Atualização: Movida salta, Camil no positivo, Smartfit em queda. Veja os destaques:

Gráfico diário do Ibovespa às 13h41
Publicado às 13h57
Ibovespa
Às 13h55 o Ibovespa tinha leve alta de 0,23% aos 165.518 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,73% cotado a R$ 5,363 na venda.
Movida (MOVI3)
As ações da Movida disparam nesta quinta-feira após a companhia divulgar a prévia e reportar lucro líquido de R$ 102 milhões no 4T25. Às 13h54 saltavam 10,38% a R$ 10,42.
Smartfit (SMFT3)
Às 13h54 as ações da Smartfit tinham forte queda de 8,8%. Rumores de mercado apontam para falas de executivos da companhia em um evento fechado sobre a dificuldade em crescer margem em 2026 e o aumento da concorrência no setor.
Petrobras (PETR4)
Às 13h53 as ações PN da Petrobras tinham queda de 0,66% a R$ 31,78. O preço do barril de petróleo Brent caía 4,6% nesta tarde.
Vale (VALE3)
Às 13h53 as ações da Vale tinham leve alta de 0,18% a R$ 79,06.
Cury (CURY3)
Às 13h52 os papéis da Cury tinham alta de 1,33%. Para o time de analistas do BTG Pactual a Cury reportou números operacionais sólidos no quarto trimestre (4T25), com lançamentos e vendas em linha com as estimativas e geração de fluxo de caixa muito forte. A recomendação de “compra” foi reafirmada. O banco tem preço-alvo de R$ 44,00 para o ativo.
Plano&Plano (PLPL3)
Para o BTG o desempenho operacional do quarto trimestre (4T25) da construtora apresentou números fortes, com vendas bem acima das estimativas e uma queima de caixa reduzida. A Plano&Plano divulgou a prévia operacional do 4T25 na véspera.
Melnick (MELK3)
Às 13h51 as ações subiam 1,65%. Com relação a Melnick, a equipe do BTG avalia que os resultados operacionais do quarto trimestre vieram acima do esperado, impulsionados por um desempenho saudável de vendas, especialmente nos lançamentos. O banco tem recomendação de “compra” para a companhia com preço-alvo de R$ 7,50.
Já o time da XP considerou a previsão operacional positiva, impulsionada pelo forte lançamento e crescimento das vendas no trimestre, apesar da queda anual nas entregas.
B3 (B3SA3)
A B3 divulgou na véspera seus números operacionais referentes a dezembro e ao quarto trimestre (4T25). A XP avalia os dados como positivos, tendo derivativos OTC como o único ponto negativo. No trimestre, o ADTV (Volume Médio Diário de Negociação) de ações atingiu R$ 26,2 bilhões, alta anual de 5%. Apesar dos dados do 4T25 virem ligeiramente acima das estimativas da XP, seus analistas mantêm uma postura conservadora em relação à B3 devido ao otimismo em torno da recuperação de volumes já parcialmente precificado, aumento da concorrência para potenciais novas fontes de receita e valuation ainda elevado.
Camil (CAML3)
O mercado repercute o resultado da Camil, que teve lucro de R$ 44,1 milhões no 3T25 (setembro a novembro/25). Para a XP, a companhia reportou resultados melhores na base anual sobre uma base de comparação fraca, ficando acima das suas estimativas. Às 13h50 as ações CAML3 subiam 2,69%.
CSN (CSNA3)
Às 13h49 as ações da siderúrgica caíam 3,41%, após abrirem em alta. O conselho de administração da CSN autorizou a administração a iniciar um projeto de alienação estruturada de ativos importantes, com o propósito de equacionar em definitivo a estrutura de capital do Grupo. Em um fato relevante a CSN informou que pretende dar início, em 2026, à implementação dos movimentos estratégicos necessários para reduzir o endividamento e equacionar a estrutura de capital do Grupo, com a realização de venda de ativos importantes com objetivo de desalavancar entre R$ 15 a 18 bilhões, permitindo a concentração da companhia nos segmentos de maior rentabilidade, crescimento e sinergias.
Assaí (ASAI3)
A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação no Assaí. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pelo Assaí, sendo que, em 12 de janeiro de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 65.692.039 ações ordinárias e 434.498 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 2.172.490 ações ordinárias, totalizando 67.864.529 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,014% do total de ações ordinárias de emissão da companhia e 2.905.394 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,215% do total de ações ordinárias.
Profarma (PFRM3)
A Profarma paga nesta quinta-feira, 15, a terceira parcela do dividendo intermediário anunciado em 28 de outubro. O valor é R$ 0,31 por ação. A base acionária para ter direito foi em 30 de dezembro/25.
Dimed – Panvel (PNVL3):
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Dimed – Panvel é nesta quinta-feira, 15. A partir de sexta, 16, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor soma R$ 22 milhões, representando o valor total de R$ 0,14 por ação. O valor líquido é R$ 0,12 por ação. O pagamento será realizado em três parcelas, sendo as datas definidas posteriormente em assembleia que deliberar sobre as contas do exercício de 2025.
BDR
Dividendo da S&P Global (SPGI34)
O Banco B3, na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da S&P Global Inc (SPGI34), informou nesta quinta-feira, 15, que foi aprovado em 14/01/2026 o pagamento do(a) Dividendos no valor de USD 0,970000000, que considerando a taxa de conversão (USD / R$) de 5,3795, corresponde a um valor prévio de R$ 0,098045426 por BDR. O evento será pago no dia 17/03/2026, aos titulares de BDRs em 23/02/2026. O valor informado acima já está deduzido de 30% de IR, 0,38% de IOF e 3% referente a tarifa cobrada pelo Banco B3.







