Taesa (TAEE11) reporta lucro líquido regulatório de R$ 299,4 milhões no 2T25

Publicado às 22h38
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A Taesa divulgou também que teve lucro líquido regulatório no segundo trimestre (2T25) de R$ 299,4 milhões, aumento de 1,8% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). Já o lucro líquido IFRS totalizou R$ 510 milhões no 2T25, apresentando um aumento anual de 26,5%.
No setor de energia, os indicadores “regulatórios” são os mais relevantes para analistas, uma vez que a avaliação é que estes capturam de maneira mais precisa os investimentos e as receitas obtidas pela operação, em detrimento aos números contábeis (IFRS).
O Ebitda regulatório do 2T25 atingiu R$ 521,7 milhões, 7,5% maior que o registrado no 2T24, e a margem Ebitda atingiu 84% (+0,3pp versus 2T24). A receita líquida regulatória no 2T25 alcançou R$ 621,3 milhões, 7,2% maior que o registrado no 2T24. Já a receita líquida IFRS do 2T25 foi de R$ 1,261 bilhão, 38,5% maior que o 2T24.
A companhia encerrou o primeiro semestre de 2025 com uma receita líquida de R$ 1,2 bilhão, o que representa um crescimento anual de 5,5%. O desempenho positivo é resultado de uma combinação de fatores, com destaque para:
– A entrada em operação comercial do empreendimento Pitiguari e dos reforços da concessão Novatrans.
– Um incremento pontual relacionado ao processo fiscalizatório da Revisão Tarifária Periódica (RTP) referente ao ciclo anterior.
– A redução da Parcela Variável (PV), refletindo maior disponibilidade das instalações.
– O reajuste positivo do IPCA aplicado às concessões de categoria 3 no ciclo tarifário 2024-2025.
“Os nossos resultados comprovam nosso contínuo compromisso com eficiência operacional e diligência financeira. Seguimos otimistas com as perspectivas do segmento de transmissão, nos posicionando como um player eficiente e diferenciado no setor elétrico. A exemplo disso, celebramos recentemente captações muito eficientes tanto na TAESA quanto nas subsidiárias Aimorés e Paraguaçu”, completa Catia Pereira, CFO da TAESA.
No primeiro semestre de 2025, as despesas operacionais (OPEX) recorrentes apresentaram um crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior — um desempenho abaixo da inflação do período, que foi de 5,4% medida pelo IPCA.
“Esse resultado reflete o compromisso da Companhia com a disciplina na gestão de custos, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador. A evolução controlada do OPEX também demonstra ganhos de eficiência operacional e reforça a resiliência do modelo de negócios no longo prazo”, conta o CEO.
Veja mais detalhes do resultado da companhia na tabela abaixo:







