Notícia da Raízen, Itaúsa, Klabin, Brisanet, Simpar, Cosan e de outras companhias

Publicado às 12h11
Notícias corporativas
Brisanet (BRST3) divulga os dados operacionais de janeiro de 2026
A Brisanet (BRST3) divulgou os dados operacionais de janeiro de 2026. Com mais de 30 mil novos clientes em janeiro, a base móvel da companhia chegou a 882.993 chips ativos. A companhia reportou que consolidou sua base de clientes em 1.558.912, com 1.521.283 deles conectados por FTTH (Fiber to the Home).
A presença abrange os nove estados do Nordeste, com cobertura em 158 municípios e potencial para atender quase 7,2 milhões de lares. No período, a companhia observou um crescimento orgânico de 4,7 mil HCs.
O crescimento das portas e HPs bem como o decréscimo no take-up é explicado pela retomada de HPs em uma cidade que era de um franqueado, no estado de Pernambuco. Não fossem os quase 33 mil HPs que passaram da Agility para a Brisanet, o take-up ainda estaria em 21,2%.
Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste.
Shell faz sua proposta para Raízen, informa jornal
O site Pipeline, do Valor Econômico, informou neste fim de semana que a Shell, que controla a Raízen (RAIZ4) junto com a Cosan (CSAN3), apresentava resistência nos últimos meses em colocar um cheque maior que a sócia, mas agora já topou fazer um aporte maior para buscar uma solução de reestruturação mais simples de ser executada.
Ainda de acordo com Pipeline, a Cosan e o BTG, por meio de fundos, apresentaram à Shell uma proposta no dia 12 de fevereiro.
O site apurou que a britânica também já apresentou sua proposta para o management da Raízen, desenho que não contempla uma divisão da empresa, como sugerem os sócios, e que agora terá que ser discutido pelo conselho.
A dívida da Raízen chegou a R$ 55,3 bilhões no último trimestre. No terceiro trimestre da safra 2025/26 a companhia teve prejuízo líquido de R$ 15,6 bilhões. Segundo a empresa, o resultado foi pressionado por um impairment contábil de R$ 11,1 bilhões após o rebaixamento de seu rating de crédito. Desconsiderando esse efeito não recorrente e sem impacto de caixa, a Raízen reportou prejuízo de cerca de R$ 4,5 bilhões. O Ebitda ajustado foi de R$ 3,15 bilhões no trimestre, queda de 3,3% na base anual de comparação.
A Raízen divulgou no dia 9 de fevereiro que selecionou a Rothschild & Co como assessora financeira, bem como os escritórios Pinheiro Neto Advogados e Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP como assessores legais. Os assessores, em conjunto com a administração da companhia, iniciaram a avaliação de alternativas econômico-financeiras preliminares, em caráter exploratório.
Itaúsa anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação
A Itaúsa (ITSA4) anunciou na sexta-feira, 13, após o fechamento do mercado, que as frações de ações resultantes da bonificação aprovada em dezembro de 2025, foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 em leilão realizado em 12 de fevereiro.
Nesse leilão, foram alienadas 308.119 ações, sendo 39.229 ordinárias e 268.890 preferenciais, apurando-se os valores líquidos de R$ 14,5675853631 para cada ação ordinária e R$ 14,6575822169 para cada ação preferencial. Esses valores serão creditados aos acionistas em 25.02.2026, na proporção das frações de ações de cada espécie a que fizeram jus na data-base de 18.12.2025.
Para os acionistas registrados nos livros da companhia, o crédito será efetuado diretamente pela Itaú Corretora de Valores, na conta indicada pelo acionista; para os acionistas com cadastro desatualizado, os valores serão mantidos à disposição na companhia. Para os demais acionistas, o pagamento será efetuado diretamente à B3, que repassará os valores aos acionistas cadastrados em seus registros, por intermédio dos seus agentes de custódia.
Acionistas da Simpar (SIMH3) reunidos em assembleia aprovam grupamento de ações
Acionistas da Simpar (SIMH3) reunidos em assembleia realizada em 13 de fevereiro aprovaram o grupamento da totalidade das ações ordinárias na proporção de 2 (duas) ações para 1 (uma) ação da mesma espécie, sem a modificação da cifra do capital social.
Conforme aprovado, após a consumação do grupamento, o capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1,174 bilhão passando a se dividir, contudo, em 436.520.266 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.
Eventuais frações de ações de titularidade de acionistas da companhia como resultado do grupamento serão acrescidas de frações de ações necessárias para completar o próximo número inteiro de ações após a aplicação do fator de grupamento aprovado, o que será feito por meio de doação a ser realizada pelo acionista controlador, JSP Holding. Dessa maneira, o grupamento será operacionalizado e efetivado de modo a não alterar a participação proporcional dos acionistas no capital social da companhia e não afetará os direitos patrimoniais e políticos das ações.
As ações grupadas passarão a ser negociadas em 18 de fevereiro de 2026, de modo que a posição acionária a ser considerada para fins do grupamento terá como data-base a posição do pregão imediatamente anterior.
Klabin anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação
A Klabin (KLBN11) informou que as frações de ações, resultantes da bonificação aprovada em dezembro de 2025, foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3, em leilão realizado em 9 de fevereiro de 2026.
No referido leilão foram vendidas 79.949 ações ordinárias e 156.296 ações preferenciais de emissão da companhia, tendo sido apurados os valores de R$ 3,942352337 por ação ordinária e R$ 3,942611212 por ação preferencial.
Os valores líquidos da venda estarão à disposição dos titulares dessas frações com registros atualizados a partir de 24/02/2026, na proporção detida por cada um.
A Klabin também informou na sexta-feira, 13, após o fechamento do mercado, que resgatará antecipadamente o montante integral em circulação (Make-Whole Call) dos Green Bonds 2027 emitidos originalmente pela Klabin Finance (substituída posteriormente pela Klabin Áustria GmbH como Emissora e Devedora), com a Klabin como garantidora, junto ao The Bank of New York Mellon, cupom de 4,875% ao ano e vencimento original em 19 de setembro de 2027.
O montante principal total em circulação é de US$ 222,2 milhões. A Klabin Áustria GmbH notificou os detentores dos Green Bonds 2027 sobre o resgate antecipado a ser realizado em 19 de março de 2026. “Esta operação está alinhada com a estratégia de gestão de endividamento da companhia”, explicou a Klabin.
A Klabin informou ainda que decidiu descontinuar a divulgação da projeção (guidance) referente ao Ebitda Incremental 2027. “A decisão de descontinuar a projeção decorre do aumento, desde a publicação original do guidance, da volatilidade nos mercados de atuação da companhia e condições macroeconômicas”, afirmou a companhia.
A Klabin reforçou a resiliência de seus resultados, “sustentada por um modelo de negócios integrado, diversificado e flexível, capaz de se adaptar às condições de mercado e gerar valor de forma consistente no longo prazo”.
Moody’s Local rebaixa rating da Cosan
A agência de classificação de risco Moody’s Local rebaixou na sexta-feira, 13, o rating de emissor da Cosan (CSAN3) para AA.br., de AA+.br.
O rebaixamento do rating de emissor da Cosan para AA.br, de AA+.br, reflete os desenvolvimentos relacionados à deterioração do perfil de crédito de uma de suas principais investidas, a Raízen (RAIZ4), explicou a agência.
Ainda de acordo com a Moody’s Local, esse cenário levou à redução das expectativas de dividendos a serem recebidos por um período mais longo que o esperado anteriormente, além de maior concentração dos dividendos futuros a serem pagos pela Compass, reforçando a pressão sobre as métricas de crédito.
Ao mesmo tempo, a revisão para rebaixamento decorre, principalmente, das incertezas quanto à trajetória de melhora das métricas de crédito da Cosan, diante dos desafios para o reequilíbrio financeiro da Raízen e o riscos de contágio na execução do processo de desinvestimento da holding, em um contexto de forte necessidade de novas alienações para que a companhia continue reduzindo sua alavancagem, explica o time de analistas da agência.
Esses fatores podem impactar negativamente o perfil de negócios e financeiro do grupo, exercendo pressão de crédito adicional ao longo dos próximos meses, afirma a Moody’s Local, embora reconheça que as ações de gestão de passivos implementadas pela companhia ao longo de 2025 e início de 2026, bem como a entrada de recursos advinda do aporte de capital concluído ao final do ano passado, contribuíram para o fortalecimento da estrutura de capital e do perfil de liquidez, representando importantes fatores de mitigação no contexto desta ação de rating.
Fundos imobiliários atingem recorde triplo em janeiro na B3
O mercado de fundos imobiliários da B3, a bolsa do Brasil, alcançou um patamar histórico em janeiro de 2026 ao registrar três recordes simultâneos. Pela primeira vez, a base de investidores com posição em custódia ultrapassou a marca de 3 milhões de pessoas, enquanto o estoque financeiro atingiu o valor recorde de R$ 200 bilhões. Complementando o cenário de forte atividade, o volume médio diario (ADTV) também bateu seu recorde histórico ao chegar aos R$ 537 milhões, superando significativamente a média do ano anterior. A modalidade encerrou o mês com 434 fundos disponíveis para negociação, um aumento de cinco novos ativos em relação ao mês anterior.
Segundo Bianca Maria, gerente de Produtos de Cash Equities da B3 , os números de janeiro ilustram a fase de consolidação do produto no Brasil. “A conquista simultânea desses três recordes demonstra que os fundos imobiliários cada vez mais são vistos como peça indispensável na carteira dos investidores, assim como o crescimento contínuo da confiança do investidor, especialmente do varejo, na estratégia de geração de renda passiva e diversificação por meio de ativos imobiliários listados”.
Base de investidores supera a marca de 3 milhões
O número total de investidores com posição em custódia atingiu o marco histórico de 3,033 milhões em janeiro de 2026. Este dado representa um crescimento robusto em relação aos 2,785 milhões registrados no fechamento de janeiro de 2025.
Estoque financeiro atinge patamar inédito de R$ 200 bilhões
A valorização dos ativos e a entrada de novos fluxos de capital elevaram o estoque financeiro sob custódia na B3 para R$ 200 bilhões em janeiro. Este montante supera o recorde anterior e reflete a expansão do patrimônio líquido total do setor. As pessoas físicas continuam sendo as principais detentoras desse estoque, com uma participação de 72,9%, seguidas pelos investidores institucionais, que detêm 21,6%. Por fim, os investidores não residentes mantêm uma fatia de 4,2%.
Liquidez média diária bate recorde com R$ 537 milhões
A atividade de negociação em janeiro registrou o maior volume financeiro médio diário (ADTV) da história do mercado de FIIs, atingindo R$ 537 milhões. O volume total movimentado no mercado à vista somou R$ 11,3 bilhões, distribuídos em cerca de 15 milhões de negócios. Esse recorde de liquidez é fundamental para atrair grandes alocadores, permitindo execuções de estratégias mais complexas e volumosas. No que se refere ao volume negociado, o equilíbrio entre perfis é maior: investidores institucionais foram responsáveis por 39,7% da movimentação, enquanto as pessoas físicas responderam por 39,0% e os investidores estrangeiros por 17,8%.
Performance do IFIX e indicadores
Em termos de rentabilidade, o índice de fundos imobiliários (IFIX B3) registrou valorização de 2,3% em janeiro de 2026. No acumulado de 12 meses, a alta é de 27,8%.
Ranking dos fundos mais negociados em janeiro
- CPOF11 (Capitânia Office): R$ 41,2 milhões de ADTV (7,7% do total)
- TRXF11 (TRX Real Estate): R$ 22,3 milhões de ADTV (4,2%)
- KNCR11 (Kinea Rendimentos): R$ 19,3 milhões de ADTV (3,6%)
- MXRF11 (Maxi Renda): R$ 19,2 milhões de ADTV (3,6%)
- BTLG11 (BTG Pactual Logística): R$ 18,9 milhões de ADTV (3,5%)
- GSF111 (General Shop e Outlets): R$ 17,0 milhões de ADTV (3,2%)
- CPLG11 (Capitânia Logística): R$ 16,5 milhões de ADTV (3,1%)
- GARE11 (Guardian Real Estate): R$ 16,5 milhões de ADTV (3,1%)
- XPML11 (XP Malls): R$ 15,3 milhões de ADTV (2,9%)
- HGLG11 (Patria Log): R$ 14,4 milhões de ADTV (2,7%)
Multiplan amplia participação no mercado de shoppings brasileiro e registra vendas recordes em 2025
A Multiplan (MULT3) encerrou 2025 consolidando sua posição de destaque no setor brasileiro de shopping centers, com avanço relevante de participação de mercado e desempenho operacional superior à média nacional do segmento. Entre 2019 e 2025, a participação da Companhia nas vendas totais do setor evoluiu de 8,5% para 12,9%, de acordo com dados do Censo Abrasce 2025, refletindo maior produtividade dos ativos e fortalecimento do portfólio ao longo do período. No mesmo intervalo, a relação entre vendas e participação em Área Bruta Locável (ABL) passou de 169,9% para 263,0%, evidenciando ganho estrutural de eficiência e densidade de vendas por metro quadrado.
“Esse avanço consistente no market share de vendas é resultado da estratégia de longo prazo adotada pela Multiplan, que engloba quatro frentes principais de atuação: investimento em expansões e revitalizações do portfólio, mudança de mix, foco em inovação digital e promoção de eventos e experiências nos shoppings”, afirma Armando D’Almeida Neto, vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Multiplan.
Em 2025, as vendas totais dos lojistas da Multiplan atingiram R$ 25,9 bilhões, o maior patamar da história da Companhia, com variação de 8,0% em relação ao ano anterior. No quarto trimestre, as vendas somaram R$ 8,0 bilhões, com desempenho consistente frente à base de comparação elevada.
Entre 19 e 25 de dezembro de 2025, no período do Natal, enquanto o setor de shopping centers no Brasil registrou variação média de 0,3%, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), os empreendimentos da Multiplan apresentaram uma evolução de 7,1% nas vendas em relação ao mesmo período em 2024.
Esse resultado reforça a capacidade da Companhia de capturar uma parcela crescente do consumo nacional, mesmo mantendo participação praticamente estável em termos de Área Bruta Locável (ABL), em torno de 5% do total do país.
O DiamondMall, em Belo Horizonte, registrou o maior crescimento em vendas do portfólio em 2025, (+22,6%), somando R$ 1,04 bilhão. O ParkShoppingBarigüi, em Curitiba, foi destaque no quarto trimestre, com aumento de 14,8% nas vendas, impulsionado pela recente expansão, que ampliou o mix de lojas e reforçou o posicionamento do empreendimento. Já o Parque Shopping Maceió, após a entrega de nova área em novembro, apresentou impacto imediato, com crescimento de 15,4% nas vendas em dezembro em relação ao mesmo mês em 2024, e ocupação recorde de 99,4% desde a abertura da expansão.
O avanço da participação de mercado também foi apoiado pela evolução do ecossistema digital da Companhia. Em 2025, o Multi atingiu R$ 5,0 bilhões em vendas cadastradas, reforçando a integração entre os canais físico e digital. O superapp acumulou mais de 62 milhões de interações, ampliando o engajamento dos consumidores e contribuindo para a recorrência de visitas e compras nos shoppings do portfólio.
A Companhia também realizou mais de 1.300 eventos ao longo do último ano, elevando o patamar de experiência, entretenimento, cultura e lazer em seus shoppings.
A Multiplan anunciou ainda, o lançamento de três novas expansões em 2027: JundiaíShopping, com 7.850 m2, ParkShoppingSãoCaetano, com 9.000 m2, ambos em São Paulo; e BH Shopping, com mais 13.000 m2, totalizando cerca de 30 mil metros quadrados de novas ABLs.
Bolsa só volta a funcionar na quarta-feira, 18, às 13h
A B3, a bolsa do Brasil, informou que nos dias 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira de Carnaval, não haverá negociação para os mercados de renda variável, que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETF de renda fixa, entre outros.
No dia 18 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, a B3 terá sessão contínua de negociação dos ativos de renda variável das 13h às 17h55, com pré-abertura das 12h45 às 13h e call de fechamento para todos os ativos das 17h55 às 18h.
Para os derivativos financeiros e de commodities, a sessão de negociação abrirá às 13h (com pré-abertura das 12h55 às 13h).
Já o mercado de balcão organizado terá pré-abertura das 12h45 às 13hs e funcionará das 13h às 17h55, com call de fechamento para todos os ativos das 17h55 às 18h.
Agenda de proventos desta semana:
Quinta, 19
Allos (ALOS3) tem data com para 3° parte de dividendo
Iguatemi (IGTI11) tem data com para 1° parcela de dividendo
Data prevista para Banco do Brasil (BBAS3) pagar provento antecipado
Sexta, 20
Petrobras paga 1° parcela dos dividendos anunciados em novembro/25
Divulgaram informações sobre provento na semana passada
Veja aqui as companhias que divulgaram informações sobre provento na semana passada.







