
Publicado às 9h18 – atualizado às 10h17
Ibovespa futuro
Às 10h16 desta sexta-feira, 10, o Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para 15 de abril/26) tinha alta de 0,11% aos 196.400 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
O mercado repercute dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor (CPI) de março nos EUA, em relação a fevereiro, subiu 0,9%, abaixo da expectativa de alta de 1%.
Dólar
Às 10h15 o dólar comercial tinha queda de 0,63% cotado a R$ 5,031 na venda.
Inflação oficial no Brasil acima do esperado
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março foi de 0,88%, ficando 0,18 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada em fevereiro (0,70%). No ano, o IPCA acumula alta de 1,92% e, nos últimos 12 meses, de 4,14%, acima dos 3,81% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2025, a variação havia sido de 0,56%. Segundo pesquisa da agência Reuters junto a analistas, a projeção era uma alta de 0,77% em março, e de alta de 4% em 12 meses.
Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h13)
Petróleo Brent: -0,07% (US$ 95,8). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -0,43% (US$ 72.317)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,56% (US$ 4.791)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,33% a 753,5 iuanes (US$ 110,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h15 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,04% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,03%. Nasdaq futuro subia 0,08%.
Notícias corporativas
Embraer anuncia novo CFO
O conselho de administração da Embraer (EMBJ3) elegeu Felipe Santana Santiago de Lima para o cargo de vice-presidente executivo financeiro e relações com investidores, efetivo a partir de 13 de abril de 2026.
Atualmente diretor global de tesouraria da companhia, Felipe Santana possui 18 anos de experiência na Embraer, com atuação e liderança em áreas estratégicas como operações financeiras, tesouraria, seguros, customer finance e centro de serviços compartilhados.
A companhia reforçou em um comunicado que a designação do novo vice-presidente executivo financeiro e relações com investidores “assegura a continuidade da gestão financeira, não altera sua estratégia, operações ou compromissos financeiros, e reafirma sua confiança na robustez de sua posição e na execução de seu plano de negócios focado no crescimento sustentável”.
Allos (ALOS3) celebra MOU com a Kinea para constituição de um fundo de investimento imobiliário [1]
A Allos (ALOS3) celebrou um Memorando de Entendimento (MOU) com a Kinea Investimentos visando a realização de potencial operação envolvendo a constituição de um fundo de investimento imobiliário, a ser cogerido por Allos e Kinea, seguida de uma oferta primária de quotas do Fundo a mercado. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 10.
A captação será destinada, principalmente, à aquisição de participações em ativos maduros do portfólio da Allos a um cap rate médio ao redor de 9,5%.
O volume final da oferta deverá ser de, no mínimo, R$ 789,5 milhões e, no máximo, R$ 1,973 bilhão.
O Fundo deverá contar com o seguinte portfólio inicial, cujas participações finais dependem do volume final da captação:
(i) 49,0% a 100,0% | Shopping Metrô Santa Cruz
(ii) 65,0% | Caxias Shopping
(iii) 4,5% a 53,0% | Bangu Shopping
(iv) 12,0% a 40,0% | Shopping Parangaba
(v) 11,0% a 50,1% | Plaza Sul Shopping
(vi) 10,0% a 12,0% | Shopping Villa-lobos
(vii) 5,0% a 15,0% | Shopping Tamboré
“A criação do Kinea Allos Malls FII consolida uma parceria estratégica entre duas das maiores referências do mercado imobiliário brasileiro com exclusividade na cogestão de fundos imobiliários de shoppings centers”, afirmou a Allos, destacando que essa nova vertical de negócios abre um ciclo de crescimento para a Allos e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos, apoiada em seu histórico positivo de alocação de capital.
Além disso, cria oportunidades de gestão de portfólio e permite aquisições conjuntas no futuro, sem alterar a atual estratégia de remuneração aos acionistas da companhia.
A Allos terá participação igualitária na gestão do Fundo, será cotista com inicialmente 24% de participação no Fundo, administradora dos shoppings e coproprietária de parte dos ativos.
O preço de aquisição será pago da seguinte forma: (i) 80% à vista, que compreende uma parcela em dinheiro, bem como a participação da Allos em percentual correspondente a 24% do Fundo; e (ii) 20% a prazo, em três parcelas iguais, com vencimentos em 24 meses, 36 meses e 48 meses a partir da liquidação da oferta.
Aura Minerals (AURA33) divulga os resultados preliminares de produção do 1º trimestre de 2026 [2]
A Aura Minerals (Nadaq: AUGO; B3: AURA33) anunciou os resultados preliminares de produção do 1º trimestre de 2026 das seis minas em operação: Aranzazu, Apoena, Minosa, Almas, Borborema e MSG (Mineração Serra Grande).
A produção total no 1º trimestre de 2026, a preços correntes, atingiu 82.137 onças equivalentes de ouro (GEO), um novo recorde trimestral de produção, acima do trimestre anterior e também 37% superior em comparação ao 1º trimestre de 2025.
A preços constantes, a produção trimestral da Aura aumentou 1% em relação ao 4º trimestre de 2025 e ficou 41% acima do 1º trimestre de 2025. Em linha com o guidance da companhia. Durante o trimestre, a Aura vendeu 81.364 GEO, um leve aumento em comparação ao trimestre anterior. Rodrigo Barbosa, CEO e Presidente, comentou: “Entregamos mais um trimestre com recorde de produção no 1º trimestre de 2026, alcançando 82,1 mil GEO. Apesar de termos dedicado esforços a melhorias essenciais de infraestrutura subterrânea na MSG e de uma produção menor em Apoena e Borborema devido ao sequenciamento da lavra. Para o segundo semestre, esperamos um aumento de produção em Aranzazu, Apoena, MSG e Borborema, enquanto Almas e Minosa permanecem estáveis — totalmente em linha com nosso Guidance anual”.
Direcional (DIRR3) divulga a prévia operacional do 1T26 [3]
A Direcional Engenharia (DIRR3) divulgou a prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1T26). As vendas líquidas somaram R$ 1,6 bilhão no período, alta de 19% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
As vendas brutas atingiram R$ 1,9 bilhão no 1T26, crescimento de 29% na comparação com o primeiro trimestre de 2025.
O valor geral de vendas (VGV) lançado atingiu R$ 1 bilhão no primeiro trimestre, quantia 12% superior na comparação anual. A geração de caixa operacional da Direcional totalizou R$ 13 milhões no 1T26.
Cury (CURY3) divulga a prévia operacional do 1T26 [4]
A Cury (CURY3) divulgou a prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1T26).
As vendas líquidas somaram R$ 2,30 bilhões no período, crescimento de 9,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2025 (1T25) e alta de 48,1% em comparação ao quarto trimestre de 2025 (4T25).
A Cury lançou 10 empreendimentos no 1T26, com Valor Geral de Vendas de R$ 2,646 bilhões, redução de 4,9% na comparação anual. O VGV repassado somou R$ 1,33 bilhão, crescimento de 19,3% em um ano, com 4.364 unidades, avanço de 15,4%.
No 1T26, a companhia apresentou geração de caixa operacional positiva no valor de R$ 93,4 milhões.
Hapvida (HAPV3) indica Lucas Garrido como CFO [5]
A Hapvida (HAPV3) anunciou que irá indicar Lucas Garrido para ser o vice-presidente de finanças (CFO) da companhia.
O executivo vai ocupar o posto de Luccas Adib, que foi indicado no final do ano passado para ser o CEO da companhia.
Garrido está auxiliando a companhia desde outubro de 2025 nas frentes de otimização e revisão comercial. Foi Managing Director e Sócio do BCG (Boston Consulting Group); antes disso foi Co-portfolio Manager do Itaú Asset Management, além de ter passagens pelo Fundo Soberano de Singapura (GIC) e GP Investimentos.
“Suas principais missões estão em seguir qualificando a esteira analítica e de dados da companhia de forma mais prospectiva, integrando-a à formulação da estratégia e à otimização da alocação de capital. O objetivo é garantir uma tomada de decisão cada vez mais eficaz em um momento de transformação acentuada”, afirmou a Hapvida em um comunicado ao mercado.
Além de Garrido, a Hapvida anunciou nesta quinta-feira vários outros nomes para ocupar postos da companhia, incluindo Felipe Nobre, para ser o vice-presidente de estratégia, M&A e relações com investidores, e Daniel Vidotti, como vice-presidente de tecnologia.
As nomeações serão submetidas ao conselho de administração após a assembleia geral ordinária e extraordinária a ser realizada em 30 de abril de 2026.
Diretor presidente da Fertilizantes Heringer (FHER3) renuncia ao cargo [6]
O conselho de administração da Fertilizantes Heringer (FHER3) informou a renúncia de Gustavo Oubinha Barreiro aos cargos de diretor presidente e de vice-presidente do conselho de administração da companhia.
O conselho de administração elegeu Daniil Bazdyrev para o cargo de diretor presidente, com mandato unificado ao dos demais membros da diretoria, até a data de realização da assembleia geral ordinária a ocorrer no ano de 2027.
O colegiado também elegeu Bazdyrev como vice-presidente do conselho de administração.
Daniil Bazdyrev possui mais de 15 anos de experiência em empresas multinacionais nos setores de óleo e gás, petroquímico, logística e distribuição, na Europa e no Brasil. Atuou como Deputy CFO e Head de Economia e Planejamento Corporativo, com sólida trajetória na liderança de equipes multidisciplinares. Possui ampla experiência em planejamento e análise financeira (FP&A), orçamento, projeções (forecast), com atuação junto à alta administração.
Grazziotin (CGRA3; CGRA4): conselho aprova aumento do capital [7]
O conselho de administração da Grazziotin (CGRA3; CGRA4) aprovou o aumento do capital social da companhia, dentro do limite do capital autorizado, no valor mínimo, de R$ 25 milhões, e, no valor máximo de R$ 50 milhões, mediante a emissão para subscrição privada de, no mínimo, 415.944 ações ordinárias e 569.472 ações preferenciais; e, no máximo, 831.888 ações ordinárias e 1.138.944 ações preferenciais.
O aumento de capital ocorrerá mediante subscrição privada de novas ações ordinárias e preferenciais ao preço de emissão por ação de R$ 25,37 para ambas as espécies.
A partir do dia 15 de abril de 2026, as ações passarão a ser negociadas “ex” direitos de subscrição.
A integralização das novas ações será feita à vista em moeda corrente em 14 de maio de 2026. Será admitida a homologação do aumento de Capital parcialmente subscrito, desde que sejam subscritas, no mínimo, 415.944 ações ordinárias e 569.472 ações preferenciais, correspondendo a um aumento mínimo de 25 milhões.
Petrobras assina contratos para retomar 100% de participação no campo de Tartaruga Verde e no Módulo III do campo de Espadarte [8]
A Petrobras (PETR3, PETR4) assinou com a Petronas os contratos para aquisição das participações de 50% dos campos de Tartaruga Verde e Espadarte – Módulo III, localizados na Bacia de Campos.
Após a conclusão da operação, a Petrobras voltará a deter 100% de participação nos ativos, mantendo-se como operadora.
O valor da transação é de US$ 450 milhões.
A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes previstas no contrato de compra e venda, incluindo a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O campo de Tartaruga Verde e o Módulo III de Espadarte estão localizados na porção sul da Bacia de Campos, em lâmina d’água entre aproximadamente 700 e 1.620 metros. Os ativos são operados pela Petrobras, por meio do FPSO (navio plataforma) Cidade de Campos dos Goytacazes, com produção atual de cerca de 55 mil barris de óleo por dia.
Banese (BGIP3, BGIP4) aprova pagamento de juros sobre o capital. Veja os detalhes: [9]
O conselho de administração do Banese (BGIP3, BGIP4) aprovou a proposta da diretoria para pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) relativo ao segundo trimestre de 2026. O montante é de R$ 20 milhões. O valor bruto é de R$ 0,883952919 por ação ordinária e R$ 0,972348211 por ação preferencial. Com retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte resulta em juros líquidos de R$ 0,729261158 por ação ordinária e R$ 0,802187274 por ação preferencial. Tem direito quem tiver ações em 14 de abril de 2026, passando as ações, a partir de 15 de abril, a serem negociadas “ex” esses juros sobre o capital próprio. Esses JCP serão pagos no dia 28 de abril de 2026.
Pagam provento nesta sexta, 10:
Romi (ROMI3) [10]
A Romi paga nesta sexta-feira, 10, juros sobre o capital anunciados em setembro de 2025. O valor bruto total soma R$ 16,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,18. A ‘data de corte’ foi em 22 de setembro de 2025.
Totvs (TOTS3) [11]
A Totvs paga nesta sexta-feira, 10, os juros sobre capital próprio anunciados em 20 de março. O valor é de R$ 0,18 por ação. Tem direito aos JCP acionistas titulares de ações na data base de 25 de março de 2026.
Porto (PSSA3) [12]
A Porto realiza nesta sexta-feira, 10, o pagamento dos juros sobre o capital próprio (JCP) declarados em 25 de março de 2025, 23 de junho de 2025, 22 de setembro de 2025 e 19 de dezembro de 2025. Em reunião do conselho de administração realizada em 25 de março de 2025 foram declarados JCP no valor líquido por ação de R$ 0,37 com base na posição acionária de 28 de março de 2025. Em reunião do conselho de administração realizada em 23 de junho de 2025 foram declarados JCP no valor líquido por ação de R$ 0,41 com base na posição acionária de 26 de junho de 2025. Em reunião do conselho de administração realizada em 22 de setembro de 2025 foram declarados JCP no valor líquido por ação de R$ 0,45 com base na posição acionária de 25 de setembro de 2025. Em reunião do conselho de administração realizada em 19 de dezembro de 2025, foram declarados JCP no valor líquido por ação de R$ 0,45 com base na posição acionária de 26 de dezembro de 2025.