Mercados nesta sexta, JCP do Itaú, dividendo da Aura Minerals, notícia da Vale, Odontoprev e de outras empresas

27 de fevereiro de 2026 Por Redação

 

Publicado às 8h13

Bolsas, petróleo e bitcoin (8h12)

Alemanha (DAX): +0,09% 

Londres (FTSE 100): +0,39%

Japão (Nikkei 225): +0,36% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,39% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,95% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,09% (US$ 72,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +2,19% (US$ 66,6)

Bitcoin futuro: -1,10% (US$ 66.960)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,05% (US$ 5.191)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,27% a 750,5 iuanes (US$ 109,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 8h11 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,57% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,38%. Nasdaq futuro caía 0,32%.

Notícias corporativas

Vale informa sobre proposta de aumento de capital e de incorporações 

O conselho de administração da Vale (VALE3) aprovou, sem ressalvas do conselho fiscal, a proposta de aumento do capital social da companhia, sem emissão de novas ações, no valor de R$ 500 milhões, mediante a capitalização de parte da Reserva de Incentivo Fiscal. A proposta contempla a alteração do caput do Artigo 5º do Estatuto Social, de modo a refletir o novo valor do capital social.

O conselho de administração aprovou, ainda, a proposta de incorporação, pela Vale, de suas subsidiárias integrais Baovale Mineração e CDA Logística (CDA).

“As referidas incorporações têm por objetivo a racionalização da estrutura societária do Grupo Vale, em linha com o processo de simplificação organizacional da companhia, não acarretando aumento do capital social nem a emissão de novas ações”, afirmou a mineradora em um comunicado.

As propostas de aumento de capital, com a respectiva alteração do Estatuto Social, bem como de incorporação da Baovale e da CDA, serão submetidas à deliberação da assembleia geral de acionistas, cuja convocação e realização estão previstas para 12 de março de 2026 e 30 de abril de 2026, respectivamente.

A Vale também informou que seu conselho de administração nomeou Marcio Antonio Chiumento para o cargo vago de membro do conselho de administração. Marcio Antonio Chiumento é executivo com reconhecida trajetória na indústria financeira, com mais de duas décadas de experiência em instituições de grande porte, destacando-se nas áreas de investimentos, finanças, governança corporativa e gestão estratégica. Atualmente é presidente da Previ, responsável pela condução institucional e estratégica da maior entidade fechada de previdência complementar do Brasil.

Bradesco (BBDC4) propõe agrupar segmentos de saúde na Odontoprev 

O Banco Bradesco (BBDC4) informou nesta sexta-feira, 27, que foram celebrados pelas administrações do Bradesco, da Bradseg, da Bradesco Gestão de Saúde (BGS), ambas subsidiárias integrais do Bradesco; e da Odontoprev (ODPV3), companhia aberta controlada indiretamente pelo Bradesco, protocolos e justificações regulando uma potencial operação, a fim de consolidar na Odontoprev as participações societárias de diversos negócios no segmento de saúde da Organização Bradesco e os negócios da Odontoprev.

Em um fato relevante enviado ao mercado, o Bradesco explica que, como resultado, após a implementação de todas as etapas da operação, a Odontoprev será alçada ao papel de consolidadora do ecossistema de saúde da Organização Bradesco, passando a controlar a totalidade dos seus negócios de saúde, simplificando a estrutura societária, conferindo maior eficiência administrativa e propiciando potenciais benefícios com a ampliação da oferta integrada de soluções em saúde e odontologia.

Em razão do novo papel a ser desempenhado pela Odontoprev, será proposta aos acionistas da Odontoprev uma alteração à sua denominação social, para que passe a ser “Bradsaúde”.

Estarão reunidas na Bradsaúde a atual Bradesco Saúde, a Odontoprev, Atlântica Hospitais, Fleury, Orizon e a rede de clínicas MeuDoutor.

O Bradesco receberá 2.378.374.445 ações ordinárias de emissão da Odontoprev, em substituição à totalidade das ações ordinárias de emissão da BGS detidas pelo Bradesco imediatamente antes da implementação da Incorporação de Ações, resultando na relação de troca de 0,17998067486 ação de emissão da Odontoprev a ser emitida para cada ação de emissão da BGS recebida em decorrência da Incorporação de Ações (relação de troca). A referida Relação de Troca resulta em uma avaliação implícita do negócio da Odontoprev representativa de aproximadamente 18,65% (dezoito inteiros e sessenta e cinco centésimos por cento) do ecossistema inteiro de saúde da Organização Bradesco após a combinação de negócios.

Uma vez aprovada e implementada a operação a participação do Bradesco no capital social da Odontoprev passará a ser de 91,35% do capital total e votante. Os atuais acionistas minoritários da Odontoprev passarão a deter 8,65%.

Ainda segundo o comunicado, após a implementação da operação, serão mantidos padrões elevados de governança e de independência na gestão da Odontoprev, seguindo todas as regras de listagem do Novo Mercado da B3.

Aura Minerals anuncia pagamento de dividendo 

A Aura Minerals (B3: AURA33; Nasda: AUGO) informou na quinta-feira, 26, que seu conselho de administração declarou e aprovou o pagamento de dividendo de US$ 0,66 por ação ordinária (aproximadamente US$ 55,1 milhões no total). O dividendo será pago em dólares americanos no dia 18 de março de 2026 aos acionistas registrados até o encerramento do pregão de 11 de março de 2026.

Os detentores dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da Aura receberão US$ 0,22 por BDR (uma vez que 1 ação da Aura equivale a 3 BDRs) e devem receber o pagamento até 26 de março de 2026. Eles receberão o valor em Reais equivalente ao dividendo BDR, com base na taxa de câmbio de mercado, que será divulgada em um comunicado ao mercado antes da data de pagamento. Como exemplo, levando em consideração a taxa de câmbio de 25 de fevereiro de R$ 5,1434, o valor do dividendo resultaria em R$ 1,131548 por BDR. Esse valor será revisto conforme a taxa de câmbio do fechamento na data prévia ao pagamento. A data de registro para direito ao dividendo é 11 de março de 2026. A data de pagamento será até 26 de março de 2026.

A Aura Minerals reportou, na quinta-feira, 26, prejuízo líquido de US$ 19,8 milhões no 4T25, revertendo lucro de US$ 16,6 milhões registrados no 4T24. O Ebitda ajustado foi de US$ 207,9 milhões, alta de 162% na comparação anual. A receita líquida totalizou US$ 321,6 milhões, 88% acima da reportada no 4T24.

Itaú anuncia o pagamento de R$ 3,85 bilhões em juros sobre o capital próprio 

O conselho de administração do Itaú Unibanco (ITUB4) aprovou na quinta-feira, 26, o pagamento de JCP – juros sobre o capital próprio – no valor de R$ 3,85 bilhões, sendo R$ 0,34888 por ação, com retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,287826 por ação, que serão pagos até 31.08.2026. A base de cálculo utilizada será a posição acionária final registrada no dia 19.03.2026, com suas ações negociadas “ex-direito” a partir do dia 20.03.2026.

Caixa Seguridade reporta lucro gerencial de R$ 1,12 bi no 4T25, alta anual

A Caixa Seguridade (CXSE3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido gerencial de R$ 1,124 bilhão, alta de 6,4% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

Com um lucro anual de R$ 4,315 bilhões, 14,9% superior ao de 2024, a Caixa Seguridade registrou o seu melhor resultado histórico.

O retorno sobre patrimônio líquido recorrente (ROE), que calcula a relação do lucro gerencial dos últimos doze meses sobre o Patrimônio Líquido ajustado, registrou, para o quarto trimestre de 2025 o percentual de 70,4%, crescimento de 2,9 p.p. em relação ao registrado no mesmo período de 2024 (67,5%).

As receitas operacionais somaram no 4T25 R$ 1,48 bilhão, alta de 4,3% em relação ao 4T24.

Lucro líquido da M. Dias Branco (MDIA3) cai no 4T25

A M. Dias Branco (MDIA3) registrou lucro líquido de R$ 157,9 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), queda de 10,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). O Ebitda recuou 21,4% na comparação anual, somando R$ 279,4 milhões. A receita líquida subiu 9,3%, a R$ 2,720 bilhões.

Copel reporta lucro líquido recorrente de R$ 683 milhões no 4T25, alta anual

A Copel (CPLE3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido recorrente de R$ 683 milhões, alta de 29,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Já o lucro líquido reportado foi de R$ 1,066 bilhão, crescimento de 85,4% em relação aos R$ 575,2 milhões do 4T24.

No acumulado de 2025, a Copel registrou lucro líquido recorrente de R$ 2,1 bilhões.

O Ebitda recorrente foi de R$ 1,36 bilhão, alta de 16,1% na base anual de comparação.

A receita operacional líquida recorrente somou R$ 6,87 bilhões no 4T25, alta anual de 16,9%.

Sanepar (SAPR11) teve no 4T25 lucro líquido de R$ 361,4 milhões, queda anual

A Sanepar (SAPR11, SAPR4) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 361,4 milhões, queda de 12,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No 4T25 o Ebitda somou R$ 756,3 milhões, queda anual de 0,5%.

A receita líquida atingiu no 4T25 R$ 1,890 bilhão, crescimento de 6,5% em relação ao 4T24.

Axia Energia (AXIA3) tem lucro líquido ajustado de R$ 1,25 bilhão no 4T25

A Axia Energia (AXIA3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 1,25 bilhão, crescimento de 141% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

A companhia explicou que, sem ajustes, o lucro líquido somou R$ 13,7 bilhões no 4T25, forte alta ante os R$ 1,11 bilhão do 4T24, impulsionado pelo reconhecimento de R$ 12,3 bilhões em ativo fiscal diferido no período.

O Ebitda regulatório ajustado da Axia foi de R$ 5,75 bilhões no 4T25, expansão de 12,9% na base anual de comparação.

A receita operacional líquida regulatória alcançou R$ 9,91 bilhões, queda de 5,5% em relação ao 4T24.

B3: lucro líquido recorrente sobe na base anual; lucro líquido atribuído aos acionistas cai

O lucro líquido recorrente ajustado da B3 (B3SA3) totalizou R$ 1,46 bilhão no quarto trimestre (4T25), alta de 21,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Esse lucro é ajustado pelo benefício fiscal do ágio, que desconsidera, entre outros efeitos, o impacto contábil da atualização do imposto diferido e o JCP extraordinário.

Já o lucro líquido (atribuído aos acionistas) foi de R$ 907,8 milhões no 4T25, queda de 23% na comparação com o 4T25.

O Ebtida recorrente foi de R$ 1,82 bilhão, alta anual de 14,5%.

A receita da B3 totalizou R$ 2,65 bilhões no 4T25, alta de 10,5% em relação ao 4T24, e de 6,7% contra o 3T25, com crescimento em todos os segmentos.

O grupo de receitas pró-cíclicas, composto por Derivativos e Renda Variável, cresceu 2% em relação ao 4T24, enquanto o grupo de receitas recorrentes, formado pelas demais linhas excluindo reversão de provisões, apresentou alta de 23,2%.

Esse comportamento reforça a importante característica do modelo de negócios da B3, com receitas que asseguram previsibilidade em cenários contracíclicos e negócios que potencializam o crescimento em ciclos favoráveis.

Em Derivativos, o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 10,7 milhões de contratos, queda de 6,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, refletindo os menores volumes de derivativos de criptoativos e câmbio, e alta de 15, 2% em relação ao 3T25, com crescimento em todos os contratos. Vale destacar a evolução dos Futuros de Ethereum e Solana, que foram lançados em jun/25 e apresentaram um ADV médio de 157,9 mil contratos no 4T25, 183,0% acima do 3T25. O contínuo lançamento de produtos, visando diversificar o portfólio existente e ampliar a liquidez no mercado , permanece sendo uma estratégia relevante para esse segmento . Em Derivativos de Balcão, houve queda de 4,7% no volume de emissões, e alta de 6,3% no estoque.

Em Renda Variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$26,2 bilhões, altas de 2,3% comparado ao 4T24 e 20,4% em relação ao 3T25. Foi observado um crescimento consistente ao longo do trimestre, com o ADTV de dez/25 totalizando R$ 29,1 bilhões, 31,8% acima de set/25.

Os crescimentos em ETFs (+14,3%), BDRs (30,9%) e Fundos Listados (4,6%) sustentaram o crescimento contra o 4T24, reforçando a importância da diversificação da prateleira de produtos, que trazem mais alternativas de alocação para o investidor e maior resiliência aos volumes negociados. No segmento de Renda Fixa e Crédito, as emissões de instrumentos de renda fixa cresceram 16,8%, enquanto o estoque apresentou alta de 17,9% (vs. 4T24), ainda refletindo um cenário de juros elevados.

Localiza (RENT3) tem lucro líquido de R$ 939 mi no 4T25, alta anual

A ​Localiza (RENT3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 939 milhões, ​alta de 12,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). A companhia reportou Ebitda consolidado de ‌R$ 3,73 bilhões no 4T25, expansão de 12,1% na base anual de comparação. A receita líquida da Localiza teve ​crescimento de 11,7% no 4T25, para R$ 11 bilhões.

Banco BMG (BMGB4) tem lucro líquido recorrente de R$ 172 milhões no 4T24, alta de 38,2% 

O Banco BMG (BMGB4) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido recorrente de R$ 172 milhões, aumento de 16,2% em relação ao terceiro trimestre (3T25) e de 38,2% em relação ao quarto trimestre de 2024 (4T24).

“O crescimento do lucro no trimestre reflete a disciplina e responsabilidade na execução da estratégia, impulsionado também pelo benefício tributário do pagamento de JCP realizado no período”, afirmou o banco no release de resultados.

O retorno sobre o patrimônio foi de 19% no 4T25, de 12,2% no 4T24.

A margem financeira totalizou R$ 5,607 bilhões no exercício de 2025, aumento de 2,5% em comparação com o ano anterior. No 4T25 margem foi de R$ 137 bilhão, aumento de 1,9% na comparação trimestral e redução de 4,1% em relação ao 4T24.

A margem financeira após o custo do crédito (líquida de despesas de provisão e de comissão) atingiu R$ 3,36 bilhões no exercício de 2025, aumento de 8,8% ante 2024, e R$ 815 milhões no 4T25, redução de 7,5% em relação ao 3T25 e estável em relação ao 4T24.

Cosan diz que continua avaliando e discutindo alternativas para capitalização e reequilíbrio da estrutura de capital da Raízen

A Cosan (B3: CSAN3; NYSE: CSAN) prestou esclarecimentos a B3 a respeito da notícia veiculada pelo jornal O Globo em 24 de fevereiro de 2026 sob o título “Cosan, Shell e BTG avançam em negociações para injetar capital na Raízen”.

A Cosan explicou que permanece, em conjunto com a Shell, avaliando e discutindo alternativas para capitalização e reequilíbrio da estrutura de capital de sua co-controlada Raízen (RAIZ4). 

A Cosan reiterou sua intenção de reforçar a estrutura de capital da Raízen, sem comprometer o equilíbrio financeiro. “No entanto, até o presente momento, não há quaisquer aprovações ou eventos de caráter vinculante relacionados a tais discussões”, afirmou a Cosan.

Agenda de proventos desta sexta, 27:

Vibra Energia (VBBR3) 

A Vibra Energia paga nesta sexta-feira, 27, os juros sobre o capital próprio aprovados em fevereiro do ano passado. O montante bruto é de R$ 350 milhões, equivalente a R$ 0,31 por ação. Tem direito ao pagamento acionistas na posição acionária do dia 21 de março de 2025 (inclusive). As ações relativas a esse pagamento, passaram a ser negociadas ex-juros sobre capital próprio desde de 24 de março de 2025.

Klabin (KLBN11)

Klabin paga nesta sexta-feira, 27, a primeira parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos os acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e Units passaram a ser negociadas ex-dividendo a partir de 16 de dezembro de 2025. As outras três parcelas restantes serão pagas em 20 de maio de 2026, 19 de agosto de 2026 e 12 de novembro de 2026.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga o dividendo mensal no valor de R$ 0,03 (três centavos) por ação nesta sexta-feira, 27. A data-base foi 19 de fevereiro.

Itaúsa (ITSA4) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP trimestral (referente ao primeiro trimestre/26) da Itaúsa é nesta sexta-feira, 27. O pagamento no valor líquido de R$ 0,02 por ação será em 1° de abril. Ainda haverá outros três pagamentos de JCP trimestrais. Veja aqui a tabela com os detalhes.

Siga o canal no Whatsapp sobre dividendo: entre aqui