Mercados nesta sexta, notícia da Petrobras, Prio, dividendo da Eztec e resultado do 3T25 de 16 companhias

Publicado às 8h02
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): -1,10%
Londres (FTSE 100): -1,48%
Japão (Nikkei 225): -1,76% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -0,97% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -1,85% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +2,49% (US$ 64,5). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +2,78% (US$ 60,3)
Bitcoin futuro: -1,98% (US$ 96.870)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,26% a 772,5 iuanes (US$ 108,61). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,22%. Nasdaq futuro caía 0,46%.
Notícias corporativas
Alta Corte da Inglaterra considera BHP responsável pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015
A Vale (VALE3) confirmou nesta sexta-feira, 14, que a Alta Corte da Inglaterra considerou a BHP responsável, sob a legislação brasileira, pelo rompimento da barragem de Fundão (Região Central de Minas Gerais), operada pela Samarco Mineração, em 2015. A BHP é uma das acionistas da Samarco junto com a Vale.
A decisão também confirmou a validade das renúncias e termos de quitação assinados por reclamantes já indenizados no Brasil, o que reduzirá o número de reclamantes e o valor das demandas, afirmou a mineradora brasileira em um fato relevante.
Em julho de 2024, Vale e BHP firmaram um acordo confidencial pelo qual a responsabilidade será compartilhada igualmente por qualquer valor que a BHP (no processo inglês) ou a Vale (no processo holandês) seja condenada a pagar.
“Vale e BHP permanecem confiantes de que o Acordo Definitivo, assinado em outubro de 2024 no Brasil, oferece os mecanismos mais rápidos e eficazes para compensar os impactados”, destacou a mineradora.
Sujeito ao resultado de eventual recurso da BHP contra a decisão da primeira fase, um segundo julgamento, para determinar se a BHP causou os prejuízos alegados e questões genéricas relacionadas ao valor desses prejuízos, está atualmente previsto para começar em outubro de 2026 e seguir até o segundo trimestre de 2027. Após decisões e recursos dessa fase, o valor das perdas sofridas e eventuais indenizações devidas a cada reclamante poderá ser objeto de um terceiro julgamento oportunamente, explicou a Vale no fato relevante.
Em outubro de 2024, a Samarco, BHP Billiton Brasil e Vale celebraram um acordo abrangente de US$ 32 bilhões (R$ 170 bilhões) com autoridades brasileiras para a quitação integral das principais ações no Brasil relacionadas ao rompimento da barragem. O Acordo Definitivo prevê ampla reparação dos impactos ambientais e sociais, incluindo saneamento básico, fortalecimento do sistema público de saúde, recuperação econômica, melhoria da infraestrutura local, compensação por danos coletivos a comunidades indígenas e tradicionais e municípios, além de apoio à renda das populações mais vulneráveis nas regiões afetadas.
A Vale estima uma provisão adicional de aproximadamente US$ 500 milhões em suas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2025 para obrigações decorrentes do rompimento da barragem de Fundão. Em 30 de setembro de 2025, a Vale já havia reconhecido uma provisão de US$ 2,401 bilhões para obrigações sob o Acordo Definitivo no Brasil.
Petrobras: Plano de Negócios 2026-2030 ainda está em processo de análise e aprovação
A Petrobras (PETR3, PETR4), em relação à notícia divulgada na mídia na quinta-feira, 13, informou que o Plano de Negócios 2026-2030 ainda está em processo de análise e aprovação. A proposta do Plano será apreciada pelo conselho de administração, órgão competente para aprovar a matéria, em reunião agendada para 27/11/2025. Após a conclusão do processo de elaboração e aprovação, o Plano será comunicado tempestivamente ao mercado, afirmou a petroleira.
A Bloomberg divulgou que a Petrobras avalia uma redução nos investimentos de capital para US$ 106 bilhões em seu plano estratégico para os próximos cinco anos, refletindo expectativas de baixa para os preços do petróleo.
S&P eleva rating da Prio (PRIO3)
A agência de classificação de risco S&P Global Ratings elevou a classificação de crédito da Prio (PRIO3) de ‘BB-‘ para ‘BB’. A perspectiva é “estável” e reflete a visão da agência de que a Prio entregará produção confortavelmente acima de 150 mil boe/d (barril de óleo equivalente por dia) em 2026, mantendo alavancagem controlada e liquidez adequada.
Embora a S&P estime que as paralisações temporárias da produção durante 2025 tornem as métricas do ano ligeiramente piores do que previa anteriormente, a agência espera que o aumento do Ebitda e da geração de caixa nos próximos trimestres reduza a alavancagem para menos de 2,5x em 2026 e menos de 2,0x em 2027, mantendo uma liquidez confortável.
A S&P espera que a aquisição pela Prio dos 20% restantes da participação em Peregrino seja concluída em meados de 2026, o que, combinado com a produção esperada do campo de Wahoo, deverá elevar a produção média da Prio em 2026 para cerca de 190.000 boe/d.
Copasa (CSMG3) aprova contratação de assessores para estudos e análises no âmbito de eventual processo de desestatização
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) aprovou, por meio de seus órgãos de governança, a contratação dos consultores e dos assessores para organização, coordenação e execução de estudos e de análises necessários à adequada avaliação de alternativas relativas à estrutura societária da companhia, bem como para estruturação, coordenação, intermediação e eventual execução do processo de desestatização, a depender do modelo a ser adotado.
“As providências aqui indicadas não configuram ato de desestatização, nem representam decisão definitiva sobre o tema, que permanece condicionada à autorização legislativa específica e às deliberações formais do acionista controlador, nos termos da legislação aplicável e do estatuto da Copasa”, destacou a companhia.
Em 5 de novembro o Governo mineiro enviou ofício à Copasa com diretrizes para desestatização da companhia.
A proposta que permite a privatização da Copasa permanece na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Não houve acordo para votar o parecer sobre o Projeto de Lei (PL) 4.380/25 na tarde de quinta-feira, 13.
Trisul (TRIS3) anuncia o pagamento de R$ 100 milhões em dividendo
A Trisul (TRIS3) anunciou o pagamento de dividendo no valor de R$ 100 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,55673851 por ação ordinária. Terão direito as pessoas com ações da companhia no dia 18 de novembro de 2025 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data (inclusive). Dessa forma, a partir de 19 de novembro, inclusive, as ações da Trisul serão negociadas “exdividendos”. O pagamento será em 28 de novembro de 2025.
A Trisul também divulgou que teve lucro líquido de R$ 54,9 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), crescimento de 39,2% na comparação anual, com margem líquida de 14,7%. O Ebitda ajustado somou R$ 76,1 milhões, alta na base anual de 14,5%. A receita líquida do trimestre totalizou R$ 372,6 milhões, representando um incremento de 21,6% em relação ao 3T24.
Eztec (EZTC3) anuncia o pagamento de dividendo
O conselho de administração da Eztec (EZTC3) aprovou a declaração de dividendos intermediários no valor de R$ 220 milhões. Os dividendos serão pagos com base na posição acionária de 18 de novembro de 2025. A partir de 19 de novembro as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos.
A quantia de R$ 87,1 milhões, correspondente a R$ 0,39 por ação ordinária, será paga até 28 de novembro de 2025. A quantia de R$ 132,8 milhões, correspondente a R$ 0,60 por ação ordinária, será paga até 17 de dezembro de 2025.
A Eztec (EZTC3) também divulgou que teve lucro líquido de R$ 183,4 milhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 38,4% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). A receita líquida somou R$ 469,3 milhões, leve queda anual de 2%.
CPFL (CPFE3) reporta lucro de R$ 1,37 bi no 3T25
A CPFL (CPFE3) teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 1,37 bilhão no terceiro trimestre, aumento de 3,3% na comparação anual. O Ebitda somou R$ 3,16 bilhões, alta de 0,3% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). A Receita Operacional Líquida atingiu R$ 11,3 bilhões, alta de 4,4% na comparação com o 3T24.
Localiza (RENT3) reporta lucro de R$ 871 milhões no 3T25
A Localiza (RENT3) teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 871 milhões, aumento de 7,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No trimestre, o Ebitda foi impactado em R$137 milhões pelos efeitos esperados pela redução do IPI. Desconsiderandos tais efeitos, o Ebitda ajustado totalizou R$ 3,54 bilhões, um avanço de 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No 3T25 a receita líquida somou R$ 10,7 bilhões, avanço de 10,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
A Localiza anunciou também a venda do investimento na Voll. A companhia celebrou, em conjunto com os demais acionistas da Voll, um contrato por meio do qual a Localiza Fleet contratou a alienação integral de sua participação societária na Voll, correspondente a 64,6% do capital social total e votante da Voll, para uma sociedade detida por fundos geridos pela Warburg Pincus. A transação avalia a Voll em R$ 606 milhões (enterprise value) e, após os ajustes previstos no contrato, a Localiza Fleet fará jus ao montante de R$ 382 milhões pela alienação de sua participação.
Hapvida (HAPV3) anuncia recompra de ações; papéis caíram 42% nesta quinta
A Hapvida (HAPV3) anunciou após o fechamento do mercado nesta quinta-feira, 13, que foi aprovado novo programa de recompra de ações de emissão da companhia, em substituição ao programa de recompra aprovado em 14 de outubro de 2025. Segundo a companhia, a finalidade é maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital. A administração definirá o momento e a quantidade de ações a serem adquiridas, podendo chegar a até 70 milhões de ações pelo período de 18 meses, contados de 13 de novembro de 2025.
As ações da Hapvida fecharam em baixa de 42,21% nesta quinta-feira, cotadas a R$ 18,89. A forte desvalorização ocorreu após a divulgação do resultado do terceiro trimestre. Para o time de analistas do BTG, a Hapvida apresentou resultados muito fracos no terceiro trimestre, aumentando o risco sobre a tese. O banco cortou as estimativas oficiais de Ebitda para 2026 em 20% e reduziu o preço-alvo de fim de 2026 para R$ 50. O J.P. Morgan também cortou o preço-alvo da companhia. Passou de R$ 52 para R$ 39. Além disso, rebaixou a recomendação de “overweight” (equivalente à compra) para “neutra”.
Para o Itaú BBA, o Ebitda ajustado veio 25% abaixo de sua estimativa. O BBA acredita que a performance do terceiro trimestre de 2025 pode levar a outra revisão para baixo no consenso.
LWSA (LWSA3) propõe redução do capital com restituição aos acionistas
A LWSA (LWSA3) informou que seu conselho de administração aprovou a convocação de uma assembleia geral extraordinária para 5 de dezembro de 2025 para deliberar, entre outros assuntos, sobre a redução do capital social da companhia, no valor de R$ 140 milhões, sem o cancelamento de ações, mediante a restituição de valores aos acionistas e aprovação da redução do capital social da companhia, no valor de R$ 283.705.514,81, sem o cancelamento de ações.
O objetivo é a absorção dos prejuízos acumulados, no valor de R$ 26.494.501,01, e de prejuízos referentes ao terceiro trimestre de 2025 (3T25), em razão de impairment relacionado à venda da Wake Creators Digital Media Channel (Squid) no valor de R$ 257.211.013,80.
Segundo a companhia, a proposta de redução de capital e restituição faz parte da estratégia de geração de valor aos acionistas e demais stakeholders, sem comprometer sua capacidade de crescimento, investimento e cumprimento de obrigações contratuais e compromissos financeiros.
Cemig (CMIG4) reporta lucro de R$ 797 milhões no 3T25, queda anual
A Cemig teve lucro líquido de R$ 797 milhões no terceiro trimestre, queda de 75,7% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24).
Segundo a companhia, esse resultado foi influenciado, principalmente, pela redução de R$ 106,7 milhões no lucro da atividade de comercialização em relação ao 3T24, decorrente do aumento no custo de aquisição de energia em um período de preços elevados, devido a necessidade de fechamento de posições em aberto no 3T25, que foram ampliadas por não cumprimento de contratos por parte de comercializadoras em dificuldades; e diminuição de R$ 89,6 milhões no lucro da atividade de Distribuição, impactado pela redução de 4,4% na energia distribuída pela Cemig D (excluindo GD) em comparação ao 3T24.
O Ebitda ajustado foi de R$ 1,47 bilhão, queda de 16,2% na base anual de comparação. A receita líquida da estatal mineira cresceu 4,64% no 3T25, para R$ 10,6 bilhões.
Lucro da Unipar Carbocloro (UNIP6) soma R$ 107 milhões no 3T25
A Unipar Carbocloro (UNIP3, UNIP6) teve lucro líquido de R$ 107 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 9% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). O Ebitda consolidado somou R$ 260 milhões no 3T25, alta de 24% na base anual de comparação.
A receita líquida atingiu R$ 1,26 bilhão no 3T25, queda de 8% no ano.
IRB tem lucro de R$ 99 milhões no 3T25
O IRB (IRBR3) reportou lucro líquido de R$ 99 milhões no terceiro trimestre de 2025, queda de 15% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). O prêmio emitido no período totalizou R$1,9 bilhão, ficando 11% abaixo do mesmo período do ano anterior.
Cyrela (CYRE3): lucro maior no 3T25
A Cyrela (CYRE3) reportou lucro líquido de R$ 609 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 29% em relação ao 3T24. A receita líquida somou R$ 2,128 bilhão, 5% acima da reportada no mesmo período do ano passado.
Yduqs (YDUQ3): queda no lucro líquido no 3T25
A Yduqs (YDUQ3) apresentou lucro líquido de R$ 97,9 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 35,5% na comparação com o 3T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 507,7 milhões, alta 5,8% na comparação anual. A receita líquida ficou em R$ 1,35 bilhão, 3,5% superior em relação ao mesmo período de 2024.
3Tentos (TTEN3): lucro líquido menor no 3T25
A 3Tentos (TTEN3) reportou lucro líquido de R$ 203,04 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 36,2% sobre o desempenho do ano anterior. O Ebitda ajustado ficou em R$ 166,284 milhões, recuo de 51,4% na comparação anual. A receita operacional líquida totalizou R$ 4,99 bilhões, crescimento de 42,9% em relação ao 3T24.
LWSA (LWSA3) reverte lucro no 3T25; lucro ajustado sobe
A LWSA (LWSA3) registrou prejuízo líquido de R$ 287,8 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), revertendo lucro de R$ 16,9 milhões do 3T24. O lucro líquido ajustado foi de R$ 56,6 milhões, alta de 52,9% na comparação anual. O Ebitda ajustado foi de R$ 87,0 milhões, alta de 18,1% em relação ao 3T24. A receita líquida totalizou R$ 387,4 milhões, 10,9% superior à apurada no mesmo período de 2024.
Nubank (ROXO34): lucro líquido recorde
O Nubank (ROXO34) apresentou lucro líquido recorde de US$ 783 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), crescimento de 39% em relação ao 3T24. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiu 31%, em comparação com 30% no mesmo período de 2024. As receitas subiram 39%, a US$ 4,2 bilhões, enquanto a receita líquida de juros (NII) cresceu 32% na base anual.
BMG (BMGB4): lucro líquido sobe no 3T25
O Banco BMG (BMGB4) reportou lucro líquido recorrente de R$148 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 27% em relação ao 3T24. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) subiu 5 pontos percentuais, a 16,6%. O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,9%, frente a 4,7% no mesmo trimestre de 2024.
A margem financeira, após o custo de crédito atingiu R$ 881 milhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 8,4%, na comparação com igual período do ano passado, beneficiada pela melhora na qualidade dos ativos.
A carteira de crédito total somou R$ 23,5 bilhões, reflexo da estratégia de mudança no mix de ativos, com redução da exposição a carteiras menos rentáveis e aumento de produtos de crédito pessoal e consignados.
O índice de inadimplência acima de 90 dias encerrou o trimestre em 3,9%, redução de 0,8 p.p. ante igual período de 2024. Já o índice de cobertura do período ficou em 197,3%, refletindo o conservadorismo do banco.
O Bmg encerrou o terceiro trimestre de 2025 com Índice de Basileia de 13,1%.
Bemobi (BMOB3): alta do lucro líquido ajustado no 3T25
A Bemobi (BMOB3) apresentou lucro líquido ajustado de R$ 46,8 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), crescimento de 88,7% em relação ao 3T24. O Ebitda ajustado ficou em R$ 62,7 milhões, 23,8% superior ao apurado em igual período de 2024. A receita líquida somou R$ 187,5, alta de 22,3% na comparação anual.
Qualicorp (QUAL3): lucro líquido ajustado sobe no 3T25
A Qualicorp (QUAL3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 19,7 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 11,9% na comparação com igual período de 2024. O Ebitda ajustado foi de R$ 144,2 milhões, queda de 6,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. A receita líquida somou R$ 372,6 milhões, 5,3% menor que a apurada no 3T24.
Syn (SYNE3): lucro líquido ajustado salta no 3T25
A Syn (SYNE3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 16,3 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), 158,3% maior que o apurado no 3T24. O Ebitda ajustado totalizou R$ 20,8 milhões, alta de 15,5% na comparação anual. A receita líquida atingiu R$ 56,1 milhões, 2,8% superior à do 3T24.
Agenda de provento desta sexta, 14:
AXIA Energia (antiga Eletrobras)
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Axia (antiga Eletrobras) anunciado em 5 de novembro, é na sexta-feira, 14. As ações da Axia na B3 e os ADRs na NYSE serão negociados ex-direitos a partir de 17 de novembro de 2025. O pagamento será realizado em 19 de dezembro de 2025. O valor por ação preferencial classe A é R$ 1,58; por ação preferencial de classe B é R$ 2,07; e por ação ordinária é R$ 1,88.
Taesa (TAEE11)
A data com para ter direito aos JCP e dividendo da Taesa anunciados na última terça-feira, 11, é nesta sexta, 14. A partir do dia 17 de novembro de 2025, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3. A companhia aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 323.264.148,24, a título de dividendos intercalares e de juros sobre capital próprio (JCP). O total a pagar por Unit TAEE11 é R$ 0,93; por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,31. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 28 de janeiro de 2026.
Mahle Metal Leve (LEVE3)
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Mahle Metal Leve, anunciados em 11 de novembro, é nesta sexta, 14. A partir de 17 de novembro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. O montante bruto é de R$ 82,5 milhões, correspondendo a R$ 0,60 por ação ordinária. Com a retenção de 15% de Imposto de Renda na Fonte, resultando no valor líquido dos juros sobre o capital próprio de R$ 0,51 por ação ordinária. Esses juros sobre o capital próprio serão pagos em 17 de dezembro de 2025.
Moura Dubeux (MDNE3)
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Moura Dubeux anunciado na quarta-feira, 12, é nesta sexta, 14. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 17 de novembro. O conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 50,7 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,60 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 26 de novembro de 2025.
Divulgam resultado nesta sexta, 14:
Banrisul, Azul – antes da abertura do mercado.
Rumo, Cosan, Raizen, Infracommerce, Marisa, Oncoclínicas – após o fechamento do mercado.
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