Ibovespa futuro, dólar, notícia da JHSF, Méliuz, Azevedo & Travassos e de outras companhias

Publicado às 9h32 – atualizado às 9h42
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Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) abriu em queda nesta sexta-feira, 15. Às 9h42 caía 0,19% aos 139.005 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h39 o dólar comercial tinha queda de 0,46% cotado a R$ 5,393 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h20 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,48% (US$ 66,5). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,08% a 776 iuanes (US$ 108,07). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Notícias corporativas desta manhã:
JHSF (JHSF3) lucra R$ 245,8 milhões no 2T25, alta de 45,6%
A JHSF (JHSF3) divulgou que teve no segundo trimestre (2T25) lucro líquido de R$ 245,8 milhões, alta de 45,6% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda somou R$ 347,7, crescimento de 59% no ano. A receita líquida no 2T25 somou R$ 496,1 milhões, expansão de 25,2% no ano.
Méliuz (CASH3) inicia negociação de ações no OTCQX nos Estados Unidos
O Méliuz (B3: CASH3; OTCQX: MLIZY) informou que a partir desta sexta-feira, 15 de agosto, seus recibos de ações passam a ser negociadas no OTCQX Markets, nos Estados Unidos, sob o ticker MLIZY. A companhia firmou contrato com o JP Morgan Chase Bank para ser o banco depositário das American Depositary Receipts (ADR) nos Estados Unidos. Como parte desse ambiente adicional de negociação, participantes do mercado poderão adquirir ações já existentes da companhia na B3 (Brasil) e convertê-las em ADRs para posterior negociação nos Estados Unidos, denominadas em dólares americanos, por meio de um mecanismo de liquidação e entrega alinhado aos padrões locais. Cada ADR negociado no OTCQX sob o ticker MLIZY representará duas ações da companhia na B3, sob o ticker CASH3 (1 MLIZY = 2 ações CASH3). O OTCQX Markets é o segmento de mais alto nível de governança e compliance da OTC Markets Group. “Essa iniciativa integra a estratégia da companhia de ampliar sua presença junto a investidores internacionais, aumentar a visibilidade de suas ações e viabilizar futuras operações financeiras na região”, explicou o Meliuz.
Consórcio formado pela Azevedo & Travassos vence leilão de concessão rodoviária
O consórcio formado pela Azevedo & Travassos (AZTE3), representada pelo FIP Azevedo & Travassos (com participação de 70%), e pela Sobrado e Gae, do Grupo Tecpav Engenharia (5%), e pelo FIP Camaçari (25%) foi declarado vencedor do leilão da concessão rodoviária do Lote CN 2, promovido pela União por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 15. A concessão, que abrange um trecho de 490 km das rodovias BR-060 e BR-364 localizadas nos Estados de Goiás e Mato Grosso, terá duração de 30 anos. O contrato prevê um investimento total estimado em R$ 7,2 bilhões, com receita projetada superior a R$ 16 bilhões ao longo do período.
Mercado repercute balanço trimestral do Banco do Brasil
Em relatório, a equipe da XP destaca que o Banco do Brasil reportou resultados fracos no 2T25, com lucro líquido abaixo do consenso já reduzido após sinais de deterioração em demonstrações intermediárias recentes. A avaliação da XP é que o desempenho foi impulsionado quase que inteiramente pela carteira do agronegócio, impactada por atrasos generalizados nos pagamentos, um aumento acentuado nos empréstimos reestruturados e os efeitos da Resolução 4.966 sobre exposições vencidas de curto prazo. Para o time de analistas, a inadimplência continuou a pesar significativamente, e a indicação de que julho permanece pressionado adiciona mais incerteza sobre o ponto de inflexão para a recuperação. A XP comenta ainda sobre o payout (porcentagem do lucro líquido da empresa distribuído aos acionistas na forma de proventos) do banco estatal, que foi reduzido para 30%, implicando um dividend yield (rendimento do dividendo) de aproximadamente 6%.
A equipe da Genial Investimentos ressalta que o lucro líquido recorrente ficou 27,4% abaixo do consenso e 25,5% aquém de suas estimativas. Entre os fatores a Genial cita a inadimplência persistente no agronegócio, atingindo 3,49% (+0,45 pp na base trimestral e +2,17 pp na base anual), concentrada nas cadeias de soja e milho, sobretudo na região Centro-Oeste. “Apesar de não haver quebra de safra relevante nos últimos anos, a queda acentuada dos preços e alavancagem dos clientes levou a um forte aumento nos atrasos e pedidos de recuperação judicial”, escrevem seus analistas em relatório.
Notícias da noite de quinta, 14:
Banco do Brasil (BBAS3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 3,78 bi no 2T25; banco revisa payout
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido ajustado de R$ 3,78 bilhões, queda de 60,2% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) caiu encerrando o 2T25 em 8,4%. O banco estatal também atualizou suas estimativas, que havia suspendido, entre elas a de lucro líquido ajustado, agora projetado entre R$ 21 bilhões e R$ 25 bilhões em 2025. Antes de suspender em maio, a instituição financeira previa entre R$ 37 bilhões e R$ 40 bilhões de lucro líquido ajustado. No 2T25, as despesas administrativas totalizaram R$ 9,7 bilhões, elevação de 1,9% em relação ao trimestre anterior, reflexo dos aumentos de 1,9% em Despesas de Pessoal e 1,8% em Outras Despesas Administrativas.
O banco informou também que seu conselho de administração, em reunião de 13 de agosto, deliberou pela revisão do payout (porcentagem do lucro líquido da empresa distribuído aos acionistas na forma de proventos) para o Exercício 2025, fixando-o em 30%, via juros sobre o capital próprio (JCP) e/ou dividendos. Anteriormente era entre 40% e 45%. “A decisão foi tomada com base nos balizadores constantes na Política, em especial, os resultados do Banco, a necessidade de caixa, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, suas metas e projeções de capital, perspectivas dos mercados de atuação presentes e potenciais, a manutenção e expansão da capacidade operacional”, afirmou o banco estatal em um fato relevante divulgado nesta quinta, 14. O BB comunicou, ainda, que considerando a necessidade de convergência para o novo payout, os pagamentos de juros sobre capital próprio referente ao primeiro semestre de 2025 já foram realizados integralmente em 21 de março e 12 de junho de 2025. O cronograma de pagamentos previsto para o segundo semestre de 2025 permanece inalterado, conforme disposto no fato relevante de 19 de fevereiro de 2025.
IRB (IRBR3) reporta lucro de R$ 143,6 milhões no 2T25, alta anual de 120%
O IRB (IRBR3) reportou lucro líquido de R$ 143,6 milhões no segundo trimestre (2T25), crescimento de 120% em relação ao segundo trimestre de 2024. Segundo a resseguradora, o desempenho se deve, entre outros fatores, ao resultado financeiro e patrimonial de R$ 163 milhões e ao resultado de subscrição positivo de R$ 229 milhões.
Prejuízo da Cosan (CSAN3) aumenta
A Cosan (CSAN3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que teve um prejuízo líquido de R$ 946 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). No segundo trimestre de 2024 (2T24) o prejuízo foi de R$ 227 milhões. A receita líquida consolidada da companhia, envolvendo todas as participações em empresas, somou R$ 10,4 bilhões, redução de 2% no ano.
Em grande parte, o resultado foi impactado pelo reconhecimento de créditos tributários ocorridos na Raízen (RAIZ4) e à saída da participação na Vale (VALE3). A equivalência patrimonial da Cosan trouxe um prejuízo de R$ 173 milhões, sendo que, um ano antes, ela havia sido positiva em R$ 1,3 bilhão.
LWSA (LWSA3) anuncia o pagamento de dividendo
A LWSA (LWSA3) anunciou o pagamento de dividendos. A distribuição foi deliberada em reunião do conselho de administração realizada nesta quinta-feira, 14. O montante é de R$ 28,6 milhões, correspondentes a R$ 0,05190865 por ação ordinária. Terão direito os titulares de ações ordinárias da companhia em 19 de agosto de 2025, sendo que as ações passarão a ser negociadas “ex dividendos” a partir de 20 de agosto de 2025. Os acionistas terão seus créditos disponíveis em 26 de agosto de 2025, data de pagamento dos dividendos.
Telefônica Brasil (VIVT3) vai pagar R$ 250 milhões em juros sobre o capital
A Telefônica Brasil (VIVT3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 250 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 15%, resulta no montante líquido de R$ 212,5 milhões. O valor por ação é R$ 0,06607899271. O crédito dos JCP será realizado de forma individualizada a cada acionista, com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 25 de agosto de 2025. Após esta data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.
Vulcabras (VULC3) anuncia o pagamento de dividendos intermediários e intercalares
O conselho de administração da Vulcabras (VULC3), em reunião realizada nesta quinta-feira, 14, aprovou o pagamento aos acionistas de dividendos intermediários e intercalares. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 300 milhões. O valor por ação é R$ 1,10429. A data de corte será em 08/09/2025 e a data de pagamento será em 22/09/2025. Já os dividendos intercalares são no montante total de R$ 101.875.125,00. O pagamento será em 3 parcelas de R$ 0,125 cada. A primeira parcela tem data de corte em 20/10/2025 e pagamento em 03/11/2025. A segunda parcela tem data de corte em 17/11/2025 e pagamento em 01º/12/2025. A terceira parcela tem data de corte em 15/12/2025 e pagamento em 29/12/2025.
A Vulcabras divulgou nesta quinta-feira que registrou lucro líquido de R$ 353,3 milhões no segundo trimestre de 2025, aumento de 152,9% em comparação ao mesmo trimestre de 2024 (2T24), com margem líquida de 39,5%, 21,1 p.p. acima do mesmo período do ano anterior. O Ebitda somou R$ 296,4 milhões no 2T25, crescimento de 69% sobre o 2T24, com margem Ebitda de 33,1%, aumento de 10,1 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida foi de R$ 894,8 milhões no 2T25, crescimento de 17,6% em relação ao 2T24.
Bemobi (BMOB3) anuncia pagamento de JCP e recompra de ações
O conselho de administração da Bemobi Mobile Tech (BMOB3) anunciou nesta quinta-feira, 14, o pagamento de juros sobre capital próprio. O valor total da distribuição será de R$ 30 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,35551784 por ação, e ao valor líquido de R$ 0,30219017 por ação. Terão direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 21 de agosto de 2025. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 22 de agosto. O valor não será corrigido até a data do seu pagamento. O pagamento desses juros sobre o capital próprio ocorrerá em 26 de agosto de 2025.
A Bemobi também anunciou nesta quinta-feira, 14, um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir ou negociar ações de sua própria emissão ou contratos derivativos nelas referenciados no limite de até 7,9 milhões de ações ordinárias, pelo prazo de 18 meses, a contar de 14 de agosto de 2025. As ações adquiridas serão mantidas em tesouraria, para posterior alienação e/ou entrega aos beneficiários dos planos de incentivo de longo prazo ou cancelamento e/ou canceladas, a critério do conselho de administração.
CPFL Energia (CPFE3) reporta lucro líquido de 1,18 bi no 2T25
A CPFL Energia (CPFE3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido de R$ 1,18 bilhão, alta de 7,8% na comparação com o segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda somou R$ 3 bilhões, crescimento de 6,7% na base anual de comparação. A receita operacional líquida atingiu R$ 10,5 bilhões, expansão de 9,2%.
Cemig (CMIG4) reporta lucro líquido de R$ 1,19 bi no 2T245, queda anual
A Cemig (CMIG4) divulgou nesta quinta-feira, 14, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido de R$ 1,19 bilhão, queda de 29,6% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda ajustado foi R$ 2,21 bilhões no 2T25, alta de 15,4% na base anual de comparação. Sem ajustes, o Ebitda caiu 15,2% no 2T25, para R$ 2 bilhões. A receita líquida teve expansão de 14,3% para R$ 10,7 bilhões.
A Cemig também informou que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, no âmbito da ação direta de inconstitucionalidade nº 7324, pela constitucionalidade da Lei nº 14.385/2022, que disciplina a devolução aos consumidores de energia elétrica dos valores de tributos recolhidos a maior pelas distribuidoras. A Cemig ressaltou que aguarda a publicação do acórdão para avaliação dos potenciais impactos contábeis, financeiros e operacionais decorrentes da decisão.
Marfrig (MRFG3) tem lucro líquido de R$ 85 milhões no 2T24
A Marfrig (MRFG3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 85 milhões, alta de 13% em relação ao mesmo período no ano passado (2T24). O Ebitda ajustado ficou em R$ 3 bilhões, queda de 10,8% na base anual de comparação. No 2T25, a receita líquida consolidada da Marfrig, considerando a Operação Continuada Gerencial na América do Sul, foi de R$ 37,7 milhões, um crescimento de 8,6% em relação ao 2T24.
Azul (AZUL4): lucro líquido de R$ 1,29 bi no 2T25; com ajuste, reportou prejuízo
A Azul (AZUL4) divulgou nesta quinta-feira, 14, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido de R$ 1,29 bilhão no segundo trimestre de 2025. Menor que o prejuízo de R$ 3,56 bilhões do segundo trimestre de 2024 (2T24). Mas em termos ajustados a Azul reportou prejuízo líquido de R$ 475,8 milhões no 2T25, queda de 29% na comparação com as perdas ajustadas do 2T24. O Ebitda ajustado da companhia aérea somou R$ 1,14 bilhão no 2T25, crescimento de 8,6% na comparação com o 2T25.
Whirlpool (WHRL4): assembleia aprova redução do capital com restituição em dinheiro aos acionistas
A Whirlpool (WHRL4) divulgou nesta quinta-feira, 14, que sua assembleia geral extraordinária aprovou a redução do capital social da companhia no valor total de R$ 300 milhões, por ser considerado excessivo, sem o cancelamento de ações, e com restituição em dinheiro aos acionistas proporcionalmente às suas participações acionárias. A eficácia da redução de capital está condicionada ao decurso do prazo de 60 dias para oposição de credores quirografários, contados a partir da publicação da ata da AGE. A companhia informou que a publicação da ata será realizada em 15 de agosto de 2025, de modo que o prazo de oposição se encerrará em 14 de outubro de 2025. Uma vez tornada eficaz a redução de capital, os acionistas titulares de ações da Whirlpool na data de 15 de outubro de 2025 terão direito ao recebimento da restituição de capital, no valor de R$ 0,1996292214603300 por ação ordinária ou preferencial, a ser pago em parcela única, em data a ser oportunamente divulgada, e na proporção de suas respectivas participações no capital social. As ações serão negociadas ex-direitos de redução de capital a partir de 16 de outubro de 2025.
Banco Bmg (BMGB4) soma R$ 125 milhões de lucro líquido recorrente no 2T25, alta de 19% no ano
O Banco Bmg (BMGB4) encerrou o segundo trimestre de 2025 com um lucro líquido recorrente de R$ 125 milhões, alta de 19% em relação aos R$ 105 milhões apurados no mesmo período de 2024. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) passou de 10,8% a.a. para 14,3% a.a. – incremento de 3,5 pontos percentuais no período, na mesma base de comparação.
A mudança no mix da carteira de crédito, aumentando exposição aos produtos core e reduzindo carteiras menos rentáveis, e a melhora na qualidade de ativos favoreceram o resultado positivo. Combinados com o fortalecimento do capital, entregam mais um trimestre de números consistentes e em linha com o plano estratégico da gestão.
“A evolução de nossos indicadores reafirma nossa capacidade de execução e mostra que estamos no caminho certo ao buscar rentabilidade pelo crescimento dos ativos core e pela melhoria contínua da experiência do cliente. São esses pilares que nos permitirão um crescimento sustentável no longo prazo”, diz Felix Cardamone, CEO do Banco Bmg.
Entre as iniciativas que tiveram impacto positivo, estão as duas captações com o menor prêmio de risco da história do Banco em suas categorias, realizadas neste trimestre: uma emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures de cinco anos com lastro em cartões consignados a CDI+ 1% a.a. e outra de Letras Financeiras de 2 anos com taxa CDI + 1,45% a.a.
Agenda de provento desta sexta, 15:
Caixa Seguridade (CXSE3)
Caixa Seguridade paga dividendos intercalares anunciados em 6 de maio no valor de R$ 930 milhões. O valor por ação é R$ 0,31. As ações são negociadas ex-dividendos desde 4 de agosto.
Intelbras (INTB3)
A Intelbras paga nesta sexta dividendos no valor de R$ 69,2 milhões, o que corresponde a R$ 0,21 por ação. Tem direito acionistas titulares de ações de emissão da Intelbras ao final do pregão do dia 1° de agosto de 2025.
Motiva (MOTV3)
A Motiva paga nesta sexta dividendos intermediários no valor total de R$ 360.575.000. Esse valor corresponde à R$ 0,17 por ação ordinária. As ações da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 6 de agosto.
BTG Pactual (BPAC11)
O Banco BTG Pactual paga nesta sexta-feira juros sobre capital próprio. O valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial é R$ 0,17. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,51. As ações da companhia são negociadas “ex-direitos” desde 11 de agosto de 2025, inclusive.
Eletrobras (ELET3, ELET6)
A data com para ter direito ao dividendo da Eletrobras em 6 de agosto, é na sexta, 15. As ações da Eletrobras na B3 e os ADRs na NYSE serão negociados ex-direitos a partir de 18 de agosto de 2025. O pagamento será realizado em 28 de agosto de 2025 no valor de R$ 2,43 por ação preferencial de classe A, R$ 1,93por ação preferencial de classe B e R$ 1,75 por ação ordinária. O valor por ação acima mencionado poderá sofrer pequena variação até as datas de corte em função do programa de recompra de ações, que impacta o número de ações em tesouraria.
Allied (ALLD3)
A data com para ter direito aos JCP da Allied no valor bruto de R$ 0,73 por ação ordinária, é nesta sexta, 15. As ações serão negociadas “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 18 de agosto. Os JCP serão pagos em parcela única no dia 29 de agosto de 2025.







