Rápidas: Petrobras, Prio, Brava, 3tentos, Alupar, Lojas Renner, CPFL, Mitre, Moura Dubeux

6 de março de 2026 Por Redação

 

Publicado às 11h39

Ibovespa

Às 11h38 o Ibovespa tinha queda de 0,75% aos 179.114 pontos. O dólar comercial subia 0,25% cotado a R$ 5,301 na venda.

Petrobras (PETR4)

O preço do barril do Brent saltava 6% nesta manhã a 90 dólares. Com isso as ações ON e PN da companhia sobem forte. Às 11h36 os papéis PN tinham alta de 5,11% a R$ 42,77. O mercado também digere o balanço da Petrobras. Em relatório, o time de analistas da Genial Investimentos destaca que, por um lado, a companhia segue mostrando elevada capacidade de execução operacional, com crescimento de produção em 2025, avanço dos projetos do pré-sal, manutenção de geração de caixa robusta e um downstream que continua capturando valor com exportações recordes e bom giro de estoques. Por outro, o trimestre foi pressionado pela queda adicional do Brent, aumento relevante de despesas operacionais e por um resultado financeiro bastante negativo, o que reduziu de forma importante o lucro líquido contábil no trimestre. Para a XP, a Petrobras teve resultados no 4T25 em linha com suas estimativas. A geração de caixa livre também ficou em linha, embora com qualidade inferior. 

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3), PetroReconcavo (RECV3)

A forte alta do petróleo impacta positivamente também as ações das petroleiras juniores. Às 11h34 os papéis da Prio saltavam 5,34%; os da Brava tinham alta de 3,29% e os da PetroReconcavo subiam 1,01%. A Brava Energia informou os dados de produção preliminares e não auditados do mês de fevereiro de 2026. A petroleira produziu no mês 79,4 mil barris de óleo ‌equivalente por dia (boe/d), alta em relação aos 74,1 mil barris de janeiro.

3tentos (TTEN3)

Às 11h33 as ações caíam 7,95%. Na avaliação do BTG, a companhia entregou um trimestre com pontos positivos e negativos, com lucro bruto ajustado por hedge e receitas ligeiramente acima das estimativas, mas Ebitda reportado de R$ 237 milhões, 16% abaixo da projeção, devido ao maior peso de custos de vendas, gerais e administrativos. Já a XP observa que os resultados vieram com “nuances”. Pelo lado positivo, destaca os resultados fortes em Ag-inputs, que podem levar a revisões positivas, mas provavelmente serão ofuscados pelas despesas logísticas. A equipe da XP avalia que o desempenho das ações dependerá da capacidade da gestão em esclarecer quanto do aumento das despesas de vendas no trimestre é estrutural versus temporário. 

Alupar (ALUP11)

O time de analistas do BTG Pactual observa que a companhia reportou resultados regulatórios em linha no 4T25, com receita líquida de R$ 932 milhões, alta de 7% ano/ano e ligeiramente acima da estimativa de R$ 915 milhões. O Ebitda atingiu R$ 716 milhões, alta de 10% ano/ano e em linha com a estimativa de R$ 723 milhões, à medida que resultados mais fracos em geração foram compensados por um desempenho melhor em transmissão. 

Lojas Renner (LREN3)

A companhia reportou números operacionais razoáveis e acima das estimativas no 4T25, com vendas em linha e margem bruta como principal destaque positivo, comenta o time de analistas do BTG em relatório.

CPFL (CPFE3)

Às 11h31 as ações subiam 0,64%. A CPFL (CPFE3) propõs dividendo de R$ 3,73 por ação. A companhia lucrou R$ 1,56 bilhão no 4T25

Mitre (MTRE3)  

O conselho de administração da Mitre aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 3 milhões, equivalente a R$ 0,02836213761 por ação ordinária de emissão da companhia. A ‘data com’ (data de corte) será em 12 de março. O pagamento será efetuado em 1 (uma) parcela em 26 de março. 

Moura Dubeux (MDNE3) 

A Moura Dubeux anunciou nesta sexta-feira, 6, que será realizado, em 13 de março de 2026 o pagamento da 1ª parcela e da 2ª parcela de dividendos, no montante de R$ 100 milhões, referente a parte do montante total de dividendos que foi declarado no dia 29 de dezembro de 2025. Na data de pagamento dessas duas parcelas, a companhia efetuará o pagamento dos dividendos no valor de R$ 1,18 por ação ordinária de sua emissão, com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025 (inclusive).

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta sexta, 6, os JCP anunciados em 27 de novembro de 2025. O valor líquido é de R$ 0,31 por ação. A base de cálculo é a posição acionária final registrada no dia 9 de dezembro de 2025, com as ações negociadas “ex-direito” desde o dia 10 de dezembro de 2025.

Itaúsa (ITSA4) 

A Itaúsa paga nesta sexta, 6, os juros sobre o capital próprio anunciados em 1º de dezembro de 2025. O valor bruto é de R$ 0,0182 (líquido de R$ 0,01547) por ação. Esses JCP tem como base de cálculo a posição acionária final do dia 9 de dezembro de 2025. Desde 10 de dezembro/25 as ações da Itaúsa passaram a ser negociadas ex-direito a esses JCP.

Copasa (CSMG3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo complementar da Copasa anunciado em 25 de fevereiro, é nesta sexta-feira, 6. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 9 de março de 2026. Foi aprovada a distribuição de R$ 688 mil e 187 reais. O valor por ação é R$ 0,0018149288. A data de pagamento será definida na assembleia geral ordinária, que será realizada em abril.

Banco Mercantil (BMEB3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo do Banco Mercantil anunciado em 3 de março, é nesta sexta, 6. A partir de 9 de março (inclusive), as ações serão negociadas “ex” estes proventos. O valor por ação ON é R$ 0,046389856. O valor por ação PN é R$ 0,051027735. O pagamento será efetuado no dia 18 de março de 2026.

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