Notícia da Ambev, Vale, Petrobras, Minerva, TIM e de outras companhias

2 de junho de 2025 Por Redação

 

 

 

 

Atualizado às 23h22

Notícias corporativas

Rumo (RAIL3) anuncia nova etapa na potencial incorporação de ações da Malha Norte 

A Rumo (RAIL3) atualizou nesta segunda-feira, 2, informações sobre a potencial incorporação de ações da Malha Norte anunciada em fevereiro de 2025. Os comitês especiais independentes informaram aos conselhos de administração das companhias que, após discutirem e analisarem a proposta de incorporação de ações em conjunto com seus assessores jurídicos e financeiros, e, posteriormente, negociarem entre si, recomendaram a relação de troca de 0,668 ação da Rumo para cada ação da Malha Norte. Com o encerramento das negociações entre os comitês independentes, os conselhos de administração e demais órgãos de governança das companhias serão convocados a fim de deliberarem sobre a incorporação de ações, incluindo a relação de troca, e a convocação das respectivas assembleias gerais, tão logo a documentação completa exigida por lei esteja disponível.

Vivara (VIVA3) anuncia novo centro de distribuição no Espírito Santo

A Vivara Participações (VIVA3) passará a operar um novo centro de distribuição (CD) no estado do Espírito Santo. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 2. A companhia informou que obteve o direito de usufruir dos incentivos fiscais previstos no art.16 da Lei nº 10.568/2016. O novo CD, com previsão de abertura para o 2º semestre de 2025, irá fortalecer a malha logística, em linha com a trajetória de crescimento orgânico via abertura de lojas das marcas Vivara e Life, contribuindo para a otimização dos seus custos operacionais, destacou a companhia.

TIM (TIMS3) anuncia operação de grupamento e desdobramento

A diretoria da TIM (B3: TIMS3; NYSE: TIMB) aprovou nesta segunda-feira, 2, os procedimentos para a implementação da operação de grupamento da totalidade das ações ordinárias na proporção de 100 ações para 1 ação, e de subsequente desdobramento, de modo que 1 (uma) ação grupada passe a corresponder a 100 (cem) ações, sem alteração do capital social. A diretoria reunida nesta segunda-feira aprovou e definiu o prazo compreendido entre os dias 3 de junho e 2 de julho de 2025 (inclusive) para que os acionistas titulares de ações ordinárias da TIM possam, se for o caso, compor suas posições acionárias em lotes inteiros e múltiplos de 100 (cem) ações, a seu livre e exclusivo critério, de modo a assegurar a titularidade de um número inteiro de ações em decorrência da operação. Segundo a TIM, a operação tem por objetivos aumentar a liquidez das negociações, diminuir as despesas operacionais e administrativas, proporcionar maior eficiência na gestão de sua base acionária e maior eficiência na distribuição de proventos. A TIM afirmou que a operação não afetará os valores mobiliários negociados no mercado americano (ADR – American Depositary Receipt), ficando o Banco depositário responsável por recompor a quantidade de ações locais subjacentes ao programa de ADRs da companhia, de tal forma a manter inalterado o saldo de ADRs. Após a operação, os ADRs de emissão da TIM continuarão a ser negociados na proporção de 5 (cinco) ações ordinárias para 1 (um) ADR. A partir de 3 de julho de 2025 (inclusive), as ações passarão a ser negociadas na condição de ex-grupamento e ex-desdobramento.

Minerva (BEEF3) conclui a recompra de mais uma parcela de Bonds 2028 e 2031

A Minerva (BEEF3) informou nesta segunda-feira, 2, que sua administração concluiu a recompra de mais uma parcela dos Bonds 2028 e 2031. Com a medida, a companhia busca uma estrutura de capital mais equilibrada. Após a recompra e cancelamento de uma parcela de 69 milhões de dólares, ocorridos em março deste ano, a Minerva comunicou a recompra de mais uma tranche dos Bonds 2028 e 2031, totalizando 309,1 milhões de dólares, recomprados ao longo de 2025. Somadas, as operações totalizam um valor de aproximadamente R$ 1,8 bilhão, financiados através dos recursos provenientes do aumento de capital privado. Vale ressaltar que, em função da rodada de sobras a ser concluída nos próximos dias, o montante aferido por meio do aumento de capital pode vir a ser elevado ao final do processo, explicou a companhia. “As referidas operações reforçam o compromisso da administração com a disciplina financeira, reduzindo alavancagem líquida, alavancagem bruta e as despesas financeiras futuras da companhia, buscando uma estrutura de capital mais eficiente e menos onerosa”, afirmou a Minerva em um comunicado.

Moody’s revisa perspectiva da nota de crédito da Ambev para “estável”

A agência de classificação de risco Moody’s revisou a perspectiva da nota de crédito da Ambev (ABEV3) de “positiva” para “estável”. A decisão, anunciada nesta segunda-feira, 2, reflete a alteração da perspectiva do rating soberano do Brasil, ocorrida no dia 30 de maio. A Moody’s manteve a nota de crédito do Brasil, mas reduziu a perspectiva para ‘estável’ (leia aqui). A nota da Ambev foi mantida em Baa2. Segundo a agência, a posição dominante da empresa no mercado brasileiro, a forte capacidade de execução e o rigoroso controle de custos permitem que a companhia resista à volatilidade do mercado e ainda mantenha indicadores de rentabilidade e crédito excepcionalmente fortes. A dependência limitada da Ambev do sistema bancário local para financiamento, sua geração de uma parcela significativa de ativos e caixa fora do Brasil e sua importância para o acionista controlador Anheuser-Busch InBev ajudam a compensar o efeito negativo dos vínculos da empresa com a economia brasileira, ressalta a Fitch.

Moody’s altera a perspectiva do rating da Petrobras de ‘positiva’ para ‘estável’

A agência de classificação de risco Moody’s alterou a perspectiva de nota de crédito global da Petrobras (PETR3, PETR4). Passou de “positiva” para “estável”. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 2. Segundo a agência, a decisão segue a alteração da perspectiva do rating soberano do Brasil, ocorrida no dia 30 de maio. A Moody’s manteve a nota de crédito do Brasil, mas reduziu a perspectiva para ‘estável’ (leia aqui). A Moody’s manteve a nota de crédito da Petrobras em “Ba1”, refletindo as sólidas métricas de crédito da empresa e o histórico positivo de melhoria operacional e financeira da companhia.

Moody’s altera a perspectiva do rating da Vale (VALE3) de ‘positiva’ para ‘estável’

A agência de classificação de risco Moody’s revisou a perspectiva do rating da Vale (VALE3) de “positiva” para “estável”, mantendo a nota em Baa2. A decisão, anunciada nesta segunda-feira, 2, reflete a alteração da perspectiva do rating soberano do Brasil, ocorrida no dia 30 de maio. A Moody’s manteve a nota de crédito do Brasil, mas reduziu a perspectiva para ‘estável’ (leia aqui). Segundo a agência, a perspectiva estável reflete a expectativa de que a Vale manterá seu forte desempenho operacional e financeiro nos próximos 12 a 18 meses, mantendo sua disciplina financeira na alocação de capital, excelente liquidez e um balanço patrimonial conservador e métricas de proteção de dívida, enquanto continua investindo em crescimento, com a expansão em níquel e cobre levando a uma contribuição de fluxo de caixa mais equilibrada entre minério de ferro e metais básicos. A perspectiva estável também incorpora nossa expectativa de que não haverá aumento significativo nas provisões e desembolsos de caixa relacionados a Brumadinho ou Samarco que possam afetar a liquidez ou a alavancagem da empresa, destacou a Fitch.

Renova Energia (RNEW11): nesta terça, 3, ações e units passam a ser negociadas sob os efeitos do grupamento

A Renova Energia (RNEW11) informou nesta segunda-feira, 2, que, no âmbito da operação de grupamento das ações, na proporção de 2 ações pré-grupamento para 1 ação pós-grupamento, encerrou-se nesta data o prazo para livre ajuste de posição acionária, disponibilizado para que os interessados em se manter acionistas pudessem negociar as ações e units da companhia e compor lotes inteiros de ações de cada espécie e units, múltiplos de 2 (dois). Dessa forma, a partir de terça-feira, 3 de junho, primeiro dia útil subsequente ao término do prazo de livre ajuste de posição acionária, as ações e units passarão a ser negociadas na B3 sob os efeitos do grupamento. Com a efetivação do grupamento as frações de ações e units remanescentes serão agrupadas em lotes inteiros de cada espécie de ações, inclusive as frações de units, e serão vendidas em leilão na B3. A data do leilão será oportunamente divulgada pela companhia por aviso aos acionistas. Após a realização do leilão, os valores líquidos resultantes do leilão serão pagos, proporcionalmente, aos titulares das frações de ações e units remanescentes.

Allos (ALOS3) paga provento nesta terça, 3:

A Allos (ALOS3) paga na terça-feira, 3, a 2° parcela de juros sobre capital próprio anunciados em 14 de março. O valor é R$ 0,10.