Ibovespa futuro abre em alta, dólar, lucro e dividendo do Inter e outros destaques corporativos

11 de fevereiro de 2026 Por Redação

Publicado às 9h33 – atualizado às 9h50

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) abriu em alta nesta quarta-feira, 11. Às 9h50 subia 1,11% aos 188.410 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h48 o dólar comercial tinha queda de 0,24% a R$ 5,184 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h20 o preço do barril de petróleo Brent tinha alta de 2,12% (US$ 70,2). O Brent é referência para a Petrobras.

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em leve queda de 0,07% a 762,5 iuanes (US$ 110,33). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h21 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,10% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,09%. Nasdaq futuro subia 0,14%.

Notícias corporativas

Lucro e dividendo do Inter & Co

A companhia Inter & Co (Nasdaq: INTR e B3: INBR32) informou nesta quarta-feira, 11, que o seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendos no valor de USD 0,113101823 por ação ordinária emitida. Os dividendos serão pagos em 5 de março de 2026, com base na posição acionária da companhia ao final do dia 22 de fevereiro de 2026, e estima-se que estarão disponíveis nas contas das corretoras de valores mobiliários utilizadas pelos acionistas a partir de 6 de março de 2026. A valor bruto estimado para o pagamento dos dividendos a ser feito em Reais para detentores de certificados de depósito de valores mobiliários da companhia (BDRs) é de BRL 0,594689388 por BDR, considerando a cotação do dólar norte-americano (PTAX em 10 de fevereiro de 2026) em BRL 5,2580, e a data esperada de pagamento é 13 de março de 2026. O valor exato dos dividendos em Reais e a data exata do seu pagamento aos titulares de BDRs serão anunciados após o dia 9 de março de 2026, quando o Banco Bradesco, depositário do programa de BDRs patrocinado pelo Inter, receber os dividendos atribuídos às ações que dão lastro aos BDRs.

O Inter&Co registrou lucro líquido de R$ 1,31 bilhão em 2025, alta de 45% em relação a 2024. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira, 11, pela holding que controla o Banco Inter no Brasil e a subsidiária Inter&Co Payments. O indicador de rentabilidade ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) anual atingiu 13,8% em 2025, comparado a 11,1% em 2024.

No quarto trimestre de 2025 (4T25), a companhia teve lucro líquido de R$ 402 milhões, crescimento de 36,4% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

A plataforma registrou 4,4 milhões de novos clientes ativos em 2025, elevando essa base para 25 milhões.

Em 2025, a carteira de crédito cresceu 36% em relação ao ano anterior, impulsionada por ganhos consistentes de participação de mercado em segmentos-chave.

Usiminas: concluída operação na qual a Ternium comprou a participação Nippon 

Após o cumprimento de todas as condições precedentes, foi concluída a operação de compra, pela Ternium, da participação da Nippon Steel no grupo controlador da Usiminas. A informação foi divulgada pela siderúrgica nesta quarta-feira, 11. 

A Ternium adquiriu todas as ações ordinárias de emissão da companhia que eram de propriedade da Nippon Steel Corporation e da Mitsubishi Corporation. Essa operação foi anunciada em novembro do ano passado.

O Grupo Ternium passará a deter 92,9% do grupo controlador (71% das ações ordinárias), enquanto a Previdência Usiminas manterá 7,1%.

Klabin (KLBN11) reporta lucro de R$ 168 milhões no 4T25, queda 69% na base anual

A Klabin (KLBN11) divulgou nesta quarta-feira, 11, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 168 milhões, queda de 69% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 o lucro somou R$ 1,67 bilhão, queda de 18% em relação a 2024.

O Ebitda Ajustado totalizou R$ 1,83 bilhão no quarto trimestre de 2025, em linha com o 4T24.

No ano, o Ebitda Ajustado foi de R$ 7,84 bilhões, crescimento de 7% em relação a 2024. Este aumento foi favorecido pelos maiores preços de papéis e embalagens, pelo maior volume de vendas em todos os segmentos de negócios e pela depreciação do real frente ao dólar. Além disso, o efeito da venda de terras contribuiu positivamente no SG&A (despesas administrativas, gerais e de vendas), em linha com a estratégia de monetização dos ativos florestais no âmbito do Projeto Caetê. Estes efeitos foram parcialmente compensados pelo aumento do CPV (Custo de Produção Vendida).

A receita líquida totalizou R$ 5,16 bilhões no 4T25, o que representou uma retração consolidada de 2% em comparação ao 4T24. No ano, a Klabin apresentou receita líquida de R$ 20,7 bilhões, aumento de 5% versus 2024.

PetroReconcavo (RECV3) divulga a produção de janeiro

A PetroReconcavo (RECV3) informou os dados de produção e entrega referentes ao mês de janeiro de 2026. A produção média do mês de janeiro foi de 24,1 mil boe/dia, queda de 3,5% em relação ao mês anterior, em função de uma parada programada na UTG Catu que impactou a produção do Ativo Bahia. Além disso, também no Ativo Bahia, houve parada não programada de 5 campos com duração de um dia devido a interrupção de fornecimento de energia elétrica.

No Ativo Potiguar, a produção foi de 12,1 mil boe/dia, redução de 0,6% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 7,7 mil bbl/dia e a de gás de 4,4 mil boe/dia.

No Ativo Bahia, a produção foi de 12,0 mil boe/dia, redução de 6,3% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 6,0 mil bbl/dia e a de gás de 6,0 mil boe/dia.

TIM celebra acordo com a IHS Brasil para assumir controle da I-Systems

A TIM (B3: TIMS3; NYSE: TIMB) divulgou nesta quarta-feira, 11, que seu conselho de administração aprovou a celebração de um Share Purchase Agreement com a IHS Fiber Brasil – Cessão de Infraestruturas, o qual estabelece os termos e condições para a aquisição, pela companhia, de 51% do capital social total da I-Systems Soluções de Infraestrutura atualmente detidos pela IHS Brasil, pelo valor de R$ 950 milhões.

Caso a transação seja concluída, a TIM, que já possuía 49% do capital social da I-Systems, passará a deter a totalidade de suas ações, tornando a I-Systems sua subsidiária integral.

A I-Systems atua no setor de rede neutra de fibra óptica no mercado brasileiro, oferecendo infraestrutura independente para o segmento de atacado. A empresa está presente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Bahia, Pernambuco e Amazonas, totalizando aproximadamente 9 milhões de domicílios cobertos (homes passed).

“A transação é mais um passo no desenvolvimento da estratégia da TIM no segmento de banda larga, que ao longo de 2025 demonstrou uma evolução significativa, recuperando sua capacidade de crescer base de clientes e receita”, afirmou a companhia em um fato relevante.

A iniciativa amplia a habilidade da TIM de aprimorar a qualidade dos serviços de conectividade, melhorando a experiência de seus clientes de maneira fim-a-fim. É esperada que a transação destrave oportunidades de eficiência a partir do controle total da operação, afirmou a TIM, destacando que esse movimento posiciona a empresa de forma mais estratégica para buscar potenciais movimentos futuros no cenário de FTTH, mantendo uma atuação orientada à rentabilidade e à geração de caixa.

TIM (TIMS3) reporta lucro de R$ 1,34 bilhão no 4T25, alta anual de 27,9%

A TIM (TIMS3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido normalizado de R$ 1,349 bilhão. Esse valor corresponde à alta de 27,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda normalizado somou R$ 3,67 bilhões, alta de 9,7% em relação ao 4T24.

A receita líquida atingiu R$ 6,92 bilhões, expansão de 4,4% na base anual de comparação.

Petrobras eleva produção de petróleo, gás natural e LGN no 4T25 na base anual

A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou que sua produção total foi de 3,109 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 18,3% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Em relação ao terceiro trimestre de 2025 (3T25) houve leve queda de 1,1%.

A estatal encerrou 2025 com produção recorde, atingindo 4,32 milhões de boed no ano. O recorde anterior foi em 2023, quando chegou a 3,87 milhões.

A produção de óleo no pré-sal no 4T25 foi de 2,114 milhões de barris diários, em linha com a produção do trimestre anterior e alta de 20,1% ante o quarto trimestre de 2024.

Em 2025, a produção de óleo no pré-sal foi de 2,020 milhões de barris diários, 11,4% acima da produção de 2024.

“Encerramos 2025 com resultados históricos, sustentados por uma gestão eficiente dos reservatórios dos nossos ativos, eficiência operacional crescente e, principalmente, pelo comprometimento das nossas equipes. Mesmo em um cenário de preços mais baixos, entregamos recordes de produção, superamos nossos guidances e reforçamos a resiliência do E&P, sempre com a segurança como valor inegociável. Esse desempenho foi acompanhado por uma adição significativa de reservas provadas em 2025 com índice de reposição de 175%, alcançando o maior patamar de reservas provadas dos últimos 10 anos, mesmo diante de produção recorde”, destacou Sylvia Anjos, diretora de exploração e produção.

A Petrobras divulgará os resultados financeiros do 4T25 no dia 5 de março, após o fechamento dos mercados. No dia 6 de março, em horário a ser oportunamente divulgado ao mercado, será realizado um webcast para apresentação dos resultados da companhia referentes ao quarto trimestre de 2025.

Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25; companhia anuncia recompra de ações

A Suzano (SUZB3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 116 milhões. Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 6,73 bilhões do mesmo trimestre de 2024 (4T24).

Segundo a Suzano, o lucro é explicado pelo menor impacto negativo no resultado financeiro (em função da valorização do US$ de fechamento em relação ao R$ de 3% vs. a maior valorização do US$ observada no 4T24 de 14%); pelo aumento na rubrica de outras receitas/despesas operacionais, por sua vez em função da variação positiva da reavaliação do ativo biológico; e pela queda na rubrica de despesas gerais e administrativas.

O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 5,58 bilhões, queda de 14% na base anual. No 4T25, a receita líquida caiu 8% na comparação com o 4T24, para R$ 13,1 bilhões.

O conselho de administração da Suzano aprovou nesta terça-feira, 10, um novo programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até o máximo de 40 milhões de ações ordinárias de sua própria emissão. O total de ações abrangidas no programa representa, aproximadamente, 6,5% do total de ações em circulação na presente data. O prazo máximo para realização de aquisições é de 18 meses, encerrando em 10 de agosto de 2027 (inclusive).

A Suzano divulgou também que manterá, ao longo de todo o ano de 2026, um volume de produção de celulose de mercado aproximadamente 3,5% inferior à sua capacidade nominal anual. Essa deliberação representa a continuidade, para os demais meses de 2026, da redução do operating rate divulgada ao mercado no fato relevante de 6 de agosto de 2025.

“A decisão fundamenta-se na avaliação de que a retomada do volume marginal não proporcionaria retorno adequado para a companhia”, explicou a Suzano.

Sabesp (SBSP3) anuncia 38ª emissão de debentures

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp (SBSP3) aprovou a realização da 38ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em até cinco séries, para distribuição pública. O montante total é de R$ 6.292.086.000,00.

A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais, e o processo de estruturação da oferta e distribuição das debêntures será conduzido por instituições financeiras integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários, sob regime de garantia firme de colocação.

SmartFit (SMFT3) anuncia que Diogo Corona será o novo CEO 

A Smartfit (SMFT3) divulgou em um fato relevante, alterações em seu quadro de administradores. O conselho de administração deliberou a eleição de Edgard Gomes Corona ao cargo de presidente do conselho de administração, em virtude da renúncia apresentada por Daniel Rizardi Sorrentino ao cargo. Daniel permanece como conselheiro da companhia.

O colegiado aprovou a nomeação de Diogo Ferraz de Andrade Corona para o cargo de diretor presidente, em substituição a Edgard Gomes Corona; e a nomeação de José Luís Rizzardo Pereira para o cargo de diretor financeiro, em substituição a André Macedo Pezeta.

“As deliberações ora informadas integram o processo de planejamento sucessório e de fortalecimento da governança corporativa da companhia e serão implementadas a partir de 2 de março de 2026”, explicou a Smartfit.

Edgard passa a atuar na administração da companhia exclusivamente como presidente do conselho de administração e se dedicará à discussão e à definição das estratégias e principais projetos da Smartfit, e apoiando os demais executivos.

Diogo é executivo com 15 anos de atuação na empresa e atualmente exerce o cargo de diretor de operações, responsável pelas áreas de operações, expansão e marketing de todas as marcas da Smartfit.

José Luís é executivo com seis anos na Smartfit e atualmente exerce o cargo de diretor de relações com investidores (RI), liderando as áreas de RI, M&A, Planejamento Financeiro e Tesouraria.

O executivo passará a acumular as funções de diretor financeiro e diretor de relações com investidores.

A Smartfit informou ainda que sua administração proporá que André Macedo Pezeta também seja indicado como candidato à eleição de membro do conselho de administração, a ocorrer na assembleia geral ordinária prevista para ocorrer no dia 24 de abril de 2026.

Divulgam resultado do 4T25 nesta quarta, 11:

Banco do Brasil, Banrisul, Log, Guararapes, Totvs, Assaí, Neoenergia – após o fechamento do mercado.

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