Ibovespa futuro, dólar, ADRs do Itaú em alta em NY e outros destaques

5 de fevereiro de 2026 Por Redação

Publicado às 9h16 – atualizado às 9h46

Ibovespa futuro

Às 9h46 desta quinta-feira, 5, o Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) subia 0,04% aos 182.450 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h43 o dólar comercial subia 0,34% a R$ 5,268 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h14 o preço do barril de petróleo Brent caía 1,11% (US$ 68,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,73% a 768,5 iuanes (US$ 110,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h11 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,15% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,14%. Nasdaq futuro subia 0,11%.

Notícias corporativas

Alupar (ALUP11) pagará em 12 de fevereiro dividendo aprovado em dezembro/25

A Alupar Investimento (ALUP11) informou nesta quinta-feira, 5, que pagará em 12 de fevereiro os dividendos aprovados em 18 de dezembro de 2025. O montante total é de R$ 108.776.866,11. Esse valor corresponde a R$ 0,11 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,11 por ação preferencial (ALUP4); e R$ 0,33 por Unit (ALUP11), composta por 1 ação ordinária e 2 ações preferenciais. Tem direito ao recebimento desses dividendos os acionistas constantes nos registros da companhia ao final do dia 26 de dezembro de 2025.

GPA (PCAR3) elege novo CFO

O conselho de administração do GPA (PCAR3) elegeu Pedro Vieira Lima de Albuquerque para o cargo de vice-presidente executivo financeiro. O diretor eleito tomará posse em 1° de março de 2026. Pedro Albuquerque trabalhou por mais de 10 anos na Kraft Heinz, como CFO para Ásia e Pacífico, presidente da operação do Sudeste Asiático, planejamento Global e, posteriormente, CFO da América do Norte.

Entre 2009 e 2014, atuou na Rumo Logística, liderando as áreas de Tesouraria, Planejamento Financeiro, Novos Negócios e Relação com Investidores. Também integrou conselhos de subsidiárias dessas companhias, além de ter sido conselheiro da Lucta Flavors and Fragrances. Os membros da diretoria estatutária terão mandato integrado de dois anos com o mandato do diretor presidente, isto é, contados a partir de 5 de janeiro de 2026.

Itaú(ITUB4) reporta lucro de R$ 12,3 bi no 4T25; ADRs sobem em NY

Às 9h10 os ADRs (recibos de ações negociados nos Estados Unidos) do Itaú subiam 0,71% na pré-abertura do mercado em Nova York.

O BTG Pactual ressaltou em relatório que o Itaú encerrou o ano com resultados sólidos e em linha com as projeções. A qualidade dos ativos foi o principal destaque, com inadimplência, custo do crédito e demais indicadores estáveis ou melhores, sustentando um balanço patrimonial “saudável”.

Para a Genial Investimentos, o Itaú entregou mais um trimestre “sólido e consistente” com a rentabilidade voltando a avançar, mantendo ampla vantagem competitiva frente aos principais pares.

Já para a XP, o Itaú entregou um sólido 4T25, com resultados em linha com as expectativas e ROE acima de 24%. O NII permaneceu resiliente, apoiado pela margem com clientes. A XP atualizou as estimativas para o Itaú, incorporando os resultados do 4T25, o guidance para 2026 e as projeções macroeconômicas. Como resultado, o novo preço-alvo para 2026 é de R$ 51 (antes era R$ 45).

O Itaú teve lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). Esse valor corresponde à alta de 13,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 o resultado recorrente gerencial ficou em R$ 46,8 bilhões, crescimento de 13,1% em relação a 2024. No trimestre o ROE foi de 24,4%.

A carteira de crédito aumentou 6,3% no consolidado e 5,2% no Brasil no trimestre, enquanto os crescimentos anuais foram de 6,0% e de 6,6%, respectivamente.

A carteira de pessoas físicas do Brasil cresceu 3,9%, com aumento de 8,0% em cartão de crédito e 3,4% em crédito imobiliário. No trimestre, a carteira de crédito consignado avançou 4,0%, com crescimento de 27,5% no consignado privado.

A carteira de micro, pequenas e médias empresas avançou 8,8% no trimestre, com destaque para o crescimento de 10,0% da carteira de programas governamentais, principalmente em pequenas empresas, e de 12,0% em médias empresas por conta da maior demanda.

Na comparação trimestral, a margem financeira com clientes cresceu 1,5%. Essa evolução positiva ocorreu principalmente em função do maior volume médio de crédito, da maior margem com passivos, além do maior resultado com capital de giro próprio, explicou o banco.

O índice de inadimplência entre 15 e 90 dias, incluindo títulos e valores mobiliários, recuou 0,4 p.p. e fechou o trimestre em 1,6%. No segmento de grandes empresas no Brasil, a redução foi de 1,0 p.p. com o indicador de curto prazo encerrando o trimestre em 0,03%. As reduções, tanto no consolidado quanto em grandes empresas, ocorreram por conta de um cliente específico que entrou em atraso no trimestre anterior e que teve a carteira cedida no quarto trimestre, afirmou o Itaú.

O índice de inadimplência acima de 90 dias consolidado, incluindo títulos e valores mobiliários, permaneceu estável, assim como o indicador das operações no Brasil, que se mantiveram em 1,9% e 2,0%, respectivamente.

O custo do crédito apresentou um aumento de 2,8% na comparação trimestral e ficou em R$ 9,4 bilhões. O indicador de custo do crédito sobre a carteira média permaneceu no mesmo patamar do trimestre anterior, 2,6%.

As receitas de serviços e seguros avançaram 5,9%. Houve aumento de 17,1% das receitas com banco de investimento e corretagem, por conta da emissão e distribuição de títulos de renda fixa.

O conselho de administração aprovou nesta quarta-feira, 4, novo programa de recompra de ações de emissão própria, que passará a vigorar a partir desta data até 04.08.2027, autorizando a aquisição de até 200 milhões de ações preferenciais de emissão própria, sem redução do valor do capital social. O novo programa de recompra das ações tem como objetivos prover a entrega de ações aos funcionários e administradores da companhia e de suas controladas no âmbito dos seus modelos de remuneração, dos seus planos de incentivos de longo prazo e de seus projetos institucionais; e cancelar ações de emissão da companhia, explicou o Itaú.

Porto (PSSA3) reporta lucro líquido de R$ 838,7 milhões no 4T25, alta anual de 25% 

A Porto (PSSA3) divulgou nesta quinta-feira, 5, que teve lucro líquido de R$ 838,7 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). Esse valor corresponde à alta de 25% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025, o lucro líquido somou R$ 3,4 bilhões, alta de 28%.

No 4T25, as receitas atingiram R$ 11 bilhões, um incremento de 11% frente ao mesmo período do ano anterior.

No 4T25 o Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 22,5%, alta de 2,2 p.p. em relação ao 4T24.

Em 2025 o ROAE foi de 22,7%, com expansão de 2,7 p.p. em relação a 2024.

O conselho de administração da Porto (PSSA3) aprovou a renovação do programa de recompra de ações. A aquisição respeitará o limite de até 18.473.647 ações ordinárias, que representam 10% do total de ações em circulação. O programa encerrará em 3 de fevereiro de 2027.

Assaí (ASAI3) elege novo CFO 

O conselho de administração do Assaí (ASAI3) aprovou a eleição de Rafael Sachete da Silva para o cargo de vice-presidente de finanças (CFO) da companhia, com efeitos a partir de 23 de março de 2026. Com a eleição de Rafael Sachete da Silva, Aymar Giglio Jr. deixará de ocupar o cargo interino de vice-presidente de finanças não-estatutário, permanecendo como diretor de tesouraria. Rafael Sachete da Silva possui mais de 20 anos de experiência em gestão financeira e executiva, tendo atuado no grupo Azzas 2154 como CFO, além de ter exercido a função de CEO da divisão de calçados, com atuação relevante em estratégia, planejamento financeiro e relacionamento com o mercado de capitais.

Azzas (AZZA3) integrará a gestão das unidades de negócio Shoes & Bags e Basic

A Azzas (AZAI3) informou que, seguindo seu compromisso de gerar sinergias e fortalecer a companhia, integrará a gestão das unidades de negócio Shoes & Bags e Basic.  Esse movimento reflete o objetivo de simplificação e geração de valor, explicou a companhia.

As semelhanças e complementaridades entre as referidas unidades de negócio, tais como, a origem industrial e a distribuição majoritariamente nos canais B2B – tendo o franchising como uma base relevante do modelo de negócios, dentre outras, possibilitam este movimento já planejado em sua estratégia de negócio, afirmou a Azzas em um comunicado.

A varejista informou a unificação do cargo de CEO de Shoes & Bags e Basic, que passará a ser ocupado por David Python, que possui comprovada experiência no setor de calçados, incluindo sete anos de atuação na Arezzo&Co e 12 anos de experiência internacional neste setor. Rafael Sachete permanecerá na companhia até a segunda quinzena de março. Sachete foi eleito o novo CFO do Assaí.

Itaú (ITUB4) pagará em 6 de março JCP aprovado em novembro de 2025

O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou que, conforme divulgado em 27 de novembro de 2025, o pagamento dos juros sobre o capital (JCP), no valor bruto de R$ 0,369750 por ação (valor líquido de R$ 0,3142875 por ação), ocorrerá no próximo dia 6 de março, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 9 de dezembro de 2025, com suas ações negociadas “ex-direito” desde o dia 10 de dezembro de 2025.

Petrobras divulgará relatório de produção e vendas em 10/02 e resultado do 4T25 em 5/03

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou a agenda de divulgação dos resultados do 4º trimestre de 2025 (4T25).

A petroleira estatal divulgará o relatório de produção e vendas referente ao 4T25 no dia 10 de fevereiro e os resultados financeiros do 4T25 no dia 5 de março, ambos após o fechamento dos mercados.

No dia 6 de março, em horário a ser oportunamente divulgado ao mercado, será realizado um webcast para apresentação dos resultados da companhia referentes ao quarto trimestre de 2025. O evento será conduzido em português, com tradução simultânea para o inglês.

Conselho da Oncoclínicas (ONCO3) elege vice-presidente executiva 

O conselho de administração da Oncoclínicas (ONCO3) aprovou, por unanimidade, a eleição de Camille Loyo Faria para o cargo de vice-presidente executiva da companhia.

No exercício do cargo, Camille Faria ficará responsável pela liderança estratégica de diretorias corporativas e de negócio do grupo Oncoclínicas, incluindo as áreas Jurídica e Compliance, Operações, Novos Negócios, Suprimentos, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos. Camille Faria acumulará ainda os cargos de diretora executiva financeira e de diretora executiva de relações com investidores da companhia em substituição a Cristiano Camargo que deixa a Companhia na presente data.

Bruno Ferrari, diretor presidente da Oncoclínicas, permanecerá responsável pela gestão das áreas médica e científica e de parcerias estratégicas com operadoras de planos de saúde até que o conselho de administração conclua seu processo de sucessão.

Camille Faria ocupou os cargos de Diretora de Finanças e de Relações com Investidores da Americanas de fevereiro de 2023 a novembro de 2025, da TIM de agosto de 2021 a janeiro de 2023 e da Oi de novembro de 2019 a agosto de 2021, tendo anteriormente atuado na área de Investment Banking do Bank of America Merrill Lynch entre abril de 2015 e outubro de 2019. Camilla Faria teve, ainda, passagens pelas áreas de Investment Banking do Bradesco BBI e do Morgan Stanley, como diretora responsável pelos setores de Energia, Tecnologia/Mídia/Telecom e Indústrias. Também desempenhou funções executivas no setor de telecomunicações e infraestrutura, tendo ocupado as posições de CEO da Multiner, CFO da Terna Participações e de Líder de Estratégia na Embratel e no grupo Telecom Italia no Brasil e na América Latina.

A contratação de Camille Faria integra o conjunto de iniciativas estratégicas implementadas pela companhia ao longo dos últimos meses relacionadas à descontinuação de operações “non core”, disciplina operacional, melhoria da estrutura de capital, aumento de rentabilidade e otimização do posicionamento estratégico da companhia de acordo com as condições de mercado e objetivos de longo prazo, afirmou a Oncoclínicas.

Log-In (LOGN3) conclui compra de imóvel em Manaus que pertencia à Gradiente

A Log-In (LOGN3) divulgou que sua subsidiária Tecmar concluiu a aquisição do imóvel comercial localizado em Manaus de propriedade da Gradiente. O montante pago foi R$ 40 milhões. A companhia reiterou o entendimento de que a operação irá capturar sinergias estratégicas e necessárias para a expansão dos negócios da Tecmar na região.

Schulz (SHUL4) anuncia mudança da estrutura organizacional da unidade automotiva 

A Schulz (SHUL4) anunciou que promoveu alterações em sua diretoria executiva não estatutária. A diretoria de operações da unidade automotiva passa a ser ocupada por Aldrin Salles, anteriormente superintendente industrial.

O executivo atua há 18 anos na companhia e possui mais de 25 anos de experiência no setor automotivo, com trajetória consolidada nas áreas de fundição, usinagem e pintura, além de reconhecida experiência em gestão industrial, automatização de processos, robotização e profundo conhecimento dos produtos, processos e mercados atendidos.

A Schulz aprovou também a criação da diretoria comercial da Unidade Automotiva, nova posição em sua estrutura organizacional. O cargo será exercido por Edmilson Holtz, até então superintendente comercial da Unidade Automotiva. O executivo integra o quadro da companhia há mais de 40 anos.

Os executivos mencionados se reportarão diretamente ao Sandro Trentin, CEO da Schulz.

Vitru Educação (VTRU3) anuncia novo CEO

A Vitru Educação (VTRU3) iniciou o processo de transição da posição de diretor presidente (CEO), como parte de seu plano de sucessão executiva e do aprimoramento contínuo de sua governança corporativa.

O conselho de administração aprovou na quarta-feira, 4, o início do período de transição da posição de CEO, atualmente ocupada por William Matos, para José Aroldo Alves Jr.

O processo de transição ocorrerá até 29 de abril de 2026, com o objetivo de garantir uma condução estruturada, assegurando a continuidade estratégica, a preservação do conhecimento institucional e a observância das melhores práticas de governança. Ao final desse período, William Matos deixará as funções executivas e passará a integrar o conselho de administração, continuando a contribuir ativamente com a companhia a partir dessa nova posição.

José Aroldo Alves Jr. assumirá, a partir de então, integralmente a posição de CEO.

Desde a combinação de negócios com a UniCesumar, em 2021, a Vitru vem executando uma estratégia consistente de crescimento escalável. Ao longo de quatro anos à frente da Vitru, William Matos exerceu papel central na consolidação da companhia, fortalecendo seus pilares acadêmicos, expandindo o modelo digital, liderando a integração cultural entre as operações, capturando sinergias relevantes e conduzindo marcos estratégicos importantes, como a migração para o Novo Mercado da B3 e a adaptação da companhia ao novo marco regulatório do setor educacional.

Em outubro de 2025, a Vitru anunciou a contratação de José Aroldo Alves Jr., executivo com sólida trajetória no setor educacional, com ampla experiência em planejamento de operações e execução de modelos de ensino a distância, presencial. Ao longo de sua carreira, Aroldo liderou iniciativas relevantes de crescimento, eficiência operacional e integração de modelos educacionais em escala, sendo reconhecido por sua capacidade de combinar visão estratégica com execução disciplinada.

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