Atualização: recorde do Ibov, Petrobras em alta com decisão do STJ, Yduqs rebaixada, e outras notícias

5 de novembro de 2025 Por Redação

Gráfico diário do Ibovespa às 13h37

 

 

 

 

 

 

Publicado às 13h42

Ibovespa

O Ibovespa renovou nesta quarta-feira mais uma vez a máxima histórica ao chegar ao patamar dos 152 mil pontos. Na máxima do pregão até agora atingiu os 152.992 pontos, um recorde no intradiário. Às 13h42 subia 1,36% aos 152.747 pontos. Analistas e investidores esperam a decisão do Copom sobre a Selic. O comunicado será divulgado após às 18h30 de hoje. Às 13h41 o dólar comercial caía 0,65% cotado a R$ 5,364 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações PN e ON tinham alta. Às 13h41 os papéis preferenciais subiam 1,72% a R$ 30,77. A Petrobras informou nesta quarta-feira, 5, que o Superior Tribunal de Justiça decidiu, por maioria de votos, dar provimento ao seu recurso nos autos da ação em que litiga com a empresa Paragon Offshore Nederland B.V., ex-fornecedora de sondas de prospecção de petróleo e gás, anulando o acordão recorrido e determinando a realização de novo julgamento, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O valor estimado da ação é de R$ 2,9 bilhões, dos quais R$ 154 milhões encontram-se provisionados. 

C&A (CEAB3)

Às 13h41 as ações disparavam 7,82% após a companhia anunciar o resultado na véspera. A C&A registrou lucro líquido de R$ 69,5 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de mais de 62,2% na comparação com o 3T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 333,3 milhões, crescimento de 5,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024. A receita líquida consolidada somou R$ 1,84 bilhão, 2,3% maior na comparação anual.

JHSF (JHSF3)

Às 13h40 as ações subiam 2,24%. A JHSF celebrou acordo com o Ministério Público de Porto Feliz, em São Paulo, envolvendo a finalização e o imediato encerramento da Ação Civil Pública em que se discutia os estudos de impactos ambientais dos empreendimentos da JHSF na região. Dentre outros aspectos, o acordo prevê a manutenção de todas as licenças existentes e a continuidade dos processos de licenciamento em curso. Ainda segundo a companhia, um conjunto de medidas de cunho social serão desenvolvidas pela JHSF na região de Porto Feliz.

Cogna (COGN3)

O time de analistas do Morgan Stanley elevou a recomendação para Cogna de underweight (equivalente à venda) para equal-weight (equivalente à neutro). O preço-alvo foi elevado de R$ 2,90 para R$ 4.

Yduqs (YDUQ3)

A equipe do Morgan Stanley rebaixou a recomendação da Yduqs. Passou de equalweight (neutro) para underweight (venda). O preço-alvo foi cortado de R$ 15,50 para R$ 14. O banco destaca margens fracas da companhia e desafios para cumprir o guidance e gerar caixa em 2026.

Vale (VALE3)

Às 13h40 as ações da Vale tinham alta de 1,84% cotadas a R$ 65,81.

Itaú (ITUB4)

A XP avalia que o Itaú entregou mais um trimestre sólido, amplamente em linha com as expectativas. A equipe de analistas avalia que, no geral, o trimestre destaca a resiliência estrutural do banco e a execução disciplinada do guidance. O time continua vendo o Itaú como um player diferenciado, entregando resultados consistentes e previsíveis. Para o BTG, o Itaú reportou lucro líquido ligeiramente acima das suas estimativas e do consenso. O BTG mantém o Itaú com classificação de “compra”. Já a Genial Investimentos comenta que o Itaú entregou mais um trimestre sólido e consistente. Seus analistas ressaltam que, com o quarto trimestre (4T25) sazonalmente mais forte, esperam que o banco mantenha sua trajetória de crescimento sequencial de lucro e encerre 2025 com expansão anual de 13,6%.

CSN (CSNA3)

O BTG avalia que a CSN reportou melhora operacional, puxada pela mineração. Mas o aço segue pressionado, enquanto o cimento melhorou sequencialmente. O banco ressalta que o progresso em alavancagem foi mínimo: a dívida líquida/Ebitda caiu apenas 0,1x e a dívida líquida subiu para R$ 37,5 bilhões (R$ 35,6 bilhões no 2T), com fluxo de caixa livre negativo. A equipe de analistas segue cautelosa com a holding e prefere a CSN Mineração.

Iguatemi (IGTI11)

A Iguatemi reportou resultados sólidos no 3T25, avalia o BTG. Para o banco, a empresa continua fortalecendo sua carteira por meio de aquisições e boa execução operacional, independentemente do cenário macro, justificando a recomendação de “compra”.

Prio (PRIO3)

A equipe de analistas da Genial Investimentos destaca em relatório que os resultados do terceiro trimestre (3T25) vieram abaixo das estimativas, refletindo principalmente o impacto da parada técnica e interdição temporária do navio-plataforma do campo de Peregrino. Ainda assim, reforçam uma visão construtiva para a tese de investimentos da Prio. O time ressalta que a petroleira segue com dois catalisadores relevantes se aproximando: a entrada em operação do campo de Wahoo, prevista para o primeiro trimestre de 2026, com potencial de forte diluição de custos operacionais, e a consolidação do controle integral de Peregrino. Ambos os eventos devem marcar uma nova fase de geração de caixa e destravamento de valor na companhia. Foi mantida a recomendação de “compra”.

Banco Bmg (BMGB4)

As ações operavam em alta na manhã desta quarta-feira. O Banco Bmg anunciou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto total de até R$ 59,7 milhões. O valor por ação ordinária é R$ 0,10. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento será no dia 25 de novembro de 2025, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 11 de novembro.

Kepler Weber (KEPL3)

Às 13h40 as ações saltavam 6,37%. A Kepler Weber informou que a Grain & Protein Technologies fez uma proposta para combinação de negócios. 

Profarma (PFRM3)

A Profarma informou que suas acionistas BMK e BPL celebraram um Memorandum of Understanding (Memorando de Entendimentos – Mou). O Mou ocorre no contexto da BPL estar buscando alternativas estratégicas para seu investimento na Profarma. Por meio do Mou, a BPL concedeu à BMK o direito de exclusividade, pelo prazo de 90 dias contados da data de sua celebração, para negociar transação contemplando a potencial aquisição de ações de emissão da Profarma atualmente detidas pela BPL.

Ferbasa (FESA4) 

A data com para ter direito ao dividendo da Ferbasa anunciado em 29 de outubro, é nesta quarta-feira, 5. As ações da companhia serão negociadas “ex-direitos” aos JCP no dia 6 de novembro em diante. O pagamento será em duas parcelas, a primeira a partir de 05/12/2025, e a segunda a partir de 12/06/2026. A primeira parcela é de R$ 73 milhões, sendo R$ 0,20 para cada ação ordinária e de R$ 0,22 para cada ação preferencial. A segunda parcela é de R$ 140 milhões, sendo R$ 0,38 para cada ação ordinária e de R$ 0,42 para cada ação preferencial. Estes montantes sofrerão a incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte.

Equatorial (EQTL3) 

A data com para ter direito aos JCP da Equatorial anunciado na sexta-feira, 31 de outubro, é nesta quarta-feira, 5. As ações serão negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP a partir de 6 de novembro. O pagamento será no dia 17 de novembro de 2025. O valor é de R$ 1,45 por ação ordinária.

BDRs

Confira as companhias do exterior que anunciaram pagamento de dividendo. Conhecidos pela sigla BDR, os Brazilian Depositary Receipts são certificados que representam ações emitidas por empresas em outros países, mas que são negociados no pregão da B3. 

Dividendo da BP (B1PP34)

O Banco B3, na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da BP PLC (B1PP34), informou que foi aprovado em 04/11/2025 o pagamento de dividendos no valor de USD 0,499200000, que considerando a taxa de conversão (USD / R$) de 5,3846, corresponde a um valor prévio de R$ 0,642857202 por BDR. O evento será pago no dia 26/12/2025, aos titulares de BDRs em 12/11/2025. O valor informado acima já está deduzido de 0% de IR, 0,38% de IOF, 3% referente a tarifa cobrada pelo Banco B3, bem como eventuais taxas deduzidas pelo emissor do ADR.

Dividendo da Alphabet (GOGL34)

O Banco B3, na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da Alphabet Inc (GOGL34), informou que foi aprovado em 03/11/2025 o pagamento de dividendos no valor de USD 0,210000000, que considerando a taxa de conversão (USD / R$) de 5,3846, corresponde a um valor prévio de R$ 0,063739383 por BDR. O evento será pago no dia 19/12/2025, aos titulares de BDRs em 04/12/2025. O valor informado acima já está deduzido de 30% de IR, 0,38% de IOF e 3% referente a tarifa cobrada pelo Banco B3.  

Dividendo da 3M (MMMC34) 

O Banco B3, na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da 3M Company (MMMC34), informou que foi aprovado em 04/11/2025 o pagamento de dividendos no valor de USD 0,730000000, que considerando a taxa de conversão (USD / R$) de 5,3846, corresponde a um valor prévio de R$ 0,664710463 por BDR. O evento será pago no dia 18/12/2025, aos titulares de BDRs em 12/11/2025. O valor informado acima já está deduzido de 30% de IR, 0,38% de IOF e 3% referente a tarifa cobrada pelo Banco B3.

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