Santander Brasil (SANB11): a avaliação do 4T25

4 de fevereiro de 2026 Por Redação

Publicado às 13h54

Para a XP o Santander reportou um 4T25 sólido, em linha com suas estimativas. Por outro lado, a NII (Margem de Juros Líquida) de Mercado veio abaixo do esperado, representando o principal vetor negativo de receita no trimestre, avalia o time de analistas. 

A equipe comenta que, no geral, os resultados reforçam um ROE acima do custo de capital, hoje bem estabelecido nesse patamar, sugerindo que ganhos adicionais devem depender mais da normalização das margens e das condições macroeconômicas do que de novas melhorias de balanço ou de custos.

Já para o time de analistas do BTG, o lucro da instituição financeira foi sustentado por uma alíquota de imposto baixa, enquanto o lucro antes de impostos ficou abaixo do esperado, sinalizando menor poder de geração recorrente.

Ainda de acordo com o BTG, embora o crédito e a margem com clientes tenham vindo em linha, houve fraqueza nos resultados de tesouraria e receitas com tarifas abaixo das estimativas. Esse quadro, reforça a leitura de um trimestre um pouco mais fraco no conjunto.

Para a equipe, o Santander Brasil segue avançando no plano de tornar a operação menos cíclica e mais eficiente.

 

 

Já para o Citi, a qualidade dos ativos do Santander Brasil segue como um dos principais desafios, tanto no segmento de pessoas físicas quanto no de empresas, e aponta que a inadimplência segue em alta tanto nas faixas de 15 a 90 dias quanto acima de 90 dias. Em relatório, o Citi destaca que, no geral, os resultados do Santander parecem mais estáveis em termos de receitas e rentabilidade. Ainda assim, a postura cautelosa em um ambiente desafiador pode limitar novas expansões do ROE no curto prazo.

Para a Genial Investimentos o lucro veio em linha com o projetado, mas com qualidade abaixo do esperado. Segundo a equipe, o resultado foi beneficiado por uma alíquota efetiva de imposto excepcionalmente baixa e por menores provisões, enquanto as receitas ficaram aquém do esperado e a inadimplência continuou em trajetória de alta. A rentabilidade permaneceu praticamente estável no trimestre, com ROE de 17,2%, ainda abaixo da ambição estrutural do banco de atingir patamares próximos a 20%.

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Importante:

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