Atualização: Simpar dispara, bancos no positivo e outros destaques corporativos

20 de agosto de 2025 Por Redação

Gráfico diário do Ibovespa às 13h42

 

 

 

 

 

Publicado às 13h52

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Ibovespa

Às 13h51 o Ibovespa tinha alta de 0,33% aos 134.872 pontos. Às 13h49 o dólar comercial operava em baixa de 0,55% cotado a R$ 5,469 na venda.

Simpar (SIMH3)

Às 13h49 as ações da Simpar saltavam 9,13%. A companhia anunciou na véspera a venda da controlada Ciclus Ambiental por R$ 1,9 bilhão. A Ciclus Rio é referência nacional em gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, operando desde 2010 o maior aterro sanitário bioenergético da América Latina, em Seropédica, no Rio de Janeiro.

Lojas Renner (LREN3)

A equipe de analistas do J.P. Morgan reduziu o preço-alvo para as ações da Lojas Renner. Passou de R$ 22 para R$ 20. No entanto, foi mantida a recomendação de “compra”, com o banco citando que o novo modelo operacional da companhia, estrutura de logística e cadeia de suprimentos mais ágil deve continuar a sustentar um fluxo de caixa livre sólido e resiliente.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam no positivo. Às 13h49 os papéis PN subiam 0,87% cotados a R$ 30,30. O preço do barril de petróleo Brent subia mais de 1%. Vale lembrar que a Petrobras paga hoje a 1° parcela do provento anunciado em 12 de maio. Essa primeira parcela, no valor de R$ 0,45 por ação ordinária e preferencial, será paga  integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. A data base para ter direito foi 2 de junho.

Prio (PRIO3)

O BTG reduziu o preço-alvo para as ações da Prio. Passou de R$ 65 para R$ 61. Mas foi mantida a recomendação de “compra”. O banco revisou o modelo após os resultados do segundo trimestre de 2025. A petroleira segue sendo vista como produtora de alta qualidade, baixo breakeven e forte geração de fluxo de caixa para o acionista, ressalta o time do banco. No entanto, os resultados mais fracos e a paralisação do campo Peregrino levaram a projeções mais conservadoras para 2025.

Vale (VALE3)

Às 13h48 as ações da Vale tinham leve baixa de 0,37% cotadas a R$ 53,04. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda.

Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4) e Santander Brasil (SANB11)

O mercado segue monitorando com atenção o setor financeiro após a decisão (leia mais aqui) do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que aumentou o grau de incerteza jurídica. O jornal O Globo divulgou que os bancos estudam a possibilidade de pedir um esclarecimento sobre a extensão da decisão do ministro. Às 13h46 os papéis do Banco do Brasil subiam 0,99%; as ações PN do Bradesco tinham alta de 0,44%, os do Itaú subiam 0,49% e as units do Santander operavam em alta de 1,92%.

O ministro do STF Alexandre de Moraes, sancionado pelo governo norte-americano, afirmou à agência Reuters que tribunais brasileiros podem punir instituições financeiras nacionais que bloquearem ou confiscarem ativos domésticos em resposta a ordens norte-americanas. 

Valid (VLID3)

A Valid realizará no dia 30 de setembro de 2025, o pagamento da terceira parcela dos juros sobre capital próprio anunciados em 18 de fevereiro deste ano. Terão direito acionistas da companhia detentores de ação em 13 de março de 2025. O valor da parcela é R$ 0,39387731000 por ação.

Randoncorp (RAPT4)

Às 13h45 as ações da Randoncorp subiam 0,61%. A companhia teve receita líquida consolidada de R$ 1,2 bilhão em julho de 2025, alta de 13,5% em relação a julho de 2024. A companhia divulga mensalmente as receitas visando manter uma relação de transparência com seus investidores.

Frasle (FRAS3)

Às 13h45 as ações da Frasle, controlada da Randoncorp, tinham alta de 0,71%. A companhia reportou receita líquida consolidada de R$ 512 milhões em julho de 2025, alta 36,1% em relação a julho do ano passado.