Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Publicado às 9h33
Ibovespa futuro
Às 9h32 desta quarta-feira, 14, o Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) operava em alta de 0,53% aos 164.730 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h31 o dólar comercial caía 0,03% a R$ 5,374 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h20 o preço do barril de petróleo Brent subia 0,67% (US$ 65,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06% a 821 iuanes (US$ 117,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h25 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,26% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,35%. Nasdaq futuro caía 0,55%.
Notícias corporativas
Moura Dubeux (MDNE3) divulga prévia do 4T25 e anuncia potencial oferta de ações
A Moura Dubeux (MDNE3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do quarto trimestre de 2025 (4T25). O volume das vendas e adesões líquidas (%MD) no 4T25 foi de R$ 698 milhões, aumento de 34,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24) e uma redução de 34,9% em relação ao terceiro trimestre de 2025 (3T25).
No ano, as vendas e adesões líquidas (%MD) registraram volume recorde de R$ 3,514 bilhões, aumento de 47% quando comparado aos R$ 2,390 bilhões de 2024.
No trimestre, o total de distratos foi de R$ 62 milhões. Isso representa 8,2% das vendas e adesões brutas (%MD) no 4T25.
No 4T25 a companhia lançou 3 projetos totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) bruto de R$ 1,013 bilhão e um VGV líquido de R$ 989 milhões. No ano, os 17 lançamentos totalizaram R$ 5,461 bilhões em VGV bruto e R$ 4,594 bilhões em VGV líquido.
Esses resultados operacionais são preliminares, ainda sujeitos à revisão da auditoria.
A Moura Dubeux também informou que está avaliando a possibilidade de realizar uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias de emissão da companhia, com valor de, inicialmente, R$ 250 milhões, podendo ser acrescida em até R$ 250 milhões adicionais, a ser realizada no Brasil e destinada exclusivamente a investidores profissionais.
A companhia engajou o Itaú BBA Assessoria Financeira, o BTG Pactual Investment Banking, o Banco Bradesco BBI e o Banco Santander Brasil, assim como seus respectivos agentes de colocação internacional, para a prestação de serviços de assessoria financeira no âmbito da potencial oferta, incluindo trabalhos preparatórios para a definição da viabilidade e dos termos da operação.
A companhia esclareceu que, caso a oferta seja implementada, será outorgado direito de prioridade aos acionistas da companhia para subscrição das ações por meio de oferta prioritária para acionistas, cujo procedimento para participação será objeto de nova comunicação ao mercado, conforme o caso.
Nesse sentido, os acionistas controladores pessoas físicas da companhia se comprometeram a, caso a potencial oferta seja implementada, subscrever e integralizar ações no âmbito da oferta prioritária, ao preço por ação que venha a ser fixado conforme o procedimento de coleta de intenções de investimento realizado nos termos da legislação e regulamentação aplicáveis, no montante de até R$ 90 milhões.
Prévia operacional do 4T25: divisão de incorporação da MRV eleva vendas
A MRV&Co (MRVE3) divulgou nesta terça-feira, 13, após o fechamento do mercado, a prévia operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25).
Na unidade MRV Incorporação as vendas líquidas somaram R$ 2,76 bilhões no período, crescimento de 5,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24) e alta de 17,8% na comparação com o terceiro trimestre de 2025 (3T25).
Já os lançamentos totalizaram R$ 2,85 bilhões, redução de 3% na base anual, e expansão de 20,9% em relação ao 3T25.
A MRV Incorporação teve geração de caixa ajustada de R$ 102,3 milhões no 4T25. No 3T25 ficou em R$ 14,2 milhões, e no 4T24 atingiu R$ 262,6 milhões.
A companhia vai divulgar os resultados do 4T25 em 9 de março.
Vale informa data prevista para assembleia
A Vale (VALE3) informou que a data prevista para a realização de sua assembleia geral ordinária será 30 de abril de 2026. A mineradora destacou que mais informações sobre a assembleia serão divulgadas oportunamente. A Vale divulgará o relatório de produção e vendas em 27/01 e o resultado do 4T25 em 12/02.
Petrobras divulga data prevista de assembleia
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que a realização de sua assembleia geral ordinária de 2026 está prevista para o dia 16 de abril de 2026. O horário, local e formato da referida assembleia serão informados oportunamente.
As ações ordinárias da Petrobras fecharam com forte alta de 3,41% nesta terça, cotadas a R$ 33,04. Os papéis preferenciais da petroleira estatal subiram 2,57% a R$ 31,14.
Petrobras: Campo de Tupi/ Iracema volta a atingir produção de 1 milhão de barris por dia
O campo de Tupi/ Iracema, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu na última sexta-feira, 9, a produção de 1 milhão de barris/dia, repetindo a marca histórica alcançada, pela primeira vez, em 2019.
“Sempre acreditamos que Tupi/Iracema poderia voltar a produzir nos níveis do passado. Esse ativo é o nosso primeiro campo gigante do pré-sal, com jazidas de grande produtividade. Nossas equipes se empenharam fortemente para garantir a retomada da produção para um nível coerente com a magnitude do campo. Estamos muito orgulhosos em agora operar dois gigantes, com potencial acima de 1 milhão de barris por dia: Tupi/ Iracema e Búzios, ambos no pré-sal da Bacia de Santos”, celebrou Magda Chambriard, presidente da Petrobras.
A Petrobras interligou, ao longo de 2025, onze poços em Tupi/ Iracema, que conta agora com mais de 150 poços perfurados. A companhia estuda a construção de outros poços, além de avaliar a possibilidade de uma nova plataforma, a partir de 2031, e da extensão da vida útil de algumas das nove existentes, com o direcionador de geração contínua de valor do ativo. A implementação dessas atividades está sujeita às aprovações necessárias pelo consórcio e pela ANP, como a análise do pedido de extensão de licença.
“Esse retorno de Tupi/Iracema à produção de 1 milhão de barris por dia reforça que o pré-sal, ao longo de 16 anos, se tornou uma das fronteiras petrolíferas mais competitivas da indústria global e um celeiro de inovações. Uma combinação única de reservas gigantes, alta produtividade, petróleo com menor pegada de carbono e eficiência acima da média”, destaca a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.
Das 57 plataformas de produção operadas pela Petrobras, 28 estão exclusivamente no pré-sal que, em janeiro de 2025, alcançou produção acumulada de 7 bilhões de barris de petróleo, liderada pelos três maiores campos em operação nessa camada: Tupi/Iracema, Búzios, o maior do mundo em águas ultraprofundas, e Mero.
O pré-sal, que representa cerca de 80% da produção da Petrobras, tem uma trajetória de sucesso sem precedentes. O desenvolvimento de tecnologias para a exploração e produção em uma fronteira geológica até então desconhecida rendeu reconhecimento internacional para a companhia e a criação de um legado de conhecimento para projetos da indústria offshore.
Tupi/Iracema é operado pela Petrobras, com os parceiros Shell e Galp, e a PPSA, representante da União na Jazida Compartilhada de Tupi.
Conselho da Irani (RANI3) elege diretor de administração, finanças e RI
O conselho de administração da Irani (RANI3) aprovou a eleição de André Camargo de Carvalho, atual gerente de relações com investidores da companhia, para o cargo de diretor de administração, finanças e relações com investidores, até o encerramento do mandato em curso.
André atua há cinco anos na Irani. Anteriormente foi consultor de estratégia no BCG – The Boston Consulting Group – e atuou como assessor em operações de fusões e aquisições na Ártica Investimentos.
Odivan Carlos Cargnin, que estava temporariamente acumulando os cargos de diretor-presidente e de diretor de administração, finanças e relações com investidores, permanecerá no cargo de diretor-presidente da Irani.
SLC Agrícola (SLCE3) divulga o valor final da aquisição da Sierentz
A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou que foi estabelecido entre as partes o ajuste do preço final de aquisição da empresa Sierentz Agro Brasil. Conforme fato relevante divulgado em 01/07/2025, o preço de compra inicialmente estimado era de 135,24 milhões de dólares mais ou menos o capital de giro, menos a dívida líquida, com base no balanço a ser apurado em 30/06/2025. Após ajuste entre as partes, considerando as alterações do período, o valor final da operação foi de 129 milhões milhões.
A Sierentz atua na produção de soja, milho e outros produtos agrícolas, bem como na criação de gado em sistema de integração lavoura-pecuária.







