Atualização: Ibovespa em alta com Vale e Itaú; Petrobras no negativo e outros destaques

Gráfico diário do Ibovespa às 14h
Publicado às 14h08
Ibovespa
Às 14h07 o Ibovespa tinha alta de 0,63% aos 159.356 pontos, um novo recorde histórico intradiário. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,17% cotado a R$ 5,343 na venda.
Vale (VALE3)
Às 14h05 as ações subiam 1,40% a R$ 67,26. Na véspera a Vale anunciou o pagamento de dividendo no valor de R$ 3,58 por ação. A XP vê o anúncio reforçando a abordagem simplificada de alocação de capital da Vale, sem grandes mudanças no horizonte. Embora parcialmente antecipada pelo mercado, a medida sinaliza confiança na geração de caixa daqui para frente, em nossa visão, avalia o time de analistas.
Itaú (ITUB4)
Às 14h05 as ações do Itaú subiam 2,36% a R$ 41,67. O Itaú anunciou o pagamento de R$ 23,4 bilhões em dividendos e JCP. O time de analistas do Safra acreditava que o Itaú poderia distribuir R$ 22,5 bilhões. Os dividendos, no valor de R$ 1,86 por ação, serão pagos em 19/12/25. Os JCP, no valor líquido de 0,31 por ação, serão pagos até 30/04/2026.
Petrobras (PETR3, PETR4)
Daqui a pouco, às 16h30 a Petrobras realiza um webcast sobre o Plano de Negócios 2026- 2030. As ações da Petrobras operavam em queda de mais de 2% nesta tarde com o mercado repercutindo o Plano de Negócios da estatal. A Genial Investimentos avalia que, de forma geral, o novo Plano apresenta um caráter “neutro”, com pontos positivos relevantes, mas também riscos que merecem atenção. A avaliação de seus analistas é que o guidance de produção reforça a resiliência operacional da empresa, com volumes superiores ao plano anterior e foco na exploração da margem equatorial para mitigar a futura queda da produção do pré-sal. Mas, por outro lado, a estratégia de investimentos, embora mantenha valores próximos ao plano anterior, continua a sinalizar incertezas quanto à alocação de capital, especialmente pela maior participação de projetos em avaliação e pelo risco de não materialização em cenários de preços mais baixos, escreve em relatório a equipe da Genial.
Já o BTG Pactual ressalta que a companhia reduziu levemente o capex de 5 anos para US$ 109 bilhões, mas 2026–27 ficaram acima das expectativas, com destaque para pico em 2027. Para o banco, o plano adota premissas macro consideradas otimistas, como Brent de US$ 63 em 2026 e câmbio de R$ 5,80. A combinação de capex elevado, Brent menor e premissas otimistas leva a maior alavancagem em 2026, com FCFE (Fluxo de Caixa Livre para o Patrimônio Líquido) superando dividendos apenas em 2027 sob essas hipóteses. Considerando premissas de mercado atuais, a Petrobras seguiria aumentando alavancagem até 2027, avalia o time de analistas.
São Carlos (SCAR3)
Às 14h04 as ações saltavam 12,2%. A São Carlos aprovou dividendo no valor de R$ 7,10 por ação.
Copasa (CSMG3)
O projeto de lei que autoriza o governo de Minas Gerais a levar adiante o processo de privatização da Copasa foi retirado de pauta do plenário na quinta-feira. Os deputados apresentaram 29 emendas ao texto. Por isso, o projeto foi retirado de pauta e retorna para Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária antes de ser posto para votação em primeiro turno no plenário da Assembleia Legislativa.
Motiva (MOTV3); Ecorodovias (ECOR3)
A Motiva e a Ecorodovias celebraram um acordo de investimento visando ao desenvolvimento e à operação conjunta de uma plataforma digital para gestão e processamento de pagamentos de pedágios em pórticos com tecnologia free flow. A parceria será implementada por meio da Inovap, empresa que já opera a plataforma Pedagio Digital. Após a conclusão da operação, Ecorodovias e Motiva passarão a deter, cada uma, 50% do capital social da Inovap.
Armac (ARML3)
A Armac comprou a Braslift por R$ 155 milhões. Fundada em 1999, com sede em Curitiba, a Braslift é uma das principais locadoras de empilhadeiras do sul do país. Anualizando seus resultados recentes, e considerando contratos em implantação, a Braslift deve apresentar em 2026 uma receita bruta de locação de R$ 75 milhões e um Ebitda de aproximadamente R$ 45 milhões. A operação aumenta a escala e fortalece o posicionamento da Unidade de Negócios de Empilhadeiras, que já ultrapassa a marca de R$150 milhões de Ebitda, afirmou a Armac.
Axia Energia (AXIA3)
A Axia Energia propôs a distribuição bilionária de reservas de lucro. Leia mais aqui. Nesta sexta, a Axia informou que reiniciou estudos para eventual migração ao Novo Mercado da B3, segmento especial de listagem destinado a companhias que adotam os mais elevados padrões de governança corporativa.
M.Dias Branco (MDIA3)
A M.Dias Branco paga nesta sexta, 28, parcela do dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data-base foi 19 de novembro.
Vibra Energia (VBBR3)
A Vibra Energia paga nesta sexta, 28, dividendo anunciado em abril/25. O valor é de R$ 0,50 por ação. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 17 de abril.
Isa Energia (ISAE4)
A Isa Energia paga nesta sexta, 28, a 1° parcela dos JCP anunciados em 29 de setembro. O valor líquido é de R$ 0,19. A data-base foi 30 de outubro.
BrasilAgro (AGRO3)
A BrasilAgro paga nesta sexta, 28, o dividendo aprovado em 22 de outubro no valor de R$ 0,75 por ação. Desde o pregão de 23 de outubro, inclusive, as ações de emissão da companhia são negociadas ex-dividendos na B3.
Log (LOGG3)
A Log paga nesta sexta, 28, dividendo no valor de R$ 0,30 por ação ordinária. As ações são negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 11 de novembro.
Even (EVEN3)
A Even paga nesta sexta, 28, dividendo no valor de R$ 0,76 por ação ordinária. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 18 de novembro de 2025, inclusive.
Trisul (TRIS3)
A Trisul paga nesta sexta, 28, dividendo no valor de R$ 100 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,55 por ação ordinária. Desde 19 de novembro, inclusive, as ações da Trisul serão negociadas “ex-dividendos”.
Eztec (EZTC3)
A Eztec paga até esta sexta, 28, a primeira parte do dividendo anunciado em 13 de novembro. O valor é de R$ 0,39 por ação ordinária. A quantia de R$ 132,8 milhões, correspondente a R$ 0,60 por ação ordinária, será paga até 17 de dezembro de 2025.
Porto (PSSA3)
A Porto realiza nesta sexta, 28 de novembro, o pagamento do saldo restante dos proventos aprovados na Assembleia Geral Ordinária, no valor líquido de R$ 539.685.623,99, composto por juros sobre o capital próprio (JCP) referentes aos meses de outubro a dezembro de 2024, no valor líquido de R$ 232.243.491,55, correspondendo a R$ 0,35789363153 por ação; e pelo saldo de dividendos adicionais no valor de R$ 307.442.132,44, correspondentes a R$ 0,47889395150 por ação. Esses proventos serão pagos aos acionistas que constavam dos registros da companhia em 28 de março de 2025. Dessa forma a Porto conclui o pagamento dos lucros apurados no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.
Valid (VLID3)
Nesta sexta-feira, 28, é a ‘data com’ para ter direito aos JCP adicionais da Valid no montante de R$ 40 milhões, os quais se somam aos R$ 78,2 milhões anunciados em 21 de outubro de 2025, totalizando R$ 118,2 milhões. O valor por ação de cada parcela é R$ 0,37. O valor por ação é de R$ 1,51. A 1ª parcela será paga em 31/03/2026. A 2ª parcela será paga em 30/06/2026. A 3ª parcela será paga em 30/09/2026. A 4ª parcela será paga em 18/12/2026.
Itaúsa (ITSA4)
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Itaúsa referentes ao quarto trimestre/25, é nesta sexta, 28. A partir de 1° de dezembro, as ações passam a ser negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,02 líquidos por ação. O pagamento será em 2 de janeiro de 2026.
Profarma (PFRM3)
A ‘data com’ para ter direito a 2° parcela do dividendo intermediário da Profarma, é nesta sexta, 28. A partir de 1° de dezembro, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O pagamento, no valor de R$ 0,16 será em 23/12/25.
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