Ibovespa futuro, dólar, ADRs da Vale em alta em NY, notícia da Brava, Randoncorp e de outras empresas

21 de julho de 2025 Por Redação

 

 

 

 

 

 

 

Publicado às 9h19 – 9h37

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Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDQ25 contrato com vencimento para 13 de agosto) abriu em alta nesta segunda-feira, 21. Às 9h37 subia 0,35% aos 135.200 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem  sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h33 caía 0,16% cotado a R$ 5,579 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h15 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,25% (US$ 69,1). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 2,08% a 809 iuanes (US$ 112,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html

ADRs da Vale em alta em NY

As ADR (recibos de ações negociados nos Estados Unidos) da mineradora Vale tinham alta em Nova York nesta segunda-feira. Nas negociações na pré-abertura do mercado, às 9h14, subiam 2,15%.

Notícias corporativas desta segunda, 21:

Rede D’Or (RDOR3) afirma que não ‘existe decisão, proposta ou documentos celebrados a respeito de eventual transação envolvendo o Fleury’

Em um fato relevante enviado nesta segunda-feira, 21, ao mercado, a Rede D’or (RDOR3) informou que está “permanentemente avaliando oportunidades de expansão de suas linhas de negócio, inclusive por meio da aquisição de participações ou combinação de negócios com outras empresas do setor”. Mas a companhia afirmou que não existe qualquer decisão, proposta ou documentos celebrados a respeito de eventual transação envolvendo a Fleury (FLRY3) ou seus acionistas.

Já o Fleury explicou que “não há qualquer decisão da sua administração, tampouco quaisquer compromissos ou documentos celebrados com a Rede D’or, vinculantes ou não, tendo por objeto uma potencial operação”.

No domingo, 20, o jornalista Lauro Jardim publicou em seu blog que a Rede D’Or e o Fleury podem se unir. Segundo Lauro Jardim, há negociações em curso entre a Rede D’Or e o Bradesco, que é o maior acionista do Fleury, com 23% das ações.

Brava (BRAV3): concluída a conexão dos poços 2H e 3H

A Brava Energia (BRAV3) informou nesta segunda-feira, 21, que durante a segunda semana de julho, foi concluída a conexão dos poços 2H e 3H, que se encontram em processo de testes e estabilização. Ambos os poços já produziram anteriormente por meio do sistema antecipado de produção (FPSO Petrojarl I). A petroleira explicou que o projeto de Atlanta ainda se encontra em uma fase de testes de sistemas de produção e automação, sendo esperadas oscilações na produção diária reportada nesse período. A Brava espera atingir o pico de produção e eficiência operacional para o ativo durante os próximos meses.

Randoncorp (RAPT4) e Frasle (FRAS3) divulgam receita líquida de junho

A Randoncorp (RAPT4) divulgou nesta segunda-feira, 21, que teve receita líquida consolidada de R$ 1,052 bilhão em junho, alta de 6,2% em relação ao mesmo mês de 2024. A Frasle (FRAS3), controlada da Randoncorp, teve receita líquida consolidada de R$ 425,9 milhões em junho, alta de 37,4% em relação a junho de 2024. As duas companhias divulgam mensalmente a receita visando manter uma relação de transparência com seus investidores.

Notícias do fim de semana:

Positivo (POSI3) informa sobre incêndio em unidade de pós-venda de Barueri 

A Positivo (POSI3) informou na noite de domingo, 20, que ocorreu um incêndio em um condomínio empresarial em Barueri, na Grande São Paulo, que atingiu uma unidade da companhia. Essa unidade consiste em um galpão destinado à prestação de serviços de suporte logístico e pós-venda de clientes de São Paulo, incluindo máquinas de pagamentos. O incêndio já foi controlado, sem vítimas. As instalações da Positivo foram integralmente afetadas. Na unidade havia estoques de peças para reparo de equipamentos de informática, como notebooks, tablets e máquinas de pagamento, não sendo um local de estoque de produtos para venda e tampouco uma linha de produção, explicou a companhia em um comunicado. A sede está em Curitiba e as fábricas estão localizadas em Manaus, Ilhéus-BA e Curitiba. A companhia ressaltou que possui cobertura de seguro para este tipo de sinistro. As operações conduzidas no local que não dependem de espaço físico e materiais específicos continuarão sendo executadas normalmente, de forma presencial nos clientes ou em home office.

Petrobras: ‘não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield’

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta sexta-feira, 18, que “não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield”. A afirmação foi feita em um comunicado onde a petroleira estatal prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma notícia veiculada no jornal O Estado de São Paulo. A matéria do jornal reporta que o conselho de administração da Petrobras deve avaliar se incluirá no Plano de Negócios 2026- 2030 a volta da empresa ao setor de distribuição de combustíveis.

Ainda segundo a matéria, a Petrobras estaria cogitando voltar ao setor por meio de um projeto greenfield – ou seja, começando do zero, como fez há décadas na criação da BR Distribuidora.

No comunicado desta sexta-feira, a petroleira afirma: “a companhia também esclarece que não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield. Eventuais decisões passarão por todas as análises necessárias, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis para aprovação de projetos e serão tempestivamente comunicadas ao mercado”.

Nelson Kaufman renuncia ao cargo de presidente do conselho de administração da Vivara (VIVA3)

O conselho de administração da Vivara (VIVA3) acatou a renúncia enviada por Nelson Kaufman ao cargo de presidente e membro do conselho de administração. O conselho nomeou Marina Kaufman, atual vice-presidente do conselho, para a presidência do colegiado. Segundo a companhia, a mudança se enquadra no natural processo de sucessão estabelecido entre as gerações da Família Kaufman, fundadora e acionista de referência da companhia há mais de 60 anos.

Nelson, acionista de referência e fundador da Vivara, capitaneou o ciclo de expansão e desenvolvimento do modelo de negócios em que a companhia opera e seguirá como principal acionista, passando a se dedicar a agendas pessoais.

Marina, assume a presidência do conselho após quase vinte anos de experiência em diferentes cargos na companhia, liderando diversas áreas, como Marketing, Produto e Recursos Humanos, se destacando pelo protagonismo na construção e fortalecimento das marcas Vivara e Life.

Também foi aprovada a eleição de Paulo Kruglensky para o cargo de vice-presidente do conselho de administração. Paulo atuou como executivo da Vivara por 17 anos, ocupando as cadeiras de COO e CEO.

Azzas (AZZA3) contrata o BTG Pactual Corretora para atuar como formador de mercado

A Azzas (AZZA3) contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para atuar como formador de mercado de suas ações ordinárias. O BTG vai substituir a corretora do Itaú. O formador de mercado atuará com o objetivo de fomentar a liquidez das ações ordinárias negociadas no âmbito da B3. A Azzas informou que não existe qualquer contrato entre o formador de mercado e a companhia regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão. O BTG Pactual iniciará as suas atividades como formador de mercado a partir de 21 de julho de 2025.

Engie Brasil (EGIE3) inicia operação do projeto Graúna

A Engie Brasil Energia (EGIE3) anunciou a autorização para iniciar a operação do trecho brownfield do projeto Graúna. A liberação, concedida pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), marca mais um avanço na estratégia de expansão da companhia no segmento de transmissão de energia.

O trecho agora em operação abrange quatro linhas de transmissão, totalizando 162 km, além de duas subestações próprias, todas já em funcionamento. As estruturas estão localizadas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo e representam R$ 14 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) – valor equivalente a aproximadamente 5% da RAP total do projeto. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. Este é também o primeiro ativo que a companhia opera remota e localmente com equipe 100% Engie.

Além do trecho brownfield, o projeto Graúna contempla a construção de cerca de 780 km adicionais de novas linhas de transmissão, distribuídas entre os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Esta etapa envolve ainda a implantação de duas subestações e um seccionamento, atualmente em fase inicial de execução.

Com RAP total estimada em R$ 268,3 milhões (base junho de 2025) e prazo de concessão de 30 anos, o projeto reafirma o compromisso da Engie com o desenvolvimento de uma infraestrutura energética cada vez mais eficiente, robusta e sustentável no país, destaca a companhia.

“O projeto Graúna reforça o nosso posicionamento estratégico no setor elétrico brasileiro, consolidando nossa presença na transmissão de energia e contribuindo para a segurança e confiabilidade do sistema nacional”, comenta Gustavo Labanca, Diretor de Transmissão de Energia da Engie Brasil Energia.

Elektro  Redes (EKTR4) aprova pagamento de dividendos intermediários

O conselho de administração da Elektro Redes (EKTR4) aprovou a deliberação de dividendos intermediários, com base nos resultados do primeiro semestre de 2025. O valor é de 483.934.000,00 correspondentes a R$ 2,3728408667 por ação ordinária e R$ 2,6101249534 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária, com base na posição acionária de 23 de julho de 2025. A partir de 24 de julho as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

Neoenergia (NEOE3) anuncia parceria com a Ambev (ABEV3) para autoprodução de energia eólica no complexo de Oitis

A Neoenergia (NEOE3) anunciou uma parceria para autoprodução com a Ambev (ABEV3). Em um fato relevante, a Neoenergia informou que sua subsidiária Neoenergia Renováveis firmou contrato para aquisição, pela Ambev, de participações acionárias minoritárias em empresas de titularidade direta da Neoenergia Renováveis. Essas participações totalizam, respectivamente, 5,73% do capital social da Oitis 3; 5,73% do capital social da Oitis 5 e 5,73% do capital social da Oitis (Sociedades de Propósito Específico – SPEs).

A operação visa a implementação de autoprodução por equiparação de energia por fonte eólica. A energia gerada será decorrente dessas SPEs, que integram o Complexo Eólico de Oitis da Neoenergia, localizado nos estados do Piauí e da Bahia, formado por 12 parques com capacidade instalada total de 566,5 MW, dos quais 55 MWm serão destinados à Ambev até 2033, uma vez realizado o fechamento da operação. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou essa operação sem restrições  em 29 de maio de 2025 e transitou em julgado no dia 18 de junho de 2025.

CPFL Energia (CPFE3) pagará 2° parcela de dividendo em 25 de julho

A CPFL Energia (CPFE3) informou sobre o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado o segundo pagamento, no montante de R$ 500 milhões, no dia 25 de julho (próxima sexta-feira). Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. O valor remanescente de R$ 1,81 bilhão (R$ 1,57 por ação) será pago até 31 de dezembro de 2025.

Prio (PRIO3) obtém licença prévia do Ibama para projeto Wahoo

A Prio (PRIO3) divulgou que foi concedida na sexta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licença Prévia (LP) do Sistema de Desenvolvimento da Produção do Campo de Wahoo e interligação dos poços ao FPSO Frade. Agora a companhia dará continuidade ao processo para a emissão da Licença de Instalação (LI), necessária para iniciar a construção submarina e interligação do campo ao FPSO Frade e manterá o mercado informado acerca do cronograma do projeto assim que obtiver a LI.