Ibovespa futuro, dólar, notícia da Motiva, MRV e de outras companhias

7 de outubro de 2025 Por Redação

 

 

 

 

 

Publicado às 9h45 – atualizado às 9h53

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) abriu em queda nesta terça-feira, 7. Às 9h53 caía 0,67% aos 143.090 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h51 o dólar comercial subia 0,47% cotado a R$ 5,336 na venda.

Petróleo

Às 9h30 o preço do barril de petróleo caía 0,43% (US$ 65,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h29 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,05% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,05%. Nasdaq futuro subia 0,13%.

Notícias corporativas desta manhã:

Motiva (MOTV3) avança em possível transação envolvendo seus ativos aeroportuários

A Motiva (MOTV3) entrou na fase de propostas vinculantes de potenciais compradores de uma possível transação envolvendo seus ativos aeroportuários.

As propostas serão analisadas pela Motiva em conjunto com seus assessores para definição das próximas etapas do processo competitivo. As negociações com os diferentes ofertantes continuam em curso, afirmou a companhia.

A Motiva explicou que, não há, até o momento, qualquer aceite ou documento formalizado com qualquer das partes envolvidas que estabeleça compromisso ou obrigação vinculante para a companhia ou suas afiliadas, tampouco qualquer garantia de que a potencial transação será efetivamente realizada.

MRV (MRVE3) divulga a prévia do 3T25

A MRV (MRVE3) divulgou nesta terça-feira, 7, a prévia operacional do terceiro trimestre deste ano (3T25). A construtora reportou que o VGV de vendas foi de R$ 2,44 bilhões, quedas de 0,5% ano a ano e de 8,9% na base trimestral, enquanto o VGV de lançamentos atingiu R$ 2,35 bilhões, redução de 9,4% em relação ao mesmo período de 2024 e de 31,7% na base trimestral de comparação. A companhia informou a geração de caixa ajustada de R$30 milhões para divisão MRV Incorporação. Segundo a MRV, o atraso gerado nos repasses de recursos de programas regionais de habitação ocasionou um descasamento temporal de R$ 93 milhões na geração de caixa do trimestre. Caso o atraso não tivesse ocorrido, a geração de caixa do período teria sido de R$ 123 milhões, afirmou a empresa. 

Notícias da noite de segunda, 6:

Fitch reafirma rating da Cemig (CMIG4)

A agência de classificação de risco Fitch afirmou os ratings de Default do Emissor em Moeda Local e Moeda Estrangeira da Cemig (CMIG4) em ‘BB’. A perspectiva é “estável”.

Segundo a Fitch, os ratings do grupo Cemig refletem sua diversificada base de ativos, seu perfil financeiro saudável e seu desempenho operacional favorável no setor elétrico brasileiro. A Fitch espera que o ambicioso programa de investimentos do grupo gere fluxo de caixa livre (FCF) negativo ao longo do horizonte de rating e aumente a alavancagem, que deve permanecer alinhada com o nível do rating. A alavancagem do grupo está projetada para atingir o pico em 2027, uma vez que a empresa possui acesso comprovado a recursos para suportar suas necessidades de investimentos e refinanciamento, salientou a Fitch.

Telefônica Brasil conclui reestruturação societária envolvendo participação na Vivae

A Telefônica Brasil (B3: VIVT3; NYSE: VIV) concluiu uma reorganização societária envolvendo sua participação na Vivae Educação Digital, companhia detida conjuntamente pela Telefônica e Ânima Holding (ANIM3).

A operação consistiu no aporte da integralidade das ações da Vivae de titularidade da Telefônica Brasil no fundo Vivo Ventures Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Investimento no Exterior, como forma de integralização de parte das cotas já subscritas pela companhia no referido fundo, representando, portanto, um aporte de R$ 17.375.359,36, de acordo com avaliação independente de empresa especializada.

O Vivo Ventures é um fundo de investimento em participação detido pela Telefônica Brasil, enquanto cotista majoritária, em conjunto com a Telefónica Open Innovation.

Em continuidade à operação, a Vivae celebrou um acordo para combinação de negócios com a Ada Tecnologia e Educação, sociedade especializada na prestação de serviços e desenvolvimento de soluções voltadas ao ensino de programação e tecnologia no segmento B2B, permitindo, dessa forma, que a Vivae e a Ada gerem sinergias e estejam mais próximas de parcerias estratégicas nesse segmento. A conclusão da combinação dos negócios entre Vivae e Ada está condicionada a determinadas condições precedentes, incluindo a obtenção da aprovação antitruste aplicável.

Fundada em 2016, a Ada atua em desenvolvimento de talentos em tecnologia, oferecendo treinamentos corporativos, uma plataforma de IA para recrutamento e desenvolvimento, e soluções de gestão para enfrentar a escassez e retenção de profissionais de tecnologia.

Já a Ânima informou que realizará um aporte de R$ 4,3 milhões na VivaE, conforme previsto no plano de negócio original desta investida. Após a conclusão da Operação, a Ânima Educação continuará contabilizando esta investida resultante da combinação de negócios através da equivalência patrimonial.

Taurus (TASA3) vai formalizar nos próximos dias proposta de aquisição do controle societário da Mertsave

A Taurus (TASA3, TASA4) informou que foi prorrogado até o dia 30 de novembro de 2025 o prazo de vigência do Memorando de Entendimentos (MoU) não vinculante firmado em abril com vistas a uma possível operação de aquisição do controle societário da empresa Mertsav, localizada na Turquia.

O MoU é renovável automaticamente por mais dois meses, permanecendo inalterados os demais termos e condições previamente estabelecidos.

A Taurus divulgou ainda que, nos próximos dias, formalizará uma proposta de aquisição do controle societário da Mertsave. O novo prazo servirá para conclusão das tratativas necessárias para a possível aquisição, explicou a companhia.

OranjeBTC adquire 25 Bitcoin para tesouraria com recursos próprios

A OranjeBTC – Educação e Investimento (OBTC3) informou na noite de segunda-feira, que, entre os dias 25 de setembro e 6 de outubro de 2025, realizou a aquisição de 25 Bitcoin (BTC) por aproximadamente US$ 2,8 milhões (R$ 15,5 milhões), a um preço médio aproximado de US$ 112.500 por Bitcoin. Segundo a OranjeBTC, a compra foi integralmente realizada com recursos próprios em caixa, provenientes de rodadas de aumento de capital prévios da companhia.

Com essa aquisição, a OranjeBTC destacou que passa a deter 3.675 BTC em sua tesouraria, a um custo médio agregado aproximado de US$ 105.342 por Bitcoin, totalizando US$ 387,1 milhões em valor de aquisição.

De acordo com Gui Gomes, fundador e CEO da companhia, a aquisição está “alinhada com a estratégia de longo prazo da empresa de manter posição relevante em Bitcoin, de forma prudente e transparente”.

Prio (PRIO3) reporta queda na produção em setembro devido à interdição do campo de Peregrino

A Prio (PRIO3) divulgou a produção no mês de setembro. A petroleira reportou que produziu 71,2 mil barris de óleo equivalente por dia em setembro, volume 22,4% inferior à média de produção de agosto, quando produziu 91,8 mil barris.

No campo de Peregrino, a produção foi afetada devido à interdição temporária do navio-plataforma (FPSO) após auditoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), conforme divulgado no dia 18 de agosto. A Prio informou que, no papel de consorciada e futura operadora, segue auxiliando a Equinor (atual operadora do campo) em relação ao atendimento dos requisitos regulatórios, para retomada nos próximos dias.

No campo de Albacora Leste, a produção foi impactada por uma falha no compressor, com expectativa de normalização em outubro.

No cluster de Polvo e Tubarão Martelo, o workover do poço TBMT-6H foi finalizado no dia 15 de setembro e o poço retornou à produção.

Com relação às vendas, a petroleira comercializou cerca de 2,73 milhões de barris de óleo, montante inferior aos 3,049 milhões de barris vendidos em agosto.

BlackRock aumenta participação na Taesa (TAEE4, TAEE11)

A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou a participação na Taesa (TAEE4, TAEE11). A informação consta em um comunicado da transmissora de energia divulgado na segunda-feira, 6.

A BlackRock na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Taesa, sendo que, em 1° de outubro de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 22.158.456 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,004% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia, e 2.369.743 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,535% do total de ações preferenciais emitidas pela Taesa.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.

Para colocar na agenda: WEG divulga o resultado do 3T25 em 22/10

A WEG (WEGE3) anunciou a agenda de divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2025 (3T25). No dia 22 de outubro (quarta-feira) a companhia divulga os resultados, antes da abertura do mercado. No dia 23 de outubro (quinta-feira) será realizada a teleconferência para apresentação dos resultados, em português, com tradução simultânea para o inglês. Horário da teleconferência: 11h – São Paulo (BRT).

Pagam provento nesta terça, 7:

B3 (B3SA3) 

A B3 paga nesta terça, 7, os juros sobre o capital aprovados em 18 de setembro. O valor total é de R$ 402,5 milhões. Essa quantia equivale ao valor bruto de R$ 0,07 por ação e ao valor líquido de R$ 0,06 por ação. As ações foram negociadas na condição “com” direito até o dia 23 de setembro de 2025, inclusive. Desde 24 de setembro são negociadas na condição “ex-JCP”.

Lojas Renner (LREN3) 

A Lojas Renner paga a partir desta terça-feira, 7, juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 217.869.571,86 e corresponde a R$ 0,21 por ação. Terão direito a esses juros detentores de ações em 23.09.2025. Desde 24 de setembro (inclusive), as ações da companhia são negociadas “ex – JCP”.

Cury (CURY3)

A Cury paga nesta terça-feira, 7, dividendos intermediários no montante total de R$ 200 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,68 por ação ordinária. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 30 de setembro de 2025. As ações da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 1º de outubro de 2025, inclusive.

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