Mercados nesta quinta, minério, petróleo, JCP da Localiza, Intelbras, notícia da Klabin e outros destaques

21 de dezembro de 2023 Por Redação

 

Publicado às 7h58

 

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,56%

Londres (FTSE 100): -0,44%

Japão (Nikkei 225): -1,62% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,57% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,02% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,43% (US$ 79,3). O brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,46% (US$ 73,9)

Bitcoin futuro: +1,15% (US$ 44.130)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

O contrato futuro para maio de 2024 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, alta de 3,52% a 968 iuanes (US$ 135,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,37% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,53%. Nasdaq futuro alta 0,49%.

Notícias corporativas:

Klabin  (KLBN11) adquire operação florestal da Arauco no Paraná por US$ 1,160 bi

Maior produtora e exportadora de papéis para embalagens e soluções sustentáveis em embalagens de papel do Brasil, a Klabin (KLBN11) anunciou a aquisição da operação florestal da Arauco no Paraná.

O investimento de US$ 1,160 bilhão compreende a compra de 85 mil hectares de áreas florestais produtivas localizadas majoritariamente no Estado do Paraná e 31,5 milhões de toneladas de madeira em pé (volume esperado), além de máquinas e equipamentos florestais.

Entre os benefícios da aquisição, a empresa destaca a antecipação do atingimento da autossuficiência alvo de 75% de madeira própria no Paraná e a conclusão da expansão de terras na região, o que gera redução relevante de investimentos futuros e ganhos significativos com sinergias operacionais.

Além disso, após a colheita do primeiro ciclo, a Klabin excederá a sua meta de autossuficiência em aproximadamente 60 mil hectares produtivos, que poderão ser monetizados, explica a companhia.

Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin, afirma que “esse é mais um movimento que reforça o foco da empresa em eficiência operacional, com diligente alocação de capital e valor presente líquido (VPL) estimado em aproximadamente R$ 2 bilhões”.

Marcos Ivo, diretor financeiro e de relações com investidores da Klabin destaca que a empresa mantém a sua sólida posição financeira com robusta liquidez e perfil de dívida alongado.

“Trata-se de uma ótima oportunidade em termos operacionais e financeiros, que reduzirá a necessidade de compra de madeira de terceiros, aumentará a competitividade de custos da Companhia, com criação de valor para os seus acionistas”.

A conclusão da operação está sujeita a condições suspensivas usuais em transações dessa natureza, inclusive à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Alupar (ALUP11) paga em 4 de janeiro dividendo aprovado em novembro

A Alupar Investimento (ALUP11; ALUP3; ALUP4) vai pagar em 4 de janeiro, o dividendo aprovado em 9 de novembro de 2023.

O valor total é de R$ 36.571.028,16. Essa quantia corresponde a R$ 0,04 (quatro centavos) por ação ordinária, R$ 0,04 (quatro centavos) por ação preferencial e R$ 0,12 (doze centavos) por Unit.

Terão direito ao recebimento desses dividendos os acionistas que encontravam-se inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 16 de novembro de 2023.

Eucatex (EUCA4) aprova pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da Eucatex (EUCA4) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio.

O valor líquido é de R$ 0,21357290 por ação ordinária e de R$ 0,23492982 por ação preferencial.

A base de cálculo é a posição acionária final do dia 26/12/23, sendo que as ações passarão a ser negociadas “ex juros sobre capital próprio” a partir do dia 27/12/23.

O pagamento será até o dia 31/12/24.

Intelbras (INTB3) anuncia pagamento de juros sobre capital próprio 

O conselho de administração da Intelbras (INTB3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 52.500.000,00, correspondente a R$ 0,16025097561 por ação.

Após deduzido o valor relativo ao Imposto de Renda, resulta no valor líquido de R$ 0,13621332926 por ação.

Terão direito aos JCP os acionistas titulares de ações de emissão da Intelbras ao final do pregão do dia 26 de dezembro de 2023, sendo que as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 27 de dezembro de 2023.

Os acionistas terão seus créditos a título de pagamento de JCP a partir do dia 15 de março de 2024.

Localiza (RENT3) vai pagar juros sobre o capital 

O conselho de administração da Localiza (RENT3) aprovou o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 404.899.607,13.

O valor bruto por ação dos juros sobre capital próprio a ser pago é equivalente a R$ 0,382860306.

O pagamento ocorrerá no dia 15/02/24.

Terão direito os acionistas constantes da posição acionária da companhia em 26/12/23, sendo que as ações, a partir de 27/12/23, serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre o capital próprio.

Acionistas da Ferbasa (FESA4) aprovam desdobramento de ações

Acionistas da Ferbasa aprovaram na quarta-feira, 20, em assembleia, o desdobramento da totalidade das 88.320.000 ações na proporção de 01 ação para 04 ações da mesma espécie sem modificação do capital social.

O capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1.470.395.617,65 dividido em 353.280.000 ações.

A Ferbasa destacou que a operação de desdobramento preserva todos os direitos dos acionistas. A companhia explicou que a data da base acionária, referência para o desdobramento das ações, será 23/01/2024 (final do pregão). As ações de sua emissão passarão a ser negociadas “ex-desdobramento” a partir de 24/01/2024.

As ações adicionais, resultantes do desdobramento, serão creditadas em favor dos acionistas da companhia em 25/01/2024.

Fitch rebaixa rating da Aeris (AERI3)

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou na quarta-feira, 20, para ‘A(bra)’, de ‘A+(bra)’, o Rating Nacional de Longo Prazo da Aeris (AERI3) e de sua primeira e segunda emissões de debêntures quirografárias.

A perspectiva do rating corporativo é “negativa”.

O rebaixamento reflete incertezas da Fitch sobre a capacidade da Aeris para fortalecer sua carteira de contratos (backlog) de produção e venda de pás de rotores para aerogeradores, de forma a tornar sua performance operacional e financeira mais robusta e previsível.

“Novos projetos de energia eólica têm se mostrado menos competitivos no Brasil e a expectativa é de acirramento da competição”, destaca a agência.

O rating da Aeris incorpora sua posição dominante no mercado nacional e sua robusta liquidez, em parte propiciada por aportes de recursos dos acionistas.

A perspectiva negativa reflete os desafios que a Aeris enfrenta para expandir sua geração operacional de caixa e reduzir sua alavancagem financeira bruta, trazendo-as para patamares mais compatíveis com a atual classificação, explica a Fitch.

Fitch afirma ratings da Hapvida (HAPV3)

A agência de classificação de risco Fitch afirmou na quarta-feira, 20, que o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Hapvida (HAPV3) e de sua controlada indireta BCBF Participações.

A agência também afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da primeira, da segunda, da terceira e da quarta emissões de debêntures quirografárias da Hapvida e da quarta, da quinta e da sexta emissões de debêntures anteriormente pertencentes à BCBF, cedidas à Hapvida.

Ao mesmo tempo, atribuiu Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à proposta de quinta emissão de debêntures quirografárias da Hapvida, no montante de até 1 bilhão e com vencimento final em 2030. Os recursos serão utilizados no reperfilamento do passivo financeiro da companhia. A perspectiva dos ratings corporativos foi revisada para “negativa”, de “estável”.

“A revisão da perspectiva para negativa reflete uma recuperação mais lenta que a prevista das margens operacionais da Hapvida nos últimos dois anos, pressionada pela combinação de um ambiente operacional mais desafiador após a pandemia e com o processo de integração dos ativos da Notre Dame Intermédica Participações”, explicou a Fitch.

A agência destacou ainda que as atuais métricas de crédito são fracas para a categoria de rating, o que leva a companhia a ter o desafio de fortalecer sua geração operacional de caixa e suas margens nos próximos trimestres, além de reduzir sua alavancagem financeira.

S&P eleva nota de crédito da Petrobras, BRF e Raízen; ratings da Eletrobras são reafirmados

Petrobras (PETR3, PETR4)

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) elevou a nota de crédito da Petrobras de BB- para BB, com perspectiva “estável”, como reflexo da melhora na nota da República Federativa do Brasil.

BRF (BRFS3)

A BRF teve seu rating de crédito, em escala internacional, atualizado de BB- para “BB” pela agência de classificação de riscos Standard & Poor’s. A perspectiva do rating é “estável”. A referida alteração é consequência, principalmente, de uma revisão da perspectiva do risco soberano do Brasil feita pela mesma agência.

Raízen (RAIZ4)

A Raízen (RAIZ4) teve sua nota de crédito em escala corporativa global elevada para “BBB” com perspectiva global estável, mantendo o grau de investimento (investment grade).

Eletrobras (ELET3)

A S&P reafirmou os ratings de crédito de emissor de longo e curto prazo ‘brAAA/brA-1+’ na Escala Nacional Brasil atribuídos à Eletrobras. A perspectiva do rating de longo prazo permanece “estável”.

Veja as companhias que tem ‘data com’ nesta quinta, 21:

Cemig (CMIG4)

A ‘data com’ dos JCP da Cemig anunciados em 14 de dezembro no valor bruto por ação de R$ 0,60102079554 é nesta quinta, 21. Os papéis ficam “ex-direitos” ao JCP no dia 22. O pagamento será em 2 parcelas iguais, sendo a primeira até 30-06-2024 e a segunda até 30-12-2024.

Tim (TIMS3)

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Tim anunciado no dia 6 de dezembro, é nesta quinta, 21. As ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,270594175 e o pagamento ocorrerá até o dia 23 de janeiro de 2024.

Bradesco (BBDC4)

A ‘data com’ para ter direito ao JCP do Banco Bradesco (BBDC4) anunciado em 11 de dezembro, é nesta quinta, 21. As ações serão negociadas “ex-direito” a partir de 22.12.2023. O banco irá pagar JCP intermediários, sendo R$ 0,178997238 por ação ordinária e R$ 0,196896962 por ação preferencial. O pagamento será em 2.1.2024 pelos valores líquidos de R$ 0,152147652 por ação ordinária e R$ 0,167362418 por ação preferencial.

O Bradesco também irá distribuir juros sobre capital próprio complementares, sendo R$ 0,447314097 por ação ordinária e R$ 0,492045507 por ação preferencial, que serão pagos em 28.6.2024 pelos valores líquidos de R$ 0,380216982 por ação ordinária e R$ 0,418238681 por ação preferencial.

Bmg (BMGB4) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP do Bmg anunciado em 14 de dezembro, é nesta quinta, 21. A partir de 22 de dezembro de 2023, inclusive, as ações passarão a ser negociadas “ex-direito”. O valor líquido é de R$ 0,28526 por ação. O pagamento aos acionistas será no dia 15 de fevereiro de 2024.

Klabin (KLBN11)

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Klabin anunciado no dia 14 de dezembro, no valor de R$ 0,15498570045 por unit, é nesta quinta, 21. As ações passarão a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 22 de dezembro de 2023. O pagamento será realizado em 26 de fevereiro de 2024.

Marcopolo (POMO4)

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Marcopolo anunciado no dia 15 de dezembro, é nesta quinta, 21. As ações da companhia passarão a ser negociadas ex-juros a partir do dia 22/12/2023. O valor é de R$ 0,10 por ação. O pagamento será a partir do dia 03/01/2024.

Engie Brasil Energia (EGIE3)

Esta quinta-feira, 21, é a ‘data com’ para ter direito ao JCP anunciado pela Engie Brasil Energia no dia 18 de dezembro, no valor de R$ 0,17771181551 por ação. As ações da companhia passam a ser negociadas ex-juros sobre o capital próprio a partir de 22 de dezembro de 2023. Esses JCP serão pagos posteriormente, conforme definido pela diretoria executiva.

Mahle Metal Leve (LEVE3)

Esta quinta-feira, 21, também é a ‘data com’ para ter direito ao JCP da Mahle Metal Leve anunciado no último dia 18 de dezembro. O valor líquido por ação é de R$ 0,1429174971. A partir de 22 de dezembro de 2023, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” juros sobre o capital próprio.

 

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