Arquivos BC - Finance News https://financenews.com.br/tag/bc/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Wed, 18 Sep 2024 11:59:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos BC - Finance News https://financenews.com.br/tag/bc/ 32 32
Mercados à espera de decisões sobre juros, provento da Cemig Tim, Romi, Emae e outros destaques corporativos https://financenews.com.br/2024/09/mercados-a-espera-de-decisoes-sobre-juros-provento-da-cemig-tim-romi-emae-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2024/09/mercados-a-espera-de-decisoes-sobre-juros-provento-da-cemig-tim-romi-emae-e-outros-destaques-corporativos/#respond Wed, 18 Sep 2024 10:55:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=173379   Publicado às 7h55 Atualizado às 8h59 com notícia da CSN   Bolsas, petróleo e […]

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Presidente do Banco Central, Campos Neto

 

Publicado às 7h55

Atualizado às 8h59 com notícia da CSN

 

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54)

Alemanha (DAX): -0,05% 

Londres (FTSE 100): -0,64%

Japão (Nikkei 225): +0,37% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,49% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): feriado

Petróleo Brent: -1,29% (US$ 72,7). O brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -1,33% (US$ 69,03)

Bitcoin futuro: +2,81% (US$ 59.362)

Minério de ferro em Dalian (7h53 – hora de Brasília) 

O contrato futuro para janeiro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, queda de 4,1% a 675 iuanes (US$ 95,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h53 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,17% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,14%. Nasdaq futuro subia 0,14%.

Decisões sobre juros nos EUA e no Brasil são destaques

Nesta quarta-feira ocorre a decisão sobre juros nos Estados Unidos. O Federal Open Market Committee (Fomc) do Banco Central dos Estados Unidos divulga a nova taxa às 15h. O mercado aposta no corte de juros. A magnitude do corte é que divide opiniões: uma parte aposta em 0,25 p.p. e outra em 0,50 p.p.

Também nesta quarta-feira, após às 18h30, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil divulga a nova taxa de juros. Boa parte dos analistas projeta elevação da Selic em  0,25 ponto. A taxa está atualmente em 10,50% ao ano.

Notícias corporativas

CSN (CSNA3): prorrogado direito de exclusividade para negociação de potencial aquisição da InterCement

A CSN (CSNA3), a InterCement e a controladora direta da InterCement chegaram a um acordo para prorrogar, até 16 de outubro de 2024, nas mesmas condições que os acordos anteriores, o direito de exclusividade da siderúrgica para a negociação com relação à potencial aquisição de ações representativas de 100% do capital social da InterCement e, consequentemente, de suas subsidiárias. 

A informação foi divulgada pela CSN em um fato relevante nesta quarta-feira, 18.

O período de exclusividade será automaticamente estendido até 16 de novembro de 2024 caso o prazo para a InterCement concluir o processo de venda seja prorrogado, explicou a CSN no fato relevante. 

A siderúrgica afirmou ainda que “mantém seu interesse na potencial transação, mas ressalta que, até o momento, não foram celebrados documentos vinculantes com qualquer contraparte que gerem obrigação ou compromisso firme para a realização da potencial transação”. 

Weg (WEGE3) anuncia investimento em processos de verticalização no México e no Brasil 

A Weg (WEGE3) investirá aproximadamente R$ 670 milhões, ao longo dos próximos cinco anos na expansão da capacidade e verticalização dos negócios de transformadores e motores elétricos no México e no Brasil. 

A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 18.

No México os investimentos serão destinados para a construção de um novo prédio para fabricação de fios, na cidade de Atotonilco de Tula, além da aquisição e instalação de equipamentos. 

O objetivo é atender a demanda atual e projetada para fios e cabos empregados nos negócios de transformadores e motores elétricos na América do Norte. 

O investimento previsto é de aproximadamente R$ 336 milhões, ao longo dos próximos cinco anos. 

No Brasil, os investimentos serão aplicados nos parques fabris de Itajaí e Guaramirim, ambos no Estado de Santa Catarina. 

Em Itajaí, a companhia vai expandir em 9.500 m² sua fábrica de fios, atualmente com 8.500 m², para atender a demanda atual e projetada para transformadores no Brasil. 

O investimento previsto neste projeto, próximo a R$ 169 milhões, tem um cronograma estimado de cinco anos. Já em Guaramirim, o plano consiste na expansão de um dos prédios da fundição, atualmente com 11.000 m², em mais 6.000 m², bem como, modernização do maquinário, com um investimento previsto de cerca de R$ 165 milhões no decorrer dos próximos três anos. 

Luiz Barsi eleva participação na Taurus e atinge 10% do total das preferenciais (TASA4)

O mega investidor brasileiro Luiz Barsi Filho realizou aquisições de ações da Taurus (TASA4) no mercado à vista. Dessa forma, Barsi aumentou a participação na companhia atingindo 10% do total das preferenciais de emissão da fabricante de armas. Segundo o investidor, o aumento da participação acionária tem como objetivo a adequação de portfólio e poderá ser elevada ou reduzida de acordo com os objetivos de investimento.

“A participação não visa qualquer alteração do controle acionário da companhia ou de sua estrutura administrativa”, afirmou Barsi em carta à Taurus.

O conteúdo da carta está em um comunicado enviado ao mercado na noite de terça-feira, 17.

Cemig (CMIG4) anuncia R$ 472,5 milhões em  juros sobre o capital 

A diretoria executiva da Cemig (CMIG4) deliberou pela declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 472.591.000,00. O valor bruto por ação é R$ 0,16520222078. Terão direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) no dia 23-09-2024. A data “ex-direitos” é 24-09-2024. O pagamento será em duas parcelas iguais, sendo a primeira até 30-06-2025 e a segunda até 30-12-2025.

Tim (TIMS3) anuncia pagamento de R$ 300 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Tim (TIMS3) aprovou a distribuição de R$ 300 milhões a título de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto por ação é R$ 0,123945910. O pagamento ocorrerá até o dia 23 de outubro de 2024, sendo a data de 23 de setembro de 2024 como aquela que servirá para identificar acionistas com direito a receber. Desta forma, as ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de JSCP.

EMAE (EMAE4) anuncia pagamento de juros sobre o capital 

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia – EMAE (EMAE4) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de R$ 29.890.728,19 a título de juros sobre o capital próprio (JCP). Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 23/09/2024, sendo as ações negociadas ex-direito a partir de 24/09/2024. O pagamento será realizado em 26/09/2024. O valor líquido por ação ordinária (EMAE3) é R$ 0,648616408. O valor líquido por ação preferencial (EMAE4) é R$ 0,713478048. No começo deste mês, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da participação do Estado de São Paulo na EMAE pelo fundo Phoenix. A EMAE foi privatizada pelo Estado de São Paulo em abril.

Romi (ROMI3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

A Romi (ROMI3) anunciou que vai pagar R$ 22.360.979,28 em juros sobre o capital. O valor bruto por ação é R$ 0,24. Tem direito quem tiver ações em 23/09/2024 (data de corte). A partir de 24/09/2024 as ações da companhia serão negociadas “ex-juros”. O pagamento será em 21/11/2024.

Iguatemi (IGTI11) conclui aquisição de participação no shopping Rio Sul 

A Iguatemi (IGTI11) concluiu a aquisição da participação no Shopping Center Rio Sul pela Combrashop Cia Brasileira de Shopping Centers, através da Parshop Participações.

Em julho deste ano a Iguatemi havia divulgado um acordo de investimento com a Combrashop para participar da aquisição de 54% do Rio Sul, localizado em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Nesta terça-feira a Iguatemi informou também que foi contratada para assumir a administração do Rio Sul, observado um cronograma de transição estabelecido com a atual administradora. Após o cumprimento de determinadas etapas previstas no Acordo de Investimento, a Iguatemi e o BB Premium Malls (BBIG FII) irão adquirir participação do Shopping Rio Sul e as participações no empreendimento observarão as seguintes proporções: a Combrashop será titular de 50,1%; a Iguatemi será titular de 16,6%; e o BBIG FII será titular de 33,3%.

A transação foi submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e aprovada sem restrições.

Xamano estuda investimento para produção de amônia líquida; Jalles Machado (JALL3) é possível futura consumidora do produto

O diretor-presidente da Jalles Machado (JALL3), Otávio Lage de Siqueira Filho, e o diretor Financeiro, Rodrigo Penna, se reuniram com representantes da Xamano Group, uma multinacional chinesa, e do Governo de Goiás, em Goiânia.

A Xamano Group estuda possíveis investimentos em Goiás para a produção de amônia líquida, utilizando uma tecnologia verde.

O encontro ocorreu em 12 de setembro, mas a informação foi divulgada pela companhia na terça-feira, 17.

Segundo a companhia, o objetivo da reunião, que teve a participação do vice-governador do estado de Goiás, Daniel Vilela, foi entender as políticas do estado em relação a esse possível investimento.

A Jalles esteve presente na reunião como uma possível futura consumidora da amônia líquida, que pode ser utilizada como fertilizante em suas operações agrícolas.

Caso a parceria se concretize, a intenção da Xamano é construir uma fábrica ao lado do parque industrial de uma das unidades da Jalles em Goianésia.

CII vende e depois compra ações da Hypera (HYPE3)

A Capital International Investors (CII), divisão independente de investimentos da Capital Research and Management Company reduziu sua participação acionária na Hypera (HYPE3) para 4,997% do capital social. Posteriormente, a gestora aumentou sua participação para 5,01% do capital social da Hypera. A movimentação acionária não alterou a posição dos acionistas de referência da companhia e/ou sua estrutura administrativa.

Fitch afirma rating do Grupo Mateus (GMAT3)

A agência de classificação de risco de crédito Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo do Grupo Mateus (GMAT3) de AAA (bra), com perspectiva “estável”.

Em seu relatório, a Fitch destaca que o o rating do Mateus se apoia em seu destacado posicionamento de mercado na defensiva e fragmentada indústria de varejo alimentar brasileira, em especial nas regiões Norte e Nordeste do país.

Ainda segundo a agência, a classificação considera, ainda, o forte perfil financeiro do Mateus, com reduzida alavancagem financeira e robusta liquidez, a partir da geração operacional de caixa crescente e de fluxos de caixa livres (FCFs) próximos da neutralidade.

“A alocação de ativos e o aporte de capital na sociedade que está sendo criada com o Novo Atacarejo não afetam materialmente o seu perfil de crédito” avalia a Fitch.

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BC comunica vazamento de dados de chaves Pix sob a guarda e a responsabilidade do Banese https://financenews.com.br/2021/09/bc-comunica-ocorrencia-em-instituicao-financeira/ https://financenews.com.br/2021/09/bc-comunica-ocorrencia-em-instituicao-financeira/#respond Thu, 30 Sep 2021 22:31:39 +0000 https://financenews.com.br/?p=112751     Publicado às 19h32   O Banco Central do Brasil informou no começo da […]

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Publicado às 19h32

 

O Banco Central do Brasil informou no começo da noite desta quinta, 30, a ocorrência de vazamento de dados de chaves Pix sob a guarda e a responsabilidade do Banco do Estado de Sergipe – Banese (BGIP3), em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição financeira.  

Não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras.

O Banese informou, em comunicado ao mercado, que sua área técnica detectou consultas indevidas a dados relacionados a 395.009 chaves PIX, exclusivamente do tipo telefone, de não-clientes da companhia, a partir do acesso de duas contas bancárias de clientes do Banese, provavelmente obtido mediante engenharia social (phishing ou similar). 

“Tais consultas foram realizadas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, administrado pelo Banco Central do Brasil e de acesso restrito às instituições que iniciam o procedimento para realização de uma transação por PIX, e contém informações de natureza cadastral: nome, CPF, banco em que a chave está registrada, agência, conta e outros dados técnicos utilizados para fins de controle antifraude, tais como a data de abertura da conta e data de registro da chave”, afirmou o banco.

As pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo de sua instituição de relacionamento. Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou email.

O BC informou que adotou as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e aplicará as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.

 

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Dólar ultrapassa R$ 5,40 com perspectiva de corte de juros https://financenews.com.br/2020/04/dolar-ultrapassa-r-540-com-perspectiva-de-corte-de-juros/ https://financenews.com.br/2020/04/dolar-ultrapassa-r-540-com-perspectiva-de-corte-de-juros/#respond Wed, 22 Apr 2020 22:45:12 +0000 https://financenews.com.br/?p=80201 Publicado às 18h05min Em meio a perspectivas de novos cortes de juros pelo Banco Central […]

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Publicado às 18h05min

Em meio a perspectivas de novos cortes de juros pelo Banco Central (BC), o dólar comercial ultrapassou a barreira de R$ 5,40 e fechou no maior valor nominal – sem considerar a inflação – desde a criação do real. A moeda encerrou esta quarta-feira (22) vendida a R$ 5,409, com alta de R$ 0,10 (+1,88%).

A cotação ultrapassou os R$ 5,40 no início da tarde. Na máxima do dia, por volta das 16h30, o dólar superou os R$ 5,41. A divisa acumula alta de 34,8% em 2020. A alta poderia ter sido maior caso o Banco Central não tivesse feita uma intervenção no mercado. A autoridade monetária fez um leilão de contratos novos de swap – venda de dólares no mercado futuro – e rolou (renovou) contratos de swap antigos que vencerão em junho.

A cotação operou em alta durante toda a sessão, disparando depois de declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que o cenário para a Selic (taxa básica de juros) mudou depois da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Ele fez a declaração em transmissão virtual promovida pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Juros mais baixos tornam menos atrativos os investimentos em países emergentes, como o Brasil, estimulando a retirada de capitais por estrangeiros.

Informações da Agência Brasil

Veja também:

Assista à análise do Ibovespa, Petr4, Vale3, Wege3, Usim5 e Bbdc4

 

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Banco Central anuncia a troca do diretor de Política Econômica https://financenews.com.br/2019/08/banco-central-anuncia-a-troca-do-diretor-de-politica-economica/ https://financenews.com.br/2019/08/banco-central-anuncia-a-troca-do-diretor-de-politica-economica/#respond Thu, 01 Aug 2019 22:44:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=63305 Publicado às 19h43 O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Viana de […]

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Publicado às 19h43

O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Viana de Carvalho, deixará o cargo no fim de setembro, informou há pouco o órgão. Em nota, o banco informou que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicará o ex-secretário de Política Econômica Fábio Kanczuk para substituí-lo.

Segundo o BC, Viana deixará as funções após a apresentação do Relatório Trimestral de Inflação, a ser divulgado no fim de setembro. A saída, de acordo com o banco, ocorrerá por razões pessoais. Durante a transição de governo, no fim do ano passado, o órgão havia anunciado a permanência de Viana “por tempo considerável”.

Viana comandava a Diretoria de Política Econômica do BC desde julho de 2016. Do fim do ano passado até o início deste ano, ele acumulou interinamente a Diretoria de Política Monetária, enquanto o atual diretor, Bruno Serra Fernandes, não tinha o nome aprovado pelo Senado.

Atual representante do governo brasileiro no Banco Mundial, Kanczuk foi secretário de Política Econômica do antigo Ministério da Fazenda de setembro de 2016 a outubro de 2018. Bacharel em engenharia pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), tem PhD em Economia pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Kanczuk precisará ter o nome confirmado pelo Senado. As sabatinas na Comissão de Assuntos Econômicos e as votações pelo plenário da Casa ocorrerão ao longo do segundo semestre. Entre as atribuições da Diretoria de Política Econômica, estão a realização de pesquisas econômicas e a elaboração do sistema de metas de inflação.
Agência Brasil

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Banco Central reduz taxa Selic para 6% https://financenews.com.br/2019/07/banco-central-reduz-taxa-selic-para-6/ https://financenews.com.br/2019/07/banco-central-reduz-taxa-selic-para-6/#respond Wed, 31 Jul 2019 21:31:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=63232 Publicado às 18h29 O Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic em 50 pontos […]

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Publicado às 18h29

O Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic em 50 pontos base para 6% a.a.

Leia a íntegra do comunicado:

Em sua 224ª reunião, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 6,00% a.a.

A atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita com as seguintes observações:

Indicadores recentes da atividade econômica sugerem possibilidade de retomada do processo de recuperação da economia brasileira. O cenário do Copom supõe que essa retomada ocorrerá em ritmo gradual;

O cenário externo mostra-se benigno, em decorrência das mudanças de política monetária nas principais economias. Entretanto, os riscos associados a uma desaceleração da economia global permanecem;

O Comitê avalia que diversas medidas de inflação subjacente encontram-se em níveis confortáveis, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária;

As expectativas de inflação para 2019, 2020, 2021 e 2022 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 3,8%, 3,9%, 3,75% e 3,50%, respectivamente; e

No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções do Copom situam-se em torno de 3,6% para 2019 e 3,9% para 2020. Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2019 em 5,50% e permanece nesse patamar até o final de 2020. Também supõe trajetória para a taxa de câmbio que termina 2019 em R$/US$ 3,75 e 2020 em R$/US$ 3,80. No cenário com juros constantes a 6,50% a.a. e taxa de câmbio constante a R$/US$ 3,75*, as projeções situam-se em torno de 3,6% para 2019 e 2020.

O Comitê ressalta que, em seu cenário básico para a inflação, permanecem fatores de risco em ambas as direções. Por um lado, (i) o nível de ociosidade elevado pode continuar produzindo trajetória prospectiva abaixo do esperado. Por outro lado, (ii) uma eventual frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária. O risco (ii) se intensifica no caso de (iii) reversão do cenário externo benigno para economias emergentes.  O Comitê reconhece que o balanço de riscos para a inflação evoluiu de maneira favorável, mas avalia que o risco (ii) ainda é preponderante.

Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros para 6,00% a.a. O Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário básico e balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2020.

O Copom reitera que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.

O Copom reconhece que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira tem avançado, mas enfatiza que a continuidade desse processo é essencial para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia.  O Comitê ressalta ainda que a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes. Em particular, o Comitê julga que avanços concretos nessa agenda são fundamentais para consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva.

Na avaliação do Copom, a evolução do cenário básico e, em especial, do balanço de riscos prescreve ajuste no grau de estímulo monetário, com redução da taxa Selic em 0,50 ponto percentual. O Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo. O Copom enfatiza que a comunicação dessa avaliação não restringe sua próxima decisão e reitera que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Roberto Oliveira Campos Neto (Presidente), Bruno Serra Fernandes, Carlos Viana de Carvalho, Carolina de Assis Barros, Fernanda Feitosa Nechio, João Manoel Pinho de Mello, Maurício Costa de Moura, Otávio Ribeiro Damaso e Paulo Sérgio Neves de Souza.

 

*Valor obtido pelo procedimento usual de arredondar a cotação média da taxa de câmbio R$/US$ observada nos cinco dias úteis encerrados na sexta-feira anterior à reunião do Copom.

 

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G-20, fala de Guedes e outros assuntos que o mercado repercute nesta sexta https://financenews.com.br/2019/06/g-20-fala-de-guedes-e-outros-assuntos-que-o-mercado-repercute-nesta-sexta/ https://financenews.com.br/2019/06/g-20-fala-de-guedes-e-outros-assuntos-que-o-mercado-repercute-nesta-sexta/#respond Fri, 28 Jun 2019 02:38:58 +0000 https://financenews.com.br/?p=61655   Bolsas e petróleo (8h10min) China (Shanghai Comp.): -0,60% (pregão encerrado) Japão (Nikkei 225): -0,29% […]

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Presidente da China, Xi Jinping

 

Bolsas e petróleo (8h10min)

China (Shanghai Comp.): -0,60% (pregão encerrado)

Japão (Nikkei 225): -0,29% (pregão encerrado)

Alemanha (DAX): +0,49%

Londres (FTSE 100): +0,19%

Petróleo WTI: -0,02% (US$ 59,42)

Petróleo Brent: -0,12% (US$ 65,59)

Minério de ferro na China

Contratos futuros mais líquidos do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian, na China, tinham alta +2,07%, cotados a 838,50 iuanes. 

Futuros americanos

Em Wall Street, o Dow Jones futuro operava perto da estabilidade em +0,25% e o S&P 500 futuro em +0,21% às 8h12min.

Mercado digere fala de Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta, 27, que o Banco Central deve seguir reduzindo a alíquota de recolhimento de depósitos compulsórios em mais de R$ 100 bilhões. A medida deve ampliar o acesso ao crédito no país.

“Estamos fazendo a desestatização do mercado de crédito, despedalando os bancos públicos. Ontem (26) já houve a liberação de mais de R$ 20 bilhões de recolhimento compulsório, para ampliar o crédito privado, e vem aí mais de R$ 100 bilhões de liberação de compulsório mais à frente”, anunciou o ministro após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em Brasília.

Na quarta, 26, o BC decidiu reduzir a alíquota do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo em dois pontos percentuais, de 33% para 31%.

Reforma aprovada ainda este semestre

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) garantiu a investidores que a reforma da Previdência será aprovada antes do recesso.

O parecer deve ser votado na comissão na quarta-feira e a discussão no Plenário deve começar na segunda semana de julho.

Maia continua negociação com governadores

Após segunda reunião entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e oito governadores do Nordeste sobre a reforma da Previdência (PEC 6/19), o acordo para reincluir estados e municípios no texto continua indefinido.

Segundo o presidente da Câmara, os governadores apresentaram uma pauta de reivindicações que deve ser discutida com líderes partidários e o relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

“Estamos conversando, ainda tem muito diálogo, vamos ver quais são os pontos colocados por eles, isso vai ser tratado hoje à noite ou amanhã de manhã com o relator da reforma e outros líderes”, disse Maia.

G-20

Começou nesta sexta-feira no Japão o encontro das 20 maiores economias do mundo.

Os investidores aguardam com expectativa o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e o da China, Xi Jinping, às margens da cúpula do G-20. O objetivo é que tentem avançar um acordo para uma trégua na guerra comercial.

BC anuncia leilões para rolagem integral de swaps

O Banco Central, nos dias 1º e 2 de julho próximo, efetuará leilões para a rolagem integral dos contratos de swap cambial vincendos em 1º de agosto de 2019, perfazendo um total de 12.350 contratos. Atualmente, o estoque de contratos de swap cambial do Banco Central equivale a US$ 68,9 bilhões, dos quais US$ 618 milhões referentes ao vencimento de agosto.

O BC informou que poderá rever os montantes ofertados “sempre que necessário”.

Análise gráfica

Análise do Ibovespa, Petr4, Vale3, Tots3, Rail3, Brfs3 e de outros papéis

Notícias corporativas

Conselho do Bradesco aprova pagamento de JCP intermediário

Usiminas vai pagar juros sobre o capital

Oferta subsequente de ações da Petrobras é aberta na B3

Cemig obtém decisão favorável em processo judicial

Linx compra Millennium Network

Hypera aprova distribuição de juros sobre o capital

 

 

 

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Novo presidente do BC faz 1° discurso hoje https://financenews.com.br/2019/03/novo-presidente-do-bc-faz-1-discurso-hoje/ https://financenews.com.br/2019/03/novo-presidente-do-bc-faz-1-discurso-hoje/#respond Wed, 13 Mar 2019 11:22:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=54395     O novo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, fará o primeiro […]

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O economista Roberto de Oliveira Campos Neto, indicado pela Presidência da República para o cargo de presidente do Banco Central, durante sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado

 

 

O novo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, fará o primeiro discurso oficial nesta quarta-feira (13), na cerimônia de transmissão de cargo, marcada para as 15h. A solenidade terá a presença de autoridades como o ministro da Economia, Paulo Guedes, e de convidados do mercado financeiro.

Depois de terem a indicação aprovada pelo Senado no último dia 26, Campos Neto e os novos diretores de Política Monetária, Bruno Serra Fernandes, e de Organização do Sistema Financeiro, João Manoel Pinho de Mello, tomaram posse no último dia 28. Campos Neto foi empossado em reunião privada no Palácio do Planalto. Os diretores receberam o cargo na tarde do mesmo dia, no Banco Central.

Um dos formuladores da política econômica do governo, Campos Neto havia sido indicado pelo presidente Jair Bolsonaro em novembro do ano passado. No entanto, ele e os novos diretores precisavam ser aprovados pelo Senado para poder assumir, o que estendeu a permanência do ex-presidente Ilan Goldfajn até o fim de fevereiro.

Mesmo antes de assumir o comando do BC, Campos Neto reunia-se regularmente com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e integrou a equipe brasileira que foi ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em janeiro deste ano.

Durante a sabatina no Senado, Campos Neto defendeu a autonomia do Banco Centrale afirmou que terá como foco estabilizar o poder de compra da população e assegurar um sistema financeiro sólido e eficiente.

Perfil

Nascido em 1969, Roberto de Oliveira Campos Neto é bacharel e mestre em economia pela Universidade da Califórnia. O novo presidente do BC tem longa trajetória no sistema financeiro, iniciou a carreira no Banco Bozano Simonsen e trabalhou no Banco Santander por vários anos.

Ele é neto do economista, diplomata e escritor Roberto Campos (1917-2001), defensor do liberalismo econômico, que participou do governo Juscelino Kubitschek e foi ministro do Planejamento do governo Castello Branco.

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PIB dos EUA, BC agirá contra alta do dólar e outros destaques https://financenews.com.br/2018/08/pib-dos-eua-bc-agira-contra-alta-do-dolar-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2018/08/pib-dos-eua-bc-agira-contra-alta-do-dolar-e-outros-destaques/#respond Wed, 29 Aug 2018 02:28:14 +0000 https://financenews.com.br/?p=42322 Bolsas, minério na China e petróleo (7h26min) Japão (Nikkei 225): +0,18% (pregão encerrado) China (Shanghai […]

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Bolsas, minério na China e petróleo (7h26min)

Japão (Nikkei 225): +0,18% (pregão encerrado)

China (Shanghai Comp.): -0,31% (pregão encerrado)

Londres (FTSE 100): -0,71%

Alemanha (DAX): -0,05%

Petróleo WTI: +0,29% (US$ 68,73)

Petróleo Brent: +0,13% (US$ 76,39)

Contratos futuros do minério de ferro na bolsa de Dalian, na China: -0,41% (480 iuanes/tonelada)

Futuros americanos (7h26min)

Em Wall Street, o Dow Jones futuro tinha alta de +0,01% e o S&P futuro, +0,03%.

PIB dos EUA é destaque na agenda

O Produto Interno Bruto dos Estados Unidos no segundo trimestre vai ser divulgado nesta quarta-feira, às 9h30min.

No começo deste mês, economistas ouvidos pelo “Wall Street Journal” projetaram crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos neste ano, acima da expectativa de avanço de 2,9% do mês passado, resultado que seria superior à alta de 2,4% de 2017.

Os analistas ouvidos pelo jornal também esperam uma elevação de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em setembro.

BC vai intervir no dólar

No dia em que a moeda norte-americana fechou no segundo maior nível desde a criação do Real, o Banco Central (BC) anunciou que venderá dólares das reservas internacionais com compromisso de recomprá-las mais adiante. Em comunicado emitido no início da noite, a autoridade monetária informou que ofertará até US$ 2,15 bilhões na próxima sexta-feira (31).

Serão feitos dois leilões, um às 12h15 e outro às 12h35. As ofertas, no entanto, não ampliarão o total de dólares injetados no mercado. Os leilões ajudarão o BC a rolar (renovar) contratos de leilões com compromisso de recompra que venceriam no início do próximo mês.

PIB da França

A segunda leitura divulgada pela agência nacional de estatísticas, mostrou que o Produto Interno Bruto da França cresceu 0,2% no segundo trimestre, mesmo ritmo dos três meses anteriores.

Na agenda desta quarta, 29

– 9h30min – EUA – PIB 2T18

– 10h30min – Brasil – empréstimos bancários (julho)

– 11h30min – EUA – estoques do petróleo bruto

Leia também:

Notícia da Celulose Irani, Gafisa, CPFL Renováveis e do Banco Inter

Ferbasa vai pagar juros sobre o capital de R$ 0,32 para cada ação preferencial

Banco Central ofertará dólares de reservas para segurar alta da moeda

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Atuação do Banco Central mantém dólar em baixa https://financenews.com.br/2018/06/atuacao-do-banco-central-mantem-dolar-em-baixa/ https://financenews.com.br/2018/06/atuacao-do-banco-central-mantem-dolar-em-baixa/#respond Tue, 26 Jun 2018 00:03:54 +0000 https://financenews.com.br/?p=37717 A atuação do Banco Central (BC) foi fundamental para manter a cotação do dólar em […]

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A atuação do Banco Central (BC) foi fundamental para manter a cotação do dólar em uma tendência de baixa. A moeda norte-americana fechou hoje (25) em queda de 0,14%, cotado a R$ 3,7779 na venda, depois de registrar alta de 0,53% no pregão da última sexta-feira (22).

O BC realizou um leilão de linha (venda com compromisso de recompra) de US$ 500 milhões na tarde de hoje, dos US$ 3 bilhões anunciados como disponíveis para o mercado cambial.

Informações da Agência Brasil

 

 

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BC indica corte menor de juros e fim gradual do ciclo de reduções https://financenews.com.br/2017/09/bc-indica-corte-menor-de-juros-e-fim-gradual-do-ciclo-de-reducoes/ https://financenews.com.br/2017/09/bc-indica-corte-menor-de-juros-e-fim-gradual-do-ciclo-de-reducoes/#respond Tue, 12 Sep 2017 12:58:05 +0000 https://financenews.com.br/?p=19186   O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve reduzir o ritmo […]

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Brasília - A Polícia Militar (PM) descartou que houvesse bomba em uma mochila deixada hoje (26) na rampa de acesso ao Banco Central (BC), em Brasília. (José Cruz/Agência Brasil)

Brasília – Banco Central (José Cruz/Agência Brasil)

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve reduzir o ritmo de cortes na taxa básica, a Selic, e já antevê o fim do ciclo de redução dos juros. A indicação consta da ata da última reunião do Copom, divulgada hoje (12).

No último dia 6, o Copom reduziu a Selic pela oitava vez seguida. Por unanimidade, o comitê fez mais um corte de 1 ponto percentual, de 9,25% ao ano para 8,25% ao ano.

“O Copom ressalta que as condições econômicas permitiram a manutenção do ritmo de flexibilização monetária nesta reunião. Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme o esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o comitê vê, neste momento, como adequada uma redução moderada na magnitude de flexibilização monetária”, diz o Copom. Acrescenta que “antevê encerramento gradual do ciclo”.

Expectativas para a inflação

Na ata, o comitê avalia que a queda nos preços de alimentos e da inflação de bens industriais pode  produzir uma trajetória de inflação abaixo do esperado.  Por outro lado, acrescenta o Copom,  uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e dos ajustes necessários na economia brasileira pode elevar a trajetória.

O comitê lembra que a projeção do mercado para a inflação está em 3,4% este ano e em 4,2%, em 2018.

Reformas

“Todos os membros do comitê voltaram a enfatizar que a aprovação e implementação das reformas, notadamente as de natureza fiscal, e de ajustes na economia brasileira são fundamentais para a sustentabilidade do ambiente com inflação baixa e estável, para o funcionamento pleno da política monetária [decisões sobre a Selic] e para a redução da taxa de juros estrutural da economia, com amplos benefícios para a sociedade”, diz o documento.

O comitê destacou ainda  os recentes anúncios de privatização e concessões  e investimentos em infraestrutura que visam ao aumento de produtividade, ganhos de eficiência, maior flexibilidade da economia e melhoria do ambiente de negócios. “Esses esforços são fundamentais para a retomada da atividade econômica e da trajetória de desenvolvimento da economia brasileira”, enfatizou.

Informações da Agência Brasil

 

 

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Selic cai para 10,25%. Leia a íntegra da nota do Copom https://financenews.com.br/2017/05/copom-reduz-selic-para-1025-ao-ano/ https://financenews.com.br/2017/05/copom-reduz-selic-para-1025-ao-ano/#respond Wed, 31 May 2017 21:13:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=13227   O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa Selic para 10,25% ao […]

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O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa Selic para 10,25% ao ano.

Essa é a sexta vez seguida que o Banco Central corta os juros básicos da economia. O corte já era esperado pelo mercado.

Leia a íntegra do comunicado do BC:

“O Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic em um ponto percentual, para 10,25% a.a., sem viés.

A atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita com as seguintes observações:

O conjunto dos indicadores de atividade econômica divulgados desde a última reunião do Copom permanece compatível com estabilização da economia brasileira no curto prazo e recuperação gradual ao longo do ano. A manutenção, por tempo prolongado, de níveis de incerteza elevados sobre a evolução do processo de reformas e ajustes na economia pode ter impacto negativo sobre a atividade econômica;

Até o momento, o cenário externo tem se mostrado favorável, na medida em que a atividade econômica global mais forte tem mitigado os efeitos de possíveis mudanças de política econômica nos países centrais;
 O comportamento da inflação permanece favorável, com desinflação difundida inclusive nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. É necessário acompanhar possíveis impactos do aumento de incerteza sobre a trajetória prospectiva da inflação;

 As expectativas de inflação apuradas pela pesquisa Focus recuaram para em torno de 4,0% para 2017, situam-se ao redor de 4,4% para 2018 e encontram-se em torno de 4,25% para 2019 e horizontes mais distantes; e

No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções do Copom encontram-se em torno de 4,0% para 2017 e 4,6% para 2018. Esse cenário supõe trajetória de juros que alcança 8,5% ao final de 2017 e 2018.

Ressalta-se que, neste momento, as projeções condicionais do Copom envolvem maior grau de incerteza.

O Comitê entende como fator de risco principal o aumento de incerteza sobre a velocidade do processo de reformas e ajustes na economia. Isso se dá tanto pela maior probabilidade de cenários que dificultem esse processo, quanto pela dificuldade de avaliação dos efeitos desses cenários sobre os determinantes da inflação. 

Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros em um ponto percentual, para 10,25% a.a., sem viés. O Comitê entende que a convergência da inflação para a meta de 4,5% no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2017 e, em maior grau, de 2018, é compatível com o processo de flexibilização monetária.

O Copom ressalta que a extensão do ciclo de flexibilização monetária dependerá, dentre outros fatores, das estimativas da taxa de juros estrutural da economia brasileira. O Comitê entende que o aumento recente da incerteza associada à evolução do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira dificulta a queda mais célere das estimativas da taxa de juros estrutural e as torna mais incertas. Essas estimativas continuarão a ser reavaliadas pelo Comitê ao longo do tempo.

Em função do cenário básico e do atual balanço de riscos, o Copom entende que uma redução moderada do ritmo de flexibilização monetária em relação ao ritmo adotado hoje deve se mostrar adequada em sua próxima reunião. Naturalmente, o ritmo de flexibilização continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Ilan Goldfajn (Presidente), Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Viana de Carvalho, Isaac Sidney Menezes Ferreira, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso, Reinaldo Le Grazie, Sidnei Corrêa Marques e Tiago Couto Berriel”.

 

 

 

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Notícia da Petrobras, Fibria, erro do BC e outros destaques https://financenews.com.br/2017/04/noticia-da-petrobras-fibria-erro-do-bc-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2017/04/noticia-da-petrobras-fibria-erro-do-bc-e-outros-destaques/#respond Wed, 05 Apr 2017 03:00:07 +0000 https://financenews.com.br/?p=9857   A Petrobras finalizou nesta terça-feira a operação de venda, anunciada em 23 de setembro […]

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A Petrobras finalizou nesta terça-feira a operação de venda, anunciada em 23 de setembro de 2016, de 90% das ações da companhia na Nova Transportadora do Sudeste (NTS) para Nova Infraestrutura Fundo de Investimentos em Participações (FIP).

O Fundo é gerido pela Brookfield Brasil Asset Management Investimentos, entidade afiliada à Brookfield Asset Management.

Segundo a Petrobras, a operação foi concluída com o pagamento, ocorrido nesta data, de US$ 4,23 bilhões, após o cumprimento de todas as condições precedentes e ajustes previstos no contrato de compra e venda.

O valor total recebido pela Petrobras é composto de US$ 2,59 bilhões referente à venda das ações e US$ 1,64 bilhão referente a debêntures conversíveis em ações emitidas pela NTS, com vencimento em 10 anos, para substituição de dívida com a Petrobras Global Trading B.V., subsidiária integral da Petrobras.

O restante do valor (US$ 850 milhões, também referente à venda de ações) será pago em cinco anos e atualizado no período.

Em Fato Relevante, a Petrobras afirmou que “continuará a utilizar as instalações de transporte de gás natural da NTS, por meio dos contratos de transporte de gás já existentes, sem qualquer impacto em suas operações e na entrega de gás para distribuidoras e demais clientes”.

Além disso, a Transpetro permanecerá responsável pela operação e manutenção dos ativos, através de um novo contrato de serviços, firmado com a NTS nesta data, com prazo de 10 anos.

A Petrobras informou, ainda, que após o fechamento desta operação, o FIP realizou a venda de parte de suas ações na NTS para a Itaúsa – Investimentos Itaú, nas mesmas condições comerciais da transação entre Petrobras e o FIP.

 

Decisão do CARF sobre tributação de apuração de IRPJ e CSLL

A Petrobras informou nesta quarta-feira que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), proferiu, ontem, decisão, em processo administrativo fiscal, que mantém a tributação para fins de apuração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), referente ao exercício de 2009, do lucro auferido por subsidiária holandesa da companhia, no valor aproximado de R$1,5 bilhão.

A Petrobras afirmou que ainda não foi intimada do teor da decisão, sendo cabível recurso. “Caso seja mantida tal decisão, há a possibilidade, ainda, da companhia recorrer ao Judiciário para a defesa de seus direitos, não se tratando, portanto, de decisão definitiva”, ressaltou em um comunicado.

 

Itaúsa adquire participação na NTS

A Itaúsa (ITSA4) investiu na aquisição da NTS (Nova Transportadora do Sudeste) US$ 292,3 milhões, o que garante à empresa participação de 7,65% no capital social da NTS.

Do valor investido, R$ 696,9 milhões foram pagos nesta terça-feira e US$ 72,3 milhões serão pagos em 5 anos a ser atualizado no período. Além da participação na NTS, a Itaúsa também adquiriu do FIP debêntures conversíveis em ações emitidas pela NTS, com vencimento em 10 anos e no valor total de R$ 442,1 milhões.

“Não se espera que esta operação acarrete efeitos significativos nos resultados da Itaúsa neste exercício social”, afirmou a Itaúsa em um comunicado.

A NTS é detentora de autorizações para operação de 2.050 km de gasodutos na região Sudeste e tem 100% da sua capacidade de transporte de 158,2 milhões de m³ por dia contratada com a Petrobras através de cinco contratos de longo prazo na modalidade firme.

As autorizações têm vencimento a partir de 2039 e os contratos de transporte atuais têm vencimento entre 2025 e 2031. Os gasodutos da NTS conectam Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo (regiões responsáveis por aproximadamente 50% do consumo de gás no Brasil) ao gasoduto Brasil-Bolívia, aos terminais de GNL e às plantas de processamento de gás.

 

Agência mantém rating da Fibria

Agência de classificação de risco Standard&Poor’s, uma das principais do mundo, reafirmou o rating da Fibria (FIBR3) em BBB-. A perspectiva é negativa.

 

Errata do BC

O Banco Central publicou uma errata do Relatório de Inflação. “Foi corrigido erro operacional no cálculo dos valores referentes às projeções de inflação, divulgadas no Capítulo 2 do Relatório de Inflação de março de 2017, nos cenários que consideram trajetória constante para a taxa de juros. Todas as demais informações, projeções e tabelas do relatório continuam válidas e não foram alteradas”, esclareceu o BC em nota.

No cenário de referência, com juros e câmbio constantes, a projeção para a inflação em 2017 era de 3,9%. Com a correção da informação, o cenário passa a estimar alta dos preços de 3,6%.

Também estava errada a previsão para o ano que vem no mesmo cenário, que estimava alta do IPCA de 4%. Corrigida, a previsão mostra alta 3,3%. Estava errada ainda a projeção do cenário híbrido que usa juros constantes e a trajetória do dólar prevista pelo mercado na pesquisa Focus. A estimativa errada para o IPCA em 2017 indicava 3,9%.

Com a correção da informação, o cenário passa para 3,7%.

 

Grupo de trabalho vai apontar soluções para a Ferrovia Transnordestina

A Transnordestina logística, empresa do grupo CSN (CSNA3), informou que foi constituído um Grupo de Trabalho com o objetivo de elaborar proposta aos Ministros do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, dos Transportes, Portos, e Aviação Civil e da Secretaria-Geral da Presidência, que contemple soluções para a Ferrovia Transnordestina, considerando a revisão do cronograma do empreendimento por trechos, a atualização de valores e recursos públicos e privados, eventualmente necessários para realização de obras e intervenções no projeto.

O Grupo de Trabalho terá representante do Ministério do Planejamento, que o coordenará,  do Ministério dos Transportes Portos e Aviação Civil, da Secretaria do Programa de Parceira de Investimentos, da Agência Nacional de Transportes Terrestres, da Transnordestina e da CSN.

O Grupo terá o prazo de 60 dias, prorrogável por igual período, para a apresentação de um relatório conclusivo sobre as soluções e propostas identificadas.

 

Gol divulga prévia do 1°T17

A Gol (GOLL4) divulgou uma prévia de seus números operacionais no primeiro trimestre de 2017.

A empresa estima uma margem operacional de 12% a 12,5% no trimestre, um aumento de aproximadamente 400 p.b. acima da margem operacional do 1°T16 de 8,3%, excluindo-se resultados não recorrentes.

Segundo a companhia, a receita unitária de passageiro (PRASK) para o trimestre reduziu 3 a 3,5% comparada ao mesmo período do ano passado, parcialmente compensada pelas tendências de demanda e pelo aumento na taxa de ocupação, como consequência de precificação racional pela Gol, de disciplina de capacidade e das estratégias de gerenciamento de receita que continuam beneficiando os resultados.

Para o trimestre findo em março, a empresa espera uma redução da receita unitária (RASK) de 1 a 1,5%.

Leia a notícia completa aqui.

 

BOLSAS NA ÁSIA: CHINA FECHA EM FORTE ALTA

Na Ásia destaques para as Bolsas da China, que subiram com força depois de Pequim lançar uma nova zona econômica na província de Hebei. O objetivo é tornar a região um polo de empresas de alta tecnologia e inovação.

Japão (Nikkei 225): +0,27%

China (Xangai Comp.): +1,48%

Londres (FTSE 100): +0,05%

Alemanha (DAX) : -0,48%

Petróleo WTI (EUA): +1,04%

Petróleo Brent: +0,98%

 

NA AGENDA

Nesta quarta-feira às 15h vai ser divulgada a ata do Fomc, o comitê que decide as taxas de juros nos EUA. A ata fornece percepções detalhados sobre a posição dos integrantes do comitê sobre a política monetária. Por isso pode trazer pistas sobre o rumo dos juros nos EUA.

Antes, às 11h30 vai ser divulgado o estoque de petróleo nos EUA.

 

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