Notícia do BR Partners, B3, PetroReconcavo, Alpargatas, BRB e de outras companhias

7 de setembro de 2025 Por Redação

 

 

 

 

 

Publicado às 10h32

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Notícias corporativas

BR Partners (BRBI11) iniciará negociação do seu programa de ADRs dia 17 

A BR Partners (BRBI11) informou que no próximo dia 17 de setembro será iniciada a negociação do seu programa de American Depositary Receipt (ADR) Nível II com lastro em units da companhia. A instituição depositária dos ADRs é o Citibank. Cada ADR passível de emissão no âmbito do programa será lastreado em 4 (quatro) units listadas na B3. Os ADRs estarão admitidos à negociação na Nasdaq é o Código de negociação é ‘BRBI’. A companhia ressaltou que continuará com sua listagem na B3 (Brasil) e passará também a ser listada no mercado de ações norte americano através de recibos de ações (ADRs), por meio de um ticker (Nasdaq: BRBI), denominado em dólares americanos, com mecanismos de negociação e liquidação aderentes às regras da Nasdaq, bem como da legislação e supervisão local.

A BR Partners explicou ainda que seu programa de ADR Nível II não confere nenhuma oferta de ações, bem como qualquer aumento no capital social da companhia ou captação de recursos.

B3 (B3SA3): conselho aprova 10ª emissão de debêntures 

A B3 (B3SA3) informou que seu conselho de administração aprovou a realização da décima emissão de debêntures simples não conversíveis em ações, da espécie quirografária, para distribuição pública, série única e com prazo de 5 anos. O montante total é de R$ 2,6 bilhões.

A emissão faz parte da gestão ordinária dos negócios da companhia, sendo que os recursos líquidos obtidos serão utilizados para o resgate antecipado facultativo da totalidade das debêntures da sétima emissão, explicou a B3.

B3 anuncia projeto para redução do ciclo de liquidação de ações para D+1

A B3 (B3SA3), a bolsa do Brasil, anunciou na sexta-feira, 5, que está conduzindo um projeto com participantes do mercado para reduzir o ciclo de liquidação de ações de D+2 para D+1. A mudança, prevista para entrar em vigor em fevereiro de 2028, é mais um passo importante para alinhar o Brasil a outros mercados, como Estados Unidos e Europa, que já adotaram ou estão em processo de adotar o ciclo D+1.

O aumento da eficiência operacional é um dos principais benefícios que a redução do ciclo de liquidação poderá trazer para o mercado brasileiro, afirma a B3. A companhia identificou que a adoção de novas tecnologias e a implementação de inteligência artificial são fundamentais para otimizar os serviços financeiros, reduzir a fricção os processos operacionais e garantir uma transição segura e eficiente.

“A redução da fricção nos processos não só facilitará a implementação de um ciclo de liquidação mais ágil, mas também poderá trazer benefícios em termos de custos e competitividade para o mercado financeiro brasileiro”, afirma Viviane Basso, Vice-Presidente de Operações – Emissores, Depositária e Balcão da B3.

Para garantir a eficácia dessas mudanças, a B3 criou um Comitê da Indústria, formado por representantes das grandes instituições financeiras para definir os temas prioritários e promover uma discussão ampla sobre as diretrizes e as tomadas de decisão necessárias para essa evolução no mercado local. Esse comitê também é responsável por convidar reguladores e associações do mercado para pautas e reuniões específicas.

Além disso, grupos técnicos de trabalho serão organizados para debater temas relacionados à execução do planejamento. Após realizarem estudos aprofundados, esses grupos irão relatar suas conclusões ao Comitê da Indústria, que, por sua vez, terá a reponsabilidade de elaborar um plano de ação dessa migração no mercado brasileiro.

A transição está planejada para fevereiro de 2028, prazo necessário para que toda indústria possa se preparar, testar seus sistemas e coordenar as ações para que a transição ocorra sem gerar riscos para o mercado ou para os investidores.

“O cronograma estendido e a criação de grupos de trabalho específicos para a construção de um plano de migração que atenda às particularidades do mercado brasileiro são fundamentais para mitigar riscos e construir soluções robustas. Para avançarmos, precisamos de um esforço conjunto e colaborativo entre todos os atores envolvidos”, explica a executiva.

A B3 ainda vai definir, com a Câmara da Indústria, como acontecerá esse plano de migração até 2028. Há dois caminhos possíveis: uma migração faseada, por ativo, como aconteceu no mercado indiano, ou uma mudança com data única, como feita no mercado americano.

Alpargatas (ALPA4): debenturistas aprovam anuência prévia para redução de capital

A Alpargatas (ALPA4) divulgou que os titulares das debêntures da 2ª série da sua 2ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, reunidos em assembleia geral de debenturistas, aprovaram a anuência prévia para a redução do capital social da companhia, no valor de R$ 850 milhões, sem o cancelamento de ações, mediante a restituição de valores ao acionistas.

Dessa forma fica atendida a condição necessária para que a proposta de redução de capital seja submetida à deliberação dos acionistas em outra assembleia. No dia 10 de setembro será realizada a assembleia geral extraordinária para votar o tema.

BRB (BSLI3) se manifesta sobre notícia na imprensa

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu ao BRB (BSLI3) que esclarecesse a matéria jornalística divulgada na sexta-feira, 5, no Estadão, sob o título: “BRB desiste de recorrer de decisão do Banco Central que vetou compra do banco Master”.

Em um comunicado divulgado na noite de sexta-feira, 5, o BRB afirma que, até o presente momento, não teve acesso ao processo que fundamentou a decisão do Banco Central. O BRB esclareceu que somente após a disponibilização integral dos autos será possível avaliar, de forma técnica e fundamentada, as alternativas cabíveis.

“Deste modo, a companhia reitera que, tão logo tenha acesso às informações necessárias e delibere sobre o assunto, manterá o mercado e seus acionistas devidamente informados”, explicou o banco.

PetroReconcavo (RECV3) divulga dados de produção de agosto

A PetroReconcavo (RECV3) informou os dados de produção e entrega referentes ao mês de agosto de 2025. A produção média do mês de agosto foi de 26,4 mil boe/dia, queda de 1,6% em relação ao mês anterior, refletindo, principalmente, queda de produção no Ativo Potiguar.

No Ativo Potiguar, a produção foi de 12,8 mil boe/dia, 2,1% inferior em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 8,2 mil bbl/dia e a de gás de 4,6 mil boe/dia. Segundo a PetroReconcavo, a produção de petróleo apresentou redução de 2,8% em relação ao mês anterior, impactada pelo processo de workover de um poço de alta vazão, com a necessidade de desligamento de um poço adjacente em função do compartilhamento da estrutura de escoamento, que durou 13 dias.

No Ativo Bahia, a produção foi de 13,6 mil boe/dia, redução de 1,1% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 7,4 mil bbl/dia e a de gás de 6,2 mil boe/dia.

Ambipar (AMBP3) confirma que CVM abriu processo sancionador 

A Ambipar (AMBP3) confirmou na sexta-feira, 5, que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu um processo sancionador contra alguns de seus executivos. A informação havia sido divulgada mais cedo pelo jornal O Globo.

“O referido processo tem por objeto a análise de suposta irregularidade relacionada à aquisição de ações de emissão da própria companhia no âmbito do Programa de Recompra de Ações, em possível descumprimento ao limite de 10% das ações em circulação (free float), conforme previsto na Lei nº 6.404/76 e na Resolução CVM nº 77/2022”, afirmou a Ambipar em um fato relevante enviado ao mercado.

Ainda segundo a companhia, “o objetivo principal do Programa de Recompra de Ações foi viabilizar o Programa de Incentivo de Longo Prazo destinado aos seus executivos, com o propósito de fortalecer o alinhamento entre a gestão e os interesses dos acionistas”.

A companhia informou também que exercerá seu direito de defesa nas instâncias competentes.

A Ambipar destacou que esse processo sancionador em questão não guarda relação com o processo que tratou da obrigatoriedade de realização de oferta pública de aquisição (OPA) por parte do acionista controlador, o qual já foi extinto, com decisão pela não obrigatoriedade da OPA.

Agenda de provento da semana:

Segunda, 8

Vulcabras (VULC3) tem data com para dividendos intermediários

Marcopolo (POMO4) paga dividendo e JCP

Terça, 9

JHSF Participações (JHSF3) paga parcela de dividendo

Quarta, 10

Grendene (GRND3) paga dividendo 

Quinta, 11

Log (LOGG3) paga dividendo

Camil (CAML3) paga dividendo e JCP

Sexta, 12

BRB (BSLI3; BSLI4) paga JCP

Estudo de ações da Bolsa 

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Brkm5, Csan3, Embr3, Isae4, Wege3, Mdne3 e de Lavv3. Acesse aqui o vídeo.