Rápidas: Petrobras, Vale, B3, Bradesco, Copel, Sanepar, Aura, Caixa Seguridade, Pague Menos, Vibra, Klabin

27 de fevereiro de 2026 Por Redação

 

Publicado às 11h16

Ibovespa

Às 11h16 o Ibovespa caía 0,47% aos 190.098 pontos. Às 11h15 o dólar comercial tinha alta de 0,31% cotado a R$ 5,155 na venda. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras tinham alta nesta manhã. Às 11h15 os papéis PN subiam 0,88% a R$ 39,96. O preço do barril de petróleo Brent, referência para a estatal, saltava mais de 3% com a continuidade das negociações entre EUA e Irã na semana que vem. A tensão continua. A China aconselhou seus cidadãos a deixarem o Irã. Já a embaixada dos EUA autorizou a saída de funcionários de Israel.

Vale (VALE3)

Às 11h14 as ações da Vale tinham leve queda de -0,15% a R$ 89,08.

B3 (B3SA3)

A Genial Investimentos destacou o forte desempenho operacional da companhia no quarto trimestre (4T25). Seus analistas destacaram que a B3 reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,97 bilhão no 4T25, alta de 64,4% na base anual, resultado 23% acima do consenso e 8% das estimativas da Genial. O time destaca que o resultado foi impulsionado pelo expressivo benefício fiscal do JCP extraordinário, mas também por fundamentos sólidos: crescimento de receita de 10,6% na base anual, controle rigoroso de despesas e resultado financeiro favorecido pelo CDI. Às 11h14 as ações da B3 tinham valorização de 2,17%.

Bradesco (BBDC4)

Às 11h13 as ações do Bradesco subiam 3,86% após a companhia anunciar uma reorganização societária para consolidar todos os seus negócios do segmento de saúde sob o guarda-chuva da Odontoprev, que passará a ser BradSaúde.

Copel (CPLE3)

O time de analistas do BTG avalia que a Copel apresentou números fortes no 4T25, com Ebitda reportado de R$ 1,81 bilhão e Ebita ajustado de R$ 1,36 bilhão após ajustes de curtailment, venda de ativos, VNR e outros itens não caixa, 13% acima das suas estimativas e 16% acima no ano/ano. Para o banco, o desempenho positivo ocorreu apesar de um trimestre desafiador para as geradoras, com baixo GSF e maior curtailment, e foi sustentado por boa execução nos segmentos de geração e transmissão e distribuição. Já para a XP, a Copel divulgou resultados em linha, com o Ebitda ajustado ficando 1% abaixo das estimativas de seus analistas. Às 11h12 as ações caíam 1,94%.

Sanepar (SAPR11)

Para o BTG Pactual, a Sanepar reportou resultados fracos no quarto trimestre (4T25), com receita líquida de R$ 1,89 bilhão, 2% acima das estimativas do banco e crescimento de 6% no ano, impulsionado por volumes faturados maiores do que o esperado. O Ebitda ajustado somou R$ 756 milhões, estável na base anual e 9% abaixo das estimativas do BTG, refletindo custos superiores ao esperado, principalmente despesas com pessoal e provisões para inadimplência. Às 11h11 as units da Sanepar tinham baixa de 3,94%.

Aura (AURA33)

Para a XP, a Aura reportou resultados sólidos no quarto trimestre, porém em linha com o esperado. Seus analistas destacaram a aprovação da realocação da estrada de acesso em Borborema como um marco importante, resultando em um aumento significativo das reservas do ativo. A equipe segue construtiva com as ações e cita vetores de crescimento como maior produção de MSG e Apoena, aumento de capacidade em Borborema, avanço da mineração subterrânea em Almas, execução de Era Dorada e captura de preços favoráveis do ouro. 

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade reportou no 4T25 lucro líquido de R$1,1 bilhão, praticamente estável na base trimestral e alta de 6,5% no ano, ficando 2% abaixo das estimativas do BTG Pactual e 1% abaixo do consenso. Na avaliação do banco, o desempenho foi pressionado por prêmios mais fracos em seguro prestamista e menor captação em previdência, após a suspensão das vendas de prestamista no canal ligado ao INSS e o impacto do IOF sobre novas contribuições em VGBL. Às 11h11 as ações da seguradora caíam 2,9%.

Pague Menos (PGMN3) 

A Pague Menos (PGMN3) está avaliando a possibilidade de realizar uma oferta pública subsequente de distribuição de ações, com volume estimado de 70 milhões de ações, a ser realizada no Brasil e destinada exclusivamente a investidores profissionais. A companhia engajou inicialmente o BTG Pactual e o Itaú BBA, assim como seus respectivos agentes de colocação internacional, para a prestação de serviços de assessoria financeira no âmbito da potencial oferta. 

 

Vibra Energia (VBBR3) 

A Vibra Energia paga nesta sexta-feira, 27, os juros sobre o capital próprio aprovados em fevereiro do ano passado. O montante bruto é de R$ 350 milhões, equivalente a R$ 0,31 por ação. Tem direito ao pagamento acionistas na posição acionária do dia 21 de março de 2025 (inclusive). As ações relativas a esse pagamento, passaram a ser negociadas ex-juros sobre capital próprio desde de 24 de março de 2025.

Klabin (KLBN11)

Klabin paga nesta sexta-feira, 27, a primeira parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos os acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e Units passaram a ser negociadas ex-dividendo a partir de 16 de dezembro de 2025. As outras três parcelas restantes serão pagas em 20 de maio de 2026, 19 de agosto de 2026 e 12 de novembro de 2026.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga o dividendo mensal no valor de R$ 0,03 (três centavos) por ação nesta sexta-feira, 27. A data-base foi 19 de fevereiro.

Itaúsa (ITSA4) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP trimestral (referente ao primeiro trimestre/26) da Itaúsa é nesta sexta-feira, 27. O pagamento no valor líquido de R$ 0,02 por ação será em 1° de abril. Ainda haverá outros três pagamentos de JCP trimestrais. Veja aqui a tabela com os detalhes.

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