GPA (PCAR3) nega estudos de uma capitalização privada

18 de setembro de 2025 Por Redação

 

 

 

 

Publicado às 21h37

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A pedido da B3, o Grupo Pão de Açúcar – GPA (PCAR3) prestou esclarecimentos sobre uma matéria divulgada no site Pipeline, do Valor Econômico. A matéria informou que um grupo de conselheiros, acionistas e interessados têm discutido uma capitalização privada de R$ 500 milhões no GPA. Ainda de acordo com o Pipeline, o GPA estuda acelerar o enxugamento de custos na empresa, o que incluiria demissões.

O GPA afirmou no comunicado divulgado na noite desta quinta-feira, 18, que seus órgãos de governança não aprovaram, nem realizaram estudos a respeito de uma capitalização privada na companhia, seja ela de R$ 500 milhões ou qualquer outro valor. “Por esse motivo, tampouco procede a informação de que haveria expectativa, por parte do GPA, de anunciar uma capitalização logo após a Assembleia Geral Extraordinária convocada para o dia 06.10.2025”, destacou a companhia no comunicado.

No que diz respeito ao enxugamento de custos referido na notícia, o GPA explicou que vem envidando esforços em seu plano de redução de sua alavancagem financeira. “No âmbito desses esforços, a companhia possui um projeto de redução de pessoal atualmente em curso”, afirmou.  No entanto, ressaltou que não foram aprovados por parte dos órgãos de governança da companhia, nem há estudos que indiquem que haveria “ao menos mais 250 demissões na estrutura corporativa” do GPA, conforme noticiado. 

Segundo o GPA, no contexto do projeto de redução de pessoal atualmente em curso, entre 01.07.2025 e 16.09.2025, foram desligados, aproximadamente, 730 empregados da companhia.