Notícia do Bradesco, Brava, Helbor, Lavvi, provento de 3 companhias e outros destaques

15 de abril de 2026 Por Redação

Publicado às 21h34 – atualizado às 23h

Notícias corporativas

Copel (CPLE3) anuncia o pagamento de R$ 706 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Copel (CPLE3) aprovou nesta quarta-feira, 15, a distribuição de proventos na forma juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 706 milhões. O valor bruto por ação ordinária é R$ 0,23770345099. Terão direito aos JCP declarados acionistas da companhia na data base de 29 de abril de 2026. As ações serão negociadas ex-proventos a partir de 30 de abril. O pagamento será em 30 de setembro de 2026.

Brava Energia (BRAV3) divulga certificação de reservas 2026

A Brava Energia (BRAV3) divulgou os Relatórios de Certificação de Reservas dos ativos da companhia, com data-base em 31 de dezembro de 2025, elaborados pelas consultorias independentes especializadas DeGolyer and MacNaughton e Gaffney, Cline & Associates.

A Certificação 2026 contempla os ativos onshore (Potiguar e Recôncavo) e offshore (Atlanta – 80%, Papa-Terra – 62,5%, Parque das Conchas – 23%, Peroá, Manati – 45% e Ubarana).

O campo de Pescada – 35% não integra o escopo desta certificação.

A petroleira informou que a Certificação de 2026 passa a dispor de 459 milhões de barris de óleo equivalente (boe) de reservas provadas (1P) e 611 milhões de boe de reservas provadas mais prováveis (2P).

“A Certificação 2026 ratifica a robustez do portfólio da companhia, evidenciando um perfil de vida útil de longa duração (18 anos para reservas 1P e 24 anos para reservas 2P), além de redução de Capex e manutenção de patamar relevante de Valor Presente Líquido (VPL)”, destacou a Brava, ressaltando que o VPL estimado para as reservas, calculado à taxa de desconto de 10% ao ano e desconsiderando o imposto de renda, é de US$ 7,2 bilhões para reservas 1P e US$ 9,1 bilhões para 2P.

A petroleira ressaltou que essas estimativas não incorporam o portfólio de mid & downstream, que inclui as atividades de logística, processamento, refino e venda de derivados na Bacia de Potiguar.

Bradesco confirma compra de carteiras do BRB

O Bradesco (BBDC4) divulgou nesta quarta-feira, 15, que, em consórcio com o Itaú Unibanco, com participação equivalente a 50% para cada, vem adquirindo carteiras de empréstimos concedidos pelo BRB a estados e municípios.

O banco explicou que as operações contam com aval da União, encontrando-se parte delas já devidamente liquidadas.

“A transação e o respectivo retorno esperado não são considerados relevantes em relação ao total da carteira de crédito e nem à rentabilidade esperada do Bradesco, fato excludente para divulgação de Fato Relevante”, afirmou o banco.

As informações constam em um comunicado onde o Bradesco presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma matéria no jornal Correio Braziliense.

O jornal divulgou que, em um evento em São Paulo, o chairman do BTG, André Esteves, disse que está olhando para ativos do BRB para aquisição, com exceção daqueles que vieram do Banco Master. Segundo o Correio Braziliense, no evento, Esteves comentou, ainda, que outros grandes bancos estão comprando ativos do BRB. O Bradesco e o Itaú já negociaram com o BRB R$ 1 bilhão em carteiras de contratos de empréstimos concedidos pelos estados e municípios com aval da União, reportou o jornal.

O Bradesco afirmou que a aquisição de carteiras de empréstimos concedidos pelo BRB a estados e municípios, é em valor menor que o montante mencionado na matéria do jornal.

Itaú e BTG esclarecem notícia de jornal

O Itaú (ITUB4) afirmou nesta quarta-feira, 15, que uma de suas subsidiárias celebrou instrumento por meio do qual se comprometeu a adquirir, mediante o cumprimento de determinadas condições, certos ativos do Banco de Brasília.

Segundo o Itaú, os valores envolvidos na transação são “imateriais” para a companhia, de acordo com os seus critérios, razão pela qual tal transação não se qualifica como “fato relevante” para o Itaú Unibanco para fins da legislação.

A Comissão de Valores Mobiliários pediu esclarecimentos ao banco após uma notícia ser publicada pelo jornal Correio Braziliense.

O jornal divulgou que, em um evento em São Paulo, o chairman do BTG, André Esteves, disse que está olhando para ativos do BRB para aquisição, com exceção daqueles que vieram do Banco Master. Segundo o Correio Braziliense, no evento, Esteves comentou, ainda, que outros grandes bancos estão comprando ativos do BRB. O Bradesco e o Itaú já negociaram com o BRB R$ 1 bilhão em carteiras de contratos de empréstimos concedidos pelos estados e municípios com aval da União, reportou o jornal.

Em relação à mesma notícia, o Banco BTG emitiu um comunicado também na noite desta quarta, onde esclarece que a análise de ativos e oportunidades, bem como compra de carteiras de crédito no mercado financeiro, é atividade corriqueira, alinhada à sua estratégia de geração de resultados e de valor para a companhia e seus acionistas, podendo incluir, dentre diversas outras oportunidades no mercado, ativos do BRB.

“Por definição interna, a companhia não analisa ativos do BRB provenientes do Banco Master”, destacou o banco, afirmando que tais análises inserem-se no curso normal dos negócios da companhia e não implicam, por si só, a celebração de qualquer operação, tampouco a necessidade de comunicação ao mercado.

O BTG Pactual esclareceu ainda que não possui qualquer relação societária com a Quadra Capital, não sendo sócio da gestora, nem cotista ou administrador de eventual fundo mencionado, e que não participa, direta ou indiretamente, da iniciativa tratada na notícia.

O Correio Braziliense reportou que a Quadra Capital passou a fazer parte do intricado cenário de recuperação do Banco de Brasília (BRB). O fundo de investidores estaria interessado em adquirir uma carteira de ativos em posse do BRB, ligados ao banco Master, em um negócio em torno de R$ 15 bilhões. Segundo as informações do jornal, a gestora é ligada a investidores como o Banco BTG.

Motiva (MOTV3): assembleia aprova dividendo no valor de R$ 124 milhões

Acionistas da Motiva (MOTV3), reunidos em assembleia realizada nesta quarta-feira, 15 de abril, aprovaram o pagamento dos dividendos. O valor total é de R$ 124.082.805,49. O valor por ação é R$ 0,06170433188. Esse dividendo é a título de complemento dos dividendos mínimos obrigatórios relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Terão direito ao recebimento titulares de ações de emissão da companhia em 20 de abril de 2026. As ações passarão a ser negociadas “ex dividendos” a partir de 22 de abril. O pagamento será em 28 de abril de 2026.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3), em reunião realizada nesta quarta-feira, 15 de abril, aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 365 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 301,1 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,094230943. O crédito será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 27 de abril de 2026. A partir de 28 de abril as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027.

Marcopolo anuncia pagamento de juros sobre o capital 

O conselho de administração da Marcopolo (POMO4) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio nesta quarta-feira, 15. O valor é de R$ 0,085 por ação. Os juros sobre o capital próprio serão pagos com base nas posições dos acionistas no dia 24 de abril de 2026. As ações serão negociadas ex-juros a partir do dia 27 de abril. O pagamento será a partir do dia 8 de maio de 2026.

Lavvi (LAVV3) divulga a prévia operacional do 1T26

A Lavvi (LAVV3) divulgou nesta quarta-feira, 15, sua prévia operacional. As vendas líquidas contratadas no primeiro trimestre de 2026 (1T26) totalizaram R$ 336 milhões na visão total, queda de 14% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25), sendo 62% provenientes da marca Lavvi e 38%, da Novvo.

A VSO consolidada registrou 11% no trimestre e 54% nos últimos 12 meses.

Os distratos registraram R$ 98 milhões no trimestre. O aumento no número de unidades distratadas reflete o maior volume da marca Novvo e da parceria no Minha Casa Minha Vida, explicou a companhia.

A companhia teve um trimestre sem lançamentos.

A Lavvi reportou queima de caixa de R$ 70 milhões no trimestre ou geração de R$ 4 milhões na visão ex-terrenos.

Helbor (HBOR3) divulga a prévia do primeiro trimestre de 2026

A Helbor (HBOR3) divulgou nesta quarta-feira, 15, os resultados operacionais preliminares e não auditados relativos ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). A companhia registrou vendas brutas de R$ 421,3 milhões no período, queda de 31,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2025 (1T25) e de 36,4% frente ao quarto trimestre de 2025 (4T25), refletindo uma base de comparação mais forte e menor ritmo de lançamentos.

A participação da companhia nas vendas totais foi de 54%, com R$ 226,3 milhões atribuíveis à Helbor, redução de 17,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ao longo do 1T26, a Helbor realizou o lançamento de dois empreendimentos: o Nova Vivere, em parceria com a Tegra, no qual detém participação de 18,3%, e o Parque Clube Ipoema, projeto 100% Helbor. O Valor Geral de Vendas total líquido dos lançamentos somou R$ 469,7 milhões, sendo 33% atribuíveis à participação da companhia. A velocidade de vendas (VSO) total dos empreendimentos foi de 18,8%, enquanto o VSO Helbor atingiu 26,1%.

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