A avaliação do J.P. Morgan e do Citi para a Petrobras

sede da Petrobras no Rio de Janeiro
Publicado às 14h06
O time de analistas do J.P. Morgan reafirmou a recomendação equivalente à “compra” para as ações da Petrobras. A equipe do banco avalia que a forte geração de caixa da petroleira estatal segue sustentando o valor dos papéis, mesmo em meio à volatilidade recente do mercado de petróleo.
O J.P. Morgan passou a trabalhar com um Brent médio de US$ 85 por barril em 2026 e de US$ 75 no ano que vem. Diante disso, o banco elevou a projeção de Ebitda da Petrobras para US$ 55,1 bilhões em 2026. Antes, a estimativa era de US$ 42,5 bilhões. Foi elevado o preço-alvo dos ADRs (American Depositary Receipt – recibos de ações negociados em Nova York) da Petrobras de 16,5 dólares para 24 dólares.
O time de analistas do banco avalia que, nos preços atuais, a Petrobras negocia a cerca de 3,3 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, com dividend yield (rendimento do dividendo) de 9% no biênio 2026–2027, considerando o barril do Brent a 75 dólares.
Já o Citi manteve recomendação “neutra” para a Petrobras, mas elevou os preços-alvo para a ação PETR4 de R$ 37 para R$ 49. Os ADRs foram elevados de US$ 15 para US$ 19,5. O banco revisou o modelo de análise para a Petrobras depois do resultado do quarto trimestre de 2025 (4T25) e para incorporar estimativas mais altas para o preço do petróleo.
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Importante:
O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.






