Ibovespa futuro, dólar e notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa

Publicado às 9h16 – atualizado às 9h46
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) abriu em alta nesta segunda-feira, 12. Às 9h46 subia 0,03% aos 165.280 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h44 o dólar comercial caía 0,16% cotado a R$ 5,357 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h10 o preço do barril de petróleo Brent tinha queda de 0,65% (US$ 62,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,92% a 822,5 iuanes (US$ 117,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Os índices futuros de Nova York tinham queda nesta segunda-feira, 12, após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abrir uma investigação criminal contra o presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell. O dirigente confirmou que promotores federais abriram uma investigação criminal relacionada ao seu depoimento ao Comitê Bancário do Senado sobre a reforma dos prédios administrativos do Banco Central dos EUA (Fed). Às 9h11 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,72% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,62%. Nasdaq futuro caía 0,85%.
Notícias corporativas
Assaí (ASAI3) atinge guidance de alavancagem de 2025
O Assaí (ASAI3) informou nesta segunda-feira, 12, que, com base nas informações preliminares atualmente disponíveis, encerrou o ano de 2025 com índice de Dívida Líquida / Ebitda de aproximadamente 2,56x, abaixo do guidance previamente comunicado ao mercado de 2,60x. “Esse resultado reflete a disciplina financeira e o rigor na alocação de capital adotados ao longo do período”, afirmou a companhia em um fato relevante.
A companhia reiterou que as informações acima são preliminares, não auditadas, e permanecem sujeitas à validação por auditor independente e à aprovação por seus órgãos de governança, podendo sofrer ajustes até a divulgação oficial dos resultados.
Os resultados referentes ao 4T25 revisados por auditor independente serão disponibilizados no dia 12 de fevereiro de 2026, após o fechamento do mercado. A teleconferência de resultados acontecerá no dia 13 de fevereiro de 2026.
Aura Minerals anuncia resultados preliminares de produção do 4º trimestre de 2025
A Aura Minerals (Nasdaq: AUGO; B3: AURA33) anunciou nesta segunda-feira, 12, a prévia dos resultados de produção do quarto trimestre de 2025, referente as suas minas operacionais: Aranzazu, Apoena, Minosa, Almas, Borborema e MSG (Mineração Serra Grande).
A produção total do 4T25, a preços correntes, atingiu 82.067 onças equivalentes de ouro (GEO), um recorde na história da companhia, 11% acima do 3T25 e também 23% acima quando comparado ao 4T24.
A preços constantes, a produção do trimestre da Aura cresceu 12% comparado ao 3T25 e 30% acima do 4T24.
Em 2025, a produção total atingiu 280.414 GEO a preços correntes, representando um aumento de 5% em relação a 2024 a preços correntes e de 9% a preços constantes.
Considerando os Preços de Referência do Guidance de Produção de 2025, a produção do ano totalizou 285.380 GEO (MSG não incluído), encerrando o exercício no intervalo superior do Guidance de Produção da Companhia para 2025 (266k GEO – 300k GEO).
“Temos grande satisfação em encerrar 2025 com resultados expressivos, alcançando 82,1 mil GEO no 4T a preços correntes, um aumento de 5% em relação ao 3T e 24% acima do 4T de 2024, impulsionando a produção anual para 280 mil GEO a preços correntes ou 290 mil GEO a preços de Guidance. Esse desempenho excepcional não apenas supera o ponto médio do nosso Guidance de produção para 2025, como também reforça nossa sólida trajetória de crescimento, mesmo antes da plena materialização do ramp-up bem-sucedido de Borborema ou da contribuição adicional de produção decorrente da recente aquisição da MSG”, afirmou Rodrigo Barbosa, CEO da Aura Minerals.
Décio Oddone renuncia ao cargo de diretor presidente da Brava (BRAV3)
A Brava (BRAV3) informou nesta segunda-feira, 12, que seu conselho de administração recebeu, conforme processo de sucessão previamente planejado, a renúncia de Décio Oddone ao cargo de diretor presidente. Décio permanecerá no cargo até 31 de janeiro de 2026, com o objetivo de assegurar uma transição gradual, coordenada e alinhada às diretrizes estratégicas e de governança da companhia ao novo diretor presidente eleito.
O conselho de administração elegeu Richard Kovacs para o cargo de diretor presidente, com posse em 1º de fevereiro de 2026, após o período de transição mencionado acima.
“A eleição de Richard assegura a continuidade da estratégia de longo prazo da companhia, bem como a preservação de sua cultura de disciplina de capital, segurança operacional e eficiência”, afirmou a Brava em um fato relevante.
Em razão de sua eleição para a diretoria executiva, Richard Kovacs renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração, permanecendo como membro do colegiado. O conselho de administração elegeu Alexandre Cruz para o cargo de presidente do conselho de administração, com posse nesta data, em substituição a Richard Kovacs.
Alexandre Cruz exerce o cargo de CEO e é um dos fundadores da gestora de investimentos JiveMauá, tendo também atuado anteriormente na Ernst & Young e no Banco Santander.
Tenda (TEND3) divulga a prévia operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25)
A construtora Tenda (TEND3) divulgou na noite de domingo, 11, a prévia dos resultados operacionais do quarto trimestre de 2025. Esses resultados são preliminares e sujeitos à revisão da auditoria.
A Tenda reportou vendas líquidas de R$ 1,104 bilhão, aumento de 19,2% em comparação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24), e uma velocidade sobre a oferta líquida (‘VSO Líquida’) de 22,6%.
A VSO Líquida foi negativamente impactada pelo alto volume de lançamentos que ocorreram na última semana dezembro de 2025 (R$ 638,1 milhões), fruto do atraso na obtenção de algumas licenças que só foram emitidas na última semana do ano. Excluindo esse efeito, a VSO Líquida teria sido 26%, explicou a companhia.
No acumulado do ano, a Tenda atingiu o guidance de vendas de 2025, reportando vendas líquidas de R$ 4,242,9 milhões, recorde histórico e aumento de 1,4% em relação ao ano anterior (16,2% excluindo o Pode Entrar).
A Tenda lançou 14 empreendimentos no 4T25, totalizando um Valor Geral de Vendas de R$ 1,705 bilhão, aumentos de 25,5% e 14,7%, em relação ao 4T24 e 3T25, respectivamente.
O preço médio de lançamento por unidade foi de R$ 238,7 mil, aumentos de 8,8% e 1,9% em relação ao 4T24 e 3T25, respectivamente. Em 2025, a Tenda reportou um VGV de lançamento recorde de R$ 5.099,9 bilhões.
A Tenda é uma das principais construtoras e incorporadoras com foco em habitação popular no Brasil. A previsão é que a companhia divulgue o resultado do 4T25 em 5 de março.
Taesa (TAEE11): ONS emite termos de liberação referentes ao reforço autorizado na concessão São Pedro
A Taesa (TAEE11) divulgou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação referentes ao reforço autorizado na concessão São Pedro Transmissora de Energia em duas etapas.
Aproximadamente R$ 5,9 milhões de Receita Anual Permitida (RAP) adicional, equivalente a 91% da RAP autorizada para este reforço, com efeitos retroativos a partir de 20 de novembro de 2025. E aproximadamente R$ 0,5 milhão de RAP adicional, equivalente a 9% da RAP autorizada para este reforço, com efeitos retroativos a partir de 23 de dezembro de 2025.
A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.
Com essas energizações, a São Pedro passa a receber uma RAP adicional de aproximadamente R$ 6,4 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, equivalente a 100% da RAP autorizada para este reforço. É importante ressaltar que essa RAP tem caráter provisório e está sujeita à próxima Revisão Tarifária Periódica (RTP) desta concessão, que ocorrerá em 2029.
Santander Brasil (SANB11) anuncia o pagamento de R$ 2 bi em JCP
O conselho de administração do Banco Santander Brasil (SANB11) aprovou a proposta da diretoria executiva de distribuição de juros sobre o capital próprio. A informação foi divulgada após o fechamento do mercado na sexta-feira, 9. O montante bruto é de R$ 2 bilhões, que, após deduzido o valor relativo ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), resulta no valor líquido de R$ 1,650 bilhão.
O valor líquido por unit SANB11 é de R$ 0,44208749014. O valor líquido por ação ON é R$ 0,21051785245. E o valor líquido por ação PN é R$ 0,23156963769.
Terão direito acionistas que se encontrarem inscritos nos registros da companhia no final do dia 20 de janeiro de 2026 (inclusive). A partir de 21 de janeiro as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. Esses JCP serão pagos a partir do dia 5 de fevereiro de 2026.
Dexco (DXCO3) conclui operação que resultou no aporte de R$ 200 milhões na Jatobá Florestal
A Dexco (DXCO3) informou na sexta-feira, 9, a conclusão do acordo florestal envolvendo aporte de cerca de R$ 200 milhões em sua subsidiária Jatobá Florestal.
O investimento recebido pela controlada indireta Jatobá Florestal resultou na entrada de caixa no montante de R$ 200.000.770,56 milhões, correspondente à subscrição das ações preferenciais emitidas.
A Dexco reiterou que a operação, anunciada em 7 de janeiro, “está alinhada à sua estratégia de investimento e fortalecimento de sua estrutura de capital”.
Eucatex (EUCA4) conclui operação de venda dos imóveis rurais
A Eucatex (EUCA4) concluiu a operação de venda dos imóveis rurais de sua propriedade, denominados, em conjunto, Fazenda Nossa Senhora da Conceição, localizada nos municípios de Itu e Porto Feliz, estado de São Paulo, com área total aproximada de 832,3 hectares, dos quais 552,21 hectares correspondem a florestas de eucalipto plantadas, representando menos de 2% do total de florestas plantadas da empresa. O valor total da operação é de R$ 200 milhões, a ser pago de forma parcelada, sendo R$ 60 milhões à vista e o saldo remanescente em 60 parcelas mensais, corrigidas conforme as condições estabelecidas no instrumento contratual celebrado entre as partes.
Durante o período correspondente ao prazo de pagamento, a Eucatex permanecerá na posse da área, tempo suficiente para colher a floresta lá plantada.
“Essa alienação está alinhada à estratégia da companhia de otimização de seu portfólio de ativos, e os recursos provenientes da operação serão destinados a investimentos estratégicos”, afirmou a Eucatex em um comunicado.
J.P. Morgan redução de participação na Brava (BRAV3)
O J.P. Morgan reduziu participação na Brava Energia (BRAV3) por meio de venda de posições em instrumentos derivativos lastreados em ações de emissão da companhia. A informação foi divulgada na noite de sexta-feira, 9.
Certas empresas controladas pelo J.P. Morgan venderam um total de 954.662 posições em instrumentos derivativos lastreados em ações ordinárias da Brava em 7 de janeiro de 2026. Dessa forma, com base no capital social da petroleira, representado por 464.557.268 ações ordinárias, a participação do grupo econômico do J.P. Morgan em ações da companhia atingiu 4,81% do total das ações ordinárias.
O J.P. Morgan informou ainda possuir instrumentos de liquidação física equivalentes a 3.958.841 ações ordinárias de emissão da Brava, correspondente a 0,84% do capital social.
“A redução da participação teve motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes e não visa, portanto, alterar a composição do controle ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou o banco.
JSL (JSLG3) pagará em 2 de fevereiro JCP aprovado em 22/12/25
A JSL (JSLG3) informou que os juros sobre o capital próprio (JCP) aprovados em 22 de dezembro de 2025 e originalmente previsto para ser pago no próximo dia 31 de janeiro de 2026 (sábado), será efetuado em 2 de fevereiro de 2026, segunda-feira.
Os JCP são no valor de R$ 0,43 por ação ordinária. A JSL também aprovou em 22 de dezembro a distribuição de dividendo no valor de R$ 1,48 por ação ordinária, que será pago em data a ser informada pela companhia.
Tem direito aos JCP e dividendo quem tinha ações em 26 de dezembro de 2025. Desde 29 de dezembro as ações de emissão da companhia são negociadas “ex-juros sobre capital próprio” e “ex-dividendos”.
B3 ampliará horário de negociação para futuros de criptomoedas e de ouro a partir de março
O projeto da B3, a bolsa do Brasil, para ampliar os horários de negociação para contratos futuros de Bitcoin (BIT), Ethereum (ETR), Solana (SOL) e de ouro (GLD) já tem data marcada para ser implementado. Para garantir a adaptação do ecossistema de mercado, a operacionalização da nova grade horária ocorrerá em duas fases: na primeira, com início programado para o dia 9 de março de 2026, o horário de negociação desses ativos iniciará às 8h, encerrando-se às 18h30. Já a segunda fase começará em 20 de abril de 2026, quando a negociação será estendida até as 20h, consolidando um período de 12 horas diárias de negociação desses produtos, além de suas respectivas rolagens, de segunda a sexta-feira. A partir da segunda fase, a janela de alocação de derivativos financeiros também será atualizada para as 20h30 para todos os contratos derivativos da bolsa.
A B3 seguirá monitorando a liquidez e a adesão dos investidores nessas novas janelas para avaliar futuras expansões para outras classes de ativos.
De acordo com Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3, a decisão de ampliar o horário responde a uma demanda crescente de investidores que buscam a segurança do ambiente regulado, mas necessitam de flexibilidade para negociar fora do horário comercial tradicional. “Ao abrir a janela mais cedo e fechar mais tarde, a B3 permite que os investidores ajustem suas posições em um intervalo maior de tempo ao longo do dia, apoiados pela robustez da nossa infraestrutura, com a segurança regulatória e transparência de preços que o mercado organizado e supervisionado proporciona. Nosso objetivo é democratizar o acesso a esses ativos, garantindo que o investidor conte com a proteção de regras claras, contraparte nas operações e governança de alto nível”, afirma o executivo.
Estudo de ações da Bolsa






