenho de pouso da aeronave e avaliar sua capacidade de parar com segurança dentro do comprimento de pista disponível.

“A segurança é a maior prioridade da Embraer, e a certificação do ROAAS pela EASA representa uma importante conquista para o programa E2, em conformidade e dentro do prazo do requisito obrigatório da autoridade europeia de aviação”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente de Engenharia e Desenvolvimento Tecnológico da Embraer.

A certificação da EASA amplia a disponibilidade do ROAAS para operadores de E2 em toda a Europa e em outras regiões que reconhecem aprovações da EASA, fortalecendo ainda mais a posição da família E-Jet E2 como uma das aeronaves de corredor único mais avançadas e seguras do mercado.

Allpark (ALPK3): prévia do segundo trimestre (2T26) aponta para alta de 13,5% na receita líquida

A Allpark – Estapar (ALPK3) divulgou nesta sexta-feira, 17, a prévia operacional do segundo trimestre (2T26). A receita líquida somou R$ 524 milhões, alta de 13,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025. Segundo a companhia, o desempenho do 2T26 se deve ao aumento no número de operações, crescimento no fluxo de veículos atendidos, ticket médio e receitas de produtos digitais do Zul+. Nos estacionamentos, a companhia destaca o crescimento nos setores de Shoppings, Saúde e Aeroportos.

A participação das receitas provenientes das plataformas digitais foi 24,6% da receita no 2T26. Ao final do 2T26, o app Zul+ contava com mais de 9,7 milhões de usuários.

No 2T26, foram inauguradas 17 operações, localizadas em 11 cidades, com destaque para os setores de Lazer, Shoppings e Edifícios Comerciais, totalizando 851 operações em 115 cidades de 21 estados. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, 43,0 mil vagas foram adicionadas ao portfólio.

JSL (JSLG3) estima receita bruta para o ano-calendário de 2030 o valor de R$ 21,4 bilhões

A JSL (JSLG3) estima sua receita bruta para o ano-calendário de 2030 o valor de R$ 21,4 bilhões, uma projeção de crescimento médio anual de 14% ao ano desde 2025.

O dado consta em um fato relevante enviado ao mercado nesta sexta-feira, 17.

“A estimativa está fundamentada na capacidade comprovada de execução da companhia e de sua equipe de gestão aliada à continuidade do processo de consolidação do setor logístico no Brasil”, afirmou a JSL no comunicado.

Segundo a companhia, essa confiança é sustentada pelo histórico consistente de crescimento dos últimos cinco anos, período em que a JSL expandiu sua receita a uma taxa média anual de 25%, evoluindo de R$ 3,3 bilhões (UDM –  3T20) para R$ 11,4 bilhões (UDM 1T26).

Com base na estimativa de receita bruta, a companhia projeta alcançar um Ebitda de R$ 3,7 bilhões em 2030, considerando a manutenção do atual mix de receitas e da margem Ebitda dos últimos doze meses, de 20,6% (calculada sobre a receita líquida).

“Essa projeção reflete a expectativa de continuidade da disciplina e da eficiência na execução do planejamento estratégico”, destacou a companhia no fato relevante.

A JSL reafirmou seu compromisso com a geração consistente de caixa e com a disciplina na alocação de capital. Para suportar seu plano de crescimento, a JSL disse que continuará utilizando, sempre que adequado, a locação de ativos como instrumento para conferir maior flexibilidade ao modelo de negócios, otimizar a estrutura de capital e apoiar a estratégia de desalavancagem.

Caixa Seguridade (CXSE3) selecionará seguradora para transações financeiras e proteção de bens pessoais

A Caixa Seguridade (CXSE3) informou que o conselho de administração aprovou a instauração de processo competitivo destinado à seleção de seguradora para parceria comercial na exploração de seguros de proteção para transações financeiras e itens pessoais.

Segundo a Caixa Seguridade, o escopo da parceria abrange produtos associados a meios de pagamento, equipamentos eletrônicos portáteis e bens de uso pessoal, com foco em clientes pessoa física, incluindo soluções de proteção vinculadas ao PIX, celulares e cartões, bem como coberturas destinadas à proteção de bens e dados pessoais, transações financeiras indevidas e outros eventos envolvendo meios de pagamento e equipamentos eletrônicos portáteis (ex.: TED, compras em Lojas virtuais, Notebook, Smartwatch, Dados pessoais, Eng. Social).

“Não estão contemplados no escopo quaisquer ramos e produtos já comercializados, explorados ou abrangidos por acordos de exclusividade firmados, direta ou indiretamente, pela Caixa Seguridade”, explicou a companhia.

A parceria será estruturada por meio de contrato comercial com vigência de cinco anos.

Lavvi (LAVV3) divulga prévia operacional do segundo trimestre

A Lavvi (LAVV3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do 2º trimestre de 2026 (2T26), em comparação ao mesmo período de 2025 (2T25). A companhia encerrou o 2T26 com R$ 1,41 bilhão em lançamentos (VGV total), 8% maior na comparação anual, e vendas líquidas totais de R$ 875 milhões, alta de 12% em relação ao mesmo período de 2025.

A Lavvi encerrou o 2T26 com um consumo de caixa operacional de R$ 87,3 milhões. Incluindo os efeitos das operações de cessão de recebíveis, o consumo de caixa no período foi de R$ 103,3 milhões. Segundo a companhia, o saldo líquido dessas operações é decorrente da amortização de R$ 38,6 milhões em cessões de recebíveis e da contratação de uma nova operação ao longo do trimestre no valor de R$ 54,6 milhões.

Entre os principais fatores que impactaram o período, destaca-se o programa Pode Entrar, com aproximadamente R$ 50 milhões em recebimentos ainda pendentes de realização, cuja expectativa permanece para 2026.

Além disso, cerca de R$ 35 milhões em recebíveis de clientes da faixa de renda informal, previstos para o 2T26, deverão ser convertidos em caixa no trimestre seguinte, refletindo o prazo operacional entre a conclusão dos processos de repasse junto à Caixa Econômica Federal e a efetivação dos respectivos registros.

Plano&Plano (PLPL3) divulga prévia operacional do segundo trimestre

A Plano&Plano (PLPL3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do 2º trimestre de 2026 (2T26), em comparação ao mesmo período de 2025 (2T25).

No 2T26 a Plano&Plano lançou cinco novos empreendimentos, somando 3.138 unidades, alcançando um VGV de R$ 826,0 milhões, o que reflete uma diminuição de 16,2% em relação ao 1T26. No %Plano&Plano, o VGV apresentou uma redução de 5,9%, quando comparamos os R$ 830,4 milhões no 1T26 com os R$ 781,4 milhões apresentados no 2T26. O preço médio das unidades lançadas no trimestre foi de R$ 263,2 mil, um decréscimo de 2,2% quando comparado ao 1T26 e uma diminuição de 27,2% quando comparado aos 6 primeiros meses de 2025. Essa variação de preço médio decorre do mix de produtos lançados, uma vez que 100% dos lançamentos do 2T26 foram enquadrados na Faixa 2 do programa Minha Casa Minha Vida, em comparação a 68,4% no 1T26, sendo que o saldo remanescente do 1T26 estava enquadrado no Faixa 3. A Companhia tem focado em otimizar a preparação dos lançamentos, buscando maximizar a performance inicial de vendas.

A Plano&Plano encerrou o segundo trimestre de 2026 com R$ 916,6 milhões em vendas líquidas 100%, desempenho 8,9% superior ao observado no 1T26 e 2,5% acima do registrado no 2T25. No período, foram comercializadas 3.351 unidades, volume 7,9% superior ao observado no mesmo trimestre do ano anterior.

No %Plano&Plano, as vendas líquidas totalizaram R$ 828,3 milhões, evolução de 4,1% em relação ao 1T26 e 7,1% acima do 2T25. O preço médio de venda das unidades comercializadas atingiu R$ 273,5 mil, alta de 1,9% em relação ao 1T26. No 2T26, 84,7% dos lançamentos ocorreram em junho, o que impactou a esteira de vendas, considerando o curto intervalo entre os lançamentos e o encerramento do período.

Os dados divulgados estão sujeitos à revisão da auditoria e eventual alteração. Os resultados financeiros completos serão divulgados oportunamente e podem ser influenciados por diversos fatores, tais como políticas de preços, custos de construção, condições de financiamento, entre outros.

Banco Pine aprova cancelamento de 2 milhões de ações PN mantidas em tesouraria

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4) aprovou o cancelamento de dois milhões de ações preferenciais de emissão do Banco, atualmente mantidas em tesouraria.

As referidas ações foram adquiridas por meio do programa de recompra de ações.

Em razão do cancelamento de ações mantidas em tesouraria, o capital social do Banco Pine de R$ 1.270.485.254,43, passa a ser dividido em 257.888.724 ações nominativas, sendo 129.950.956 ordinárias e 127.937.768 preferenciais.

Vamos (VAMO3) aumenta a receita líquida em 10,1% no 2T26 mostra prévia da companhia

A Vamos (VAMO3) divulgou a prévia dos resultados do segundo trimestre (2T26).

A companhia informou que teve receita líquida de R$ 1,55 bilhão no 2T26, crescimento de 10,1% em relação a igual período de 2025. Mas queda de 4,1% diante dos três primeiros meses do ano.

A receita com locação atingiu R$ 1,076 bilhão no segundo trimestre, avanço de 7,5% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

A divisão de venda de veículos atingiu R$ 365 milhões no 2T26, alta de 12,6% na base anual.

Os dados são preliminares e não auditados. A Vamos divulga os resultados do segundo trimestre em 13 de agosto.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia R$ 500 milhões em juros sobre capital. Veja os detalhes:

A Telefônica Brasil (VIVT3) informou que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 500 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta em R$ 412,5 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,15646482856. O valor líquido por ação é R$ 0,12908348356. O crédito desses JCP será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 27 de julho de 2026. Após esta data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

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