Notícia da Copel, Axia, Compass, JCP da Vibra, Itaúsa e Telefônica Brasil
Publicado às 21h24
Notícias corporativas
Copel anuncia venda de participação na DFESA para a Gerdau
A Copel (CPLE3) informou nesta segunda-feira, 15, que aceitou a proposta vinculante e celebrou contrato com a Gerdau (GGBR4), tendo por objeto a alienação de sua participação societária na Dona Francisca Energética (DFESA), acionista do consórcio responsável pela operação da UHE Dona Francisca.
A DFESA é uma sociedade anônima de capital fechado dedicada à geração de energia elétrica por meio da operação, mediante cota de 85% no consórcio da concessão da Usina Hidrelétrica Dona Francisca, localizada no rio Jacuí, no estado do Rio Grande do Sul, entre os municípios de Agudo e Nova Palma.
A participação alienada corresponde a 23,03% do capital social da DFESA, considerando um enterprise value de R$ 150 milhões, sendo o valor total pago em uma única parcela, na data de fechamento da operação, condicionado ao cumprimento de condições precedentes usuais para este tipo de operação, incluindo a obtenção das aprovações societárias e regulatórias aplicáveis.
“Este movimento faz parte da estratégia da Copel de continuamente otimizar o seu portfólio, alinhada à estratégia de simplificação da estrutura societária e de concentração do portfólio em ativos de maior porte, nos quais a Copel detenha controle ou influência relevante, e gerar valor aos seus acionistas”, afirmou a companhia.
Já a Gerdau destacou que passará a deter 100% do capital social da DFESA aumentando sua autoprodução de energia em 30,4 MW médios. Como resultado, a Gerdau passará a utilizar a totalidade dos 65,94 MW médios de energia assegurada disponíveis na DFESA para fins de autoprodução.
“A aquisição está alinhada à disciplina de alocação de capital da Gerdau, gerando maior competitividade no custo dos seus negócios, aumentando a autoprodução de energia para mais de 50% do seu consumo, com foco em energia renovável e em linha com o processo de descarbonização já divulgado pela companhia”, afirmou a siderúrgica.
S&P reafirma ratings da Axia; perspectiva permanece ‘estável’
A agência de classificação de risco S&P reafirmou nesta segunda-feira, 15, seus ratings de crédito de emissor de longo e curto prazo ‘brAAA/brA-1+’ da Axia (AXIA3), bem como os ratings de emissão ‘brAAA’ da instituição. Além disso, alterou a avaliação de administração e governança da companhia de “negativa” para “neutra”.
Para a agência, a Axia Energia fortaleceu seu perfil de governança e mitigou riscos institucionais ao firmar um acordo com o governo e simplificar sua estrutura societária.
A S&P também reafirmou os ratings de emissão ‘brAAA’ de suas subsidiárias Axia Energia Sul (antiga Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Sul do Brasil – CGT Eletrosul), Axia Energia Norte (antiga Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. – Eletronorte), Axia Energia Nordeste (antiga Companhia Hidroelétrica do São Francisco – Chesf) e da Furnas.
A perspectiva de emissor permanece “estável”, refletindo a expectativa da S&P de que a Axia concluirá seu investimento de R$ 13 bilhões-R$ 14 bilhões neste ano, apesar da volatilidade dos preços de energia. Ao mesmo tempo, a agência espera que a companhia reduza seu índice de dívida líquida sobre Ebitda a um patamar próximo de 4,0x em 2027, ante 4,7x em 2025 e mantenha geração interna de caixa (FFO – funds from operations) sobre dívida entre 15%- 18% nos próximos dois anos.
Compass Gás e Energia (PASS3) pagará em 29 de junho dividendo aprovado em abril
A Compass Gás e Energia (PASS3) informou nesta segunda-feira, 15, que pagará em 29 de junho de 2026 o dividendo aprovado pela assembleia geral ordinária realizada em 29 de abril de 2026. O montante é de R$ 405.542.965,07. O valor por ação é R$ 0,56783616562. Terão direito ao recebimento acionistas titulares de ações registrados como tal ao final do dia 4 de maio de 2026. As ações da Compass são consideradas ex-dividendos desde 5 de maio de 2026, inclusive.
Vibra Energia (VBBR3) anuncia pagamento de juros sobre o capital
O conselho de administração da Vibra Energia (VBBR3) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 558.180.232,04 correspondendo a R$ 0,46662319252 por ação. A companhia destacou que o valor por ação é estimado e poderá ser modificado em razão da eventual negociação de ações em tesouraria. Terão direito a esses JCP acionistas da Vibra assim registrados no fechamento do pregão da B3 do dia 22 de junho de 2026, considerando os negócios realizados em tal data. A partir de 23 de junho as ações passarão a ser negociadas ex-JCP. O pagamento será efetuado em uma única parcela em 15/10/2027.
Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia pagamento de R$ 230 milhões em JCP
A Telefônica Brasil (VIVT3) informou nesta segunda-feira, 15, que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 230 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 189,7 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,05937840244. A data de corte será ao final do dia 26 de junho de 2026. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.
Itaúsa anuncia pagamento de R$ 1,54 bilhão em juros sobre o capital
A Itaúsa (ITSA3, ITSA4) informou nesta segunda-feira, 15, que seu conselho de administração, reunido nesta data, deliberou declarar juros sobre capital próprio no montante bruto de R$ 1,547 bilhão (R$ 0,138 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 1,276 bilhão (R$ 0,11385 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte. Esses juros, relativos ao exercício de 2026, terão como base de cálculo a posição acionária final do dia 18 de junho de 2026 e serão pagos até 31 de agosto de 2026.
Sabesp anuncia nome de executivo para a diretoria de experiência do cliente
A Sabesp (SBSP3) divulgou nesta segunda-feira, 15, que Claudio Kawa Hermolin assumiu a liderança da recém-criada diretoria de experiência do cliente. O executivo ocupou posições de liderança em companhias como Equatorial, Even Construtora e PDG, entre outras, acumulando experiência em gestão de operações, governança corporativa e desenvolvimento de projetos de grande porte.
Na Sabesp, exerceu recentemente o cargo de diretor de operações da regional leste e, adicionalmente, atuou como presidente do Sinduscon-Rio.
Débora Pierini Longo deixa o cargo de diretora de operação e manutenção para liderar o projeto de implantação do Centro de Operações Integradas (COI) da companhia.
Roberval Tavares passa a acumular interinamente os cargos de diretor de engenharia e operação.
“As mudanças na estrutura organizacional estão alinhadas ao momento estratégico da Companhia, com foco no aprimoramento contínuo da experiência de seus clientes e na eficiência operacional”, afirmou a Sabesp em um comunicado.
Trisul (TRIS3) elege novo CEO
O conselho de administração da Trisul (TRIS3) aprovou alterações na estrutura de liderança da companhia. Foi nomeado João Eduardo de Azevedo Silva como diretor presidente da Trisul. Além disso, foi eleito Jorge Cury Neto para a presidência do conselho de administração. Também foi eleito Michel Esper Saad Junior para a vice presidência do colegiado.
João Eduardo de Azevedo Silva ingressou na Trisul em abril de 2024, tendo desempenhado papel central na condução operacional e estratégica da companhia. Tem mais de 25 anos de experiência no setor de incorporação residencial e comercial. Antes de ingressar na Trisul, atuou na Gafisa e na Even Construtora, onde exerceu os cargos de diretor executivo de incorporações, vice-presidente de incorporações, Co-CEO e COO.
Jorge Cury Neto exerceu o cargo de diretor-presidente desde a fundação da companhia, em abril de 2007, tendo sido protagonista da estruturação e consolidação da Trisul como uma das principais incorporadoras residenciais do mercado brasileiro, afirmou a construtora em um comunicado. Ao seu lado, desde o primeiro dia, Michel Esper Saad Junior conduziu a presidência do conselho de administração, desempenhando papel central no fortalecimento da governança corporativa e na condução estratégica dos negócios ao longo de quase duas décadas.








