Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Publicado às 9h13 – atualizado às 9h57
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Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) abriu em queda nesta terça-feira, 19. Às 9h57 caía 0,90% aos 138.825 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h55 o dólar comercial tinha alta de 0,48% cotado a R$ 5,462 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h o preço do barril de petróleo Brent caía 0,78% (US$ 66,10). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,64% a 771 iuanes (US$ 107,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,12% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,06%. Nasdaq futuro caía 0,12%.
Notícias corporativas
Petrobras: ‘não há qualquer projeto ou estudo de investimento em etanol ou distribuição com a Raízen’
A Petrobras (PETR3, PETR4) se manifestou sobre uma reportagem do jornal O Globo divulgada no sábado, 16. Segundo o jornal, a Petrobras tem estudos para investir na Raízen (RAIZ4). Citando “fontes do setor”, o jornal informou que a Petrobras analisa diversas possibilidades, como se tornar sócia da companhia ou comprar ativos, o que marcaria sua volta ao setor de etanol.
Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira após o fechamento do mercado, onde responde a um pedido de esclarecimento feito pela Comissão de Valores Mobiliários, a Petrobras afirma que “não há qualquer projeto ou estudo de investimento em etanol ou distribuição com a Raízen”. Ainda segundo a petroleira estatal, conforme divulgado em 7 de agosto deste ano, seu posicionamento em distribuição deve observar as disposições contratuais vigentes. “Pelo exposto, as informações divulgadas na matéria não procedem e, portanto, não caracterizam Fato Relevante”, afirmou a Petrobras.
As ações da Raízen (RAIZ4) tiveram forte alta de 10,5% nesta segunda-feira e fecharam cotadas a R$ 1,15 após a divulgação da matéria do O Globo.
CPFL (CPFE3) anuncia pagamento de 3° parcela de dividendo no valor de R$ 370 milhões
A CPFL Energia (CPFE3) anunciou o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado o terceiro pagamento, no montante de R$ 370 milhões, no dia 25 de agosto de 2025. O valor por ação dessa parcela é de R$ 0,32 centavos. Ainda resta um valor remanescente de R$ 1,44 bilhão que corresponde à R$ 1,25 por ação. Tem direito a esse dividendo acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3.
XP reporta lucro líquido ajustado de R$ 1,32 bi
A XP Inc. (B3: XPBR31; Nasdaq: XP) reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,32 bilhão no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à alta de 18% maior em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). Também marca um novo recorde. Em relação ao primeiro trimestre houve alta de 7%. A XP teve lucro antes de impostos (EBT) de R$ 1,31 bilhão, queda na base anual de comparação de 5%. O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROAE) ficou em 24,4%, de 22,1% um ano antes.
Segundo a companhia, a captação líquida de varejo somou R$ 16 bilhões, redução de 21% em relação ao trimestre anterior e 34% menor em relação ao 2T24.
A receita bruta total atingiu R$ 4,66 bilhões, expansão de 4% na base anual. O varejo foi impulsionado por mais um trimestre forte em Renda Fixa, que cresceu 20% no ano. Já a receita de renda variável teve queda anual de 8%.
Lupatech (LUPA3) faz acordo para recebimento de valores
A Lupatech (LUPA3) celebrou acordo para recebimento dos valores que lhe são devidos pelas empresas Cordoaria São Leopoldo (CSL) e Cordoaria São Leopoldo Original (CSLO), com a consequente suspensão dos litígios em curso.
Segundo a Lupatech, os litígios têm origem em disputas oriundas do contrato de investimento e outras avenças, firmado no ano de 2006, para a aquisição do negócio de fabricação de cabos de ancoragem para o mercado offshore do Grupo CSL. Em 2014, a Lupatech iniciou procedimento arbitral para a cobrança de multas contratuais em decorrência do descumprimento de cláusula de não concorrência, tendo obtido, em 2020, provimento favorável à multa e desfavorável em relação ao direito de titularidade da marca CSL. Em decorrência da arbitragem, a Lupatech ajuizou cumprimento de sentença para execução da sentença arbitral, e ação anulatório para desconstituir a parte da sentença arbitral que dispôs sobre a marca. De outro lado, a CSL litigou pela compensação de suposto direito de crédito, oriundo de parte do preço de aquisição.
O acordo firmado, e que será levado à homologação judicial, prevê o pagamento integral à Lupatech do valor atualizado do cumprimento de sentença, no montante total de R$ 43.704.533,03 na data base de 31 de julho de 2025; renúncia da CSL ao pleito sobre seu suposto direito de crédito; encerramento da disputa sobre a marca; obrigação da CSL e da CSLO de suportar a conclusão do registro, em nome da Lupatech, dos imóveis que albergam a fábrica de Cabos e Cordas da Lupatech, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. O pagamento será feito a prazo, com vencimento final em 31 de dezembro de 2028, e compreenderá pagamentos em dinheiro e a dação em pagamento de direitos creditórios contra o estado do Rio Grande do Sul.
Na mesma data, a Lupatech e a CSLO celebraram, ainda, carta de intenções com o objetivo de avaliar oportunidades de colaboração em grandes projetos de ancoragem.
Vale (VALE3) diz que não tem mais barragens em nível de emergência 3 em seu portfólio
A Vale (VALE3) divulgou que a barragem Forquilha III, localizada na mina Fábrica, no município de Ouro Preto (MG), teve seu nível de emergência reduzido de 3 para 2 na presente data, conforme decisão da Agência Nacional de Mineração. Com esta redução, a Vale não possui mais barragens em nível de emergência 3 em seu portfólio. “Alcançamos nosso compromisso de não ter barragens em nível de emergência 3 no ano de 2025, reforçando a segurança das pessoas e do meio ambiente. Também implementamos com sucesso e no prazo previsto o Global Industry Standard on Tailings Management (GISTM), para todas as nossas barragens de rejeitos. Continuaremos avançando na implementação do Programa de Descaracterização de Barragens a Montante e na melhoria contínua de nossa gestão de barragens”, disse Gustavo Pimenta, CEO da Vale. Desde 2019, 17 das 30 estruturas que integram o programa de descaracterização já foram descaracterizadas.
Bemobi (BMOB3) altera data de pagamento de provento
A Bemobi (BMOB3) informou na segunda-feira, 18, que alterou a data de pagamento dos proventos anunciados em 14 de agosto. O pagamento passou de 26 de agosto para 1° de setembro. Os juros sobre capital próprio são no valor total de R$ 30 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,35 por ação, e ao valor líquido de R$ 0,30 por ação. Terão direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 21 de agosto de 2025. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 22 de agosto.
A Bemobi também divulgou que promoverá a substituição de seu formador de mercado. Nesse sentido, foi celebrado termo de distrato do contrato de formador de mercado com o UBS Próprio Fundo de Investimento Financeiro – Multimercado Crédito Privado. A companhia celebrou contrato de prestação de serviços de formador de mercado com o Itaú Corretora de Valores.
Pagam provento ou tem ‘data com’ nesta terça, 19:
A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.
Localiza (RENT3)
A Localiza paga nesta terça-feira, 19, JCP anunciados em 24 de junho no valor de R$ 0,50 por ação. As ações são negociadas ex-JCP desde 30 de junho.
Metalúrgica Gerdau (GOAU4)
A Metalúrgica Gerdau paga nesta terça-feira, 19, dividendos no valor de R$ 0,08 por ação ordinária e preferencial. A data-base foi 11/08/2025.
Klabin (KLBN11)
A Klabin (KLBN11) paga nesta terça, 19, o dividendo anunciado em 5 de agosto. O valor por unit é R$ 0,25. Tem direito acionistas com ações em 8 de agosto de 2025 (data-base). As ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos” desde 11 de agosto.
Tegma (TGMA3)
A Tegma paga nesta terça, 19, dividendos e JCP anunciados em 4 de agosto. A quantia de R$ 79.784.704,12 é a título de dividendos intercalares e correspondente a R$ 1,21 por ação. A quantia de R$ 9.231.288,08 é a título de juros sobre capital próprio e correspondente a R$ 0,14 por ação.
Mills (MILS3)
A data com para ter direito aos JCP da Mills é nesta terça, 19. A partir de 20 de agosto as ações da companhia serão negociadas ex-proventos. O valor total é de R$ 48.904.247,60 e corresponde ao valor bruto de R$ 0,21 por ação. O pagamento ocorrerá em 29 de agosto de 2025.
Armac (ARML3)
A data com para ter direito aos JCP da Armac é nesta terça, 19. A partir de 20 de agosto as ações da companhia serão negociadas ex-proventos. Serão pagos aos acionistas JCP no montante bruto de R$ 28.496.000 equivalentes a R$ 0,08 por ação. O pagamento será efetuado em data a ser definida pela diretoria.
LWSA (LWSA3)
A data com para ter direito aos dividendos LWSA é nesta terça, 19. A partir de 20 de agosto as ações da companhia serão negociadas ex-proventos. O montante é de R$ 28,6 milhões, correspondentes a R$ 0,05r ação ordinária. Os acionistas terão seus créditos disponíveis em 26 de agosto de 2025, data de pagamento dos dividendos.






