Ibovespa futuro, dólar, notícia da Copasa, Romi e de outras companhias

Publicado às 9h32 – atualizado às 9h54
Whatsapp notícias de empresas: entre aqui
Whatsapp sobre dividendo: entre aqui
Dividendo de BDR: entre no canal aqui
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDQ25 contrato com vencimento para 13 de agosto) abriu em queda nesta quarta-feira, 16, e operava entre perdas e ganhos. Às 9h53 tinha queda de 0,21% aos 136.865 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h50 o dólar comercial tinha alta de 0,19% cotado a R$ 5,569 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h21 o preço do barril de petróleo Brent tinha queda de 0,87% (US$ 68,1). Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,04% a 773 iuanes (US$ 107,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html
Futuros de ações em Nova York
Às 9h20 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,22% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,03%. Nasdaq futuro caía 0,13%.
Notícias corporativas
Nexus celebra contrato para comprar participação de 6,87% de Canoas 3, da Neoenergia (NEOE3)
A Nexus Manganês celebrou contrato para a aquisição de participação acionária correspondente à 6,87% do capital social de Canoas 3 Energia Renovável, do Complexo Eólico Chafariz, de titularidade direta da Neoenergia Renováveis, uma subsidiária Neoenergia (NEOE3). A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 16. A operação visa à implementação de autoprodução de energia por fonte eólica. A energia gerada será decorrente de Canoas 3, que integra o Complexo Eólico Chafariz, localizado no Estado da Paraíba, formado por 15 parques com capacidade instalada total de 471 MW, dos quais 15 MW serão destinados para Nexus pelo prazo de 10 anos e se iniciará em janeiro de 2026. A operação foi aprovada sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 3 de junho de 2025 e transitou em julgado no dia 23 de junho de 2025.
Para colocar na agenda: Copasa divulga resultado em 4 de agosto
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) anunciou nesta quarta-feira, 16, seu cronograma de divulgação dos resultados do segundo trimestre (2T25). A divulgação do resultado será em 4 de agosto, após o fechamento do mercado. A teleconferência de resultados em português será em 5 de agosto às 11h.
Romi (ROMI3) reporta lucro de R$ 16,4 milhões no 2T25, queda anual
A Romi (ROMI3) teve lucro líquido de R$ 16,37 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à queda de 47,2% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (2T24), mas alta de 62,3% em relação ao primeiro trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda ajustado da companhia foi de R$ 27,7 milhões, redução de 16,6% em relação ao 2T24, mas alta de 54,3% na comparação com o 1T25.
A receita operacional líquida cresceu 7,1% na base de comparação anual, atingindo R$ 316,1 milhões.
Randoncorp (RAPT4) anuncia aumento de capital privado
O conselho de administração da Randoncorp (RAPT4) aprovou um aumento do capital social da companhia. A informação foi divulgada em um fato relevante na noite de terça-feira, 15.
O valor do aumento de capital é de, no mínimo, R$ 76.175.836,83 e, no máximo, R$ 200 milhões. Serão emitidas, no mínimo, 7.620.458 ações ordinárias e, no máximo, 9.326.411 ações ordinárias. Também serão emitidas, no mínimo, 2.765.663 ações preferenciais e, no máximo, 16.951.643 ações preferenciais. O preço de emissão será de R$ 7,14 por ação ordinária e R$ 7,87 por ação preferencial.
Os recursos oriundos do aumento de capital serão utilizados para fortalecimento da estrutura de capital e patrimônio da companhia.
Banco Bmg (BMGB4) anuncia o pagamento de juros sobre o capital
O conselho de administração do Banco Bmg (BMGB4) aprovou a declaração e o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 2º trimestre de 2025, no valor bruto total de até R$ 58,3 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 21 de agosto de 2025, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 24 de julho. Dessa forma, a partir de 25 de julho, inclusive, as ações do Banco passarão a ser negociadas “ex-direito”.
Camil (CAML3) reporta lucro de R$ 66 milhões no 1T25, queda anual
A Camil Alimentos (CAML3) divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2025 (1T25) de março de 2025 a maio de 2025. O lucro líquido foi de R$ 66 milhões, queda de 15,9% em relação ao primeiro trimestre contábil de 2024. O Ebitda teve queda de 8,4% na base anual de comparação anual, para R$ 233 milhões. A margem Ebitda ficou praticamente estável, em 8,7%. A receita líquida foi de R$ 2,7 bilhões no 1T25, queda de 7,3% no ano.
Trisul (TRIS3) divulga a prévia do 2T25
A Trisul (TRIS3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre (2T25). As vendas brutas somaram R$ 318 milhões, queda de 5,2% em relação ao 2T24. Já as vendas líquidas totalizaram R$ 284,7 milhões, recuo de 9,8% na base anual de comparação. Acesse mais detalhes da prévia aqui, no release fornecido pela companhia.
Helbor (HBOR3) divulga a prévia operacional do 2T25
A Helbor (HBOR3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre (2T25). A companhia realizou um lançamento ao longo do 2T25, totalizando um Valor Geral de Vendas líquido de R$ 212,1 milhões, dos quais 100% correspondem à participação da companhia. As vendas brutas totais no 2T25 totalizaram R$ 467 milhões, representando uma redução de 12,2% em relação ao 2T24 e de 24,5% frente ao 1T25. A participação da Helbor nesse montante foi de 59,5%, dos quais R$ 336,7 milhões serão consolidados no resultado do trimestre e R$ 130,3 milhões reconhecidos por equivalência patrimonial. Acesse aqui o relatório completo com mais dados.
Neoenergia (NEOE3): Coelba assina contrato de financiamento com o Banco Europeu de Investimentos
A Neoenergia (NEOE3) divulgou que a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Neoenergia Coelba) assinou contrato de financiamento com o Banco Europeu de Investimentos (BEI). O contrato tem valor de até 300 milhões de euros com prazo de 10 anos sendo 2 anos de carência para o principal, destinados à realização de investimentos na Neoenergia Coelba.
O financiamento, classificado como 85% verde e voltado à ação climática, é parte da iniciativa Global Gateway, estratégia da União Europeia lançada em 2021 para promover conexões inteligentes, limpas e seguras nos setores digital, energético e de transporte. Esse é o primeiro financiamento sob essa iniciativa para o setor elétrico brasileiro. O BEI é uma das maiores agências multilaterais do mundo para financiamento de investimentos alinhados a iniciativas climáticas.
“Este contrato reforça o amplo acesso da companhia a linhas de crédito a custos competitivos, reiterando sua estratégia de diversificação de fontes de financiamento para fomentar o desenvolvimento de seu plano de negócios”, afirmou a companhia.
Controlada da Alupar (ALUP11) recebe do ONS termos de liberação definitivos
A Alupar Investimentos (ALUP11) informou que sua controlada Empresa Litorânea de Transmissão de Energia (ELTE), da qual detém 100% do capital social, recebeu do Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS, os Termos de Liberação Definitivos – TLDs referentes ao trecho do litoral norte correspondentes, em conjunto, a uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 30,1 milhões (ciclo tarifário 2024/2025). A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. A Alupar ressaltou que já vem recebendo Receita referente a este trecho desde 4 de junho de 2025. Este trecho contempla a Subestação Domênico Rangoni 345/138 kV, instalada em uma área total de 42.714,2 m², com capacidade total de 800 MVA, distribuída entre seis transformadores (6 + 1R) x 133 MVA. Também inclui os seccionamentos das linhas de transmissão Tijuco Preto – Baixada Santista (345 kV), com 18 km de extensão, e Vicente de Carvalho – Bertioga II (138 kV), com 3 km de extensão.
Ainda segundo a companhia, o trecho Sul do projeto, composto pela Subestação Manoel da Nóbrega e pela Linha de Transmissão Henry Borden – Manoel da Nóbrega, está em operação comercial desde maio de 2024, recebendo uma RAP de R$ 43,1 milhões (ciclo 2024/2025).
Em maio de 2025, a ELTE também obteve o Termo de Liberação Definitiva (TLD) para a operação comercial do reforço nas instalações da Subestação Manoel da Nóbrega, resultando numa RAP adicional de R$ 14,2 milhões (ciclo 2024/2025). Com o início da operação de todos os trechos e reforços previstos no escopo do projeto, a Receita Anual Permitida (RAP) da ELTE totaliza R$ 87,4 milhões para o ciclo 2024/2025, consolidando integralmente a remuneração autorizada para o projeto. “O empreendimento representa um avanço significativo para a infraestrutura elétrica da Baixada Santista, proporcionando maior segurança e confiabilidade ao sistema e contribuindo de forma efetiva para o desenvolvimento da região”, afirmou a Alupar.
Valid (VLID3) assina contrato de financiamento com a Finep
A Valid (VLID3) assinou contrato de financiamento de longo prazo com a Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, cujos recursos serão utilizados no desenvolvimento do seu Plano Estratégico de Inovação de Governo Digital. O valor total do projeto soma R$ 262.993.600,00. O valor financiado é de R$ 150 milhões. “O acesso ao financiamento público representa um marco estratégico para a companhia, reafirmando o compromisso da Valid com a inovação tecnológica em benefício da sociedade brasileira”, afirmou a companhia. A Valid destacou que essa operação é consistente com a agenda de transformação da Valid, além de otimizar a estrutura de capital da companhia, com foco em alongar o perfil da dívida e elevar a qualidade do passivo, promovendo maior eficiência e sustentabilidade financeira no longo prazo. A liberação total dos recursos dependerá do cumprimento de determinadas condições precedentes usuais a este tipo de operação, e ao cronograma estipulado no contrato, sendo que o primeiro desembolso está previsto para o terceiro trimestre de 2025.
Dividendo
Confira aqui a agenda de dividendo da segunda quinzena de julho
Tem ‘data com’ nesta quarta, 16: Banco Pine (PINE4)
A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Pine anunciados em 7 de julho, é nesta quarta-feira, 16. A partir de 17 de julho (inclusive) as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio. O valor bruto é de R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 25 de julho de 2025.







