Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Publicado 9h20 – atualizado às 9h56
Ibovespa futuro
Às 9h56 desta quarta-feira, 15, o Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para hoje, 15 de abril) tinha queda de 0,20% aos 198.045 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h54 o dólar comercial caía 0,01% a R$ 4,993 na venda.
Petróleo, minério, bitcoin e ouro (9h15)
Petróleo Brent: +0,98% (US$ 95,6). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: +0,10% (US$ 74.347)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,27% (US$ 4.836)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,99% a 764 iuanes (US$ 112,06). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h15 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,02% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,04%. Nasdaq futuro caía 0,06%.
Notícias corporativas
BlackRock eleva participação na Gerdau
A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Gerdau (GGBR4), conforme informado pela siderúrgica nesta quarta-feira, 15.
A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Gerdau, sendo que, em 10 de abril de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 114.665.887 ações preferenciais e 13.072.749 American Despositary Receipts (ADRs), representativas de 13.072.749 ações preferenciais, totalizando 127.738.636 ações preferenciais, representando aproximadamente 10,016% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia e 5.703.436 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,447% do total de ações preferenciais.
“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.
Auren Energia (AURE3) anuncia reorganização societária
A Auren Energia (AURE3) informou que está em andamento uma proposta de reorganização societária do grupo empresarial da Auren Energia.
Segundo a companhia, a reorganização societária visa, dentre outros objetivos, a concentração dos ativos hidrelétricos em um único veículo de investimento da Auren Energia; a racionalização e simplificação da estrutura societária do grupo empresarial da Auren Energia, com a redução do número de companhias abertas; e a maior eficiência na gestão de caixa e endividamento.
A reorganização é proposta considerando duas fases sequenciais, ambas subordinadas à verificação de determinadas condições precedentes usuais nestes tipos de operações, incluindo, mas não se limitando a aprovações societárias e regulatórias aplicáveis, bem como anuências e autorizações de terceiros, conforme estabelecido nos documentos específicos.
A fase 1 contempla a incorporação da Auren Participações pela Auren Operações, passando a Auren Energia a deter participação societária direta na Auren Operações, correspondente a 100% do capital social da Auren Operações.
A fase 2 – etapa 1 prevê a transferência, pela Auren Energia, de determinados ativos e passivos para a CESP, mediante operação de aporte de capital, incluindo 100% das ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, de emissão da Auren Operações, de modo que a CESP passará a deter participação societária direta na Auren Operações, correspondente a 100% do capital social da Auren Operações.
A fase 2 – etapa 2 prevê a incorporação da Auren Operações pela CESP.
Nesta terça-feira, 14, as assembleias gerais da Auren Participações e da Auren Operações aprovaram a incorporação reversa ou Fase 1.
Com a verificação das condições suspensivas, e respectiva implementação da incorporação reversa ou Fase 1, na data de fechamento, a Auren Participações será extinta e sucedida, sem solução de continuidade, pela Auren Operações, a título universal, em todos os direitos e obrigações, de modo que a Auren Operações passará a ser controlada direta da Auren Energia.
A fase 2 – etapa 1 e a Fase 2 – etapa 2 permanecem em estudo pela Auren Energia e estão sujeitas às aprovações necessárias à sua implementação.
Acesse aqui a íntegra do fato relevante com mais detalhes da operação.
Para colocar na agenda: PetroReconcavo divulgará resultado do 1T26 em 7/05
A PetroReconcavo (RECV3) anunciou que irá divulgar o resultado do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 7 de maio, após o fechamento do mercado. A companhia iniciará em 22 de abril de 2026 seu “período de silêncio” (Quiet Period) referente à divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026.
Romi (ROMI3) reporta queda no lucro no primeiro trimestre de 2026
A Romi (ROMI3) teve lucro líquido de R$ 2,36 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 76,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Já o lucro ajustado somou R$ 2,37 milhões, redução de 75,8% em relação ao 1T25.
O Ebitda ajustado no 1T26 foi de R$ 7,36 milhões, queda de 59% na base anual de comparação. A Receita Operacional Líquida da companhia atingiu R$ 220,9 milhões no 1T26, queda de 19,1% no ano.
A Romi (ROMI3) atua nos mercados de máquinas-ferramenta e máquinas para processamento de plásticos e é importante produtora de fundidos e usinados.
Vibra (VBBR3) conclui venda de participação de 49,9% na Evolua
A Vibra Energia (VBBR3) concluiu a operação para a alienação da totalidade das ações que detinha no capital social da Evolua, sociedade originalmente constituída como uma parceria (joint-venture) entre a Vibra e a Copersucar para atuar na comercialização de etanol.
A participação da Vibra na Evolua correspondia a 49,99% do seu capital social, e foi adquirida pela Copersucar, acionista da Evolua detentora dos 50,01% restantes do capital social.
Com a implementação da operação, a Copersucar S.A. passa a ser titular de 100% do capital social da Evolua, o que implica na saída da Vibra da sua posição acionária da Evolua.
“A decisão de encerrar a parceria reflete a nova dinâmica do mercado e está alinhada à estratégia da Vibra de ampliar sua flexibilidade no suprimento de etanol, além de reforçar o compromisso da companhia com a disciplina na alocação de capital”, afirmou a distribuidora.
Plano&Plano (PLPL3) divulga a prévia operacional do 1T26
A Plano&Plano (PLPL3) divulgou a prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1T26). No período, a Plano&Plano lançou quatro novos empreendimentos, somando 3.663 unidades, alcançando um valor geral de vendas (VGV) de R$ 989,3 milhões, o que reflete uma diminuição de 16% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25). No %Plano&Plano, o VGV teve uma queda de 2,6%, quando comparamos os R$ 855,8 milhões no 1T25 com os R$ 833,6 milhões apresentados no 1T26.
A Plano&Plano encerrou o primeiro trimestre de 2026 com R$ 841,8 milhões nas vendas líquidas 100%, uma queda de 1,6% em relação aos R$ 855,3 milhões do 1T25 e de 45,6% em relação aos R$ 1,5 bilhão do quarto trimestre de 2025 (4T25). No trimestre, foram comercializadas 3.136 unidades, representando uma redução de 13,5% frente ao mesmo período de 2025. No %Plano&Plano as vendas líquidas atingiram R$ 795,9 milhões, o que representa um crescimento de 3,4% em comparação ao 1T25.
A companhia encerrou o primeiro trimestre de 2026 com um consumo de caixa de R$ 79,9 milhões.
Entenda a queda das ações do Banrisul (BRSR6) na terça, 14
Após dispararem 103% em um ano, as ações do Banrisul tiveram forte queda na terça-feira, 14. Os papéis BRSR6 caíram 11,16% e fecharam cotados a R$ 16,80. Entre os motivos está o rebaixamento da recomendação por dois bancos.
O BTG Pactual alterou a recomendação do Banrisul (BRSR6) para “venda” com preço-alvo de R$ 15. Para o time de analistas do BTG a expectativa é que o banco estatal gaúcho reporte um trimestre fraco, com lucro líquido de aproximadamente R$ 210 milhões e ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) de 7,5%, significativamente abaixo das estimativas de mercado. Segundo seus analistas, o desempenho reflete deterioração da qualidade de ativos, com aumento da inadimplência e maior custo de crédito.
A avaliação é que o crescimento da carteira de crédito deve permanecer limitado, enquanto as provisões aumentam diante de menor recuperação de créditos. A margem financeira deve crescer marginalmente, mas não suficiente para compensar o impacto das provisões. A rentabilidade estrutural segue baixa, com ROE projetado próximo a 10% em 2026.
O UBS BB também rebaixou a ação de “neutra” para “venda”, com preço-alvo de R$ 15. O banco cita a compressão crescente de tarifas, impulsionada pela concorrência das fintechs; aumento gradual da exposição a empréstimos sem garantia, em meio a um ciclo de crédito ao consumidor em deterioração; e spreads de crédito consignado se aproximando de mínimas históricas.
O time do UBS BB recomenda para investidores que buscam exposição a bancos brasileiros, foco em instituições onde os catalisadores de reavaliação sejam sustentados por crescimento consistente dos lucros, e não por distorções temporárias.
Assembleia da Oceanpact (OPCT3) aprova dividendo
Acionistas da Oceanpact (OPCT3), reunidos em assembleia realizada na terça-feira, 14, aprovaram o pagamento de dividendo. O montante total é de R$ 19,3 milhões, correspondentes a R$ 0,09719154994 por ação. Terão direito ao recebimento titulares de ações ordinárias da companhia nesta terça-feira, 14 de abril. As ações da empresa passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 15 de abril. O pagamento será realizado à vista até dia 27 de abril de 2026.
Paga provento nesta quarta, 15: CSU Digital (CSUD3)
A CSU Digital inicia nesta quarta-feira, 15, o pagamento de juros sobre o capital anunciados em 30 de março no montante bruto de R$ 7,1 milhões relativos ao 1º trimestre de 2026 (1T26). O valor bruto por ação é R$ 0,17. As ações são negociadas ex-JCP desde 6 de abril.







