
Publicado às 9h22 – atualizado às 9h36
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em queda nesta quarta-feira, 15. Às 9h36 caía 0,05% aos 178.195 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h33 o dólar comercial caía 0,13% cotado a R$ 5,073 na venda.
Bolsas, petróleo e bitcoin (9h18)
Petróleo Brent: +0,31% (US$ 85,01). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: +0,11% (US$ 64.755)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,60% (US$ 4.045)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,13% aos 762 iuanes (US$ 112,54). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h17 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,01% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,06%. Nasdaq futuro subia 0,30%.
Notícias corporativas desta quarta-feira:
Isa Energia: protocolado na CVM pedido de registro de oferta pública de distribuição primária [1]
A Isa Energia Brasil (ISAE4) informou nesta quarta-feira, 15, que foi protocolado perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro automático de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 22.222.222 ações preferenciais.
A quantidade de ações inicialmente ofertada poderá, a critério da companhia, em comum acordo com os coordenadores, ser acrescida em até 100% do total de ações inicialmente ofertadas, ou seja, em até 22.222.222 ações preferenciais de emissão da Isa Energia.
A cotação de fechamento das ações preferenciais de emissão da companhia na B3 em 14 de julho de 2026 foi de R$ 29,25. Esse valor é meramente indicativo do preço por ação e poderá variar para mais ou para menos conforme conclusão do procedimento de Bookbuilding. Dessa forma, o montante total da oferta, com base neste preço por ação indicativo, seria de R$ 649,9 milhões; e de R$ 1,29 bilhão considerando a colocação da totalidade das ações adicionais.
A totalidade dos recursos líquidos provenientes da oferta será destinada primariamente para o pagamento à Axia Energia, referentemente à operação de descruzamento de ativos com a Axia, por meio da qual a Isa Energia adquiriu participação de 49% detida pela Axia Energia e pela Axia Energia Nordeste na Interligação Elétrica do Madeira (sendo que a participação restante de 51% já é detida pela Isa Energia), e alienou para a Axia Energia Nordeste sua participação de 51% na Interligação Elétrica Garanhuns (sendo que a participação restante de 49% já é detida pela Axia Energia Nordeste), bem como para aceleração dos investimentos em projetos de reforços e melhorias de forma a potencializar a geração de valor para as próximas revisões tarifárias.
A oferta será destinada exclusivamente aos Investidores Profissionais.
O conselho de administração da companhia convocou uma assembleia geral extraordinária a ser realizada em 24 de julho de 2026 para deliberar, dentre outros assuntos, a alteração do limite do capital autorizado.
MRV celebra memorando com a Mauá Capital para estruturação de operação de venda três ativos imobiliários
A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) celebrou Memorando de Entendimentos com a Mauá Capital Real Estate, na qualidade de futura gestora do fundo de investimento imobiliário a ser constituído (FII), para fins de estruturação de operação de venda três ativos imobiliários.
Os ativos são o Luggo Pampulha, com 118 unidades; o Luggo Mauá, com 119 unidades; e o Luggo Samambaia, com 200 unidades.
“A operação de venda desses ativos tem o valor potencial de R$ 166 milhões e está alinhada à nossa estratégia de geração de caixa, desalavancagem e simplificação operacional da MRV&Co”, afirmou a companhia, destacando que a alienação desses ativos encerra o ciclo da antiga safra de projetos da Luggo.
BlackRock reduz participação na B3 [2]
A gestora norte-americana BlackRock reduziu participação na B3, conforme informado pela companhia nesta quarta-feira, 15.
A BlackRock, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações ordinárias emitidas pela B3, sendo que, em 10 de julho de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 500.308.957 ações ordinárias e 1.379.748 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 4.139.244 ações ordinárias, totalizando 504.448.201 ações ordinárias, representando aproximadamente 9,996% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia, bem como 26.350.063 instrumentos financeiros derivativos com liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações ordinárias, representando aproximadamente 0,522% do total de ações ordinárias da B3.
“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.
Notícias da noite de terça:
Engie Brasil Energia (EGIE3) precifica oferta de ações a R$ 30,50
A Engie Brasil Energia (EGIE3) divulgou no fim da noite de terça-feira, 14, que sua oferta de ações foi precificada em R$ 30,50. Dessa forma, a companhia levantou R$ 8,36 bilhões na oferta subsequente de ações.
O principal objetivo da operação é levantar recursos e concluir a incorporação da participação de 40% na usina hidrelétrica de Jirau de seu acionista controlador, a Engie Brasil Participações (EBP), avaliada em R$ 5,7 bilhões.
As ações objeto da oferta passarão a ser negociados na B3 em 16 de julho de 2026, sendo que a liquidação física e financeira das ações ocorrerá no dia 17 de julho de 2026.
Camil reporta lucro de R$ 28 milhões no 1T26, queda anual [3]
A Camil (CAML3) divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026 (março a maio de 2026). No período, a companhia registrou lucro líquido de R$ 28 milhões, queda de 57,6% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (1T25).
O Ebitda da Camil somou R$ 210 milhões, redução de 9,9% na base anual de comparação. A margem Ebitda recuou de 8,7% para 7,9%, uma queda de 0,8 ponto percentual.
A receita líquida da companhia atingiu R$ 2,66 bilhões, leve queda de 0,7% no ano. Em relação ao trimestre anterior (4T25), teve alta de 6,6%.
Vale anuncia Wilfred Bruijn como chairman até a eleição do presidente do conselho em 22 de julho [4]
A Vale (VALE3) informou que seu conselho de administração elegeu Wilfred Theodoor Bruijn, membro independente do colegiado, para exercer o cargo de presidente do conselho de administração da companhia. A eleição ocorre pela vacância do cargo de presidente do colegiado a partir do último dia 6 de julho.
Bruijn ocupará a posição até a eleição do presidente do conselho de administração na Assembleia Geral Extraordinária da Vale, convocada para o próximo dia 22 de julho.
Melnick (MELK3) divulga prévia operacional do segundo trimestre [5]
A Melnick (MELK3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26).
A companhia reportou vendas líquidas de R$ 107,6 milhões no período, abaixo dos R$ 3245 milhões do segundo trimestre de 2025 (2T25).
A Melnick reportou o lançamento de um empreendimento no 2T26, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) bruto de R$ 122 milhões (R$ 115 milhões % Melnick).
No 2T26 foram entregues seis empreendimentos, totalizando R$ 1,018 bilhão de VGV bruto (R$ 530 milhões % Melnick) e 1.005 unidades.
Even (EVEN3) divulga prévia operacional do segundo trimestre [6]
A Even (EVEN3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26).
No período, as vendas líquidas atingiram R$ 156 milhões, queda de 64,7% na base anual de comparação.
No 2º trimestre de 2026 foram lançados dois projetos, totalizando R$ 677 milhões em Valor Geral de Vendas (R$ 281 milhões % Even, redução de 59,6% no ano/ano).
Neste trimestre a companhia lançou, em parceria com a Cury, uma fase remanescente do terreno Piedade no Rio de Janeiro.
As entregas totalizaram R$ 122 milhões em VGV (153 unidades), queda de 68,7% na base anual.
Romi reporta lucro de R$ 13,9 milhões no 2T26, queda anual [7]
A Romi (ROMI3) divulgou os resultados do segundo trimestre (2T26). No período, o lucro líquido ajustado foi de R$ 13,9 milhões, redução de 15% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). Em relação ao trimestre anterior (1T26), a companhia reportou alta de 488%.
No 2T26 o Ebitda ajustado somou R$ 26,8 milhões, queda de 3,3% na base anual de comparação.
A Receita Operacional Líquida atingiu R$ 334,7 milhões no 2T26, alta de 5,9% em relação ao mesmo trimestre de 2025.
Ânima (ANIM3) compra FMU por R$ 410 milhões [8]
A Ânima (ANIM3) comprou a Faculdades Metropolitanas Unidas Educacionais (FMU) por R$ 410 milhões. Em um fato relevante a Ânima informou que sua subsidiária integral Rede Educacional do Brasil assinou contrato por meio do qual foi celebrado negócio jurídico junto ao Camp Nou Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia (Camp Nou) que resultará na aquisição da totalidade das cotas da FMU, em recuperação judicial.
Com mais de 50 anos de história, a FMU é uma das instituições de ensino superior mais reconhecidas do Brasil. A FMU possui conceito institucional 5 no MEC, a maior nota deste indicador, e hoje conta com 51 mil alunos matriculados nos 6 campi estrategicamente localizados na cidade de São Paulo e mais de 200 unidades acadêmicas de ensino a distância distribuídos nacionalmente.
A companhia encerrou o período de 12 meses findo em 31 de março de 2026 com receita líquida de R$ 281,7 milhões, Ebitda ajustado ex-IFRS 16 de R$ 52,9 milhões e dívida líquida ajustada (ex-IFRS 16) de R$ 150,3 milhões.
O preço de aquisição de referida participação societária (equity value) é de R$ 410milhões.
A Ânima explicou que a chegada da FMU fortalecerá a posição estratégica da rede de instituições que integram o ecossistema Ânima no ensino superior brasileiro, com um portfólio de marcas fortes, tradicionais, adicionando crescimento de receita às suas operações nos segmentos Core e Digital.
“Nosso sólido processo de desalavancagem orgânica, que nos levou a um múltiplo dívida líquida ajustada sobre Ebitda ajustado ex-IFRS 16 LTM6 em 31 de março de 2026 de 2,39x, e robusta geração de caixa, aliados à retomada do crescimento de nosso segmento Core, fornecem a segurança para seguirmos crescendo, de forma sustentável”, destacou a educacional.
O fechamento da transação está condicionado à determinadas condições precedentes usuais em operações dessa natureza, dentre as quais a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), cuja análise tem conclusão estimada para o final de 2026.
Agenda de proventos desta quarta, 15:
Iguatemi (IGTI11) [9]
A data de corte para ter direito a terceira parcela do dividendo da Iguatemi anunciado em dezembro de 2025, é na quarta, 15. A partir de quinta, 16, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento dessa parcela será em 29 de julho. O valor por unit é R$ 0,16.
Taurus Armas (TASA3, TASA4) [10]
A Taurus Armas (TASA3, TASA4) inicia na quarta, 15, o pagamento de dividendo no valor de R$ 0,0031102132 por ação ordinária e preferencial. Tem direito quem detinha ações em 29 de abril. As ações passaram a ser negociadas ex-direitos desde 30 de abril de 2026, inclusive.
Mitre (MTRE3) [11]
A data de corte para ter direito a primeira parcela do dividendo da Mitre anunciado em 7 de julho, é na quarta, 15. A partir de quinta, 16, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento dessa parcela, no valor de R$ 0,02, será em 24/07/2026. Vale lembrar que a segunda parcela terá data de corte em 12/08/2026 e pagamento em 21/08/2026. E a terceira parcela terá data de corte em 08/09/2026 e pagamento em 18/09/2026.