Rápidas: Petrobras, Axia, Vibra, Brava, Minerva, Vivara, CPFL, BB Seguridade, Caixa Seguridade

Publicado às 11h38
Ibovespa
O Ibovespa marcou uma nova máxima histórica nesta quinta-feira, 6, ao cruzar pela primeira vez os 154 mil pontos. Na máxima até agora chegou aos 154.352 pontos, um novo recorde. Às 11h37 o índice tinha alta de 0,52% aos 154.098 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,39% a R$ 5,340 na venda.
Petrobras (PETR3, PETR4)
As ações da Petrobras operavam no positivo nesta manhã. Às 11h37 as ações PN subiam 0,52% a R$ 31,01. A petroleira estatal divulga o resultado na noite desta quinta-feira. Analistas mantêm expectativa com relação ao pagamento de dividendo.
Axia Energia (Eletrobras): AXIA6
Na avaliação do BTG, a Axia (antiga Eletrobras), cujo ticker da ação ação preferencial B será AXIA6 a partir do dia 10 de novembro, apresentou resultados muito fortes no terceiro trimestre (3T25), com Ebitda regulatório ajustado de R$ 5,9 bilhões, superando em 20% a estimativa de R$ 4,9 bilhões. Para o banco, a companhia manteve margens elevadas, antecipando com precisão as condições de mercado. O lucro líquido IFRS foi de R$ 2,2 bilhões, muito acima da projeção de R$ 651 milhões, embora os números contábeis tenham sido afetados por baixas contábeis de ativos vendidos. A empresa anunciou dividendos de R$ 4,3 bilhões, totalizando R$ 8,3 bilhões no ano, sustentados pela venda da Eletronuclear e Emae e pelos preços fortes de energia no 3T25 e 2026.
Vibra (VBBR3)
O time da XP destaca no resultado do terceiro trimestre a forte geração de caixa. O FCFE (Free Cash Flow to Equity, também conhecido como Fluxo de Caixa do Acionista) foi de R$ 2,5 bilhões (yield de 9,4% no trimestre) significativamente impulsionado pelo capital de giro (R$ 2 bilhões). Mas para seus analistas, a Vibra divulgou resultados ligeiramente abaixo das expectativas. A ‘frustração’ em relação as suas estimativas foi explicada principalmente pela Comerc e não pelas margens de distribuição, explica o time da XP em relatório.
Brava (BRAV3)
O time de analistas da Genial Investimentos avalia que a Brava reportou um Ebitda ligeiramente abaixo do consenso no terceiro trimestre (3T25). A equipe observa esse trimestre como positivo do ponto de vista estritamente operacional, mas destaca que talvez ainda seja insuficiente para destravar o valor que espera para o case, que na leitura do time deve se orientar pelo tema de desalavancagem. Com relação a dividendos, a equipe de analistas acredita que a companhia não vai pagar em 2025 porque o foco deve seguir na desalavancagem do balanço.
Minerva (BEEF3)
Às 11h35 as ações da Minerva caíam 10,6%. A equipe do BTG observa que o lucro líquido foi de R$ 118 milhões, afetado por despesas financeiras maiores ligadas a hedge cambial. A forte geração de caixa veio da redução de estoques em R$ 1,6 bilhão, para 29 dias de custo, do aumento de adiantamentos de clientes e financiamentos de fornecedores. O banco afirma que a sustentabilidade dessa geração de caixa é questionada, pois o financiamento via clientes e fornecedores pode se reverter. As estimativas serão atualizadas. Foi mantida a recomendação “neutra”.
Vivara (VIVA3)
Com relação à Vivara, a equipe do BTG avalia que a companhia apresentou resultados robustos no 3T25, com receita e margens acima das estimativas, sustentadas pelo bom desempenho da marca Vivara, apesar da desaceleração em Life.
BB Seguridade, Caixa Seguridade, Porto
As ações das seguradoras têm alta nesta manhã com o tom do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), sendo considerado duro. A taxa Selic alta tende a impactar positivamente ações do setor. Às 11h35 as ações da BB Seguridade subiam 0,65%; as da Caixa Seguridade +1,60% e os da Porto +1,39%. Vale lembrar que a Caixa Seguridade divulga o resultado do 3T25 na noite desta quinta.
CPFL (CPFE3)
A CPFL Energia (CPFE3) e a RGE Sul Distribuidora de Energia celebraram com a AES Guaíba II Empreendimentos, um acordo cujo objeto inclui o encerramento, de comum acordo, de processo arbitral instaurado em 2019. Nos termos do acordo, a AES pagou às companhias o montante total de R$ 210,2 milhões a título de acordo e quitação integral dos pleitos discutidos na Arbitragem.
Pague Menos (PGMN3)
O conselho de administração da Pague Menos (PGMN3), em reunião realizada em 5 de novembro, aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da companhia. O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 6 milhões. Essa quantidade representa 2,66% das 225.412.389 ações em circulação. O programa terá duração de até seis meses, ou seja, início em 6 de novembro de 2025 e término em 6 de abril de 2026.
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