Atualização: Ibovespa vira para alta e renova máxima histórica

20 de janeiro de 2026 Por Redação

Gráfico diário do Ibovespa às 13h35

Publicado às 13h45

Ibovespa

Com a ajuda da Petrobras e da Vale o Ibovespa virou para alta e renovou a máxima histórica. Às 13h44 o Ibovespa subia 0,89% aos 166.322 pontos. Na máxima até agora, alcançou os 166.456 pontos. Dessa forma, marcou uma nova máxima histórica intradiária.

A alta do índice ocorre mesmo com as Bolsas no exterior no negativo em meio a aversão ao risco com as tensões entre Estados Unidos e Europa sobre a Groenlândia.

Já o dólar virou para queda. Às 13h41 caía 0,04% cotado a R$ 5,362 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras viraram para alta. Às 13h40 as ON subiam 1,32% a R$ 34,61 e os papéis PN tinham valorização de 0,78% a R$ 32,42. O preço do barril de petróleo Brent tinha alta de mais de 1% no horário.

Vale (VALE3)

As ações da Vale também viraram para o positivo. Às 13h39 os papéis subiam 1,13% a R$ 79,46. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1% a 789,5 iuanes (US$ 113,29). Nas negociações noturnas fechou com ganhos de 0,25%.

MBRF (MBRF3)

Às 13h39 as ações da MBRF subiam 2,07%. Segundo informações do site Globo Rural a China vai derrubar a suspensão para a importação de frango com origem no Rio Grande do Sul. O embargo para o produto gaúcho está em vigor desde julho de 2024.

Trisul (TRIS3)

Às 13h39 as ações da construtora caíam 0,33%. A Trisul reportou vendas líquidas de R$ 688 milhões no trimestre, queda de 8% na base anual. Para o BTG, as vendas ficaram 17% abaixo das estimativas. O ambiente macro mais desafiador, com juros mais elevados, continua pressionando a acessibilidade dos compradores, destaca em relatório a equipe de analistas. No entanto, o banco manteve a recomendação de “compra”.

Usiminas (USIM5)

O time de analistas da XP reiterou a recomendação “neutra” para a Usiminas. O preço-alvo para 2026 é de R$ 7. Em relatório a equipe destaca que as ações da siderúrgica têm seguido uma tendência de alta, beneficiadas pela narrativa geral positiva em torno dos nomes de metais e alimentadas pelo otimismo em relação às medidas protecionistas na indústria siderúrgica no Brasil. Embora a XP continue a ver as perspectivas de fluxo de caixa livre como pouco atraentes, acredita que a possível implementação de medidas antidumping deve proporcionar um “momentum lucrativo” de curto prazo para as ações.

JSL (JSLG3)

Às 13h39 as ações da JSL caíam 3,4%. A receita bruta consolidada somou no quarto trimestre (4T25) R$ 2,89 bilhões, queda de 1,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 atingiu R$ 11,3 bilhões, crescimento de 6,1% em relação a 2024. Ainda de acordo com a JSL, a alavancagem (Dívida Líquida/Ebitda) caiu de 3,3x no 4T24 para 2,9x no 4T25. As informações são preliminares, não auditadas e sujeitas a revisão até a data da divulgação oficial. A JSL divulgará o resultado do 4T25 em 26 de março.

Santander Brasil (SANB11)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Santander Brasil (SANB11) anunciados em 9 de janeiro, é nesta terça, 20. A partir de 21 de janeiro as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. Esses JCP serão pagos a partir do dia 5 de fevereiro de 2026. O valor líquido por unit SANB11 é de R$ 0,44. O valor líquido por ação ON é R$ 0,21. E o valor líquido por ação PN é R$ 0,23.

Siga o canal no Whatsapp com notícias de empresas: entre aqui