Notícia da Cosan, Rumo, Ultrapar, lucro da Cury e Allos, JCP do Banrisul e outros destaques

10 de março de 2026 Por Redação

 

Publicado às 21h28

Notícias corporativas 

Banrisul (BRSR6) anuncia o pagamento de R$ 90 milhões em juros sobre o capital

O Banrisul (BRSR6) informou nesta terça-feira, 10, que em reunião de sua diretoria ocorrida em 10 de março de 2026, foi deliberado o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026. Será distribuído o valor total de R$ 90 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,22006263 por ação ON, R$ 0,22006263 por ação PNA e R$ 0,22006263 por ação PNB havendo incidência de Imposto de Renda conforme legislação vigente. O pagamento ocorrerá no dia 26 de março de 2026 a acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade na data de 13 de março de 2026 (data da declaração), passando as ações a serem negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 16 de março de 2026.

Lupatech (LUPA3) anuncia contrato de R$ 68,4 milhões com a Petrobras 

A Lupatech (LUPA3) firmou contrato com a Petrobras (PETR3, PETR4). A informação foi divulgada nesta terça-feira, 10.

O objetivo será a prestação de serviços de manutenção corretiva e preventiva em válvulas do tipo fire-safe e atuadores manuais, hidráulicos e pneumáticos, bem como fornecimento de partes e peças. O valor do contrato é de R$ 68,4 milhões, sem obrigação de compra de volume mínimo pela Petrobras e com vigência de 760 dias contados da data de sua celebração, prorrogáveis por igual período mediante celebração de termo aditivo ao contrato.

Cosan diz que não há ‘qualquer engajamento para a venda’ de sua participação na Rumo

A Rumo (RAIL3) se manifestou na noite desta terça-feira, 10, sobre as notícias veiculadas na imprensa nos últimos dias. Os rumores são de uma suposta negociação envolvendo a participação detida por seu acionista de referência Cosan (CSAN3) na Rumo.

A Rumo informou que questionou a Cosan sobre o teor das referidas matérias. Em resposta, a Cosan esclareceu que sua “prioridade estratégica permanece voltada à desalavancagem e simplificação, com avaliação de inciativas que podem incluir, entre outras medidas, eventual alienação de participação em suas investidas”.

Ainda segundo a Rumo, a Cosan destacou “não haver, no momento, qualquer engajamento para a venda da totalidade de sua participação na Rumo, tampouco negociação em curso com qualquer potencial interessado em específico”.

Ultrapar (UGPA3) se manifesta sobre informação de que a Chevron negocia a compra de 30% da Ipiranga

A Ultrapar Participações (B3: UGPA3; NYSE: UGP) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após o site  Brazil Journal divulgar em 9 de março que a Ultrapar está em conversas avançadas com a Chevron para vender uma participação de 30% na Ipiranga.

A Ultrapar não negou nem confirmou a informação e se limitou a comunicar que é uma “holding estratégica responsável por alocação de capital e geração de valor de longo prazo, como é de conhecimento”.

Também destacou que, “nesse sentido e visando em todos os momentos o melhor interesse da companhia”, está sempre atenta a “oportunidades de negócio”.

“Nesse contexto, reafirmamos nosso compromisso de sempre divulgar, caso e se aplicável, qualquer fato relevante ou decisão que exija comunicação ao mercado, em conformidade com a legislação e regulamentação aplicáveis”, afirmou a companhia.

O Brazil Journal atribui suas informações a duas fontes a par do assunto. Segundo o site, as conversas começaram há cerca de um ano e foram facilitadas pelo fato das duas empresas já serem sócias na ICONIC, o negócio de lubrificantes em que a Ultrapar tem 54% do capital e a Chevron, 46%.

Ainda de acordo com o Brazil Journal, suas fontes citaram que os dois lados já chegaram a um acordo sobre preço e estão agora na fase de discussão da governança.

Cury (CURY3) reporta lucro de R$ 270 milhões no 4T24, alta anual

A Cury (CURY3) divulgou nesta terça-feira, 10, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 270 milhões, crescimento de 62,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda ajustado somou R$ 359,3 milhões, alta de 50,6% na base anual de comparação.

A geração de caixa da Cury mais que dobrou, para de R$ 321,1 milhões no quarto trimestre.

A receita líquida da construtora teve expansão de 37,2% no 4T25, para R$ 1,42 bilhão.

Prio (PRIO3) reverte lucro e reporta prejuízo no 4T25

A Prio (PRIO3) divulgou nesta terça-feira, 10, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) prejuízo líquido de US$ 185,3 milhões, refletindo principalmente o aumento na linha de depreciação e amortização, além do ajuste da base tributável em função da valorização do real frente ao dólar no período, impactando o valor apresentado dos ativos imobilizados e intangíveis.

Dessa forma reverte o lucro líquido de US$ 1,074 bilhão no 4T24 (4º trimestre de 2024).

O lucro líquido (ex-IFRS 16) do ano de 2025 totalizou US$ 405 milhões, representando uma redução de 77% em relação a 2024.

Segundo a companhia, essa variação é explicada, principalmente, pelo impacto positivo registrado no 4T24, decorrente do reconhecimento integral do crédito fiscal relacionado ao prejuízo fiscal da Prio Forte (antiga Dommo Energia), em função da transferência dos ativos para a referida sociedade, o que suportou a realização do crédito. Adicionalmente, o aumento na linha de depreciação e amortização, decorrente das aquisições do campo de Peregrino, também impactou o lucro líquido no período.

A receita líquida da petroleira atingiu US$ 586,1 milhões no 4T25, expansão de 20% na base anual de comparação.

Allos (ALOS3) reporta lucro de R$ 252 milhões no 4T25, alta de 62,1%

A Allos (ALOS3) divulgou nesta terça-feira, 10, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 252 milhões, alta de 62,1% na comparação com o mesmo período de 2024.

No quarto trimestre de 2025, a Allos teve Ebitda ajustado de R$ 619,4 milhões, crescimento de 7,4% sobre o quarto trimestre de 2024, refletindo a forte performance operacional e a redução das despesas de vendas, gerais e administrativas.

A Allos teve receita líquida de R$ 798 milhões no 4T24, expansão de 4,6% sobre um ano antes.

A companhia divulgou ainda que a estimativa de atingimento de Ebitda para 2026 é entre R$ 2,17 bilhões e R$ 2,24 bilhões.

Companhias que divulgam resultado do 4T25 nesta quarta, 11:

Smartfit – antes da abertura do mercado.

CSN, CSN Mineração, Vibra, SLC, Brava, Cogna, Frasle, Azzas, Braskem, Lavvi, Login, Moura Dubeux, Grupo Casas Bahia, Yduqs, Plano&Plano, Grupo Mateus, CSU, Espaçolaser – após o fechamento do mercado.

Paga provento nesta quarta, 11:

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil paga nesta quarta-feira, 11, R$ 400,3 milhões sob a forma de juros sobre o capital próprio. O valor por ação é de R$ 0,07. Esse JCP será pago tendo como base a posição acionária de 02/03/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 03/03/2026.

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