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Atualização: Rede D’Or e Axia saltam; expectativa com Petrobras e outros destaques corporativos https://financenews.com.br/2025/11/atualizacao-rede-dor-e-axia-saltam-expectativa-com-petrobras-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2025/11/atualizacao-rede-dor-e-axia-saltam-expectativa-com-petrobras-e-outros-destaques-corporativos/#respond Thu, 06 Nov 2025 16:31:23 +0000 https://financenews.com.br/?p=197256             Publicado às 13h31 Ibovespa O Ibovespa marcou uma nova […]

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Gráfico diário do Ibovespa às 13h25

 

 

 

 

 

 

Publicado às 13h31

Ibovespa

O Ibovespa marcou uma nova máxima histórica nesta quinta-feira, 6, ao cruzar pela primeira vez os 154 mil pontos. Na máxima até agora chegou aos 154.352 pontos, um novo recorde. Às 13h30 o índice tinha leve alta de 0,23% aos 153.646 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,09% a R$ 5,356 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam no positivo neste começo de tard. Às 13h30 as ações PN subiam 1,13% a R$ 31,20. A petroleira estatal divulga o resultado na noite desta quinta-feira. Analistas mantêm expectativa com relação ao pagamento de dividendo.

Axia Energia (Eletrobras)

Às 13h29 as ações ON subiam 3,08%. Na avaliação do BTG, a Axia (antiga Eletrobras), cujo ticker da ação ação preferencial B será AXIA6 a partir do dia 10 de novembro, apresentou resultados muito fortes no terceiro trimestre (3T25), com Ebitda regulatório ajustado de R$ 5,9 bilhões, superando em 20% a estimativa de R$ 4,9 bilhões. Para o banco, a companhia manteve margens elevadas, antecipando com precisão as condições de mercado. O lucro líquido IFRS foi de R$ 2,2 bilhões, muito acima da projeção de R$ 651 milhões, embora os números contábeis tenham sido afetados por baixas contábeis de ativos vendidos. A empresa anunciou dividendos de R$ 4,3 bilhões, totalizando R$ 8,3 bilhões no ano, sustentados pela venda da Eletronuclear e Emae e pelos preços fortes de energia no 3T25 e 2026.

Rede D’Or (RDOR3)

Às 13h29 as ações saltavam 6,28%. A Rede D’or reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,455 bilhão no 3T25, alta de 19,8% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Com ajustes, o lucro foi de R$ 1,508 bilhão, alta anual de 19,0%. Na avaliação do BTG, a Rede D’Or reportou resultados acima das expectativas no 3T25, com recordes no segmento hospitalar (ocupação, cirurgias, Receita), desempenho robusto em oncologia, resiliência em seguros e melhora no capital de giro; todos os segmentos vieram acima do esperado.

Engie Brasil (EGIE3)

Às 13h29 as ações tinham alta de 1,07%. A Engie Brasil divulgou resultados sólidos no 3T25, impulsionados principalmente pelo bom desempenho de sua unidade de geração, observa XP. A companhia reportou Ebitda ajustado de R$ 1,7 bilhão, 13% acima da projeção da XP e em linha com o consenso de mercado. A Engie Brasil anunciou um aumento de capital por meio de bonificação de ações, o que deve elevar o número de ações em circulação em cerca de 30%. 

Lavvi (LAVV3)

Na avaliação da XP a Lavvi divulgou resultados positivos para o terceiro trimestre de 2025, em linha com as expectativas. Os analistas destacam a expansão positiva da receita de 5% no ano, apesar da queda nas vendas líquidas na base anual, e margens brutas aumentando para 35,3%. Foi mantida a recomendação de “compra” e preço-alvo de R$ 17 (para o final do ano de 2026).

O conselho de administração da Lavvi aprovou a distribuição de dividendos intercalares e adicionais no montante total de R$ 124,6 milhões, sendo dividendos intercalares no valor de R$ 24,6 milhões e dividendos adicionais no valor de R$ 100 milhões. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 5. O valor por ação é de R$ 0,63. Terão direito aos dividendos declarados as pessoas titulares de ações da companhia na data-base de 13 de novembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 14 de novembro de 2025, inclusive. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 26 de novembro de 2025. 

Vibra (VBBR3)

Às 13h38 as ações subiam 2%. O time da XP destaca no resultado do terceiro trimestre a forte geração de caixa. O FCFE (Free Cash Flow to Equity, também conhecido como Fluxo de Caixa do Acionista) foi de R$ 2,5 bilhões (yield de 9,4% no trimestre) significativamente impulsionado pelo capital de giro (R$ 2 bilhões). Mas para seus analistas, a Vibra divulgou resultados ligeiramente abaixo das expectativas. A ‘frustração’ em relação as suas estimativas foi explicada principalmente pela Comerc e não pelas margens de distribuição, explica o time da XP em relatório.

Brava (BRAV3)

O time de analistas da Genial Investimentos avalia que a Brava reportou um Ebitda ligeiramente abaixo do consenso no terceiro trimestre (3T25). A equipe observa esse trimestre como positivo do ponto de vista estritamente operacional, mas destaca que talvez ainda seja insuficiente para destravar o valor que espera para o case, que na leitura do time deve se orientar pelo tema de desalavancagem. Com relação a dividendos, a equipe de analistas acredita que a companhia não vai pagar em 2025 porque o foco deve seguir na desalavancagem do balanço.

Minerva (BEEF3)

Às 13h28 as ações da Minerva caíam 13,4%. A equipe do BTG observa que o lucro líquido foi de R$ 118 milhões, afetado por despesas financeiras maiores ligadas a hedge cambial. A forte geração de caixa veio da redução de estoques em R$ 1,6 bilhão, para 29 dias de custo, do aumento de adiantamentos de clientes e financiamentos de fornecedores. O banco afirma que a sustentabilidade dessa geração de caixa é questionada, pois o financiamento via clientes e fornecedores pode se reverter. As estimativas serão atualizadas. Foi mantida a recomendação “neutra”.

Vivara (VIVA3)

Com relação à Vivara, a equipe do BTG avalia que a companhia apresentou resultados robustos no 3T25, com receita e margens acima das estimativas, sustentadas pelo bom desempenho da marca Vivara, apesar da desaceleração em Life.

BB Seguridade, Caixa Seguridade, Porto

As ações das seguradoras têm alta nesta manhã com o tom do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), sendo considerado duro. A taxa Selic alta tende a impactar positivamente ações do setor. Às 11h35 as ações da BB Seguridade subiam 0,65%; as da Caixa Seguridade +1,60% e os da Porto +1,39%. Vale lembrar que a Caixa Seguridade divulga o resultado do 3T25 na noite desta quinta.

CPFL (CPFE3)

A CPFL Energia (CPFE3) e a RGE Sul Distribuidora de Energia celebraram com a AES Guaíba II Empreendimentos, um acordo cujo objeto inclui o encerramento, de comum acordo, de processo arbitral instaurado em 2019. Nos termos do acordo, a AES pagou às companhias o montante total de R$ 210,2 milhões a título de acordo e quitação integral dos pleitos discutidos na Arbitragem.

Pague Menos (PGMN3)

O conselho de administração da Pague Menos (PGMN3), em reunião realizada em 5 de novembro, aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da companhia. O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 6 milhões. Essa quantidade representa 2,66% das 225.412.389 ações em circulação. O programa terá duração de até seis meses, ou seja, início em 6 de novembro de 2025 e término em 6 de abril de 2026.

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Axia Energia (Eletrobras): a avaliação do resultado do 3T25  https://financenews.com.br/2025/11/axia-energia-eletrobras-a-avaliacao-do-resultado-do-3t25/ https://financenews.com.br/2025/11/axia-energia-eletrobras-a-avaliacao-do-resultado-do-3t25/#respond Thu, 06 Nov 2025 14:10:13 +0000 https://financenews.com.br/?p=197248           Publicado às 11h08 Na avaliação do BTG, a Axia (antiga […]

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Publicado às 11h08

Na avaliação do BTG, a Axia (antiga Eletrobras), cujo ticker da ação ação preferencial B será AXIA6 a partir do dia 10 de novembro, apresentou resultados muito fortes no terceiro trimestre (3T25), com Ebitda regulatório ajustado de R$ 5,9 bilhões, superando em 20% a estimativa de R$ 4,9 bilhões.

Para o banco, a companhia manteve margens elevadas, antecipando com precisão as condições de mercado. O lucro líquido IFRS foi de R$ 2,2 bilhões, muito acima da projeção de R$ 651 milhões, embora os números contábeis tenham sido afetados por baixas contábeis de ativos vendidos. A empresa anunciou dividendos de R$ 4,3 bilhões, totalizando R$8,3 bilhões no ano, sustentados pela venda da Eletronuclear e Emae e pelos preços fortes de energia no 3T25 e 2026.

Ainda de acordo com a equipe do BTG, a gestão da Axia realizou feitos importantes, como o acordo com o governo, redução de risco em Angra 3 e Eletronuclear, venda das térmicas, resolução do crédito do Amazonas, redução do risco RBSE, acerto na tese de preços e início de dividendos robustos. O banco manteve a recomendação de “compra”.

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O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

 

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AXIA Energia (antiga Eletrobras) anuncia o pagamento de  R$ 4,3 bi em dividendo  https://financenews.com.br/2025/11/axia-energia-antiga-eletrobras-anuncia-o-pagamento-de-r-43-bi-em-dividendo/ https://financenews.com.br/2025/11/axia-energia-antiga-eletrobras-anuncia-o-pagamento-de-r-43-bi-em-dividendo/#respond Wed, 05 Nov 2025 22:15:07 +0000 https://financenews.com.br/?p=197190             Publicado às 19h14. Atualizado às 19h50. A AXIA Energia […]

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Publicado às 19h14. Atualizado às 19h50.

A AXIA Energia (antiga Eletrobras) informou na noite desta quarta-feira, 5, que, nesta data, seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendos no montante de R$ 4,3 bilhões, a ser realizado sob a forma de dividendos intermediários. O pagamento será realizado em 19 de dezembro de 2025, conforme abaixo: 

  • R$ 1,581534687 por ação preferencial de classe A; 
  • R$ 2,078419036 por ação preferencial de classe B; 
  • R$ 1,889535942 por ação ordinária e golden share. 

A data de corte para os detentores de ações de emissão da AXIA Energia negociadas na B3 será dia 14 de novembro de 2025, e o record date para os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) será no dia 17 de novembro de 2025. As ações da AXIA Energia na B3 e os ADRs na NYSE serão negociados ex-direitos a partir de 17 de novembro de 2025. Os detentores de ADRs receberão o pagamento por meio do Citibank N.A., agente depositário dos ADRs, a partir de 29 de dezembro de 2025. 

Incluindo o valor já pago em agosto, a proposta de dividendos no exercício de 2025 totaliza: • R$ 4,011898059 por ação preferencial de classe A; • R$ 4,011898059 por ação preferencial de classe B; • R$ 3,647180054 por ação ordinária e golden share.

A companhia também divulgou nesta quinta-feira que teve lucro líquido ajustado de R$ 2,2 bilhões no 3T25, queda de 68% em relação ao 3T24. O Ebitda regulatório ajustado foi de R$ 6,382 bilhões, queda de 5,8% na comparação anual. A receita operacional líquida regulatória foi de R$ 9,943 bilhões, 4,8% menor que a reportada no mesmo período do ano anterior.

Sem ajustes, a companhia reportou prejuízo líquido de R$ 5,4 bilhões no terceiro trimestre, contra lucro de R$ 7,6 bilhões apontado em igual período de 2024.

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Rápidas: Petrobras, Assaí, Eletrobras, WEG, Vale, Copel, Cosan, Romi, Valid  https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-petrobras-assai-eletrobras-weg-vale-copel-cosan-romi-valid/ https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-petrobras-assai-eletrobras-weg-vale-copel-cosan-romi-valid/#respond Wed, 22 Oct 2025 14:42:59 +0000 https://financenews.com.br/?p=196303       Publicado às 11h43 Ibovespa Às 11h42 o Ibovespa tinha alta de 0,25% […]

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Publicado às 11h43

Ibovespa

Às 11h42 o Ibovespa tinha alta de 0,25% aos 144.442 pontos. Às 11h39 o dólar comercial subia 0,07% cotado a R$ 5,394 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam em alta nesta manhã com o preço do barril de petróleo sendo negociado acima de 2%. Às 11h41 os papéis PN subiam 1,08% cotados a R$ 29,82.

Assaí (ASAI3)

O time de analistas do JPMorgan rebaixou a recomendação para o Assaí (ASAI3) de “neutro” para “venda”. O preço-alvo foi cortado de R$ 11,50 para R$ 8,50. O banco cita a expectativa de um final de 2025 e 2026 mais desafiador do que o previsto para o crescimento da receita. 

Vale (VALE3)

Às 11h40 as ações da Vale subiam 1,27% a R$ 61,57. Para a Genial Investimentos, a mineradora reportou números operacionais, em sua maioria, levemente acima das suas estimativas no terceiro trimestre. O time de analistas da Genial elevou o preço-alvo para as ações da Vale de R$ 66 para R$ 70.  Já a equipe da XP destaca que a Vale reportou um sólido desempenho operacional no 3T25, refletindo um desempenho “decente” de produção/precificação das divisões de minério de ferro e cobre. Para o BTG, a Vale apresentou resultados operacionais robustos. Apesar da melhora estrutural e dos avanços de governança, o BTG mantém posição “neutra”, avaliando que o potencial de alta é limitado frente à dependência da demanda chinesa e a riscos macro para o minério de ferro. 

Eletrobras (ELET3, ELET6) 

A Eletrobras anunciou nesta quarta-feira, 22, um novo nome e novos tickers. A Eletrobras agora é Axia Energia. O nome Axia, de origem grega, significa “valor”. A partir de 10 de novembro de 2025, as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas na B3 com os seguintes tickers. Ações ordinárias: AXIA3, em substituição a ELET3. Ações preferenciais A: AXIA5, em substituição a ELET5. Ações preferenciais B: AXIA6, em substituição a ELET6. O nome de pregão será Axia Energia 

WEG (WEGE3) 

Às 11h40 as ações da companhia subiam 1,51% cotadas a R$ 40,27. O mercado repercute o resultado da WEG. A companhia divulgou que teve lucro líquido no terceiro trimestre de 2025 (3T25) de R$ 1,65 bilhão, um aumento de 4,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24) e aumento de 3,7% em relação ao segundo trimestre deste ano (2T25). No terceiro trimestre de 2025, o Ebitda atingiu R$ 2,275 bilhões, 2,3% superior ao do 3T24 e 0,7% superior ao do 2T25, enquanto a margem Ebitda de 22,2% foi 0,4 ponto percentual menor do que no 3T24 e 0,1 ponto percentual maior do que o trimestre anterior.

Copel (CPLE6)

A Copel divulgou nesta quarta-feira, 22, o desempenho do mercado de energia no terceiro trimestre de 2025. O consumo de energia elétrica no mercado fio (que considera a energia compensada de mini e micro geração distribuída) da Copel Distribuição cresceu 1,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, esse aumento se deve, principalmente, às temperaturas mais baixas, que impulsionaram o consumo residencial para aquecimento, e à maior atividade econômica, que favoreceu o desempenho dos segmentos comercial e industrial na área atendida pela Copel. 

Cosan (CSAN3)

O time de analistas da XP atualizou as estimativas para a Cosan e cortou o preço-alvo para as ações da companhia de R$ 17 (fim de 2025) para R$ 9 (final de 2026). No entanto, foi reiterada a recomendação de “compra” com base em valuation. O time de analistas acredita que os principais catalisadores para desbloquear valor na Cosan incluem novos ajustes na estrutura de capital e cita, por exemplo, desinvestimentos; um resultado favorável no processo de ajuste da estrutura de capital da Raízen e um custo de capital mais baixo no Brasil, o que apoiaria valuations mais altos para as empresas operacionais e ajudaria a reduzir o desconto de holding para a Cosan. 

Valid (VLID3)

O conselho de administração da Valid (VLID3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio no valor bruto de R$ 78.291.548,00 correspondentes a R$ 1,00 por ação. Terão direito acionistas da companhia detentores de ações em 28 de novembro de 2025. A partir de 1° de dezembro as ações serão negociadas ex-JCP. O cronograma de pagamento será informado posteriormente com base em estudos a serem desenvolvidos pela diretoria executiva, explicou a Valid.

Romi (ROMI3)

Às 11h40 as ações saltavam 5,10%. O lucro líquido da Romi no terceiro trimestre de 2025 (3T25) foi de R$ 27,4 milhões, representando um aumento de 15,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (3T24), reflexo da evolução do resultado da Unidade de Máquinas Burkhardt+Weber. O balanço da companhia foi divulgado nesta terça-feira, 21. O lucro ajustado cresceu 103,3% na base anual para R$ 27,4 milhões. No 3T25, a geração operacional de caixa, medida pelo Ebitda ajustado foi de R$ 38 milhões, alta anual de 60,8%.

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Eletrobras (ELET3): qual o impacto da venda da fatia na Eletronuclear? https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-qual-o-impacto-da-venda-da-fatia-na-eletronuclear/ https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-qual-o-impacto-da-venda-da-fatia-na-eletronuclear/#respond Thu, 16 Oct 2025 16:47:42 +0000 https://financenews.com.br/?p=195989         Publicado às 13h50 Para a equipe da Genial Investimentos, a venda […]

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Publicado às 13h50

Para a equipe da Genial Investimentos, a venda da participação minoritária da Eletrobras (ELET3) na Eletronuclear, anunciada na quarta-feira, 15, marca um movimento estratégico de desalavancagem de riscos e foco em ativos de maior retorno e previsibilidade. A avaliação é que, embora a transação implique o reconhecimento contábil de uma perda relevante (R$7 bilhões), a companhia se beneficia da liberação de garantias expressivas, constituição de crédito fiscal, liberação da integralização de recursos da empresa no projeto e da transferência integral de obrigações futuras associadas ao projeto de Angra III – um empreendimento historicamente problemático, de maturação longa e questionável viabilidade econômica.

Ainda de acordo com a Genial, o movimento reforça a tese de “de-risking” da Eletrobras, permitindo que a empresa direcione capital e esforços para ativos mais rentáveis e alinhados à sua estratégia de eficiência e geração de valor no novo ciclo pós-privatização.

A Eletrobras efetivou em 14 de outubro de 2025 a assinatura de contrato com a J&F, holding da família Batista, para venda de sua participação integral na coligada Eletronuclear. O preço foi de R$ 535 milhões pela participação societária. A compradora assumirá as garantias prestadas pela Eletrobras em favor da Eletronuclear, adotando as providências necessárias junto aos respectivos credores e parceiros da mesma. Ainda segundo a Eletrobras, a compradora assumirá a responsabilidade pela integralização das debêntures acordadas no Termo de Conciliação firmado com a União, no valor de R$ 2,4 bilhões. 

“As condições acima permitirão a plena liberação da Eletrobras das responsabilidades remanescentes com sua coligada, melhorando o perfil de risco e permitindo liberar capital alocável da companhia”, afirmou a Eletrobras em um fato relevante. 

Considerando o valor de investimento registrado na coligada de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), o processo de venda resultou numa provisão de aproximadamente R$ 7 bilhões, contabilizada no terceiro trimestre (3T25). 

“A transação representa um marco importante para a Eletrobras e reforça o compromisso assumido com os seus acionistas e o mercado, de otimização de seu portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor e simplificação de sua estrutura conforme previsto em seu Plano Estratégico”, ressaltou a Eletrobras. 

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Rápidas: Petrobras, Vale, WEG, Eletrobras, Vivara, Suzano, Klabin, Pine, Comgás https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-petrobras-vale-weg-eletrobras-vivara-suzano-klabin-pine-comgas/ https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-petrobras-vale-weg-eletrobras-vivara-suzano-klabin-pine-comgas/#respond Thu, 16 Oct 2025 14:13:45 +0000 https://financenews.com.br/?p=195977           Publicado às 11h13 Ibovespa Às 11h12 o Ibovespa tinha queda […]

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Publicado às 11h13

Ibovespa

Às 11h12 o Ibovespa tinha queda de 0,29% aos 142.183 pontos. No mesmo horário o dólar comercial tinha baixa de 0,46% cotado a R$ 5,438 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam em queda nesta manhã. Às 11h11 as ações PN caíam 0,50% cotadas a R$ 29,60.

Vale (VALE3)

Às 11h10 as ações da Vale caíam 0,74% cotadas a R$ 60,41. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,90% a 773,5 iuanes (US$ 108,5).

WEG (WEGE3) 

Às 11h10 as ações da WEG subiam 2,49%. A companhia anunciou a aquisição de 54% do capital social da Tupinambá Energia (Tupi Mob), empresa com destacada atuação no mercado de softwares e serviços completos para gestão de redes de recarga de veículos elétricos. “A Tupi Mob fortalece a estratégia da WEG de liderar a transformação do setor de mobilidade elétrica. A aquisição também abre caminho para a expansão gradual do modelo em mercados internacionais, consolidando um ecossistema inovador e eficiente para recarga de veículos elétricos”, afirmou a WEG em um comunicado ao mercado.

Eletrobras (ELET3)

Para a Genial Investimentos, a venda da participação minoritária da Eletrobras na Eletronuclear, anunciada em 15 de outubro, marca um movimento estratégico de desalavancagem de riscos e foco em ativos de maior retorno e previsibilidade. A avaliação é que a companhia se beneficia da liberação de garantias expressivas, constituição de crédito fiscal, liberação da integralização de recursos da empresa no projeto e da transferência integral de obrigações futuras associadas ao projeto de Angra III.

Vivara (VIVA3)

A equipe de analistas da XP destaca em relatório que espera que a Vivara apresente resultados fortes no terceiro trimestre (3T25), com crescimento consistente da receita e forte expansão da margem bruta como principal destaque. A Vivara divulgado o resultado em 5 de novembro.

Suzano (SUZB3)

Em relatório o BTG Pactual ressalta que as ações seguem pressionadas devido ao real mais forte e preços da celulose. No entanto, a equipe do banco afirma que a gestão da companhia mantém disciplina com foco em desalavancagem e eficiência de custos. Em celulose, o ambiente segue difícil, sugerindo leve excesso de oferta, avalia o BTG.

Klabin (KLBN11)

A Klabin contratou uma linha de financiamento na modalidade Term Loan (empréstimo liberado de uma só vez e pago ao longo do tempo em parcelas), no valor de US$ 150 milhões, equivalentes a R$ 819,3 milhões na câmbio atual. A Klabin afirmou que a emissão é parte do contínuo processo de gestão do endividamento da companhia.

Pine (PINE4)

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine, anunciados em 13 de outubro, é nesta quinta, 16. A partir de 17 de outubro as ações serão negociadas “ex-direitos aos JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,25. O pagamento ocorrerá no dia 27 de novembro de 2025. 

Comgás (CGAS5; CGAS3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Comgás, anunciado também em 13 de outubro, é nesta quinta-feira, 16. As ações da companhia serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 17 de outubro, inclusive. O valor total é de R$ 700 milhões. A quantia de R$ 537.010.765,49 será paga às ações ordinárias, no valor de R$ 5,17 por ação. O montante de R$ 162.989.234,51 será pago às ações preferenciais, no valor de R$ 5,68 por ação. O pagamento aos acionistas ocorrerá em 31 de outubro de 2025.

 

 

 

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Eletrobras (ELET3): Genial Investimentos avalia que venda de participação na Eletronuclear marca um movimento estratégico de desalavancagem de riscos  https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-genial-investimentos-avalia-que-venda-de-participacao-na-eletronuclear-marca-um-movimento-estrategico-de-desalavancagem-de-riscos/ https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-genial-investimentos-avalia-que-venda-de-participacao-na-eletronuclear-marca-um-movimento-estrategico-de-desalavancagem-de-riscos/#respond Thu, 16 Oct 2025 12:59:02 +0000 https://financenews.com.br/?p=195975       Publicado às 10h Para a Genial Investimentos, a venda da participação minoritária […]

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Publicado às 10h

Para a Genial Investimentos, a venda da participação minoritária da Eletrobras (ELET3) na Eletronuclear, anunciada na quarta-feira, 15, marca um movimento estratégico de desalavancagem de riscos e foco em ativos de maior retorno e previsibilidade. A avaliação é que, embora a transação implique o reconhecimento contábil de uma perda relevante (R$7 bilhões), a companhia se beneficia da liberação de garantias expressivas, constituição de crédito fiscal, liberação da integralização de recursos da empresa no projeto e da transferência integral de obrigações futuras associadas ao projeto de Angra III – um empreendimento historicamente problemático, de maturação longa e questionável viabilidade econômica.

Ainda de acordo com a Genial, o movimento reforça a tese de “de-risking” da Eletrobras, permitindo que a empresa direcione capital e esforços para ativos mais rentáveis e alinhados à sua estratégia de eficiência e geração de valor no novo ciclo pós-privatização. 

 

 

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Publicado às 11h14

Ibovespa

Às 11h14 o Ibovespa tinha alta de 0,84% aos 142.869 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,48% cotado a R$ 5,444 na venda.

Vale (VALE3)

O time de analistas do BTG destaca em relatório que a Vale reforçou a agenda de eficiência, com foco em otimização de capex e opex, e um cenário resiliente para o minério de ferro, o que sustenta a probabilidade de dividendos extraordinários mesmo após o anúncio de recompra das debêntures participativas. A Vale divulgará relatório de produção do 3T25 em 21/10 e resultado em 30/10.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações PN e ON da Petrobras tinham leve alta às 11h13. Os papéis preferenciais subiam 0,37% a R$ 30,13.

B3 (B3SA3)

A B3 divulgou na véspera os dados operacionais de setembro de 2025. A XP avalia que, embora os dados, em geral, tenham sido negativos e alinhados com suas expectativas, a Renda Fixa continua se destacando como “a principal fonte de resiliência em um ambiente desafiador”.

Helbor (HBOR3)

A avaliação do BTG é que a Helbor divulgou lançamentos em linha e vendas ligeiramente abaixo das suas estimativas. A Helbor divulgou na véspera a prévia do terceiro trimestre. “Mantemos visão mais cautelosa em médio/alto padrão pela piora de acessibilidade e revisaremos as estimativas em breve”, afirmou o banco em relatório. 

Eletrobras (ELET3)

Às 11h12 as ações ON da Eletrobras subiam 2,35%. A Eletrobras vendeu a participação na Eletronuclear para J&F por R$ 535 milhões.

Brisanet (BRST3)

Às 11h12 as ações da companhia subiam 1,40% com o mercado repercutindo positivamente os dados operacionais de setembro/25.

Hapvida (HAPV3)

Às 11h12 as ações subiam 1,43% após a companhia anunciar um programa de recompra de ações. A Hapvida poderá recomprar até 20 milhões de ações pelo período de 18 meses.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A Telefônica Brasil aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 380 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 15%, resulta no montante líquido de R$ 323 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,10. O crédito dos JCP será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 27 de outubro de 2025. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026. 

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Eletrobras (ELET3) vende participação na Eletronuclear para J&F por R$ 535 milhões https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-vende-participacao-na-eletronuclear-para-jf-por-r-535-milhoes/ https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-vende-participacao-na-eletronuclear-para-jf-por-r-535-milhoes/#respond Wed, 15 Oct 2025 13:02:55 +0000 https://financenews.com.br/?p=195899       Publicado às 10h02 A Eletrobras (ELET3) efetivou em 14 de outubro de […]

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Publicado às 10h02

A Eletrobras (ELET3) efetivou em 14 de outubro de 2025 a assinatura de contrato com a J&F, holding da família Batista, para venda de sua participação integral na coligada Eletronuclear. O preço foi de R$ 535 milhões pela participação societária. A compradora assumirá as garantias prestadas pela Eletrobras em favor da Eletronuclear, adotando as providências necessárias junto aos respectivos credores e parceiros da mesma. Ainda segundo a Eletrobras, a compradora assumirá a responsabilidade pela integralização das debêntures acordadas no Termo de Conciliação firmado com a União, no valor de R$ 2,4 bilhões. 

“As condições acima permitirão a plena liberação da Eletrobras das responsabilidades remanescentes com sua coligada, melhorando o perfil de risco e permitindo liberar capital alocável da companhia”, afirmou a Eletrobras em um fato relevante. 

A operação foi assessorada pelo banco BTG Pactual e é resultado de um processo competitivo que teve seus esforços iniciados em 2023. 

Considerando o valor de investimento registrado na coligada de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), o processo de venda resultou numa provisão de aproximadamente R$ 7 bilhões, contabilizada no terceiro trimestre (3T25). 

“A transação representa um marco importante para a Eletrobras e reforça o compromisso assumido com os seus acionistas e o mercado, de otimização de seu portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor e simplificação de sua estrutura conforme previsto em seu Plano Estratégico”, ressaltou a Eletrobras. 

 

 

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Ibovespa futuro, dólar, Eletrobras vende participação na Eletronuclear e outras notícias https://financenews.com.br/2025/10/ibovespa-futuro-dolar-eletrobras-vende-participacao-na-eletronuclear-e-outras-noticias/ https://financenews.com.br/2025/10/ibovespa-futuro-dolar-eletrobras-vende-participacao-na-eletronuclear-e-outras-noticias/#respond Wed, 15 Oct 2025 12:48:01 +0000 https://financenews.com.br/?p=195896             Publicado às 9h47 – atualizado às 10h03 Ibovespa futuro […]

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Publicado às 9h47 – atualizado às 10h03

Ibovespa futuro

Às 10h03 desta quarta-feira, 15, o Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para hoje, 15 de outubro) tinha queda de 0,57% aos 141.080 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 10h03 o dólar comercial tinha queda de 0,23% cotado a R$ 5,457 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h30 o preço do barril de petróleo Brent subia 0,43% (US$ 62,6). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,46% a 776,5 iuanes (US$ 108,77). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Notícias corporativas desta manhã:

Eletrobras (ELET3) vende participação na Eletronuclear para J&F por R$ 535 milhões

A Eletrobras (ELET3) efetivou em 14 de outubro de 2025 a assinatura de contrato com a J&F para venda de sua participação integral na coligada Eletronuclear. O preço foi de R$ 535 milhões pela participação societária. A compradora assumirá as garantias prestadas pela Eletrobras em favor da Eletronuclear, adotando as providências necessárias junto aos respectivos credores e parceiros da mesma. Ainda segundo a Eletrobras, a compradora assumirá a responsabilidade pela integralização das debêntures acordadas no Termo de Conciliação firmado com a União, no valor de R$ 2,4 bilhões. 

“As condições acima permitirão a plena liberação da Eletrobras das responsabilidades remanescentes com sua coligada, melhorando o perfil de risco e permitindo liberar capital alocável da companhia”, afirmou a Eletrobras em um fato relevante. 

A operação foi assessorada pelo banco BTG Pactual e é resultado de um processo competitivo que teve seus esforços iniciados em 2023. 

Considerando o valor de investimento registrado na coligada de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), o processo de venda resultou numa provisão de aproximadamente R$ 7 bilhões, contabilizada no terceiro trimestre (3T25). 

“A transação representa um marco importante para a Eletrobras e reforça o compromisso assumido com os seus acionistas e o mercado, de otimização de seu portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor e simplificação de sua estrutura conforme previsto em seu Plano Estratégico”, ressaltou a Eletrobras. 

Auren (AURE3) obtém decisão favorável para indenização de R$ 498,8 milhões

A Auren Energia (AURE3) divulgou nesta quarta-feira, 15, que obteve decisão favorável para uma indenização de R$ 498,8 milhões de investimentos não amortizados da Cesp.

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira, 15, a Auren Energia e a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) informaram que, no 2º circuito deliberativo público ordinário da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 14/10/2025, foi deliberado em favor da Cesp o processo que estabeleceu a indenização no valor de R$ 498,8 milhões, correspondente à Base de Remuneração Regulatória (BRR) Líquida dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou não depreciados, realizados pela Cesp nas usinas hidrelétricas Jupiá, Ilha Solteira, Paraibuna e Jaguari. “Após a publicação da decisão no Diário Oficial da União, a Aneel enviará os autos do processo ao Ministério de Minas e Energia (MME) para as providências relativas ao reconhecimento da indenização, incluindo a definição do meio de pagamento, o fator de correção monetária aplicável sobre o valor indenizável e o cronograma de pagamento”, explicou a Auren.

BlackRock eleva participação na Marcopolo

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Marcopolo (POMO4). A informação consta em um comunicado da companhia brasileira divulgado nesta quarta-feira, 15.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Marcopolo, sendo que, em 10 de outubro de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 36.435.628 ações preferenciais representando aproximadamente 5,016% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 14.289.940 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 1,967% do total de ações preferenciais, e 2.969.306 ações ordinárias representando aproximadamente 0,724% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.

Notícias da noite de terça, 14:

Hapvida (HAPV3) anuncia programa de recompra de ações

A Hapvida (HAPV3) aprovou um programa de recompra de ações com a finalidade de maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira, 14. A administração da companhia, por meio de sua diretoria estatutária, definirá o momento e a quantidade de ações a serem adquiridas, podendo chegar até 20 milhões de ações pelo período de 18 meses.

B3 (B3SA3) divulga os dados operacionais de setembro de 2025

A B3 (B3SA3) divulgou os dados operacionais de setembro de 2025. A companhia reportou volume financeiro médio diário de R$ 22,9 bilhões em setembro deste ano, queda de 0,4% na comparação com o mesmo mês de 2024. Em relação a agosto, a queda foi de 4,5%.

O número de contas ativas atingiu 6.185.403 em setembro, 2,4% a mais do que no mesmo mês de 2024 e 0,2% maior do que em agosto. A quantidade de investidores pessoa física foi de 5.387.941 milhões, alta anual de 3,3% e mensal de 0,2%.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia R$ 380 milhões em juros sobre o capital

A Telefônica Brasil (VIVT3) informou que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 380 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 15%, resulta no montante líquido de R$ 323 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,10. O crédito dos JCP será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 27 de outubro de 2025. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

Brisanet (BRST3) divulga dados operacionais de setembro/25

A Brisanet (BRST3) divulgou os dados operacionais de setembro de 2025. Em setembro a operadora de internet alcançou a marca de 1.538.952 clientes de banda larga fixa, volume 9,8% maior que o de setembro de 2024.

No mês, o número de casas passadas (quantos clientes em potencial pode alcançar) foi de 7,149 milhões, crescimento de 1,2% na comparação anual.

A presença da companhia abrange os nove estados do Nordeste, com cobertura em 158 municípios.

A Agility Telecom, franqueadora da Brisanet, conta com 59 franqueados que atendem principalmente cidades menores e áreas rurais, totaliza 135.813 clientes. Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste. Com mais de 56 mil novos clientes em setembro, a base móvel da companhia chegou a 700.710 chips ativos.

Banco de Brasília (BSLI3) se manifesta sobre notícia na imprensa

O BRB – Banco de Brasília (BSLI3) recebeu da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de esclarecimento das informações divulgadas em 12 de outubro, no blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo. O blog reportou que o BRB comprou uma carteira de crédito de R$ 1 bilhão do Master.

Em nota divulgada na noite desta terça-feira, 14, o BRB refutou a notícia que “tem feito negócios às margens” do Banco Central do Brasil e informou que mantém “o regulador atualizado tempestivamente de todas as suas operações”.

O BRB também explicou que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras, “em linha com seu planejamento estratégico, que prevê o desenvolvimento dos negócios e a ampliação da atuação da instituição por meio do aproveitamento de oportunidades existentes no mercado”.

“As operações realizadas pelo BRB seguem a dinâmica natural do mercado financeiro, sempre com o objetivo de gerar eficiência, rentabilidade e crescimento sustentável e com volume aderente ao porte da companhia e respeitando os limites da Declaração de Apetite a Riscos – RAS”, afirmou a instituição financeira, ressaltando que essas operações são realizadas com absoluto respeito às normas que regem o Sistema Financeiro Nacional, às orientações dos órgãos reguladores e fiscalizadores, e em consonância com a governança corporativa.

Helbor (HBOR3) divulga a prévia do terceiro trimestre

A Helbor Empreendimentos (HBOR3), incorporadora residencial, divulgou os resultados operacionais preliminares e não auditados relativos ao terceiro trimestre de 2025 (3T25). No 3T25, as vendas brutas totais somaram R$ 478,8 milhões, representando uma queda de 3,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24) e um aumento de 2,5% na comparação com o segundo trimestre de 2025 (2T25). A participação da Helbor foi de 65,8%, crescimento de 14,0 p.p. em relação ao 3T24.

O VSO Total atingiu 16,9% no 3T25, uma redução de 2,1 p.p. frente ao 3T24, enquanto o VSO da parte Helbor foi de 16,3%. A redução no VSO é explicada, principalmente, pelo lançamento do Collage Bela Vista, ocorrido no final de setembro, cujas 461 unidades passaram a compor o cálculo do VSO, mas sem tempo hábil para gerar vendas significativas dentro do trimestre, explicou a companhia.

No 3T25, a Helbor lançou três empreendimentos, sendo dois localizados na cidade de São Paulo — Stay Moema e Collage Bela Vista — e a 3ª fase do Patteo Mogilar, localizado em Mogi das Cruzes. O VGV líquido total dos lançamentos foi de R$ 496,6 milhões, com 95% de participação da Helbor.

No 3T25, também foram entregues três empreendimentos: Reserva Caminhos da Lapa (Fases 2 e 3), New Patteo Osasco e Figueira Leopoldo, somando um VGV total líquido de R$ 730,9 milhões, com 49% de participação Helbor, sendo 69% vendido e 61% repassado até o final de setembro.

Vale (VALE3) paga juros das debêntures incentivadas da 10ª emissão em 15/10

A Vale (VALE3) realizará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures simples, não conversíveis em ações, da 10ª emissão, séries 1ª, 2ª e 3ª (debêntures incentivadas) em 15 de outubro de 2025, no valor total de R$ 199.838.323,19, aos detentores com posição em custódia na B3 e/ou no Banco Itaú Unibanco, banco escriturador e liquidante das debêntures incentivadas, no fechamento do dia 14 de outubro de 2025. Acesse aqui a tabela com os detalhamentos das remunerações por série e por debênture.

Taesa (TAEE11) anuncia pagamento de juros a detentores das debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries da 12ª emissão 

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa (TAEE11) informou aos detentores das debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries da 12ª emissão de debêntures todas nominativas, escriturais, simples, não conversíveis em ações, emitidas em 15 de abril de 2022, que realizará o pagamento de juros no dia 15 de outubro de 2025, no valor total de R$ 40.919.369,02. Acesse aqui a tabela com os detalhes.

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Eletrobras (ELET3) concluiu a venda da UTE Santa Cruz  https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-concluiu-a-venda-da-ute-santa-cruz/ https://financenews.com.br/2025/10/eletrobras-elet3-concluiu-a-venda-da-ute-santa-cruz/#respond Fri, 10 Oct 2025 00:51:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=195639         Publicado às 21h50 A Eletrobras (ELET3) concluiu a venda do último […]

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Publicado às 21h50

A Eletrobras (ELET3) concluiu a venda do último ativo termelétrico, a UTE Santa Cruz, para o grupo J&F, sucessora da Âmbar Energia no acordo. A Eletrobras recebeu o montante de R$ 703,5 milhões que, somados aos valores levantados quando do fechamento da venda das termelétricas da Eletronorte, totalizaram R$ 3,6 bilhões, além do caixa gerado pelas usinas entre a assinatura do acordo e seus respectivos fechamentos. 

A Eletrobras ainda mantém o direito ao recebimento do earn-out acordado entre as partes, no valor base total de R$ 1,2 bilhão. 

“Essa transação representa o encerramento do processo de desinvestimentos dos ativos termelétricos, e a partir desta data, o portfólio de geração da Eletrobras passa a ser composto exclusivamente por fontes 100% renováveis, em linha com o seu compromisso Net Zero 2030”, afirmou a companhia em um comunicado.

 

 

 

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Rápidas: Vale, Bradespar, Assaí, Brava, Eletrobras, Tenda, Ambipar, JHSF https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-vale-csn-mineracao-bradespar-assai-brava-eletrobras-tenda-jhsf/ https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-vale-csn-mineracao-bradespar-assai-brava-eletrobras-tenda-jhsf/#respond Thu, 09 Oct 2025 14:19:46 +0000 https://financenews.com.br/?p=195586           Publicado às 11h19 Ibovespa Às 11h18 o Ibovespa tinha alta […]

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Publicado às 11h19

Ibovespa

Às 11h18 o Ibovespa tinha alta de 0,09% aos 142.276 pontos e o dólar comercial subia 0,16% a R$ 5,353 na venda. O mercado digere os dados de inflação oficial com o IPCA subindo em 0,48% em setembro, abaixo do esperado. No âmbito político, os agentes financeiros monitoram as medidas que o governo federal vai tomar para compensar as perdas de arrecadação. Na véspera a Câmara decidiu retirar da pauta a medida provisória que aumentava tributos e previa impulsionar a arrecadação.

Vale (VALE3)

Às 11h17 as ações da Vale tinham alta de 0,68% cotadas a R$ 59,60. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,96% a 790,5 iuanes (US$ 111,03).

Bradespar (BRAP4)

Às 11h16 as ações da Bradespar, holding que detém ações da Vale, subiam 1,17% a R$ 17,34.

Assaí (ASAI3)

O time de analistas do BB-BI revisou o valuation do Assaí para incorporar os resultados apresentados pela companhia no primeiro semestre de 2025, bem como o atual cenário macroeconômico. O preço-alvo para o final de 2026 foi elevado de R$ 12 para R$ 14. Foi mantida a recomendação de “compra”.

Brava Energia (BRAV3)

Às 11h13 as ações caíam 2,55%. A Brava divulgou que está em curso em suas instalações na Bacia Potiguar uma auditoria programada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com previsão de término no dia 10 de outubro. No contexto dessa auditoria, a produção de parte das unidades da região foi interrompida para realização de adequações. Detalhes sobre impactos na produção serão informados após a conclusão do processo de auditoria. 

Eletrobras (ELET3) 

O blog de Lauro Jardim no O Globo, divulgou nesta quinta-feira, 9, que, por seis votos a três, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou favoravelmente à Eletrobras na ação em que a companhia pede a devolução de valores relacionados a empréstimos compulsórios de energia elétrica. Segundo o blog, não foi julgado o mérito, mas abriu-se o caminho para a revisão dos valores pagos. Ainda de acordo com Lauro Jardim, a Eletrobras argumenta que foi cometido um erro judicial que gerou bilhões de reais de prejuízo para União e para a empresa.

Tenda (TEND3)

O mercado repercute a prévia operacional da companhia. O time de analistas da XP considera os dados operacionais da Tenda no terceiro trimestre de 2025 neutros a ligeiramente negativos. Embora as vendas líquidas tenham apresentado um crescimento positivo na base anual, excluindo as unidades Pode Entrar, a equipe de analistas acredita que o mercado tinha expectativas mais altas, especialmente em relação ao crescimento dos lançamentos, que podem ter sido afetados pelo adiamento de projetos para o quarto trimestre de 2025 (4T25). 

Ambipar (AMBP3)

Após fortes quedas as ações da companhia subiam 35,2% às 11h13. A companhia cancelou a assembleia para alterar seu conselho de administração.

JHSF (JHSF3)

A JHSF paga nesta quinta-feira, 9, mais uma parcela do dividendo no valor de R$ 0,03. Essa parcela teve data-base em 30 de setembro.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

 

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Eletrobras (ELET6): a avaliação do Bradesco BBI https://financenews.com.br/2025/09/eletrobras-elet6-a-avaliacao-do-bradesco-bbi/ https://financenews.com.br/2025/09/eletrobras-elet6-a-avaliacao-do-bradesco-bbi/#respond Mon, 29 Sep 2025 17:22:58 +0000 https://financenews.com.br/?p=194933         Publicado às 14h22 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp sobre […]

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A equipe de analistas do Bradesco BBI reiterou a Eletrobras (ELET3, ELET6) como uma das principais recomendações no setor de utilities (utilidade pública). O preço-alvo para as ações PN (ELET6) foi elevado de R$ 67 para R$ 83 (final de 2026), refletindo uma visão mais construtiva sobre os preços de energia no longo prazo. O banco manteve a recomendação de “compra”. 

O time de analistas estima a distribuição de dividendos consistentes entre R$ 8 bilhões e 9 bilhões por ano (yield de 7% a 8%), ressaltando um potencial adicional via venda de ativos não core, como a participação remanescente na Isa Energia ou até mesmo Eletronuclear.

Às 14h20 desta segunda-feira, 29, as ações PN da Eletrobras subiam 3,85% a R$ 55,32. Os papéis ordinários (ELET3) tinham alta 3,49% a R$ 52,41. Neste ano as ações PN acumulam valorização de +46% e as ON +54%.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

 

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Atualização: Eletrobras em alta, Vale no positivo e outros destaques https://financenews.com.br/2025/09/atualizacao-eletrobras-em-alta-vale-no-positivo-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2025/09/atualizacao-eletrobras-em-alta-vale-no-positivo-e-outros-destaques/#respond Mon, 29 Sep 2025 17:01:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=194927           Publicado às 14h01 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp sobre […]

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Gráfico diário do Ibovespa às 13h44

 

 

 

 

 

Publicado às 14h01

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Ibovespa

Logo depois da abertura, o Ibovespa renovou a máxima histórica ao atingir os 147.558,22 pontos. Às 14h tinha alta de 0,74% aos 146.516 pontos. O dólar comercial caía 0,40% cotado a R$ 5,317 na venda.

Eletrobras (ELET3, ELET6)

As ações da Eletrobras lideravam os ganhos na carteira do Ibovespa neste começo de tarde. A equipe de analistas do Bradesco BBI reiterou a companhia como uma das principais recomendações no setor de utilities. O preço-alvo para as ações PN (ELET6) foi elevado de R$ 67 para R$ 83 (final de 2026). Foi mantida a recomendação de “compra”. Entre outros fatores, o time de analistas prevê a distribuição de dividendos consistentes entre R$ 8 e 9 bilhões por ano (yield de 7% a 8%), com potencial adicional via venda de ativos não core. Às 13h59 as ações ELET6 subiam 4% cotadas a R$ 55,40.

Totvs (TOTS3)

O time de analistas do BTG Pactual espera mais um trimestre sólido para a Totvs no terceiro trimestre desde ano (3T25), com receita consolidada crescendo 17% ano/ano e Ebitda avançando 22% na base anual de comparação. O banco tem recomendação de “compra” para a Totvs com preço-alvo de R$ 38.

Intelbras (INTB3)

Com relação à Intelbras, a equipe do BTG avalia que a companhia continuará enfrentando resultados fracos nos segmentos de Energia e Comunicações, enquanto Segurança segue como principal motor de crescimento. Em relatório o BTG destaca que a gestão da Intelbras vem revisando cada subsegmento sob a ótica de ROIC (Retorno sobre o Capital Investido), podendo descontinuar linhas pouco rentáveis, o que tende a gerar valor no longo prazo, mas adiciona volatilidade no curto. O BTG ressalta ainda que, com “valuation barato”, o principal catalisador positivo seria eventual aumento na distribuição de dividendos, inclusive um possível dividendo extraordinário (de aproximadamente 10% yield) caso avance a taxação de dividendos no Brasil. 

Iochpe-Maxion (MYPK3)

O BTG Pactual revisou seu modelo para a Iochpe-Maxion, incorporando as tendências macroeconômicas e as tendências do setor automotivo, além das estimativas para o terceiro trimestre (3T25). A recomendação foi rebaixada para “neutra”, refletindo demanda nos Estados Unidos mais fraca do que o esperado; apreciação do real pressionando a receita líquida; desalavancagem mais lenta que o previsto e perspectiva menos favorável para a indústria automotiva brasileira. O preço-alvo é de R$ 14.

Vale (VALE3)

Às 13h59 as ações da Vale tinham leve alta de 1,05% cotadas a R$ 57,69.

Petrobras (PETR4)

Os papéis da Petrobras operavam no negativo com o preço do barril de petróleo caindo mais de 3%. Às 13h58 as ações PN tinham baixa de 1,12% a R$ 31,89. A agência Reuters informou na véspera que a Opep+, grupo formado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, provavelmente aprovará outro aumento na produção de petróleo de pelo menos 137.000 barris por dia em sua reunião no próximo domingo.

Brava (BRAV3)

A Brava Energia (BRAV3) informou nesta segunda-feira que recebeu carta de renúncia de Halvard Idland ao cargo de membro efetivo do conselho de administração. Halvard havia sido nomeado para o colegiado em maio deste ano.

Metalfrio (FRIO3)

A Metalfrio informou que não mantém qualquer relação comercial com o Banco Master, tampouco possui em seu balanço instrumentos financeiros — sejam eles ativos ou passivos — vinculados a essa instituição. A Bloomberg divulgou na sexta-feira, 26, que a fabricante de equipamentos de refrigeração está entre as empresas que têm instrumentos de dívida emitidos pelo banco em seus balanços, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Isa Energia (ISAE4)

Às 13h58 as ações subiam 1,77%. A Isa Energia (ISAE4) anunciou o pagamento de R$ 444,7 milhões em juros sobre o capital (leia aqui os detalhes).

Motiva (MOTV3)

Governo de São Paulo e a ViaQuatro, controlada da Motiva, investirão R$ 4 bi para extensão da Linha 4-Amarela de metrô (leia mais aqui).

Braskem (BRKM5)

As agências de classificação de risco Fitch e S&P rebaixaram os ratings de crédito corporativo global da Braskem. A Fitch revisou o rating da Braskem para CCC+ e a S&P estabeleceu o rating em CCC-, ambos com perspectiva “negativa”. Em 26 de setembro a Braskem divulgou que contratou assessores para avaliar alternativas econômico-financeiras para otimizar sua estrutura de capital.

Banrisul (BRSR6) 

O Banrisul paga nesta segunda-feira, 29, juros sobre o capital (JCP) anunciados em 9 de setembro no valor valor líquido de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%. Serão beneficiados acionistas inscritos nos registros da Sociedade na data de 12 de setembro de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-direito” aos JCP em 15 de setembro.

Banco Bradesco (BBDC4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Bradesco anunciados em 18 de setembro, é nesta segunda-feira, 29. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir de 30 de setembro. O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026 pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,25 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Cemig (CMIG4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Cemig anunciados em 23 de setembro, é nesta segunda-feira, 29. As ações serão negociadas “ex-direitos” a partir de 30 de setembro. O valor bruto soma R$ 604.737.000,00. O valor bruto por ação é R$ 0,21139610230. O pagamento será em duas parcelas iguais, sendo a primeira até 30-06-2026 e a segunda até 30-12-2026.

BRF 

A BRF paga nesta segunda-feira, 29, o montante bruto total de R$ 3.321.464.325,13 a título de dividendos e juros sobre o capital, sendo R$ 2.921.464.325,13 a título de dividendos e R$ 400 milhões a título de JCP, que correspondem a R$ 1,83486883675 a título de dividendos por ação e R$ 0,25 a título de JCP bruto por ação de emissão da companhia. Esse provento foi anunciado em 8 de setembro, antes da fusão com a Marfrig. Tem direito ao recebimento acionistas registrados como tal em 18 de setembro de 2025 (data de corte).

 

 

 

 

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Notícia do Banco ABC, Klabin, Eletrobras, Grazziotin e outros destaques corporativos https://financenews.com.br/2025/09/noticia-do-banco-abc-klabin-eletrobras-grazziotin-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2025/09/noticia-do-banco-abc-klabin-eletrobras-grazziotin-e-outros-destaques-corporativos/#respond Sun, 28 Sep 2025 14:13:13 +0000 https://financenews.com.br/?p=194867             Publicado às 11h Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp […]

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Notícias corporativas

Atenção investidor: Itaúsa realiza o ‘Panorama Itaúsa’ na terça, 30 

A Itaúsa (ITSA4) vai realizar o tradicional evento “Panorama Itaúsa” na terça-feira, 30 de setembro, a partir das 10h. Para se inscrever acesse aqui a página do evento. O Panorama Itaúsa é realizado anualmente para acionistas e investidores. Entre os participantes estará Alfredo Setubal, CEO e DRI Itaúsa. A holding tem entre suas investidas o Itaú Unibanco, Alpargatas, Motiva, Dexco, Aegea, Copa Energia e NTS.

Banco ABC (ABCB4) poderá recomprar até 7,5 milhões de ações

O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou um novo programa de recompra de ações para fins de permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A informação foi divulgada na sexta-feira, 26, após o fechamento do mercado. O banco poderá recomprar até o limite de 7,5 milhões de ações preferenciais. O prazo máximo para realização das operações autorizadas será de 18 meses, tendo como termo final o dia 26 de março de 2027.

Klabin (KLBN11) recebe R$ 600 milhões após concluir operação na área imobiliária

A Klabin (KLBN11) concluiu o fechamento da operação na área imobiliária, com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$ 600 milhões, realizado pelo investidor institucional.

Em agosto deste ano, a Klabin celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. Na época, a Klabin destacou que a operação reforça a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do Retorno sobre o Capital Investido (ROIC).

Grazziotin (CGRA4) anuncia programa de recompra de ações

A Grazziotin (CGRA4) anunciou um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 979.382 ações, sendo até 215.869 ações ordinárias representativas de 10% das ações em circulação no mercado e de até 763.513 ações preferenciais, representativas de 10% das ações em circulação no mercado. As aquisições poderão ser feitas no período de 29/09/2025 até 27/03/2026.

“A companhia fará a aquisição de ações de própria emissão com o objetivo de incrementar a geração de valor para seus acionistas, por meio da aplicação de parte dos recursos disponíveis em caixa, na aquisição das ações em bolsa de valores, a preços de mercado, para permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Grazziotin.

Fitch afirma rating da Alliança Saúde (AALR3); perspectiva é ‘positiva’

A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘A(bra)’ da Alliança Saúde (AALR3). Ao mesmo tempo, a agência manteve o rating em perspectiva “positiva”.

Segundo a agência, o rating da Alliança reflete a sua mediana escala de negócios no fragmentado e competitivo setor de medicina diagnóstica no país, bem como sua moderada diversificação geográfica e concentração de receitas em serviços de imagem. A Fitch destacou que a classificação se apoia também nos “sólidos fundamentos de demanda do setor de saúde, com elevado potencial de crescimento a longo prazo”.

A perspectiva positiva incorpora a expectativa de contínuos ganhos de escala e avanços na rentabilidade da Alliança por meio da adição de novos contratos, parcerias e aquisições, aliados à manutenção de alavancagem líquida inferior a 3,5 vezes no horizonte do rating, afirmou a agência,

A análise também considera que a Alliança terá êxito em refinanciar seus passivos de curto prazo, com base nas negociações em curso. Uma frustração nessa premissa poderia levar a uma ação de rating negativa a curto prazo.

Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures

A Eletrobras (ELET3) informou que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão.

Embraer avança em estudos com SAF após aquisição do biocombustível da Vibra

A Embraer (NYSE: ERJ/B3: EMBR3) vai acelerar os estudos para que suas aeronaves possam voar com combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) inteiramente de origem renovável, sem mistura com combustíveis fósseis. O avanço tem relação com a primeira aquisição de um lote 100% SAF pela companhia no Brasil, viabilizada pela Vibra, maior distribuidora de combustíveis e uma das maiores empresas de energia do Brasil. Com a amostra, serão intensificados os testes em torno da reação de diferentes materiais presentes nos aviões durante o contato prolongado com o biocombustível.

“O acesso ao SAF no Brasil garante maior dinamismo na condução dos testes, realizados na sede da Embraer. Com mais esta ação, ficamos mais próximos da meta de ter nossas aeronaves aptas a operar com combustível 100% SAF até 2030”, afirma o Global Head de ESG na Embraer, André Tachard.

Apesar do grande potencial para a produção de SAF, o Brasil ainda não conta com o produto em larga escala. Por essa razão, os estudos da Embraer a respeito vinham sendo realizados apenas por meio de laboratórios nos Estados Unidos e na Europa. Além dos custos e dos processos administrativos envolvidos, havia outra dificuldade: a venda do SAF somente em grandes volumes, desproporcionais às necessidades reduzidas da rotina laboratorial.

Com a primeira aquisição desse lote no Brasil, a Embraer está testando a compatibilidade do SAF inteiramente de origem renovável com materiais não metálicos. O objetivo é observar o comportamento deles quando em contato direto com o biocombustível de maneira persistente, considerando especificidades dos tanques de asa nos jatos comerciais, executivos e militares. Os resultados vão contribuir com a discussão pública sobre aspectos técnicos importantes para todo o segmento de aviação.

“Parcerias como a que temos com a Embraer são fundamentais para acelerar a transição energética na aviação. Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos não apenas contribuindo com os estudos técnicos de uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas também fomentando o desenvolvimento de um mercado estratégico para a descarbonização do setor”, afirma Marcelo Bragança, vice-presidente de Operações da Vibra.

O biocombustível que está em teste na Embraer foi importado da Bélgica e está disponível na base localizada no aeroporto Tom Jobim (GIG), no Rio de Janeiro. O local recebeu a certificação ISCC (International Sustainability & Carbon Certification) EU e CORSIA, que garante o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto, incluindo a distribuição por meio da BR Aviation, unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves.

O SAF tem potencial para reduzir as emissões de carbono na indústria aeroespacial em até 80% em comparação ao combustível tradicional. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer estão aptas a operar com uma mistura de até 50% desse combustível. Nos últimos anos, a companhia avançou nos estudos para que seus aviões possam voar com 100% de SAF, visando à meta de obter a certificação para tanto até 2030.

Fundamentos

Motiva (MOTV3): BTG analisa ‘investor day’ da companhia 

Em relatório divulgado na semana passada o time de analistas do BTG Pactual comenta que o investor day (evento que reúne executivos da companhia e investidores) da Motiva (MOTV3) apresentou avanços importantes na agenda estratégica da companhia, com ênfase em eficiência operacional, revisão de portfólio e alocação seletiva de capital.

A equipe do banco ressalta que a nova meta de eficiência prevê redução do índice de opex sobre receita para 28% até 2035, frente aos 41% atuais, impulsionada por tecnologia (Inteligência Artificial generativa, drones, automação), simplificação do portfólio e ganhos de escala.

Também destaca que o plano de desinvestimento total na plataforma de aeroportos e parcial em mobilidade urbana visa liberar R$ 5 bilhões a 10 bilhões em valor.

O relatório menciona que a alavancagem da holding deve cair para zero, com “payout” de 50% mantido. O “payout” é a porcentagem do lucro líquido de uma empresa distribuído aos seus acionistas na forma de dividendos ou juros sobre capital próprio.

A Motiva projeta uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de Ebitda de 8% a 10% até 2035 e ambiciona que receitas de negócios adjacentes superem 10% do total.

“Com sólida execução de capex e racionalidade estratégica, a Motiva reforça sua posição como play de infraestrutura alavancado à queda de juros no Brasil”, escreve o time de analistas. O BTG tem recomendação de compra para a Motiva com preço-alvo de R$ 17.

Guararapes (GUAR3): XP eleva a ação para ‘compra’

O time de analistas da XP elevou a recomendação da Guararapes (GUAR3) para “compra”. A equipe acredita que a empresa, dona da Riachuelo, estabeleceu um claro “framework” estratégico para sustentar a melhora dos resultados por meio de maior produtividade das lojas, aprimorando sua proposta de produtos e adaptando/renovando os layouts para potencializar as categorias principais; e expansão da margem bruta, impulsionada pela maior verticalização/eficiência na fábrica, menores níveis de descontos e um mix de preços mais forte.

O time de analistas observa que a varejista vem apresentando resultados em melhora por seis trimestres consecutivos, o que vê como apenas o começo de um ciclo positivo.

Em relatório também destaca que a ação está negociada a um valuation atrativo. O preço-alvo foi estendido para o final de 2026 para R$ 14.

BB Seguridade (BBSE3): BTG vê perspectivas favoráveis para 2025, mas 2026 mais desafiador

O BTG Pactual destacou em relatório a reunião da gestão da BB Seguridade (BBSE3) com investidores em São Paulo. A avaliação do time de analistas do banco é que a seguradora demonstrou otimismo com 2025, ressaltando que o ambiente de juros ainda elevados deve continuar favorecendo os resultados financeiros, enquanto a performance operacional segue resiliente, mesmo com os desafios no agronegócio.

Segundo a equipe de analistas, o diretor financeiro da companhia esclareceu que a deterioração recente no crédito rural se deve mais ao endividamento excessivo dos produtores durante o boom de preços da pandemia do que a eventos climáticos. O programa governamental de R$ 12 bilhões (MP 1.314) deve ajudar o Banco do Brasil na gestão de risco, com impactos indiretos positivos para a BB Seguridade ao fomentar o volume de negócios.

No relatório, o BTG destaca que, por outro lado, 2026 tende a ser mais desafiador para a companhia, diante da provável queda da Selic e da menor diferença entre índices de inflação, que atualmente favorece a BB Seguridade.

A gestão da empresa ressaltou que há margem para mitigar a desaceleração do crédito com maior penetração de seguros ligados ao capital de giro, investimentos e financiamento de grãos.

No segmento de previdência, o aumento do IOF impactou negativamente as contribuições, mas a empresa busca reverter isso incentivando planos com pagamentos periódicos e diversificando a base de clientes.

A equipe do BTG salienta que, apesar da pressão recente, a empresa reforçou sua visão positiva de longo prazo, com espaço relevante para ganho de penetração no seguro rural e potencial de recuperação do fluxo de caixa dos produtores com a normalização climática.

O time do banco vê a seguradora com valuation seja atrativo (P/L para 2025 de 7,4x e yield de 12%). Mas reiterou a recomendação “neutra”, citando a ausência de gatilhos relevantes no curto prazo, como a renovação do contrato de distribuição com o Banco do Brasil, ainda sem negociações em andamento.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Eqtl3, Prio3, Fiqe3 e de Aure3. Acesse o vídeo aqui

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 29

BRF (BRFS3) paga JCP e dividendo 

Banrisul (BRSR6) paga JCP

Banco Bradesco (BBDC4) tem data com para juros sobre o capital 

Cemig (CMIG4) tem data com para juros sobre o capital próprio 

Terça, 30

M.Dias Branco (MDIA3) paga dividendo mensal 

Eternit (ETER3) paga dividendo anunciado em fevereiro

Valid (VLID3) paga 3° parcela de JCP

M. Dias Branco (MDIA3) paga dividendo extraordinário

Marfrig (MRFG3) paga dividendo

Cury (CURY3) tem data com para dividendo

Quarta, 1°

Bradesco (BBDC4) paga JCP mensal 

Banestes (BEES3) paga JCP 

Itaú (ITUB4) paga JCP mensal 

Itaúsa (ITSA4) paga JCP trimestral

Vulcabras (VULC3) paga 3° parcela de dividendo intermediário

Quinta, 2

Allos (ALOS3) paga dividendo intercalar 

Rede D’or (RDOR3) paga JCP 

Cyrela (CYRE3) paga dividendo declarado em 25 de abril 

Sexta, 3

Mitre (MTRE3) paga 1° parcela de dividendo intercalar

Fleury (FLRY3) paga juros sobre o capital

Blau (BLAU3) paga juros sobre o capital

Provento da semana passada

Confira aqui as 11 companhias que anunciaram provento nesta semana

 

 

 

 

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Notícias corporativas

Banco ABC (ABCB4) poderá recomprar até 7,5 milhões de ações

O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou um novo programa de recompra de ações para fins de permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 26, após o fechamento do mercado. O banco poderá recomprar até o limite de 7,5 milhões de ações preferenciais. O prazo máximo para realização das operações autorizadas será de 18 meses, tendo como termo final o dia 26 de março de 2027.

Klabin (KLBN11) recebe R$ 600 milhões após concluir operação na área imobiliária

A Klabin (KLBN11) informou na noite desta sexta-feira, 26, que concluiu o fechamento da operação na área imobiliária, com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$ 600 milhões, realizado pelo investidor institucional.

Em agosto deste ano, a Klabin celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. Na época, a Klabin destacou que a operação reforça a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do Retorno sobre o Capital Investido (ROIC).

Grazziotin (CGRA4) anuncia programa de recompra de ações

A Grazziotin (CGRA4) anunciou nesta sexta-feira, 26, um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 979.382 ações, sendo até 215.869 ações ordinárias representativas de 10% das ações em circulação no mercado e de até 763.513 ações preferenciais, representativas de 10% das ações em circulação no mercado. As aquisições poderão ser feitas no período de 29/09/2025 até 27/03/2026.

“A companhia fará a aquisição de ações de própria emissão com o objetivo de incrementar a geração de valor para seus acionistas, por meio da aplicação de parte dos recursos disponíveis em caixa, na aquisição das ações em bolsa de valores, a preços de mercado, para permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Grazziotin.

Fitch afirma rating da Alliança Saúde (AALR3); perspectiva é ‘positiva’

A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘A(bra)’ da Alliança Saúde (AALR3). Ao mesmo tempo, a agência manteve o rating em perspectiva “positiva”.

Segundo a agência, o rating da Alliança reflete a sua mediana escala de negócios no fragmentado e competitivo setor de medicina diagnóstica no país, bem como sua moderada diversificação geográfica e concentração de receitas em serviços de imagem. A Fitch destacou que a classificação se apoia também nos “sólidos fundamentos de demanda do setor de saúde, com elevado potencial de crescimento a longo prazo”.

A perspectiva positiva incorpora a expectativa de contínuos ganhos de escala e avanços na rentabilidade da Alliança por meio da adição de novos contratos, parcerias e aquisições, aliados à manutenção de alavancagem líquida inferior a 3,5 vezes no horizonte do rating, afirmou a agência,

A análise também considera que a Alliança terá êxito em refinanciar seus passivos de curto prazo, com base nas negociações em curso. Uma frustração nessa premissa poderia levar a uma ação de rating negativa a curto prazo.

Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures

A Eletrobras (ELET3) informou nesta sexta-feira, 26, que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão.

Fundamentos

Guararapes (GUAR3): XP eleva a ação para ‘compra’

O time de analistas da XP elevou a recomendação da Guararapes (GUAR3) para “compra”. A equipe acredita que a empresa, dona da Riachuelo, estabeleceu um claro “framework” estratégico para sustentar a melhora dos resultados por meio de maior produtividade das lojas, aprimorando sua proposta de produtos e adaptando/renovando os layouts para potencializar as categorias principais; e expansão da margem bruta, impulsionada pela maior verticalização/eficiência na fábrica, menores níveis de descontos e um mix de preços mais forte.

O time de analistas observa que a varejista vem apresentando resultados em melhora por seis trimestres consecutivos, o que vê como apenas o começo de um ciclo positivo.

Em relatório também destaca que a ação está negociada a um valuation atrativo. O preço-alvo foi estendido para o final de 2026 para R$ 14.

BB Seguridade (BBSE3): BTG vê perspectivas favoráveis para 2025, mas 2026 mais desafiador

O BTG Pactual destacou em relatório a reunião da gestão da BB Seguridade (BBSE3) com investidores em São Paulo. A avaliação do time de analistas do banco é que a seguradora demonstrou otimismo com 2025, ressaltando que o ambiente de juros ainda elevados deve continuar favorecendo os resultados financeiros, enquanto a performance operacional segue resiliente, mesmo com os desafios no agronegócio.

Segundo a equipe de analistas, o diretor financeiro da companhia esclareceu que a deterioração recente no crédito rural se deve mais ao endividamento excessivo dos produtores durante o boom de preços da pandemia do que a eventos climáticos. O programa governamental de R$ 12 bilhões (MP 1.314) deve ajudar o Banco do Brasil na gestão de risco, com impactos indiretos positivos para a BB Seguridade ao fomentar o volume de negócios.

No relatório, o BTG destaca que, por outro lado, 2026 tende a ser mais desafiador para a companhia, diante da provável queda da Selic e da menor diferença entre índices de inflação, que atualmente favorece a BB Seguridade.

A gestão da empresa ressaltou que há margem para mitigar a desaceleração do crédito com maior penetração de seguros ligados ao capital de giro, investimentos e financiamento de grãos.

No segmento de previdência, o aumento do IOF impactou negativamente as contribuições, mas a empresa busca reverter isso incentivando planos com pagamentos periódicos e diversificando a base de clientes.

A equipe do BTG salienta que, apesar da pressão recente, a empresa reforçou sua visão positiva de longo prazo, com espaço relevante para ganho de penetração no seguro rural e potencial de recuperação do fluxo de caixa dos produtores com a normalização climática.

O time do banco vê a seguradora com valuation seja atrativo (P/L para 2025 de 7,4x e yield de 12%). Mas reiterou a recomendação “neutra”, citando a ausência de gatilhos relevantes no curto prazo, como a renovação do contrato de distribuição com o Banco do Brasil, ainda sem negociações em andamento.

 

 

 

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Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures https://financenews.com.br/2025/09/eletrobras-elet3-conselho-aprova-realizacao-pela-eletronorte-da-8a-emissao-de-debentures/ https://financenews.com.br/2025/09/eletrobras-elet3-conselho-aprova-realizacao-pela-eletronorte-da-8a-emissao-de-debentures/#respond Fri, 26 Sep 2025 23:52:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=194833       Publicado às 20h52 A Eletrobras (ELET3) informou nesta sexta-feira, 26, que seu […]

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Publicado às 20h52

A Eletrobras (ELET3) informou nesta sexta-feira, 26, que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão. 

 

 

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TNE, que tem como acionistas Eletrobras e Alupar, inaugura linha de transmissão Manaus   https://financenews.com.br/2025/09/tne-que-tem-como-acionistas-eletrobras-e-alupar-inaugura-linha-de-transmissao-manaus/ https://financenews.com.br/2025/09/tne-que-tem-como-acionistas-eletrobras-e-alupar-inaugura-linha-de-transmissao-manaus/#respond Tue, 23 Sep 2025 00:02:30 +0000 https://financenews.com.br/?p=194549       Publicado às 21h01 Whatsapp sobre dividendo: entre aqui  A Eletrobras (ELET3) informou […]

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Publicado às 21h01

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A Eletrobras (ELET3) informou nesta segunda-feira, 22, que a Linha de Transmissão Manaus – Boa Vista, entrou em operação comercial em 16 de setembro de 2025, integrando o Estado de Roraima ao Sistema Interligado Nacional – SIN. O empreendimento contou com investimento de aproximadamente R$ 3,3 bilhões e possui 724 km de extensão de linhas de transmissão em 500kV, em circuito duplo. Com a entrada em operação, estima-se inicialmente uma redução de cerca de 280 mil toneladas de CO₂ por ano, decorrentes da diminuição da geração não-renovável. O prazo da concessão é até 2051 e a Receita Anual Permitida – RAP é de R$ 562 milhões, base setembro/2025. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

A concessionária Transnorte Energia – TNE, responsável pelo empreendimento, tem como acionistas a Eletrobras e Alupar (ALUP11), com participações de 64,6% e 35,4%, respectivamente. 

O acordo de acionistas vigente prevê o aumento progressivo da participação da Eletrobras, conforme novos aumentos de capital e uma opção de compra que pode ser exercida a partir de agora, com a entrada em operação do empreendimento. “A conclusão da linha de transmissão Manaus – Boa Vista reforça o compromisso da Eletrobras com a geração de valor para o acionista, e reafirma a capacidade de realizar projetos estruturantes com alta complexidade técnica, logística, ambiental e social”, afirmou a companhia em um comunicado. 

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Ibov no positivo, Eletrobras tem preço-alvo elevado, Vale sobe e outros destaques https://financenews.com.br/2025/09/ibov-no-positivo-eletrobras-tem-preco-alvo-elevado-vale-sobe-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2025/09/ibov-no-positivo-eletrobras-tem-preco-alvo-elevado-vale-sobe-e-outros-destaques/#respond Mon, 15 Sep 2025 16:40:42 +0000 https://financenews.com.br/?p=194112           Publicado às 13h40 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp sobre […]

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Ibovespa

Às 13h39 o Ibovespa subia 1,11% aos 143.854 pontos. No mesmo horário, o dólar comercial tinha queda de 0,71% cotado a R$ 5,316 na venda.

Eletrobras (ELET3)

A equipe de analistas do Itaú BBA elevou o preço-alvo das ações ordinárias da Eletrobras. Passou de R$ 54,90 para R$ 63,30. Foi reiterada a recomendação de “compra”. Em relatório, analistas do banco destacam que a Eletrobras atualmente oferece uma das maiores “assimetrias de valorização” em sua cobertura. Também ressaltam que a companhia pode se tornar “uma das melhores pagadoras de dividendos do setor”.

Vale (VALE3)

O time de analistas do BTG reforçou que a Vale está entregando uma estratégia comercial mais eficiente, com ganhos de mix que devem elevar prêmios e reduzir descontos de sílica, refletindo em maior Ebitda por tonelada. Em relatório, a equipe do banco destacou que a gestão da mineradora reiterou a disciplina de capex (investimentos), com a redução do orçamento de 2025 para US$ 5,4 bilhões a US$ 5,7 bilhões (ante US$ 5,9 bilhões anteriormente). Na avaliação dos analistas, isso abre espaço para maior geração de caixa e potencial de dividendos extraordinários, estimados entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão até o fim do ano.

Às 13h38 as ações da Vale subiam 0,75% cotadas a R$ 57,45. Nas negociações diurnas o minério de ferro em Dalian fechou em queda, mas nas negociações noturnas saltou 1,8% nesta segunda-feira.

Sequoia (SEQL3)

Às 13h38 as ações da Sequoia saltavam 6,90%. A companhia anunciou um aumento de capital no valor de R$ 61,4 milhões, resultado da conversão de debêntures em ações ordinárias. Agora o capital social da empresa subiu de R$ 1,25 bilhão para R$ 1,32 bilhão, e o número de papéis em circulação aumentou de 50,3 milhões para 53,8 milhões.

Petrobras (PETR4)

Às 13h36 os papéis PN subiam 0,67% cotados a R$ 31,39. O preço do barril do Brent tinha alta nesta tarde.

Randoncorp (RAPT4)

O BTG Pactual retomou a cobertura de Randoncorp com recomendação “neutra” e preço-alvo de R$ 8. Em relatório, a equipe de analistas do banco explica que o curto prazo segue “desafiador pela fraqueza da indústria de caminhões e reboques, juros elevados e crédito restrito, fatores que mantêm a demanda em níveis contidos”.

Frasle (FRAS3)

O BTG também retomou a cobertura da Frasle com recomendação de “compra” e preço-alvo de R$ 30. A avaliação é que, mesmo com resultados fracos no 2T25, a companhia deve apresentar melhora consistente no segundo semestre de 2025, apoiada por sinergias da aquisição da Dacomsa, desalavancagem após a oferta de ações e sazonalidade mais favorável.

Natura (NATU3)

Às 13h36 as ações subiam 2,63%. A Natura celebrou um acordo vinculante com o Grupo PDC, empresa de bens de consumo com presença na América Central e no Perú, para a venda dos negócios da Avon localizados na Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e República Dominicana (Avon Card). Leia mais aqui.

Odontoprev (ODPV3)

O conselho de administração da Odontoprev (ODPV3) em reunião realizada nesta segunda-feira, 15 de setembro, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O valor líquido por ação é R$ 0,0418685860. Terão direito detentores de ações de emissão da companhia em 18 de setembro de 2025 (próxima quinta-feira). As ações da Odontoprev serão negociadas ex-direito a esses JCP a partir de 19 de setembro, inclusive. A data do pagamento será 10 de dezembro de 2025.

Pague Menos (PGMN3)

Às 13h35 as ações caíam 3,66%. A Pague Menos (PGMN3) está avaliando a possibilidade de realizar uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias de emissão da companhia e secundária de ações de titularidade de determinados fundos geridos pela General Atlantic, com valor aproximado de R$ 250 milhões, a ser realizada no Brasil e destinada exclusivamente a investidores profissionais. Leia mais aqui.

Allied (ALLD3)

Às 13h35 as ações da Allied subiam 2,67% com a aprovação da redução do capital com restituição em dinheiro aos acionistas (leia mais aqui).

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

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Rápidas: nova máxima histórica do Ibov, Vamos, Vale, Petrobras, Braskem, Reag Investimentos, Nvidia, Mills, Eletrobras   https://financenews.com.br/2025/08/rapidas-nova-maxima-historica-do-ibov-vamos-vale-petrobras-braskem-reag-investimentos-nvidia-mills-eletrobras/ https://financenews.com.br/2025/08/rapidas-nova-maxima-historica-do-ibov-vamos-vale-petrobras-braskem-reag-investimentos-nvidia-mills-eletrobras/#respond Thu, 28 Aug 2025 14:38:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=193072           Publicado às 11h37 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp […]

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Ibovespa

O Ibovespa marcou nova máxima histórica nesta quinta-feira, 28, ao chegar aos 142 mil e 100 pontos. Às 11h36 tinha alta de 2,07% aos 142.084 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,09% cotado a R$ 5,412 na venda.

Vamos (VAMO3)

O time de analistas do Citi elevou a recomendação para a Vamos. Passou de “venda” para “neutra”. Também foi aumentado o preço-alvo de R$ 4 para R$ 4,20. 

Vale (VALE3)

Às 11h34 as ações da Vale (VALE3) tinham alta de 1,23% cotadas a R$ 56,06. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,7%.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Mesmo com o preço do barril do Brent no negativo, as ações da Petrobras tinham alta nesta manhã. Às 11h34 os papéis PN subiam 1% a R$ 30,97.

Braskem (BRKM5)

Às 11h34 as ações da Braskem subiam 3,11%. O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) aprovou a aplicação de direitos antidumping provisórios, pelo período de até 6 meses, sobre as importações de resinas de polietileno dos Estados Unidos e do Canadá, a partir da data da publicação da decisão do Gecex no Diário Oficial da União. A medida beneficia a Braskem. No acumulado da semana as ações saltam 13%.

Reag Investimentos (REAG3)

As ações despencavam 23% às 11h33. A Reag Investimentos confirmou que sua sede é alvo da Operação Carbono Oculto. “Trata-se de procedimento investigativo em curso. As companhias esclarecem que estão colaborando integralmente com as autoridades competentes, fornecendo as informações e documentos solicitados”, afirmou a companhia. Uma força-tarefa nacional cumpre mandados de busca, apreensão e prisão em vários estados para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado por integrantes da facção PCC. A Receita Federal também identificou vários fundos de investimentos, que seriam controlados pelo PCC.

Nvidia (NVDC34)

A Nvidia (B3: NVDC34; Nasdaq: NVDA) reportou uma receita de US$ 46,7 bilhões para o segundo trimestre encerrado em 27 de julho de 2025, um aumento de 6% em relação ao trimestre anterior e de 56% em relação ao ano anterior. A fabricante de chips teve lucro de US$ 26,4 bilhões, alta anual de 59%. O lucro por ação ajustado foi de US$ 1,05, crescimento de 52% na base anual de comparação. Com relação à unidade de data center da companhia, que representa a maior parte da receita, a receita teve alta de 56% para US$ 41,1 bilhões. O número ficou abaixo das estimativas. Na B3, os BDRs caíam 2,4% às 11h33.

Mills (MILS3) 

A perspectiva do rating da Mills foi alterada para ‘positiva’ pela agência de classificação de risco S&P. A agência explicou que a perspectiva ‘positiva’ reflete a expectativa de que a Mills continuará aumentando sua participação nos segmentos de linha amarela e empilhadeiras nos próximos anos, resultando em crescimento da participação dos contratos de longo prazo em sua receita consolidada, enquanto mantém níveis de endividamento nos patamares atuais.

Eletrobras (ELET3)

A Eletrobras paga nesta quinta-feira, 28, dividendos no montante de R$ 4 bilhões anunciados em 6 de agosto no valor de R$ 2,43 por ação preferencial de classe A, R$ 1,93 por ação preferencial de classe B e R$ 1,75 por ação ordinária. A data de corte para os detentores de ações de emissão da Eletrobras negociadas na B3 foi dia 15 de agosto de 2025. As ações da Eletrobras são negociadas ex-direitos desde 18 de agosto de 2025.

 

 

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