São Martinho (SMTO3): conselho aprova expansão da unidade produtora de etanol a partir do processamento de milho

12 de agosto de 2025 Por Redação

 

 

 

 

 

 

Publicado às 7h27

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A São Martinho (SMTO3) informou na segunda-feira, 11, que seu conselho de administração aprovou a expansão da unidade produtora de etanol a partir do processamento de milho, chamado de Segunda Fase, no município de Quirinópolis, em Goiás. A Segunda Fase, anexa à Unidade Boa Vista, adicionará capacidade para processar 635 mil toneladas de milho por ano e produzir 270 mil m³ de etanol, 170 mil toneladas de DDGS (Distiller’s Dried Grains with Solubles), e 13 mil toneladas de óleo de milho.

O investimento estimado é de R$ 1,1 bilhão, contemplando instalações industriais, armazém de milho externo com capacidade estática de 240 mil toneladas, além de melhorias na planta existente (adequações na caldeira atual visando maior sinergia energética e geração de vapor). O cronograma de desembolso será de 40% na safra atual (2025/26), 50% na Safra 2026/27 e o restante na Safra 2027/28. O projeto contará com financiamento de R$ 728 milhões das linhas Fundo Clima e Finem do BNDES; e Inovação da FINEP, com prazo total de 12 anos, sendo dois anos de carência.

O início da operação está previsto para o segundo semestre de 2027, com aproximadamente 50% da capacidade na Safra 2027/28, atingindo 85% na Safra 2028/29 e 100% a partir da Safra 2029/30.

O principal insumo utilizado será o milho, adquirido na região Centro-Oeste, além de vapor e energia, gerados por meio das caldeiras existentes. A São Martinho, no combinado da planta existente e a Segunda Fase em plena capacidade, terá capacidade de processar aproximadamente 1.150 mil toneladas de milho, produzindo cerca de 485 mil m3 de etanol, 310 mil toneladas de DDGS e 21 mil toneladas de óleo de milho. Adicionalmente, a companhia contará com capacidade estática de armazenagem de 480 mil toneladas de milho.