Ibovespa futuro, dólar, notícia da CSN, Assaí e de outras empresas

15 de janeiro de 2026 Por Redação

Publicado às 9h45

Ibovespa futuro

Às 9h44 desta quinta-feira, 15, o Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) tinha leve alta de 0,04% aos 167.220 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h42 o dólar comercial caía 0,26% cotado a R$ 5,387 na venda.

Petróleo e minério

Os preços do barril de petróleo tinham queda forte depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter recebido informações de que o governo do Irã teria cessado a “matança” de pessoas envolvidas nos protestos. Às 9h15 o preço do barril de petróleo Brent caía 3,29% (US$ 64,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,03% a 813 iuanes (US$ 116,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h16 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,04% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,33%. Nasdaq futuro subia 0,81%.

Notícias corporativas

CSN: conselho aprova projeto de alienação estruturada de ativos importantes

A Companhia Siderúrgica Nacional – CSN  (B3: CSNA3; NYSE: SID) divulgou nesta quinta-feira, 15, que seu conselho de administração autorizou a administração a iniciar um projeto de alienação estruturada de ativos importantes, com o propósito de equacionar em definitivo a estrutura de capital do Grupo. Em um fato relevante enviado ao mercado a CSN informou que pretende dar início, em 2026, à implementação dos movimentos estratégicos necessários para reduzir o endividamento e equacionar a estrutura de capital do Grupo, com a realização de venda de ativos importantes com objetivo de desalavancar entre R$ 15 a 18 bilhões, permitindo a concentração da companhia nos segmentos de maior rentabilidade, crescimento e sinergias. 

“As alienações de ativos fazem parte de uma estratégia da administração que pretende alcançar o potencial de, em até 8 anos, dobrar o Ebitda da CSN e atingir uma alavancagem sustentável em torno de 1x a sua relação dívida líquida/Ebitda”, afirma a siderúrgica. 

As vendas de participação nos ativos estarão sujeitas a condições usuais a transações similares, incluindo obtenção de aprovações legais, concorrenciais e regulatórias, sem prejuízo de outras a serem eventualmente previstas nos documentos definitivos das respectivas operações. 

BlackRock eleva participação no Assaí (ASAI3)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação no Assaí (ASAI3). A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 15. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pelo Assaí, sendo que, em 12 de janeiro de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 65.692.039 ações ordinárias e 434.498 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 2.172.490 ações ordinárias, totalizando 67.864.529 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,014% do total de ações ordinárias de emissão da companhia e 2.905.394 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,215% do total de ações ordinárias. 

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da CBSF (antiga Reag)

O Banco Central do Brasil decretou nesta quinta-feira, 15 de janeiro, a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, nova denominação de Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, com sede em São Paulo.

Segundo o Banco Central, trata-se de instituição enquadrada no segmento S4 da regulação prudencial, representando menos de 0,001% do ativo total ajustado do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

“A decretação da liquidação extrajudicial foi motivada por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN”, afirmou o BC.

Em um comunicado, o Banco Central afirmou que continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais.

Ainda de acordo com o BC, o resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

A CBSF esteve no centro da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira, 14, a mesma que investiga fraudes no Banco Master

Moura Dubeux (MDNE3): protocolado na CVM pedido de oferta primária de ações

A Moura Dubeux (MDNE3) informou nesta quinta-feira, 15, que foi protocolado, nesta data, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 9.652.510 ações ordinárias.

A companhia pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da oferta para acelerar o crescimento da Única, sua subsidiária; reforçar o programa de dividendos, e reforçar o capital de giro, para uso corporativo em geral, visando à ampliação da flexibilidade financeira e operacional.

No âmbito da oferta, o preço por ação será fixado pelo conselho de administração após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento.Assumindo que o preço por ação fosse correspondente à cotação de fechamento das ações ordinárias de emissão da companhia na B3, em 13 de janeiro de 2026, de R$ 25,90, o montante total da oferta seria de R$ 250 milhões, e R$ 499,9 milhões considerando as ações adicionais.

Camil (CAML3) reporta lucro  R$ 44,1 milhões no 3T25 (setembro a novembro/25)

A Camil (CAML3) divulgou os resultados do terceiro trimestre de 2025 (3T25 – setembro/2025 a novembro/2025).

No período a Camil reportou lucro líquido de R$ 44,1 milhões, leve queda de 0,6% na base anual de comparação (4T24) e baixa de 44% na comparação com o trimestre anterior (2T25). O Ebitda no 3T25 somou R$ 238,8 milhões, alta anual de 39,4% e queda de 4,7% na comparação com o 2T25. A Receita Líquida atingiu R$ 2,94 bilhões, queda de 5,1% na base anual.

Mitre (MTRE3) divulga a prévia do 4T25

A Mitre (MTRE3) divulgou a prévia operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25). No período, a companhia somou R$ 210,2 milhões em lançamentos, queda de 75,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). Também na base anual de comparação, as vendas líquidas da Mitre caíram 2,1%, para R$ 369,2 milhões.

Ao longo do ano, a companhia realizou o lançamento de três empreendimentos que, em conjunto, totalizam um Valor Geral de Vendas (VGV) bruto de R$ 1,2 bilhão.

Ao longo do ano, a Mitre concluiu e realizou a entrega de sete empreendimentos, totalizando 2.110 unidades residenciais e um VGV aproximado de R$ 1,6 bilhão.

Plano&Plano (PLPL3) divulga a prévia operacional do 4T25

A Plano&Plano (PLPL3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do 4º trimestre de 2025 (4T25). A companhia encerrou o ano de 2025 com crescimento expressivo, alcançando R$ 4,3 bilhões em vendas líquidas e comercializando mais de 16,3 mil unidades, o que representa um crescimento de 27,8%, R$ 940 milhões a mais que o mesmo período do ano anterior. No quarto trimestre de 2025, as vendas líquidas somaram R$ 1,5 bilhão, registrando um crescimento de 118,8% em comparação com os R$ 707,1 milhões do mesmo trimestre de 2024 (4T24), reforçando a trajetória consistente de expansão da companhia.

Considerando o %Plano&Plano, as vendas líquidas no mercado privado totalizaram R$ 1,5 bilhões no trimestre, o que representa um robusto crescimento de 58,4% em relação ao 3T25.

No quarto trimestre de 2025, a Plano&Plano lançou 4 empreendimentos e mais de 2,3 mil unidades, totalizando um VGV de R$ 617 milhões. Esse resultado representa uma diminuição de 51,1% em relação ao mesmo período de 2024.

O ticket médio dos lançamentos no trimestre foi de R$ 266,5 mil, um aumento de 5,0% quando comparado ao 3T25 e um aumento de 18,2% quando comparado ao mesmo período de 2024.

Cury (CURY3) divulga a prévia operacional do 4T25

A Cury (CURY3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do quarto trimestre de 2025 (4T25). No 4T25, as vendas líquidas somaram R$ 1,556 bilhão, aumento de 9,3% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24) e redução de 14,8% em comparação ao terceiro trimestre de 2025 (3T25).

Em 2025, as vendas líquidas somaram R$ 7,750 bilhões, o que corresponde a um aumento de 25,8% em relação a 2024.

No 4T25, foram lançados 5 empreendimentos, totalizando o Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,289 bilhão, redução de 7,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O VGV total de lançamentos atingiu R$ 1,289 bilhão no 4T25, redução de 7,9% em relação ao 4T24 e redução de 35,1% em relação ao 3T25.

Já o preço médio das unidades lançadas foi de R$ 336,4 mil, redução de 2,4% em comparação ao 4T24 e aumento de 15,4% frente ao 3T25, devido ao mix de produtos lançados no período.

No 4T25, a companhia apresentou geração de caixa operacional positiva no valor de R$ 321,1 milhões.

Os resultados operacionais são dados preliminares e, portanto, ainda sujeitos a revisões e alterações da companhia e dos auditores independentes.

A companhia divulgará o resultado do 4T25 em 10 de março.

Movida (MOVI3) divulga prévia e reporta lucro líquido de R$ 102 milhões no 4T25

Em um fato relevante enviado ao mercado a Movida (MOVI3) divulgou sua prévia dos resultados do quarto trimestre (4T25) e do ano de 2025. Os números não são auditados. O lucro líquido do 4T25 foi de R$ 102 milhões, o maior lucro trimestral dos últimos 3 anos representando um crescimento de 65% versus o mesmo trimestre de 2024 (4T24) e 24% superior ao guidance. A alavancagem do 4T25 foi de 2,6x, com redução contínua ao longo do ano, atingindo o menor nível de alavancagem dos últimos 5 anos.

“Os resultados do 4T25 e do ano de 2025 mostram a consistência das entregas, pautadas em melhorias da performance operacional, financeira e da qualidade no nível de serviço para o cliente, em linha com o planejamento estratégico, transformando de forma contínua os indicadores de rentabilidade e a geração de valor da Movida”, afirmou a companhia no fato relevante.

São Martinho (SMTO3) incorpora Nova Egito Agrícola

A São Martinho (SMTO3) divulgou que seu conselho de administração aprovou na quarta-feira, 14, os termos e condições para incorporação de sua subsidiária integral Nova Egito Agrícola, condicionada à aprovação em assembleia geral extraordinária e reunião da sócia da Nova Egito, a serem realizadas no dia 6 de fevereiro de 2026.

“Sua incorporação permitirá a utilização mais eficiente dos ativos, gerando maior eficiência, sinergia e racionalização dos custos administrativos financeiros”, afirmou a São Martinho, destacando que a Nova Egito será extinta, com sucessão pela São Martinho em todos os seus direitos e obrigações, sem aumento de capital.

GPA (PCAR3) aprova eleição de dois integrantes do conselho de administração

O GPA (PCAR3) informou que foi aprovada a eleição de Carlos Augusto Reis de Athayde Fernandes e de Eleazar de Carvalho Filho como membros do conselho de administração da companhia. Esses conselheiros foram eleitos interinamente e terão sua eleição submetida à ratificação da primeira assembleia geral da companhia que venha a ser realizada após esta data.

Vibra anuncia novo vice-presidente executivo financeiro e de RI 

A Vibra Energia (VBBR3) divulgou que, tendo em vista a saída do atual vice-presidente executivo financeiro e relação com investidores Augusto Ribeiro Junior, o conselho de administração elegeu Mauricio Fernandes Teixeira para o cargo, com prazo de gestão de 2 anos. O executivo atuava como vice-presidente de finanças e governanças na Único ID Tech, desde janeiro/2024. Anteriormente, ocupou o cargo de vice-presidente financeiro e de relações com investidores do Grupo Hapvida de 2021 a 2024 e de CFO na Localiza, a partir de 2017, no qual ficou até o fim do ano de 2020.

A Vibra informou ainda que, até 1° de fevereiro de 2026, Augusto Ribeiro Junior seguirá exercendo as atribuições do cargo de vice-presidente executivo financeiro e Ernesto Pousada, além das atribuições de presidente, exercerá, interinamente, o cargo de vice-presidente executivo de relação com investidores.

UBS Brasil reduz participação relevante em instrumentos derivativos na Cemig 

O Banco de Investimentos UBS Brasil, na qualidade de instituição líder do conglomerado prudencial do Grupo UBS no Brasil, informou que reduziu participação relevante em instrumentos derivativos na Cemig (CMIG4).

Segundo informado, a nova posição corresponde a derivativos com liquidação financeira equivalentes a 182.867.928 ações preferenciais de emissão da companhia, representando 9,60% das ações preferenciais.

“As movimentações realizadas não objetivam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia”, afirmou o UBS Brasil.

Vale paga juros e principal das debêntures da 8ª emissão 

A Vale (VALE3) informou na véspera que realizará o pagamento de juros e principal das debêntures da 8ª emissão (debêntures) em 15 de janeiro de 2026, no valor total de R$ 130.013.729,35, aos detentores com posição em custódia na B3 e/ou no Banco Itaú Unibanco, banco escriturador e liquidante das debêntures, no fechamento do dia 14 de janeiro de 2026. O pagamento informado corresponde ao último devido às debêntures da 3ª série, que vencerão em 15 de janeiro de 2026. As debêntures da 4ª série permanecem vigentes. Veja aqui a tabela com os detalhamentos das remunerações do período, por série.

Agenda de proventos desta quinta, 15:

Profarma (PFRM3) 

A Profarma paga nesta quinta-feira, 15, a terceira parcela do dividendo intermediário anunciado em 28 de outubro. O valor é R$ 0,31 por ação. A base acionária para ter direito foi em 30 de dezembro/25.

Dimed – Panvel (PNVL3): 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Dimed – Panvel é nesta quinta-feira, 15. A partir de sexta, 16, as ações serão negociadas ex-JCP.  O valor soma R$ 22 milhões, representando o valor total de R$ 0,14 por ação. O valor líquido é R$ 0,12 por ação. O pagamento será realizado em três parcelas, sendo as datas definidas posteriormente em assembleia que deliberar sobre as contas do exercício de 2025.