
Publicado às 8h01 – atualizado às 9h com resultado do Banco ABC
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h59)
Alemanha (DAX): -0,31%
Londres (FTSE 100): -0,68%
Japão (Nikkei 225): +5,80% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,48% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +1,57% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -2,28% (US$ 98,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -0,83% (US$ 81.067)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,11% (US$ 4.746)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,62% a 817 iuanes (US$ 119,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h58 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,04% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,10%. Nasdaq futuro subia 0,07%.
Notícias corporativas
Banco ABC Brasil (ABCB4) tem lucro de R$ 230,2 milhões no 1T26, alta de 2,1% no ano [1]
O Banco ABC Brasil (ABCB4) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 230,2 milhões, crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25).
O Retorno sobre Patrimônio Anualizado (ROAE) foi de 13,5%, redução de 54 pontos base no comparativo anual, principalmente influenciado pelo aumento do custo de crédito e por uma menor atividade de Banco de Investimentos.
A Margem Financeira atingiu R$647,8 milhões no 1T26, apresentando um crescimento de 14,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior – e com expansão em todos os seus três componentes.
Já a NIM (taxa anualizada da Margem Financeira Gerencial) foi de 4,1% a.a. no trimestre, uma expansão de 34 pontos-base em relação ao 1T25.
A Carteira de Crédito Expandida encerrou o trimestre em R$54,4 bilhões, apresentando um crescimento de 6,3% nos últimos 12 meses.
Destaque para o segmento Middle que apresentou uma expansão de 24,5% na comparação anual.
As Operações com Atraso +90 Dias apresentaram uma estabilidade no comparativo trimestral, encerrando o 1T26 em 0,5% da Carteira de Crédito Expandida – patamar abaixo da média histórica.
Os Índices de Cobertura medidos como Saldo de Provisão/Atraso +90 Dias e Saldo de Provisão/Estágio 3 encerraram o trimestre em 447% e 82%, respectivamente.
A Despesa de Provisão Ampliada/Carteira Expandida encerrou o trimestre em 0,8% (em bases anualizadas), redução de 8 pontos-base em relação ao 4T25 e aumento de 34 pontos-base em relação ao 1T25.
Brava (BRAV3) tem prejuízo no 1T26
A Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$ 350 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26). Dessa forma, reverte o lucro de R$ 829 milhões do mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda ajustado foi de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.
A receita líquida cresceu 9% no período, para R$ 3,13 bilhões.
Lucro da Cogna (COGN3) cresce no 1T26
A Cogna (COGN3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 141,4 milhões, alta de 48,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Já o lucro líquido ajustado cresceu 30% no ano, para R$ 200,8 milhões.
O Ebitda recorrente consolidado da companhia foi de R$ 679,6 milhões, crescimento de 22,2% na base anual de comparação. A margem Ebitda recuou 2,5 pontos percentuais.
A receita líquida atingiu R$ 2,14 bilhões, expansão de 31,9% na comparação anual.
Minerva (BEEF3): Lucro recua no 1T26
A Minerva (BEEF3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 87,3 milhões, queda de 52,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda no 1T26 somou R$ 1,1 bilhão, crescimento de 16,2% na base anual de comparação.
A receita líquida consolidada da Minerva atingiu R$ 13,4 bilhões, aumento de 19,8% na base anual.
Vibra Energia (VBBR3) reporta lucra R$ 1,61 bi no 1T26
A Vibra Energia (VVBR3) teve lucro líquido de R$ 1,61 bilhão no primeiro trimestre de 2026. Esse valor corresponde à alta de 168% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
No 1T26 o Ebitda ajustado da distribuidora foi R$ 3,2 bilhões, alta de 58% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Excluindo efeitos não recorrentes, o Ebitda ajustado recorrente foi de R$ 2,26 bilhões, crescimento de 63%.
A receita líquida ajustada atingiu R$ 48,3 bilhões, expansão de 7% em relação ao 1T25.
Lucro da Porto (PSSA3) cresce no 1T26 [2]
A Porto (PSSA3) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente (que exclui fatores não recorrentes, como um efeito contábil positivo de R$ 185 milhões ligado à incorporação de uma subsidiária) de R$ 958 milhões, crescimento de 15,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
Já o lucro líquido somou R$ 1,13 bilhão, alta de 36,3% na base anual de comparação.
Na vertical de seguros, a companhia teve expansão de 49% no resultado, com retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 34%. As demais verticais, de Saúde, Banco e Serviços, representaram 51% do resultado total, todas com ROAE acima de 22%.
O grupo teve receitas totais em R$ 11 bilhões, com avanço de 10% quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado. O resultado financeiro, por sua vez, foi de R$ 307 milhões no trimestre, com queda de 20%.
A Porto decidiu manter as projeções para o resultado financeiro em 2026 dentro do intervalo de R$ 1,4 bilhão a R$ 1,8 bilhão.
Taesa reporta lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões no 1T26 [3]
A Taesa (TAEE4, TAEE11) divulgou na quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões, aumento de 2,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda regulatório do 1T26 atingiu R$ 562,1 milhões, 10,3% maior que o registrado no 1T25, e a margem Ebitda atingiu 85,8% (+0,5pp versus 1T25). Segundo a companhia, o desempenho do Ebitda e margem Ebitda é explicado pela entrada em operação de Pitiguari e entrada parcial de Tangará e Saíra (2ª fase) e energizações dos reforços na TSN e São Pedro, reajuste inflacionário da RAP, menor Parcela Variável, e crescimento dos custos e despesas operacionais levemente acima da inflação.
A receita líquida regulatória no 1T26 alcançou R$ 655,5 milhões, 9,6% maior que o registrado no 1T25.
Taesa anuncia pagamento de R$ 192,5 milhões em juros sobre o capital [4]
O conselho de administração da Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11), em reunião realizada nesta quarta-feira, 6, aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 192.574.249,62, a título de juros sobre capital próprio (JCP), com base no lucro distribuível apurado em 31 de março de 2026.
O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18633271466. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55899814398.
O pagamento do JCP ocorrerá no dia 26 de agosto de 2026, com base na posição acionária do dia 11 de maio de 2026. A partir do dia 12 de maio de 2026, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-JCP” na B3 S.A. – Brasil, Bolsa e Balcão. Do valor a ser pago a título de JCP será deduzido o Imposto de Renda na Fonte, conforme legislação em vigor, exceto para os acionistas que sejam imunes ou isentos.
Aura Minerals (AURA33) anuncia dividendo [5]
A Aura Minerals (B3: AURA33; Nasdaq: AUGO) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendo de US$ 0,78 por ação ordinária. O dividendo será pago em dólares americanos no dia 26 de maio de 2026.
Os detentores dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da companhia receberão US$ 0,26 por BDR (uma vez que 1 ação da Aura equivale a 3 BDRs) e devem receber o pagamento até 5 de junho de 2026. A data com (data de corte) é 19 de maio. Eles receberão o valor em Reais com base na taxa de câmbio de mercado, que será divulgada em um comunicado ao mercado antes da data de pagamento. Como exemplo, caso fosse utilizada a taxa de câmbio do fechamento de 5 de maio de 2026 (BRL 4,9236 por USD) o valor seria de R$ 1,280136 por BDR. Este valor será revisto conforme a taxa de câmbio do fechamento na data prévia ao pagamento.
A Aura também divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26). O lucro líquido foi de US$ 95,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 73,2 milhões no mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado somou R$ 109,4 milhões, alta de 307% na base anual de comparação, impulsionado pela melhora nos resultados das operações e menores despesas financeiras frente ao 4T25 e ao 1T25, além de menores impostos correntes em Borborema e Almas, em função de benefícios fiscais no Brasil (Sudene e Sudam).
O Ebitda ajustado foi recorde impulsionado por maior produção/vendas e preços dos metais, e no 1T26 atingiu US$ 243,8 milhões, alta de 17% frente ao 4T25 e 199% em relação ao 1T25.
A Receita Líquida também foi recorde e no 1T26 atingiu US$ 382,6 milhões, alta de 19% frente ao 4T25 e 136% em relação ao 1T25, impulsionada pelos preços mais elevados do ouro e pela produção.
Auren reverte lucro e tem prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26 [6]
A Auren Energia (AURE3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 601,6 milhões. Dessa forma reverte o resultado positivo de R$ 54 milhões registrado no mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda ajustado atingiu R$ 925,9 milhões, queda de 23,2% na base anual de comparação. Segundo a companhia, o resultado é reflexo de um resultado menor da comercializadora, do menor recurso eólico e solar e da menor geração hidrelétrica das usinas do MRE.
A receita líquida somou R$ 3,074 bilhões, alta de 4,1% no ano.
Axia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,63 bi no 1T26 [7]
A Axia (AXIA3, AXIA6) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 2,63 bilhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 354 milhões do primeiro trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado foi de R$ 3,7 bilhões, contra prejuízo de R$ 80 milhões no 1T25.
O Ebitda Regulatório Ajustado atingiu R$ 8,6 bilhões no 1T26, aumento de 60% frente ao 1T25,
No 1T26 a Receita Operacional Líquida somou R$ 12,7 bilhões, crescimento de 22,1% na base anual de comparação.
Axia inicia processo de sucessão do CEO [8]
A Axia (AXIA3) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração deliberou pelo início do processo de sucessão na companhia envolvendo um conjunto estruturado de iniciativas e evolução de seu modelo organizacional, considerando o término do mandato do atual presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro, em 30 de abril de 2027. O colegiado aprovou, com efeitos a partir de 1º de junho de 2026, a criação de uma vice-presidência executiva, com caráter transitório até abril de 2027 e vinculada diretamente ao presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro. Essa posição será ocupada por Élio Wolff, atual vice-presidente de estratégia e de desenvolvimento de negócios.
As vice-presidências de engenharia e projetos, de comercialização e soluções em energia, de tecnologia e inovação, de operações e segurança, de aprendizado, gente e serviços, e de regulação, institucional e mercado passarão a se reportar, durante o período de transição, à nova vice-presidência executiva.
As vice-presidências de governança e sustentabilidade, finanças e relações com investidores, e jurídica continuam se reportando ao presidente da Axia.
Todas as vice-presidências voltam a se reportar diretamente ao presidente da companhia em 1° de maio de 2027, mês em que ocorrerá o fim do período de transição; e a vice-presidência de estratégia e desenvolvimento de negócios será extinta em 1º de junho de 2026 e suas atribuições atuais serão divididas entre as vice-presidências de finanças e relações com investidores e aprendizado, gente e serviços.
As iniciativas aprovadas pelo conselho de administração inserem-se em um processo estruturado de sucessão e desenvolvimento de lideranças, conduzido com o apoio de assessoria especializada, explicou a Axia.
“Além de garantir uma transição organizada, previsível e responsável, este processo amplia a prontidão sucessória, fortalece o pipeline de lideranças e preserva capacidades críticas da companhia”, destacou a companhia.
O conselho de administração também aprovou a alocação do montante de até R$ 4 bilhões, para fins de resgate de ações preferenciais de classe “C” (PNC) ao longo do exercício social de 2026. A Axia esclareceu que referido montante aprovado constitui previsão orçamentária, e não representa obrigação, compromisso ou garantia de que os resgates de ações PNC venham a ser realizados ou que o montante aprovado venha a ser integralmente utilizado ao longo do exercício social de 2026.
Assim, não foram aprovados os montantes e o cronograma de resgate ao longo do exercício de 2026, ou seja, a deliberação aprovada não constitui a efetiva declaração de aprovação de resgate das ações PNC, o que ainda estará sujeito à aprovação específica do conselho de administração, nos termos do estatuto social da companhia e da regulamentação aplicável.
A companhia informou, também, que vem mantendo contato junto à B3 para a definição de procedimentos operacionais e prazos adequados para implementação do resgate e/ou conversão das ações PNC.
Uma vez definidos esses procedimentos e prazos, a Axia pretende submeter, em momento oportuno, as matérias pertinentes à deliberação de seu conselho de administração, quando divulgará comunicações específicas ao mercado acerca do início do processo de resgate e/ou da conversão das ações PNC.
Bradesco reporta lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões, alta anual de 16,1% [9]
O Bradesco (BBDC4) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões no período, alta de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado (1T25) e crescimento de 4,5% frente ao trimestre anterior (4T25). É o nono trimestre seguido de aumento do lucro líquido.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) do Bradesco ficou em 15,8% no primeiro trimestre, alta de 0,6 ponto percentual na comparação trimestral e alta de 1,4 p.p em relação ao mesmo período de 2025.
As Receitas cresceram 14% ano/ano, sendo o principal driver de melhora da rentabilidade.
A margem financeira bruta com clientes cresceu 2% no trimestre e 16,3% em 12 meses, impulsionada pelo aumento do volume médio das operações, margem de passivos e spreads com demais operações com clientes.
A carteira de crédito expandida atingiu R$ 1,1 trilhão no período, enquanto a provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 9,7 bilhões.
A inadimplência acima de 90 dias apresentou leve aumento no trimestre, alcançando 4,2%, influenciado pelas operações de capital de giro com garantias, que possuem dinâmica específica de recuperação, impactando o indicador de MPME em 0,2 p.p. O indicador de atraso para Pessoas Físicas apresentou estabilidade no período.
Vivara anuncia recompra de ações
O conselho de administração da Vivara (VIVA3) aprovou a criação de um novo programa de recompra de ações ordinárias de sua emissão. A informação foi divulgada na noite de quarta-feira, 6. A companhia poderá adquirir até 10% das ações ordinárias em circulação, o que, nesta data, representa até 12.369.833 ações. O programa encerra em 6 de maio de 2027.
Divulgam resultado do 1T26 nesta quinta, 7:
Antes da abertura do mercado: Porto.
Após o fechamento do mercado: B3, Caixa Seguridade, Localiza, Engie Brasil, Cemig, Rumo, Allos, Taesa, Lojas Renner, Alupar, Fleury, JHSF, Mdias Branco, Alpargatas, Magazine Luiza, Ecorodovias, Vivara, Banco ABC, Simpar, Azzas, Grendene, Eztec, PetroReconcavo, União Pet, Yduqs, Camil, LWSA, Plano&Plano, BR Partners, Brasil Agro, Randoncorp, Ouro Fino, Wiz, Allied, Mitre, HBR, Lojas Quero Quero.
Paga provento nesta quinta, 7: Santander Brasil (SANB11) [10]
O Banco Santander Brasil paga a partir de quinta-feira, 7, os juros sobre o capital próprio anunciados em 10 de abril. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,44. O valor por ação PN é R$ 0,23; e por ação ON é R$ 0,21. Tem direito as pessoas inscritas nos registros da companhia no final do dia 20 de abril de 2026 (inclusive). Dessa forma, desde 22 de abril (inclusive), as ações são negociadas “ex-JCP”.