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São Paulo, de 09 de outubro de 2025 – As vendas financiadas de veículos no Brasil alcançaram a marca de 5.321.080 de unidades entre automóveis leves, motos e pesados. O valor acumulado entre janeiro e setembro de 2025 é o maior desde 2011. A quantidade representa alta de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2024.

Os veículos seminovos lideram o volume de veículos financiados, com 3,39 milhões de unidades financiadas até o momento neste ano, enquanto os modelos novos somam 1,93 milhão.

“O resultado histórico indica um crescimento consistente do setor. Este é o terceiro aumento consecutivo no acumulado de janeiro a setembro, o que reforça que a demanda por financiamento de veículo permanece forte este ano, mesmo diante das adversidades macroeconômicas”, afirma Daniel Takatohi, Superintendente de Produtos de Financiamentos na B3.

A série histórica apresentada pela B3, a bolsa do Brasil, ocorre por meio das informações presentes no Sistema Nacional de Gravames (SNG). A plataforma é a maior base de dados privada do país que gerencia as restrições financeiras incluídas sobre os veículos automotores dados como garantia em operações de crédito em todo o território nacional.

Fonte: B3

 

 

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Caixa vai lançar programa de financiamentos de até R$ 2 mil https://financenews.com.br/2020/12/caixa-vai-lancar-programa-de-financiamentos-de-ate-r-2-mil/ https://financenews.com.br/2020/12/caixa-vai-lancar-programa-de-financiamentos-de-ate-r-2-mil/#respond Wed, 30 Dec 2020 12:41:33 +0000 https://financenews.com.br/?p=97268   O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, disse nesta terça-feira (29) que […]

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O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, disse nesta terça-feira (29) que a instituição vai lançar o que chamou de “programa de microfinanças”. A proposta, segundo ele, é ofertar financiamentos que variam de R$ 500 a R$ 2 mil para mais de 10 milhões de brasileiros, com taxas de juros entre 1,5% e 2,5% ao mês.

“São taxas muito menores de juros e que vão permitir que mais de 10 milhões de brasileiros tenham acesso ao crédito de maneira segura, rápida, sem precisar ir à agência. Isso reforça a bancarização e reforça o acesso dessa população mais carente ao setor financeiro”, explicou, durante entrevista ao programa Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Financiamento habitacional

Segundo Guimarães, algumas iniciativas já em andamento, como o Programa Casa Verde e Amarela, também passarão a ter sua operacionalização pelo celular por meio do aplicativo Caixa Tem.

“Todos os contratos desse programa serão, a partir do ano que vem, via aplicativo”, disse. Hoje, segundo estimativas da instituição, 4,5 milhões de brasileiros possuem algum tipo de contrato de habitação. “Vamos migrar esses e novos contratos serão feitos pelo aplicativo”, concluiu.

Informações da Agência Brasil

 

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Caixa reduz juros a pessoas físicas em financiamentos habitacionais https://financenews.com.br/2020/10/caixa-reduz-juros-a-pessoas-fisicas-em-financiamentos-habitacionais/ https://financenews.com.br/2020/10/caixa-reduz-juros-a-pessoas-fisicas-em-financiamentos-habitacionais/#respond Thu, 15 Oct 2020 00:09:28 +0000 https://financenews.com.br/?p=93407   A partir de 22 de outubro, as pessoas físicas que assinarem contratos novos de […]

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A partir de 22 de outubro, as pessoas físicas que assinarem contratos novos de financiamento habitacional pela Caixa Econômica Federal no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) pagarão taxas menores. O banco anunciou há pouco a redução em até 0,5 ponto percentual dos juros, que passarão a variar entre Taxa Referencial (TR) mais 6,25% ao ano e TR mais 8% ao ano, dependendo do perfil do cliente.

O banco estima conceder mais de R$ 14 bilhões em crédito imobiliário pelo SBPE, que financia imóveis para a classe média com recursos da poupança, até o fim deste ano. Nos últimos 22 meses, a Caixa reduziu os juros nos financiamentos da casa própria em 2,5 pontos percentuais. Em dezembro de 2018, o mutuário pagava TR mais 8,75% ao ano, como menor taxa.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, apresentou o impacto da medida em uma simulação de financiamento de R$ 200 mil em 360 meses (30 anos) na taxa mais barata oferecida pelo banco. A prestação inicial, que somava R$ 1.958,48 para financiamentos concedidos em dezembro de 2018, foi reduzida em 25%, para R$ 1.568,52, nos futuros contratos a partir do dia 22.

Nas linhas de crédito corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que cobram IPCA mais 2,95% ao ano, a diferença é maior. Beneficiada pela baixa inflação em 2020, a prestação inicial para os novos contratos está em R$ 1.040,70, redução de 46% no valor da parcela em relação aos financiamentos concedidos em dezembro de 2018.

Carência

Guimarães também anunciou a prorrogação da possibilidade de carência de seis meses para que o mutuário comece a pagar as prestações dos novos contratos imobiliários. Na compra de imóveis novos, as pessoas físicas passarão os primeiros 180 dias pagando apenas os seguros e a taxa de administração do contrato.

A medida vale para as contratações efetuadas até 30 de dezembro e, de acordo com a Caixa, pode beneficiar mais de 30 mil clientes até o fim do ano. “Isso é muito importante, porque ainda estamos com os efeitos da pandemia. Apesar de o preço dos imóveis estarem se recuperando, entendemos que há enorme espaço para a população continuar a realizar seu investimento na casa própria”, declarou Guimarães.

A Caixa também anunciou a possibilidade de pagamento parcial da prestação para mutuários com dificuldade para retomarem o pagamento integral das parcelas. O cliente poderá pagar 75% da prestação, por até seis meses, ou entre 50% a 75% da prestação, por até três meses. Segundo o banco, a medida poderá beneficiar mais de 620 mil clientes.

Digitalização

O presidente da Caixa anunciou que os tradicionais Feirões da Casa Própria serão realizados de forma virtual em outubro e novembro. Segundo Guimarães, o formato online atende às necessidades do cliente e do mercado.

Para agilizar as contratações e evitar deslocamentos até as agências, a Caixa estenderá a todos os clientes a possibilidade de contratar o financiamento imobiliário de forma 100% digital pelo aplicativo Caixa Habitação. Até agora, o serviço estava disponível apenas nas principais cidades do país.

Atualmente, 2,3 milhões de clientes acessam os serviços por meio do aplicativo. Entre janeiro e setembro de 2020, a ferramenta registrou 326 mil transações diárias.

Estatísticas

As medidas foram anunciadas no dia em que o banco, que concentra 69% do crédito imobiliário no país, atingiu a marca de R$ 500 bilhões na carteira de crédito imobiliário. Desde janeiro de 2019, o volume emprestado para o crédito habitacional cresceu 13,4%, com a concessão de R$ 172 bilhões em financiamentos imobiliários, que atenderam a 887 mil famílias e 2,8 milhões de pessoas.

Informações da Agência Brasil

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Itaú lança crédito imobiliário indexado ao rendimento da poupança https://financenews.com.br/2020/09/itau-lanca-credito-imobiliario-indexado-ao-rendimento-da-poupanca/ https://financenews.com.br/2020/09/itau-lanca-credito-imobiliario-indexado-ao-rendimento-da-poupanca/#respond Thu, 10 Sep 2020 15:20:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=91406   Publicado às 12h19min   O Itaú Unibanco lançou, hoje (10), duas novas linhas de […]

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Publicado às 12h19min

 

O Itaú Unibanco lançou, hoje (10), duas novas linhas de crédito imobiliário. Uma delas é atrelada ao rendimento da poupança e a outra ao uso de imóvel financiado como garantia.

A linha Crédito Imobiliário com Juros da Poupança é destinada a clientes que desejam adquirir um novo imóvel. A taxa anual é composta por um percentual fixo de 3,99% e mais uma variável, atrelada ao rendimento da poupança, que corresponde a 70% do valor da taxa básica de juros, a Selic. Segundo o Itaú, a taxa para os clientes que contratarem financiamentos imobiliários nessa nova linha, com os valores atuais, será de 5,39% (3,99% + 1,4%) ao ano.

Atualmente, a Selic está em seu mínimo histórico de 2% ao ano. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre este ano no atual patamar, suba para 2,88% ao ano em 2021. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,75% ao ano.

De acordo com o banco, mesmo que a Selic suba no futuro, a modalidade tem um limite para a taxa de 10,16% ao ano (valor fixo de 3,99% + o variável de 6,17%). Para chegar a esse limite, a Selic teria que estar em 9,25% ao ano.

Segundo o Itaú, essas condições são válidas para novos clientes que queiram aderir a um novo crédito imobiliário, mas o produto está disponível também para clientes atuais elegíveis, que podem solicitar a migração de seu contrato para a nova modalidade.

Os clientes do banco poderão usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pode ser financiado até 90% do valor do imóvel.

O Itaú também disponibiliza essa linha de crédito atrelada aos rendimentos de poupança para as empresas incorporadoras, com foco na construção de imóveis.

Imóvel como garantia

O Itaú passa a oferecer também a possibilidade de uso de imóveis ainda financiados junto ao banco como garantia para empréstimos pessoais, com a linha Crédito com Garantia de Imóvel Financiado. O banco prevê a liberação de R$ 12 bilhões.

Segundo o Itaú, a nova modalidade de crédito tem a mesma taxa do financiamento imobiliário (a partir de 6,9% ao ano) já contratado pelo cliente, a depender de uma análise de crédito. O valor do crédito pode chegar ao saldo devedor do cliente no financiamento e, além disso, o prazo do novo crédito poderá alcançar o prazo remanescente daquele já contratado. Ou seja, caso reste um período de dez anos para o cliente terminar de pagar o financiamento, o novo crédito também será de até dez anos.

Em julho, o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou medida provisória que permite que um imóvel financiado possa ser usado como garantia de um novo empréstimo com o mesmo banco do financiamento inicial.

Informações da Agência Brasil

 

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Caixa amplia para 180 dias pausa nos financiamentos habitacionais https://financenews.com.br/2020/07/caixa-amplia-para-180-dias-pausa-nos-financiamentos-habitacionais/ https://financenews.com.br/2020/07/caixa-amplia-para-180-dias-pausa-nos-financiamentos-habitacionais/#respond Thu, 23 Jul 2020 01:14:20 +0000 https://financenews.com.br/?p=87829     A Caixa Econômica Federal vai ampliar, mais uma vez, a pausa do pagamento […]

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A Caixa Econômica Federal vai ampliar, mais uma vez, a pausa do pagamento de financiamentos habitacionais, que agora poderá ser de até 180 dias. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (22) pelo presidente do banco, Pedro Guimarães. Em maio, esse adiamento já havia sido estendido para 120 dias

A ampliação do prazo vale para pessoas físicas e jurídicas, no caso de financiamentos à produção de empreendimentos e para os financiamentos de aquisição e construção de imóveis comerciais e individuais. Estão contemplados clientes que financiam o imóvel por meio do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), programa Minha Casa Minha Vida e pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), todos operados pela Caixa.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários já pediram a pausa na prestação habitacional, número que representa R$ 8,6 bilhões em financiamentos suspensos. A medida faz parte das ações para enfrentar os efeitos causados à economia pela pandemia de covid-19.

“Lembrando que essa pausa não é automática. Há a necessidade dessas pessoas pedirem, seja pelo aplicativo, seja pelos telefones, que são encontrados no site da Caixa”, informou Guimarães, em entrevista.

Quem pedir a pausa no contrato terá de pagar juros, seguros e taxas, que serão acrescidos ao saldo devedor do contrato. De acordo com o banco, a taxa de juros e o prazo contratados originalmente não sofrem alteração.

Os clientes com pagamentos em dia ou aqueles com pagamentos em atraso por, no máximo, 18 meses, podem pedir a carência. Clientes que usaram o FGTS para abater parte da prestação também podem requerer a suspensão. No caso de pessoas jurídicas, a possibilidade de pausa nas prestações é permitida para quem está com até duas parcelas fora do prazo (atraso de 60 dias).

Para pedir a pausa ou requerer a extensão da pausa já concedida, basta acessar o aplicativo Habitação Caixa ou registrar o pedido pelos telefones 3004-1105 (para capitais) e 0800-726-0505 (demais localidades), ou de forma automatizada pelo 0800-726-8068, opções 2-4-2, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 10h às 16h (exceto feriados).

Informações da Agência Brasil

 

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Caixa anuncia 6 meses de carência em novos financiamentos imobiliários https://financenews.com.br/2020/04/caixa-anuncia-6-meses-de-carencia-em-novos-financiamentos-imobiliarios/ https://financenews.com.br/2020/04/caixa-anuncia-6-meses-de-carencia-em-novos-financiamentos-imobiliarios/#respond Thu, 09 Apr 2020 17:46:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=78997     Publicado às 13h40min A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (9) novas medidas para o mercado […]

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Publicado às 13h40min

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (9) novas medidas para o mercado de crédito imobiliário, como carência para novos financiamentos, aumento do tempo de pausa nos contratos e renegociação de dívidas, tanto para pessoas físicas quanto para as construtoras. No total, as ações representam R$ 43 bilhões em recursos no mercado imobiliário nos próximos meses. As medidas serão válidas a partir da próxima segunda-feira (13).

Em transmissão ao vivo pela internet, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as medidas poderão beneficiar mais de 5 milhões de famílias e preservar cerca de 1,2 milhão de empregos.

Guimarães disse que há um compromisso das construtoras de não demitir, ao renegociar os contratos com o banco. “Não aceitamos demissão. Queremos o maior tipo de proteção para os funcionários. É o equilíbrio entre a questão de preservação de saúde e a questão econômica, que evita as demissões”.

Ações para Pessoas Físicas

A Caixa implementou a pausa de 90 dias no financiamento habitacional, para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra.

Segundo Guimarães, quem já pediu dois meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para três meses. Ele acrescentou que, se a crise se agravar, a Caixa poderá estender o benefício por mais tempo.

Outra medida é para aqueles clientes que usam o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar parte das parcelas do financiamento. A partir de segunda-feira, os clientes do banco poderão pedir a pausa no pagamento da parte não coberta pelo FGTS da prestação, por 90 dias.

Outra opção para os clientes é continuar pagando as parcelas, mas com redução do valor por 90 dias. A medida é válida para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso.

A Caixa também oferece carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Aos clientes que constroem com financiamento da Caixa (construção individual) será permitida a liberação antecipada de até duas parcelas, sem a vistoria.

A Caixa anunciou ainda a renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, permitindo pausa ou pagamento parcial das prestações.

Medidas para empresas

A Caixa anunciou a antecipação de até 20% dos recursos do financiamento à produção de empreendimentos para obras a serem iniciadas.

Há também a possibilidade de antecipação da liberação dos recursos correspondentes a até três meses, limitado a 10% do custo financiado, para obras em andamento e sem atrasos no cronograma.

O banco liberou ainda recursos de financiamento à produção não utilizados pela empresa nos meses anteriores, limitados a 10% do custo financiado.

Outra medida é a implementação da pausa nos contratos de financiamento à produção por 90 dias, para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra.

As construtoras também poderão fazer o pagamento parcial da prestação do financiamento, por até 90 dias, para os clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso.

Será permitida ainda a prorrogação de carência por até 180 dias, para os projetos com obras concluídas e em fase de amortização.

Outra possibilidade é a prorrogação do início das obras por até 180 dias.

A Caixa também passará a admitir a reformulação do cronograma de obra, nos casos de contingências na execução por questões decorrentes da pandemia de covid-19.

Com o objetivo de reduzir os riscos de contaminação e exposição dos clientes e empregados à covid-19, a Caixa ampliou o prazo de vencimento de laudos e avaliações.

O banco recomenda a utilização dos canais digitais, como Internet Banking e App Habitação Caixa, além dos telefones 3004-1105 e 0800 726 0505, opção 7, ou  o número 0800 726 8068 para renegociação de contrato.

Informações da Agência Brasil

 

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Gol diz que discute alternativas de financiamento junto ao governo federal e ao BNDES https://financenews.com.br/2020/04/gol-diz-que-discute-alternativas-de-financiamento-junto-ao-governo-federal-e-ao-bndes/ https://financenews.com.br/2020/04/gol-diz-que-discute-alternativas-de-financiamento-junto-ao-governo-federal-e-ao-bndes/#respond Tue, 07 Apr 2020 00:59:39 +0000 https://financenews.com.br/?p=78730   Publicado às 21h57min A Gol (GOLL4) informou em comunicado na noite desta segunda, 6, […]

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Publicado às 21h57min

A Gol (GOLL4) informou em comunicado na noite desta segunda, 6, que vem discutindo alternativas de financiamento junto ao governo federal e ao BNDES. “Não obstante, os termos e condições de eventuais financiamentos não estão definidos e, portanto, não há informação a ser divulgada ao mercado neste momento”, afirmou a Gol.

O comunicado da Gol é um esclarecimento à Comissão de Valores Mobiliários e à B3 após a notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico, em 06/04/2020, sob o título “Aéreas e BNDES divergem sobre debêntures”.

Na notícia é informado que o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve ser de cerca de R$ 3 bilhões por empresa (aporte de capital na Gol, Latam e Azul) mas que o crédito esbarra na falta de consenso para definir o preço das debêntures conversíveis que serão emitidas pelas empresas aéreas e subscritas pelo BNDES. Ainda segundo a reportagem, o BNDES estaria disposto a usar como referência, nos contratos, o preço atual das ações dessas companhias em bolsa, cujo valor de mercado “derreteu” com a pandemia do novo coronavírus. As empresas entendem, porém, que seria mais justo que fosse considerado um preço pré-coronavírus. 

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Petrobras pede aos bancos desembolso de linhas de crédito compromissadas de US$ 8 bi https://financenews.com.br/2020/03/petrobras-pede-aos-bancos-desembolso-de-linhas-de-credito-compromissadas-de-us-8-bi/ https://financenews.com.br/2020/03/petrobras-pede-aos-bancos-desembolso-de-linhas-de-credito-compromissadas-de-us-8-bi/#respond Fri, 20 Mar 2020 12:36:14 +0000 https://financenews.com.br/?p=77259   Publicado às 9h35min   A Petrobras informou nesta sexta, 20, que solicitou aos bancos […]

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Publicado às 9h35min

 

A Petrobras informou nesta sexta, 20, que solicitou aos bancos o desembolso de suas linhas de crédito compromissadas (Revolving Credit Lines), no montante de cerca de US$ 8 bilhões. 

“O desembolso é consistente com a estratégia de reforçar a liquidez da companhia, a fim de se resguardar dentro do contexto atual de crise, em função da pandemia do COVID-19 (coronavírus) e do choque de preços do petróleo”, esclareceu a petroleira. 

A companhia disse que está avaliando outras medidas que reforcem ainda mais seu fluxo de caixa, como a redução adicional de custos e otimizações de seu capital de giro. 

Petrobras sobre venda de refinarias 

A Petrobras informou também que, em função das medidas de prevenção ao coronavírus, postergará o recebimento de ofertas vinculantes nos processos de desinvestimento em refino e seus respectivos ativos logísticos, de forma a assegurar a efetiva realização da due diligence por parte dos potenciais compradores. 

Os processos abrangem as refinarias Abreu e Lima (RNEST) em Pernambuco, Landulpho Alves (RLAM) na Bahia, Presidente Getúlio Vargas (REPAR) e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX) no Paraná, Alberto Pasqualini (REFAP) no Rio Grande do Sul, Refinaria Gabriel Passos (REGAP) em Minas Gerais, Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) no Amazonas, Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR) no Ceará.

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Caixa anuncia redução de juros e pausa em contratos de crédito https://financenews.com.br/2020/03/caixa-anuncia-reducao-de-juros-e-pausa-em-contratos-de-credito/ https://financenews.com.br/2020/03/caixa-anuncia-reducao-de-juros-e-pausa-em-contratos-de-credito/#respond Fri, 20 Mar 2020 02:59:11 +0000 https://financenews.com.br/?p=77229   A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (19) novas medidas de enfrentamento ao coronavírus. Segundo o banco, […]

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A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (19) novas medidas de enfrentamento ao coronavírus. Segundo o banco, o objetivo é reduzir os impactos frente ao cenário de queda no índice de produtividade e diminuição da atividade econômica, causados pelas ações de contenção e temor à propagação do coronavírus.

Concomitante à queda da taxa básica de juros, a Selic, o banco informou que reduziu as taxas de juros de linhas de crédito e ofereceu pausa por até 60 dias para contratos de pessoa física e jurídica, inclusive contratos habitacionais. A pausa nos contratos já havia sido anunciada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e é válida para os cinco maiores bancos do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que novas medidas poderão ser anunciadas pelo banco e o prazo de 60 dias de pausa nos contratos de crédito pode ser ampliado se houver necessidade. “Se por acaso, essa crise continuar e for maior, a Caixa ampliará os prazos. E estaremos avaliando todo o dia, toda a semana o impacto [do coronavírus]”, disse, em uma transmissão ao vivo pelo Facebook, hoje.

Guimarães afirmou que a Caixa tem condições de ampliar a oferta de crédito, no atual momento de crise. “Temos tanto dinheiro para empresar e base de capital para suportar esse crescimento do crédito. Essas medidas foram pensadas e estamos muito tranquilos. Temos foco em micro e pequenas empresas, na pessoa física e nos hospitais, em especial as santas casas”, destacou.

Pessoas físicas

Para as pessoas físicas, há a possibilidade de pausa de até 60 dias nas operações parceladas de crédito pessoal

O banco também anunciou a ampliação das linhas de crédito consignado, incluindo as linhas para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Outra medida é a redução de taxa de juros nas linhas de crédito pessoal: crédito consignado a partir de 0,99% ao mês, penhor a partir de 1,99% ao mês e crédito direto ao consumidor (CDC), a partir de 2,17% ao mês.

Há ainda a disponibilização gratuita do cartão virtual de débito Caixa aos mais de 100 milhões de correntistas e poupadores, que possibilita compras online nos sites de e-commerce. O cliente pode habilitar o uso do cartão diretamente no Internet Banking. “A Caixa está focada em oferecer para os seus clientes soluções tecnológicas para a necessidade de ir pessoalmente a agência seja menor”, afirmou Guimarães.

A Caixa também permitirá a renovação do contrato de penhor diretamente no site do banco e canal telesserviço, evitando a necessidade de o cliente comparecer a uma agência bancária

Empresas

A Caixa dará apoio às micro e pequenas empresas, com redução de juros de até 45% nas linhas de capital de giro, com taxas a partir de 0,57% ao mês.

A carência de até 60 dias nas operações parceladas de capital de giro e renegociação também é válida para essas empresas.

Também foram disponibilizadas linhas de crédito especiais, com até seis meses de carência, para empresas que atuam nos setores de comércio e prestação de serviços, mais afetadas pelo momento atual.

Segundo a Caixa, as linhas de aquisição de máquinas e equipamentos estão com taxas reduzidas e até 60 meses para pagamento.

Habitação

Para contratos habitacionais de pessoa física, os clientes poderão solicitar a pausa estendida de até duas prestações pelo aplicativo Habitação Caixa, sem a necessidade de comparecimento às agências.

Empresas também poderão solicitar pausa estendida de até duas prestações em seus contratos habitacionais.

Santas casas

Serão liberados mais R$ 3 bilhões em orçamento em linhas destinadas a santas casas e hospitais filantrópicos que prestam serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS), para reestruturação de dívidas e novos recursos. Segundo o presidente da Caixa, o total desse tipo de financiamento subirá de R$ 75 bilhões para R$ 78 bilhões.

A taxa de juros dos financiamentos serão de 0,80% ao mês para prazos de até 60 meses (redução de 14%). E para até 120 meses, a taxa será 0,87% ao mês (redução de 23%). Também haverá carência de até seis meses.

Atendimento

Para minimizar os riscos de contaminação e exposição dos nossos clientes à Covid-19, a Caixa recomenda a utilização dos canais digitais como Internet Banking, aplicativo e terminais de autoatendimento.

Voucher

Sobre o pagamento do voucher (cupom) para proteger os trabalhadores informais, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego, Guimarães afirmou que ainda está sendo discutido como será feita a distribuição. Ele disse, entretanto, que o trabalho será feito por agências, lotéricas, correspondentes e on line.

Informações da Agência Brasil

 

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BB passa a oferecer financiamento imobiliário com taxas diferenciadas https://financenews.com.br/2019/08/bb-passa-a-oferecer-financiamento-imobiliario-com-taxas-diferenciadas/ https://financenews.com.br/2019/08/bb-passa-a-oferecer-financiamento-imobiliario-com-taxas-diferenciadas/#respond Wed, 21 Aug 2019 01:32:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=64341   Publicado às 20h59min No mesmo dia em que a Caixa Econômica anunciou crédito habitacional corrigidos […]

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Publicado às 20h59min

No mesmo dia em que a Caixa Econômica anunciou crédito habitacional corrigidos pela inflação,  o Banco do Brasil (BB) passou a oferecer financiamentos imobiliários com juros diferenciados conforme o prazo de operação. Modalidade inédita no Brasil, esse tipo de crédito, segundo o BB, busca atender à demanda por financiamentos mais curtos com taxas mais baixas.

Válido para as linhas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e para a Carteira Hipotecária (CH), o novo sistema caracteriza-se pela diminuição dos juros quanto mais curto for o prazo. As operações de 60 meses (cinco anos) terão taxa a partir de 7,99% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), que está zerada. Os financiamentos de 359 a 418 meses (29 anos e 11 meses a 34 anos e 10 meses) cobrarão juros a partir de 8,45% ao ano mais TR.

Nas linhas SFH e CH, o cliente têm carência de até seis meses (seis meses para pagar a primeira prestação) e a possibilidade de pular a parcela um mês por ano. A simulação com as novas taxas por prazo já pode ser conferida na página www.bb.com.br/imoveis.

Confira as novas faixas de prazo dos financiamentos imobiliários do BB:

  • 60 meses: a partir de 7,99% a.a. + TR
  • De 61 a 118 meses: 8,05% a.a. + TR
  • De 119 a 178 meses: 8,10% a.a. + TR
  • De 179 a 238 meses: 8,15% a.a.+ TR
  • De 239 a 298 meses: 8,24% a.a. +TR
  • De 299 a 358 meses: 8,29% a.a. +TR
  • De 359 a 418 meses: 8,45% a.a. + TR

 

Fonte: Agência Brasil

 

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Caixa anuncia financiamento habitacional corrigido pelo IPCA https://financenews.com.br/2019/08/caixa-anuncia-financiamento-habitacional-corrigido-pelo-ipca/ https://financenews.com.br/2019/08/caixa-anuncia-financiamento-habitacional-corrigido-pelo-ipca/#respond Wed, 21 Aug 2019 01:14:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=64336     Publicado às 19h02min O governo federal anunciou hoje (20), em evento no Palácio […]

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Publicado às 19h02min

O governo federal anunciou hoje (20), em evento no Palácio do Planalto, o lançamento de uma nova linha de financiamento habitacional na Caixa Econômica Federal (CEF). Essa linha vai operar contratos habitacionais corrigidos pela inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais uma taxa fixa.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, havia adiantado a medida na semana passada, sem detalhes. Na tarde desta terça-feira, no Planalto, Guimarães explicou que a nova linha, baseada no IPCA, trará taxas reduzidas e utilizará o IPCA no lugar da Taxa Referencial (TR), definida pelo Banco Central e considerada por Guimarães de baixa previsibilidade.

A nova linha traz uma taxa de 4,95% do valor financiado mais correção do IPCA. A porcentagem pode chegar a 2,95% do valor financiado para quem tem as melhores relações com o banco (ter conta no banco e apresentar baixo risco de inadimplência, por exemplo). Os valores serão corrigidos mensalmente, prestação a prestação, conforme o IPCA mais recente.

Já a linha de financiamento praticada atualmente traz uma correção de TR mais 9,75% do valor financiado. Essa porcentagem pode cair até 8,5%, sendo 8,5% para clientes com boas relações com o banco.

Prestações menores

Guimarães disse que o valor da prestação do financiamento imobiliário poderá ser reduzido até pela metade. “O que representa isso? Um imóvel de R$ 300 mil, que hoje você começa pagando R$ 3 mil, você baixará, com 4,95% de taxa, de R$ 3.168 para R$ 2 mil. Se você chegar a uma taxa de 2,95%, você chega a uma redução de 51% na prestação”.

Caso o cliente não queira financiar com base no IPCA, temendo um aumento muito grande na inflação no futuro, ele poderá optar pela linha já usada. “Se o cliente tiver esse receio, ele pode continuar com TR. Exatamente por causa disso, um componente do IPCA mais volátil, que a gente reduziu tanto, para 4,95%”, disse o presidente da Caixa.

O presidente Jair Bolsonaro participou do evento e disse que a medida é um ganho para a sociedade como um todo, tanto para quem vai comprar, quanto para os setores imobiliário e da construção. “Isso é muito bem-vindo. E a sociedade toda ganha, todo mundo ganha. Vamos, na medida do possível, dando sinais que queremos fazer um Brasil melhor para todos”.

Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, a medida deverá favorecer o mercado. “A transferência do indexador da prestação do crédito imobiliário – da TR [Taxa Referencial], que não tem a confiança dos investidores, para o Índice de Preços [IPCA]– deve favorecer o mercado. […] A atualização por Índice de Preços estimula o apetite para esses agentes [financeiros] comprarem os papéis”, disse Martins, em nota.

Para Martins, a medida estimulará a concorrência, trará dinheiro novo e abrirá caminho para que os custos para o crédito imobiliário diminuam. “O consumidor final vai poder pagar menos em prestações, pois a economia brasileira vai ter um mercado real em vez de um ‘mercado de apostas’”, disse.

Agência Brasil

 

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MRV: financiamento habitacional corrigido pelo IPCA é ‘oportunidade’ https://financenews.com.br/2019/08/mrv-financiamento-habitacional-corrigido-pelo-ipca-e-oportunidade/ https://financenews.com.br/2019/08/mrv-financiamento-habitacional-corrigido-pelo-ipca-e-oportunidade/#respond Wed, 21 Aug 2019 00:56:43 +0000 https://financenews.com.br/?p=64329   Publicado às 21h54min A MRV afirmou em comunicado ao mercado nesta terça, 20, após […]

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Publicado às 21h54min

A MRV afirmou em comunicado ao mercado nesta terça, 20, após o pregão, que vê o financiamento habitacional corrigido pelo IPCA como oportunidade.

“Vemos esta nova modalidade de financiamento como mais um indicativo da assertividade do timing de nossa estratégia de diversificação de produtos, no momento em que aumentamos os lançamentos com funding do SBPE, que passará a oferecer financiamentos capazes de concorrer com o MCMV faixa 3”, destacou.

Segundo a empresa, o anúncio do financiamento atrelado ao IPCA apresenta uma “excelente oportunidade de expansão mercadológica para a companhia”.

A Caixa detalhou nesta terça-feira o novo modelo

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que a nova linha, baseada no IPCA, trará taxas reduzidas e utilizará o IPCA no lugar da Taxa Referencial (TR), definida pelo Banco Central e considerada por Guimarães de baixa previsibilidade.

A nova linha traz uma taxa de 4,95% do valor financiado mais correção do IPCA. A porcentagem pode chegar a 2,95% do valor financiado para quem tem as melhores relações com o banco (ter conta no banco e apresentar baixo risco de inadimplência, por exemplo). Os valores serão corrigidos mensalmente, prestação a prestação, conforme o IPCA mais recente.

Já a linha de financiamento praticada atualmente traz uma correção de TR mais 9,75% do valor financiado. Essa porcentagem pode cair até 8,5%, sendo 8,5% para clientes com boas relações com o banco.

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Rumo contrata financiamento de R$ 2,8 bi com BNDES https://financenews.com.br/2018/10/rumo-contrata-financiamento-de-r-28-bi-com-bndes/ https://financenews.com.br/2018/10/rumo-contrata-financiamento-de-r-28-bi-com-bndes/#respond Fri, 19 Oct 2018 22:51:54 +0000 https://financenews.com.br/?p=45347   A Rumo (B3: RAIL3) informou nesta sexta, 19, após o pregão que celebrou contratos […]

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A Rumo (B3: RAIL3) informou nesta sexta, 19, após o pregão que celebrou contratos de financiamento mediante abertura de crédito perante o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que somam o montante máximo de R$ 2 bilhões 887 mil e 298 reais.

Os financiamentos contarão com carência até dezembro de 2019, com prazo de pagamento até dezembro de 2029 e a um custo máximo de TJLP + 3,88% ao ano.

“Os valores dos financiamentos do BNDES serão destinados a apoiar os investimentos no âmbito da concessão de transporte ferroviário de cargas, inclusive na concessão da Rumo Malha Paulista S.A., e ainda estão sujeitos ao cumprimento de condições usuais para desembolso”, afirmou a Rumo.

 

 

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CEF reduz para 8,75% taxa de juros para imóveis https://financenews.com.br/2018/09/caixa-reduz-de-95-para-875-taxas-de-juros-para-imoveis/ https://financenews.com.br/2018/09/caixa-reduz-de-95-para-875-taxas-de-juros-para-imoveis/#respond Fri, 14 Sep 2018 19:49:37 +0000 https://financenews.com.br/?p=43324   A Caixa Econômica Federal anunciou a redução de 0,75 ponto percentual nas taxas de […]

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A Caixa Econômica Federal anunciou a redução de 0,75 ponto percentual nas taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). A redução vale para imóvel de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% ao ano para 8,75% ao ano. E a taxa máxima cai de 11% para 10,25% ao ano. As novas taxas começam a valer a partir do dia 24 deste mês.

A Caixa informou também que a partir de novembro oferecerá um novo serviço de avaliações de imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídicas. Segundo o banco, o Caixa Avalia é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site com contratação 100% digital.

Reduções de juros

Em abril, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho, o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica. Em agosto, a Caixa promoveu uma redução de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do SBPE. O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física subiu de 70% para 80%.

A Caixa tem R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional este ano. No 1º semestre, foram contratados mais de R$ 40 bilhões. O banco tem cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 800 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH, são enquadrados no SFI, que financia imóveis com recursos de poupança.

Informações da Agência Brasil

 

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Valor de imóvel financiado com FGTS passa para R$ 1,5 milhão https://financenews.com.br/2018/07/valor-de-imovel-financiado-com-fgts-passa-para-r-15-milhao/ https://financenews.com.br/2018/07/valor-de-imovel-financiado-com-fgts-passa-para-r-15-milhao/#respond Wed, 01 Aug 2018 01:03:27 +0000 https://financenews.com.br/?p=40531   Os mutuários voltarão a poder financiar imóveis de valor mais alto com recursos do […]

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Os mutuários voltarão a poder financiar imóveis de valor mais alto com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Conselho Monetário Nacional (CMN) elevou para R$ 1,5 milhão o teto de valor das unidades que podem ser adquiridas por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que empresta dinheiro com recursos do FGTS com juros menores que as taxas de mercado.

O novo teto vai beneficiar todas as regiões do país e valerá para o financiamento de imóveis residenciais novos contratados a partir de 1º de janeiro próximo. Concedidos com recursos do FGTS e da poupança, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

Flexibilização

Além de elevar o teto dos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia, o CMN flexibilizou a parcela que os bancos são obrigados a aplicar em crédito imobiliário. Até agora, os bancos precisavam destinar 65% dos recursos da poupança para o financiamento de imóveis, dos quais 80% (o equivalente a 52% dos depósitos na caderneta) deveriam ser empregados no SFH.

Com a decisão de hoje, o sublimite de 80% deixará de vigorar em janeiro. Dessa forma, os bancos poderão usar os recursos da poupança para financiarem imóveis de qualquer valor, a critério de cada instituição. No entanto, os bancos que concederem crédito para imóveis de até R$ 500 mil terão o valor multiplicado por 1,2 para facilitar o cumprimento da exigência de usarem 65% da poupança no financiamento imobiliário.

Estímulo à construção

Segundo o Banco Central (BC), as medidas foram tomadas para estimular a construção civil. Recentemente, entidades do setor reclamaram que a indústria da construção continua a recuar e a enfrentar dificuldades para sair da crise por causa do alto custo dos financiamentos.

“Esse conjunto de aperfeiçoamentos, ao flexibilizar e simplificar as regras do direcionamento, pretende estimular a entrada de novos operadores e a melhor segmentação de mercado. Espera-se, ainda, uma maior compatibilidade entre a oferta e a demanda de financiamentos, respeitando-se a estrutura e as características de nosso mercado imobiliário. A maior liberdade para contratação pode estimular também o desenvolvimento do mercado de securitização [conversão de papéis] e de títulos com lastro em operações imobiliárias, atraindo novos recursos para o setor”, explicou o BC em nota.

Teto permanente

Em novembro de 2016, o CMN tinha reajustado o teto de financiamento de imóveis pelo SFH de R$ 650 mil para R$ 800 mil, na maior parte do país, e de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em fevereiro do ano passado, o limite foi reajustado para R$ 1,5 milhão por unidade em todas as regiões do país <http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-02/conselho-amplia-limite-de-financiamento-de-imoveis-pelo-fgts-ate-o-fim-do>, valor que vigorou até o fim do ano passado.

Em janeiro deste ano, tinham passado a valer o teto anterior, de R$ 950 mil, para quatro unidades da Federação, e de R$ 750 mil no restante do país. Segundo o BC, o valor máximo de R$ 1,5 milhão por imóvel será permanente.

Informações da Agência Brasil

 

 

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BRF contrata R$ 1,1 bilhão do Bradesco https://financenews.com.br/2018/07/brf-contrata-r-11-bilhao-do-bradesco/ https://financenews.com.br/2018/07/brf-contrata-r-11-bilhao-do-bradesco/#respond Mon, 02 Jul 2018 12:49:37 +0000 https://financenews.com.br/?p=38125   O conselho de administração da BRF (B3:BRFS3; NYSE: BRFS) em reunião realizada no dia […]

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BRF

 

O conselho de administração da BRF (B3:BRFS3; NYSE: BRFS) em reunião realizada no dia 29 de junho de 2018, aprovou, por unanimidade de votos, a contratação e desembolso, junto ao Banco Bradesco, de Nota de Crédito à Exportação (NCE) no montante de aproximadamente R$1,1 bilhão de reais, equivalentes a US$280 milhões, com juros semestrais e vencimento em 05 de junho de 2023.

A informação foi divulgada nesta segunda, 2.

“A BRF vem demonstrando intenso foco na administração de seu passivo, objetivando a extensão do prazo médio de seu endividamento e priorizando a manutenção da sua robusta posição de liquidez de curto prazo”.

Na última sexta-feira a BRF informou em fato relevante que seu conselho de administração aprovou o plano de reestruturação operacional e financeira da companhia.

Segundo a empresa, o objetivo é melhorar sua estrutura de capital, por meio da redução de sua alavancagem.

“O plano contempla, também, o reforço de seus processos de qualidade e gestão. O ponto de partida desse plano é a decisão da companhia de focar as suas operações no mercado doméstico brasileiro, na Ásia e no mercado muçulmano, neste último caso atendido por plantas exclusivas, que incluem os ativos de Banvit, na Turquia”, destacou a BRF.

“São mercados onde a companhia está entre as posições de liderança e tem fortes vantagens competitivas”, afirmou.

Está prevista no plano a venda de unidades operacionais na Europa, Tailândia e Argentina.

“Importante ressaltar que a venda desses ativos não exclui a exportação para esses mercados”, ressaltou a BRF.

O plano também abrange a venda de ativos imobiliários e não operacionais, e de participações minoritárias em empresas.

Uma outra iniciativa é a realização de operação de securitização de recebíveis.

A previsão é arrecadar aproximadamente R$ 5 bilhões com as medidas acima destacadas, fazendo com que a razão entre a dívida líquida e o EBITDA fique em torno de 4,35x em dezembro de 2018, já considerando a recente alta do dólar e os impactos referentes às restrições parciais de exportação para o mercado externo, e abaixo de 3,00x em dezembro 2019.

A BRF afirmou que o plano aprovado pelo conselho de administração não contempla a emissão de novas ações.

O reforço no caixa decorrerá, também, de uma melhor gestão de estoques de matéria-prima (congelados) e de produto acabado.

Neste sentido terá continuidade o plano de reestruturação fabril, que tem como principal objetivo a readequação da estrutura produtiva à demanda de mercado.

Em andamento desde março deste ano, a iniciativa incluiu readequação nas linhas de produção, férias coletivas e a redução de cerca de 5% do quadro de funcionários nas operações fabris no Brasil.

Ao longo dos próximos 60 dias, os ajustes finais serão implementados em 22 das 35 unidades fabris no país.

“Com o objetivo de minimizar os impactos dessas reduções nas comunidades locais, a companhia adotou medidas como o aproveitamento do turnover voluntário das plantas e a realocação das equipes. A BRF tem buscado o diálogo com os produtores integrados afetados por essas medidas a fim de esclarecer dúvidas e informar sobre os próximos passos”, informou a BRF.

Segundo a companhia, os esforços para otimização de custo e ampliação da rentabilidade também incluem a simplificação da estrutura organizacional com redução do número de vice-presidências de 14 para 10, divididas em três grandes áreas.

Serão três vice-presidências, com foco em mercados: Brasil, Halal e Internacional. Na frente operacional, serão também três vice-presidências: Operações, Planejamento Operacional (S&OP) e Qualidade; e quatro vice-presidências corporativas: Finanças e Relações com Investidores, Planejamento Estratégico e Gestão, Recursos Humanos e Serviços Compartilhados, e Institucional e Compliance.

A alta administração da BRF traçou como objetivo para toda a organização o retorno de suas ações ao ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) e Dow Jones Sustentability Index – Emerging Markets, que listam as empresas referência em sustentabilidade nas bolsas de São Paulo e Nova Iorque, respectivamente.

“Esse conjunto de medidas é pré-condição necessária para a formulação do planejamento estratégico da companhia, que será aprovado até o final do próximo mês de agosto, cujo objetivo principal será o estabelecimento de estratégia de crescimento sustentável, a ser implementada com disciplina e excelência em todos os campos em que a BRF atua”, destacou a empresa no fato relevante.

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Petrobras recebe US$ 900 milhões do China Exim Bank https://financenews.com.br/2018/05/petrobras-us-900-milhoes-do-china-exim-bank/ https://financenews.com.br/2018/05/petrobras-us-900-milhoes-do-china-exim-bank/#respond Wed, 30 May 2018 22:45:54 +0000 https://financenews.com.br/?p=36169 A Petrobras informou nesta quarta, 30, que recebeu hoje US$ 900 milhões, referente ao desembolso […]

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A Petrobras informou nesta quarta, 30, que recebeu hoje US$ 900 milhões, referente ao desembolso da primeira parcela do financiamento contratado com o Export-Import Bank of China, no valor total de US$ 1 bilhão.

“Esse financiamento é inédito para Petrobras, com seguro de crédito do Sinosure, Agência Oficial de Crédito à Exportação da China, e também com o China Exim Bank”, destacou a estatal.

O saldo remanescente, de US$ 100 milhões, deverá ser desembolsado até maio de 2019.

A petroleira afirmou que a operação está em linha com a estratégia de gerenciamento de passivos da Petrobras, levando em consideração a meta de desalavancagem prevista em seu Plano de Negócios e Gestão 2018- 2022.

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Imóvel: hora de comprar? https://financenews.com.br/2018/05/nao-tenho-duvidas-de-que-chegou-hora-de-comprar-um-imovel/ https://financenews.com.br/2018/05/nao-tenho-duvidas-de-que-chegou-hora-de-comprar-um-imovel/#respond Fri, 18 May 2018 02:01:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=35157     Com os juros bancários caindo, muita gente se pergunta se já é hora […]

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Economista Alfredo Meneghetti Neto

 

 

Com os juros bancários caindo, muita gente se pergunta se já é hora de realizar o sonho de comprar um imóvel.

Sobre o tema, o Finance News conversou com o economista e professor da PUC do Rio Grande do Sul, Alfredo Meneghetti Neto.

 

Professor Meneghetti, com os grandes bancos reduzindo as taxas de juros para o intervalo entre 8,85% ao ano + TR e 9% ao ano + TR (pelo Sistema Financeiro Habitacional), chegou a hora de comprar um imóvel?

Alfredo Meneghetti Neto – “O cidadão brasileiro diante dessas boas opções de financiamento tanto pela Caixa Econômica Federal, provavelmente a seguir bancos comerciais que vão estar neste cenário de redução de taxas de juros, eu não tenho dúvidas de que chegou a hora de comprar um imóvel. Os preços dos imóveis se estabilizaram. Não houve nem redução nem aumento vertiginoso. Pelo contrário. Eles estão em um patamar adequado. Diante da melhora das condições de financiamento a gente imagina que existe um cenário no segundo semestre de aumento de preço dos imóveis. E agora até junho, julho talvez o cidadão tenha ainda tenha boas condições de preço. Então, esses argumentos levam a crer que esse é o momento, maio, junho e julho de fazer a compra de um imóvel”.

Os juros dos bancos para o financiamento imobiliário podem cair ainda mais?

Alfredo Meneghetti Neto – “Não creio que as taxas de juros dos financiamentos dos imóveis podem cair ainda mais. A não ser as dos bancos comerciais que ainda não estão ajustados, alinhados com o protagonismo da Caixa Econômica Federal. Creio que diante dessa melhora da demanda, ou seja, estamos prevendo que a demanda por imóveis novos e usados deve aumentar a partir de agora. Com isso, creio que é hora dos bancos ganharem mais através do volume comercializado. Não creio que os juros dos financiamentos imobiliários devem cair ainda mais”.

Ano que vem o mercado trabalha com a Selic em 8% ao ano, segundo o relatório Focus. Ou seja, a Selic pode voltar a subir. Com isso as taxas dos bancos para o financiamento de imóveis também podem voltar a subir?

Alfredo Meneghetti Neto – “Na realidade é isso que o mercado já está precificando. Vamos ter ao longo do ano uma taxa de crescimento da economia brasileira muito boa, economistas falam em torno de 3%, isso tanto em função do ano eleitoral como também da recuperação da economia que a gente viu no finalzinho de 2017. Vários indicadores antecedentes mostraram isso e devem continuar mostrando não só no primeiro semestre de 2018, mas no segundo semestre de 2018. Com isso, com esse aquecimento da economia, com o aquecimento de negociação e comercialização de vários segmentos industriais e comerciais, a tendência é os empresários repassarem isso para os preços. E os preços voltando a subir, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) deve também repercutir. A política monetária no Brasil é justamente aumentou a inflação, aumentou as taxas de juros. Então, o que dizem os economistas está correto. Com todos esses movimentos da economia nós vamos ter uma Selic bem maior. Talvez alguma coisa entre 8,5% a até 9% ao ano.

Não podemos fugir da clássica dúvida: é mais vantajoso pagar aluguel ou comprar um imóvel financiado?

Alfredo Meneghetti Neto – “Comprar um imóvel financiado. Certamente o cidadão tem o sonho da casa própria e esse sonho tem que ser realizado. Tem que ser a realização de todo esforço de aumento de patrimônio. A literatura de finanças pessoais impõe que um imóvel tem que ser o sonho de um cidadão que quer ter uma vida mais confortável, segura e mais consistente. É claro que isso é um debate. Tem economistas que defendem viver em aluguel e colocar esse dinheiro como poupança. Mas a minha posição é a concretização da casa própria”.

Para quem paga, por exemplo, mil reais de aluguel e pretende financiar um imóvel cuja prestação é de 3 mil, faz sentido financiar?

Alfredo Meneghetti Neto  – “Certamente faz sentido financiar. A gente pensa que a prestação de 3 mil reais, nesse exemplo da pergunta, seja um compromisso que o cidadão vai cumprir, vai se esforçar vai colocar dentro de seu orçamento e fazer o enfrentamento todos os meses. Isso valoriza a construção do patrimônio. E também o próprio Governo ajuda no sentido de poder usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Se não usar, o FGTS é uma das coisas que menos rende na economia brasileira, fica abaixo até da Caderneta de Poupança, o que é péssimo. No momento que ele pode usar o Fundo de Garantia para a concretização do sonho da casa própria certamente vai fazer todo o sentido financiar”.

Podemos afirmar que a grande estratégia é juntar dinheiro para dar uma boa entrada? Mais de 50% do valor do imóvel de entrada já ajuda?

Alfredo Meneghetti Neto – “Sim. É a grande estratégia juntar dinheiro não só para dar entrada, mas também para fazer o enfretamento da formalização do imóvel. O imóvel custa muito para formalizar, para aparelhar, para colocar a mobília, para mobiliar. Não tenho dúvidas de que quanto mais a pessoa juntar dinheiro para dar uma boa entrada certamente vai fazer toda a diferença e vai ajudar muito”.

Comprar um imóvel para alugar é vantagem nesse momento?

Alfredo Meneghetti Neto – “Acho que uma carteira de ativos não deve ser formada de imóveis. Acho que hoje nas opções que existem no mercado financeiro, é fundamental o cidadão dar liquidez, já que um imóvel não tem liquidez alguma, principalmente agora que a economia está recém retomando e tem muitos imóveis colocados à disposição. O estoque está muito alto. Fazer um investimento, compra de um imóvel, e depois buscar um aluguel tanto residencial quanto comercial não é vantagem. O cidadão hoje poderia ter uma regrinha básica para uma carteira de ativos adequada, moderna, pró-ativa, de acordo com o cenário brasileiro que a gente vive, fazendo a regrinha de 33, 33, 33 e 1%. 33% eu colocaria em ações. 33% em Títulos do Tesouro, 33% em Certificado de Depósito Bancário. Deixaria 1% na poupança e, eventualmente em alguma moeda internacional, para fazer frente a eventuais necessidades de caixa. Essa é a melhor carteira de ativos da atualidade”.

Muitos especialistas dizem que em vez de comprar um imóvel para alugar, o melhor é aplicar em Fundos Imobiliários. O Sr. concorda?

Alfredo Meneghetti Neto – “Não. Fundos Imobiliários pagam taxa de administração. A carteira que dei como exemplo na resposta anterior, ela é praticamente o mínimo possível em taxa de administração. Fundos, qualquer tipo, fundos imobiliário, do agronegócio, fundos de lastreados em ações que os bancos oferecem certamente faz muito bem o cidadão ficar longe disso aí. Qualquer tipo de fundo tem taxa de administração que varia de 2% ao ano até 5% ao ano, que é quase o que dá a Caderneta de Poupança. A taxa de administração é muito alta”.

Comprar um imóvel esperando que o mesmo se valorize como ocorreu entre 2009 e 2012, é um erro?

Alfredo Meneghetti Neto – Creio que os imóveis não tendem a valorizar nos próximos anos. Acho que os preços devem ainda se manter. Provavelmente dependendo da demanda, como falei antes, pode ocorrer uma pequena aquecida.

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Importante:

O artigo foi redigido com base na opinião de um especialista consultado pela reportagem. Esse portal não faz qualquer tipo de recomendação de investimento e não se responsabiliza por perdas, danos diretos ou indiretos e lucros cessantes resultantes de decisões tomadas a partir de seu conteúdo, gráficos, tabelas ou vídeos.

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Publicado às 21h26min 

A Rossi Residencial (RSID3) informou nesta quinta, 21, que após negociações conduzidas junto ao Banco Bradesco, Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal, a companhia concluiu o processo de reestruturação de aproximadamente R$ 1 bilhão e 660 milhões de reais em dívidas financeiras.

A empresa e o Bradesco celebraram Memorando de Entendimentos (Mou) não vinculante, tendo por objeto a reestruturação de dívidas corporativas, decorrentes de operações financeiras firmadas entre as partes, no valor aproximado de R$ 1 bilhão de reais.

Como principal medida estabelecida pelo Mou, destaca-se a quitação parcial dos valores devidos pela companhia por meio de ativos que já fazem parte da cesta de garantias constituída para suportar as atuais operações financeiras.

Junto ao Banco do Brasil, a companhia também acordou a restruturação de suas dívidas financeiras corporativas, que atualmente têm valor aproximado de R$ 250 milhões de reais.

Parte deste montante será quitado ao longo dos próximos 3 anos com recebimentos provenientes da venda de imóveis – apartamentos prontos e terrenos, que já fazem parte da cesta de garantias constituída para suportar as atuais operações financeiras. O saldo remanescente também terá prazo de pagamento estendido para melhor adequação ao Fluxo de Caixa futuro da Companhia.

A Rossi afirmou que neste último trimestre de 2017 concluiu junto à Caixa Econômica Federal a negociação referente aos contratos de financiamento à produção (SFH) de 9 obras apoiadas pela instituição que tinham saldo de endividamento.

O valor reestruturado é de aproximadamente R$ 410 milhões de reais e os novos contratos preveem uma extensão na data de vencimento em mais 3 anos, a fim de adequar o fluxo de amortizações à velocidade de vendas esperada para esses projetos.

A restruturação abrange aproximadamente 90% da sua dívida corporativa total e 100% da dívida com seu principal credor nas operações de SFH.

“Além da significativa redução do nível de alavancagem e da redução nas despesas financeiras projetadas para os próximos anos, a reestruturação contribuirá indiretamente para a retomada do ciclo de lançamentos”, afirmou a Rossi.

Novos empreendimentos voltados para o segmento econômico, no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida, loteamentos e incorporação, já estão em fase de aprovação junto aos órgãos competentes para futuro lançamento.

Deste conjunto de novos desenvolvimentos, a maior parte terá origem no atual banco de terrenos da companhia que, mesmo após a reestruturação permanecerá com valor potencial de vendas estimado em R$ 4 bilhões de reais na parte Rossi.

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A Caixa Econômica Federal (Caixa) reduziu os limites de financiamento para imóveis novos de 90% para 80%, e usados de 70% para 60%.

A mudança abrange financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – programa Minha Casa, Minha Vida e linhas Pró-Cotista e CCFGTS – e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

Segundo nota da Caixa, o objetivo é a “adequação em relação à política de alocação de capital do banco”. A instituição disse ainda que menos de 10% dos clientes que procuram o banco para realizar operações de financiamento serão afetados.

Nos financiamentos via FGTS regulados segundo a tabela SAC, caiu de 90% para 80% o limite para imóveis novos pelo Minha Casa, Minha Vida, Pró-Cotista e CCFGTS.

Ainda na tabela SAC, caiu igualmente de 90% para 80% o limite financiado com recursos do SBPE para imóvel novo, adjudicado, construção em terreno próprio ou aquisição de terreno e construção (servidor público) e imóvel adjudicado (demais clientes).

Por fim, em financiamentos regulados pela tabela Price, o limite para financiar imóvel usado caiu de 70% para 60% no Pró-Cotista e de 80% para 70% no CCFGTS.

Informações da Agência Brasil

 

 

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