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Rápidas: Petrobras, Vale, B3, Bradesco, Copel, Sanepar, Aura, Caixa Seguridade, Pague Menos, Vibra, Klabin

 

Publicado às 11h16

Ibovespa

Às 11h16 o Ibovespa caía 0,47% aos 190.098 pontos. Às 11h15 o dólar comercial tinha alta de 0,31% cotado a R$ 5,155 na venda. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras tinham alta nesta manhã. Às 11h15 os papéis PN subiam 0,88% a R$ 39,96. O preço do barril de petróleo Brent, referência para a estatal, saltava mais de 3% com a continuidade das negociações entre EUA e Irã na semana que vem. A tensão continua. A China aconselhou seus cidadãos a deixarem o Irã. Já a embaixada dos EUA autorizou a saída de funcionários de Israel.

Vale (VALE3)

Às 11h14 as ações da Vale tinham leve queda de -0,15% a R$ 89,08.

B3 (B3SA3)

A Genial Investimentos destacou o forte desempenho operacional da companhia no quarto trimestre (4T25). Seus analistas destacaram que a B3 reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,97 bilhão no 4T25, alta de 64,4% na base anual, resultado 23% acima do consenso e 8% das estimativas da Genial. O time destaca que o resultado foi impulsionado pelo expressivo benefício fiscal do JCP extraordinário, mas também por fundamentos sólidos: crescimento de receita de 10,6% na base anual, controle rigoroso de despesas e resultado financeiro favorecido pelo CDI. Às 11h14 as ações da B3 tinham valorização de 2,17%.

Bradesco (BBDC4)

Às 11h13 as ações do Bradesco subiam 3,86% após a companhia anunciar uma reorganização societária para consolidar todos os seus negócios do segmento de saúde sob o guarda-chuva da Odontoprev, que passará a ser BradSaúde. [1]

Copel (CPLE3)

O time de analistas do BTG avalia que a Copel apresentou números fortes no 4T25, com Ebitda reportado de R$ 1,81 bilhão e Ebita ajustado de R$ 1,36 bilhão após ajustes de curtailment, venda de ativos, VNR e outros itens não caixa, 13% acima das suas estimativas e 16% acima no ano/ano. Para o banco, o desempenho positivo ocorreu apesar de um trimestre desafiador para as geradoras, com baixo GSF e maior curtailment, e foi sustentado por boa execução nos segmentos de geração e transmissão e distribuição. Já para a XP, a Copel divulgou resultados em linha, com o Ebitda ajustado ficando 1% abaixo das estimativas de seus analistas. Às 11h12 as ações caíam 1,94%.

Sanepar (SAPR11)

Para o BTG Pactual, a Sanepar reportou resultados fracos no quarto trimestre (4T25), com receita líquida de R$ 1,89 bilhão, 2% acima das estimativas do banco e crescimento de 6% no ano, impulsionado por volumes faturados maiores do que o esperado. O Ebitda ajustado somou R$ 756 milhões, estável na base anual e 9% abaixo das estimativas do BTG, refletindo custos superiores ao esperado, principalmente despesas com pessoal e provisões para inadimplência. Às 11h11 as units da Sanepar tinham baixa de 3,94%.

Aura (AURA33)

Para a XP, a Aura reportou resultados sólidos no quarto trimestre, porém em linha com o esperado. Seus analistas destacaram a aprovação da realocação da estrada de acesso em Borborema como um marco importante, resultando em um aumento significativo das reservas do ativo. A equipe segue construtiva com as ações e cita vetores de crescimento como maior produção de MSG e Apoena, aumento de capacidade em Borborema, avanço da mineração subterrânea em Almas, execução de Era Dorada e captura de preços favoráveis do ouro. 

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade reportou no 4T25 lucro líquido de R$1,1 bilhão, praticamente estável na base trimestral e alta de 6,5% no ano, ficando 2% abaixo das estimativas do BTG Pactual e 1% abaixo do consenso. Na avaliação do banco, o desempenho foi pressionado por prêmios mais fracos em seguro prestamista e menor captação em previdência, após a suspensão das vendas de prestamista no canal ligado ao INSS e o impacto do IOF sobre novas contribuições em VGBL. Às 11h11 as ações da seguradora caíam 2,9%.

Pague Menos (PGMN3) 

A Pague Menos (PGMN3) está avaliando a possibilidade de realizar uma oferta pública subsequente de distribuição de ações, com volume estimado de 70 milhões de ações, a ser realizada no Brasil e destinada exclusivamente a investidores profissionais. A companhia engajou inicialmente o BTG Pactual e o Itaú BBA, assim como seus respectivos agentes de colocação internacional, para a prestação de serviços de assessoria financeira no âmbito da potencial oferta. 

 

Vibra Energia (VBBR3)  [2]

A Vibra Energia paga nesta sexta-feira, 27, os juros sobre o capital próprio aprovados em fevereiro do ano passado. O montante bruto é de R$ 350 milhões, equivalente a R$ 0,31 por ação. Tem direito ao pagamento acionistas na posição acionária do dia 21 de março de 2025 (inclusive). As ações relativas a esse pagamento, passaram a ser negociadas ex-juros sobre capital próprio desde de 24 de março de 2025.

Klabin (KLBN11) [3]

Klabin paga nesta sexta-feira, 27, a primeira parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025 [3]. Tem direito ao recebimento dos dividendos os acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e Units passaram a ser negociadas ex-dividendo a partir de 16 de dezembro de 2025. As outras três parcelas restantes serão pagas em 20 de maio de 2026, 19 de agosto de 2026 e 12 de novembro de 2026.

M.Dias Branco (MDIA3)  [4]

A M.Dias Branco paga o dividendo mensal no valor de R$ 0,03 (três centavos) por ação nesta sexta-feira, 27. A data-base foi 19 de fevereiro.

Itaúsa (ITSA4)  [5]

A ‘data com’ para ter direito ao JCP trimestral (referente ao primeiro trimestre/26) da Itaúsa é nesta sexta-feira, 27. O pagamento no valor líquido de R$ 0,02 por ação será em 1° de abril. Ainda haverá outros três pagamentos de JCP trimestrais. Veja aqui  [5]a tabela com os detalhes.

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